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Varios contos 2

Flagrei meu cunhadinho se masturbando cheirando minha calcinha

Meu nome é Ângela, sou morena clara, olhos verdes, 1,65m, 28anos, 58 kg muito bem distribuídos. Só quem é mulher sabe o quanto é difícil manter um corpo quase perfeito, porque, perfeito é impossível não é mesmo? São horas e horas de muito sofrimento em academias e de longas caminhadas, sem contar os regimes e outros truques para disfarçar novos defeitos que o tempo impiedosamente nos ?presenteia?.
Casei muito jovem com Carlos mesmo contra a vontade dos meus pais. Estava começando meu curso de medicina. A construtora como de praxe não cumpriu o prazo de entrega do nosso apartamento, e por insistência da minha sogra fomos morar com ela até o término da obra, sabe como é mãe, não quer ficar longe das suas crias de jeito nenhum.
Confesso que fiquei meio receosa no início, mas aos poucos percebi que dona Anna era uma pessoa maravilhosa. Morávamos na casa Eu, Carlos meu marido, Dinho meu cunhadinho adolescente e minha sogra, já que meu sogro era falecido.
Meu marido e minha sogra saíam cedo pro trabalho e só voltavam à noite. Carlos trabalhava em uma multinacional e minha sogra na época tinha uma loja de artigos femininos em um shopping na cidade.
Dinho e eu estudávamos à tarde, então ficávamos nós dois na casa no período da manhã, salvo duas vezes por semana que vinha uma diarista para fazer a limpeza mais pesada da casa.
Dinho ao contrário do meu marido que era e continua sendo um gato até hoje, na época era um garoto magro, meio franzino, com o rosto cheio de espinhas, super tímido. Dinho era o patinho feio da família, mas era um amor de menino, sempre disposto a me ajudar em tudo que precisava, aliás, naquela casa eu era tratada por todos como uma princesa.
Com o tempo fui percebendo que quando usava minissaia, ou uma camiseta mais cavada onde mostrava parte dos meus seios, ou até mesmo um short de lycra que ressaltava o relevo da minha bucetinha, Dinho sempre ficava me observando pelos cantos da casa.
Cansei de vê-lo tentando esconder o volume que formava sobre sua bermuda e depois disfarçadamente corria pro banheiro se aliviar numa punheta, coisa de meninos, confesso que me divertia com aquilo, e até gostava de ser sua musa inspiradora.
Certo dia estava com uma minissaia bem curtinha e uma camisetinha regata um pouco folgada que peguei do meu marido, notei que meu cunhadinho da sala me cuidava disfarçadamente. Então para dar vazão as suas fantasias, fui até um canto da cozinha, enrolei minha calcinha e enterrei no meu reguinho deixando minha bundinha totalmente livre e parte da minha bucetinha, pois a calcinha entrou no meio separando-a em duas partes. Fingi não percebê-lo, me abaixei na pia da cozinha fazendo de conta que estava arrumando as panelas e empinei minha bundinha o máximo que pude para facilitar sua visão, fiquei um tempo naquela posição imaginando a cara do meu cunhadinho me vendo daquele jeito. Após algum tempo, me levantei sem olhar pra trás, dei alguns segundos para meu cunhadinho se recuperar e voltei pra sala. Meu cunhadinho estava pálido com as mãos sobre o pau tentando esconder sua ereção ainda não acreditando no que tinha visto, e para provocá-lo ainda mais, me ajoelhei na sua frente fingindo procurar umas revistas na mesa de centro e meus seios ficaram totalmente expostos ao seu olhar. Peguei uma revista e sentei no sofá fingindo que estava concentrada na leitura, mas só observando sua reação, não deu outra, meu cunhadinho disfarçadamente correu para a lavanderia que ficava numa edícula nos fundos da casa, dei um tempo, e sem fazer barulho fui expiar o que meu cunhadinho estava fazendo.
Dinho pensando que eu estava na sala lendo, se descuidou um pouco e pude ver ele de costa se masturbando.
Fiquei num canto da janela, mas de onde eu estava só dava pra ver seus movimentos, não sei por que, mas estava louca de curiosidade para ver seu pauzinho, a qual não foi minha surpresa quando ele se virou de lado e pude ver que de pauzinho não tinha nada, pois era bem maior e mais grosso que o do meu marido que media 16 cm.
Dinho se masturbava cheirando uma de minhas calcinhas que estava para lavar, derrepente Dinho se encolheu e vi várias golfadas de porra saindo do seu pênis enorme, confesso que não pensava que um menino raquítico como ele pudesse ter uma ferramenta tão grande. A partir deste dia, sempre que estava transando com meu marido pensava no pau do meu cunhadinho e gozava como louca.
Sabendo que meu cunhadinho se acabava na punheta cheirando minhas calcinhas, resolvi provocá-lo ainda mais, e toda vez que ia tomar meu banho, antes, me masturbava e deixava minhas calcinhas bem molhadinhas pro meu cunhadinho cheirar e me homenagear.
Estava louca de vontade de dar pro meu cunhadinho, mas isso não passava de uma fantasia, pois naquela época, nunca teria coragem de trair meu marido, e também não sabia qual seria a reação do menino se me oferecesse pra ele, portanto desisti desta idéia, mas sempre que fazia uma chupeta pro meu marido imaginava o pau do Dinho na minha boca.
Com o tempo, fomos pegando intimidade e meu cunhadinho foi se soltando cada vez mais. Agora quando ia recolher as roupas para lavar, percebia que minhas calcinhas estavam meladas de porra no meio, o danadinho gozava e se limpava nelas.
Certo dia quando entrei no banheiro, peguei no flagra meu cunhadinho se masturbando e cheirando uma das minhas calcinhas. Fingi estar indignada com aquilo e disse aos gritos.
- O que é isso Dinho? - Imagine se seu irmão saiba o que você anda fazendo? - Pensa que não percebi minhas calcinhas todas gozadas quando vou lavá-las? ? O que sua mãe vai fazer com você quando contar a ela suas peripécias?
O pau do meu cunhadinho murchou na hora com o susto, notei que mesmo mole continuava grande.
Meu cunhadinho trêmulo de cabeça abaixo, só balbuciava umas desculpas quase chorando de vergonha, pedindo pelo amor de Deus para que não contasse pra sua mãe e seu irmão.
Acho que fui muito convincente na minha encenação, e pra acabar de vez com meu cunhadinho, fingi estar inconformada e chorando entrei no meu quarto batendo a porta com força.
Dentro do meu quarto eu ria por dentro lembrando a cara do cunhadinho na hora do flagra.
Deitei na minha cama afastei minha calcinha pro lado e comecei a me masturbar pensando na cena que tinha presenciado a pouco e gozei bem gostoso.
Não demorou meu cunhadinho bateu na porta pedindo pra conversar comigo.
Esfreguei as mãos nos meus olhos, fui até o espelho e vi que estavam bem vermelhos, abri a porta com uma cara de quem tinha chorado muito e disse: - O que você quer de mim?
- Como você acha que estou sentindo vendo você se masturbar cheirando minhas calcinhas?
È sobre isto que quero falar com você! Disse. ? Me desculpe isto não vai mais acontecer, juro por Deus, por favor, não conte pro Carlos e nem pra mãe, eles vão me matar.
Nesta hora percebi o quanto meu cunhadinho estava perturbado, então resolvi amenizar a situação, mas mantendo ele em minhas mãos.
Perguntei a ele: - Não é melhor você transar com sua namoradinha em vez de ficar se masturbando cheirando minhas calcinhas?
- Eu nunca tive uma namorada, e mesmo que tivesse, seria muito difícil pra mim devido meu medo de não conseguir fazer direito, disse meu cunhadinho.
- Então quer dizer que você ainda é virgem? Disse aparentando surpresa. - Você não vai rir de mim, vai? ? Claro que não disse.
- Eu nunca tive com uma mulher, não tenho muita sorte com as meninas, o que sei sobre sexo é o que vejo em revista e filmes pornôs, então quando você veio morar conosco, ao ver suas calcinhas no cesto de roupas sujas não resisti e comecei a bater punheta cheirando elas.
- Você pensa em mim quando está se masturbando? Perguntei.
Gaguejando meu cunhadinho disse que pensava sim, e pediu novamente pelo amor de Deus para não contar pro seu irmão. Me fez jurar que não contaria.
Para ganhar novamente a confiança do meu cunhadinho disse:
- Dinho, a partir de hoje esse vai ser nosso segredo, e se continuar bonzinho comigo, prometo que vou te ajudar a perder o medo de mulher, você só precisa ser confiante, pois material você tem de sobra, portanto, agora quero que continue o que estava fazendo quando entrei no banheiro.
Meu cunhadinho vermelho de vergonha disse: - Agora? - Na sua frente?
- Claro disse! ? Não precisa ter vergonha de mim tá bom? Vai ser nosso segredo lembra?
Como meu cunhadinho estava travado de medo, disse: - Vou te ajudar, mais você não pode me tocar tá bom?
Meu cunhadinho ficou sentado no pé da cama, subi até a cabeceira, sentei-me e abri minhas pernas ficando totalmente exposta ao olhar hipnotizado do Dinho que imaginava o que teria por baixo da minha calcinha. Ele fez uma cara de espanto quando a puxei de lado e pela primeira vez na vida ele via uma bucetinha tão de perto.
Seu pau estava enorme dentro da bermuda, então pedi pra ele tirar pra fora e me acompanhar numa masturbação.
Dinho abaixou a bermuda liberando aquele cacete de dar inveja a muitos homens formados.
Meio tímido ele começou alisando seu pau, enquanto eu gozava com meus dedos atolados na minha bucetinha ao mesmo tempo em que via meu cunhadinho timidamente com aquele pau enorme se masturbando na minha frente.
Quando gozei, retirei minha calcinha lentamente e enfiei parte dela na minha raxinha toda molhada, quando umedeceu, a tirei bem devagar e joguei pro meu cunhadinho que agarrou como um desesperado esfregando no nariz sentindo meu cheiro, e em poucos segundos, lavou minha cama de porra. Para sentir seu gosto, molhei os dedos na sua porra e levei a boca chupando até ficar limpinhos.
Dinho mesmo tendo gozado continuava com o pau duríssimo apontando pra mim e me pediu:
- Me deixa por meu pau pelo menos um pouquinho na sua bucetinha?
- Não Dinho, você não pode por seu pau na minha bucetinha, seria uma traição com seu irmão, e além do mais, estamos sem preservativos, imagina se eu fico grávida?
- Me deixa por na sua bundinha então!
- Você está louco seu safadinho? Disse sorrindo.
- Não agüento com o pau do seu irmão que é menor e mais fino, imagina agüentar essa tora no meu cuzinho? ? E o que vou dizer pro seu irmão quando ele perceber que meu cu está todo arrombado?
- Se controle seu malandrinho tá bom?
Confesso que tive vontade de dar minha bundinha pro meu cunhadinho, mas era uma missão impossível, pois todas as tentativas do seu irmão em comer meu cuzinho acabavam em desistência, pois sentia muita dor.
Dinho continuava alisando seu pau com um olhar pidão na minha bucetinha, pois eu continuava sentada com as pernas escancarada na sua frente.
Deu-me uma peninha dele, então resolvi ceder um pouco já que tinha chegado até ali.
- Dinho você quer tocar na minha bucetinha? Perguntei.
- Claro que sim, disse meu cunhadinho radiante de alegria.
- Preste atenção, vai ser só esta vez tá bom?
Meu cunhadinho parecia hipnotizado na minha bucetinha, começou a me tocar com a mão meio trêmula e foi apalpando até empalmar e apertá-la quase machucando.
- Devagar, disse. - Se quiser agradar as mulheres tem que tratá-las com carinho.
Peguei sua mão e guiei até meu grelinho e fui ensinando a massageá-lo, meu cunhadinho aprendeu rápido e quando ele enfiou os dedos na minha bucetinha e começou a me foder com a mão, não agüentei e tive meu primeiro orgasmo com meu cunhadinho me tocando.
Dinho retirou seus dedos da minha buceta e levou a boca para sentir meu gosto, ele se deliciou tanto com meu néctar que resolvi ceder um pouco mais e perguntei: - Quer chupar minha bucetinha, quer?
- Tudo que eu quero neste momento é chupar sua buceta Ângela. - Deixa vai, por favor!
- Ta bom, então vem experimentar a primeira bucetinha da sua vida, vem! Disse já empurrando sua cabeça pro meio das minhas pernas.
Meu cunhadinho neste momento não lembrava nada daquele menino tímido do começo do conto.
Ele me chupava tão afoito que às vezes pensava que ia me virar aos avessos.
- Vai com calma Dinho, lembra quando falei que mulher gosta com carinho?
- Desculpe-me! Não vou me esquecer mais, prometo.
Agora bem mais calmo, meu cunhadinho me chupava maravilhosamente bem. Enfiava a língua bem fundo na minha bucetinha, e depois mordia carinhosamente meu grelinho, confesso que estava orgulhosa, pois ele estava se mostrando um ótimo aprendiz, e com certeza a partir daquele dia ia se tornar um excelente amante. Eu como uma boa professora, segurava sua cabeça e esfregava minha buceta na boca do cunhadinho que com competência me retribuía em forma de prazer.
Sua língua deliciosa me levava à loucura, estava quebrando todas as barreiras que existia entre nós.
Derrepente uma onda de calor começou a percorrer meu corpo como se tivesse recebendo uma descarga elétrica então comecei a gritar.
- Não para Dinho! Eu vou gozar! Aiiiiii que delícia. Uuuiiiiiii!!!!!
Puxei sua cabeça contra minha buceta e meu corpo não parava de tremer despejando uma cas**ta de líquido na boca do meu cunhadinho que sugou até a última gota do melhor orgasmo que tive até o momento na boca de um homem.
Quando me recuperei, percebi que continuava prensando a cabeça do meu cunhadinho contra minha buceta, então o soltei e comecei acariciar sua cabeça e passando a mão por seu rosto meio assustado, mas ao mesmo tempo realizado e feliz por ter satisfeito uma mulher em sua primeira vez, e com um detalhe, sem haver penetração.
Não tive muitos namorados antes de me casar com Carlos, mas nem um deles me fez gozar tão gostoso como meu cunhadinho, talvez seja pela forma que aconteceu, talvez seja pelo fruto proibido, só sei que foi maravilhoso pra mim.
Puxei meu cunhadinho pra junto de mim abracei forte seu corpo franzino elogiando seu desempenho, dei um selinho carinhoso em seus lábios e disse que retribuiria da mesma forma o prazer que tinha me proporcionado.
Deslizei-me até seus pés e quando abaixei sua bermuda, percebi que meu cunhadinho tinha gozado sem se tocar, mas seu pau continuava extremamente duro.
- Você gozou enquanto chupava minha buceta safadinho? Disse sorrindo.
- Gozei sim, pela primeira vez com uma mulher disse todo orgulhoso.
- Então agora, vou fazer você gozar novamente tá bom?
Peguei aquele pau enorme todo melado de porra e pus na boca sugando toda a porra que estava nele deixando limpinho.
Comecei lambendo aquela cabeçorra que mal cabia na minha boca, achava desproporcional o tamanho daquele cacete para um garoto franzino como Dinho, a natureza realmente tinha sido generosa com ele naquele quesito.
Meu cunhadinho gemia enquanto sugava seu pau. Brincava com minha língua naquela cabeçorra, depois engolia o quanto podia dando mordidinha no corpo daquele cacete. Engolia novamente ora brincando com seus testículos depois voltava pra cabeça novamente. Quando abocanhei seu pau o Maximo que pude, meu cunhadinho por instinto forçou a entrada do seu pau ainda mais na minha boca atingindo minha garganta, me engasguei e quase vomitei, então com uma mão segurei seu cacete enquanto chupava só a parte que sobrava controlando suas investidas. Descia com a língua até seu saco e chupava levemente. Colocava seus grãos na minha boca brincava um pouco e depois voltava chupando até chegar à cabeça e engolir novamente. Quando novamente abocanhei seu pau, e comecei a punhetá-lo, meu cunhadinho não agüentou e inundou minha boca de porra sem antes me avisar.
Quando pensei que tinha acabado fui reclamar por não ter me avisado e fui surpreendido por mais uma golfada que atingiu meu rosto.
- Desculpe me disse meu cunhadinho: - Não deu tempo de avisar.
Olhei pra ele com a cara e a boca cheio de porra.
Abri a boca para mostrar a quantidade de porra que estava nela e engoli. Limpei com a mão um filete de porra que escorria pelo meu rosto, e levei até minha boca sugando-a deixando limpinha.
Sorri pro meu cunhadinho dizendo que estava desculpado e voltei para limpar os vestígios de porra que restava no seu cacete.
Estava louca de vontade sentir aquele pau dentro de mim, mas na minha cabeça, já tínhamos ido longe de mais.
A partir desse dia Dinho era outra pessoa, não ficava mais escondidos pelos cantos me cuidando.
Sempre que estávamos a sós em casa ele me confidenciava seus segredos. Algum tempo depois Dinho arranjou uma namoradinha no colégio e perdeu a virgindade com ela em um dia que foi fazer trabalho escolar na casa dela e os pais dela tinham saídos.
Enquanto morei com minha sogra, sempre que estava carente, me consolava com a língua deliciosa do meu cunhadinho na minha bucetinha, depois retribuía com uma bela chupada naquela vara que me dava tanto prazer, mesmo sem nunca ter havido penetração entre nós.
Quando nosso apartamento ficou pronto, confesso que senti falta das chupadas que meu cunhadinho me dava e das gozadas que enchia minha boca de porra.
O tempo passou e meu cunhadinho se tornou um homem muito atraente, não lembrava quase nada daquele menino raquítico de tempo atrás.
Dinho casou com Cristina, uma loira lindíssima. Meu marido o Carlos, vivia fazendo brincadeiras com ela. Pra mim eles tinham um caso, e eu remoia de ciúmes por dentro, então comecei a seduzir meu cunhado novamente, e desta vez nossos encontros só não rolava sexo anal porque ainda não agüentava seu pau no meu cuzinho, mas pro meu marido eu liberava de vez em quando.
Sempre que meu marido viajava a negócios, eu me encontrava com Dinho.
No começo nos encontrávamos em motéis, mas com o tempo, passamos a nos encontrar em casa mesmo.
Bastava meu marido viajar e Dinho inventava uma partida de futebol pra sua esposa e ia pra minha casa onde após uma chupada deliciosa, arrombava minha buceta com seu cacete enorme.
Minha bucetinha já não era a mesma depois que comecei a dar pro Dinho, cada sessão de sexo com meu cunhadinho tinha que ficar pelo menos dois dias sem dar pro meu marido pra ele não desconfiar.
Com o tempo fomos ficando descuidados até que um dia meu marido voltou de uma viagem antes do previsto e nos flagrou transando na nossa cama.
Descobri da maneira mais cruel que meu marido até aquele momento nunca tinha tido um caso com minha concunhada a Cristina. Detalhes narrado por meu marido em outros contos.
Se gostar do conto vote, ou deixe seus comentários, se quiser entrar em contato, vou deixar meu e-mail: aventura.ctba@ig.com.br


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Uma rainha na cama

Estava a sair de um divorcio, como muitos, fui para os sites de encontros, era cerca de 1 da manhã, estava a tentar convidar algumas meninas, mas não estava com sorte, derepente uma trintona chama-me e pede-me para a adicionar no mensseger, ao que prontamente aceitei , depois de algumas frases mais ousadas, ela ligou uma câmara Web e perguntou-me se eu queria vê-la, ri-me para mim mesmo e disse que sim, fiquei a vê-la teclar com um decote, mas as mamas eram pequenas e quase não se viam, percebi que queria mais, perguntei-lhe de onde era e a resposta foi emocionante, 20 km de minha casa, eram 2 da manhã tentei seduzi-la a vir ter comigo, mas não aceitou, marcamos encontro para o dia seguinte , encontramo-nos num jardim mmmmmmm, depois de alguma conversa tentei beijá-la e acedeu, mas fugiu dizendo que ali estava muita gente, convidei-a para ir a um lugar mais seguro, ela aceitou e fomos para um Hotel em Anadia, mal entramos no quarto, deixou-se cair em cima da cama, deitei-me ao lado dela e comecei a beijá-la , abri-lhe a camisa e tinha umas maminhas pequenas, mas uns bicos extraordinários, como eu nunca tinha visto, tirei-lhe as calças e quando lhe ia tirar as calcinhas, estas estavam todas molhadas, disse-me ?eu não tomo a pílula? , eu disse: não tenho preservativo mas eu controlo isso, ela virou-se e deitou-se de costas e pediu-me, faz-me uma massagem, acedi, e quando passei nas nádegas dei-lhe uma palmadinha, ela explodiu, começou a gemer, meti-lhe 2 dedos na cona que estava completamente encharcada, e ela pediu fode-me e vem em cima de mim, acedi ao seu pedido e enfiei-lhe o caralho na cona, ela torcia-se, mas eu aguentei firme e ao fim de mais de 30 minutos, arrancou-me a piça da cona e começou a chupa-la e disse: esta merece um prémio, depois de a chupar bem chupada tornou a metê-la na cona ordenando que a fodesse, assim o fiz e quando estava já a suar, ela gritou, ai estou a vir-me, quero sentir também o teu leite, pouco tempo passou e vim-me na barriga dela, deitamo-nos ao lado um do outro e primeira coisa que me disse foi, nunca te apresentarei a nenhuma das minhas amigas, depois começou a fazer-me carinhos e perguntou : será que o esperma é bom, eu sorri e disse experimenta, ?tocou com um dedo e levou á boca? , é bom disse ela, da próxima não quero que desperdices.
Levantamo-nos e tomamos banho, descemos , mas tínhamos pago o quarto com o pequeno almoço, na viagem de regresso, quis saber o que eu faria no dia seguinte, como nada tinha para fazer, convidou-me a vir ás 7H da manhã para o hotel, sempre aproveitávamos a cama e o pequeno almoço que já estava pago disse ela.
Assim foi, no dia seguinte apanhei-a no Retail Park e lá fomos, na viagem desapertou as calças e pegou na minha mão e meteu-a na cona, já estava molhada. Eu disse-lhe estás toda molhada, ela respondeu só de pensar enquanto esperava que chegasses.
Chegamos ao Hotel e subimos ao quarto, parecíamos 2 crianças a olhar para todos os lados, entramos e ela tirou a camisola e não tinha sutien entrou na casa de banho e abriu a agua do chuveiro e chamou-me, tirou as calças e disse tou a precisar que me comas a cona, mas não me toques no clítoris por favor, ri-me e disse ok .
Despi-me e entrei para debaixo da agua, mordi-lhe os bicos, ela colocou champô no cabelo e senti a espuma a chegar-me perto da cara, e ri-me , ela era marota, pediu-me para lhe passar creme nas costas e começou a esfregar o cabelo da cona com muita espuma. Disse-lhe tens muito cabelo. Achas disse ela, ele está tão pequenino, e estava mesmo! Mas queres cortá-lo ? meus olhos até se riram. Quero! Passamo-nos por água e limpamo-nos e ela foi a carteira e retirou alguma coisa que meteu debaixo da almofada. Pensei é um vibrador. Mas nada disse, estava limpar-me ainda, dirigi-me á cama e ela estava deitada outra vez de costas. Ès mesmo marota, queres é umas palmadas disse-lhe eu. Ela virou-se e disse-me: quero que me comas a cona , mas não me toques no clitóris. A sério perguntei eu. Sim, respondeu ela, se prometeres que não lhe tocas deixo-te rapar-me o cabelo da cona todo, eu ri-me e disse : com os dentes? Ela respondeu não com os dentes não ias conseguir, mas prometes? Prometo respondi eu.
Ela tirou de baixo da almofada um creme e disse, com isto, eu vi que era uma bisnaga de creme, mas não sabia como fazê-lo e respondi, mas eu não sei como é.
Ela disse coloca creme nos cabelos e esfrega-os bem até ficarem cheios de espuma, assim o fiz e quando mais esfregava mais ela gemia, perdi o controle e tentei meter-lhe os dedos na cona, ela segurou-me a mão e disse tem calma, prometes-te que me comias a cona, tornou a meter a mão debaixo da almofada e tirou uma gilete descartável e disse corta-os mas com calma, não me cortes, comecei a cortar-lhe os cabelos até ficar aquela coninha toda despida, ela disse vai buscar uma toalha molhada e limpa esta coninha, pensei que estava num sonho, ela abriu as pernas e os lábios estavam quase a pedir come-me, passei a língua nos lábios mais carnudos e ela gemeu comecei a sugar-lhe a cona toda molhada e o clítoris ali por cima parecia um pênis a ficar direito; fode-me agora pediu ela, comecei a enfiar-lhe a piça e o ritmo dava-o ela, comecei a chupar-lhe as mamas e ela a gemer e pediu-me muito baixinho ao ouvido, come-me o clitóris, tirei a piça fora e passei-lhe a língua pela barriga até chegar á coninha, beijei-lhe as pernas , beijei-lhe o interior de toda a coninha e depois ataquei o clítoris bem devagarinho e quando o fiz senti uma respiração ofegante e uma mão a agarrar-me o cabelo, ataquei mais o clítoris e ouvi-a dizer-me matás-te-me , e senti a boca ficar encharcada, ela puxou pelos meus cabelos e tirou-me do meio das pernas dela e fechou-as e ficou imóvel, assustei-me ,ela nada dizia e parecia que estava dormir, cheguei para perto da cara dela, e pediu-me encosta-te apenas a mim; adormecemos.
Passado algum tempo senti-a a dar-me beijos na boca, abri os olhos e ela disse vamos pedir o pequeno almoço, mas é melhor ires tu a porta recebe-lo.
Pedimos o pequeno almoço e depois de comermos tudo o que nos haviam trazido, sem ficar sequer o chã para amostra, saímos e levei onde o carro dela havia ficado.
Nunca mais esquecerei este dia


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Baptismo pelo XIXI

Quinze dias depois de nossa cunhada (Viviane) começar a frequentar nossa cama, eu (Ana Cláudia) me surpreendi com meu marido (Pedro):
- Batismo pelo xixi? Como assim?
Pedro explicou:
- Cacau, é apenas uma forma íntima de celebrarmos a nossa união com Viviane. Formaremos um triângulo e eu farei xixi em vocês e vice versa. Daquela mesma maneira que você já fez em mim algumas vezes. E, diga-se de passagem, eu adoro vê-la agachada sobre mim fazendo xixi. Sua vagina fica tão linda... Excita-me por demais!
Eu me empolguei:
- Uau... Entendi! Aaai, amor... Tomara que ela aceite. É tão gostoso! Eu também adoro senti-lo fazendo xixi sobre mim.
Instantes depois, nossas crianças entraram no quarto e foi uma festa logo cedo. Mudamos de assunto. Demos atenção aos pequeninos. Brincamos com Pedro, Tâmara e Talita. Dissemos a eles que iríamos passar o domingo na casinha da vovó. (minha mamãezinha) As crianças ficaram super contentes!
Levantamos e fomos tomar café da manhã, preparado por Matilde (nossa empregada), acompanhados por Vivi, Juan (seu filhinho) e Júlia (sobrinha de Matilde, babá de Juan). Vale registrar que, em nossa casa, Matilde e Júlia são tratadas como membros de nossa família. Sentam-se à mesa para fazer refeições conosco, sempre nos acompanham nas viagens e cuidam maravilhosamente bem de nossas crianças. Eu amo Matilde e sua família.
No dia seguinte, em meu escritório, conversei com Vivi e expliquei-a o que Pedro nos sugeriu. Não dei muitos detalhes para não assustá-la. (risos) Vivi achou um pouco estranho, mas aceitou. Combinamos de realizar o batismo no sábado seguinte. Eu recomendei aos dois que bebessem bastante água no dia combinado. Eu prefiro que o xixi esteja cristalino ao invés de escuro. (amarelado) Quando ele está quase sem cheiro e sem cor, demonstra que o nosso corpo está hidratado. O primeiro xixi do dia serve apenas para fazer exame de urina! (risos) Para brincar com ele, nem pensar! (fedido ? eca) Aproveitando este assunto, beba pelo menos dois litros de água por dia. Beberique água... Faz bem a saúde!
No sábado seguinte, Pedro levou nossas crianças, o filhinho de Vivi e Júlia para passarem o dia com a mamãe dele. Após o almoço, Matilde foi passear no shopping com uma amiga. Sozinhos em casa, por volta das 15h, nós demos início ao batismo pelo xixi.
Pedro estava barbeado, cheiroso e vestia apenas uma cueca de algodão branca. (ele é um homem que gosta de depilar sua virilha, a região anal, axilas e fazer as sobrancelhas) Eu e a Vivi, fizemos um rabo de cavalo em nossos cabelos. Nas pálpebras dos olhos, passamos sombra iluminadora branca. Em nossos lábios da boca, brilho labial. Vestimos calcinha de algodão branca, meias sete oitavos e tamancos na mesma cor. Nossas unhas das mãos estavam devidamente aparadas e francesinhas. (regularmente, eu e a Vivi depilamos a virilha, a região anal, axilas e pernas. Cuidamos de nossos cabelos, sobrancelhas, unhas e pele)
Ao lado da cama, em nossa suíte, eu e Pedro agarramos Vivi e ficamos alisando seu maravilhoso bumbum frio. Demos selinhos em sua boca e lambemos seus melões. Ela estava uma delícia com lingerie minúscula que vestia! Depois de algumas trocas de carícias, seguimos para o banheiro. (todos estavam com a bexiga cheia) Em pé e de mãos dadas, formamos um triângulo. Pedro disse-nos:
- Ana Cláudia... Você é uma mulher maravilhosa! Batalhadora... Excelente mãe, companheira e amiga. É a mulher de minha vida! Eu te amo. Muito obrigado por permitir a realização do meu sonho de viver com duas mulheres numa mesma casa.
- Viviane... Infelizmente, meu irmão faleceu. Eu não quero substituí-lo em seu coração. Eu quero apenas, junto com a Ana, ser seu companheiro e tratá-la como minha mulher. Eu te amo.
Vivi emocionou-se. Uma lágrima escorreu do canto de um dos seus lindos olhos esverdeados. Ela não conseguia falar. Eu tomei a palavra:
- Pedro... Você é o homem de minha vida. Muito obrigada pela linda família que estamos construindo juntos. Ao seu lado, sou uma mulher realizada e hiper feliz. Eu te amo, meu amor!
- Viviane... Você é a mulher de minha vida. Eu te amo. Você e seu filho fazem parte da nossa família. Perdeu seu marido, que tanto amava, há pouco tempo. Veio passar uns dias conosco e, graças a Deus, aceitou morar com nossa família. Mudou de cidade... De vida! Nunca tinha ficado com mulher. Tudo foi tão rápido! Eu sei que confunde a cabeça. Ao longo do tempo, você irá enxergar, dentro de seus pensamentos, os verdadeiros sentimentos por mim e Pedro. Nunca se condene por viver este triângulo amoroso conosco. Estamos contigo para o que der e vier!
Lágrimas caíam dos olhos de Vivi. Ela estava fragilizada. Disse-nos:
- Pedro... Ana... Muito obrigada por me receberem em sua casa e dentro de suas vidas íntimas. Eu não sei o que teria sido de mim sem vocês. Acredito que outras pessoas teriam me ajudado, mas a maneira como me acolheram, não tem preço! Eu sempre amarei meu marido que partiu! Continuarei usando a minha aliança de casada, em sinal de respeito ao meu amor por Henrique. Eu amo vocês e suas famílias. Serei eternamente grata!
Em seguida, eu e Vivi nos ajoelhamos sob o chuveiro desligado, uma ao lado da outra. Pedro ficou em pé, de frente para nós. Ele fechou seus olhos e logo começou a urinar sob a cueca. Inundou-a. O xixi escorria. Pedi a ele que parasse de urinar. Abaixei sua cueca úmida até as coxas e pedi que prosseguisse. Pedro ficou entre nós, segurou em seu pênis e foi direcionando seu xixi sobre nossos seios. Banhamo-nos naquela aguinha quente e cristalina. Que delícia! Sentia-o escorrendo sobre minha pele, molhando-me a calcinha e meias. Olhei o corpo de Vivi e estava todo molhado pelo líquido de meu marido. Lavou-nos. Beijei-a na boca!
Depois, foi a minha vez. Pedro segurou em minhas mãos e ajudou-me a levantar. Ele subiu sua cueca molhada e a ajeitou no lugar. Ajoelhou-se ao lado de Vivi. Beijou-a na boca. Fiquei em pé, de tamanco, sobre o piso frio do banheiro e com as pernas levemente abertas sobre o peito de meu marido. (ele ficou sob meu quadril) Fechei meus olhos e concentrei-me. Abaixei meu quadril (como se quisesse agachar) e comecei a urinar sobre minha calcinha de algodão. Puxei-a para o lado e fiz xixi sobre ele. Segurei meu xixi. Saí de cima dele e fui me ajeitar sobre o corpo de Viviane, ficando na mesma posição que estava sobre Pedro. Terminei de urinar sobre seus enormes seios. Uma sensação única! Eles chegaram a ficar com seus rostos respingados pelo meu xixi. Ajeitei minha calcinha molhada. Agachei-me entre eles, beijando-os ao sabor de xixi! (o salto do tamanco facilita na hora de nos agacharmos, evita uma dor maior nos joelhos)
Faltava Viviane. Ajudei-a levantar-se. Ajoelhei-me ao lado de Pedro. Beijei-o na boca. Viviane posicionou-se da mesma maneira que eu, ou seja, com seu quadril sobre o peito de Pedro. Ela não estava conseguindo fazer xixi. (muito excitada) Pedimos a ela que se concentrasse. Vivi fechou seus olhos. Logo, começou a urinar. Puxou sua calcinha para o lado e despejou xixi sobre meu marido. Depois, sobre mim. Enquanto urinava, nossos rostos ficaram respingados pelo xixi dela. Foi excitante e maravilhoso presenciá-la em seu momento íntimo. Aquela vagina suculenta e de lábios grandes derramando seu líquido sobre nós! Viviane sorria enquanto urinava. Ficou ainda mais linda! Quando caiu a última gota, ela ajeitou sua calcinha molhada. Suspirou... Parecia estar de alma lavada! Segurou em nossas mãos e ajudou-nos a levantar. Abraçamo-nos e beijamo-nos... Batizados pelo nosso xixi. Nossos corpos estavam molhados e nossos seios roçavam-se a todo instante. Nossos mamilos duros espetavam o peito de meu marido. O batismo pelo xixi significou-nos vida nova.
Fomos para o quarto e nos amamos loucamente.
Eu e a Vivi ficamos em pé, de tamancos, ao lado da cama. Pedro ajoelhou-se entre nossas pernas. Abraçou-nos pelo bumbum e lambeu nossas calcinhas molhadas. Depois, as vaginas úmidas. Ficou doido! (ele parecia uma criança indecisa sobre qual bolacha comia primeiro - risos) Acarinhamos seus cabelos. Eu e Vivi nos beijamos ardentemente. Sorríamos. Chupamos os seios uma da outra. Convidamos Pedro para deitar-se conosco.
Meu nome é Ana Cláudia. Tenho 38 anos, 1,65m, 69Kg, pele branca, macia, olhos castanhos escuros, cabelos loiros, lisos (escorridos) e compridos. Tenho quadril largo, seios médios, boca carnudinha e coxas bem feitas. Viviane tem 33 anos, 1,61m e 65Kg. Pele branca, macia, olhos esverdeados, cabelos pretos, ondulados e compridos. Quadril ligeiramente mais largo do que suas costas, seios grandes, boca carnudinha e coxas grossas. Pedro tem 41 anos, 1,77m, 79Kg, pele branca, olhos e cabelos castanhos escuros. Seu bumbum é carnudinho (adoramos mordê-lo) e suas pernas são lindas. (esta narrativa ocorreu a seis anos, em 2005)
Viviane estava super excitada em nos ver de roupas íntimas, molhadas de xixi. Lambeu-nos! (ela esfregava seu rosto tanto na minha calcinha quanto na cueca de Pedro) Até eu lambi as roupas íntimas dos dois. (tava gostoso, viu!) Aquele cheirinho de xixi misturado ao cheiro de nossos corpos excitados! Beijamos a boca um do outro.
Vivi tirou sua calcinha, a minha e depois a cueca de Pedro, deixando-as sobre a cama. Colocou o membro dele na boca e começou a chupar. Sentiu-o crescendo. As veias do pênis destacando-se cada vez mais. Molhou-o com bastante saliva. Vivi estava de quatro e com suas pernas abertas. Sugava a cabeça do pênis como se fosse um pirulito. Ela abriu a bunda de meu marido e ficou lambendo seu ânus. Até enfiou parte de seu dedo indicador dentro. (atrevida, eu nunca tinha feito isso em meu marido ? risos) Pedro ficou ainda mais excitado. Suspirava! (risos) Eu me molhei vendo-a enfiar seu dedo dentro do cu do pai de meus filhos. Vivi voltou a abocanhar o membro de Pedro. Fui chupar também. Dividia com a nossa cunhada aquele pau gostoso. Sentia o calor da boca dela bem perto da minha. O sabor da sua saliva que escorria pelo pênis ereto. Um cheirinho de xixi dava o tempero as nossas lambidas. Foi uma farra! Gritos e gemidos. Toques e carinhos. Desejos e prazeres.
Enquanto eu fazia meia nove com Vivi, meu marido a penetrou. (ela estava sobre mim, de quatro) Eu lambia seu clitóris. Pedro segurava na bunda dela e abria. Estocava seu membro bem fundo. Vira e mexe, ele o tirava para eu abocanhá-lo. Eu sentia o sabor da vagina dela impressa no pau dele. Eu sentia o calor que vinha de dentro dela. Não aguentei... Antes de ele voltar a estocá-la, chupei-a! Enfiei a língua o mais fundo que consegui. Suguei as paredes de sua vagina. Balancei seu clitóris. A ponta de meu nariz lhe cutucava o ânus. (que cheirinho gostoso) Vivi gozou ardentemente! Eu sentia seu líquido em minha saliva e o pau de Pedro me espetando a nuca. Repousei minha cabeça no travesseiro e liberei o caminho do prazer para Pedro. Ele voltou a penetrá-la. Vivi gemia e balançava seu corpo sobre mim. Sentia seus belos e enormes seios roçando-me a barriga. Enquanto isso, ela me dava um banho de língua na vagina e ânus. Dedos dentro de meus orifícios. Balançava meu clitóris, para lá e para cá, com sua língua molhada. Delirei de prazer! Minhas contrações eram intensas... A cada orgasmo, fechava minhas pernas. Vivi me forçava a abri-las novamente. Seus cabelos estavam sobre minhas coxas e faziam-me cócegas. Eu massageava seu grelinho e ela urrava de prazer! Sentia sua respiração quente sobre minha vagina. Gozamos sentindo nosso prazer aflorar. Aquelas coxas grossas envoltas pelas meias (molhadas) que vestia. Gemíamos!
Depois, foi a minha vez de senti-la chupando meu clitóris enquanto Pedro me comia. Ele se deitou, de barriga para cima, e eu me agachei sobre seu viril membro. Segurei na cabeça de Vivi enquanto ela sugava meu clitóris. Fazia carinhos em seus cabelos e rosto. Segurava em seu queixo. Limpava o molhado ao redor de sua boca. Sentia o pinto entrando... Saindo e ela nos abocanhando! Em alguns momentos, presenciei-a retirando o pau de Pedro da minha vagina. Enfiava na boca e chupava. (atrevida) Depois, enfiava a língua sapeca dentro de mim. Eu levantava minhas ancas e ela voltava a introduzi-lo no meio de minhas pernas. Uau... Que sensação deliciosa fazer amor com eles! (fico molhada só de me lembrar) Gozamos juntas.
Vivi queria sentir meu marido novamente. Eu deixei. Assim que eu saí de cima, ela abocanhou-o. Em seguida, montou sobre ele. Segurou-o entre seus dedos e deixou-se penetrar as entranhas. Cavalgou-o! Vivi gemia e segurava seus seios. Gozou nos beijando loucamente. Seus seios balançavam. Leite materno escorria! Pedro ejaculou dentro dela. Talvez, tenha sido neste dia que ela engravidou! Nós estávamos muito excitados. (algo me dizia que ela estava ovulando)
Pedro levantou-se e foi para o banho. Depois, eu e Vivi também nos levantamos e estávamos a caminho do banheiro. Eu via aquela bunda rebolando na minha frente. Mudei de idéia. Agarrei-a por trás. Fiquei roçando meu clitóris na sua bunda e esfregando meus seios nas suas costas. Gemíamos. Eu passava as mãos em seus seios e lambia seu pescoço, orelhas e nuca. Vivi não aguentou... Virou-se de frente para mim e nos beijamos! (Pedro nos viu agarradas e sorriu!) Eu sentia sua língua lambendo a minha. Seus lábios mordendo e chupando os meus. Ficamos nos esfregando. Nossos seios se amassando. Meu joelho acarinhava sua xana. Joguei-a na cama e fui para cima dela. Abri suas pernas e comecei a lambê-la. Em sua vagina, enfiei a língua. Estava quente, inchada e cheirando boceta sem lavar. Fiquei doida! Em seu ânus, lambi e pressionei-o com meus dedos. Estava quente e cheirando cu sem lavar. Ela gozou em mim!
Vivi fechou suas pernas pela intensidade do orgasmo. Puxou-me e me beijou. Estava ofegante. Virou-me na cama, ficando sobre mim. Beijava-me e se esfregava sobre meu corpo. Quase mijei de prazer! Loucura. Abriu minhas pernas e lambeu-me carinhosamente. Que boca... Que língua! Ela explorou meu clitóris com seus dedos e lambeu! Eu via estrelas... Gozando! Surpreendeu-me. Abriu minhas pernas e encaixou sua vagina sobre a minha. Xana com xana. Aqueles grandes lábios esfregando os meus e penetrando-me. Misericórdia... Eu não aguentava mais gozar! Vivi parecia insaciável! Ela me acariciava os seios. Lambia-os. Eu via suas mamas balançando. Pingos de leite sobre mim. Quando ela sentiu o esperma de meu marido escorrer pela vagina, e ficar entre os nossos lábios que se esfregavam, tremeu várias vezes seu quadril e gozou como eu nunca tinha visto uma mulher gozar! Ela deve ter tido um orgasmo intenso. Vivi desmoronou-se ao meu lado, sobre a cama. Assustei-me. Parecia desmaiada. Mas logo deu sinal de vida! (risos)
[Continua no conto ?Vivi em nossa vida íntima?]
Este conto é anexo ao ?Vivi... Grávida e insaciável?
Pessoal, por hoje é só! Fique em paz e obrigado pela leitura. Beijos.


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Caçadora

Ganho bem, tenho uma vida confortável, e me cuido muito bem. Aprecio um bom vinho e uma boa conversa fiada mad**gada adentro. Gosto de rapazes e de garotas. Mas tesão de verdade mesmo eu sinto é pelas garotas. Garotas jovens, maduras, magras, gordinhas, brancas, negras, orientais, não me interessa definições, desde que tenham um que de sensualidade que me atraia. Esse ?que? eu não sei de onde vem, apenas o sinto ou não o sinto quando vejo uma mulher.
Comecei minha vida sexual bem cedo.
Namorei um garoto por mais de dois anos e foi muito bom. Terminado este namoro fiquei alguns meses sozinha. Um dia, por brincadeira, eu e uma amiga começamos a nos beijarmos. O clima esquentou tanto que acabamos na cama dela. Ficamos juntas por quase um ano, mas ela acabou terminando tudo comigo porque voltou com um antigo namorado e resolveu se casar. Depois disso tive alguns romances rápidos tanto com homens como com mulheres. Aos poucos eu fui percebendo o que eu gostava mais e fui me tornando o que sou hoje: uma caçadora!
Adoro o momento em que identifico minha caça. Vejo a garota, olho nos seus olhos e tenho certeza: é ela. Vou caçá-la. Vou tentar não dar chance nenhuma dela escapar. Vou cercá-la de todos os lados até chegar o momento em que vencida, ela deitará na minha cama.
Este período é muito gostoso. É o período da conquista. Se ela for casada, a caçada fica mais difícil, mas quando chega o final, e eu acabo com o meu rosto entre as coxas dela, o prazer que eu sinto é maior ainda. Não vou roubar ela dele não, eu só quero dar a ela a chance de decidir por si, o que é melhor. Vou comê-la por uns tempos e depois devolvê-la para ele muito melhor do que quando eu a peguei. Ele não saberá o que houve, mas sem dúvida perceberá o quanto ela estará melhor. Se ela resolver não continuar com ele, será por decisão própria. Se isso ocorrer é porque a gata realmente não estava na do cara, ou então percebeu que o sabor da outra fruta é mais gostoso.
Já tive casos em que a garota, depois de alguns encontros, resolveu trazer o namorado. Adorei. Foram encontros incríveis. (um dia eu conto sobre isso)
Gosto de caçar na noite nas baladas dançantes. É ali que encontramos as garotas mais lindas. Essas quase nunca estão disponíveis. Quando eu as encontro, preciso investir muito até conseguir arrancar ela do cara, ou convencer a gata a que brincar a três também é bom. Na verdade, muito bom. Mas quando consigo sempre vale a pena o investimento. Eu nunca tenho pressa. Fico na espreita, aguardando, olhando, escolhendo, e de repente identifico minha presa. Aí passo a observar todos os movimentos dela. Aí funciona o olhar. Fico ?secando? a gata até nossos olhares se cruzarem. É aí que eu percebo se eu vou ter sucesso ou se devo desistir antes mesmo de iniciar o ataque.
Cacei Marcela numa balada numa sexta-feira. Ela estava dançando na pista bem próximo da minha mesa. Quando eu a vi senti fome na hora. Ela é simplesmente gostosa. Linda! Fiquei xavecando ela com o olhar durante um bom tempo. Quando ela percebeu que eu estava de olho, me olhou também, e continuou dançando. Ela vestia uma mini-blusa para deixar a barriga aparecendo, e uma saia curta de tecido bem mole que com os movimentos dela, deixava suas pernas aparecendo(e que pernas). Fui olhando e ficando com tesão. Ela começou a se movimentar mais, exibindo-se. Porém parou de me olhar. Eu desci para a pista e fiquei dançando perto dela. Cada vez mais perto até que começamos a nos encostar. Eu comecei a fazer brincadeiras com ela na pista e começamos a rir e nos tocar, como segurar nas mãos, na cintura e por aí foi.
Vários minutos depois, fomos ao banheiro para refrescarmos um pouco e retocar a maquiagem (de maquiagem, ela estava usando apenas um batom vermelho muito escuro. Quase preto, e um lápis bem fino nas pálpebras). Retocamos. Eu retoquei a maquiagem dela e ela retocou a minha. Aproveitei e disse para ela que eu só desci para dançar por causa dela. Disse que no momento que a vi dançando achei que tinha valido a pena ter vindo hoje aqui. Ela apenas sorria e me olhava. Não disse uma palavra. Quando íamos voltar eu dei um beijo rápido em sua boca, peguei a mão dela e saímos rapidamente do banheiro, ambas dando risada.
Voltamos para a pista. Eu pedi duas bebidas e tomamos ali mesmo dançando. Eu estava adorando vê-la na pista. Linda, solta e se exibindo para mim, que mais olhava para ela do que dançava. Ela sabia do meu interesse e queria mesmo era me provocar. Então ela vinha e me puxava para que eu a acompanhasse. Eu ia, porque era essa a minha oportunidade de ficar pegando nela. E eu peguei bastante. Cheguei mesmo a abraçar ela por trás e ficar dançando assim. Eu estava ficando louca de tesão. Quando ficávamos de frente, eu ficava sentindo seus peitos encostados nos meus e quase não continha a vontade de agarrá-los, beijá-los, de chupá-los ali mesmo na frente de todo mundo. Mas não! Não é assim que funciona.
Quase na hora de irmos embora, voltamos ao banheiro e eu a convidei para ir embora comigo. Ela respondeu: acho que não vai rolar não! Meu namorado também tá aqui. Ele não dança, mas vem junto para os carinhas não chegarem em mim.
Fiquei decepcionada, mas otimista. Ela disse que não podia, mas não disse que não queria.
-já estou atrasada, ele deve estar me esperando. Preciso ir.
Eu disse para ela que o mundo não acaba por causa de alguns minutos de atraso.
-já que não vai ser possível me empresta seu celular!
Peguei e gravei meu numero e meu nome na memória do celular dela.
Em seguida puxei ela para mim e comecei a beijá-la. Comecei devagar, mas rapidamente eu estava engolindo sua língua. No inicio ela apenas se deixou beijar, mas aos poucos começou a corresponder. Segurou meu rosto com as duas mãos e abrindo muito a boca, tentava me invadir todo o tempo. O tempo todo eu soube que havia um vulcão adormecido atrás daqueles lábios com batom escuro. E ele estava começando a dar sinais que poderia entrar em erupção a qualquer momento. Eu fui colocando minha perna entre as dela até encostar na sua calcinha. Fiquei pressionando minha coxa na sua buceta enquanto a beijava. Ela apertava muito as pernas pressionando a minha, e não parava de beijar. As pessoas entravam e saiam do banheiro e nós nem percebíamos. Acho mesmo que perdemos um pouco a noção do tempo. Mas ela tinha que ir. E foi. Foi correndo e eu fiquei parada apoiada na pia. Estava transpirando muito e com a respiração ofegante. Resolvi dar um tempinho ali para depois sair. Saí caminhando e pensando que não tinha sido uma boa noite de caça. Não se pode ganhar sempre.
Voltei para a pista. Já não tinha quase ninguém dançando. Meu celular tocou. Era ela. Meu coração deu um pulo.
-Ele foi embora, não me esperou o filho da puta!
Pensei comigo: ?ainda bem que eu a segurei muito tempo no banheiro, a noite ainda pode ser salva?
-Onde você está?
Ela me disse onde e eu falei: me espera aí mesmo que eu vou pegar você. Destaquei bem as palavras ?pegar você?.
Quando ela entrou no meu carro, não falou nada por alguns minutos e eu também não. Eu sabia que logo ela iria falar.
-Não é a primeira vez que ele faz isso! Que ódio.
Eu ouvi calada por um tempo depois disse a ela.
-Se ele não tivesse ido você não estaria aqui. Eu gostei!
Passei a mão no seu pescoço e puxei ela para mim. Ela encostou a cabeça no meu ombro e ficou quieta ali. Eu fiquei fazendo carinho nos seus cabelos. Realmente eu estava contente. Minha caçada tinha dado certo.
Comecei a brincar com ela para aliviar o clima pesado. Aos poucos foi funcionando. Logo estávamos rindo como duas bobas. Toda sua irritação tinha sumido e ela fez até piada com a situação. Quando parei num semáforo, eu puxei ela para mim e a beijei. Acho que ela estava ansiosa por isso, porque correspondeu de forma suave e muito gostoso.
Entramos no meu apartamento e eu disse para ela ficar a vontade que eu já voltava. Fui ao banheiro e coloquei a jacuzzi para encher. Fui à cozinha e peguei um vinho branco, duas taças e começamos a beber.
Eu queria tocar nela o tempo todo. E tocava. Levei ela para a banheira. Disse para ela que eu queria despi-la. Ela ficou me olhando e sorrindo. Tirei sua blusa bem devagar e fiquei beijando seus peitinhos. Depois tirei sua saia e em seguida sua calcinha. Segurei sua calcinha dentro da mão e disse: essa é minha! Amanhã eu te dou uma da Victoria?s Secret que vai ficar linda em você(eu tenho uma caixa com varias calcinhas, não lavadas, que são lembranças de garotas que tiveram sua ?primeira vez? naquela cama). Entramos na banheira e eu fiquei passando a esponja em todo corpo dela.
Durante esse tempo eu não parei nem um segundo de beijá-la. Beijava sua boca, seu pescoço, seus peitos (esses eu beijava e sugava como se minha vida dependesse disso). Saímos da banheira, tomamos mais vinho e eu peguei a maior toalha que tinha em casa e fiquei secando sua pele. Enquanto eu a secava, ela enfim descobriu meus peitos e começou a brincar neles. Dentro de pouco tempo ela realmente parecia ser veterana em chupar. Eu não consegui terminar de secar ela todinha por culpa da sua boca nos meus peitos. Eu realmente fico muito excitada com isso.
Peguei ela no colo e levei para minha cama. Eu tenho a maior cama que achei no mercado. Deitei ela lá e me coloquei entre suas pernas. Eu estava sonhando com isso há horas, portanto queria aproveitar tudo. Fiquei beijando sua buceta e sentindo suas reações. Comecei a lamber lentamente(ela gemia baixinho e se retorcia). Já dava para sentir seu sabor, e seu perfume também. Eu sabia que aquele sabor e aquele perfume iria me fazer perder o controle logo logo.
Era uma delicia sentir a textura de sua pele na minha boca. Com certeza eu poderia morar ali, com sua coxas se movimentando, ora apertando minha cabeça, ora não. Ela ficou sem saber como me tocar com as mãos. Procurava meus seios, puxava meus cabelos e passava a mão nas minhas costas até à minha bunda.
Aí meu auto controle se foi e eu enfiei a língua toda dentro dela. Ela gemeu tão alto que eu assustei, mas deixei minha língua onde estava. Minha boca estava tão aberta que meu lábio superior massageava se clitóris. Ela começou a rebolar e gemer bem alto e ritimado, e eu sabia o que isso significava. Ela ia ter seu primeiro orgasmo na boca de uma mulher. Tentei aumentar ao máximo o ritmo das enfiadas de língua e fui sentindo suas mãos crisparem nos meus cabelos e suas coxas prensarem minha cabeça, então ela soltou vários gemidos graves e longos. Eu gozei junto com ela só pelo tesão de saber que ela tinha gozado na minha boca. Fiquei com a boca aberta apoiada na buceta dela até ela recuperar a respiração. Embora minha língua não estivesse mais dentro dela, eu queria aproveitar todo sabor que ela podia me dar. E aproveitei. Suguei tudo que pude.
Deitei-me ao seu lado, e fiquei olhando para ela com o corpo todo brilhando de suor, então eu lhe disse: eu tinha certeza que seria assim desde o momento que te vi. O sorriso que vi na sua boca foi o segundo maior prêmio que eu ganhei naquela noite. Então ela disse:
-Esta é a minha primeira vez, você me ensina? Quero te ver sentindo o que eu senti.
O vulcão tinha entrado em erupção, eu tinha certeza que isso iria acontecer. Ninguém controla as forças da natureza.
-Querida, se prepara que o seu aprendizado será muuuuito longo!!
Juntas, nós caímos na risada.
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Levaremos nosso segredo para o túmulo

Eu senti meu corpo amolecer quando ela abraçou por trás e apertou-me contra ela. Corpo quente... Macio. Seus lábios, molhados, deslizavam pelo meu pescoço e a respiração dela me arrepiava sem parar. As mãos, macias, me apertavam na barriga e os seios, bicudos, nas costas. Misericórdia! Era tudo o que eu queria naquele momento... Sentia-me protegida! Meus seios queriam saltar para fora da blusinha preta decotada... Inchados! Minha calcinha molhava cada vez mais! Tudo acontecia tão rápido. Achei que meu corpo fosse pegar fogo. Coração acelerado. Doces e maliciosas palavras ao meu ouvido direito:
- Eu não conseguia parar de pensar em você durante o seminário. Fiquei excitada a manhã toda imaginando estar contigo, San. Você me deixa looouca, menina!
- Eu?! Não fiz nada! (risos)
- Sei... Sei... Sempre santinha! (risos) Você é um delírio na minha vida desde a primeira vez que te vi chegando com meu cunhado. Toda menininha e inocente... Rostinho meigo e angelical! Eu jurei pra mim que você seria minha. Você me fascina, San!
- Sabia que eu senti a mesma coisa, Dete? Seus olhos estavam me comendo na sala da sua casa enquanto conversávamos entre nossos familiares. Minhas mãos suavam e eu sentia misto de excitação e medo do que poderia acontecer dali pra frente.
- Medo eu também sentia. Procurei esperar o momento certo de investir na minha riquezinha! Quando vocês voltaram da lua de mel notei, no seu olhar, que a hora do bote estava próxima. Sua barriguinha estava tão linda... Fiquei fascinada! (risos)
- Uaaau... No meu olhar, amor? (risos)
- Sim. Seu olhar me dizia que era apenas uma questão de tempo para você estar nos meus braços. (risos)
- Convencida! (risos)
- Nada disso... Nosso amor sempre esteve escrito nas estrelas!
- Você tem razão, amor. Ao seu lado, sinto-me realizada. Amo, sim, meu marido. Mas contigo é diferente... Coisas de pele... De mulher pra mulher! Eu ti amo.
- Eu também ti amo, bonequinha linda!
As coxas torneadas roçavam as minhas. Sua calcinha pressionava-me pelo quadril. Dete mordia carinhosamente meus ombros e costas enquanto as unhas riscavam minhas coxas. Tirou-me a blusinha e meu bumbum, empinado pelo salto, era lambido sem parar. Minhas pernas amoleceram! Dete abaixou minha calcinha. Só consegui suspirar, Aaaaaai, assim que senti a língua invadir-me na xaninha e o gozo escorrer. Eu fiquei ensopada! Apoiei-me na parede do quarto e deixei-a realizar-me uma vez mais. O frescor da sua língua entrava pela minha vagina e eu delirava! A ponta do nariz arrebitado cutucava-me no ânus e os bicos dos seus seios roçavam-me na bunda. Mãos apertavam as bandas do meu bumbum liso e macio... Abriam-me! Arrepiavam-me na pele e contrações não cessavam. Eu não aguentei muito tempo... Agachei-me de costas para ela.
Instantes depois, Dete me abraçou novamente e me conduziu para a cama macia e com belas almofadas cor de rosa. Ela é linda e cheirosa! Cabelos compridos formavam rabo de cavalo. Lápis preto no contorno dos olhos verdes, sombra iluminadora rosa nas pálpebras, batom no mesmo tom. Camisete branca e caleçon rendado. Escutei seus tamancos caírem no chão assim que começou a tocar Dancing Queen, Abba.
Beijamo-nos loucamente sobre o lençol e trocamos juras de amor entre almofadas macias. Beijos cada vez mais quentes. Trocas de carícias por nossos corpos. Respiração e salivas se misturando sem parar. Que lábios carnudos e macios... Língua manhosa... Gostosa de chupar! Deslizava pelo meu pescoço, orelhas, costas, bumbum, pernas, entre dedos dos pés e voltava subindo pelas minhas pernas, virilhas, barriga, seios e apontava sobre o queixo invadindo-me na boca sedenta. Seios se amassando e clitóris se roçando. Dete me realizou e vice versa. Sentia seu líquido me molhar... Os lábios até penetravam-me! O grelo deslizava pela minha boceta e eu via estrelas nos braços da minha cunhada. Exausta, caiu sobre mim. Abracei-a. Maravilhosa sensação... Estávamos suadas, descabeladas... Gozadas!
Deixe-me nos apresentar. Meu nome é Sandra, 32 anos, pele branca, 1,56m, 68 Kg, cabelos pretos, lisos e abaixo dos ombros, seios grandes, bumbum redondo, coxas grossas e lisas. Claudete, minha cunhada, 46 anos, pele branca, 1,64m, 70 Kg, cabelos loiros, lisos e abaixo dos ombros, seios médios, bumbum grande, redondinho, coxas grossas e maravilhosas.
Começamos a conviver quando nos tornamos vizinhas, assim que voltei da lua de mel. Meu marido é irmão do marido dela. Trabalham juntos numa multinacional holandesa. São representantes comerciais e viajam bastante. Eu me casei aos dezesseis anos. Grávida. Dete sempre me ajudou muito. Minha família é do interior do estado de São Paulo. Mamãe não podia ficar muito tempo comigo... Tenho irmãos e irmãs. Eu e Dete cuidamos do lar, dos filhos e sempre estamos juntas. Isso facilitou nossa aproximação, além da atração pré-existente.
Eu sou mamãe de um menino e duas meninas. Claudete é mamãe de três meninas. Nossas famílias, graças a Deus, se dão super bem. Somos católicas apostólicas romanas. Participamos de trabalhos na nossa igreja. Nosso romance é velado... Levaremos para o túmulo. Este momento, que estou narrando, aconteceu há cinco meses, durante a semana que passamos juntas numa cidade do interior do estado de São Paulo. Congresso da nossa igreja. Nossos filhos viajaram conosco. Enquanto participavam de atividades recreativas, nós duas delirávamos no quarto do hotel naquela tarde de primavera. Sempre super discretas! Aproveitamos para comemorar 16 anos do nosso romance ardente e secreto.
Eu sentia o grelo pulsando sobre a minha xoxota lisa. Que sensação divina! Nossos lábios duros enroscavam-se cada vez que nos mexíamos. Líquidos escorriam das nossas entranhas e molhavam arredores da boceta. Parecíamos estar agachadas sobre poça de água.
Suadas, queríamos mais! Olhares de amor e expressões de carinhos tomavam nossa atenção. Beijos ardentes. Dete me chupou nos seios enquanto minha vagina chegava doer tamanha a força das minhas contrações. Eu gemia nos braços dela! E ela? Nos meus. Desceu a língua e buscou aconchego entre minhas pernas semi-abertas. Logo, me senti invadida. Revirada! Dedos, língua e lábios passeando pela minha boceta. No ânus, lubrificante e muito carinho. Dedos entravam e saíam enquanto eu era delírios. Assim que me apoderei do seu grande e belo quadril, quase fiz xixi ao ter um orgasmo junto com ela. Eeeita mulher gostosa, Senhor... Tenha misericórdia por nós duas!
Os lábios macios meus dedos abriram. Eu enfiava a língua o máximo que conseguia alcançar. Melado gostoso... Ora salgadinho... Ora azedinho... Levemente picante... Ácido! Cheiro de xana... Adoro! Ânus apertado, rachadinho e quentinho. Indefeso. Ameeei realizar-me e realizá-la. Temos brinquedinhos. Ela me possuiu. Amo ser dominada pelos seus instintos femininos mais perversos. Meus seios balançavam enquanto fui penetrada nos orifícios. Uaaau! Suas mãos macias apertavam-me na cintura e nossas coxas se esfregavam. Soca-soca, bem gostoso, dentro de mim até que me desmanchei. Uma delícia foi possuí-la enquanto sentada sobre meu quadril dando-me de mamar. Beijos de língua entre estocadas na vagina. Corpos quentes exalando perfumes corporais e nos embriagando de prazer. Olhos abertos... Fechados... Ao ritmo das sensações! Garganta seca e respiração ofegante.
Dete é super feminina no dia a dia. Não sei o que acontece, mas quando estamos no ninho de amor, ela se transforma em fêmea insaciável e dominadora. Confesso que ser submissa é o que me faz delirar! Eu quase faço xixi, de tanto prazer, quando ela me segura entre suas pernas e conduz minha língua, com as pontas dos dedos, indicadores e médios. Mostra-me como e onde quer que eu a chupe.
As calcinhas que ela usa eu amo cheirar... Excitam-me seus cheiros corporais! (risos) Dete abre as pernas e manda-me colocar a boca na sua boceta. Assim que encosto nos lábios, ela me prende pela cabeça. Eu fico sentindo o cheiro e o calor que vem das entranhas. Ela puxa a pele que recobre o clitóris e manda-me lamber. Cuspir e lamber. Seu corpo todo treme a cada orgasmo. Abre com as pontas dos dedos a vagina, coloca seu dedo médio e tira. Enfia na minha boca. Eu chupo... Chupo! Volta a introduzir dentro de si. Após brincar consigo mesma, ordena-me enfiar a língua e satisfazê-la. Manda-me chupar seus lábios duros, um de cada vez, e balançar o clitóris enrijecido com minha língua. Dete delira em orgasmos frente meus carinhos de mulher. Adora quando a penetro no cu. Eu lubrifico e introduzo nosso pequeno companheiro enquanto a chupo na boceta. Ela acarinha-me nos cabelos, nuca e me aperta contra sua vagina. Eu fico com meu rosto todo quente e respingado pelos seus líquidos. Saciada, Dete lambe meu rosto e nos beijamos maravilhosamente. Chupa minha língua e vice versa.
Ela me chupa e sua língua me dá a sensação de que chega no útero... Vira-me pelo avesso! Dete me prende entre seus braços e eu sinto muitos tremores no corpo enquanto gozo e me esfrego nela. Sensação que meu corpo flutua e esqueço até mesmo onde estou. Bão demais da conta! Tapinhas no bumbum me alucinam. Língua forçando-me no ânus é tuuuudo! Aperto-a entre meus seios e dou-lhe de mamar. Se pudesse, leitinho daria pra minha dona. O lençol sempre amassado, com cabelos caídos, marcas de batom e umidade.
Claro, nem tudo é cor de rosa. Já brigamos e ficamos de mal. Graças a Deus, sempre nos reconciliamos. Amigas... Ciumentas... Cúmplices... Somos Íntimas! Eu e Dete numa carne só.
Pessoal, por hoje é só! Fique em paz e obrigado pela leitura. Beijos.

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Néctar de Flor

Eu a conheci naquela noite. Muito bonita, loura(tingida, é claro), cabelos aparados na altura dos ombros, alta, magra, seios bem pequenos, desses que a mulher nunca vai precisar usar sutiã. Fiquei hipnotizada quando a vi num bar lésbico. Não esperei nem um segundo e fui falar com ela. Eu definitivamente não ia ficar marcando bobeira e esperar que uma outra chegasse junto dela. Não ia mesmo! Não foi difícil me aproximar. Eu apenas pensei:
-se não rolar nada, então eu vou embora, porque depois dela nada mais me interessa aqui.
Nós estávamos deitadas na minha cama nos beijando. Estávamos só de calcinhas. As duas. A calcinha dela, de renda preta, estava bem enfiada, deixando sua bunda bem exposta. Maravilhosa. Eu sem duvida ia gastar horas acariciando e beijando ela todinha. Eu acariciava seu rosto com as duas mãos enquanto a beijava. Eram aproximadamente duas horas da mad**gada. Era sábado. Sem contar a possibilidade de alguma ?amiga? vir me buscar logo cedo para uma corrida, ninguém mais viria nos perturbar, portanto, eu não tinha nenhuma pressa. Aquele corpinho lindo, durinho e macio, era o suficiente para eu beijar a noite toda.
Seus dedos se introduziram embaixo da minha calcinha, e começaram a brincar comigo. Passava as pontas por toda extensão da minha bucetinha. Subia os dedos até massagear levemente meu grelinho, e depois descia até o final e ai procurava introduzir em mim. Eu comecei a perder minha concentração nos beijos que dava na sua boca. Sem tirar minha calcinha, apenas puxando ela de lado, enfiou os dedos em mim. Prendi meu fôlego. Ela forçou tudo e eu não contive um gemido. Ela riu. Riu e me beijou sem tirar os dedos. E forçou novamente. Beijou minha barriga por mais ou menos um minuto e depois eu senti sua língua no meu grelo. Quase parada. Quieta. Apenas os dedos continuavam furiosos. Depois as dedos foram lentamente saindo e a lingüinha dela foi para dentro da minha bucetinha. Eu a senti sugar suave e de vez em quando ela me lambia desde o cu até o grelo. Ela acabou por concentrar nisso. Longas lambidas bem salivadas. E foi se repetindo e eu me entregando até gozar. Ela não! Eu tremi da cabeça aos pés. Apertei sua cabeça com as coxas para prendê-a a mim até parar de gozar. Eu me soltei um pouco mas ela não parou. Ficou acariciando os meus seios, beijando, enfiando seus dedos dentro da minha boca e de vez em quando me mordendo até eu gritar. Aí ela ria, beijava o local mordido, e recomeçava. Subiu em cima de mim e ficou esfregando sua buceta em meu corpo, deixando seu cheiro em mim, então eu perguntei:
-posso colocar uma venda em você?
-pode. . . .
Peguei algumas coisas que eu guardo na gaveta do lado e coloquei a venda nos olhos dela. Sem tocar seu corpo eu comecei a beijá-la. Cada vez num lugar diferente. Ela se assustava e se deliciava. Ríamos. Perguntei:
-já pingaram cera quente em você?
-não. . . .
-posso?
-vai doer?
-uma dor gostosa.
-pode. . . .
Acendi uma vela perfumada, e fiz ela deitar de costas. Pinguei a primeira gota entre seus peitos. Ela deu um grito! Acho que mais pelo susto do que propriamente pela dor. Removi a cera e beijei longamente o local. Peguei no meio das minhas coisas um par de algemas e coloquei nela prendendo as mãos por trás. Pinguei a vela novamente. Agora bem no bico do seu peitinho. Novamente um grito. Novamente eu retirei o pingo da vela e fiquei beijando o biquinho do seu peito. Um tempão. Não tinha nada melhor no mundo.
Corri até à cozinha e trouxe outras coisas. Ela tava de joelhos sobre a cama me aguardando. Passei creme num morango e coloquei na boca dela. fiquei olhando ela mastigar e engolir. Passei mel no bico do meu seio e fiquei passando o bico nos lábios dela e fugindo só para provocá-la. Ela sentiu o sabor, e ficou tentando abocanhar meu peito e eu fugindo. Ela conseguiu pegar meu seio com a boca e mordeu. Não muito forte, mas o suficiente para eu gritar. Ela riu, e lambeu todo o mel. Ficou lambendo e sugando muito forte meu peito. Eu passei mel no outro e ela chupou, agora sem morder. Peguei um morango e passei caldo de pimenta nas laterais, mas não na ponta. Coloquei a pontinha na sua boca. Ela percebeu que era morango e mordeu ele inteiro. Mastigou e gritou. Enfiei os dedos no potinho de mel e coloquei na boquinha dela. coloquei uns pedaços de gelo na minha boca e a beijei. Abracei sua cabeça e fiquei com a língua dentro da sua boca até ela parar de gemer pelo ardor da pimenta. Tirei sua venda. Havia lagrimas nos seus olhos e risos nos seus lábios.
-você é louca! Quer me matar?
Fiz ela deitar e pinguei mais uma gota de vela na barriguinha depois outra bem na buceta. Joguei a vela fora e a beijei com a boca gelada. Beijei a barriguinha dela depois a buceta. Soltei as algemas de um dos seus pulsos e coloquei no meu. Sentei sobre seu rosto. Senti sua língua explorando toda minha região genital e anal. Me arrepiei todinha. Ela, agora com as mãos livres, segurou tão forte minha bunda que no dia seguinte havia marcas dos seus dedos. Eu me curvei e enfiei meu rosto entre suas coxas. Encontrei seu citóris bem pontudinho. Deixei minha língua repousar sobre ele. Senti seus dedos tentando penetrar meu cuzinho, e sua língua acariciando minha buceta. Lembrando dos dedos loucos dela eu pensei:
-ela vai enfiar aqueles dedos no meu cu.
Me arrepiei novamente. A perspectiva disso acontecer me excitava e assustava ao mesmo tempo. Eu adoro anal, mas sempre me assusta. Senti sua língua se movendo na minha buceta e um de seus dedos ir entrando suave em mim. Eu sabia que logo depois seriam dois. Mas eu queria mesmo era seu grelo na minha boca, grelinho que agora já estava bem durinho. Chupei forte e ela gemeu alto de boca fechada. Minha buceta enchia totalmente a boquinha dela. Fiquei lambendo e chupando, e movendo o quadril para ela. Mas eu queria vê-la enquanto gozava, queria ver seu rosto, então me virei sobre ela. Me deitei sobre ela, encostando meu grelo que tava todo inchadinho bem no dela. Nós duas estávamos muito molhadas. Beijei sua boca, e senti que estava com meu gosto. Fiquei pressionando meu grelo no dela e fui fazendo movimentos circulares e de vai-e-vem. Coloquei toda minha língua na sua boca e fiz ela abrir totalmente as pernas. Rocei nela até sentir que ela ia gozar. Coloquei meu peito na sua boca e soltei todo meu peso sobre sua buceta. Ela rebolou e gozou. Seu rosto iluminou-se. Sua boca permaneceu aberta, esperando pela minha. O som dos gemidos dela veio do fundo da sua garganta. Ofereci meus seios. Ela apertou e mordeu tanto meus peitos, que eles ficaram com manchas roxas por uma semana.
De manhã ela dormia de bruços e eu acordada olhava meio em transe, para ela. Cabelos desarrumados. Boca sem batom, ombros que exibiam a tatuagem enorme, de uma rosa com pétalas negras e folhas vermelhas, deixavam ver maquinhas das minhas unhas. Bundinha redondinha, macia e arrebitada. Coxas grossas e firmes. Fortes. Ela se moveu, dobrando uma das pernas, mas continuou de bruços, permitindo que eu visse sua buceta. Vale encantado. Finalmente ela acordou. Deu ama ajeitada nos cabelos e sorriu para mim. Eu perguntei:
-bom dia néctar de flor, que você vai querer de café da manhã?
-você. . .e depois de sobremesa também!
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Selvagem

Eu fiquei sozinha há mais ou menos um ano. Brigamos, choramos, tentamos novamente e novamente brigamos. Isso já vinha se repetindo há muito tempo. Até que um dia ela pegou algumas coisas e foi embora. Depois, voltou na minha ausência e pegou o restante das suas coisas. Fiquei grata por ela ter feito assim. Nós duas sabíamos que qualquer despedida seria pior. Mergulhei na escuridão.
Foi numa noite de quinta feira, há muito, muito tempo que eu a conheci. Eu estava passeando pelo shopping, olhando as vitrines sem nenhum objetivo definido, quando a vi trabalhando de balconista numa loja de lingerie. Foi impossível vê-la ali parada, sem que logo em seguida, meus olhos não voltassem para ela. Olhei, e olhei novamente. Ela me sorriu. Caminhei pelo corredor olhando outras vitrines até que meus pés resolveram voltar. Parei bem em frente à loja e fingi muito sem jeito, olhar alguma coisa, mas o que eu queria era olhar novamente para ela. Ela veio até mim e com um leve sorriso, perguntou
-você gostou de alguma coisa que viu?
A pergunta me pegou de surpresa. Fiquei em dúvida quanto ao objetivo dela. demorei alguns segundos para me recuperar, e aí respondi sorrindo e olhando direto para ela:
-gostei sim! Só não sei ainda se vou poder levar.
-se você gostou mesmo, só não leva se não quiser. Venha comigo.
Eu entrei na loja com ela. Durante todo o tempo ela ficou falando frases com duplo sentido, com o objetivo claro de me provocar. Comprei duas calcinhas que ela me sugeriu. Eram as menores calcinhas que eu já tinha visto. Depois que eu paguei, ela me entregou a sacola e disse:
-você fez uma ótima aquisição. Eu tenho certeza de elas vão ficar lindas em você. Pretende usar para alguém especial?
Olhei para ela e vi um sorriso cheio de malícia e um olhar mais malicioso ainda.
-talvez, quem sabe ainda hoje..........se a pessoa pedir com jeitinho!
Desta vez fui eu que respondi olhando para ela e sorrindo de forma maliciosa. Eu já estava de saída, quando de repente perguntei meio sem pensar:
-que hora você sai?
-às vinte e duas no portão nove.
Agora eu não queria ver ninguém. E por dias não falei e não vi. Depois, tive que voltar a falar com as pessoas, mesmo não querendo. Não existe alternativa. Mas era como se eu mesma não estivesse presente. Parecia que existia outra mulher falando através de mim. Quis me mudar dali para não sentir aquela sensação renitente, de que a qualquer momento ela entraria correndo na sala e saltaria sobre mim como uma gata selvagem. Me derrubaria no chão e começaria me beijar. Mas não me mudei. Daria muito trabalho. E eu queria ficar quieta, só ficar quieta. Eu me perguntei um dia: se o amor é uma coisa boa, porque somos castigados de uma forma tão dolorosa por perdê-lo? A resposta veio nos dias que se seguiram: eu não perdi o amor que tive, ele continua a existir, apenas tenho de conviver agora com a ausência dele.
Ela entrou no meu carro como se estivesse sendo empurrada por um furacão. Usava um vestido curtinho e bem rodado, com a cintura apertada bem embaixo dos seios, que deixava ela muito sexy. Quando ela praticamente pulou para dentro do carro, seu vestido subiu totalmente, ficando todo embolado na altura da cintura dela, deixando à mostra suas lindas pernas, e o pequeno triangulo branco da sua calcinha. Ela entrou rindo e me olhando com o mesmo olhar que eu tinha visto lá na loja. De repente sem nada dizer ela pulou sobre mim e me beijou. Ela subiu no meu colo, montando em mim com as pernas abertas, e me enlaçando com seus braços sem em nenhum momento soltar minha boca dos seus lábios. Sua boca na minha boca, suas mãos no meu corpo me fizeram perder um pouco a noção do tempo. Parece que foi muito e parece que foi pouco. Quando ela me soltou havia menos carros no estacionamento do shopping do que quando ela me pegou. Estávamos ofegantes e minha blusa tinha sido rasgada em um dos lados. Suas mãos haviam arrancado meu sutiã e arrebentado uma das laterais da minha calcinha. Eu sentia minha boca entorpecida e um pouco inchada pelos beijos dela. Mas ainda não estava satisfeita. Nunca consegui ficar. Enquanto ela continuava a me beijar repetidamente e rapidamente me olhando nos olhos e a respirar muito forte, eu liguei o carro e fomos embora.
O tempo foi passando e como não podia deixar de ser, a dor foi ficando menos latente. Ficava escondida bem no miolo do meu coração. Já não pensava nela o dia todo, apenas, de vez em quando, meu pensamento ia buscar uma lembrança doce. E eu sentia novamente uma agulhada no peito. Mas eu sabia também, que o fundo do poço já tinha ficado no passado. Comecei a sentir um pouco de paz. Fazia muito tempo que eu não sabia o que era isso. Quando estávamos juntas, nunca tivemos paz. Nós duas sempre guerreamos. Fosse nas discussões quase diárias, ou fosse no amor, que entre nós, era quase sempre uma batalha campal. Por isso mesmo nossos momentos foram tão bons. Sempre de uma intensidade indescritível. Mas o preço cobrado por uma relação assim, acaba sendo alto. Vivíamos sempre no fio da navalha.
No meu quarto, seus beijos vieram mais suaves. Mais saborosos. Mais molhados. Se espalharam pelo meu corpo. No meu quarto finalmente eu pude olhar para ela como eu queria, e me deliciar com a sua beleza moleca, embora ela nunca ficasse parada para eu poder gravar todos seus contornos na minha memória. Finalmente eu pude beijá-la. Eu pude beijá-la. Brinquei no vale dos seus seios, no redemoinho do seu umbigo e fui em busca da minha saciedade no encontro das suas coxas. Ali encontrei uma bucetinha toda depilada, linda, carnuda e perfumada. Eu senti que por minha própria vontade, nunca mais sairia dali. Fiquei por minha vontade e pelas suas mãos que me prendiam naquela posição. Só então eu a senti ficar quase imóvel enquanto eu absorvia o seu dom de me fazer feliz. Sua imobilidade foi sendo substituída por um movimento leve, depois forte, depois intenso e no final desesperado. Senti suas coxas me pressionarem muito forte enquanto suas mãos enterravam minha cabeça entre elas, quase me sufocando. E então com um grito rouco e longo ela se jogou de costas toda tremula, sobre a cama. Nossa luta daquela noite estava começando. Não demorou mais que alguns segundos, e ela já estava segurando minhas mãos para traz, de forma a ter meu corpo todo à sua disposição. Ela me segurou com força, e me torturou com seus lábios.
Com a paz chegando mansamente, eu sem perceber fui saindo da sombra. Fui em busca do sol. O brilho dele ainda me maltrata, mas estou conseguindo enfrentá-lo. Há alguns meses eu estava caminhando no calçadão da praia, quando vi uma garota correndo na direção oposta à minha. Fiquei olhando-a distraidamente, enquanto ela vindo na minha direção. Ao passar por mim, ela me olhou direto nos olhos por alguns segundos, e um sorriso rápido passou pelos seus lábios. Continuou correndo e foi embora. Parei minha caminhada e me peguei sorrindo ao lembrar daquele olhar e daquele sorriso. Quis voltar e ir atrás dela, mas não a vi mais. Mesmo assim continuei com meu sorriso. Ela havia me olhado. Olhado diretamente para mim! Pensei comigo: estou voltando! Alguém me viu. Parece que aquele tempo em que eu fiquei transparente, estava acabando. Na verdade eu me fiz transparente durante esse tempo. Ao chegar em casa, senti vontade de vestir alguma coisa bem legal e sair à noite. Mas era muito avanço por um olhar e um sorriso. Aquele sorriso iluminou meu dia, mas à noite, eu sabia que haveria sombras.
Nunca houve um dia sem luta, mas também nunca houve um dia sem guerra. Discordávamos de tudo. Tínhamos ciúme de tudo(eu e ela). Eu ficava acordada à noite para vigiar seu sono. Queria saber o que ela sonhava. Queria saber se eu estava nos sonhos dela. Queria impedi-la de sonhar sonhos nos quais eu não pudesse estar. Sem querer eu estava roubando dela o que ela tinha que mais me encantava, que era seu jeito espontâneo de menina sapeca. E ela tinha tirado definitivamente minha paz. A cada cobrança minha, ela se tornava mais rebelde. Não me contava mais nada. Ate que um dia, ela não voltou no final da tarde. Só chegou na manhã seguinte. Eu senti como se es tivessem arrancando um pedaço de mim.
Voltei a freqüentar a praia. Passei a correr todo dia na areia. Fiz amizade com um pequeno grupo e corríamos diariamente, sempre no finalzinho da tarde. Depois sentávamos na areia para conversar e beber água de coco. Estava ficando feliz. Nós somos interessantes como pessoas. Quando alcançamos uma sensação de felicidade, logo em seguida começamos a ansiar por alguma coisa, que não temos no momento, só para não nos sentirmos totalmente felizes. Eu voltava sempre a pensar naquele sorriso. Eu precisava dele. Foi com o sorriso dela que eu senti que estava voltando à vida.
Fizemos as pazes, e ela me perseguiu pelo apartamento rindo e gritando enquanto arrancava minhas roupas. Beijos, lágrimas, toques, recomeço, prazer, beleza. Muita beleza. Nunca vi tanta. Seus seios como frutas candentes sendo oferecidas a mim. Bicos sendo passados lentamente nos meus lábios, e não sendo permitido que eu os engolisse. Tortura e graça. E no dia seguinte a realidade dos nossos temperamentos, nos trouxe de volta o inferno da incompreenção. Até que ela se foi.
Numa manhã de muito sol, eu voltei a ver a moça do sorriso. Passou correndo por mim e não me viu, mas desta vez eu pensei rápido e corri atrás. Comecei a correr ao seu lado, e ao me ver ela sorriu novamente para mim. Eu não consegui acompanhar seu ritmo por muito tempo e tive que parar. Ela prosseguiu por alguns metros e depois retornou até onde eu, parada e com as mãos apoiadas nos joelhos, tentava respirar. Ficou me olhando e sorrindo. Depois disse maliciosa:
-você tem que correr mais se quiser conseguir alguma coisa.
Eu consegui sorrir recuperando o fôlego e disse:
-estou atrás de você!!




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A princesinha virou putinha no carnaval


Quando me separei, minha princesinha era muito novinha. O meu trabalho diminuiu a nossa convivência e o ressentimento da sua mãe suprimiu ainda mais estes breves contatos, ela só me ligava para avisar quando menina estava doente ou quando ela se encontrava com dificuldade financeira. Insatisfeita com o padrasto e um pouco rebelde com a mãe, minha princesinha dizia que iria morar comigo assim que ela completasse a sua maior idade. Infelizmente no dia dezessete de fevereiro eu estava a serviço e não pude compartilhar com a minha princesinha a sua maior idade, mas telefonei desejando-lhe felicidades e lhe dizendo que estaria de férias após este serviço e que seu quarto já estaria pronto a sua espera caso ela ainda quisesse morar comigo.Eu não esperava que a minha rotina fosse mudar totalmente, minha princesinha agora era uma mulher e a essa altura da vida, voltar a conviver com uma mulher dentro de casa mesmo que essa mulher fosse a minha filha estava sendo muito difícil, eu não encontra mas o meu banheiro livre e encontra minúsculas calcinhas penduradas no chuveiro, finalmente a minha cozinha estava arrumada e a refeição estava pronta mas sem que eu tivesse escolha ao cardápio, minha televisão agora só exibia novelas e seriados, a musica era boa mais o volume excessivo e nem na paz do meu quarto eu tinha privacidade porque com ela dentro de casa eu não podia dormi e nem andar mais a vontade e ela ainda queria ser tratada como a minha princesinha, se enfiava na minha cama todas as noites pedindo para que eu fizesse cafuné na sua cabeça e depois que ela dormisse eu a levasse no colo para a sua cama. A primeira vez que ela se enfiou na minha cama eu estava completamente nu, fiquei constrangido porque eu não esperava pela sua invasão e embora ela parecesse não se importar com a minha nudez, vesti-me rapidamente e quando a levei, não pude deixar de repara que a minha princesinha tinha se tornado uma linda mulher, seu jovem corpo sedutor transparência através da sua fina camisola, a sua pele cheirosa estava arrepiada e os seus seios rígidos inspiravam desejos proibidos. Tentei diminuir o contato visual não a levando para a sua cama nas noites seguintes, mas a minha princesinha é muito espaçosa na cama e na quarta ou quinta noite nos acordamos entrelaçados como se realmente tivéssemos dormido juntos e é claro que isso não teria significado nada se eu não tivesse sentido o calor do seu sexo quando acordei com aquela vontade matinal de ir ao banheiro, ereto entre as suas coxas. Ela me deu um selinho de bom dia e disse que eu estava muito cansado porque ronquei a noite toda, passei o dia me martirizando com duvidas ao meu caráter e decidi que ela não poderia mas continuar dormindo na minha cama.A campainha soou e quando atendi era um casal jovem a mulher disse que era amiga da minha filha e que o homem era um artista plástico que faria as suas fantasias para o baile de carnaval, passaram horas trancadas no quarto fuxicando de vez enquanto se ouvia as gargalhadas deles, confesso que fiquei com uma pontinha ciúmes e por diversas vezes pensei em invadir o seu quarto, a porta se abriu e eu estava curioso para ver a sua fantasia ela e a amiga vestiam um sobre tudo, eles se despediram e foram saindo, insisti para ver a sua fantasia e ela me disse que era carnaval e que não ia adiantar eu começar a reclamar que a sua roupa estava muito curta ou apertada, depois de muita insistência ela concordou em mostrar e me pediu para que tomasse distancia para ver a obra completa. Com a distancia não pude perceber que a sua fantasia se tratava de pintura no corpo e que na verdade ela estava nua, a fantasia era de uma policial americana, as botas, o cinto de utilidades, a gravata, o quepe e os óculos escuros eram na verdade as únicas coisas concretas que ela usava por baixo do sobre tudo, o micro short com cadarço no estilo jeans que indicava que ela não estava usando calcinha e a blusinha curta e apertada que modelava os seus seios com lapela para prender a plaqueta com o nome da policial na verdade não passava de textura acrílica, tinta imitando uma falsa roupa e que com certeza enganou a muitos olhares desatentos a sua beleza, era tão perfeito que o artista se deu ao trabalho de reproduzir detalhes como as costuras da roupa, com certeza ela chamou muito a atenção por estar sexy e não por estar nua. Não tem jeito e pai que é pai sempre se preocupa, enquanto ela não retornou eu não consegui dormir, deveria ser por volta das quatro da manhã quando ela e a amiga entraram em casa as duas estavam alegre por conta da bebida. Eu improvisei rapidamente uma cama para a sua amiga que insistia em me chamava de tio afirmando que não tinha acontecido nada, que a minha filha me amava muito, que era para eu desencanar que só iria rolar coisas boas nas nossas vidas. Minha filha saiu do banheiro e eu disse para ela olhar a sua amiga que estava muito louca falando um monte de besteira, fui à cozinha fazer um café bem forte para elas e quando voltei para o quarto as duas estavam desmaiadas, ajeitei a minha princesinha na cama, retirei as suas botas e quando abri o seu sobre tudo e que se revelou a sua nudez, de perto era nítido o contorno do seu corpo e o calor da folia havia borrado a sua pintura mostrando a farsa do seu uniforme, espiei rapidamente a sua amiga como se quisesse ter certeza do que eu estava vendo na minha filha e vi que ela também estava completamente nua, cobri cada uma com um lençol e fui para o meu quarto tentando imaginar como eu chamaria a sua atenção, de que maneira eu poderia advertir a sua beleza e sensualidade que me provocava e me excitava. Lá pelas dez da manhã acordei com a minha princesinha ao meu lado e a primeira reação foi de levantar o lençol para ver se ela continuava com aquela pintura no corpo, mas ela estava limpa e cheirosa, com uma das suas camisolas transparente e com uma calcinha minúscula que fazia a sua bunda lisinha parecer enorme. Depois de observa - lá por algum tempo, sai ofegante do quarto pensando mil bobagens, fui ao quarto dela e a sua amiga não se encontrava mais, me sentei na sala com meus pensamentos proibidos sem saber se a censurava ou a possuía, fui surpreendido pela minha filha que me arrepiou com um beijou no pescoço e se jogou sobre o sofá caindo em cima do meu colo enquanto me desejava um bom dia. Comecei a ficar com duvidas entre o certo e o errado, se eu estava obcecado visualmente pelo seu jovem corpo ou se realmente ela estava flertando comigo, comecei avaliar o seu comportamento tentando imaginar o que a sua amiga queria me dizer por que apesar dela ter feito dezoito anos continuava se comportando como se fosse a minha princesinha se jogando no meu colo que nem uma criança mimada pedindo atenção e independentemente dos lugares vagos que existiam a minha princesinha que agora possuía um lindo corpo de mulher só queria ficar sentada no meu colo. Filha ou não a verdade é que ela era uma mulher jovem e bonita, que não mostrava nenhum tipo de pudor ou vergonha por estar quase despida na frente do seu pai, era como se seu pai não fosse um homem ou talvez o único homem a quem ela desejasse seduzir. Tentei me impor com ela ainda sentada no meu colo e comecei a reprimir o seu comportamento, ela me disse que não havia acontecido nada de mais e começou a me contar com detalhes como tinha sido a sua noite no baile de carnaval, a ousadia já havia começado logo assim que ela saiu de casa desfilando nua pelas ruas do bairro, depois de cruzar dois quarteirões ela e a amiga embarcaram no carro do namorado de outra amiga que as esperava com mais dois rapazes, depois de umas garrafas de ice todos estavam bastante animados e os rapazes começaram com as investidas a amiga que estava com o namorado transou com ele ali no camarote na presença delas a outra ficou bem animada rolou ate uns amasso e mas nada e ela, ela só queria saber de sambar enquanto a multidão olhava babando e a desejando. Essa ultima frase ela falou rebolando a sua enorme bunda no meu colo e inevitavelmente meu pênis deu sinal de vida a cutucando por baixo, então ela levantou e tornou a sentar no meu colo, desta vez sentou-se de frente para mim, começou a me dar selinhos perguntando manhosa se eu ainda estava bravo com ela e se ainda ia brigar com a minha princesinha só porque ela tinha ido brincar o carnaval. Ela tornou a rebolar no meu colo enquanto dizia, senti o fundo da sua calcinha roçando na cabecinha do meu pênis que já pulsava de tesão, meus olhos estavam hipnotizados nos seus lindos seios que transpareciam através da fina camisola e ela ainda conduziu as minhas mãos ate a sua bunda redondinha fazendo com que eu a puxasse para junto do meu corpo e com isso seus mamilos rígidos tocaram nos meus lábios.O resto foi puramente instintivo, eu não sei dizer o que eu fiz e nem como começamos só sei dizer que quando recobrei a minha consciência eu estava nu entre as suas pernas, ofegante e suado sentindo um misto de culpa e prazer, depois de ter gozado dentro da sua bocetinha. Enquanto isso minha filha demonstrava um estado de euforia e satisfação pedindo insaciavelmente para que eu não parasse de mexer, me deitei ao seu lado no tapete da sala e fiquei olhando para o teto tentando recobrar na memória tudo o que tinha acabado de acontecer, mas ela correu uma das suas mãos sobre o meu peito e foi descendo ate que ela chegasse ao meu pênis, massageou suavemente e logo em seguida se curvou para abocanhá-lo, chupou com sofreguidão a ate o meu pênis ficar rígido de novo, depois montou e cavalgou, começou com movimentos suaves requebrando o quadril, mas logo passou a quicar freneticamente enquanto gozava, seu liquido fluía com abundancia escorrendo pela base do meu pênis e me salpicava o rosto com as suas gotículas de prazer a cada penetrada, meu corpo foi tomado por um insaciável desejo de possui - lá a dominei em meus braços e a deitei no sofá igual a um franguinho assado, ela suportou com muita histeria a fúria das minhas estocadas mandando que eu metesse com força na sua bocetinha, o que eu já estava fazendo sem nenhuma piedade e com muito prazer. Me ajoelhei na sua frente mantendo-a na posição e diminui o ritmo das minhas investidas tentando prolongar um pouco mais a nossa relação só que ela pois uma de suas mãos na minha barriga impedindo a minha penetração e com a outra ela conduziu meu pênis para o seu anelzinho, meu pênis se dobrou e escapuliu duas vezes antes de invadir de uma só vez o seu anelzinho apertado, ela mordeu um de seus braços enquanto espalmava uma das mãos no meu peito, fiquei imóvel esperando ela relaxar e quando o seu quadril começou a fazer movimentos circulares eu comecei a fazer o vai e vem. Eu estava muito excitado e não demorou muito para que eu enchesse seu rabinho de leite, seu anelzinho quentinho e apertado simplesmente esfolava o meu pênis que escorregava gostoso para dentro do seu reto, quando meu pênis parou de pulsar ela começou forçar o seu anelzinho para expulsa-lo e assim que ele saiu do seu rabinho eu desabei sentado no tapete porque os meus joelhos estavam em brasas, mas ainda deu tempo de ver o estrago que eu tinha feito no seu anelzinho que estava aberto cagando a minha porra.A verdade é que a minha princesinha se tornou a minha putinha, eu não sei como é que eu faço, para que ela saia da minha cama e nem sei se eu quero que ela saia agora porque eu realmente amo a minha filha.

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Chupei e transei com minha irmã

Meu nome é Rafael, moramos eu minha mãe e minha irmã.
Minha irmã sempre anda a vontade em casa, shortinhos curto, com blusinhas decotadas, ela tem os peitos médios e uma bunda muito gostosa, grande e empinada. O jeito dele ficar em casa foi me deixando cada dia mais excitado, comecei a me masturbar pensando nela.
Quando não tinha ninguem em casa eu ia no quarto dela e pegava suas calcinhas, era uma menor que a outra, me masturbava segurando elas, até mesmo passava a lingua nelas, imaginando que era sua bucetinha.
Teve um dia que estavamos só nos dois em casa e ela foi pro banho, corri pra tentar espiar ela pela fechadura do banheiro, dava pra ver ela todinha, com aqueles peitinhos branquinhos, aquela bunda gostosa, então ão acreditei no que estava vendo, ela tinha começado a se masturbar, ela passava bastante sabonete na mão e esfregava sua buceta, dava pra seu rosto de tesão. Ela se mastubava no banheiro e eu do lado de fora tambem. Então ela gozou e eu tb. Corri para meu quarto pois ele ia sair do banheiro. Comecei a espiar ela sempre no banho, e todos os dias q espiava ela se masturbava.
Então eu estava decidido a tentar ao menos que ela bateese uma pra mim, pois pra ela se masturbar todo dia ela deve estar com muito tesão.
Fiquei dias tentando imaginar como eu chegaria nela. Então tive a idéia de criar um MSN falso, com nome de mulher e add ela. Qdo ela aceito perguntou que eu era e pq tinha add ela. Respondi que tinha sido uma amiga dela que tinha passado o MSN o dela. Ela perguntou que amiga tinha passado, eu disse q jurei não contar pra ela quem tinha passado. Minha irmã então perguntou o que eu queria com ela. Abaixo vou descrever exatamente nossa conversa:
EU: - Então eu add vc pq fiquei sabendo que vc tem um irmão. Eu tb tenho mas eu queria uma opinião sua.
MINHA IRMÃ: - O que vc quer saber?
EU: - Vc jura que não vai me dizer que sou louca ou vai me criticar?
MINHA IRMÃ: - Tá bom conta
EU: - Então to excitada por ele, queria fazer sexo com ele, vc ja sentiu algo assim por seu irmão?
MINHA IRMÃ: - Nossa, verdade mesmo???? nunca senti tesão pelo meu irmão, mas se vc ta a fim dele chega nele
EU: - mas como?
MINHA IRMÃ: - Seduz ele, fica com roupas curtas perto dele, com certesa ele vai olhar, eu fico com roupa curta aqui e percebo que meu irmão me olha.
EU: - Seu irmão fica te olhando? então certamente ele sente tesão por vc, vamos fazer uma coisa, vai la provocar ele e me conta?
MINHA IRMÃ: - mas provocar como?
EU: - poe uma blusinha decotada e sem sutião, deixa um bico do peito de fora, faz de conta que vc num sabe e fica conversando perto dele assim.
MINHA IRMÃ: - Espera vou fazer.. ja volto
então fechei as janelas do msn pra ela não desconfiar de nada, foi qdo ela bateu na porta do meu quarto qdo abri ela tava com o bico de um peito aparecendo, ela disse que queria me mostrar um vídeo no youtube, ela se sentou do meu lado e abriu um vídeo de comédia. Nossa ela do meu lado com o bico do peito aparecendo foi d+, eu estava se cueca, meu pau ficou duro, dava pra ela ver o volume. Então ela voltou pro quarto dela. e foi conversar com a amiga (que era eu no msn)
MINHA IRMÃ: - fui lá, fiz o que vc pediu...
EU: - E ele?
MINHA IRMÃ: - Não tirava os olhos, percebi no shorts dele que o pau dele estava duro
EU: - O que vc achou?
MINHA IRMÃ: - Não achei que isso fosse possivel mas fiquei excitada
EU: - Se ele pedisse pra chupar vc ? deixaria?
MINHA IRMÃ: - com a vontade que estou deixaria sim
EU: Passa o msn do seu irmão que eu vou ver se ele tem vontade de fazer com vc
MINHA IRMÃ: - xxxxxx@hotmail.com
MINHA IRMÃ: - mas não diga nada de mim, seja discreta
EU: - pode deixar vou ser discreta, epera ele aceitou ja falo com vc
Então demorei um pouco pra falar com ela. depois de 10 minutos chamei ela:
EU:- Nossa descobri que ele sente tesão por vc tb, que esta tá muito a fim de transar com vc
MINHA IRMÃ: - Verdade??? eu queria muito !!!
EU: Faz assim veste uma saia curta e fica sem calcinha, fica deitada na sua cama, vou falar pra ele q falei com vc que vc esta esperando ele deitada na cama pra ele chegar sem falar nada e chupar vc
MINHA IRMÃ: - se ele vier eu quero
EU: Falei com ele vai ai, se arruma....
Então esperei uns 5 minutos para ela se arrumar, meu plano tinha dado certo.
Qdo entrei no quarto dela ela estava na cama, cum uma saia curta, com a buceta aparecendo, ela estava com os olhos fechados, entrei, chegeui bem perto da buceta dela e comecei a chupar. Nossa nunca tinha vistou uma buceta tão linda, depilada, rosadinha, eu chupava feito louco, la dava uns gemidinhos, não podia gemer muito alto, nossa mãe estava dormindo, ela podia acordar.
então fui subindo e comecei a bjar seus peitos, durinhos, com os bicos rosadinhos.
Ela falava bem baixinho: isso pega sua irmã, me come....
Abaixei um pouco meu shorts tirei meu pau pra fora e enfiei na buceta dela, (ela toma anticoncepcional)... que buceta molhada, nunca tinha comido uma buceta tão gostosa. Então ela me disse me chupa mais. Não penssei duas vezes descie comecei a chupar, não demorou muito ela gozou na minha boca, como minha irmã goza, deixou minha boca toda molhada. Ela ficou de 4 e disse: goza na minha buceta, pegeui ela por traz, segurei pelos cabelos e metia com força.... que bunda gostosa ela tem... não demorou muito ela gozou de novo, e ela me pedia pra encher a bucetinha dela de porra, não ageuntei houvir isso, gozei ..... parecia que nunca ia parar de gozar na sua buceta.... Não acreditava que estava comendo minha irmã, e a mulher que mais me deu tesão foi ela, que mais me fez gozar....
Demos um tempo deitados na cama nos acariciando, então decidimos ir dormir pois teriamos de acordar cedo pra trabalhar.
Depois desse dia resolvemos fazer umas loucuras, mas se quiserem eu conto em uma próxima vez


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Comi minha irmã gemea e minha mãe

Minha mãe era muito nova quando conheceu meu pai, eles tiveram filhos cedo, nascemos eu e minha irmã, no mês em que nós completamos 11 anos meu pai morreu, e logo após isso minha mãe acabou se desfazendo de nossa casa e comprando um apartamento para morarmos, no apartamento haviam 2 quartos, o de minha mãe e o que eu dividia com minha irmã! Minha mãe nunca teve nenhum namorado enquanto nós morávamos com ela ...pois passou 14 anos com meu pai e não se via com outro homem.
Quando era novo eu sempre que podia me masturbava no meu quarto com as calcinhas de minha irma e as de minha mãe...num sabado minha irmã disse que ia sair um pouco e eu resolvi fazer o meu ritual de passar no banheiro pegar as calcinhas usadas por minha mãe e minha irmã e ir para meu quarto me masturbar, mas neste dia fui surpreendido por minha irmã que olhou e perguntou "O QUE ESTÁ ACONTECENDO?" eu fiquei parado, não sabia o que fazer nem o que dizer, ela simplesmente chegou perto e conversou comigo, eu expliquei que tinha um grande desejo por ela e por minha mãe, quando eramos pequenos eu e minha irmã brincavamos juntos trocavamos selinhos, mas naquele momento ela me surpreendeu com um beijo excitante e depois dizendo que também sentia tesão por mim, nem pensamos duas vezes, naquela noite, logo após minha mãe dormir ela subiu para o quarto junto comigo e tirou a roupa e disse, "você não disse tem tesão por mim maninho? Então vem comer sua maninha" na hora pulei em cima dela chupei sua bucetinha, começamos um 69, mas nos esquecemos de fazer silencio pois o apartamento era pequeno e minha mae poderia ouvir, e ela ouviu, não deu muito tempo e ela apareceu interrompendo nosso 69 e se assustou, mas depois eu disse para ela que nós queriamos aquilo e que gostavamos de transar ela disse a seguinte frase "Se isso faz voces 2 bem então tudo bem mas eu também quero participar" quando acabou de dizer isso ela deixou cair sua camisola olhou no meu olho e veio em minha direção...nos beijamos e eu passava a mão naquela bunda tão linda e gostosa, logo minha irma se aproximou e começamos a trepar, primeiro eu comecei a meter na bucetinha de minha irmã enquanto ela chupava minha mãe e minha mãe e eu seguiamos nos beijando com um fogo enorme, depois minha mae trocou de lugar com minha irmã, enquando beijava minha irmã e comia minha mãe resolvi tentar enfiar um dedo no cu de minha mãe que disse que não fizesse isso, que por enquanto ela só me iria deixar "mexer" com sua buceta, ficamos nessa fizemos varias posiçoes e depois acabamos todos dormindo juntos e pelados no quarto de minha mãe, acordei com um beijo muito bom de minha irmã e quando percebi minha mãe estava se levantando e dizendo "ja é meio dia, ainda bem que é domingo", depois de tudo o que havia acontecido na noite passada nós 3 começamos a parar de usar roupas dentro de casa ainda mais no verão, naquele domingo estava muito calor entao minha mae disse que iamos ficar em casa por que não dava pra fazer nada em nossa cidade naquele calorão em pleno domingo (não moramos em cidade litorânea) minha irmã e eu começzmos cedo, minha mae disse que ia fazer um almoço e eu ja fui pra cima de minha irmã, fui beijando todo seu corpo e quando cheguei ao pé de seu ouvido sussurrei "ainda não terminamos nosso 69 de ontem maninha", ela topou na hora, começamos o 69 e eu curti muito, minha mae ensinou muitas coisas a nós dois naquela noite de sexo, quando gozamos percebemos que minha mae estava na porta se masturbando e nos observando, eu olhei para minha mãe que disse "nossa o fogo de vocês não acaba, vão tomar um banho que depois vamos almoçar" no banho tentei comer o cu da minha irmã mas ela não deixou mas me deu a bucetinha e depois chupou minha rola para deixar ele limpo...depois do almoço minha mãe propos tornar nossas transas uma rotina e que em casa andariamos pelados se quizessemos para "facilitar", eu e minha irmã aceitamos e fechamos o trato com uma bela transa entre eu e minha mae enquanto minha irmã observava se masturbando, depois da transa minha mae saiu para comprar camisinhas e anti-consepcionais pois pelo jeito que as coisas andavam esses itens seriam altamente necessarios. Enquanto ela saiu minha irma e eu armamos o colchao de ar na sala e nos deitamos, ficamos nos beijando e conversando, quando começamos a trepar novamente minha mãe cheugou, falei para ela que viesse junto pois havia recem começado, eu estava deitado com as mãos na cintura de minha irmã que cavalgava como louca em meu colo...minha mãe estava apenas com um vestido ela apenas tirou a calcinha e de vestido mesmo veio pra cima de mim, sentou aquela bunda enorme e bem saradinha em meu rosto, afinal uma mulher de 32 anos que sempre fez academia não tinha como nao ser gostosa, fiquei chupando sua buceta e seu cuzinho até gozarmos todos. Ficamos sempre assim, principalmente nas férias e nos fins de semana, transando o tempo todo, dormiamos no quarto de minha mae sempre, quando eu levava alguma namorada eu dormia com ela no meu antigo quarto e minha irma fingia que ia passar a noite fora, mas dormia com minha mae. No dia do nosso aniversario de 15 anos minha mãe havia preparado uma grande festa para mim e para minha irmã (muito mais para minha irmã) convidamos todos os nossos amigos e familiares enfim, aproveitamos muito!
Quando estavamos voltando, minha mãe disse que eu ganharia um presente bem legal dela, estávamos os 3 no taxi quando ela sussurrou no meu ouvido que eu poderia comer seu cuzinho e convenceria minha irmã a fazer o mesmo, na hora meu pau ficou muito duro, mal entramos em casa e eu já fui passando a mão nas duas, minha irmã estava bêbada e eu resolvi me aproveitar para comer o cuzinho dela também, eu disse que iria tomar um banho, nesse momento minha mãe me virou e me agarrou e disse nós dois vamos, minha irmã disse que iria também, quando chegamos no banheiro minha mãe disse que poderíamos tomar banho na banheira do quarto dela se quiséssemos de pronto aceitamos e fomos para o banheiro dela, fodemos muito arrombei o cu de minha mãe e tirei a virgindade do cuzinho lindo da minha irmã, ficamos por anos nessa putaria dentro de casa, hoje tenho 22 anos, não moro mais em casa, assumo que o que eu fiz com minha mãe e minha irmã foi errado, mas não me arrependo de nada pois aproveitei muito, minha mãe hoje arranjou um novo namorado, ele lembra muito meu pai, mas ela diz que só eu sei foder ela como meu pai fodia!

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O DIA DO PRAZER


As imagens do que aconteceu, me acompanham ao longo de minha vida, pois foi inesquecível o momento de realização do meu sonho, que era fazer sexo com a minha irmã. E podem crer, estes fatos são reais, aconteceram pra valer.
Sou mais velho que a minha irmã, de forma que pude acompanhar a transformação dela de menina para adolescente muito de perto, mesmo porque sempre que podíamos trocávamos carícias, e sempre acabávamos no quarto dela, com meu membro entre suas nádegas, num momento delicioso, pois gozava entre suas coxas.
Quanto mais o tempo passava, mais gostosa ela ficava, podia ver, porque ela sempre levanta mais tarde, e ficava circulando dentro de casa de camisola curta, com a peça de cima e calcinhas. Seus seios eram me punham louco de tesão, nestas horas eu até evitava ficar perto dela, pois ficava de pau duro, só imaginando chupá-los, e também chupar sua gruta, que era deliciosa, pois já havia passado por lá a minha língua diversas vezes.
Ela estava no auge da gostosura, seios fartos, bunda grande, farta, coxas deliciosas, enfim um pitéu a desabrochar. E o tesão só aumentando....
Até que numa manhã, eu estava à toa em casa, resolvi subir para o andar superior, onde ficava o quarto da tesuda. Ao chegar, vi a porta do quarto dela entre aberta, e escutei um gemido leve e a vi se masturbando debaixo de suas cobertas. Adentrei o cômodo, e ai ela parou, como esperando qualquer coisa. Ela estava deitada de bruços, aproximei-me de sua cama, sentei-me ao lado do seu corpo, apalpei suas nádegas sobre as cobertas, ao que ela não protestou, ai, empurrado pelo tesão, na penumbra, pois a janela estava fechada, e a lâmpada de cabeceira, fraca estava acesa. Neste momento as cabeças voaram, levantei o coberto que a cobria, e ela fazia que dormia, baixei a parte de traz de sua calcinha e comecei beijar-lhe a bunda, um lado depois o outro, depois desci pelo rego, e separando-lhe as nádegas, pude ver aquele ânus rosado, virgem bem ali, piscando para mim. Como aumentasse as carícias, ela falou: ?Tudo bem, mas se você quer então feche a porta? , como uma flecha, levantei-me e a tranquei por dentro, pois naquela hora minha mãe estava na ativa, cuidando da casa, e podia nos flagrar naquele i****to delicioso. Voltando para junto de sua cama, a mana já estava descoberta, o que me facilitou, pois tirei toda a roupa, e pude beijar e lamber as melhores partes do seu corpo nu. Beijei-lhe a boca, chupei cada um de seus mamilos, túrgidos pelo forte tesão, e descendo ainda mais, alcancei o seu umbigo, no qual ela tem uma cócega especial, baixando ainda mais, atingi o seu monte de Vênus. Nestas alturas ela já estava gemendo baixinho, numa demonstração inequívoca do alto prazer que sentia, e ansiava para que eu começasse fazer-lhe carícias com a minha língua na sua vulva. Finalmente, comecei a lamber-lhe o clitóris, o que arrancou dela gemidos contidos, sentia na minha boca os sabores de sua vulva, que ela separava para mostrar-me onde ela queria que chupasse, na seqüência, ela empurra a minha cabeça para entre suas pernas o que levou a minha boca na sua virgem gruta, ao enfiara língua nela, pude sentir claramente o seu hímen intacto a esperar que um pênis o rompesse. Num gesto para ela inesperado, tirei as minhas roupas, e nu ofereci-lhe o mastro para que ela o mamasse, após leve relutância, ela não resistindo, abocanhou o membro, que de imediato tocou a sua garganta, de tanto que dele ela engoliu. Voltando a chupar-lhe a vulva e a vagina, ajeitando-a na cama, para que pudesse finalmente colocar-me entre suas lindas coxas, em posição de penetração, ao que ela, percebendo a minha intenção, permitiu-me penetrá-la. No começo, temendo que ela gritasse na pujança da penetração, pois o meu pênis sempre foi de bom tamanho e grossura, fui devagar, forçando o seu hímen que resistiu bravamente, mas quando vencido, fez que ela gemesse de leve, dando livre penetração à glande, que levou com ela para dentro do corpo da mana a totalidade do pênis, que a fez choramingar de leve pela penetração e pelo desvirginamento. Como a consolá-la, beijei-a várias vezes, e declarando o meu amor carnal por ela, pois do fraterno ela já o sabia, comecei a movimentar meu membro, num vai e vem lento, o mais carinhoso que possível, ao que ela correspondeu contraindo a vagina, apertava-me a quase decepar o pênis. Na continuidade do vai e vem, que fui acelerando na medida em o delírio da carne determinava, buscando e dando o máximo de prazer que pudesse proporcionar. Naquele movimento fomos até o momento do orgasmo, que foi maravilhoso, ela a pedir, sempre baixinho, que não parasse e acelerasse, e eu a satisfazê-la, movimentava vigorosamente o membro nas profundezas de suas entranhas. O gozo veio, aproximando-se, e nós, resistindo a ele, tentávamos prolongar aquele momento mágico. Mas, por mais que fizéssemos, nos foi impossível deixar explodir numa erupção dupla e simultânea, ao mesmo tempo em que sentia as contrações de sua vagina e pernas puxando-me para dentro dela, como se fosse possível, eu ejaculava talvez a maior quantidade de sêmem que jamais tivera lançado dentro de uma vagina. A explosão foi meio descontrolada, pois não pudemos evitar que algum gemido fosse um pouco mais alto, o que nos lembrou do resto do mundo, e ficamos em silêncio escutando a reação externa, para saber se tinha nos ouvido ou não. Lá fora, tudo continuou normal, o que nos remeteu novamente ao i****to.
Na nova etapa iniciou-se, depois de muita emoção e declarações de amor, tão logo o meu pênis mostrasse novo tesão, endurecendo dentro da boca da mana, pudemos continua a desvendar os mistérios do prazer proibido. Abraçando-a por trás, insinuei a penetração no seu ânus, também virgem, pois ela nunca o dera a ninguém antes, e pelo que sei até hoje, e isso já faz tempo, nunca mais o deu a quem que o quisesse, a glande aproximou-se do orifício a título de exploratório, ao que ela num gesto para mim inesperado, lubrificou o ânus com saliva e pediu que a desvirginasse por ali, a penetração foi maravilhosa, fui pressionando a glande contra seu orifício, que resistiu, mas foi vencido, permitindo o seu despregueamento. Passada a glande, como na situação anterior, esta levou para dentro do maravilhoso rabo da mana, aos poucos e num vai e vem prazeroso, a totalidade do membro, de maneira que os meus testículos ficassem imprensados entre nossos corpos. Como já havia gozado uma vez, a segunda foi mais demorado, o que nos levou ao delírio total, quando pude então me despejar nas profundezas daquele ânus apertado e quente, o mais gostoso que já comi.
Daí em diante, sempre que podemos, pois que me casei e ela também, nos encontramos para sentirmos o verdadeiro tesão, que é tão verdadeiro quanto o amor que nos dedicamos. O relato acima, realmente aconteceu, e dele não nos envergonhamos, pois fui autorizado no nosso ultimo encontro, há duas semanas trás, a publicá-lo, como prova de nosso amor.
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Ensinando aos filhos a arte do i****to

Oi, meu nome é Natali Barreto e depois de ler muitos contos, cheguei a conclusão que poucos são verdadeiros.
Sou casada, tenho 45 anos, sou uma mulher normal, não tenho um corpo escultural, sou de estatura mediana, seios fartos e uns quilinhos acima do peso, tenho um casal de filhos gemeos.
Sempre tive tesão em meus filhos, e quase estou conseguindo convencer meu marido a transar com os dois, pois eu ja transo ( sem ele saber é claro ). Comecei a estimular indiretamente aos meus filhos transarem entre si e eu logicamente fazia vista grossa só esperando que sobrasse para mim frutos. Tudo começou a 2 anos atrás . Certo dia estave lendo contos de i****to e minha filha entrou no quarto e começou a ler junto comigo. Certo momento ela me perguntou se aquilo era normal? Eu disse a ela que era absolutamente normal a transa entre familiares, porem era cercada de hipocrisia e ninguem nas familias geralmente admitem fazer sexo com o pai ou mãe e irmão, porem quando fazem não admitem e quando não fazem, morre de vontade de fazer.
Ela me respondeu se eu não ficaria chateada se ela transasse com o pai dela? Respondi que o pai dela era um dos que ainda mantinham este tabu, e que era preciso ainda moldalo para o i****to, mas que se ela quisisse, poderia dar para o irmão dela. E como vou fazer isto mãe? Eu lhe respondi: seu irmão vive pelos quartos batendo punheta, vendo você pelo buraco da fechadura do banheiro, cheirando suas calcinhas etc.., voces dormem no mesmo quarto, seu pai esta viajando esta semana, porque você hoje não coloca uma camisola bem curta e transparente, sem calcinha e dorme descoberta? tenho certeza que ele não vai resistir.
Boa idéia mãe e vai ser hoje.
A noite ela fez o combinado e dito e feito ele começou a passar a mão nela que estava finjindo que estava dormindo, depois começou a chupar sua buceta, depois a fode-la.Quando estavam no auge da transa, resolvi entrar em cena, abri a porta do quarto e peguei-os em um suposto e combinado flagrante, e falei : o que esta acontecendo aqui?
Meu filho ficou sem palavras e vermelho, porem tratei logo de tranquiliza-lo e falei: tudo bem meus filhos, isso é normal acontecer em familia, mas eu tinha duas condições: a primeira era que eu tambem queria participar e a segunda era que seu pai não poderia saber.
Naquela noite ensinei varias coisas a eles e transamos como loucos. O meu tesão de ter meu proprio filho fudendo a minha buceta e meu cu, enquanto eu chupava a buceta da minha filha é indescritivel.
Hoje continuamos a transar, e meu marido começou a participar, mas isso é outra história.
Gostaria de receber e-mails sinceros e sem hipocrisia de mães que viveram ou vivem situações semelhantes a minha, e afirmar para os leitores que i****to é muito bom e muito mais frequente do que vocês imaginam. Na europa, em países como a Italia, Portugal e França o i****to tambem um assunto meio proibido, porem estremamente praticado nas familias.
Mães, vamos dividir experiências. Me escrevam
Um abraço a todos
Natali Barreto


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Insesto por acidente


Eu e meu pai sofremos um acidente de moto e fomos parar no hospital. Eu quebrei o braço direito, com fratura no ombro e torci gravemente o pulso esquerdo. Já meu pai teve fratura lombar e na perna direita. Foi um tombo bobo até, mas que provocou uma reviravolta aqui em casa.
Em pouco tempo, meu velho já estava de volta ao trabalho, mas eu, com gesso até nas costas e uma tala no pulso, nem pra aula ia mais. Fiquei de molho quase quatro meses. Pra quem já quebrou o braço, sabe do que estou falando. Uma coceira sem tamanho. Mas, o problema maior não era esse. Tudo bem, que eu tinha uma liberdade em casa sem tamanho. Meus pais também eram bem liberais. Mas, daí ter que pedir para minha mãe fazer todo o serviço em mim, no começo foi muito constrangedor. Banhos, trocar de roupa, até aí tudo bem, pois já era até comum. Mas, depois de usar o banheiro, ter que chamar a mãe, no começo foi bravo. Porém, como não tinha como ser diferente, até que encarei bem a situação.
Essa situação aproximou-me muito da minha mãe, falando de intimidade. Nas primeiras vezes, até que fiquei sem graça, mas os dias foram passando e ela, com todo carinho e compreensão, me fez ver que era até natural aquilo. Passei a tomar banhos com ela, pois ao me dar banho, ela já aproveitava para tomar o seu também. No início, eram banhos rápidos. Ela se banhava primeiro, em seguida era minha vez e saíamos os dois enrolados em toalha até o quarto. Mas, como a intimidade aflorou com o tempo, isso já não era mais problema. Tanto que até meu pai às vezes, lembrava que estava na hora de ela me dar o banho.
Nossos banhos ficaram mais demorados, com mais carinho, menos vergonha. Ela passou a ficar mais a vontade durante o banho, chegando até mesmo, com o passar dos dias, a se depilar enquanto nos banhávamos. E isso, logicamente, foi me chamando atenção para a mulher que estava comigo. Até então, nunca havia pensado, sequer olhado para ela com segundas intenções. Mas, o fato de estar ali, presenciando minha mãe em toda sua intimidade, além de ela, claro, me banhar carinhosamente, me levou a pensamentos mais audaciosos. Tanto que inúmeras vezes não me controlei e fiquei excitado, levando ela a dar risadas da minha situação.
Ao mesmo tempo em que ela se divertia com minha situação nada confortável, notei que ela também nutria outros sentimentos. Isso porque, com o passar dos dias, vendo eu daquele jeito, virava-se de bunda e dava um jeito de encostar-se em mim. E isso foi só o começo, pois ainda viriam as juntadas de sabonete, sem falar das depilações que, se bem me lembro, começaram justamente nesses dias. Enfim, eu estava provocando sentimentos em minha mãe que, com certeza, ela jamais havia sentido antes.
Era fácil notar a satisfação dela em ficar ali comigo, pois além de nossos banhos ficarem bem mais demorados, coisa que até meu pai reclamava às vezes, os carinhos dispensados a mim e ao meu amiguinho ali em baixo eram cada vez mais acentuados. Tanto que até um ensaio de punheta eu já estava experimentando. E, conforme passavam os dias, mais desses carinhos eu ganhava e, logicamente, tanto eu como ela, mais excitados ficávamos. Em um desses banhos eu dei uma encoxadinha, colocando meu pau no meio das pernas dela. Pensei que ela iria se virar, mas, que nada, fez de conta que nem era com ela. Só que quem pagou o pato foi o pai, que ela, ao sair do banheiro, pegou ele e quase se acabaram na cama.
Levou uns dois meses até que surgiu o primeiro assunto sobre nós dois no chuveiro. Isso aconteceu porque eu não consegui agüentar os carinhos dela e acabei gozando em sua mão, enquanto ela se extasiava em ter feito aquilo comigo. Ficou mexendo até que a última gotinha de porra saiu. Com um sorriso nos lábios, lavou tudo com muito carinho, inclusive o chão do chuveiro, pois meu pai nem poderia sonhar que aquilo tivesse acontecido. Só sei que fiquei com as pernas bambas e, até aquele momento, nunca havia gozado tão forte e gostoso como naquele dia.
Conversamos baixinho no chuveiro, abraçadinhos, sobre o acontecido. Ela, logicamente, me pediu segredo sobre tudo. Me fez jurar que jamais contaria alguma coisa, ou sequer mencionaria algo sobre os carinhos que ela vinha fazendo em mim. Também disse que quando eu achasse que ela devia parar, tinha que dizer de imediato. Claro que eu jamais acharia isso!
Até durante o dia mesmo, ela falava mais abertamente comigo sobre sexo, namoradas. Contou algumas aventuras que fez com o pai. Das cantadas que ela levava. Da vontade que às vezes tinha de ceder e transar com outro. Até mesmo meu tio, irmão do meu pai, já havia bolinado ela na praia. E pior, ela deixou e quase que foram para cama. Contou que ela chegou a ficar só com a parte de cima do biquíni e ela ia deixar ele meter mesmo, ali na cozinha da casa de praia. Mas, só não aconteceu porque tinha muita gente por perto.
Então, depois desses papos, percebi que minha mãe era bem safadinha e que nem sempre conseguia realizar suas fantasias. Até porque meu pai é muito conservador.
Bom, enquanto eu estava engessado, foram várias punhetas que ela bateu para mim. E, olha que não eram só nos banhos não. A coisa ficou bem mais ampla. Praticamente toda manhã, quando meu pai saía para o trabalho, eu passei a ganhar um carinho na cama mesmo. Ela não se contentava enquanto eu não gozasse nas mãos delas. No banho era sagrado. Até bem melhor, pois eu já jorrava nos seis dela às vezes. Confesso que sonhava com o dia que ela colocasse meu pau na boca. E não demoraria muito.
Certo dia, quando já fazia três meses de gesso, de manhã, isso deveria ser umas sete horas, eu acordei com os gemidos dela. Estavam transando cedinho já. Brincaram um pouquinho, meu pai levantou, tomou uma ducha, um café e saiu para o trabalho.
Quando o carro saiu da garagem, ouvi ela entrar no meu quarto e perguntar se eu queria o carinho de sempre. Respondi que sim, óbvio. Aí, percebi que ela estava nua. Apesar de quase todo dia eu ganhar uma punhetinha matutina, ela sempre estava de camisola, ou de babydoll, ou mesmo de roupa normal. Mas, como já de se esperar, a coisa estava esquentando e ela já sentia prazer quase que incontrolável.
Tanto que, sempre que vinha, baixava minha cueca até nos joelhos e prestava aquele serviço altamente profissional quase todas as manhãs. Mas, nesse dia específico, foi tudo diferente. Ela entrou sem roupas, tirou o lençol que me cobria, arrancou minha cueca por completo e tocou uma punheta memorável. Com um diferencial: pela primeira vez, engoliu meu pau, completamente. Meu, que boca quente! Lembro-me como se fosse hoje. Só não gozei na boca dela porque ela não quis naquele dia. Quando acabei, ela se ajeitou gostoso no meu lado, deu-me um beijo e perguntou se eu havia gostado. Permaneceu ali, comigo, até quase dez horas da manhã, quando se levantou, me conduziu para o chuveiro e me deu um banho muito gostoso.
Ela estava totalmente livre. Suas fantasias, aos poucos estavam se realizando. Isso ela deixava claro nos modos, nas roupas que passou a usar, no jeito de falar. As calcinhas diminuíram drasticamente. Era uma menor que a outra. Isso quando usava, pois comigo em casa, passou a ser comum ela levantar, tomar o banho e pôr apenas a roupa. Se fosse vestido ou saia, a calcinha era descartada. Uma única vez, durante um de nossos banhos, mencionei que preferiria que ela depilasse tudo. Pois, na mesma tarde, ela marcou depilação e, de lá para cá, nunca mais vi um pelinho sequer na buceta dela.
As transas com o papai ficaram freqüentes. Quase toda noite eu ouvia os dois, já que meu quarto é parede com o deles. Às vezes, era uma de noite e outra rapidinha pela manhã. Claro, passou a ser comum também ela vir nua, deitar comigo quando meu pai saía pro trabalho. E, dá-lhe punheta matutina. Agora, com um aditivo a mais: com as chupadas majestosas dela, passei a gozar também na boca dela. Ela dizia que era o leitinho da manhã. Nos banhos, também não escapava de uma chupadinha. Ela ficara maluca de vez.
Mas, chegou a hora de tirar o gesso. Tudo voltaria à normalidade. Meus banhos acabariam, pois como explicar para o meu pai? Quem sabe as manhãs, até continuariam, até melhor, pois teria minhas mãos livres novamente. Se bem que minha mão esquerda já estava livre há alguns dias. Já percorria o corpinho dela e por vezes, senti a buceta dela totalmente molhada, a maioria com porra do meu pai.
Até comentamos sobre isso. Ela me tranqüilizou dizendo que nada mudaria. Que estava tudo sob controle. Que só terminaria no dia em que eu dissesse para ela parar. Ainda disse que daqui para frente, eu determinaria até que ponto a gente chegaria. Que se estivesse bom assim, continuaria assim. Mas, que se fosse para mudar alguma coisa, competiria a eu fazer isso.
Três meses e vinte dias. Esse foi o tempo que fiquei com o braço engessado. Foi o período também que mais havia gozado até aquele momento, o período que mais vezes bati punheta, quer dizer, bateram pra mim.
Mas, o melhor viria ainda. Sem o gesso e com os braços livres, pude devolver um pouco do carinho para ela.
Mas, isso é outra história.

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Meu filho, meu amor e meu prazer


Quando meu filho nasceu de parto normal ele pesava 6kilos 127gramas e tinha 65 centímetros, toda a minha família sacaneava. Diziam que o medico ao invés de puxá-lo pela cabeça, puxou-o pelo pinto e tudo isso porque o menino ainda bebe já exibia algo desproporcional para o seu tamanho.
Sua infância foi um pouco constrangedora, com apelidos e as idas e vindas ao medico para saber se era normal ou necessitaria de alguma operação, já na sua adolescência todos que se aproximavam só tinham uma intenção que era de contemplar sua linda ferramenta.
O tempo passou o menino cresceu e embora eu não aprova-se o pai resolveu levá-lo a um bordel no dia do seu aniversario, pela manhã, no dia seguinte era nítida a frustração e a infelicidade que meu filho estava sentindo, tudo porque nem em um bordel o menino havia conseguido perder a virgindade, pois o que ele tinha no meio das pernas assombrava as moças de família e botava muita mulher da vida para correr.
Ele já havia passado no vestibular e ia estudar geografia na universidade de ouro preto, meu filho sempre achou que se muda-se de cidade de clima tudo mudaria mais era um engano, não se podia fugir da realidade.
No final do primeiro ano fora de casa ele demonstrava mais alegria, já no segundo suas notas caíram por conta de uma namorada e retornou a nossa cidade no terceiro quase sem conseguir se formar.
É claro que como mãe, sempre me preocupei com a vida social e amorosa do meu filho, sempre quis o melhor para ele, como toda mãe quer, só que não havia mais como eu pegar na mão de um homem de 21 anos e obrigá-lo a freqüentar os psicólogos, então foi a minha vez de freqüentar um. Na minha ultima seção a psicóloga mencionou pelo o que eu lhe contei que o problema do meu filho poderia ser a virgindade, cheguei em casa e lhe perguntei se me responderia com sinceridade a uma duvida, ele disse que sim mais quando lhe fiz a pergunta, ficou bravo e não me respondeu confirmando assim as minhas suspeitas.
Juro que tentei mil possibilidades antes de me tornar a mulher do meu filho, foram amigas e garotas de programas que se trancavam em seu quarto mais depois saiam apresadas sem resolver o problema do menino.
Embora eu aparente ser bem mais nova, vou fazer 39 anos sou mulata, magra, tenho 1,76 altura, 62 kg, bem distribuídos, não uso sutiã porque meus peitos são pequenos, mais com os bicos pontiagudos, meus cabelos são negros e cacheados, tenho uma barriguinha saliente com um pirsing, mais minha cintura é fina e o quadril é largo dando à impressão de que eu tenha um bunda enorme só que o meu manequim é 40. Só uso calcinhas pequena e acredito que sou muito bonita, mais se eu não for com certeza é a minha bunda que chama a atenção por onde eu passo, mais eu já me acostumei com esse assédio, afinal sou destaque de escola de samba dêsde dos meus 15 anos.
Decidida a resolver o problema da vida sexual do meu filho, tomei duas doses de conhaque para me encher de coragem, coloquei uma camisola transparente e fui ao seu quarto. Já fazia uns dez anos que eu não lhe via pelado e realmente não imaginava o quanto ele tinha se desenvolvido.
Ele é alto e forte, dorme completamente nu e atravessado em uma cama de casal porque tem mais de 1,90 de altura e pesa quase 90 kg.
Entrei de mad**gada silenciosamente no seu quarto, acendi a luz e fiquei a admirar meu filho, aquele pedaço de mau caminho, não conseguia entender porque as mulheres fugiam daquele deus de ébano, eu estava muito excitada mais não sabia como prosseguir, então me aninhei ao seu lado e adormeci pela manhã ele ficou assustado ao me ver em sua cama e eu de ver que sua pica não estava mais no repouso, sabia que ela era grande mais não imaginava o quanto. Durante o café eu lhe disse que o ar do meu quarto não estava gelando bem e que mandaria o seu pai ver, só que meu marido é um ex-fuzileiro que agora trabalha como segurança na portaria de um condomínio, à noite e dorme pela manhã, não lhe sobrando tempo para quase nada. Ele possui um corpo atlético com 1,88 de altura e 85 kg e também é bem dotado, 22 x 6 mais não se compara ao nosso filho. Na noite seguinte ele quis por uma roupa para dormir, só que eu lhe disse que se fosse para tirar a sua privacidade eu dormiria no calor, e assim eu passei uma semana inteira dormindo com meu filho, tentando ganhar coragem para prosseguir com meu plano de tirar sua virgindade, esperava ele dormi e de mad**gada voltava sexy e provocante ao seu quarto. Na terceira noite foi ele quem velou o meu sono, sempre tivemos um relacionamento aberto e acho que a essa altura pelo que conversávamos, já começava a passar maldade na sua cabeça, apesar de saber que eu era sua mãe e pela manhã ele estava com umas olheiras horrorosas. Na quarta ele desligou o ar condicionado dizendo que o dele também havia dado defeito e quando eu acordei com o calor molhada de suor simplesmente retirei minha camisola ficando a penas de calcinha e voltei a dormir. Na quinta noite sem o ar condicionado me esparramei na cama ficando com minhas pernas entre abertas dando lhe visão de que eu estava molhadinha de tesão, dessa vez o menino não agüentou e foi para o banheiro bater uma punheta, ele se espantou ao me ver quando saiu do banheiro, eu estava em pé do lado de fora dizendo-lhe que estava com muito calor e precisava de um bom banho. Tomei meu banho com a porta aberta e o vi passando pelo menos três vezes enfrente a porta, não me sequei, sai do banheiro pelada passei no meu quarto apanhei outra calcinha e um óleo de amêndoas que pedi para ele passar, antes de me deitar lhe perguntei porque não aproveita para se refrescar também e novamente o menino se trancava no banheiro em uma deliciosa punheta. Na sexta noite por volta das 22hs nos assistíamos TV na sala ele com um short de taktel e sem camiseta, eu com um top e shortinho curto de lycra, tipo os que se usam nas academias, deitada no sofá com a cabeça sobre a sua perna, disse-lhe que já estava com sono e me espreguiçava propositalmente para poder me esfregar em sua pica que já mostrava sinais de desenvolvimento. Ele levantou-se cuidadosamente alguns minutos depois e foi para cama pensando que me deixaria dormir no sofá. Por volta da meia noite eu fui me deitar com ele, só de calcinha, o abracei jogando minha perna sobre a sua bunda porque ele passou a dormir debruço para que eu não o vise excitado, tentou-se levantar mais eu o segurei por traz e o puxei para mim. Roçava-lhe propositalmente o bico do meu peito, na sua costa em quanto beijava a sua nuca e acariciava o seu abdome definido, minha perna que ainda o enlaçava foi sendo afastada pela sua pica que se desenvolveu.
Meu filho já estava tomado de desejo e não oferecia mais resistência, f***ei um pouquinho para ele virar e comecei a beijar seus mamilos rígidos em quanto minha mão escorregava do seu abdome direto para a cabeça da sua pica, ele ainda segurou a minha mão como se fosse parar e recobrar o sentido mais logo depois excitado a conduziu para que eu começa-se o vai e vem, e com a outra pressionava suavemente a minha cabeça na intenção que eu desce-se para chupá-lo.
Fiquei com dores no maxilar, tentando abocanhar aquela pica que só podia ser lambida ou mordiscada, porque mal cabia em minha boca, chupar só se fossem as suas bolas. Segurava a ponta da sua pica com as duas mãos e a esfregava sobre a minha calcinha úmida, ele forçava para querer entrar sem que eu a retira-se, joguei-a para o lado e tentei sentar uma, duas, três vezes sem conseguir agasalhar seus 31 x 8,5 de piroca, então a deitei sobre seu abdome e comecei a deslizar minha bucetinha molhada de tesão pelo seu comprimento, não demorou muito para que eu anuncia-se o meu gozo, pus minha bucetinha em sua boca e ela começou a escorrer assim que recebi as primeiras linguadas.
Bem lubrificada tentei mais uma vez sentar em sua pica, a cabeça já estava quase passando, mais a cada vez que ela latejava parecia inchar mais, e a posição me incomodava dificultando a penetração. Deitei-me com as pernas arqueadas para cima, relaxada, agora era ele quem tinha o controle da situação, com as mãos conduzi sua pica para a entrada da minha bucetinha e travei minhas coxas em sua cintura para poder conter o ritmo do seu balanço e limitar a quantidade da sua penetração, mais eu já estava tão excitada que acabei deixando o menino bombear.
Sua pica não entrava toda mais tocava no meu útero causando um leve desconforto no ventre e me provocando enjôo, precisava voltar a dominar a situação. Virei de lado e de costa para ele, minha bunda agora servia como um espaçador, limitando a profundidade da sua penetração que acelerava a cada estocada, eu senti meu corpo tremer em um leve arrepio e logo depois, ele me banhava com uma cachoeira quente de esperma que escorria sem para entre as minhas pernas me inundando de tanto prazer e claro que não me contive, e aos gritos acabei gozando de novo, de novo e de novo. Foi maravilhoso os orgasmos múltiplos que eu tive e que a muito tempo eu não os sentia, fiquei alguns minutos deitada debruço exausta, relaxando na cama, sem perceber que ele já se refazia, sedento de sexo e querendo me penetrar. Ele deixou sua enorme pica cair em minhas coxas e foi friccionado-a ate chegar na minha bunda, quando encostava nela ele deslizava por cima tirando um bom sarro, não demorou muito e ele já estava com suas mãos dividindo minha bunda criando um espaço para penetra.
Depois de varias tentativas nesta posição sem conseguir me possuir por trás ele me puxou pela cintura me deixando de quatro e introduziu na frente sem nenhuma piedade era cada estocada forte que acabei gozando de novo com o balançar do seu saco que batia no meu púbis em quanto ele me introduzia dois dedos no rabo. É claro que anal sempre dói um pouco no inicio, mais depois de excitada rola gostoso, eu já estou acostumada com o meu marido que também tem uma pica generosa e adora comer meu rabo, então foi só relaxar o anelzinho e deixar o menino se divertir com meu rabinho.
Era incrível ver a quantidade de porra que jorrava da sua pica, um liquido viscoso, branco e morno. Gozei fazendo um anal como nunca havia gozado em minha vida a impressão que eu tinha, era que ele estava me possuindo pela frente, o que não deixava de ser verdade, digo isso porque meu filho conseguiu me arrombar me unindo o anus com a vagina, a dor que senti foi suprimida pelo prazer e a conseqüência desse ato de amor nos só constatamos quando vimos o lençol sujo de sangue.
Meu filho me confidenciou que no inicio ficava com raiva, quando em um
relacionamento, a pessoa com quem ele estive-se, sai-se correndo espantada com o seu tamanho e lhe dizendo que era para ele enfiar sua enorme pica no rabo da sua mãe, e que de tanto martelarem essa frase na sua cabeça, ele havia criado um desejo proibido de me possuir e que esse desejo havia aumentado, quando certo dia ele me espiou no banho, depilando a minha virilha e quando acabei de me depilar eu havia me masturbado em baixo do chuveiro. É bem provável que isso tenha acontecido porque sou muito fogosa e realmente fico muito excitada quando me depilo, a partir desse dia ele passou a tocar punheta só cheirando as minhas calcinhas usadas e pensando no prazer que eu tive e de quem sabe um dia, me ter em sua cama. E agora que esse dia chegou, que jamais vai me deixar sair dela.
Embora eu fique me mordendo de ciúmes, gostaria que meu filho arruma-se uma mulher, amo meu marido que sempre me realizou e morro de medo que ele descubra nossa relação, pois já começo a ficar balançada pelo meu filho que me completa de prazer.


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Minhas fotos me excitam


Oi, meu nome é Márcia e apesar de ser dois anos mais velha que o meu irmão, eu era tratada como a caçulinha da família, diariamente eu discutia com ele por causa do seu ciúme, do seu excesso de proteção e por causa das suas intervenções que acabava com as minhas tentativas de um relacionamento amoroso.
Certo dia fiquei plantada esperando por um rapaz que não apareceu, voltando para casa cruzei com ele que me disse que havia recebido do meu irmão um recado meu adiando o nosso encontro pela segunda vez, cheguei em casa furiosa e fui direto para o quarto do meu irmão, quando abri a porta ele se cobriu rapidamente e mandou que eu saísse imediatamente do seu quarto, mais eu estava com tanta raiva que continuei lá falando e percebi que ele estava acuado em sua cama, logo ele sempre tão autoritário, não contive a minha curiosidade de saber o que tanto ele escondia em baixo do seu edredom e o puxei. Fiquei completamente pasma com a revelação, meu irmão estava nu provavelmente se masturbando enquanto cheirava as minhas calcinhas e via algumas fotos de mulheres seminuas, mais logo depois percebi que as fotos eram minhas e foram tiradas enquanto eu dormia. Sai do seu quarto horrorizada o chamando de doente e me tranquei no meu, ele ficou batendo insistentemente na porta do meu quarto pedindo para conversar, irredutível eu só dizia que mamãe iria o colocar para fora de casa quando soubesse da sua tara. Mamãe percebeu o nosso comportamento e diversas vezes perguntou o que tinha acontecido e nos dois respondíamos que não tinha acontecido nada, mais ela sabia da super proteção que ele fazia e falou que ele já era um homem e tinha que arrumar uma mulher e me deixar em paz.
Apesar de ter dormido com a porta do meu quarto trancada, tive uma noite intranqüila com aquela sensação de que ele estava lá me espiando e tirando mais algumas fotos ousadas para a sua coleção, quando me levantei no dia seguinte eu estava simplesmente exausta fui ate o espelho e fiquei admirando o meu corpo nu tentando imaginar o que eu tinha feito para despertar o seu interesse. Levei um susto quando a maçaneta da porta do meu quarto mexeu mais ele não pode entrar porque a porta estava trancada, novamente ele pedia para conversar e eu respondi que ele podia falar que eu o escutava. Ele disse que me amava e que sempre me respeitou e que se realmente ele quisesse fazer alguma coisa comigo não seria essa portinha de madeira que iria lhe deter. Mandei que ele esperasse um pouco, me vesti rapidamente e então abri a porta do quarto, seu olhar penetrante fazia me sentir nua diante dele, eu tinha umas mil perguntas para lhe fazer e não sabia por onde começar, ele esticou o braço me oferecendo um fichário e quando comecei a desfolhar pude ver o tamanho da sua admiração que vinha de longos anos.
Quando éramos adolescentes fomos a um shopping com vários colegas e começaram a pegar no nosso pé dizendo que ele era virgem e que nunca havia beijado uma garota na boca e que ele também seria meu segurança para garantir que eu também não perdesse a virgindade da minha boca com ninguém. Dei um selinho no meu irmão na frente de todos e disse que ele não era mais virgem, apesar dele ter ficado todo orgulhoso o pessoal continuou pegando no seu pé dizendo que o beijo da irmã não valia, eu não tinha idéia que esse ato inocente e inconseqüente pudesse nos marcar para o resto de nossas vidas e desfolhando o fichário pude ver o quanto ele me desejava, na maioria das fotos eu estava só de calcinha, tinha algumas de camisola e shortinho que foram tiradas nos dias mais frios e algumas em que eu estava completamente nua que certamente foram tiradas nas noites mais quentes do nosso verão carioca. Eu me perguntava incrédula como ele havia conseguido fotografar certos closes, será que realmente eu dormia com as pernas aberta daquela maneira ou ele teria me conduzido aquela posição para melhor fotografar, já fazia algum tempo que eu vinha acordando toda suada e excitada, será que ele me tocava enquanto eu dormia, eu me sentia estranhamente excitada quando acabei de ver todas as fotos e acho que ele percebeu e entendeu como uma aprovação, pois me beijou com volúpia me deixando mole, sem fôlego e sem reação, suas mãos começaram a me apertar percorrendo todo o meu corpo, ele foi me despindo vagarosamente e eu me deixei envolver pelas suas mãos habilidosas que me faziam suspirar de desejo, ele me tomou em seus braços e me levou para cama começou a beijar meu pescoço e foi descendo para os meus mamilos, continuou descendo sua língua pelo meu ventre e quando começou a chupar o meu grelinho eu gozei na sua boca, sem parar de me chupar ele foi tirando toda a sua roupa e aproveitando que eu estava bem molhadinha ele me penetrou de uma só vez, começou a bombar forte como um cão no cio me levando ao prazer e quando parou eu podia sentir seu cacete pulsando dentro da minha bucetinha enquanto ele expelia seu liquido quente nas minhas entranhas, acabei gozando de novo mais ainda estava muito excitada e resolvi assumir o comando, girei meu corpo ficando por cima dele, guiei seu cacete ate a entrada da minha bucetinha, o agasalhei inteirinho e comecei a rebolar gostoso enquanto ele colocava suas mãos por baixo da minha bunda forçando o sobe e desce e logo em seguida eu já estava ao seu comando quicando em cima do seu cacete. Enquanto me fodia, meu irmão enfiava um dedinho gostoso no meu rabo e quando ele começou a forçar para botar dois dedos eu percebi que ele estava cheio de vontade de comer o meu cuzinho então desmontei e deitei que nem um franguinho assado, ele veio por cima e encaixou na minha bucetinha dava umas duas ou três socadas e deixava escapulir propositalmente e quando ia recolocar aproveitava para pincelar seu cacete no meu cuzinho me deixando ainda mais excitada, eu não agüentei esperar pela sua investida e pedi a ele que enfiasse logo seu cacete no meu cuzinho. Obediente, ele apontou e foi forçando vagarosamente ate a cabeça passar e só então começou a fazer o vai e vem sem tirar de dentro ele me rodou na cama me deixando de quatro e a cada socada que ele dava, eu podia sentir as pontadas do seu cacete no meu estomago, não demorou muito e eu já estava gozando outra vez, ele retirou seu cacete cuspindo jatos de porra sobre o meu corpo e depois de espalhar todo excesso pela minha bunda me deixando toda untada com o seu prazer meu irmãozinho desabou exausto do meu lado, com uma cara de felicidade dizendo que tinha sido a melhor foda de toda a sua vida e que eu tinha sido muito melhor do que ele tinha imaginado.
A partir desse dia eu comecei a pousar nua para o meu irmão fotografar me produzindo toda e criando cenários mais sensuais e depois de cada seção de fotos, nos amávamos como homem e mulher, lascivos como verdadeiros amantes, mais sem deixar de nos amarmos como irmãos. Somos dois solteirões para a sociedade, cada um vivendo sua vida independente, mais vivemos na nossa intimidade uma gostosa lua de mel como muito sexo, luxuria e prazer, tudo que um casal feliz tem direito.
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A empregada que tirou a minha virgindade

Em 1958 mudamos para Guaratinguetá no vale do Paraíba, meu na época trabalhava com TV e foi transferido de São Paulo para ajudar na implantação do sistema de UHF e levar televisão para toda aquela região. Papai alugou uma casa muito grande na beira do rio Paraíba. Eu fiquei contente em conhecer novas pessoas e fazer amizades. Como a casa que morávamos era muito grande, minha mãe contratou uma empregada mulata muito linda e gostosa. Ela estava noiva . Eu estava morrendo de tesão por aquela mulher deliciosa, que tinha umas pernas e uma bunda de fazer inveja a qualquer uma e comecei a bolar uma maneira de tentar tirar um sarro com ela. Na verdade eu nunca tinha comido ninguém somente tirava um sarrinho com as namoradas e primas e me acabava de bater tanta punheta.
O tempo foi passando e sempre que tinha oportunidade, procurava conversar com ela e tentava ficar mais intimo, falando sobre namoradas,os sarros que tirava e da dificuldades que era numa cidade pequena achar com quem aliviar meu tesão. Ela sempre respondia que não acreditava que um rapaz tão bonito como eu poderia ter dificuldades de transar e conversa pra cá.conversa pra lá, eu sempre aproveitava qualquer oportunidade para dar uma roçadinha nela. Certa vez, ela estava lavando louças e eu com desculpa de pegar um copo para tomar um refrigerante encostei meu pau na sua bunda e ela fez de conta que não percebeu. Aquilo mexeu comigo e fui para meu quarto bater uma punheta pensando naquela bunda grande e gostosa. Quando sai do quarto ela já não estava mais na cozinha e tinha ido passar roupa num rancho que tínhamos no fundo da casa. Era sábado e eu estava só em casa com ela. No rancho, tinha uma rede e eu fui deitar lá e enquanto ela passava roupa eu ficava admirando aquela bunda e aquelas pernas, que ela de saia justa fazia questão de exibir. Começamos a conversar e o papo foi pro lado da sacanagem e eu fiquei de pau duro, ela percebeu e continuou a conversar, então ela perguntou: como eu me virava sem mulher e respondi que batia punheta olhando revistas de sacanagem e pensando nela. Ela quis ver as revistas que eu escondia num dos quartos de empregada que nunca era utilizado, levantei da rede e de pau duro a levei até o quarto e comecei a mostrar as revistas para ela e vendo uma mulher pelada eu perguntei se as suas pernas era tão lindas como as da foto, ela respondeu que sim e eu falei que queria ver,ela levantou o vestido até a altura de sua calcinha, olhando aquelas coxas gostosa, tirei o pau pra fora e sem falar nada coloquei no meio das suas pernas forçando na sua buceta por cima da calcinha. Ela cheia de tesão começou a rebolar no meu cassete e me falou que não era mais virgem que já tinha dado pro seu noivo. Pedi pra ela tirar as calcinhas e ela falou que estava ?naqueles dias? e que era pra gozar nas suas coxas. De pé e com as pernas tremendo, gozei lambuzando com minha porra sua calcinha. Continuamos a tirar um sarro de pé até que ela me bateu uma punheta e gozei novamente em suas mãos.
Uma semana depois, também num sábado fiquei sozinho em casa com ela, a tarde deitado no meu quarto e com muita tesão pedi para ela me trazer um suco. Minutos depois ela veio trazer o suco, eu já estava de pau duro e mostrando meu cassete pra ela perguntei se ela não queria dar um jeitinho nele. Ela sentou na cama do meu lado e começou a bater uma punheta, pedi para ela deitar comigo, ela deitou levantou a saia e colocou meu pau no meio das suas coxas, esfregando a cabeça do meu cassete no seu grelo por cima da calcinha. Ela perguntou se eu nunca tinha metido e quando falei que não, ela tirou sua calcinha e falou que ia me dar mas era pra não falar pra ninguém e nem gozar dentro. Pegou o meu pau e disse que ia dar uma molhadinha nele e chupou meu cassete me deixando alucinado. Tirou toda a sua roupa, mostrando aquele corpo fenomenal e sentou em cima de mim, fazendo com que meu pau entrasse até o saco naquela buceta maravilhosa. Com ela rebolando em cima do meu cassete ela pedia pra que eu não gozasse dentro dela e quando estava prestes a gozar eu falei que não dava pra segurar mais e iria gozar. Ela rapidamente saiu de cima de mim e caiu de boca no meu pau e gozei na sua boca como nunca tinha gozado na vida. Ficamos deitados um ao lado do outro na cama por alguns minutos, ela então levantou e foi no banheiro se lavar. Quando saiu do banheiro, voltou para o quarto só de calcinha e sentou na cama ao meu lado e com a cara de sacana perguntou o que eu tinha achado de comer uma buceta pela primeira vez. Falei que tinha sido uma delicia e que ela era um tesão, quando meu pau começou a dar sinais de vida novamente, escutamos meus pais chegarem e enquanto ele punha o carro na garagem nos recompusemos.
Ficamos um bom tempo sem podermos dar outra foda e sempre que possível eu tirava um sarrinho com ela. Num final de semana, meus pais foram para São Paulo e eu não quis ir e minha mãe dispensou ela do trabalho, fiquei puto da vida, pois já tinha feito planos de foder com ela na ausência deles. No domingo acordei cedo e como estava um calor danado, resolvi ir ao clube pegar uma piscina. Fiquei no clube até o final da tarde e quando voltei pra casa, qual foi minha surpresa, ela estava sentada no jardim me esperando. Ela me falou que seu noivo estava viajando a mais de uma semana e ela estava na saudades. Vestida com uma saia preta justa deixando a mostra aquele rabo gostoso já dentro de casa e ainda na sala, começamos a nos abraçar e beijando seu pescoço, levantei sua saia e tirando meu pau duro como uma pedra pra fora da bermuda, coloquei ele no meio das suas pernas, roçando na sua buceta por cima da calcinha branca que já estava molhada. Ela se ajoelhou e chupou meu pau como uma louca, dizendo que estava louca de tesão e queria me dar uma aula de como se fode. Já nus e deitados no tapete da sala ela me disse que hoje ela queria perder o cabaço de outro lugar, mas para que eu fizesse jus a esse premio eu teria que chupar sua buceta. Deitada no tapete e de pernas abertas, me mostrando sua buceta toda molhada pediu pra que eu chupasse seu grelo, meio sem jeito e até com um pouco de nojo me ajoelhei e comecei timidamente a beijar sua buceta e ela louca de tesão me orientava aonde queria que eu enfiasse minha língua. A essa altura eu já tinha perdido toda a timidez e chupei aquela buceta gostosa até que ela puxando minha cabeça gozou na minha boca. Eu de pau duro e morto de tesão, olhando aquela mulher gostosa deitada nua na minha frente, quase desfalecida, deitei em cima dela e enfiei meu cassete até o saco na sua buceta encharcada, ela começou a rebolar e quando eu estava prestes a gozar, ela me empurrou me tirando de cima dela e virou de bruços e falou que agora eu iria tirar o cabaço do seu cú. Ela empinou a bunda, com as mãos abriu as nádegas deixando a mostra seu lindo cuzinho, me ajoelhei sobre ela, molhei meu cassete na sua buceta toda encharcada de seu gozo e com cuidado coloquei a cabecinha na entrada do seu cú e comecei a forçar com ela gemendo de dor e tesão. Aos poucos meu pau foi entrando e com ela mais relaxada enfiei até o saco e comecei a bombar.eu nunca tinha comido um cuzinho e nem ela tinha dado seu rabo. Cheios de tesão com o pau cravado no seu cú ela gemia e ao mesmo tempo batia uma siririca, gozei como nunca dentro daquele rabo inundando com minha porra aquele cuzinho que nunca pensei que iria comer. Ficamos deitados, eu com o pau dentro do seu rabo quase desmaiados por um bom tempo. Após algum tempo meu cassete começou a dar sinais de vida e ela percebendo começou a rebolar e fodi seu cú novamente com ela gozando junto comigo. Fomos juntos tomar banho e ela me falou que tinha a maior tesão de dar o cú só que seu noivo achava aquilo um absurdo e ela brincando falou que ela tinha tirado minha virgindade quando me deu a buceta e agora eu tinha tirado a sua no seu cuzinho.
Ela trabalhou em casa por mais de um ano e sempre nós dávamos um jeitinho de tirar o atraso. Mesmo depois que casou continuamos a meter e sempre comia seu rabo, que ficou sendo uma exclusividade minha.
Esta história é verídica e até hoje mesmo casado bato uma punheta lembrando dela, afinal além de ser uma mulher muito gostosa, foi minha primeira foda de verdade.

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A viajem de Camila


Já faz muito tempo que eu deixei de ser criança, não é de hoje que sinto desejos intensos que percorrem todo o meu corpo, sinto vontade de ser devorada e de gritar de prazer, entretanto nem imagino como, já que até alguns meses sonhava em perder minha virgindade com o amor da minha vida. Como era infantil o meu pobre coração, ainda bem que as feridas nele fincadas me tornaram uma mulher de verdade, agora só quero sentir esse prazer incontrolável e ser possuída por muitos homens até que todo esse fogo guardado entre as minhas pernas cesse e eu consiga viver em paz.Hoje acordei com vontade de me tocar e de ter um orgasmo feroz, mas vou me conter porque escolhi esse dia para perder minha virgindade. Estou saindo finalmente para minha viagem de 45 dias pelo mundo. Quero ser possuída em todas as cidades que pisar e quero sentir cheiros diferentes e quero ter prazeres diferentes e principalmente quero esquecer que o amor existe.Na minha mala tudo o que vou precisar, meus sutiãs de ceda minhas calcinhas fio deltal e todos aqueles óleos e cremes para massagear cada centímetro do meu corpo que após muito sexo e prazer vai precisar de descanso.Estou saindo pela porta como uma menina e vou me tornar uma mulher de verdade. Ao entrar no carro tive meu primeiro surto de loucura, como sempre ao pegar um taxi sento-me na frente, sempre tive o habito de conversar com os taxistas, mas nada demais, só conversas sobre o tempo e sobre o transito difícil da cidade, entretanto quando me sentei e vi aquele homem forte e suado ao meu lado senti minha xana queimar imediatamente. Meus seios que a cada dia ganhavam mais forma e volume se empinaram e senti que não agüentaria segurar aquele prazer por muito tempo. Olhei em seus olhos e com os lábios bem empinados e molhados disse bem próximo ao seu ouvido:- Preciso chegar ao aeroporto em uma hora, mas se você for bem rápido podemos fazer uma parada em algum lugar...Seus olhos se arregalaram e na mesma hora ele entendeu que eu precisava ser dele.- Aposto que eu faço você chegar no aeroporto em 20 minutos, assim sobram 40 minutos para pararmos em algum lugar...Nunca senti minha xana tão quente, ela estava molhada e tremia a cada palavra que ele dizia.- Então vá logo por que não posso me atrasar.Disse ainda mais perto de sua orelha e acabei dando uma lambida bem molhada e uma mordida leve, ele arrancou com o carro e quando vi já estava com a mão na sua calça procurando por sua tora grossa e suculenta. De fato era bem grossa e suculenta, a cabeça era redonda e pontiaguda, era grosso e forte, me imaginei em cima dele trepando como uma louca e gemendo de prazer. Acho que não resistiria muito e tinha quase certeza que ele seria meu em pouco tempo.Aqueles olhos âmbar e aquela barba mau feita me deixavam louca e eu continuava a acariciar seu pênis com força e desejava que chegássemos logo. Ele passou a mão pela minha perna e devagar foi indo mais longe, naquele momento agradeci estar de saia pois aquelas mãos fortes entraram bem fundo na minha xana, ele acariciou bem lentamente e quanto mais ele passava mais ela ficava molhada, ele foi chegando a minha calcinha pro lado e enfiou aquele dedo grosso e macio na minha xana e por um segundo achei que ia gritar de tanto prazer, aquele vai e vem era maravilhoso. Cada vez que tinha que trocar a macha eu ficava frustrada, mas era recompensada logo em seguida com aquele toque enlouquecedor. Nem nos meus sonhos mais loucos me imaginaria sentada em um taxi com as mãos na tora grossa daquele homem forte e suado enquanto ele enfiava aquele dedo gostoso na minha xana, era um ótimo começo de viagem.Foi muito rápido quando me dei conta estávamos com o taxi parado em baixo de um viaduto, o lugar parecia abandonado. Ele olhou pra mim como um canibal e pegou no meu cabelo com força me puxando pra perto.- É isso que você quer vagabunda?Eu me senti ainda mais excitada com aquela voz grossa me chamando de vagabunda- É isso que eu quero, quero que você enfie essa sua tora gostosa em mim com vontade e me faça gritar de prazer!Ele me puxou com força pra cima dele, era tão forte que eu nem precisei fazer força, quando vi ele estava beijando meu pescoço e apertando co força a minha bunda, estava tão gostoso aquela putaria que mesmo que acabasse ali eu já sairia satisfeita.Ele abriu minha blusa com cuidado, nem parecia aquele homem bruto e forte e quando meus melões pularam pra fora ele meteu a língua e deu mordidinhas de leve nos mamilos enquanto gritava:- Sua vadia gostosa, esses peitos são gostosos igual a sua bunda, vou meter nela também sua vagabunda, vou meter com vontade...Eu respondia cada vez mais excitada:-Mete gostoso, mete em mim...Ele abriu a porta do carro e me colocou pra fora, apoio as minhas mãos no teto do taxi e eu coloquei a minha perna apoiada na frente do carro de costas pra ele, ele empurrou minha calcinha pro lado e com a outra mão apertou meu peito com força enquanto falava no meu ouvido:-Eu vou meter gostoso vadia, se prepara.Meu coração acelerou e eu não podia mais esperar nem um segundo, empinei minha bunda pra trás e senti quando ele colocou aquela tora quente e grossa na direção da minha xana, ele enfiou um vez e tirou e mais uma e logo depois acho que percebeu que eu ainda era virgem.- Eu vou meter ai pela primeira vez vadia?- Vai gostoso, mete logo, me faz gemer, me faz gozar, me enlouquece antes que eu exploda de vontade.Ele enfiou com mais vontade e eu senti aquela tora quente dentro de mim, esqueci de tudo que tinha envolta, mesmo que alguém passasse por ali eu ao veria, o mundo parou e tudo que eu sentia era aquela boca quente no meu pescoço gemendo de prazer e aquele cacete enorme entrando e saindo da minha xana, eu me mexia pra frente e pra trás como uma cadela no cio e gemia como uma louca era como se eu sentisse que ia explodir e faltava só um pouco pra isso então eu gritava com força implorando pra ele continuar:- Vai, vai, ta quase, ah vai, você é bom nisso, mete gostoso, mete...-Vadia gostosa, vou te deixar toda molhada sua vagabunda...Eu estava louca de tanto prazer e gritava como uma louca, aquela mão grande e macia acariciava meus peitos e descia pela barriga, de repente ele foi descendo e me virou de frente pra ele, enfiou de novo o cacete dentro de mim e continuou aquele vai e vem gostoso cada vez mais forte e mais rápido, agora ele passava a mão na minha bunda e enfiava o dedo bem no meu cuzinho. Foi uma sensação diferente, como se o prazer pudesse ficar ainda maior.- Mete no meu cu, mete!Eu implorei como uma vadia de verdade e ele imediatamente atendeu, colocou pouco a pouco aquela rola grossa no meu cu e parecia que eu ia explodir de tanto prazer ele meteu lá por um tempo e quando eu me dei conta já avia passado muito tempo que estávamos ali naquela putaria gostosa.- Me faz gozar agora, porque eu tenho que ir embora!- Quer gozar vadia?- Quero! Me faz gemer faz!-Então se prepara!Ele me jogou no banco do carro e começou a meter com muita força enquanto apertava os meus peitos, a aquela altura o desconforto do carro nem importava mais, eu só gemia e pedia mais. Ele meteu com tanta força que em pouco tempo eu comecei a sentir, foi como estar subindo em uma montanha russa, você sobe e sabe que alguma hora vai ter a descida forte, então deseja que chegue logo e eu desejava como uma louca, e gritava:- Vai! Vai! Não para! Não Para!E ele fazia ainda com mais força, de repente senti todo o meu corpo se contorcer, como se uma corrente elétrica passasse por mim, eu gemi como uma louca e senti aquele liquido quente e molhado saindo de mim, logo em seguida ele enfiou os dois dedos lá dentro com muita força e parecia que tinha ainda mais prazer pra vir, conforme ele mexia mais eu me contraia e mais eu ficava louca de prazer. No fim eu peguei a rola dele e enfiei na boca, não me restava mais nada a fazer a não ser chupar aquele pau que me deu tanto prazer, eu chupei até ele gozar e depois de toda aquela putaria olhamos um pro outro e sem dizer nenhuma palavra entramos no taxi e fomos embora até o aeroporto.Chegando lá ele puxou meu cabelo com força e me deu um beijo molhado e cheio de vida me deixando excitada de novo, mais eu não poderia fugir pra mais uma transa afinal tenho uma longa viagem pela frente.


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A vizinha COROA

Em 1953 meu pai que trabalhava com indústria de peças para automóveis em São Paulo, recebeu um convite para montar uma indústria semelhante no Rio de Janeiro. Essa indústria foi montada em Manguinhos e assim que ficou pronta nos mudamos para lá e para ficar próximo da nova fábrica, papai alugou um apto em Olaria num prédio de três andares. No apto ao lado do nosso morava um casal de coroas e muito simpáticos com um filho pequeno, acho que deveria ter uns 2 ou 3 anos e logo pegamos amizade. Seu filho ganhou a simpatia de todos em casa e em pouco tempo ele passou a ficar mais conosco do que na sua casa. A amizade entre nós e nossos vizinhos foi crescendo e logo nossas portas ficavam abertas o que nos dava a liberdade de entrar e sair de nossos aptos sem nenhuma cerimônia. A mãe do menino era uma coroa mulata com um corpo de fazer inveja a qualquer mulher e tinha uma bunda grande e pernas bem torneadas, cintura fina e seios pequenos. As vezes quando eu entrava no seu apto ela estava bem a vontade com shortinho apertadinho ou de vestido deixando a mostra aquela bunda deliciosa. Confesso a que bati muitas punhetas em homenagem a ela. Certo dia entrei em seu apto para pegar alguma coisa pro seu filho que estava na minha casa e como sempre entrei pela porta da cozinha, antes que eu a chamasse escutei gemidos na sala, sem fazer barulho e curioso, dei uma espiada na sala, a minha vizinha estava com vestido levantado até a cintura, com as calcinhas arriadas, de quatro no sofá metendo e seu marido se deliciando com aquela bunda enorme. Fiquei parado olhando aquela cena e rapidamente fiquei de pau duro e sem cerimônia bati uma punheta olhando os dois fuderem pela fresta da porta que ligava a cozinha com a sala. Sem que eles percebessem encostei a porta da cozinha e voltei para casa em estado de choque, afinal eu nunca tinha visto ninguém metendo de verdade. Naquela época não existiam as facilidades que temos hoje em relação a sexo.
Fiquei alguns dias sem ir na casa dela e devo ter batido umas 20 punhetas pensando na minha vizinha. Numa tarde qualquer eu tinha acabado de chegar do colégio o menino veio em casa e falou que sua mãe queria falar comigo. Me troquei e fui ver o que ela queria, quando entrei no seu apto ela estava sentada na sala com um vestido bem soltinho toda a vontade e foi direto ao assunto me perguntando porque eu deixei de ir na sua casa, dei uma desculpa qualquer, então ela falou que se era pelo o que eu tinha visto naquele dia na sala. Eu falei que não tinha visto nada e ela sorrindo com uma cara de sacana, me disse que tinha me visto e também viu eu brincar com meu peruzinho, apavorado tentei sair mas ela não deixou e falou que tinha gostado de ver eu batendo uma punheta e que não era para eu ficar com vergonha. Me chamou para sentar no seu lado na poltrona e brincando comigo falou para eu deixar ela ver meu peruzinho. Eu falei para ela parar e eu não tinha peruzinho e sem um pau bem grande. Ela tirando um sarro de mim falou que só acreditava vendo e para me deixar sem graça perguntou se eu tinha brincado muito com meu peruzinho pensando nela. Nisso minha irmã veio me chamar para jantar e fui embora. Naquela noite não dormi direito sonhando com ela.
Dias depois, estava subindo as escadas do prédio e quando cheguei no nosso andar, ela esta abaixada com a bunda empinada pegando uns brinquedos que seu filho tinha deixado no corredor, como o corredor era estreito eu aproveitei para na passagem dar uma encoxada nela e quando sentiu meu pau roçando na sua bunda, forçou ela para trás em direção ao meu pau me pressionando contra a parede de maneira que não dava para eu sair.Fiquei com pau duro e comecei a roçar no seu rego por cima do seu vestido, ela me olhou e falou que parecia que meu pau não era tão pequeno como ela pensava e continuou a esfregar sua bunda no meu cassete. A essa altura eu já tinha perdido toda minha timidez e a segurei pela cintura de comecei a forçar meu cassete no seu rego, ela levantou e me chamou para dentro de seu apto. Com a cassete duro como uma pedra e seguindo ela como um cachorro segue uma cadela no cio entrei, ela fechou a porta me pegou pelas mãos e me levou a até a sala, sem nenhuma palavra ela abaixou meu calção e quando viu meu cassete, falou que realmente eu estava com razão que ele era bem grande pra minha idade. Ela começou a me bater uma punheta e com outra mão levantou o vestido e começou a tocar uma siririca por cima da calcinha. Não agüentando de tanta tesão comecei a gozar na sua mão e ela caiu de boca no meu cassete engolindo toda minha jovem porra sem nenhuma cerimônia e continuou a bater sua siririca, agora já com a calcinha de lado com os dedos enfiados na sua buceta peluda. Eu fiquei parado na frente dela olhando sua buceta e com o cassete pra fora do calção, ela olhando pro meu pau que ainda estava duro, tirou a calcinha, debruçou no sofá e levantando seu vestido pediu para que eu enfiasse na sua buceta e só gozasse quando ela pedir. Enfiei meu pau até o saco na sua buceta que estava toda molhada e fiquei bombando até que ela pediu para eu encher sua buceta com minha porra. Gozei como nunca tinha gozado e fiquei ainda um bom tempo com o pau dentro com ela se estremecendo toda. Quando tirei o pau todo melado, ela pegou meu cassete e falou que iria deixar ele bem limpinho e chupou lambendo toda porra que escorria da ponta dele.Sentei na poltrona coloquei meu pau pra dentro do calção, ela foi até a cozinha e veio com uma limonada gelada para tomarmos. Ela falou fica aqui relaxando enquanto vou tomar uma ducha rápida e depois quero conversar com você.
Fiquei sentado na sala não acreditando no que tinha acontecido e só de pensar comecei a ficar com tesão outra vez. Minutos depois ela saiu do banho e com um vestidinho bem soltinho e toda perfumada, sentou ao meu lado e perguntou se eu tinha gostado, eu respondi que sim e ela falou que morria de tesão de dar para mim, pois me achava um garoto muito gostoso e que tinha ficado admirada com o tamanho do meu documento. No meio da conversa ela percebeu que eu estava com pau duro e perguntou se eu queria mais, quando eu disse que sim, ela me disse que iria me dar outra coisa que com certeza eu gostaria muito.Tirou o vestido ficando totalmente nua, não estava usando nada por baixo, tirou minha camiseta e meu calção e começou a chupar meu cassete e pediu para que eu não gozasse. Ficou de bruços no sofá e pegando meu cassete, colocou na entrada do seu cú e pediu para eu enfiar bem devagarinho, coloquei a cabeça na porta do seu cú e ela rebolando foi engolindo ele até o saco . Fiquei alucinado e comecei num vai-vem rápido com ela gemendo e pedindo pro seu menino comer seu rabinho. Gozei mais duas vezes dentro até ela ficar saciada e eu com as pernas bambas.Sem tirar o pau de dentro ela deitou no sofá comigo agarrado na sua bunda e só tirei quando ele amoleceu. Mais uma vez ela limpou meu pau com a boca e como já estava na hora de seu filho voltar da creche e seu marido chegar, fui embora não sem antes passar a mão naquele rabo que tinha acabado de comer.
Depois disso eu já não achava mais graça em tirar sarrinho com minhas namoradinhas, afinal eu tinha sido comido ou tinha comido por uma mulher de verdade.
Moramos nesse prédio por mais dois anos e sempre nós dávamos um jeitinho de dar uma foda. Com o tempo ela foi me falando que tinha verdadeira tesão por garotos e quando ela me viu pela primeira vez, loiro de olhos verdes, tinha a certeza que iria me comer.


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Inicio de uma boneca

Essa e parte de minha historia, na verdade ela ? o meu verdadeiro come?o. Hoje tenho 30 anos vivo em Bras?lia mas sou natural do rio de janeiro tenho uma pequena empresa que meu companheiro montou p/ mim desde que nos mudamos do rio p/ ka. Desde de pequeno gostava de usar as roupas de minha m?e, ficava observando ela se arrumar com a maior aten??o e inveja, minha m?e ? ?m?e solteira? meu pai nunca conheci. Minha m?e tinha o habito de usar roupas extremamente provocantes, calcinhas min?sculas, cal?as coladissimas e blusas com decotes generosos , fora os vestidos quase transparentes com fendas enormes, isso s? ati?ava ainda mais minhas vontades, como ficava sozinho todos os afazeres dom?sticos ficava por minha conta desde a casa, a comida e todas as roupas era eu quem cuidava, assim como ela viajava muito a trabalho eu podia livremente pegar e usar suas roupas que ela n?o dava conta que algu?m havia mexido ou usado suas roupas. Assim nas viagens que ela fazia podia usar suas calcinhas, shortinhos, blusas e vestidos o dia todo e a noite sempre dormia de baby doll e calcinha ou camisola e ela nunca se dava conta, pq se sujasse eu lavava como era eu quem arrumava ela n?o percebia que havia mexido na roupa dela. Com o passar o tempo fui ficando cada vez mais ousado, mesmo com ela em casa suas calcinhas usava direto, mas por baixo de roupas masculinas e a noite me trancava no quarto e s? dormia de baby doll mesmo com ela em casa. Numa tarde de Domingo chegou em nossa casa um primo de Segunda grau, filho de uma prima dela que veio estudar em nossa cidade, um curso profissionalizante que a empresa que o pai dele proporcionou para filhos dos empregados da empresa com a inten??o de contrata-los no futuro e ele havia sido selecionado p/ uma dessa vagas. Ele era lindo moreno 1,72 alt cabelos negros cortado baixo, bra?os fortes, coxas grossas e peludas, T?nhamos a mesma idade, apesar de ainda ser um menino fiquei at?nito com ele. Com sua chegada imaginei de imediato que minha vida ia ter que mudar, afinal ele ia dormir no mesmo quarto que eu e ia dividir o espa?o dos dias da casa comigo, isso me aterrorizou, n?o poderia mas dormir de baby doll nem mais usar minhas roupas de mulher durante o dia, se quisesse usar algo teria de ser escondido mesmo quando mam?e viajasse. Mas isso n?o aconteceu somente a noite tive de mudar algumas coisas. Ele s? chegava tarde diariamente e a noite dormia direto acho que por cansa?o, isso me deixou tranq?ila, podia usar minhas roupa de dia e dormia a noite de calcinha por baixo de um short qualquer. Mais ai come?ou tudo numa tarde muito quente de sol, eu estava na cozinha lavando a lou?a do almo?o quando meu primo chegou de surpresa, eu n?o reparei sua chegada, estava distra?da usando um mai? preto e um shortinho branco totalmente transparente que mostrava o mai? todinho enfiado em minha bunda, como eu j? tinha cabelos compridos e os deixava sempre presos naquele dia eles estavam soltos ele chegou e n?o me reconheceu por causa do shortinho e dos cabelos mas aproveitou e ficou olhando para aquela delicia que lavava os pratos e ele n?o sabia que era. Quando me virei, eu e ele tomamos um susto ele por me reconhecer e eu por n?o te-lo visto. Fiquei cheia de vergonha na hora e ele come?ou a rir. Envergonhada corri pro quarto, depois de alguns minutos ele veio como estava trancado, foi me dizendo que queria conversar e abri a porta. Me perguntou porque estava usando aquela roupa e de quem era, eu n?o havia tirado ainda j? tinha sido visto mesmo me esconder mais pra que? Falei pra ele que gostava de usar e que aquelas roupas eram minhas. Depois de muito rir ele virou p/ mim e disse que n?o contaria nada pra minha m?e mas com algumas condi?es, teria que chupa-lo, como durante varias noites ficava olhando e ficando com a boca cheia dagua aquele mastro enquanto ele dormia, topei no mesmo instante, afinal resolvia dois problemas silenciava ele com mam?e e matava o desejo ter na boca aquela delicia. Como uma vagabunda me ajoelhei de frente pra ele, meio atrapalhada pus pra fora, j? estava duro feito rocha, era perfeito com uma glande enorme e rosada reto sem curvas com as veias salientes aquele mastro ficou a poucos cent?metros de minha boca, comecei a bater uma punheta e aos poucos beijando levemente fui pondo na boca , quando ele estava todo dentro ele agarrou meus cabelos come?ou a me balan?ar de encontro as suas virilhas isso quase me sufocava, porque isso fazia que seu pau fosse la dentro de minha garganta, mas gostava, ainda chupando ele me mandou empinar a bunda, depois que fiz isso ele come?ou a dar tapas nela isso me deixou ainda com mais tes?o, meu pintinho j? tava me incomodando, parei um pouco e tirei ele de dentro do mai? pondo de lado pos j? tava durinho tamb?m, nisso ele gritou comigo: ta gostando n? vagabunda chupa seu macho sua puta, gente quase gozei ouvindo isso, chupava alucinadamente, foi quando comecei a sentir que o pau dele estava duro ainda mais e pronto pra gozar ele me gritou que ia fazer, agarrou meus cabelos e gozou com for?a dentro de minha boca, senti aquele liquido quente invadindo e enchendo minha boca saiu tanto que escapava por entre meus l?bios, como n?o conseguia tirar a boca por que ele me segurava acabou gozando tudo dentro de minha boca, no inicio tive vontade de vomitar mas depois gostei do sabor, deixei um pouco no pau dele pra brincar e melar minhas m?os e deixei o resto na boca que balan?ava na boca de um lado pro outro pra sentir bem o sabor e engolindo logo em seguida, ele adorou me ver fazendo isso, aprendi num filme porn? disse a ele, depois que engoli fiquei alisando seu pau agora j? mole e exausto brinquei um pouco com ele esfregando no rosto e me lambuzando ainda mais com sua sobra de esperma meu tes?o era enorme pedi p/ sentar em seu colo e pondo minha bunda encostada em seu pau, comecei a bater uma punheta, ele agarrou na minha cintura e dava tapas por baixo na minha bunda mandando eu gozar e assim fiz sujei meu mai? e short todo, cai exausta do lado dele toda suja no rosto m?os e roupa, mas feliz da vida, Depois sa?mos e juntos fomos tomar um banho, essa historia n?o termina aqui tem muito mais, mas esta historia ta enorme deixa pra pr?xima.

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Minhas Garotas

Eu sempre vivi às custas das mulheres. Comecei com a minha. Ela ocupa um bom cargo num grande banco, ganha muito bem, e eu de vez em quando, trabalho como corretor. Trabalho bem pouco na verdade, porque a vida é muito boa para que nós a desperdicemos com trabalho. Prefiro gastar minhas energias de outra forma mais divertida. Minha mulher é muito bonita, e quando a conheci, ela estava noiva, com data marcada para casar. Eu comecei a cantá-la e não dei trégua. No inicio ela demonstrava uma cera irritação, e me deu várias cortadas, até meio deselegantes. Depois começou a levar na brincadeira e no final, se divertia mesmo. Por fim um dia, que depois ela acabou confessando, o noivo deu uma tremenda mancada, e ela aceitou jantar comigo. Pedi dinheiro emprestado a uma outra namorada que tinha na época, porque para variar eu estava totalmente duro, e a levei ao melhor restaurante que eu conhecia. O restaurante na verdade não era grande coisa, porque eu nunca fui de freqüentar bons lugares, mas era o máximo que eu conhecia. Nunca tive dinheiro para essas coisas. Sempre fui mais de freqüentar bares com sinuca e banheiros imundos e de sair com as mulheres que freqüentam esses lugares, e que de vez em quando se pegavam por minha causa, do que de restaurantes finos e mulheres cultas. Afinal na cama não tem diferença entre damas e putas. Então porque ficar gastando os tubos, falando difícil, se depois a trepada vai ser igual. Acho até que as vagabundas do boteco, em alguns casos são melhores. Sem frescuras. Às vezes fazem um boquete, agachadas nos corredores úmidos, escuros e cheirando a bolor, nos fundos dos botecos. De vez em quando tiram as calcinhas, levantam a perna e dão pra mim de pé, dentro daqueles banheiros fedidos. Depois lambem e chupam meu pau, pra deixar o lindo bem limpinho, segundo elas. Às vezes perguntam provocativas: não vai querer o cuzinho hoje, querido? Que pena.
Naquele dia, saímos para jantar e ela nunca esteve tão linda, refinada e bem produzida. Dava gosto ver. Ela sabia como se comportar em ambientes finos. É claro que eu tive que ouvi-la falar longamente, sobre seu noivo, e o quanto ele havia pisado na bola. Bebemos um pouco de vinho, e na hora de ir embora eu percebi que ela não estava acostumada com álcool. Levei a gata até seu apartamento e na porta eu a beijei e pedi para entrar para um último gole. Ela disse que não, e que não, e que não, e durante os nãos, eu continuava a beijá-la e apertar seus peitos que estavam sem sutiã. Apenas cobertos parcialmente pelo tecido de um vestido finíssimo. Acabei entrando. Não tomamos o trago. Continuamos a nos beijarmos e na pegação, fomos direto para o quarto dela e quando lá entramos, seus peitos já estavam na minha boca. Tirei seu vestido e encontrei a menor calcinha que já tinha visto, totalmente enfiada na bunda. Pensei comigo: ela até pode saber se comportar como dama, mas uma mulher que veste uma calcinha assim na verdade é uma bela duma puta. E naquela noite eu a tratei como tal. Chupei sua buceta deliciosa e fiz ela chupar meu pau até eu gozar. Gozei na sua boca e segurei sua cabeça com meu pau totalmente atolado em sua boca até ela engolir tudo. Coloquei ela de bruços para comer seu cu. Fiz ela babar bastante no meu pau, e depois segurando suas mãos nas costas, coloquei ela de ladinho e fiquei brincando de achar seu cu na base da tentativa. Sem olhar e sem segurar o pau com a mão. Brincadeira deliciosa. De vez em quando a cabeça encaixava e eu forçava. Ela pulava como uma cabrita e escapava. Até que eu achei que devia parar com a brincadeira. Sem muito esforço, segurei seus pulsos com apenas uma das mãos(ela continuava tentando se soltar), segurei meu pau com a outra mão, encaixei a cabeça entre as nádegas redondas e macias dela e empurrei forte. Sem dó nem piedade. Queria ouvir seus gritos. Senti a resistência gostosa do seu cu virgem ir cedendo, e no entusiasmo, fui abrindo caminho para dentro dela. Ela berrou desesperadamente enquanto meu pau ia afundando lentamente na sua bunda gostosa. Quase gozei só com os gritos dela. Tentou me morder, e então eu tive que usar um pouco de força para dominá-la. Me xingou várias vezes de filho da puta. Xingou tão alto, que acho que os vizinhos, do prédio todo, devem ter ouvido. Ela jurou por tudo que é sagrado que nunca tinha dado o cu, choramingou um pouco e depois se calou. Calou e ficou apenas gemendo baixinho. Me deitei sobre ela e só movimentei pra dentro e pra fora. Ela, que já não gritava, logo depois começou a gemer gostoso. Meti naquele cuzinho gostoso por alguns minutos e gozei. Só parti para comer a buceta, de manhã, após ter dormido um pouco. Ela estava dormindo quando eu comecei a acariciar sua bucetinha. Mesmo dormindo ela começou a reagir. Quando eu comecei a lamber, ela acordou. Colocou as duas mãos na minha cabeça, enfiou os dedos entre meus cabelos, acariciou de leve e dobrando os joelhos, abriu totalmente as pernas. Ela começou a se contorcer e continuou a acariciar meus cabelos e a gemer gostoso. Foram vários minutos de delícia total. Como é gostoso olhar para o rosto dela quando eu a estou chupando. Seu rosto demonstra um monte de emoções: nem todas eu entendo, mas sei que ela adora, teme, se envergonha e depois explode e pede para eu chamá-la de vadia, de puta, de rameira e por fim me puxa beija minha boca e abre totalmente as coxas grossas e macias para me receber. Foi uma trepada de uns quarenta minutos até ela gozar. Depois do gozo ela ficou mais de cinco minutos só beijando meu corpo, minha boca e meu pau, olhando para mim e rindo feliz. Depois confessou:
-é a primeira vez que gozo com um pau. Podemos fazer novamente?
Fizemos. Quando ela saiu para trabalhar, já vestida com um belo terninho, salto altíssimo, cabelo preso(lindíssima) me beijou na boca várias vezes, apertou meu pau com força e me disse: não saia daí até eu voltar. Eu fiquei dormindo, e não saí mais de lá. À noite, ela me encontrou só de roupão, vendo TV. Saltou sobre mim e disse que tinha rompido o noivado. Fomos para a cama.
Ficamos nessa vida durante alguns meses. Eu falava, sem muita convicção, que precisava trabalhar, mas ela dizia que o meu mais importante trabalho era agradá-la. Depois de alguns meses eu comecei a pedir coisas. Eu disse que precisava de um carro para poder fazer melhor, as coisas em casa e ela comprou uma porcaria dum carrinho 1.0 para mim. Pedi para ter conta conjunta com ela, mas ela negou e me deu uma merda de um cartão de credito com um limite de merda. Todo mês eu precisava avisá-la de que meu cartão estava com o limite estourado, para que ela providenciasse grana para cobrir o rombo. Afinal eu precisava de grana porque tinha sempre algum filho da puta me cobrando alguma divida de jogo. A sorte ultimamente andava arisca. Ela nunca reclamou de me dar dinheiro, mas eu TINHA que pedir. Pensei: já que é assim, vou ter que tentar aumentar minha renda. A oportunidade surgiu quando um dia, nossa vizinha me pediu ajuda numa coisa que não me lembro bem o que era e eu fui lá. Não era uma mulher bonita. Meio gordinha, na meia idade, com uma barriguinha que a academia nunca consegui eliminar, mas tinha uma bunda enorme, que desde que vi, tive a certeza que eu ia comer. Muito grande mesmo, e eu sempre adorei bundas grandes. Fiquei encarando a bunda dela o tempo todo e ela percebeu. Fiquei pensando se o marido comia aquela bundona enorme. Fiz o que ela pediu e fomos pra cozinha tomar café, e ela não parou um minuto de reclamar do marido. Eu disse para ela:
-ora deixa disso! Eu moro aqui do lado e estou sempre disponível. Se você precisar de alguma coisa é só me chamar. Você é uma mulher linda, e não deve perder tempo com essas coisinhas e nem se irritar com besteiras. Me chame que eu venho e resolvo ta? Ela riu e disse que eu é que era bonito e jovem e devia ter muitas garotas atrás de mim. Modestamente eu disse que não era nada disso, e que na verdade nunca tive ninguém que realmente gostasse de mim, e que eu era um grande romântico e blá blá blá. Papo vai papo vem, eu sempre elogiando a beleza dela, comecei a segurar seus cabelos com as pontas dos dedos, ajeitar a alça da sua blusa, e com isso tocava muito de leve em sus peitos também enormes, sempre falando como aquele decote estava maravilhoso. Ela ria e falava que eu era um bobo e empurrava minhas mãos que logo voltavam a tocá-la. Acabamos na cama dela. Essa era mais vagaba que a minha mulher. Dizia que era para eu gozar muito porque à noite o marido iria beber minha porra. Ele só chupava. Seu pau brochara há muito tempo. Não sei quanta porra minha ele lambeu durante os meses que eu fiquei com ela. Algum tempo depois ela me disse que nunca se banhou após dar para mim, só para sacanear o corninho. Passei a pedir algum dinheiro emprestado para ela e nunca paguei. O marido recebia por ela, na forma da porra que lambia. Todo mês ela emprestava. Nunca reclamou ou perguntou quando eu devolveria. Afinal alem do jogo eu ajudava uma namorada que vivia de programas e tava sempre numa dureza danada. Ela tinha um filho que insistia em dizer que era meu. Durante a noite eu dormia com minha mulher, e durante o dia eu fazia agrados na vizinha. Um dia sem mais nem menos ela contou tudo para o marido. Ele fez um escândalo e deu uns tapas nela. Ela pegou algumas coisas e disse que iria embora para sempre. Ele se desesperou e implorou de todas as formas para ela não ir. Ela ficou. A partir daí foi o paraíso. Eu passei a freqüentar a cama dela, mesmo quando o marido estava em casa. Foi a condição que ela impôs para ficar. Teve um dia que ela gritou meio alto, que ele foi até o quarto para saber se estava tudo bem. A partir desse dia ele passou a entrar no quarto mesmo quando eu e ela estávamos lá. Passava devagar e calado em direção ao banheiro da suíte. Às vezes ficava ali parado alguns segundos, e depois saía. Nunca dizia nada, mas ela disse para mim que depois que eu ia embora ele sempre queria chupar a buceta dela. Virou um ritual: Eu metia e gozava, e ele lambia.
Passei a pedir dinheiro emprestado para ele também. Minhas despesas estavam ficando cada vez mais altas. Da primeira vez que eu pedi, ele ensaiou uma reação muito indignada, me chamou de gigolô, michê, mas eu o convenci fácil, apenas disse que tinha umas gravações que poderiam cair na internet. Ele nunca mais reclamou. Era rico o calhorda, que diferença ia fazer para ele, algum dinheirinho para eu apostar nos cavalos?
Numa manhã ao entrar no apartamento da vizinha(do qual eu já tinha a chave), dei de cara com uma garota. Cabelos curtinhos, rosto arredondado e um sorriso de derreter um iceberg. Usava um short largo e uma camiseta justinha. Muito justa mesmo e com um decotinho delicioso que delineava um par de peitos novinhos, pequeninos e redondos. Na flor da idade. Era a filha deles, que terminara o ensino médio num colégio no exterior, e viera passar as férias de final de ano na casa dos pais. A mãe veio e nos apresentou dizendo que ela estudara em um colégio de religiosas na Suissa, e que após as férias iria fazer faculdade na Inglaterra. Olhei para ela e pensei: colégio de religiosas não é? Ainda deve estar intacta, se aquelas ?religiosas? depravadas não estouram o cabacinho dela com as suas perversões. Eu teria que descobrir.
Todo dia ao acordar de manhã(10:00 hs.) eu ia direto para meu outro apartamento. A vizinha sempre me esperava com o café na mesa, mas a filha nunca estava. Passava as noites na internet e dormia o dia todo. Depois do café, quase sempre saíamos para compras ou passeios. Aos passeios eu a acompanhava, mas às compras não. Coisa mais chata. Lá pelas 14 horas ela vinha me buscar para almoçarmos e à tarde quase sempre ela me arrastava para a cama. Ela sabia da minha situação com minha esposa e nunca me questionou. Por volta das seis da tarde(quando geralmente a filha acordava) eu ia embora. Tava difícil chegar na garota, mas eu tinha tempo. Ela não conhecia ninguém no país, tinha dificuldade com o idioma(sete anos na Suissa. Desaprendeu boa parte do português).
A mãe da garota sempre dizia que aquela forma de dormir de dia e passar a noite em claro tava errado, mas que a culpa era toda do pai nunca se impôs perante a filha e então deu nisso. Era um pai omisso e fraco.(e marido brocha e corno manso)
Numa tarde eu resolvi visitar o quarto da garota. Entrei e a vi dormindo, com a camisola enrolada na cintura, vestindo uma calcinha pequena. Toda descoberta. Fiquei parado, maravilhado com a beleza daquela bundinha. Dei a volta na cama e vi que os peitinhos também estavam fora da camisola. Camisola de algodão e bastante folgada. Lindinhos os peitinhos dela. Respirava com delicadeza, e isso era o único sinal de que se trava de uma pessoa e não de uma obra de Michelangelo. Sentei-me na beirada da cama e fiquei meio que hipnotizado pela visão daquela garota virginal, linda e inocente, dormindo um sono seguro e calmo. Se sonhava, devia ser com o melhor dos futuros, casada com o filho de algum empresário rico, com viagens, hotéis cinco estrelas e restaurantes finos. Talvez, mas eu vinha sonhando com ela já há algum tempo. Sonhos pornográficos e rudes, onde eu me deitava de costas e ela sentava com cu na ponta do meu pau, enquanto masturbava a própria buceta.
Acariciei seu rosto e ela se moveu. Abriu os olhos e demorou alguns segundos para compreender a situação. Perguntou-me:
-o que você está fazendo aqui?
-vim te acordar, mas você estava tão linda dormindo, que quase não tive coragem.
-há quanto tempo você está aí?
-uma meia hora porque?
Só nesse momento ela pareceu perceber os seios à mostra e então calmamente ajeitou a camisola e disse com a cara amuada sem olhar direto para mim:
-nunca mais entre aqui!
Enfiei dois dedos no decote da camisola e puxei para baixo com força fazendo saltar os dois peitinhos dela para fora. Ela se assustou muito e se encolheu toda, me olhando com os olhos muito abertos. Acariciei seus peitinhos por alguns segundos e depois apertei os bicos com força. Ela abriu a boca e fez uma expressão de dor e eu parei, mas foi o suficiente para ela perceber que eu é que mandava naquele momento. Voltei a acariciar bem devagar e vi os bicos crescerem. Não consegui evitar um sorriso de vitória. Ajeitei a camisola dela e falei:
-vamos querida dorminhoca, se levanta que tá a maior tarde de sol lá fora. Acho que você está desacostumada com o sol. Ponha um bikini bem bonito, que eu te levo à praia. Vamos logo! Vamos!
Estendi a mão e ela segurou para se levantar. Estava meio trêmula, e ainda meio confusa foi em direção ao banheiro. Não falou comigo no restante da tarde e não fomos à praia. Sempre que eu a olhava, percebia que ela desviava o olhar.
Na tarde seguinte, retornei ao quarto dela. Ela dormia e a visão foi anda melhor que a do dia anterior. Sua calcinha, meio fora do lugar, deixava aparecer um tufinho de pelos ralinhos e escuros, bem naturais, e as virilhas totalmente sem pelos. Lisinhas. Minha imaginação voou. Meu pau endureceu no mesmo instante. Abri a braguilha(estou sempre sem cuecas. As mulheres adoram) e deixei meu pau à vontade. Sentei-me na beirada da cama e meu pau ficou com a metade aparecendo. Eu queria que ao acordar ela tivesse essa visão. Toquei com os dedos sua barriga e escorreguei até encontrar seus pelos. Ela resmungou alguma coisa e acordou. Ficou me olhando uns bons segundos e notou meu pau aparecendo. Nada disse, apenas ajeitou a camisola, sentou-se na cama, depois disse:
-vou ter que falar para minha mãe.
Dei de ombros e dise
-então vá logo que ela acabou de chegar.
Me levantei e saí. Ela nada disse para a mãe. No outro dia eu voltei ao seu quarto. A cada dia era um ritual diferente, porem a cada dia eu a achava mais bonita. Puxei a alça da camisola e seu peitinho apareceu em toda sua plenitude. Fiquei observando sua respiração fazer com que ele se movesse suavemente. Me curvei e coloquei a boca aberta sobre ele. Chupei. Ela acordou e me empurrou forte, mas eu continuei chupando. Segurei seus ombros com as mãos e chupei mais forte ainda. Depois lambi bem devagar o biquinho e a soltei. Ela se ajeitou, se cobriu e ficou me encarando com um olhar feroz. Coloquei uma mão sobre suas coxas e avancei em direção à sua buceta. Recebi um baita tapa no rosto, e olhei para ela sem tirar a mão. Ela não disse nada, apenas me encarava de forma arrogante. Pensei comigo: essa tá no papo. Se realmente ela não quisesse, teria feito um escândalo desde o primeiro dia. Já tomei muito tapa de mulher. Toda mulher que me bateu no rosto, eu acabei comendo.
Passei de leve a mão no rostinho lindo dela e depois dei dois tapas. Um de cada lado, porem bem menos forte que o tapa dela que ainda ardia no meu rosto. Minha mão tinha avançado e tocava a calcinha de algodão folgada que ela usava. Enfiei dois dedos por baixo dela e toquei pela primeira vez a pele macia da sua bucetinha, sempre encarando seus olhos. Ela segurou rapidamente minha mão. Não me afastei e coloquei meu dedo indicador para explorar aquela delicia. Estava úmida. Tentei enfia o dedo e ela pulou como uma mola. Eu ri. Puxei sua camisola com tanta força que as alças arrebentaram, os peitinhos ficaram expostos, lindos e firmes. Puxei novamente e desta vez consegui arrancar toda camisola de seu corpinho. Ela ficou apenas com a calcinha. Estava assustada. Peguei seu rosto com as duas mãos e beijei sua boca. No inicio foi um beijo só de lábios, mas depois acabei passando a língua entre eles. No final acabei conseguindo enfiar um pouco a língua dentro da boquinha dela. Eu a soltei e vi seus peitinhos com os bicos rijos e enormes. Levantei-me e saí. Era tarde e minha esposa me enchia o saco, se chegasse em casa e eu não estivesse lá esperando por ela. Fui embora.
Eu estava ficando louco de tesão pela garota. No dia seguinte ao chegar no apartamento dela, encontrei a mãe vestida apenas de camisola e deitada de bruços no sofá. Fingia dormir. Lembrei que já fazia uma semana que eu não comia a coroa. Fiquei olhando o tamanho da bunda dela e pensei comigo que tava na hora de comer aquele bundão enorme. Puxei sua camisola para cima e fiquei acariciando suas nádegas, e de vez em quando tentava enfiar o dedo no cu dela. não dissemos nenhuma palavra. Baixei minha calça e coloquei meu pau na boca dela por uns minutos, enquanto já conseguia colocar um dedo no cu. Estava muito quente. Coloquei bastante saliva nos dedos e enfiei dois. Ela reclamou alguma coisa, mas eu não entendi porque ela tava chupando meu pau de olhos fechados e só saiu um grunhido em forma de resmungo. Depois de alguns minutos alargando o rabo da coroa, eu tirei o pau da boca dela e me encaixei entre suas coxas grossas. Abri bem suas pernas e dobrei uma delas, fazendo a gostosa ficar meio de lado no sofá. Encaixei o pau e fui empurrando o mais devagar que pude. Ela começou a fungar forte, mas não disse nada. Eu também não. Quando senti que a cabeça tinha entrado, parei e fiquei só alisando suas costas e beijando seu pescoço. Depois deixei meu peso fazer o restante. Soltei o corpo e senti meu pau deslizar deliciosamente para dentro do cu dela. Quase desejei que a filha dela acordasse e visse a cena. Fiquei ali comendo aquela bunda enorme, macia e lisa. Tirava o pau totalmente e enfiava novamente e ela soltava um som rouco. Não reclamou uma única vez. Gozei. Fiquei parado dentro dela até me recuperar. Demorou muito. Ela virou o rosto para mim e me beijou longamente, depois sorriu e disse:
-você é o cachorro mais filho da puta que eu já conheci! Não tem nenhum caráter, mas sem dúvida também é o mais gostoso. E alem disso é um sacana e tarado.
Eu a beijei e disse:
-é que você tem a bunda mais gostosa da cidade. Eu não resisti.
Ficamos ali no sofá mais um pouco rindo e conversando, depois fomos para a cama dela.
À tarde daquele mesmo dia voltei a invadir o quarto da garota. Quando eu entrei ela estava sentada na cama com as pernas cruzadas, numa situação que deixava a sua calcinha toda à mostra. Teclava alguma coisa no computador. Quando me viu, fechou o computador e ficou me encarando desafiadoramente. Camisola pelo quadril, pernas descobertas, calcinha exposta à minha apreciação. Sentei-me e tentei pegar o computador, mas ela segurou ele fechado. Insisti, e iniciamos uma luta pela posse dele. Desisti do computador, mas continuei me atracando com ela. Eu só queria continuar pegando nela. Depois de alguns puxões, sua camisola já era. Rasguou em pedaços. Paramos de lutar e eu me deitei sobre ela. Beijei-a. No inicio ela me recusou, mas como eu não desisti, depois de um tempo eu percebi que ela passou a aceitar meu beijo e finalmente passou a sugar minha língua e a abrir a boca para mim. Acariciei sua buceta por sobre a calcinha e senti sua língua invadir minha boca. Puxei sua calcinha com força e arrebentei um dos lados. Coloquei a mão entre as coxas lisas e durinhas dela. um dos dedos percorreu toda bucetinha macia. Me soltei do beijo e desci lambendo todo seu corpo até que minha boca se encaixou entre suas pernas. Senti a vadiazinha se contorcer e soltar um suspiro entrecortado. Alguém já tinha lambido aquela buceta antes. Ela sabia direitinho como facilitar minha tarefa. Lambi toda sua extensão. Beijei ela toda e lambi as virilhas, a barriga, depois desci até a bucetinha novamente. Ela dobrou as pernas e se ofereceu totalmente para mim. Lambi seu cu. Ela gemeu pela primeira vez. Continuei lambendo o cu e a buceta. Percebi que logo ela gozaria. Seu ventre se contraiu forte e ela estremeceu. Gemeu alto e fechou as pernas em torno da minha cabeça. Eu a suguei durante todo seu orgasmo.
Quando ela parou, eu comecei a brincar com seu clitóris. Cada vez que eu lambia, ela tinha uma espécie de contração. Estremecia. Eu estava no paraíso. Tinha feito ela ter um orgasmo, só com a boca.
Deitei-me ao seu lado. Bem encostado nela. Estava suada e com o coração batendo rápido. Passei o braço em torno de seu pescoço e puxei sua cabeça para cima do meu peito. Senti seus seios macios e delicado se apoiarem em mim. Fiquei alisando seu corpinho delicado, e aos poucos puxei uma de suas pernas para cima de mim, numa tentativa de fazer ela ficar montada em mim. Ela reagiu e se afastou. Levantei-me ajeitei minha roupa e fui embora. Sabia que tinha que ir devagar. Ela tinha que se viciar em mim.
No dia seguinte eu fiz varias caricias nela e ela se mantinha quita e calada. Apenas me olhava com aqueles olhos muito negros e redondos. Quando eu a beijei ela fechou os olhos e correspondeu gostoso. Enquanto a beijava abri o zíper da bermuda, tirei meu pau e coloquei na mão dela. Ela me empurrou e ficou meio assustada. Acariciei seu rosto beijei varias vezes seus lábios, assim meio de brincadeira, até que a senti relaxando lentamente. Peguei sua mão e colquei dentro da minha bermuda. Imediatamente eu a senti ficar tensa, intensifiquei no beijo e ela segurou meu pau pela primeira vez. Ficou segurando meio sem ação. Pensei comigo: vou ter que ensinar tudo a essa garota! Que sacrifício eu faço por ela! Coloquei minha mão sobre a dela e fui ensinando ela a me punhetar. Logo depois ela já fazia sozinha e eu gozei na sua mão. Ela parou de me beijar para ver a porra esguichar. Parecia fascinada. Ficou apertando e massageando meu pau até escorrer a ultima gota de porra.
Perguntei se era a primeira vez que ela via um cara gozando e ela finalmente falou comigo meio rindo:
-assim de verdade é a primeira vez. Já tinha visto só em filmes.
-alguma amiguinha já te lambeu? Ou quem sabe uma daquelas professoras?
Ela fechou os pulsos e bateu várias vezes nos meus braços rindo e disse:
-para, seu sem vergonha, ninguém nunca me lambeu não!
Na tarde seguinte, estávamos rolando na cama com ela segurando meu pau como se fosse um troféu conquistado. Fiquei deitado de costas e empurrei sua cabeça em direção ao meu pau. Ela levantou a cabeça e me olhou muda. Suavemente eu peguei sua cabecinha e empurrei de forma segura até sentir seu rosto encostado nele. Fiquei segurando. Depois de vários segundos senti pela primeira vez, seus lábios envolverem a cabeça do meu pau. Quentes e molhados. Bem molhados. Respirei bem fundo e gemi alto. Ela engoliu o que deu com sua boca muito pequena. E chupou. Enquanto eu brincava com os dedos na sua bundinha. Ao sentir que ela punhetava meu pau com a boca eu não resisti e gozei. Quando ela recebeu o primeiro jato na boca, tirou meu pau e os jatos de porra atingiram seu rosto e seus cabelos. Mas ela continuou segurando meu pau. Pensei que ela fosse reclamar, mas ela olhou para mim e riu. Riu de satisfação pelo meu gozo. Fomos juntos para o chuveiro. Eu a lavei e ela a mim, e depois ela ligou para a mãe e disse que nós iríamos tomar sorvete. Saímos no carro dela, e a todo momento ela me olhava e ria.
Ficamos nessa por mais de uma semana. Ela estava feliz, eu não. Toda tarde nós brincávamos até gozarmos. Eu já tava cansado daquelas brincadeirinhas. Queria o cabacinho dela. Queria gozar dentro da bucetinha virgem dela.
Esperei até que um dia que minha esposa avisou que ia viajar na outra semana e então eu preparei o esquema. Não invadi o quarto dela nos últimos quatro dias. Ela passou a me olhar de cara amuada, e tratar a mãe de forma áspera. Só eu sabia o porquê. Tava deixando ela no sufoco propositalmente. No dia que minha esposa viajou, eu fui logo cedo pra casa da vizinha. O marido ainda tava tomando café e eu aproveitei pra pegar uma graninha com ele. Depois peguei a esposa dele pela mão e levei para o quarto. Ela foi comigo, rindo e apertando minha bunda só para o marido ver. Ele nos acompanhou com o olhar, ainda mastigando o pão do café da manhã. Depois do almoço eu sumi. Passei a tarde fora com minha namorada puta. Ela era uma boa companhia. Levamos o garoto para almoçar, e depois fomos até um cassino clandestino jogar um pouco de 21. Quando meu dinheiro acabou, fomos para a casa dela. Por volta da meia noite, eu peguei um dinheiro com ela e fui jogar um pouco de sinuca.
Já de mad**gada eu entrei no apartamento. Entrei em silencio e fui direto para o quarto da minha garota. Entrei, e ela dormia com o abajur aceso, que iluminava bem suavemente o quarto. Lembro que pensei que ela era mais linda do que a bela adormecida. Sentei-me na borda da cama, e acariciei seu rosto e cabelos. Ela resmungou qualquer coisa e acordou. Ficou me olhando por vários segundos, e depois saltou no meu pescoço. Beijou-me por uns dois longos e deliciosos minutos. Depois soltou meus lábios e me apertou com o máximo de força que podia. Reclamou que eu não gostava dela, que a tinha abandonado, que eu não prestava(ela estava começando a entender). Enquanto isso, eu tratava de explorar seu corpinho delicioso, liso e durinho, quente e inquieto. Tirei sua camisola. Tirei sua calcinha(ela já estava sem sutiã). Ela tirou minha camisa e me ajudou a tirar a calça(como sempre eu estava sem cueca). Ela sorriu ao ver meu pau. Pegou e colocou na boca. Olhos fechados de prazer. Mas hoje eu queria o cabacinho e não ia deixar por menos. Me deitei sobre ela e com os joelhos, fiz ela abrir as pernas. Sempre beijando-a, fui me colocando entre suas coxas, até encaixar a cabeça do pau na entrada da sua buceta. Senti que a cabeça entrou suave mas encontrou o obstáculo do himem intacto. Ela passou os dois braços em torno do meu pescoço e apertou bem forte, como que antevendo o que ia acontecer. Boca aberta, mordendo meu ombro, eu a senti levantar a pelves e dobrar os joelhos, procurando a melhor forma de receber meu pau. Fui empurrando e tirando bem lentamente, mas firme. Num momento eu pressionei mais forte e mantive a pressão, com meu corpo todo curvado sobre ela. Senti seu hímem se romper, e seus dentes cravaram forte no meu ombro. Procurei sua boca e a beijei. Fiquei quieto, sem empurrar mais nada até ela se recuperar. Olhei seu rosto e vi nele, um sorriso de vitória, então eu fui empurrando bem lentamente meu pau até sentir que tinha enfiado tudo. Senti seus pelinhos macios e ralos, encostarem em mim. Ela agora, era minha. Me movimentei bem suave e ela manteve o abraço apertado em torno do meu pescoço. Depois fui metendo mais forte e logo ela começou a gemer gostoso. Aí eu soquei forte pra valer. Cada vez mais forte e rápido, até que ela começou a estremecer e cruzou sua pernas nas minhas costas. Estava gozando. Soltou uns gemidos bem altos e depois foi gemendo baixinho, de forma entrecortada, obedecendo o ritmo da minhas socadas. Comecei a gozar dentro dela e gritei alto. Depois do gozo, ela ficou vários minutos beijando meu rosto, meu pescoço, meus ombros, braços, e boca. Ficamos abraçados, enquanto eu a olhava, e ela sorria para mim sem me soltar. Fiquei quieto, com o pau dentro dela um tempão. Depois ela me soltou meio contra a vontade, sentou-se na cama ao meu lado, passou os dedos na buceta várias vezes enquanto me olhava e sorria. Depois começou a acariciar meu que estava mole e manchado de esperma meu e líquidos dela. Quando ela sentiu que ele endurecia novamente, me olhou sorrindo, e deitando-se ao meu lado passou sua perna sobre mim. . . . .



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Suruba na républica

Meu nome é Cristina (Cris), solteira, loirinha, 1,60m, 52Kg, olhos azuis, tenho meus atrativos... sou natural de Maringá-PR e vim para Campinas para fazer faculdade... moro em uma república com mais 2 amigas e faço bico como garçonete de um bufet chiquérrimo para minhas despesas em geral, visto que a Universidade é pública.
No mês passado fui chamado pela agência para atender uma festa bodas de prata organizada pelo bufet. Sábado à noite, de uniforme (saia preta, camisa preta de manga comprida, sapatilha preta, cabelos presos com laço também preto... muito discreto e elegante... como tenho seios pequenos e a cor da roupa é escura dispenso o sutien e uso como de costume uma minúscula tanguinha preta). Os meninos que também fazem ponta como garçom são bonitinho e as vezes rola um clima.... mas nesta festa foi diferente. O casal que comemorava o evento de 25 anos de casamento, tinha duas filhas e um filho (Caio), uns 20 anos, cabelos escuros, olhos claros, queixo quadrado, marca de barba, cara de macho mesmo, mais ou menos 1,80m ... um verdadeiro príncipe; percebi que as paqueras com ele vinham de muitas convidadas e todas as idades... eu fiquei bem interessada no gato, passei a servi-lo constantemente, seja com as bandejas de canapés como nas taças de vinho... a principio ele pouco me notou pois conversava animadamente, mas na 3ª investida ele fez um movimento brusco esbarrando no meu braço enquanto servia vinho e ao se desculpar olhou bem nos meus olhos e disse: - Quem deixou este anjo entrar na festa!!!... você é linda menina. Fiquei vermelha de vergonha e confesso que minha calcinha molhou de tesão nesse momento. Continuei a servir os convidados, quando Caio se aproximou e cochichou no meu ouvido... ? Preciso falar com você, estou apaixonado e quero fazer uma festa como está daqui há 25 anos com você ao meu lado! Confesso que foi uma cantada inspiradora e eu que já tava afim do gato, pedi para ele me encontrar nos fundos do estacionamento do bufet após contarem o bolo, momento que ninguém daria por minha falta.
Marcada 23:30h quando nos encontramos e ele sem perda de tempo me agarrou e tascou um beijo de língua de perder o fôlego... retribui na mesma intensidade... nosso amasso foi esquentando o clima e o tesão pairava no ar... ele lambeu minha orelha, beijou e mordeu meu pescoço, desabotoou minha camisa e começou a mamar meus seios cujos bicos estavam rígidos. Não agüentando tanta instigação, fiquei de joelhos e liberei seu pau duro de dentro das calças (uma bela ferramenta, uns 20cm, uma cabeçorra grande e vermelha, inchado com veias salientes)... mamei naquela pica com vontade, lambi seu saco, massageei suas bolas, punhetei com gosto, até que Caio gozou em minha boca me fazendo engolir boa parte do esperma.
Os convidado começaram a sair e os valets vieram buscar os veículos... para não sermos surpreendidos, Caio me colocou dentro de seu carro e falou:- Fique aqui vou me despedir de algumas pessoas e vamos juntos embora... ele demorou uns 15 minutos e ao retornar já com as chaves do veículo fomos embora.... Levei Caio para a república (pois temos quartos independentes)....ao chegarmos minhas colegas (Lú e Tati) estavam acordadas, cumprimentaram Caio com sorrisos e quando fomos para o quarto Tati gritou: - Se sobre alguma coisa manda pra nós.... Caio riu e mal fechou a porta atrás de nós arrancamos as roupas e nos jogamos na cama.... ele abriu minhas pernas e começou a lamber fundo minha buceta, mordiscando meu grelo e brincando com meus pelinhos dourados da xana..... fui aumentando minha excitação e quando ele enfiou um dedo no meu cu.... gozei como doida... gemendo e gritando.... Lú e Tati gritaram da sala: - O coisa boa.... tamo só vontade!!!
Caio sem se preocupar com os comentários da platéia, me colocou de lado e ele de joelhos enfiou sua rola na minha xoxota, metendo sem dó... por vezes tirava por completo o pau e atolava com força novamente.... gozamos juntos e ao sair a rola da buceta ficou escorrendo porra para fora da grutinha. Exaustos nos enrolamos nos lençóis para irmos ao banheiro que fica no corredor.... entramos no chuveiro (sabe como é república feminina.... sem box, cheio de cremes sobre a pia e num varal improvisado inumeras calcinhas)... Caio começou a apreciar, quando Lu e Tati entraram no banheiro já nuas e se juntaram a nós no banho.... Lú disse: - Não seja egoísta.... o bonitão já fez você gozar deixa a gente curtir um pouquinho. Lú é uma mestiça (pai japonês, mãe brasileira), toda meiga e pequenina, pouco seio, xoxota peluda, safada como ela só.... Tati é mineira, morena clara, cabelos com reflexo, seios volumosos de mamilos escuros e bicos grandes, bucetinha de pelos aparados, piercing no clitóris e uma tatuagem na virilha de uma diabinha com tridende.
Enquanto Caio me beijava, Lú fazia um boquete nele enquanto Tati o abraçava por trás e lambia sua orelha.... Ele ficou completamente louco e antes que gozasse, Lú direcionou sua vara para o cuzinho de Tati já lubrifica de sabonete, fazendo com que em poucas estocadas ele enchesse o cú dela de porra.... Lú tirou a rola babada de porra e lambeu tudinho.
Nos enxugamos e fomos para sala... no chão de carpete com muitas almofada demos iniciou a uma nova suruba e pela primeira vez, nós três (eu, Lú e Tati) nos tocamos e nos beijamos.... Tati mandou ver numa siririca na minha buceta, enquanto eu beijava Caio, o qual tinha Lú sentada em seu colo com a rola enfiada na buceta... trocamos várias vezes de posição e adorei quando Caio meteu no meu cu com Tati lambendo seu saco e eu chupando o xoxota de Lú.
Caio gozou 6 vezes aquela noite e exausto desmaiou, acordando ao meio dia do dia seguinte.... olhou para nós três e percebeu que nos queríamos mais!!!!
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Não sei como tive Coragem


Era uma quarta-feira ,estava muito calor e eu sem sono,ai o meu marido me convidou para sairmos e tirarmos umas fotos sexy pelas praças da cidade.Achei divertido e então falei para esperar eu trocar de roupa.Entrei no quarto e tomei um banho e raspei minha xaninha, coloquei uma micro calcinha preta e um vestidinho de alça branco transparente que o maridão achava uma tesão pois quando soltava as alcinhas os meus seios quase amostravam os bicos.Coloquei uma sandália branca de salto bem alto e com tiras de brilhantes para compensar os meus 1,50 mts pois sou baixinha e peso 48 kgs e 300ml de silicone nos meus seios,fiz uma maquiagem bem pesada que fiquei irreconhecível parecia uma putinha,rs.Quando sai do quarto o meu marido ficou de boca aberta e disse nossa amor como vc está gostosa,pegou a camera e saimos.Passamos num bar e compramos uma cervejinha gelada e quando iamos saindo os olhos dos homens me comiam dentro daquele vestidinho curtinho mostrando as minhas coxas, minhas curvas e a calcinha preta e eu me fresqueava mais ainda.Saimos rindo do bar e passamos da meia noite tirando fotos de todos angulos com e sem roupa,teve uma hora que eu estava peladinha na praça quando nos surpreendemos com um carro vindo em nossa direção o meu marido falou para que não me apavorasse que eu me debrussasse na janela do carro e ele entrou e quando o carro se aproximou eu fiquei gelada e fiz como ele disse e os rapazes do carro passaram e me chamaram de tesão e gostosa.Nossa a adrenalina foi a mil e quase gozei de medo e excitação peladinha na rua.O meu marido falou que eles confundiram com uma putinha e eu ri e até gostei.Entramos no carro e coloquei a roupa tremendo tomei uns goles de cerveja e a esta altura já estava toda molhadinha e quente.Demos umas voltas e ja passava de 1:00hr da manhã achamos um bar e sinuca aberto.Entramos para tomar uma cerveja,notei que tinha um jovem de uns 24 anos e um senhor grisalho alto de uns 45 anos jogando sinuca e um barman de de mais ou menos 20 anos.Quando os homens me viram chegaram a parar de jogar,depois disfarçaram e continuaram mas não tiravam os olhos das minhas pernas bem torneadas com as coxas de fora , perfeitas e morena clara.Meu marido notou que eu estava me exibindo para os caras e sorriu como se estivesse gostando.Conversamos um pouco e bebemos e aquele clima de olhares foi mexendo com o meu ego e vaidade.Eu já estava meia alegrinha devido a cerveja o meu Marido perguntou se eu teria coragem de tirar fotos nua ali.Fiquei vermelha e excitada mas mexeu com meu orgulho e eu disse que sim e perguntei: voce deve estar brincando? Pois fizemos 30 anos de casados e eu já estou com mais de 45 anos mais tudo em cima é claro.Ele perguntou se eu me garantia eu de imediato disse sim.Mas achei que fosse tudo brincadeira,quando para minha surpresa ele se levantou e foi conversar com o barman em separado e vi quando o mesmo balançou a cabeça como se dissesse sim,meu marido olhou para mim e sorriu e foi até a mesa de sinuca e conversou com os dois homens e os mesmos tambem fizeram o mesmo sinal.O meu marido me pegou pela mão e me apresentou como Jenifer para cada um deles e perguntou na minha frente se eles manteriam a palavra de não fazer nada que me constrangesse ou contra a minha vontade,eles juraram que não fariam nada e isto me deixou super segura mas vermelha de vergonha.Tomei mais um gole de cerveja e meu marido me mandou simular uma tacada com o bumbum empinado e como nunca peguei um taco, o homem mais velho de nome julio encostou por tras e pegou a minha mão e me ensinou ,nisto o meu marido começou a fotografar. Quando o júlio encostou em mim senti a saliva descer seca de medo e tesão.Depois fiz varias poses e como o meu vestidinho era curto cada tacada que eu dava as bochechinhas redondinhas da minha bundinha ficava a amostra e os homens ficavam cada vez mais excitados e sorriam direto foi quando o meu marido pediu para o barman se não podia fechar a porta e ele concordou pois ja era muito tarde.Quando fechou a porta eu fiquei mais segura e solta.Meu marido pediu para ele se tinha um pano para por na mesa imediatamente o barman pegou uma napa vermelha e cobriu parte da mesa em seguida me colocaram sobre a mesa fiz varias poses sexuais inclusive ficar de quatro mostrando as calcinhas para aqueles homens que nem falavam mais nada .Toda hora esfregavam a mão ajeitando os seus membros que não escondiam mais os volumes acentuados o que me deixava muito vaidosa. Ai me desceram da mesa e tiramos varias fotos por mais de 30 min. E eu fui ficando intima e relaxada com os tres.Então meu marido mandou eu pegar o taco e encostar de frente na mesa e passar o giz e coxixou com o júlio e o mais novo de nome luiz e eles chegaram do meu lado e enquanto batia as foto o julio baixou a alcinha do meu vestido que ficou quase aparecendo o bico do seio,continuamos a bater as fotos e o Luiz me ofereceu um gole de cerveja e quando coloquei o copo na boca ele abaixou a outra alcinha. Fiquei vermelha de vergonha e ao mesmo tempo cheia de tesão não sei como explicar mas eu estava adorando tudo,me pegaram e colocaram sobre a mesa e colocaram uma musica black bem lenta e gostosa e me pediram para dançar e eu olhei para o meu marido e ele concordou.Eu já bem fresca e me sentindo a gostosa,Comecei meia sem graça e dura a fazer alguns movimentos acompanhando a batida daquela musica e começou a subir um calor no corpo todo com os seios quase de fora e toda arrepiada e eles começaram a pedir para abaixar o vestidinho e eu comecei a rebolar e devagarzinho fui baixando e quando meus seios ficaram a amostra eles ficaram doidos,eu adorei ver os olhos deles me chupando os seios como se me devorassem .Eu fui ficando cada vez mais excitada e toda meladinha desci lentamente todo vestido ficando só de calcinha e comecei a rebolar como uma fresca e eles pedindo mais ,mais ,mais ,olhei pro meu marido e ele sorriu dando sinal verde e eu já louquinha de tesão comecei a baixar a calcinha e levantava de novo pois faltava coragem e eles suspiravam cada vez que eu ameaçava tirar a calcinha que a esta altura ja estava toda enfiada na minha xaninha e eu já louca pra me amostrar, aí o barman me deu um copo de cerveja e eu olhava para eles e mordiam e passavam a língua nos lábios como se desejassem me tocar e me chamavam de gostosinha ,tesão,delícia e eu fui tomando gosto me virei de costas para eles e fui baixando a calcinha lentamente eles ficaram mais loucos vendo a minha bundinha toda de fora e fui tirando tudo e fiquei peladinha e me virei com a xaninha raspadinha toda a amostra e comecei a passar as mãos no meio das minhas pernas e esfregava as minhas nadegas e fui esquentando não sei como tive coragem e passava os dedo na minha xaninha feito uma taradinha e me achava deliciosa assim rebolando toda meladinha diante daqueles tres homens estranhos até acabar a musica e eles me aplaudiram e me elogiaram que me senti uma rainha. Então meu marido mandou deitar na mesa e me fotografou em varios angulos mas o mais dificil foi quando fiquei de quatro com a bundinha arrebitada virada para os quatro com a minha bucetinha arreganhadinha,senti um arrepio e a minha xaninha umedeceu inteirinha.Depois de varias fotos inclusive sentada nos colinhos deles coloquei o meu vestidinho e o meu marido guardou a minha calcinha no bolso.Estava pronta pra sair dali quando o meu marido foi lá e agradeceu o cavalheirismo deles e conversou baixinho com eles e eu fiquei curiosa pois não consegui escutar.Quando estavamos para sair o Luiz me pediu uma coisa para guardar de lembrança devido ao respeito que eles tiveram por mim.Eu respondi que dependia do pedido e ele me pediu para dar um beijinho na minha xaninha eu me arrepiei toda e fiquei cheia de tesão e olhei para o meu marido e ele falou que se eu me garantisse,tudo bem ,eu louca e curiosa para sentir a boca na minha xaninha e toda vaidosa concordei.Nossa que loucura que eu fiz , o luiz chegou perto de mim e eu levantei o vestidinho separei um pouquinho as minhas pernas e o meu marido fotografando tudo, ele se abaixou e beijou bem no meu grelinho soltei um gemido e enfiou toda a lingua na minha xana e me chupou que parecia que ia me engolir e eu gozei facil pois estava toda meladinha e num esforço brutal arranquei a cabeça dele do meio da minhas pernas e sorri e disse bem fresca que o acordo era só pra beijar .Chegou a vez do barman o mais novinho se baixou e beijou a minha xaninha e se aproveitou e chupou como um louquinho e eu gozei de novo até empurrei a xaninha para frente e sem muitas forças arranquei aquela linguinha gostosa de dentro de mim gemendo de tesão e quiz desistir mas o júlio pediu por favor que ele não se aproveitaria da minha fraqueza e eu ja não me controlava mais e louca de tesão concordei e olhei para o meu marido que sorriu pois estava excitado com as fotos.Foi quando levantei outra vez o meu vestinho como uma putinha oferecida e abri mais as pernas e o júlio me agarrou nas bochechas da minha bunda cravando as unhas colocou aquela linguona na minha xana quase desmaiei e ele começou a chupar com força e eu puxei a cabeça dele contra a minha xaninha olhei e sorri assanhada para os outros dois e eles vieram e começaram me chupar e tiraram o meu vestidinho de novo e um ficou atras acariciando a minha bundinha,o Luiz me chupando os seios e o júlio engolindo a minha xaninha toda e comecei a gozar alucinada sem perceber o barman me pegou pela cintura elogiou o meu bumbum e começou a me penetrar no meu cuzinho eu não aguentava mais quando o barman gozou no meu rabinho foi ai que o luiz de 25 anos tambem fez o mesmo,vestiu aquele talo grosso e tambem me comeu o rabinho parecia que ia me rasgar toda com aquele talo dentro de mim inteirinho não aguentei e comecei a mexer com força e rebolar de tesão com as mãos dele agarradas na minhas bochechinas redondinhas abrindo o meu reguinho empinado facilitando a penetração e ele gozou todinho no meu rabinho esgaçado e eu já estava com as pernas bambas quando o júlio se levantou e largando a minha xaninha e desceu a calça e a cueca , quando vi aquela vara enorme e dura e me agarrou pelas ancas e eu quis desistir mas já toda molhadinha abri as pernas ele enfiou aquela vara toda na minha bucetinha, eu dei um grito de dor e tesão e ele me pendurou no colo contra a parede e mexia com muita força e me fez gozar que nem uma cachorra engatada e rebolando louca de tesão gozei inteirinha e senti aquela vara jorrar dentro de mim que deu até um calor e quando tirou aquele tarugo de dentro da minha xana melou toda as minhas pernas e eles sorriam e continuaram os elogios e eu pedi um pano e limpei as pernas vesti o meu vestidinho amassado e toda satisfeita dei um beijinho de cada ,peguei uma cervejinha e eu e meu marido saimos.Eu mau conseguia andar com as pernas bambas .Meu marido olhou pra mim e disse ainda não acabou falta a minha vez amor e eu disse peça o que voce quizer que a tua putinha realiza.Ele ligou o carro e no meio de uma rua semi deserta parou e disse: tira o teu vestidinho minha putinha gostosa e eu obedeci .Ele mandou eu andar nua pela calçada, os carros passavam e me chamavam de puta gostosa e de louca.Eu escondia o rosto e fui novamente ficando excitada toda peladinha a amostra na rua. Ele botou uma musica bem gostosa e mandou eu rebolar na frente dos faróis para ele e assim eu fiz dançando com as pernas abertas me oferecendo e rebolando gostosa e fui começando a ficar toda molhadinha e louca pra ser comida de novo quando ele me jogou no capô do carro e enfiou aquele pausão gostoso todo na minha xana e eu fiquei metade no capô e metade fora na vara dele e gozei varias vezes até que ele tambem gozou.Nos beijamos loucamente pelados na rua.Vestimos as roupas e fomos para casa .Já se passaram dois anos ,isto foi em 2006 eu nunca mais tive coragem de fazer esta loucura de novo, mesmo às vezes me masturbando só de pensar e o meu marido me incentivando,até aqui eu não tive coragem de fazer mais. Não sei de onde tirei coragem para fazer tudo isto.Tenho medo de fazer e não aguentar mais ficar sem aqueles beijos e aquelas línguas gostosas na minha xaninha, mas se eu fizer outra loucura voces saberão.beijos!
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A vida é uma surpresa


Meu nome e V. tenho 46 anos 1.65 de altura pele clara cabelos pretos médios olhos verdes e 65 klg bem distribuídos e um bunbum um pouco avantajado..
Sou casada há 23 anos 2 filhos e amo o meu marido.
Mas a vida da muitas voltas... certo dia estava em casa na hora do almoço eu escutava um programa de rádio e nesse programa hum homem anunciava o seu perfil e que ele era separado os filhos criados e que estava a procura de uma companheira, a medida em que ela falava o perfil que ele procurava eu brincava e dizia sou eu...mas na brincadeira.
Ele anunciou o seu nome e seu celular, não sei porque mas eu gravei mentalmente, passava-se as horas todos saíram e eu fiquei sozinha e esse nome que vou chama-lo de R. e ele tem 52 anos e o seu numero do celular não saia da minha mente e acabei ligando pra ele so por curiosidade e do outro lado atendeu uma voz carinhosa e começamos a conversar e falar de nossas vidas e eu contei a verdade a ele que seria apenas uma curiosidade.
Mas ele insistiu em me conhecer e disse que nunca tinha conversado com uma pessoa agradável e extroverida com eu, fiquei na duvida e falei que pensaria uma forma segura de nos conhecer-mos sem que pudesse-mos ser vistos por conhecidos pois como eu sou casada tenho uma família e eu não queria por o meu casamento em risco mas aquela voz não saia da minha cabeça e fiquei pensando se valeria a pena mas era uma curiosidade.
Como de costume eu faço caminhada todos os dias, vesti minha calça cotoon uma camiseta e sai no caminho liguei pra ele se ele estivesse a fim de nos conhecer-mos ele vira ao meu encontro em hum horto em minha cidade que ninguém desconfiaria afinal ali eu não conhecia ninguém e ele aceitou eram 7:30 horas da manhã e eu disse como estaria e ele se indentificaria comigo.
Andando na pista de caminhada ao meu lado um homem meio grisalho forte de 1.82mt começou a andar ao meu lado e disse você é a V, ai já indentifiquei quando eu vi aquele homem cheiroso com a idade vivida ainda em forma e um sorriso simpático eu quase desmontei minhas pernas tremiam, ai na caminhada e nas conversas me acalmei , pois conversamos vários assunto, ai nos despedimos com beijos no rosto e fomos embora e eu no meio do caminho pensava que homem agradável e gostoso como será ele na cama.Passaram-se cinco dias e fui ao banco estando na fila do caixa quando vejo atraz de mim era R. e começa-mos a conversar e ele me perguntou o que eu faria naquela tarde e eu respondi que não teria mais mada a fazer e ele me convidou para irmos até a chácara dele como na conversa eu havia dito que adorava orquídeas ele se propôs a me mostrar o seu orquidário embora fiquei desconfiada mas aceitei ele iria com o carro dele e eu com o meu.naquele dia eu esta de calça jeans e uma blusa tom pastel que realçava os meus peitos e uma calcinha linda que usara uma so vez branca sem rendas e com um lacinho verde e branco cada lado, chegando lá ele começou a me mostrar as orquídeas e vagarosamente a pegar e minha mão e eu já estava me derretendo, estava nervosa por pressentir minha fraquesa e ceder aquele homem e eu nunca havia traído meu marido.
Entramos na casa uma bela casa e começou a me mostrar as repartições de muito bom gosto ai fomos ver os quartos e ele de mão dada comigo me mostrou o seu quarto dizendo que faltaria alguém para acompanha-lo na solidão pois estava separado há dois anos virou-se me pegou pela cintura eu tentei evita-lo mas o seu cheiro me atraia e vagarosamente comecei a ceder aos poucos e ele começou a me beijar e passando a mão em minha bunda e falando que o meu bumbum o deixava exitado com um delicioso beijo que eu jamais tinha tomado, e nesse momento comecei a sentir o volume crescendo em sua calça e eu achando que era acima do normal, mas eu estava muito atraída por aquele homem educado, cheiroso e calmo e carinhoso, eu estava com a calcinha ensopada, ai ele fechou a porta e nos deitamos e começamos os beijos aos poucos ele começou acariciar meus seios abriu minha blusa e começou a mamar como uma criança gulosa abreiu a minha calça e enfiou a mão carinhosamente por dentro da minha calcinha e começou e cariciar meu clitóris eu já que já havia me entregado não teria outra saída a não ser ir em frente e comecei a cariciar o seu pênis por cima da calça e sentia o enorme volume que dava dois do meu marido e bem mais grosso.
R. se despiu ficando so de cueca e começou a baixar minha calça me deixando só de calcinha e me beijando mamando meus mamilos, que delicia que homem gostoso, mas fiquei preocupada com o tamanho do seu instrumento ai ele foi descendo ate chagar em minhas virilhas abriu minha calcinha de ladinho e começou a fazer um linguete bem gostoso mas que língua deliciosa, ai eu tirei o seu menbro da cueca e disse nossa que tamanho e comecei a masturba-lo e retribuir com umas lambidas na cabeça descendo pelo saco e subia novamente até a cabeça quando ele forçou a cabeça em minha boca me fazendo engulir aquela oitava maravilha que mal cabia em minha boca e ele cada vez mais ereto e começamos um 69 e pensava que jamais me entregaria a outro homem a não ser o meu marido ainda mais um hoomem bem mais velho que meu marido.
R me deitou tirou a sua cueca me abriu as pernas, abriu minha calcinha de ladinho e começou a brincar com a cabeça do seu pau roçando a minha bucetinha apertadinha e empurrar devargazinho pensei que fosse ter dificuldade para entrar mas como eu estava bem lubrificada do meu himem começou a entrar deliciosamente jamais pensaria que uma tora daquela um dia eu a possuiria,e começou a bombar gostoso e com a grossura parecia me refazer mulher novamente a sensação que estávamos em lua de mel.Ele me comeu em varias posições que eu jamais imaginava de ladinho, de quatro, de frente tipo frango assado que delicia aquele menbro dentro de mim gozei como nunca havia gozado em todo o meu casamento pois meu marido so fazia papai e mamãe e muitas vezes devido ao cansaço ele gosava antes e eu ficava na mão.Quando estavamo-mos na posição frango assado eu já não agüentava mais de tanto meter de repente sinto aquela jateada gostosa dentro de mim e ele ainda ereto tirou terminou de gozar em cima de mim me lambuzando toda a minha calcinha, ai eu tirei a calcinha e ele terminou de limpar o pau dele com ela e descansamos um pouco abraçadinhos e se beijando e se acariciando.
Após descansarmos comecei a passar a minha calcinha de fininho naquele membro enorme estava apenas brincando quando percebi novamente a ereção e ele me perguntou se eu já havia feito anal, eu lhe disse que meu marido havia tentado não sei se ele que não sabia fazer mas nunca conseguiu penetrar e ele todo alegre me pediu para deixar ele tentar fiquei em duvida se tudo aquilo caberia dentro do meu cú pois nunca tinha entrado nada e só saído ele me confortou e disse que seria carinhoso se eu me incomodasse ele pararia..
Ele pegou um potinho de gel ky passou no pau me colocou de quatro e lubrificou o meu cuzinho e começou como na minha bucetinha a brincar e aos poucos penetrar e beijando o meu pescoço e eu uivava de dor e prazer ao mesmo tempo, após laçear meu anus com aquela ferramenta e eu me acostumar começou as bombar de de gosto e ele me chamava de gostosa que eu iria ser sempre sua a hora que ele quizesse e eu concordava com tudo mesmo com dor mas com todo aquele tesão e ele me dava palmadas quando senti aquele jato de porra enchendo meu cuzinho.
Passamos aquela tarde maravilhosa metendo e nos chupando e conversa-mos e ele me disse que não queria mais uma companheira como disse no rádio e que já havia encontrado o que sempre desejou e que ninguém jamais saberia já que meu marido não dava conta de tanta coisa gostosa se eu quizesse seria-mos amantes sem comprometer minha vida familiar.
Claro que aceitei hoje nos encontramos pelo menos uma vez por semana em seu apartamento e meu marido jamais desconfiou porque quando nos encontra-mos eu digo que vou ao médico ou a outro lugar fazer compras.
Hoje fazem dois anos que somos amantes eu e R. combinamos bem na cama e eu para deixa-lo alegre e com muito tesão todas as calcinhas lindas que eu compro é pensando pra ele e ele sempre as batiza com uma deliciosa gosada e meu marido fico com ele somente uma vez por mês para não desconfiar. E quando vê minhas calcinhas novas no varal eu sempre digo que eu não gosto de usar roupas intimas que sai de loja sem antes higieniza-las mas na realidade é R quem as estreas.
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Confidências de uma mulher casada

Oi, meu nome é Ana (FICTÍCIO), sou casada e meu marido é liberal, só que ninguém sabe. Vou contar algumas poucas aventuras minhas pra vocês. Já dei pra uns carinhas ai, poucas vezes, meu marido sabe, mas nunca pode participar. Teve um que ficou me comendo um tempão, uma pica enorme, deliciosa, nesta época eu ainda era noiva e o então meu noivo, ouvia o cara me ligando, me dizendo as maiores safadezas, colocava o celular no viva voz pra ele ouvir, mas o RÔMULO, este era o nome do meu amante, não sabia de nada. Certa vez ele queria me comer um final de semana todo, meu marido adorou, ele pensava que meu marido era caminhoneiro, daí, fui com ele pra um sitio e fiquei o final de semana todo entrando naquela vara. Meu amante adorou e nem sonhava que meu marido também. Esta situação ficou assim quase um ano, meu marido já estava arrumando uma maneira de levar o Rômulo La em casa pra eu entrar naquela vara e ele participar, mas o RÔMULO foi transferido de cidade e acabei perdendo contato, na verdade perdendo uma pica de 21Cms. Sempre amei e amo meu marido, mas o Rômulo foi um homem que senti falta, tirando o cú que não dei pra ele, não sou adepta, fiz tudo mais, bebi porra como ninguém, mas meu marido não conseguiu participar. Uma coisa é aceitar uma cantada, ir pro motel, dar bastante, outra é deixar o cara saber que seu marido gosta de te ver entrando numa vara. Depois disso foi uma festinha a cerca de um ano atrás, em uma cidade do interior próximo a BELO HORIZONTE, onde moramos, tinha La um cara casado que não se fez de rogado, queria me comer de qualquer jeito, até a esposa do cara percebeu, ficou de cara feia pra mim, mas o marido é dela e eu não tive culpa. Entre danças, sarros e safadezas, acabei deixando ele por o pau nas minhas pernas em pleno salão de dança, depois levei minhas pernas esporradas como um verdadeiro troféu para meu marido ver, claro que ele adorou. Estes dois foram os que me comeram mesmo, posso dizer que não sou uma puta devassa, só dois machos alem do meu marido, isso em quase 12 anos de namoro, noivado e casamento. Há, teve um cachorro me comeu também, meu marido me fez dar prá um cachorro, imaginem. Era um cão enorme e com uma pica descomunal, dei uma vez só, foi na casa da minha irmã, ficamos cuidando do cão dela enquanto ela viajava, meu marido me fez ficar de quatro, o cão veio por trás e de uma vez só meteu fundo na minha buceta, engraçado, ele gozou rápido, rápido mesmo e eu fiquei entalada mais de 15 minutos, com um caroço enorme na buceta, ainda bem que o RÔMULO já havia alargado minha xaninha, senão não agüentaria tudo aquilo, gente, o pau dos cachorros ficam maiores ainda depois que eles gozam e apesar de eu ter gozado umas duas vezes enquanto estava agarrada na pica do cão, confesso que não fez muito minha praia, depois que o tezão passou não quis mais repetir a doze, mas foi gostoso enquanto tava com aquela pica enorme garra em mim, como disse, cheguei a gozar duas vezes. Depois disso, alguma exibições na academia, com aquela roupas coladas e fio dental, dei mole pra outro professor da academia, o RÔMULO também era professor da academia, mas ele ficou com medo de vir pra cima de mim e não me comeu porque não quis, teve medo de me cantar, eu dei a deixa pra ele, mas acho que ele era tímido...rsrsrs e olha que sou uma morena de não se jogar fora, os caras que me comeram todos ficaram satisfeitos, 28 anos, bunda perfeita, cabelos longos e bem negros...fazer o que NE!? Faço faculdade e meu marido vive me cobrando uma trepada com os amigos de faculdade, mas os caras não caem pra dentro, ficam naquela de chove não molha, muita brincadeira e pouca cantada objetiva, acho que eles pensam que porque uso uma aliança enorme no dedo não quero dar, vai entender este pessoal da faculdade. Por ultimo meu cunhado, um cara casado que me deu uma cantada boa. Quando veio a BH, sozinho, sem a esposa é claro, eu coloquei um shortinho que tenho curtinho, entrando na bunda, mais pra provocar do que qualquer outra coisa, meu marido foi dormir e ficamos vendo filme, nos dois, La pelas tantas ele manda uma que ficou com o maior tezão pelo meu shortinho e que se eu quisesse passar no quarto dele depois que ele fosse dormir ele estaria esperando, disse que era pra eu dar um boa noite pra ele, será que isso é sinônimo de boquete..rsrsrs, só serviu pra meu marido ficar me atiçando, depois que disse pra ele isso com o irmão dele, ele perguntou porque não fui La no quarto dar o tal boa noite, nem sei porque não fui, mas prometi ao meu marido que se meu cunhado voltar a BH; e vai voltar, eu vou pensar melhor no assunto, e ai quem sabe...
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Corno Cornélio

Cornélio era dono de uma grande quantidade de terras herdadas de seu pai um homem que, tinha uma idade bem avançada beirando aproximadamente seus setenta e cinco anos sua fazenda era situada no interior do nordeste.
Existia nessas terras uma jovem muito bonita, delicada e cheia de sonhos. Seu pai era lavrador e trabalhava para Cornélio só que, houve uma epidemia que, matou seu pai e sua mãe de uma vez. Pobre moça desamparada! Sem expectativa nenhuma da vida e menos sem experiência, mesmo sendo pobre amor, carinho e compreensão eram algo que, não faltava à jovem donzela, seus pais nunca deixaram que, ela trabalhasse a escola era muito distante e o falecido pai de Cornélio nunca havia pensado que, seus serviçais tinham direito em estudar e menos que, seus filhos também deveria.
Bem a se ver sozinha a jovem se desesperou não sabia o que fazer, para, infelicidade da jovem Cornélio tinha colocado na cabeça que, deveria se casar e fez o pedido sem saber direito o que fazer a jovem aceitou se casar com ele.
Desde o primeiro dia de casamento na lua de mel esse homem repugnante apareceu com idéias bestiais que, na hora do vamos vê. Ele pegava uma vara deitava a moça sobre seu pau murcho e metia essa vara dentro dela enfiando e depois batia nela com várias varadas nas nádegas e era assim todos os dias e às vezes até mais que isso... Fazia a moça chupar aquele pau murcho e depois enfiava os dedos nas entranhas dela e batia nela várias vezes com vara. O casamento teve duração de um ano, a jovem já vivia amofinada sem conhecer direito a s delicias do sexo e o que, um homem cheio de vigor pode dar a uma mulher!
Afastada de todos na casa grande sem ninguém para conversar, certo dia... Um primo de terceiro grau apareceu em sua casa se dizendo que veio ver seus pais e somente foi saber da morte deles ao chegar a tal fazenda.
E conversa vai conversa vem, ate que seu marido chegou e viu o rapaz conversando com sua mulher e logo quis saber de quem se tratava e o rapaz logo explicou que veio passar uns dias com seu tio e dar-lhe um dinheiro que, o pai da jovem havia recebido da morte e deixou-o como seu único herdeiro e que, agora com sua morte todo o dinheiro passaria para, a jovem moça.
Mas, como ela ainda era nova teria que ser ele o primo o tutor, o velho logo disse:- Mas como se ela agora é casada? O legal seria eu o tutor, mas para que isso ocorresse teria que passar por certo tramite da lei.
Cheio de ambição o velho logo disse que, o rapaz poderia se hospedar em sua casa e que poderia ficar ate o quanto quisesse e coisa e tal...
Pela manhã muito cedo o velho teve que, dar uma olhada na fazenda para, vê se tudo estava nos conformes e somente voltava para almoçar e assim...
Ao se levantar eles tomaram café e a jovem cheia de indecisão sem saber sobre leis nem casamento começou a fazer perguntas ao seu primo do tipo:- primo casar é assim mesmo o que acontecia comigo e meu marido? Todo o dia ao deitar ele enfia uma vara dentro de mim e manda-meeu lamber seu pau e depois me colocar sobre seu colo e me bate várias vezes com uma vara e não permite que eu fale com ninguém me mantendo isolada nessa casa, pois você é o primeiro que recebo aqui depois de um ano de casada!
Ao ouvir toda aquela confissão o rapaz ficou estupefato com o relato da jovem prima e disse:- prima eu devo ir a cidade resolver algumas coisas te prometo que, logo que der eu retorno e foi...
Na verdade ele se foi para pensar se desse aquele dinheiro na mão do velho nunca sua prima seria feliz e se deixasse do jeito que estava menos ainda, e assim ele achou uma solução para tal problema!
Após dois meses de ausência ele retorna a fazenda o velho já imaginava que, iria receber a bolada do dinheiro, só que o rapaz teve a idéia de ir enrolando ele ate à jovem passar a ser maior e que não poderia desperdiçar uma pele lisinha e cheia de vida com aquele velho broxa.
O velho perguntou:- quando receberei o dinheiro?
O rapaz:- estive no cartório e acho que, vai demorar um pouco visto que, meu tio e minha tia faleceram e agora a menina seria herdeira, mas, como ela é menor e está casada, terá que passar tudo por um processo demorado.
- Veja se pode agilizar isso!
Disse o velho ao rapaz. O rapaz respondeu:- pode deixar que, logo que estiver pronto tudo será entregue ao devido dono.
Já era tardinha e estava chovendo e um pião chegou a fazenda dizendo que uma vaca estava encalhada e que precisava da ajuda de Cornélio e assim que, ele saiu o rapaz pois se a colocar seu plano em ação e foi para, cozinha e começou a se esfregar em sua prima beijando seu pescoço e ela só dava sussurros e dizia para primo! Ficando toda arrepiada e mais investida foram usadas para sua prima, logo ele começou a passar a mão em seus peitinhos durinhos doidinhos para ser chupados e alisando a moça passando as mãos em suas pernas grossas.
E beijava-a com tanta vontade que, a moça louca de desejo foi cedendo aos apelos do rapaz primeiro com os beijos e logo depois ele colocou seus peitinhos para fora e começou a chupar e sungar com força e desejos e logo seu pau estava tão duro como uma rocha e ele a colocou sobre a cama, afastando sua calcinha e empurrando a vara muito grande e grossa que, possuía arrebentando o cabacinho da priminha! Ela soltou um gritinho e começou a se mexer e pedia mais pica e pedia mais e gritava e desesperada por pau, até que gozou com força e vontade e seu primo já tinha gozado duas vezes dentro daquela bucetinha virgem e que, agora pertencia nada menos que ele.
- Hummmm! Que delicia! Abre as pernas priminha me deixa fuder você gostoso e a jovem abria e sentia aquela delicia de pau te furando gostoso e arrombando tudo que, vinha pela frente! AAAAIIIIIII QUUUUUUEEE GOSSSSSTOOOOSSSSOOO! HUMMMM!!!! QUE VARAAAA ÉEEEEEEE ESSAAAAAAAA, FAZZZZZ O QUEEE QUISERRR PRIMINHOOOOO, QUEEEE PAUUUUU GOOOOSSSTOOOSOOOO, UIIIIIIIII!
E assim os dois se tornaram amantes, todos os dias pela manhã eles fudiam e fudiammmm e seu primo dizia para, o marido que estava agilizando tudo, para ele não se preocupar, só que para infeliz sorte de Cornélio ele já estava sendo corno a muito tempo e todos os dias sua mulher tomava leite bem quente na buceta.
Passaram-se um ano e a jovem estava até ai com dezessete anos e já tinha a buceta tão aberta e todos os dias eram alimentados de porra de macho, que vivia escorrendo por suas calcinhas, ela cheirava aquela porra e adorava se sentir mulher e bem cuidada por seu priminho do coração.
O jovem foi para cidade para verificar os documentos e ao chegar na casa de sua prima pede que ela arrume as coisas dela e deixe em um canto qualquer do lado de fora da casa e a jovem confiando em seu amante faz o que ele pedi...
E quando estava próxima a hora de seu marido chegar ele começa a agarrar sua prima e a leva para, cama a jovem cheia de tezão vai logo.
No quarto dela e de seu marido o rapaz começa a fude a bucetinha de sua priminha enfiando a língua fazendo com que, ela quase goze em sua boca e depois pede algo diferente diz que, deseja comer o cuzinho dela!
A moça reluta um pouco, mas, era tantos carinhos que ficou difícil negar e ele começou enfiando a cabeça bem de vagarinho e logo depois ele começou enfiando todo caralho grosso num vai e vem desesperado deixando aquele cuzinho que, era virgem um buraco vermelho e todo arrombado...
Metendo e metendo e eis que chega seu marido, nesse exato momento e grita VÁDIAAAAAAAA, PIRANHAAAAAAA e começa a querer bater na moça que estava peladinha e com a buceta escorrendo porra. O rapaz segura as mãos do velho e diz perto de mim você não bate nela o velho responde:- Vai embora sua DESGRAÇADA! NÃO QUERO VOCÊ AQUI PIRANHAAAAAAAAA!!
Ela sai pelada com seu amante e ele diz:- pega as suas roupas vamos tem um carro no mato esperando e eles vão com dinheiro no bolso e muito tezão viver as putarias deles e o velho ficou lá chorando com sua piroca mole e sem mulher nem dinheiro.

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O melhor carnaval da minha vida foi esse de 2012.



Foi eu minha esposa a Gil e a sobrinha dela a Jéssica fomos passar o carnaval no interior do Mato Grosso do Sul, fomos para um um balneário que tem lá.
Chagamos na sexta feira dia 17 de fevereiro já tinha carnaval era o primeiro dia de carnaval no balneario e na cidade que fica uns sete km longe do balneario.
Chegamos no balneario ja era a tarde procuramos a gerência para nos hospedarmos ja que tinhamos reservado o chalé no mês de novembro do ano passado fomos para o chalé 10 nos hospedamos e ja que estavamos cansado da viajem que é meio longa e cansativa tomamos banho e fomos descançar deitamos nós tres eu e a Gil na cama de casal e a Jéssica na cama de solteiro que é uma beliche no chalé que nós ficamos cabe quatro pessoas.
Descansamos até la pelas 19hrs e fomos pro restaurante do balneario para jantarmos, jantamos e fomos para o chalé ja que não tinhamos conseguido dormir e ainda estavamos cansados e resolvemos nos descansarmos porque os quatro dias seguintes pometia muito e no primeiro dia ainda tinha poucos turista que começou chegar mesmo foi sexta feira a noite no sabado de manhã la pelas 7:30hrs da manhã levantamos nos arrumamos e fomos tomar café só ai que fomos perceber o tanto de turista que tinha chagado a noite, era barraca para todos os lados e todos os chalés cheios porque no dia que tinhamos chegado o gerente nos falou que no inicio de Janeiro ja tinha esgotado a reserva dos chalés, mas como tinha gente vocês nem imaginam a quantidade de gente que tinha no balneario.
Tomamos café e voltamos pro chalé trocamos de roupa eu vesti uma sunga preta ja que estavamos numa bela cachoeira que é uma das mais belas do brasil e que natureza, e a Gil vestiu um biquini que vou te falar um biquini fio dental branco com dezenhos amarelos e azuis e a Jéssica com um biquini rosa normal e fomos pro balneario tomar banho e pegar aquele solzinho ja que la é quente pra besteira antes passamos na lanchonete do balneario comprei 6 latinhas de cerveja tomamos cada um uma cerveja e as outras tres fomos bebendo primeiro fomos conhecer o balneario descemos até chegarmos no final do balneario que tem uma prainha que já estava cheia de gente isso la pelas 9hrs da manhã escolhemos ficar lá, tomamos banho lá pelas 10hrs40 minutos resolvemos ir para a lanchonete chegamos eu comprei mais nove fichas de cerveja e peguei tres no balcão e fomos beber até dar 11hrs e 30minutos bebemos seis latinhas de cerveja e resolvemos ir almoçar, almoçamos e fomos pra lanchonete beber mais ja que estavamos ali pra curtir o carnaval e que carnaval foi esse de 2012 lá pelas duas e meias da tarde resolvemos ir tomar banho nós todos pra lá de bagda, escolhemos um lugar raso porque a gente já meio bebados não é bom se aventurar né tomamos banho até as 4hrs da tarde e decidimos ir para lanchonete beber e dançar e fomos a Gil a minha esposa e sua sobrinha Jéssica ja arrumou uns amigos eu tive que arrumar umas amigas também não é arrumei umas colegas da Capital do estado que estavam em tres conversando e tomando cerveja com elas e com a minha esposa Gil e Jéssica e com seus colegas que tinha arrumado bebemos e dançamos até as 6hrs e 30 minutos fomos tomar banho para jantarmos e nós ja bebados tomamos banho e trocamos de roupa eu vesti uma bermuda e uma camiseta regata malha fria porque a noite prometia a gil vestiu uma blusinha com um decote na frente que quase mostrava os seios e uma mine saia rosa de malha fria e uma calcinha branca dessa pequena toda enfiada na bunda e Jéssica vestiu uma blusa de malha fria e uma mine saia dessas cheia de babado e com uma calcinha toda enfiada na bunda dava pra ver a marca pela saia e fomos pro restaurante jantar jantamos e fomos pra lanchonete encher ainda mais a cachola e do lado da lanchonete tem um salão grande que estava tendo o carnaval e na cidadezinha que fica sete km longe do balneario também estava tendo carnaval só que carnaval de rua e resolvemos ficar no balneario mesmo e ir pular o carnaval no salão mesmo bebemos até la pelas 8hrs e 30 min resolvemos ir pro salão que ja estava cheio de gente pulando e dançando gente de biquini e de sunga a noite pulando carnaval não sei pra que, e outras de schortinho que eu vendo aquelas mulheres vestidas daquele jeito já fiquei contente e o pedro surdo também que é meu paú e fomos dançar e no fundo do salão tem tipo um palco que é do pessoal cantar durante o dia e fomos pra cima do palco e fomos dançar já que estava lotado de gente também e nós dançando na beira do palco eu vi que tinha uns cara só de olho na gil a na Jéssica logo que percebi não falei nada pra gil e nem pra Jéssica desci disfarçado e fui chegando bem de vagarinho até os caras e eles intertidos olhando pra minha esposa e para a Jéssica foi que eu fui perceber que eles estavam olhando era para a calcinha da Gil e da Jéssica e que visual tinha la de baixo elas nem ai, dançando mostrando as calcinhas eu vi o belo visual da Gil e que visual lindo de se ver ela dançando e a calcinha branca dela que dava pra ver até a marquinha da bucetinha e depois vi o visual da Jéssica mas que belo visual era o da Jéssica que estava usando uma calcinha azul claro que delícia era ela com aquele visual que até eu queria ficar olhando e subi pro palco cheguei até elas não falei nada e dançando até que acabou a cerveja e falei para as duas que iria até o balcão da lanchonete comprar mais fichas de cervejas fui comprei mais nove fichas e peguei tres cervejas quando eu retorno pro salão eu percebo quatro homens convesando com a Gil e com a Jéssica cheguei mais perto e vi que era os mesmos caras que estavam olhando as calcinhas delas la debaixo do palco cheguei a Gil me apresentou a eles dei as cervajas para elas eu vi que eles estavam interessados nelas e deixei rolar pra ver até aonde iria chegar e nós dançando e fazia muito calor eu já estava todo molhado de suor até que a Jéssica parou de dançar falou não sei o que no ouvido da Gil e vi a Gil fazendo gestos que não e a Jéssica veio até mim e falou se eu não queria ir com ela até o rio pra nós darmos um mergulho e depois irmo até o chalé trocarmos de roupas porque ela não estava aguentando mais de calor eu falei que iria, e se a Gil não iria também ela me falou que avia chamado a gil e ela falou que não iria, eu falei pra Jéssica então deixa ela ai e vamos só nós dois, e fomos damos um mergulho tomamos banho e fomos para o chalé já que estavamos molhados fomos trocar de roupa trocamos de roupa eu vesti uma bermuda e outra camiseta e Jéssica vestiu outra mine saia essa era branca e sem babado e fomos pro salão pular mais e dançar chegando no salão olhamos em todo o salão para ver se viamos a Gil não vimos ela e procuramos os quatro caras pra ver se eles sabiam onde ela estava e não econtramos nem um deles eu perguntei pra Jéssica se eles estavam acampados no balneario ela me falou que eles estavam falaram pra elas duas que estavam no chalé 19... Eu falei pra Jéssica aonde a Gil se meteu ela falou que não sabia eu falei que iria procurar a Gil, ela falou que iria ficar no salão dançando eu fui procurar a Gil, fui até o rio pra ver se ela estava lá não encontrei então veio na ideia de ir até o chalé 19 pra ver se ela estava lá no chalé dos caras, e fui procurar o chalé 19 procurei até que encontrei fica o último chalé lá embaixo já na beira do mato e quando cheguei vi que tinha gente porque a luz estava acesa e vi também que a Janela estava fechada só que tinha uma brexa aberta é que la é dessas janelas de venesiana se não souber fechar não fecha por inteiro e todos os caras bebados não conseguiu fechar, eu cheguei bem de vagarzinho sem fazer barulho e quando eu olho pelo buraco da janela eu vejo a gil e os quatros caras, eles estavam conversando no canto da cama a Gil estava sentada no pé da cama e dois cara sentado do lado dela cada um de um lado e os outros dois estava sentado na beliche.
Eles estavam conversando e dando risada do que eu não sei e eu ja estava vendo que ia rolar alguma coisa mas com os quatro, não é de se duvidar de mais nada com a Gil porque depois que ela resolveu realizar a minha fantasia que era de ela com outro homem ela mudou muito seu comportamento virou uma tremenda galinha de mão cheia e eu percebi que um dos caras passou a mão na perna dela e ela ja bebada nem ai e a Gil levantou do pé da cama e sentou do lado da cama de frente para os dois caras que estavam sentados na beliche e os outros dois caras que estavam sentados do lado dela levatou tbm e sentou do lado dela de novo e em seguida ja começaram passar a mão nas pernas da Gil ela nem ai que em seguida ja começou a passar as mãos dela nas pernas dos caras e eles passando as mãos nas pernas dela e cada vez subindo mais até que um deles passou a mão na xaninha da GIL e ela abriu as pernas para que ficasse melhor pro cara passar a mão e em seguida ela a Gil passou a mão no pau do cara que estava sentado do lado dela, que quando eu fui ver ja estava os quatro passando passando as mãos nas pernas da Gil e na bucetinha dela e ela alisando os os caras e um deles puxou a calcinha dela para o lado que a bucetinha dela ficou totalmente a vista pros caras meterem as mãos e os dedos na bucetinha dela e ela ja tirou paú de um deles pra fora e ele ja tirou sua bermuda com a cueca ficou nu e a Gil ja abocanhou o paú do cara e começou a chupar daquele jeito que só ela sabe chupar e os outros caras ja tiraram suas roupas tbm e começaram num revesamento dando os pau deles pra Gil chupar e ela chupando igual gente grande e em seguida um dos caras pediu para que a Gil ficasse com a cabeça para o pé da cama meio que deitada ela assim ficou e os caras foram pro pé da cama aonde estava a boca da Gil e deram os paus deles pra ela chupar e ela chupando o pau dos três caras e o outro cara foi tirou a calcinha da Gil deixando a Bucetinha dela livre pegou um dedo enfiou na bucetinha da Gil enfiou dois dedos, três dedos depois caiu de boca na Buceta da Gil e comecou a Chupa-lá e ela gemendo igual engenho com o cara chupando ela e ela chupando o paú dos três caras vcs precisam ver que sena deliciosa de assistir e eu ja não aguentando mais de tanta tesão em ver miinha esposa dando para quatro cara de uma vez só abaixei minha bermuda e minha cueca tirei meu paú para fora e comecei a punhetar igual eu faço quando ela esta dando pra outro na minha frente nós três no mesmo ambiente e em seguida o cara que estava chupando a Gil pediu que ela ficasse de quatro ela ficou, mas continuando chupando os pau dos outros três ela ficou de quatro e o cara começou a dar beijos e chupar o cuzinho da Gil ai que ela gemeu gostoso e como gemia com o cara chupando o cuzinho dela que em seguida ele pegou os três dedos de uma só vez e enfiu no cú da Gil e em seguida ele guspiu na mão dele pergou e passou a mão dele no pau deixando todo lambusado e em seguida pegou seu pau colocou na beirinha do cuzinho da Gil e foi forçando bem de vagarinho até que ele colocou todo no cuzinho da Gil até o talo e começou num vai e vem no cu da Gil e ela gemendo, mas sem parar de chupar os pau dos outros três caras e o cara comendo o cu dela da vadia da minha esposa e ela falava pro cara assim, isso vai come meu cu caralho isso vai fode com kct gostoso que eu gosto e o carinha falou pra ela você gosta de lavar pica no cu é sua bis**te sua puta é em sua cachorra galinha é isso que vc gosta de lavar no seu cu e ela falou é isso sim eu adoro levar pica no cu ai como eu amo pica no cu eu adoro sentir eu adoro dar meu cu e sentir um pau dentro dele aiiiii iiiisssssssss ummmmmmmmm aaaaaaaaaa iuummmmmmm isso vai come aaaaaaaaa iiiissssssss uuummmmmm agora eu quero dar pros quatros cada um me come um pouco vaaiiiiiiiiiiiiiiiii me come e o cara que estava comendo ela falou para seus amigos quem é que vem comer o cu dela um pouco todos falaram que queria comer ela então os outros três comeram o cu da Minha Gil e o último falou pros outros alguem quer vim comer ela mais um pouco um deles falou que sim o que estava comendo ela tirou pau do cu dela e levou pra ela chupar e o cara que tinha topado comer ela de novo foi colocou seu pau no cu dela de novo e um deles que ela estava chupando o pau dele saiu e foi na direção do cara que estava comendo o cu da Gil e falou pro seu amigo o que vc acha de mim deitar na cama e ela sentar em cima do meu pau e nós dois comer ela e seu amigo falou que sim antão a gente vai fazer uma DP com ela e o cara deitou na cama e a Gil sentou no pau do cara com ele todo enterrado na buceta dela e o cara deu umas cinco bombada e o outro arrumou a Gil pra fica melhor pra ele meter no cu dela depois que ele ajeitou ela ele enfiou seu pau todo no cu dela e os dois começaram a bombar no cu e na buceta da Gil que a bichinha gemeu e gemeu gostoso com os dois caras comendo ela ela gemia alto aaiiiiiiiiiiiii iiiiissssssssssss uuummmmmmmmm aaaaaaaaaaaaaaaaaaaa issssssssssummmmmmmm aaaaaa aiiiiiiii iiiiisssssaaaaaaaa e os caras comendo ela e ela sem parar de chupar os outros dois paus e os caras comeram ela por uns 8 a 10 minutos sem tirar o pau de dentro e os outros dois que ela estava chupando eles falou para os outros dois sera que vcs dois não vai deixar nóis dois comer ela mais não e os dois caras que estava comendo o cu e buceta dela falou claro quando vocês quiser e os dois sairam e foram pra comer ela tbm e o cara que estava comendo o cu dela falou e vcs em só porque está uma delícia comer o cuzinho dela vcs também quer e tirou o pau dele do cu da Gil e ela saiu de cima do outro que estava comendo a buceta dela e o outro cara deitou e a Gil sentou no pau dele e o outro enfiou o pau no cu da Gil e começaram a bombar no cu e na buceta da Gil e ela gemendo que eu não sei se aquilo era gemido ou se era urros a sorte deles que não tinha ninguém nos chalés vizinhos estava todo mundo no salão pulando carnaval ou pra cidade pulando carnaval de rua e os caras comeram o cu e a buceta da Gil por mais uns 6 a 8 minutos até que o cara que estava comendo o cu da Gil falou que estava perto de gozar e falou pro seu amigo que estava comendo a buceta da Gil, vc vai ficar ai mesmo que eu ja vou gozar e vou gozar no cu dela pro lado de fora e o cara falou pra Gil, sai cima de mim que o meu parceiro ja vai gozar e vai acabar me melando aqui e ela saiu de cima do carinha enquanto isso o cara que estava comendo o cu dela estava punhetando seu pau pra gozar no cu dela e ela sem parar de chupar o pau dos outros dois caras e como gosta de chupar um pau a Gil viu ela não pode ver um pau dando sopa que ela cai de boca mesmo e o cara que estava punhetando seu pau gozou e como gozou parece que fazia mais de uma semana que ele não gozava ele gozou no cu dela que escorreu porra até na buceta dela e o outro cara gozou tbm no cu da Gil que escorreu porra do cu pra buceta dela a fora que até pingou porra na cama dos caras e os outros dois caras gozaram na boca da Gil e no rosto um deles falou pros outros dois que ja tinha gozado olha o dela e a boca dela como está cheio de porra vem ver e ela virou o rosto pro lado dos dois caras deu pra mim ver tbm a boca da Gil estava cheia de porra e o rosto todo cheio de porra tbm tinha porra até no olho dela e ela foi e engoliu a porra que tinha na boca toda e pegou seu dedo indicador tirou a porra do olho e todo ecesso do seu rosto resto colocou na boca e engoliu!!! E eu vendo a Minha mulher fazendo aquilo com quatro cara nessas horas ja não estava fazendo calor mais estava era pegando fogo e eu de quexo caido com a GIl viu mas como está açanhada ela viu depois que resolveu liberar pros outros liberou geral viu é por isso que eu sinto tanto tesão por ela porque ela me corresponde com as minhas fantasias e eles conversaram um pouco eles falaram pra ela e ai vc gostou ela falou eu adorei vcs são ótimos eu sempre tinha vontade de fazer isso de dar pra vários homens e um deles falou e o seu marido sabe disso ela falou não ele não sabe disso e o cara falou será que ele ia gostar de ver vc dando pra varios assim e ela falou claro que ia se ele gosta de me ver trasando com outro homem ele com serteza iria gostar de me ver com varios homens e eles foram pro banheiro se lavarem e no banheiro eles conversando não sei o que e dando risada e eu tive que ir pro salão onde tinha ficado a Jéssica cheguei no salão vi a Jéssica encostada no balcão da Lanchonete conversando com dois caras quando ela me viu deu um assobio e levantou seu braço direito e falou aqui ó e eu fui em direção dela cheguei até ela e ela me perguntou e ai vc conseguiu acha minha tia eu falei nada eu procurei dentro do balneario todo e não consegui achar ela e ela me falou na onde minha tia se meteu em eu falei eu não sei na onde ela se meteu não... Mas nós estamos aqui pra se divertir então vamos nos divertir e ela a Jéssica me apresentou pros dois caras que tinha acabado de conhecer e perguntou para eles aonde vcs estão parados e eles responderam que estavam parados no chalé 21 que ficava pertinho do nosso chalé ficava dois chalés depois o nosso e ela falou que estavamos hospedados no chalé 10 e fui no balcão peguei quatro fichas de cerveja entreguei pra atendente peguei as quatro latinhas e fui para onde estava a Jéssica com seus amigos entre (aspas né) dei uma cerveja para cada um e fomos beber e dançar passou uns 7 minutos e os caras que tinha acabado de comer a Gil apareceu e eu fiz de conta que nem tinha visto eles chagarem no salão e a Jéssica viu eles em falou olha lá os caras que a minha tia tinha ficado conversando com eles e foi em direção deles e perguntou se eles não sabia da sua tia eles falaram que não sabiam dela que tinha deixado ela no salão e a Jéssica voltou e me falou que eles não sabia da sua tia não e que eles tinham deixado ela no salão e sairam eu falei ela deve estar por ai que logo ela aparece e não demorou muito ela a Gil apareceu do lado do nosso chalé na outra entrada do salão e a Jéssica sem saber de nada deu um grito e falou o tia aqui ó e a Gil nos viu e veio com uma cara de puta vadia com quem não tinha acotecido nada chegou e a Jéssica perguntou na onde vc estava que meu tio te procurou e não te encontrou e ela com sua cara de galinha de bis**te depois de ter dado pra quatro macho falou eu estava procurando vcs dois, na onde vcs estava e a Jéssica falou nós estavamos aqui uai no salão e eu com quem não tinha visto nada fiquei na minha e a Gil me puxou pro salão como se nada tivesse acontecido e eu abraçei ela por traz fazendo trensinho e fomos pro salão dançar e eu vi na hora em que a Gil deu uma piscada para os caras e um sorriso de bis**te para os caras que tinha acabado de comer ela e eu nem ai e dançando e ela chagando para perto dos caras até que chegou nos caras e começamos a dançar eu e os comedores da Minha Gil vadia e a Jéssica la com os dois caras quando eu olho para lado em que estava a Jéssica eu vejo ela beijando um dos caras na boca e ela ja bebada beijando o cara na boca eu ja imaginei que aquilo ia dar em alguma coisa mas nem me importei e continuei dançando com a Gil e os caras que tinha acabado de comer ela dançamos por um bom tempo mas sem deixar de olhar para a Jéssica e os dois carinhas!!! Até que os carinhas eram bonitinhos não era de se jogar fora e nós dançando eu só vi quando a jéssica e os dois carinhas bonitinhos estavam saindo do salão, e passou uns cinco minutos e eles não retornaram eu já fiquei encabulado com aquilo até que passou uns dez minutos e nada deles retornarem pro salão eresolvi ir ver o que estava acontecendo falei pra GIl que eu iria no chalé e se ela não queria ir também e ela falou que não que iria fica com os caras dançando pelo jeito ela gostou mesmo dos caras né e eu fui atrás da Jéssica pra ver o que estava acontecendo, fui direto no chalé 21 quando eu olho pro cahlé eu vejo que tinha gente porque a lampada estava acesa e eu vejo que a janela tbm estava com uma brexa não fechada completamente quando eu olho pela blexa da janela eu vejo a Jéssica chupando o pau dos dois carinhas e que em seguida um deles veio e sentou na cama do lado da Jéssica e ja tirou a calcinha dela de lado deu umas esfregadas com o dedo e em seguida se abaixou e caiu de boca na bucetinha dela chupando-a, e em seguida ja tirou a calcinha dela deixando-a livre e caiu de boca na bucetinha da Jéssica e pegou a perna direita dela colocou em cima da cama que ficou bem viziveu para mim e que bucetinha linda ela tem ou melhor a Jéssica é toda linda é uma gatinha mesmo vcs precisam ver ela como ela é linda e tem um corpo perfeito ela tem uma bunda durinha e perfeita e o carinha chupou a bucetinha dela por uns sete minutos depois pegou ela virou colocando-a de quatro c*** cabeça dela virada pro lado dos pés da cama e começou a chupar a bucetinha dela de quatro e em seguida ele comecou a lamber o cuzinho dela que ela gemia como se fosse uma putinha sendo chupada no cuzinho e ela sem parar de chupar o pau do outro carinha mas que vadia é ela a Jéssica também, nem parece porque ela é uma garota de 22 aninhos e tem paciência até pra falar e eu me dou bem com ela e porem é uma garota bonita e o carinha chupou o cuzinho dela por mais uns 5 minutos depois pegou seu pau lambusou ele de guspi e colocou todo dentro do cuzinho dela que ela até parou de chupar o pau do outro cara e o cara começou a bombar no cuzinho dela e ela voltou a chupar do pau do outro cara e gemendo e o carinha comeu o cuzinho dela por algum tempo até que o carinha que ela estava chupando o pau dele falou pro seu amigo amigo deixa eu comer o cu dela um pouco tbm e o carinha tirou o pau do cu da Jéssica e o outro veio pra meter no cuzinho dela vcs nem imaginem que pau lindo o carinha tem eu só fui ver o pau do carinha na hora que ele tirou da boca da Jéssica ai que eu pude ver o pau do cara mas que pau lindo o carinha tem vcs precisam ver é um pau desses que a cabeça é no formato de gogumelo e é retinho não tem nem uma entortadinha é retinho mesmo mas que pau lindo que até eu fiquei em dúvida não sei se eu queria ser ele pra tar comendo a linda da Jéssica ou se eu queria ser a Jéssica pra tar levando aquele pau lindo todo na bunda cinceramente eu fiquei em dúvida mas vamos lá o carinha meteu aquele kct lindo todinho no cuzinho da Jéssica que ela ficou quieta por uns segundo eu acho que era se delíciando aquele pau lindo no seu cuzinho e o carinha comeu o cuzinho dela por uns 9 a 10 minutos até que ele falou pro seu amigo o que o seu amigo achava de ele meter na bucetinha dela e ele o seu amigo meter no cuzinho dela e seu amigo topou na hora então o carinha que estava comendo o cu dela tirou seu kct lindo de dentro do cu dela e deitou na cama e a Jéssica sentou em cima daquele pau lindo que o kct do carinha enterrou até o talo só não entrou as bolas dele porque não entra mesmo mas que foi tudo foi e ela começou a subir e descer no pau do carinha e o outro cara colocou seu pau na entradinha do cuzinho dela e foi colocando até que colocou tudo no cuzinho dela e ela gemia e como a bichinha gemia igual engenho e os carinhas sem dó nem piedade fizeram uma dp com a minha sobrinha que vcs nem imaginam como foi pra mim assistir até que o carinha do pau lindo anunciou que iria gozar e o seu amigo falou que era pra ele gozar no rosto dela e tirou o pau do cuzinho dela e ela a Jéssica saiu de cima do carinha e ficou deitada na cama o carinha do pau lindo deu umas punhetadas no seu pau e gozou no rosto e na boca da Jéssica e o outro carinha deu umas punhetadas no seu pau tbm só que o outro carinha decidiu gozar na bucetinha dela e gozou e que gozada o carinha deu deixando a bucetinha da jéssica toda cheia de porra e o outro carinha ja avia gozado no rosto e na boquinha dela deiixando a boca e o rosto dela cheio de porra tbm e que gozada os carinhas deram aquilo não foi uma gozada aquilo foi uma esguixada de porra que eles deram nela depois foram conversar e ela pegou a sua calcinha que estava na beliche de baixo eu achando que ela iria pro banheiro tomar banho mas que nada ela fez foi é vestir a calcinha daquele jeito mesmo toda melada e os carinhas falaram pra ela vc não vai se lavar não e ela falou eu não eu vou ter que tomar banho daqui a pouco mesmo então eu faço uma coisa só e que delícia de mulher é a minha sobrinha é uma verdadeira gatinha e que linda ela fica só de calcinha mas que tesão de mulher é ela e os carinhas foram pro banheiro se lavarem e eu tive que ir pro salão mas fui caminho pensando mas que vadia e´a minha sobrinha nem pareçe que ela tem esse comportamento eu não sei se é por causa da bebida que ela tomou porque aquela noite nós bebemos e não foi pouco não viu olha que nós bebemos eu gosto de bebeber com a minha esposa Gil porque ela libera geral e eu adoro isso e fui pensano no caminho mas que safada é a Jéssica e eu com o tesão, lá em cima por ela ainda mais depois de eu ter visto aquela bucetinha dela todinha cheia de porra me deu uma vontade de chupar aquela bucetinha toda lambusada deu viu e depois que ela vestiu a sua roupa sem se lavar com o rosto e a bucetinha todas melada e fui pensando se ela der bobeira hoje a noite eu chupo ela o se chupo aquela bucetinha toda lambusada de porra como eu adoro chupar e fui pro salão chagando no salão eu olho para os quatro cantos do salão e não vejo a Gil eu ja imaginei será que ela ja foi dar pra mais gente e procurei no salão todo e não encontrei ela só os caras que tinha comido ela resolvi sair pelas portas dos fundos do salão e para a minha surpresa eu vejo na direção dos chalés no canto de um chalé a Gil no maior love com um cara e eles bebados não me viram tbm no maior amasso e eu fui bem de vagarzinho em direção dos dois só que fui tipo meio escodido atrás do chalé cheguei no canto da parede do chalé e fiquei olhando os dois no maior love e o cara era um cara forte e meio alto e o cara passando a mão boba na bunda da Gil por cima da mine saia que estava vestida que em seguida ja enfiou a mão por baixo da saia da Gil e levantou a saia dela que deu pra mim ver tudo a bunda dela e ela ja pegou no pau do cara por cima da bermuda dele e em seguida ja desceu a bermuda do cara e pegou no pau do cara e que pau o cara tem viu é grande viu que mais parece uma tora do que um pau de grande e grosso que é o pau do cara e ela a Gil punhetando o a tora do cara e o cara forçando ela pra chupar o pau dele e ela descendo até que ela abocanhou a tora dele e chupou o pau do cara até ele gozar na boca dela e ele gozou que deixou a boca da Gil cheia de porra e o rosto tbm e eu só de camarote assistindo ela com sua boca cheia de porra e o rosto tbm e ela engoliu toda a porra da tora do cara e foram se lavar eu eu voltei correndo pro salão sem que eles me vissem é claro cheguei no salão a Jéssica ja estava la dançando com os carinhas que tinham acabado de comer o cuzinho e a bucetinha dela eu cheguei e fui dançar tbm e eu so de olho nela e imaginado é bichinha hoje vc não da bobeira pra mim não falou se eu te pego eu te chupo até vc ficar mais branca ainda... É que ela é uma loirinha filé e nós ficamos dançando até que a Gil apareceu demorou um pouco mas ela apareceu que nos viu dançando veio e foi dançar com a gente e ficamos dançando até que eu resolvi ir no chalé fui e falei pra Gil que eu iria no chalé e sai quando eu saio pra ir no chalé a Jéssica me puxa pelo braço e pergunta na onde vc vai eu disse eu vou la no chalé e ela falou eu também vou só vou falar pros meninos que eu estou no chalé foi e falou que estava indo no chalé e eles falaram que podia ir e saimos pro chalé no caminho ela vai e me fala que iria no chalé tomar banho porque estava toda melada e eu falei melada do que e ela me falou eu toda, e eu falei até la em baixo e ela falou la embaixo que está melado e eu falei porque que ai embaixo está melado, ela falou é que fiz amor com os dois carinhas que estão comigo, eu falei e vc não lavou ela falou eu não porque eu ja iria tomar banho mesmo então resolvi fazer numa vez só chegamos no chalé abri a porta eu e ela entramos eu traquei a porta e ela sentou na cama e eu imaginei é agora que eu vou te chupar sua linda e gostosa e sentei do lado dela e fomos conversar eu falei para ela mas vc deu pros dois carinha de uma vez ela falou eu dei, eu falei então fizeram uma dp em vc ela falou foi sim, eu falei e ai vc gostou ela falou eu gostei, eu falei deixa eu te chupar vai deixa ela meio ressabiada meio que negando eu fui peguei na perna dela ela dixou e fui subindo até que chegei na bucetinha dela dei umas alisada na bucetinha dela e ela abriu as pernas eu imaginei essa ja está no papo dei um beij no rosto dela e em seguida dei um beijo na boquinha dela e f***ei ela pra deitar na cama ela deitou eu dei mais uns beijos na boquinha dela e fui descendo até chegar nos peitos dela e chupei os peitinhos dela por um bom tempo mas que queria mesmo era a sua bucetinha fui descendo beijando sua barrigunha até que cheguei na sua bucetinha levantei sua mine saia dei uns beijinhos por cima da sua calcinha na bucetinha dela dei uma chupadinha na bucetinha dela por cima da sua calcinha peguei a calcinha dela tirei-a toda e cai de boca na bucetinha da Jéssica mas que bucetinha delíciosa é a dela, chupei mas chupei com vontade mesmo aquela bucetinha toda meladinha que eu deixei toda limpinha mas chupei com gosto ela depois de deixar ela toda limpa eu peguei ela a Jéssica fui virando ela de barriga pra baixo até que ela ficou de barriga pra baixo eu dei uns beijos na bunda dela dei uma olhada na sua bunda mas que bunda linda ela tem e e´uma bunda durinha que vcs precisam ver que bunda durinha ela tem eu não aguentei só olhar pra aquela bunda linda da Jéssica e cai de boca na bunda dela tbm chupei o cuzinho dela tbm qua estava até vermelho igual tomate maduro de levar pica chupei mesmo aquele cuzinho dela que no inicio estva meio amargo e depois ficou uma delícia chupei o cuzinho dela por mais ou menos uns cinco minutos depois eu fui subindo beijando as costas dela até que cheguei na nuca dela dei um beijo na nuca dela que ela rupiou toda eu falei pra ela quer que eu como seu cuzinho ela falou vai come que eu sempre tive vontade de dar ele pra vc comer eu peguei meus 23cm de pica por 16 de expressura coloquei só a cabeça fui enfindo bem de vagarinho ela quieta até que enfiei todo dentro daquele cuzinho apertado comecei a bombar no cuzinho dela ela gemendo igual uma puta galinha sendo fudida e falando isssooooo vai come meu cu que eu sempre quiz dar ele pra vc iiiisssooooo vai fode aiiiiiiiiiiiiiiiii iiiissssssssss uummmm aaaaaaaaaa vai isso fode ele vai seu gostoso bem que a Nenem, a Sandra, a Pê e a Sasa falou que vc sabe comer o cu da gente que a gente nem senti dor iiiissooo vai come vai mete esse seu kctão todiiiiiinhoooo nele vai isso mete esse kctão gostoso nele iiisssooooo vai me fode no cu que eu adoro lavar pica nele iisssso vai come e eu comi o cuzinho dela por algum tempo que já me deu vontade de gozar eu anunciei a ela que já estava pertinho de gozar ela falou aaaaa aaaaii goza na minha boca eu quero seu leitinho quente vai me da seu leitinho na minha boca eu tirei meu pau da do cuzinho dela e levei até sua boquinha dei umas punhetada nele que em seguida já gozei e que gozada gostosa dei na boquinha dela e no rosto dela foi uma gozada da quelas eu acho porque meu tesão era tanto por ela depois de ter visto ela dando pros dois carinhas e de ter visto a minha esposa a Gil dando pros quatros homens e chupando o pau do outro cara eu eu acho que é por isso eu gozei rápido e fomos pro banheiro tomar banho tomamos banho e ela falou pra mim e a minha tia em será que ela esta no salão dançando ou se ela sumiu de novo, eu falei ela deve estar aqui no balneario, isso eu sei agora o que ela está fazendo não me interessa, se ela não estiver no salão deve ta dendo pra mais caras por ai e a Jéssica falou vc acha que quado ela sumiu ela estava dando pra alguem, eu falei eu não acho não, eu tenho serteza porque eu vi com os meus próprios olhos ela a sua tia dando para aqueles quatros caras que ela conheceu, e ela falou mas como vc viu eu falei eles dixaram uma brexa na janela do chalé deles eu cheguei e vi pelo buraco da Janela igual o que vcs deixaram na Janela do chalé dos carinhas que vc deu pra eles tbm, ela falou mas vc não viu os carinhas me comendo não né, eu falei é claro que eu vi sim ela falou mas como vc viu que eu estava dando pros carinhas eu falei é porque eu já estava de olho em vc faz é tempo que eu queria te pegar de jeito e vi vc saindo com os carinhas e resolvi ir atrás de vcs e pra minha sorte eu vi vc dando pras carinhas e vc me deixou ainda mais com tesão por vc? ela falou seu safado vc queria me comer e eu querendo te dar e vc nem percebeu né seu sem vergonha.
Tomamos banho e ela saiu do banheiro primeiro quando eu chego no quarto eu vejo ela vestindo uma calcinha bem pequenininha e toda enfiada na bunda mas que tesão era ,eu falei aí não desse jeito vc me mata, ela falou o que eu te mato eu não, eu falei vc vestida com essa calcinha aí vc me mata e ela deu risada e vestiu uma mine sainha preta dessas cheia de babadinho e uma mine blusa tava igual uma putinha eu vesti uma bermuda e uma camiseta regata e fomos pro salão eu ja fui imaginando chegar no salão e não encontrar a Gil mas pra minha sorte ela estava no salão dançando funk ja bebada dançava funk de um jeito que mostrava até a marca da sua buceta
por cima da calcinha e nós chegamos e fomos dançar tbm e a Jéssica dançando funk com aquela mine sainha que dava pra qualquer um ver sua calcinha que delícia tava as duas e dançamos até la pelas 2hrs da manhã quando resolvemos ir dormir porque tinha três dias ainda pela frente quando nós iriamos saindo do salão veio um cara e se apresetou para a Gil minha mulher ela me apresentou a ele tbm saimos nós três do salão porque a Jéssica disse que não iria dormir no nosso chalé que ia dormir no chalé dos carinhas que ela tinha conhecido os mesmos que eu vi comendo ela e saimos eu a Gil e o cara que tinha se apresentado a Gil e nós fomos em direção do chalé no caminho tem um banco e o cara nos chamou pra sentarmos para bater um papinho ele pediu se alguem de nós dois queria ir até a lanchonete do balneario pegar três cervajas e a Gil falou que eu ia, vc vai né amor pegar as cervajas vai né, eu sem opção falei vou sim e o cara tirou três fichas de cervejas do bolso da bermuda dele e me deu e fui buscar as cervajas deixei os dois sentados no banco e quando eu retorno eu vejos os dois sentados no banco na maior conversa e dando risada eu imaginei o que eles tanto riem e cheguei até eles dei uma cervaja pro cara e outra pra Gil e a outra cervaja ficou comigo e nós fomos beber as cervejas e eu falei pros dois o que vcs dois estavam falando que parece que estava tão boa a conversa que vcs estavam caindo na risada, e a Gil ja bebada depois que fica bebada não tem freio na língua falou é que ele estava perguntando se nós dois eramos marido e mulher eu falei que sim e ele ma falou que não parece porque vc não liga que eu visto esses tipo de roupas, eu falei pra ele que vc não liga que eu me visto assim que vc faz é me apoiar ele me falou que eu fico muito gostosa vestida essas roupas e falou se eu traia vc com outros homens eu falei que sim que nós dois eramos um casal liberal e que vc gsta de ver com outro homem de ver outro homem me comendo e falei tbm que assim como vc gosta de me ver com outro homem eu também adoro ver vc com outro homem e ele me falou mas como assim com outro homem e eu falei que eu adoro ver vc dando pra outro homem ele me falou que eu quiser e vc tbm ele pode te comer e depois comer eu o que vc acha em, no inicio eu fiquei meio assim e a Gil falou vai diz que sim vai primeiro ele te come e eu assisto ele te comer e depois ele me comer e vc assisti ele me comer, eu não acredito que vc não vai topar pra começar nós estamos em pleno carnaval diz que sim eu falei eu topo ela me deu um abraço forte e um beijo na minha boca e fomos para o chalé ja que a Jéssica não iria dormir com a gente no chalé e fomos fazer a festa chegamos la eu abri a porta entramos e a Gil falou eu vou escolher a roupa que vc vai usar agora pegou uma calcinha dela pequena dessas que quando usa fica toda enterrada na bunda pegou uma blusa decotada pegou uma mine saia branca que eu gosto de vestir quando eu vou dar pra alguem na frente dela e pegou um sutien e me deu e falou pra mim eu quero ver vc bem safadinha chupando o pau dele e ver vc gemendo bem gostoso com ele metendo o pau dele no seu cu ta bom, eu cai na risada fui e vesti a calcinha depois vesti a mine saia o sutien e a blusa fiquei igual uma travesti uma verdadeira crosdessing e o cara ja de pau duro e fui direto pegando no pau do cara e o cara ja desabotoou a sua bermuda ja tirou o pau dele pra fora quando eu vejo o pau do cara era um pau desses não grande mas em compensaçao na expressura é grosso viu eu imaginei é hoje que eu estou fodido com essa tora no meu cu e cai de boca chupando o pau do cara chupei o pau dele por algum tempo e o cara me colocou de quatro na cama deu uns beijo na minha bunda depois veio beijou meu cu e eu fiquei todo arrepiado e o cara começou a lamber meu cu ai eu me entreguei de vez com ele chupando meu cu e comecei a gemer, a Gil falou não é isso que vc gosta em seu corno viado, vai geme na boca dele, isso vai geme seu viado não é isso que vc queria em seu corninho e viado, falou pro cara vai mete seu pau no cu dele que ele está pedindo pica e o cara parou de chupar meu cu deixou ele todo lambusado de guspi enfiou um dedo enfiou dois dedos e três dedos no meu cu depois pegou seu pau ou melhor sua tora colocou na portinha do meu cu e foi enfiando devagarzinho até que enfiou todo no meu cu, vcs nem imaginam a dor que eu senti na hora que o cara estava enfiando sua tora no meu cu e o cara começou a bombar e aquela tora toda no meu cu e foi ficando gostoso e eu comecei a gemer, e a Gil falou vc está gostando de levar pica grossa no seu cu não é seu viadinho , e eu falei eu estou adorando levar essa tora gostosa no meu cu e a Gil falou pro cara isso vai come o cu dele que ele está gostando isso vai mete no cu delel com força e rapído e o cara assim fez meteu com força e rapído e eu gemi gostoso com aquela tora no meu cu, falando iiiissssso vaiiiiiiiiii commeeeee o meu cuuuuu vai que eu estou adorando levar pica nele vai e gemia iiissssss uuummmm iisss aaaaaaaaaaaaa ummmmm aiiiiiiiiiiiiiii vai come meu cu isso vai me fode na frente dessa puta, bis**te, galinha cachorra vadia que ela adora seu macho corno viado gemendo na pica de outro homem isso vai fode vai, e a Gil falou é isso sim vai come que eu adoro ver esse corno viado gemendo na pica de outro macho sim, isso vai mete esse pausão no cu dele desse corno e eu virei puta, bis**te, galinha cachorra vadia por sua causa é vc que me fez virar puta quando vc me falou que queria me ver com outro homem agora eu sou uma puta assumida e não vou mudar e vc virou um viado por minha causa porque eu te falei e inssisti pra vc dar pra outro homem na minha frente vc quer virar homem de novo eu falei eu não porque estou adorando levar pica no cu tbm igual vc e o cara comeu meu cu por algum tempo e de varias posição me comeu de ladinho comigo sentado em cima dele de quatro até que o cara falou que estava perto de gozar, e a Gil falou Goza na boca dele que eu quero ver esse corninho e viadinho beber leitinho quente vai e o cara tirou a tora do meu cu colocou pertinho da minha boca deu umas punhetadas e gozou na minha boca e no meu rosto encheu minha boca de porra abri a boca pra que os dois vissem que estava cheia de porra e engoli todinha a porra do cara e ainda limpei o pau dele deixei limpinho com a boca e a Gil veio me deu um beijo na minha boca lambeu o meu rosto limpou e me cololou de quatro na cama veio e lambeu meu cu deixando-o limpinho e demos um tempo depois de uma meia hora depois os dois começaram a si beijar e a Gil ja pegou no pau do cara punhetando e em seguida ja abocanhou ele, chupando a tora do cara chupou por uns 7 a 8 miinutos depois deitou na cama e o cara começou beijando o a boca dela e depois os seios da Gil e foi descendo beijando a barriga dela até chegar na buceta dela levantou a sainha deu uns beiojos na buceta dela por cima da calcinha da Gil depois tirou a calcinha dela deixando a buceta livre para ele chupar e caiu de boca na buceta da Gil chupando chupou por um bom tempo depois subiu beijando a barriga dela chegou nos seios dela chupou mais um pouco depois beijou a boca dela e pegou o pau dele colocou todo dentro da buceta da Gil e começou a bombar a tora dele na buceta da Gil e a Gil gemendo com mais um pau na buceta naquela noite e o cara comeu ela de varias posições com ela sentada em cima dele de ladinho na posição frango assado depois o cara colocou ela de quatro comeu a buceta dela de quatro e em seguida pegou seu pau ou melhor sua tora colocou a cabeça no cu da Gil e empurrou todo dentro do cu dela e eu vendo aquilo vcs nem imaginam o tesão que a gente sente pela mulher da gente em ver outro pau entrando no cu da mulher gente eu vendo aquela tora entrando no cu da minha Gil no que que eu como direto aquilo me deixou nas nuvens e o cara começou a bombar no cu da Gil e ela gemendo com mais um pau no cuzinho dela e eu vendo aquele pau entrando e saindo no cu da Gil vendo aquele pau que eu tinha acabado de levar no meu cuzinho que estava ardendo ainda mas eu adorei ter dado meu cu pra o cara comer pro cara meter sua tora nele e o cara comeu o cu da Gil por um bom tempo comeu o cu dela com ela de quatro deitada de barriga pra baixo com a bunda pra cima, de ladinho com a Gil sentada em cima dele e o cara demorou pra gozar que eu tava achando que ele não ia parar mais de comer a Gil, com muito custa o cara anunciou que iria gozar e eu falei pra ele goza na boca dela dessa vadia, dessa bis**te, dessa vagabunda, dessa cachorra puta e o cara tirou a tora dele do cu da Gil e veio com ele em direção da boca dela deu umas punhetada nele e gozou até que não saiu muita porra não eu acho que é porque ele tinha acabado de me comer e gozar na minha boca e a Gil ainda chupou o pau dele pra não perder nada e ainda passou baton na boca dela com o pau do cara chupou o pau do cara tirou ele da sua boca fechou a boca e passou o pau do cara na boca é assim que a gente chama de passar baton com o pau depois sentamos na cama e fomos conversar o cara ja agradeçeu nós dois bastante e falou que iria nos apresentar a seus amigos que eles iria adorar nos conhecer no domingo e nós iriamos gostar de conhecer eles tbm e o cara foi pro banheiro tomar banho e a Gil falou vc não vai tomar banho agora não né so depois que nós ir dormir eu falei porque só na hora em que nós ir dormir ela falou, é que vc ainda vai ser minha putinha hoje tá pensando o que eu falei tudo bem porque eu e a Gil eu dou o cu pra ela direto ela me come gostoso com um pau de borracha desses com cinto ja virou rotina entre a gente... E o cara saiu do banho se vestiu e foi embora e a Gil ja foi na mochila dela pegou o consolo vestiu ele e veio falando chupa vai minha bis**tinha, minha putnha, e eu abocanhei aquele pau de borracha e chupei por uns 5 minutos depois ela me colocou de quatro na cama e enfiou ele todinho meu cuzinho e começou a bombar no meu cu e falando isso vai geme não é isso que vc gosta, vc não adora levar pica no cu, então toma pica no cu seu viadinho, seu corninho, e eu pra não deixar pra trás falei eu adoro lavar pica no cu sim iiiisssso vaaaiiiii me come vai me fode sou viadinho sim e corninho tbm porque vc ja deu pra seis caras hoje vc pensa que eu não vi, eu vi sua cachorra, bis**te, sua bi vc é uma tremenda de uma sapotona, vai não tem dó de me comer não, e ela falou então vc viu eu dando pros caras na onde então? Eu falei primeiro vc deu pros quatro caras que vc conheceu essa noite la no chalé 19 e depois o outro cara que ela estava com ele la no inicio dos chalés pelo lado de fora primeiro eu vi vc chupando ele e depois eu voltei pro salão e pro cara que comeu eu e vc aqui no chalé e ela falou então vc viu mesmo mas porque vc resolveu me sondar em seu corninho porque vc não bateu na porta do chalé pra vc ver os caras me comer na sua presença ou até participar tbm dando pros caras tbm eu iria adoroar ver vc dando pros quatro caras tbm e vc gostou de ver os caras me comendo eu falei que sim que eu tinha ficado com mais tesão por ela ainda, ela falou quem sabe amanhã vc dá pra uns quatro caras tbm eu vou adorar ver vc dando levando pica de varios caras eu falei é melhor não deixar os caras só pra e vc deixando eu assistir já tá bom demais, ela falou tá bom eu dou pra quantos caras vc quiser falou seu corninho em seu viadinho e eu gemendo com ela me comendo aaaiiii iiiiiisssssss iiiiiisss ummm aaaaaaa isso vai me fode, ela me comeu por um bom tempo mais do que eu esperava, ela me comeu de ladinho, de quatro, deitado com a bunda virada pra cima, comigo sentado em cima dela, até que eu falei chega de me comer né que ja está tarde da noite, e ela concordou e parou de me comer e fomos pro banho tomamos banho e fomos dormir já era umas quatro ou cinco horas da manhã quando nós fomos deitar deitamos e ela a Gil veio e me perguntou então vc viu mesmo os caras me comendo e o outro cara comigo chupando ele e a Jéssica viu tbm eu falei a Jéssica não esta nem sabendo que vc deu pra alguem essa noite pra ela vc não deu pra ninguem e a gil falou então nem vamos falar nada pra ela viu eu falei que não iria falar nada pra Jéssica é que eu ja tinha falado e a Gil nem pensa que eu comi a Jéssica aquela noite e fomos dormir dormimos só acodamos no domingo já era 9hrs 30 minutos com a Jéssica batendo na porta levantei abri a porta a Jéssica perguntou a minha tia esta ai, eu falei que sim estava e ela entrou com uma cara de puta sentou na cama falou pra Gil vcs ainda estavam dormindo a Gil falou é claro porque a noite foi ótima e que estava exausta e a Jéssica falou eu também estou com bunda doida de tanto levar pica e a Gil perguntou vc né então levou pica na buceta e no cu a noite toda, e a Jéssica falou sim eu dei até agora de manhã pros dois carinhas mas como eles são gostosos e tem um pau que vou te falar da vontade da gente não parar mais de dar pra eles é dez é bom demais e a Jéssica falou em tia e ai vcs vão na cidade hoje a noite os meninos vão é que hoje vai tocar uma banda da Bhaia e a Gil falou pelo menos eu não vou não sei se o Dinho vai eu falei que também não ia ela falou então eu vou com os meninos porque hoje a tarde vai quase todo mundo pra lá e nós fomos nos arrumamos porque o dia prometia fizemos o café tomamos e fomos para o clube que ja estava cheio fui até o guiche da lanchonete comprei doze fichas de cervejas e ja passei no balcão peguei três latinhas de cervejas fui até a Gil e a Jéssica dei uma latinha pra cada e fomos beber e dançar la pelas 11hrs nós decidimos ir tomar banho tomamos banho até 12:30hrs e fomos almoçar no restaurante do balneario e nós almoçando eu percebi que tinha uma loira me olhando e logo a Gil percebeu e me falou vc não percebeu naquela loira ali te olhando não, eu falei eu não qual loira dando uma de João sem braço e ela me mostrou aquela ali ó! E fiquei na minha né e almoçamos e eu fui até o balcão pegar mais cervejas peguei as cervejas e fomos tomar banho e logo apareceu os carinhas que a Jéssica ia com eles pra cidade chamou ela e foram, ficou eu e a Gil tomando banho quando nós menos espera quem aparece o cara que tinha comido eu e a Gil naquela noite tava ele e mais cinco amigos apresentou seus amigos e falou é eles dois da noite passada que eu falei pra vcs e fomos tomar banho nós oito tomamos banho e conversamos muito quando foi lá pelas 3hrs da tarde eu falei pros caras e pra Gil o que vcs acham da gente ir até a cachoeirinha e a prainha que eu ouvi o pessoal falando que aqui pra baixo tem eles toparam na hora e nós fomos procurar a cachoeirinha e a prainha descemos rio abaixo andamos uns 500mtrs até que achamos a cacheirinha e descemos mais uns 200mtrs até chegarmos na prainha até que em fim chegamos andamos um bucado mas chagamos e fica meio do mato num lugar lindo de se ver e que natureza só ouve os passaros cantar e os grilos é um lugar deserto e ainda mais que não tinha tanta gente no balneario aquele dia estava propicio pra nós eu que queria ver minha Gil fuder com varios caras e fomos tomar banho depois de tomamos banho sentamos na areia e fomos conversar e conversa vai e conversa vem e decidimos que os caras iriam comer eu e a Gil e os caras começaram a alisar a Gil e eu, aquilo ja me deixou com um tesão com aqueles caras me alisando e a Gil e logo eles ja tiraram seus paus para fora das sungas e já mandou nós dois abocanhar e chupar seus paus mas que paus gostosos eles tinham da gente chupar, e eu chupei um deles até ele falar chega e ele me colocou de quatro na areia começou enfiando um dedo até que enfiou três dedos no meu cu depois enfiou aquele pau todo no meu cu mas que delícia de pau era aquele que estava todo no meu cu e eu gemendo e pedindo pro cara meter gostoso no meu cu e o cara metia gostoso e eu falando pro cara isso vai me fode com esse pau delícioso que vc tem aiiiiiiiii, vai me come isso vai, umm aaaaaa iaaaa isissss ummmm fode meu cu sim, e ele me fodendo foi quando eu ouvi a Gil gemendo aaaiiiiiiiiiiiiiiiii iiiisssssss uuuummmmmm e eu olho o cara ja estava era comendo o cu dela nós perto um do outro que visão eu tinha dever o cara comendo o cu da Gil mas que tesão me deu naquela hora em ver outro pau entrando e saindo no cu da Gil naquele cuzinho gostoso que é o dela eu vendo aquilo me um tesão enorme em ver ela levando no pica no cu, no cu que eu como direto que eu falei pros caras isso vai come essa vadia que ela adora levar pica de varios de uma vez só, e ela falou eu adoro sim levar pica de varios homens sim, vc também adora eu quero ver vc dando pra varios caras hoje vc não é o bonzão vai eu quero ver seu corno seu viado eu dou pra quantos caras vc quiser ver, e vc vai ter que dar pra varios também hoje pela primeira eu quero ver vc fazer uma dp com duas picas no seu cu e eu já bebado falei que toparia mas que seria com os dois caras que tivesse o pau mais fino e pequeno ela topou os os caras comeram a Gil sempre com ela chupando quatro caras com quatro paus na boquinha dela depois veio um pra mim chupar também eu com um pau no meu cu e com outro na boca eu com aquilo fui a loucura, e falei vcs quatro comem a Gil ai eu dou pros dois aqui e assim fizeram e revesando cada um comia o cu da Gil e os outros dois me comia um pouco e revesando tbm com um no meu cu e outro na minha boca, depois de um bom eu falei pros dois que estavam me comendo agora vamos dar um tempo pra mim ver a Gil levar duas picas ao mesmo tempo, e os caras toparam tiraram o pau do meu cu e da minha boca e fomos assistir a Gil levar duas picas um dos caras deitou na areia e a Gil sentou em cima do pau dele e o outro cara enfiou o pau na buceta dela, e ela chupano dois caras comeram o cu dela por um bom tempo depois ela sentou com o cu dela no pau do cara que estava comendo a buceta dela que eu vi enterrou o pau do cara todo no cu dela depois o cara que ja estava comendo o cu dela, tentou enfiar o pau dele no cu dela tbm, mas não conseguiu deu umas punhetada nele e enfiou todo no cu da gil, eu e os dois caras só olhando os dois comendo o cu da minha esposa galinha e que delícia estava pra gente assistir os dois caras comendo a Gil ela levando duas picas ao mesmo tempo no cu aquilo me deixou ainda com tesão por ela vendo os caras comendo o cu dela e gostando eu nessas horas ja estava nas nuvens com meu cuzinho ardendo de levar pica e pensando que eu seria o próximo que iria levar duas picas no cu, mas eu vendo a Gil lavar duas picas no cu meu tesão era imenso que meu cu já estava piscando querendo estar no lugar dela e os caras revesaram com os outros dois caras que comeram a Gil e ela gemendo com dois pau no cu que eu não sei era gemidos ou se era urros e os caras comeram ela por um bom tempo até que elas falaram que iriam gozar tiraram os pau do cu dela e gozaram só que pelo lado de fora do cu da Gil primeiro gozou um e depois os outros três gozaram, dois no cu da Gil pelo lado de fora que até escorreu porra pela buceta dela a fora que pingou no chão e os dois caras que gozou no rosto e na boca dela deixou o rosto e a boca dela todo cheio de porra e depois pediram que eu chupasse primeiro eu beijei a boca dela depois lambi o rosto dela deixando limpo depois chupei a buceta dela mas que delícia que estava a buceta dela toda melada e os caras os dois vieram para me comer um deitou e eu sentei em cima do pau dele e o outro me colocou na posição certa para ele meter no meu cu tbm ele tentou uma vez meter no meu cu não conseguiu tentou outra vez e não consegui tentou a terceira vez até que estava entrando no meu cu só que ele tirou tentou a quarta vez ia entrando e doendo pra caramba não sei o que aconteceu ele tirou e tentou a quinta vez e não consegui ai ele desistiu pra minha sorte e ele veio com seu membro pra mim chupar eu chupei e o outro cara comendo meu cu sem parar foi quando o cara que estava comendo meu cu falou que já iria gozar, e a Gil falou então tira e goza na boca dele o cara tirou deu umas punhetadas e gozou na minha boca e no meu rosto e em seguida o outro cara tbm gozou no meu rosto e na minha boca deixando-a cheia de porra e meu rosto tbm e a Gl veio me pediu um pouco de porra e nós colamos a boca na outra passei um pouco de porra pra ela e fomos nos lavar no rio nós todos nos lavamos e os caras falou pra gente pra mim e para a Gil vcs estam de parabens vcs são ótimos muito bom vcs, e fomos para o balneario chegando no balneario na prainha de cara quem eu vejo a loira que estava me olhando no almoço e logo em seguida a Gil já viu ela tbm e me falou olha quem esta ali vc já viu eu falei que ja tinha visto se fosse da loira que ela estava me falando e ela me falou porque vc não conversa com ela eu não respondi nada p/ Gil e fomos damos um mergulho e os caras já subiram para o balneario e a Gil tbm acompanhou os caras ficou só eu demorou uns cincos minutos eu fiz que ia para o balneario tbm e a loira deitada na areia eu passei bem perto dela e ela me olhando e sorrindo eu falei o dia esta ótimo hoje né e ela me respodeu eu aproveitei cheguei nela me aresentei e ela se apresentou tbm e sentou na areia eu tbm sentei e fomos conversar, conversamos por uns 15 minutos e ela me perguntou da onde vcs estavam vindo com aquela mulher vcs em seis e uma mulher o que vcs estavam fazendo em eu respondi nós estavamos vindo da cachoeirinha que tem logo ali e da prainha que tem mais pra baixo um pouco e ela falou mas o que vcs estavam fazendo com aquela mulher eu falei nada e ela falou e essa cachoeirinha e a prainha são bonitas eu falei bonita nada são lindas e que natureza lá só tem mata e não vai ninguém e ela já intereçou em conhecer e falou fica longe daqui eu falei nada fica a mais ou menos uns 500 metros daqui se vc quiser ir lá eu posso te levar e ela falou eu quero e levantamos da areia e fomos chegamos na cachoeirinha mostrei a ela e fomos para a prainha e ela com medo falando na onde vc está me levando, eu falei para a prainha porque vc está com medo, ela falou eu estou com medo sei lá pra onde vc está me levando.
Eu falei vc pode ficar tranquila que eu não vou te sequestrar não ela falou não é isso não é que eu não conheço nada aqui essa é minha primeira vez que venho a esse balneario eu falei da onde vc é mesmo que eu esqueci ela me falou que é de uma cidade vizinha cujo o nome não vou falar por pedido dela e eu falei como vc se chama mesmo, ela falou que se chama Ana Flavia e eu indo atrás dela e vendo aquele corpão perfeito com aquela bunda não tão dura na minha frente eu já com tesão com o zé ceguinho ja meio duro e chegamos na prainha e ela falou bem que vc falou que aqui é lindo mesmo eu fui dei um mergulho no rio e fomos conversar sentamos na areia da prainha e conversando eu percebendo que a Ana Flavia estava dando mole pra mim quando conversavamos ela ficava me pegando nos braço nas pernas e eu comecei a pegar nela tbm depois de umas pegada nela eu comecei a esquecer minha mão nela e ela gostando foi quando eu parei olhando para ela, e ela ficou olhando pra mim, eu fui chegando com minha boca na dela e ela foi chegando sua boca na minha tbm e eu beijei ela na boca, beijei ela por uns quatro minutos dei uma fungada na nuca dela, e ela se entregou de vez e fui beijando ela no pescoço depois desci até nos peitinhoas dela e que peitinhos ela tem durinhos ela tem apenas 20 anos, fui tirei seu biquini a parte de cima deixando seu seio a mostra e eu cai de boca chupando seu seio, e ela gemendo chupei o peito dela por um bom tempo depois fui descendo beijando sua barriga até chegar no seu biquini a parte de baixo dei uns beijinhos na sua bucetinha por cima do seu biquini e fui virando ela e barriga para baixo até que ela ficou eu dei uns beijos na bunda dela e que bunda gostosa ela tem dei uns cincos beijos na bunda dela e virei ela de barriga para cima e tirei seu biquini e vi que bucetinha linda ela tem é cabeludinha dessas que já faz mais de um mês que não vê gilete que não é depilada e´uma linda bucetinha e eu não aguentei ver aquilo cai de boca chupando-a, chupei com vontade mesmo e que bucetinha gostosa e delíciosa ela tem é cheirosinha e cabeludinha, eu chupei ela por aproximadamente uns 8 minutos depois fui beijando sua coxa fui virando ela até que ela ficou de barriga para baixo dei uns beijos na bunda dela que bunda ela tem que não aguentei vendo aquele bundão e cai de boca no cuzinho dela, lambi aquele cuzinho por um bom tempo depois virei ela de barriga pra cima dei mais uns beijos na buceinha dela e subi beijando a barriga dela até chagar na boca dela dei mais um beijos na boca dela e peguei meu pau coloquei na entrada da bucetinha dela e enfiei tudo meu pau dentro e ela gemendo e comecei a bombar na buceta dela da Ana Flávia comi ela de varias posição de ladinho, de quatro, com ela sentada em cima do meu pau e frango assado e ela gemendo e como geme numa pica a safada comi a bucetinha dela por uns 8 a 9 minutos e ela falou vc vai meter esse seu kctão no meu cu tbm vai, eu falei eu só não vou comer seu cuzinho delícioso só se vc não quiser, e a Ana Flávia falou eu quero sentir esse seu pausão todo dentro do meu cu deve ser tão gostoso vc comendo o cu da gente com esse pausão né eu falei então sai de cima que eu ja vou comer seu cuzinho ela falou é mesmo e saiu de cima e ficou de quatro eu enfiei meu pau todinho dentro do cuzinho dela e comecei a bombar e ela gemendo gostoso com meu pau dentro do cuzinho dela e que cuzinho apertado ela tem que cuzinho gostoso da gente comer e como geme dando o cuzinho levando pica no cuzinho geme mais do que engenho e alto comi o cuzinho dela por um bom tempo comi de quatro, de ladinho, com ela sentada em cima do meu pau com ele no cuzinho até que eu falei que já ia gozar falei aonde vc quer que eu goze ela falou na minha boca que eu quero beber leitinho quente e ela saiu de cima e eu fui e cheguei perto do rosto de menina que nem parece que tem 20 anos dei umas punhetada e gozei na boca dela e no rosto dela e a Ana Flávia engoliu toda a porra depois limpou o rosto com o dedo indicador e engoliu tbm e falou eu vou chupar seu pau pra não deixar perder nada e chupou meu pau e eu falei vc é muito boa viu vc é gostosa de mais vc tem a bucetinha delíciosa e o cuzinho tbm falou, e ela com um sorriso de vadia falou a é que bom saber disso vc é dez em tudo vc tem um pau delícioso de se chupar vc come a gente enfia esse kctão na buceta e no cu da gente que a gente só sente prazer e nem sente dor quando vc está comendo o cu da gente eu nunca tinha dado pra ninguém gostoso igual vc, vc é ótimo foi bom ter te conhecido viu espero que não seja a última vez viu. E fomos nos lavar nos vestimos eu a minha sunga e a Ana Flávia o seu biquini e fomos pro balneario chegamos lá já estva quase escurecendo e fui procurar a Gil aquela bis**te e a Ana flávia ficou no salão que não tinha tanta gente assim porque tinha ido pra cidade assistir a banda baiana tocar e não demorou eu achei a Gil que estava na painha de cima do balneario estava conversando com dois caras cheguei comprimentei os caras e ela me falou no meu ouvido na onde vc estava até agora eu falei eu estava la na prainha de baixo conversando com a loirinha e ela falou e ai rolou alguma coisa eu falei é claro que sim né, ela falou rolou o que, eu falei de tudo um pouco ela falou mas vc comeu ela, eu falei sim eu comi ela, e ela falou e ai foi bom ela é boa é gostosa, eu falei é delíciosa, e ela me falou então em apresenta ela pra mim eu falei não sei se vai dar tempo não porque ela é da cidade vizinha daqui e ela vai embora ainda hoje e a Gil falou na onde ela está, eu falei no salão, então vamos lá agora e rápido, eu falei falei vamos no caminho a Gil me falou se a gente pedir pra ela ficar com a gente no nosso chalé será que ela não fica não em, eu falei tem que ver com ela né, e ela me falou ai a gente faz uma festinha especial a noite depois do carnaval o que vc acha, eu falei se ela quiser eu topo chegamos no salão e eu logo vi ela a Ana Flávia, ela estava com um bucado de gente e a Gil falou vai lá e chama ela que quer aprasentar sua mulher pra ela e eu fui cheguei nela e falei vem aqui fazendo um favor ela falou espera só um minutinho que nós estamos decindo aqui porque eu não queria ir embora hoje não, só que não tenho onde ficar vcs deixa eu ficar com vcs, eu falei é sobre isso mesmo que eu quero conversar com vc e ela já falou paras suas e seus colegas para esperar um pouco que ia conversar comigo um pouco e já retornaria eu peguei no braço dela e fui até Gil e apresentei ela pra Gil e falei é que eu e minha esposa aqui decidimos porque vc não fica com a gente aqui no balneario é que a gente estamos em três no chalé só está eu a minha mulher e a sobrinha dela se vc quiser ficar com a gente vc pode ficar até na treça feira e a Ana Flávia falou eu fico com vcs só que só até amanhã a tarde ta bom eu e a Gil concordamos e ela falou então deixa eu só avisar o pessoal e pedir pra eles avisarem a minha mãe e meu pai que eu vou ficar aqui até amanhã de tarde ta bom e foi avisar seus colegas e nos chamou pra ir até ela e fomos e ela nos falou que só iria no ônibus pegar sua mochila com suas coisas e a Gil falou pra ela quanto a roupa vc não precisa se preocupar não eu arrumo as minhas pra vc vestir ok. E ela falou tudo bem e agradeço vcs de todo meu coração e fomos com ela até o ônibus pegar a mochila dela pegamos e fomos para o chalé e a Gil e ela começaram a conversar parece que se deram bem chegamos no chalé e a Gil falou pra mim vamos tirar as nossas roupas porque ainda tem dois dias pra gente curtir porque eu não quero ficar gripada não, eu só quero curtir e dar bem gostoso, eu falei e vamos tomar banho né para nós irmos jantar e a Gil falou tomar banho já a não vamos tomar lá pelas 6:30 hrs porque o restaurante fica aberto até as 9 da noite eu só vou tirar a roupa porque eu não quero ficar gripada e tirou o biquini ficou nua foi e pegou uma calcinha e uma mine saia e uma blusinha azul a mine saia era branca com azul e a calcinha era amarela com babadinho e colocou na nossa cama e falou para a Ana Flávia vc quer vestir essa aqui e a Ana Flávia falou não precisa não eu tenho uma roupa aqui ó pegou e mostrou pra Gil e falou eu tenho essa que trouxe pra mim ir embora vestida com ela e a Gil falou mas e ai como vc vai embra amanhã então veste essa aqui e deixa essa ai pra vc ir embora amanhã toma ai é pra vc vestir ta bom e nua falando perto da Ana flávia e falou pra mim e vc não vai tirar a sua sunga não eu falei já estou tirando e já fui tirando tirei e fiquei nu tbm e ela falou pra Ana Flávia se vc quiser tirar pode viu vc não se preocupa não que eu e meu esposo nós dois somos liberal e gostamos de ficar a vontade e a Ana Flávia falou eu tbm gosto de ficar a vontade e a Gil falou então tira seu biquini e fica igual a gente assim nu e a Ana Flávia tirou o biquini e ficou nuzinha tbm e a Gil falou nossa que delícia vc é bem que meu marido falou que vc é delíciosa eu já estou concordando com ele viu e veio e pegou no meu pau e falou e ai vc gostou desse pau aqui todo dentro de vc e a Ana Flávia falou eu adorei esse pau do seu marido dentro da minha buceta e do meu cu foi uma delícia eu amei, a gil falou a bom porque ele falou que adorou vc tbm e as duas ficaram conversando durante muito tempo até que eu falei que já iria tomar banho fui tomei banho vesti uma cueca e uma bermuda e uma camiseta e sentei na cama e a Gil foi pro banho quando a Gil entrou no banheiro a Ana Flávia me falou baixo em vê se vc fala pra sua mulher pra ela não ficar dando muita bobeira assim nua perto de mim não porque eu já estou com vontade de ficar com ela, e ela ainda fica dando sopa perto de mim nua porque eu sou bi, e eu falei vc tbm é bi é e ela falou sou sim porque ela tbm é eu falei eu gostaria que fosse porque quem é bi aqui sou eu e ela falou então vcs dois divide os homens entre vcs dois eu falei que sim e falei ainda eu acho que a Gil só não é bi por falta de oportunidade eu acho se tiver alguem pra iniciar ela, ela topa e a Ana lávia então vc fala pra se ela quiser hoje a noite nó

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Minha Tia

Era uma sexta feira, estava indo para casa de meus pais onde aconteceria uma festa de família, aquelas que vai tio, TIA, primo, vó etc...
Era uma festa somente para nos encontramos, a casa é pequena, mas atrás temos um pátio bem grande com piscina.
Cheguei na casa perto das 19:00 de sexta feira, lá estavam meus pais e minha tia, irmã do meu pai. Cumprimentei todo mundo, jantamos e no meio da conversa minha tia contou que seu marido, chegaria no outro dia, sábado, pois estava trabalhando na cidade onde moram.
E que veio mais cedo para ajudar minha mãe e elas ficaram conversando, eu e meu pai saímos para beber e voltamos ali pela meia noite, e botamos a conversa de alguns meses em dia. Subi para meu antigo quarto, notei que minha TIA estava dormindo ali, pensei em dormir no quarto da minha irmã que também não mora mais em casa, mas notei que um colchão estava pronto para mim no quarto, aos pés de minha ex-cama, fui até o banheiro que ficava no corredor encontrei minha mãe e ela me perguntou se me importava de dormir ali, pois o quarto de minha irmã tinha virado um escritório, eu disse que não, quando voltei ao quarto notei que minha tia dormia de baby doou, ele tinha subido conforme ela se mexeu na cama, e ficou a mostra uma bocetinha bem depilada, minha tia tem 40 anos e tem um belo corpo, mas eu nunca tinha reparado nela, logo que me deitei notei que ela se virou, como sou louco por uma bunda, disfarcei e olhei e era uma bunda muito boa. Dormi achando aquilo muito excitante, mas como ela nunca tinha demonstrado nada acabei ficando com medo, no outro dia levantei uma 10:30 e fui tomar café, notei que a casa estava vazia, olhei em direção a piscina e ela estava tomando banho de sol, fui até lá, pois ali já não tirava aquela imagem que vi na noite anterior da cabeça, quando cheguei perto notei que ela usava um fio dental azul, que me deixou bem louco, entrei do outro lado da piscina nadei até perto dela e ela sorriu, começamos a conversar e ela me pergunta da minha namorada, disse que estava separado a uns dois meses, ela me perguntou rapidamente sem nenhuma vergonha ?e como você põe em dia este atraso?, respondi já com a cabeça pensando no MELHOR, ?bom isso preciso de ajuda?, começamos a rir.
Logo ela se levantou e foi andando até a cozinha falando que iria fazer um almoço para nós dois, pois meus pais saíram pra comprar coisas para festa, ela se virou e me viu olhando para sua bela bunda, para me fazer uma pergunta, e disse ?te peguei de novo menino? começou a rir e saiu. Fiquei sem muita reação.
Passou alguns minutos e ela gritou da cozinha pra que eu entrasse, pois o almoço estava pronto, fui no chuveirinho e entrei em casa, ela estava de calção branco bem apertado e com a parte de cima do biquíni, sentamos e começamos a conversar, logo o assunto caiu em, no que eu tinha esqueci de levar para o fim de semana, disse que tinha esquecido de escova de dente, e estas coisas de banho. Ela me disse olhando pra mim, ?eu esqueci minha calcinhas, só trouxe uma e que não usaria nada durante aquele fim de semana?, comecei a rir e ela disse quer ver? Achei que ela ficaria pelada, NÃO ela se levantou subiu e buscou sua calcinha, quando me mostrou em sua mão, fiquei com mais tesão ainda, era minúscula, realmente pequena, um fio, e eu disse sem pensar a ?senhora usa isso??. Ela disse: ?Sim, por que não??. Acabamos de almoçar eu fui e me deitei um pouco, passou uns minutos e notei que ela subiu até o quarto e já entrou me perguntando, ?Por que eu não poderia usar, fica muito feia?? Quando me viro ela esta somente de calcinha e com a parte de cima do biquíni na porta do quarto, se virou e como se aquilo fosse natural continuou me perguntando, Logo respondi ?pra mim você usaria somente isso?.
Ela se virou e saiu do quarto, me levante e antes que eu chegasse ao corredor ela voltou sem à parte de cima, falando que queria me ajudar, mas disse que não poderia contar a ninguém, pois ela era muito bem casada.
Empurrou-me na cama, e tirou o calção e começou a me chupar forte, engolia tudo e me perguntava se estava bom, eu que estava morrendo de tesão só gemia, lambia minhas bolas e engolia me pau todo, logo ela se levanta e veio para cima de mim, puxou a calcinha para o lado, meu pau todo molhado entrou rapidinho, começamos a fuder ela ditava o ritmo, ficamos transando por mais de 10 minutos naquela posição, foi quando ela se levantou e falou para eu pegar ela de quatro já que eu não parava de olhar sua bunda nunca, se apoio em uma cadeira e comi todo o rabinho dela, enfiei sem perguntar, notei que ela ficava bem excitada, então coloquei em sua boceta novamente e meti forte, foi quando ouvimos o carro de meu pai chegando, ela saiu rápida e desceu, eu me deite, não tinha chegado a gozar fiquei bravo com isso.
Mas as pessoas começaram a chegar, quando deu meia noite eu já estava quase bêbado e tentava nem olhar para ela, e ela nem falava comigo, pois seu marido avia chegado.
Todos em volta da piscina entrei e fui até o quarto que era da minha irmã, hoje um escritório, para tentar passar um pouco aquela vontade, quando ouvi a porta fechar e ela falou: ?lembra que te falei que estou sem calcinha, pois então este vestido sobe rápido?. Virei-me e ela estava com o vestido lá em cima, se escorou na mesa e mandou eu meter sem barulho, fudemos até gozar ouvindo a festa lá em baixo, ainda dei uma gozada na cara dela, pois disse que iria gozar e não é que ela se virou rápido e disse para gozar na sua cara.
Ela se levantou foi até o banheiro e eu fiquei ali, me sentei e deixei o tempo passar, desci e notei que ela estava bem alegrinha, e todos dançavam, mal sabiam que há uns minutos estávamos transando bem pertinho deles.
Fique na casa até o domingo, ela se despediu e no meio de todo mundo me deu um beijo no rosto e disse pra eu ligar mais vezes que a TITIA sentia muita saudade, e agora ligo para ela e saímos uma vez por mês para um motel, e fodemos sem parar.


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O desabafo da moça e o Anjo

Resolvi escrever esse conto acho q para desabafar e contar minha experiência sexual.
tenho um namorado ele super gostoso tem o pau grande e grosso adoro chupar sentir ele latejando em minha boca, porem demoramos muito tempo sem fazer sexo e sinto falta não entendo o motivo não se tem outra ou simplesmente não gosta da coisa bom o fato é q sinto muita vontade de fazer sexo com ele fico molhadinha só de imaginar minha bocetinha na boca dele.é mais como o velho ditado diz que não dar assistência abre concorrência.
Pois bem vou contar de fato a concorrência entrou em cena foi meio sem quer porque apesar de tudo eu gosto do cabra o dito q não gosta de meter.
Um belo dia estava apartamento dele doidinha para fazer um amor gostoso foi ai então resolvemos sair.....saímos ele bebeu todas e acabamos brigando e sexo q era bom nada ele estava tão bêbado que me deixou na rua fiquei na calçada do prédio dele chorando as magoas foi ai que olhei para o lado e vi um carro branco a principio fiquei a sustada!!! Mas logo ouvi uma voz....o que faz ai princesa sozinha?ainda com os olhos cheio de lagrimas olhei para o moço e não conseguia responder foi ai que ele percebeu que eu não estava bem precisava ser cuidada. Desceu do carro veio até mim e disse princesa alguém te fez mal me diga!!! pare de chorar..ainda com as palavras presas na garganta não conseguia falar foi quando conseguir sussurrar em seu ouvido me dar um abraço acho que eu estava carente ......ele me deu um abraço tão apertado...tão ..quente...logo me acalmei foi quando olhei aquele rosto lindo com carinha de anjo...ele perguntou posso te levar para sua casa meu anjo...respondi não posso chegar assim na minha casa...então ele disse o que vamos fazer meu anjo...respondi você que é meu anjo da guarda me tirou da rua fez carinho ainda quer me deixar em casa....ele então olhou nos meus olhos e disse o q acha de ir para meu apartamento.parei e pensei o q pode acontecer ainda de pior esta noite o maximo que ele vai querer é sexo e eu estava tão carente....Aceitei ir para seu apartamento mais respondi primeiro tenho q saber pelo menos o seu nome você pode falar ? para minha surpresa o nome dele era Gabriel não acreditei e pedi q me mostra-se o seu documento ele mostrou, realmente era Gabriel meu anjo.
Gabriel disse tem um problema moro com meus pais e vamos ter que entrar bem devagar para que ninguém perceba nossa presença, ok Gabriel combinado chegando na garagem do prédio me deu uma enorme vontade de fazer xixi...disse para ele eu estou com vontade de fazer xixi e agora vai dar para ir ao banheiro do seu apartamento?pior que não vai dar temos q entrar em silêncio em meu quarto, mas você pode fazer aqui mesmo na garagem eu faço cabania para você ...eu meio tímida e muito apertada respondi tudo bem...
Agachada fazendo xixi percebi ele olhava para mim disfarçadamente comecei a ficar excitada com aquela situação também olhei disfarçadamente para o sua bermuda e vi que seu pau estava duro também estava sentindo o mesmo.
Levantei a calcinha lentamente afim que ele percebesse que eu também estava com um puta tesão....entrei no carro novamente ele olhou para mim e disse vamos entrar ?na verdade ainda não queria entrar estava com a calcinha molhadinha....
Olhei para os lábios do meu anjo Gabriel mordi a boca e disse timidamente você tem uma boca linda...ele respondeu também a sua parece ser maravilhosa posso experimentar....sem falar nada beijei a boca daquele anjo...que boca macia e gostosa ele me beijava como tão tesão quando percebi eu estava passando a mão no pau dele...e logo começou a cariciar meus seios e chupar gostoso como nunca eles haviam sido ....hummm...não resisti e comecei a chupa-lo bem gostoso...ele sussurrava nossa....hummm que boca gostosa chupa..chupa...todo seu....ouvindo aquilo ai é que eu chupava mais e mais...enquanto eu sugava seu pau bem gostoso ele passava a mão no meu cuzinho na minha bunda metia o dedo na minha bocetinha parecia um polvo...e eu querendo mais....anjo deixa eu sentir o seu pau dentro de mim...ele respondeu vem que eu to doidinho para fazer você gozar nele...gabriel afastou os bancos do carro e eu sentei em cima daquele cacete duro ...nossa ele me levou ao céu...senti prazer como a muito tempo não sentia...hummm estava muito gostoso...cavalguei....cavalguei em cima de deu pica até sentir as bolas....enquanto isso ele chupava gostoso meus seios que estavam durinhos de tanto ele chupar foi ai que eu gozei...humm não podia expressar tudo aquilo que eu tava sentido pois já era tarde poderia acordar alguém do prédio.
Eu enlouquecida de tanto prazer queria mais...ele disse vamos subir lá em cima terminaremos....a quilo tudo era mágico excitante maravilhoso....gabriel pegou meus sapatos segurou e disse quando eu der o sinal você entra sem fazer barulho ok. Fiquei do lado de fora esperando o sinal, ele apareceu e disse entra sem fazer barulho...devagar entrei em seu quarto..ele muito bonzinho me tratara melhor do que o meu namorado...me deitou na cama dele e perguntou se eu queria dormi respondi que dormir essa noite será longa...mau fechei a boca ele pegou em meus cabelos com tanto tesão....e disse vou fazer essa noite inesquecível para nos dois...tirou minha roupa com muita firmeza e puxou minha calcinhas e disse agora vou chupar sua bocetinha...começou a enfiar a língua gostoso em mim sentia ela latejar e latejar cada vez mais...ele sugava a danada com tanta vontade e me fez gozar mais uma vez...virei para ele e disse como ele queria me comer isso sussurrado no ouvido dele já q não podíamos fazer barulho....ele disse posso te comer te quatro tem a bunda tão gostosa...rapidamente virei e disse e toinha...sua pode mandar pau...
Gabriel apertando minha bunda em direção ao pau dele ...com força parecia um lobo selvagem,eu sentido muito prazer só conseguia falar mete ....mete...essa porra toda... era bom demais ele acabou gozando...em minhas costas...ele todo atencioso me limpou me cobriu e ficamos pelados em baixo da coberta relaxamos e adormecemos um pouco...acho que depois de 1 hora mais ou menos, senti um coisa dura em minha bundinha e a mão dele passeando em minha dana dina...haa logo empinei mais o bumbum para sentir com mais força...gabriel viu que me excitei novamente colocou todo aquele cacete em meu rabinho...fiquei delirando ao mesmo tempo que ele penetrava ele masturbava com a mão não acreditava em tudo que estava acontecendo por momentos passava em minha cabeça o que eu estou fazendo parecia surreal tudo aquilo que estava acontecendo...seus dedos todo molhadinho da minha bocetinha ele colocava na minha boca parecíamos dois cachorros no cio... gozamos outra vez só que agora dois chegaram juntos....gozamos muito gostoso que noite maravilhosa.bom fomos dormi bem agarradinhos como dois namorados cheios de porra para tudo quanto é lado mais tava bom..no dia seguinte acordei primeiro do que ele sem acreditar muito no que estava acontecendo nem lembrei do pouca foda do meu namorado...olhei para o lado e vi ele dormindo parecia um anjo mesmo..hummm senti minha danada piscar então quando vi já estava chupando aquele cacete novamente humm...que delicia ...logo ele foi crescendo na minha boca ele açodou e disse nossa que bom dia princesa....respondi só estou fazendo o meu café antes de ir embora queiro ir com o gosto da sua porra na minha boca...chupei...chupei..até ele gozar dentro da minha garganta...assim começaria meu dia bem...que anjo bommm....me levou para casa!!!
Há querem saber se eu encontrei-o outras vezes?
Fica para o próximo...
Bjss...

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Um bom Marido, Um optimo Corno

Após ler alguns contos, decidi contar um fato que tem acontecido em minha vida. Sou um funcionário público de uma cidade do litoral paulista. Minha esposa trabalha em uma área comercial de uma cidade vizinha a que moramos. Ela é uma mulher maravilhosa, com pele bronzeada, cabelo liso e com luzes, cintura modelada e com uma bundinha que chama atenção de qualquer homem. Uma verdadeira gatinha. Para resguardar meu relacionamento, vou manter nomes fictícios. A partir de agora sou Paulo e minha esposa Cris.
Essa história não vai ser ficção e sim realidade, pois o fato é recente e realmente aconteceu. Somos um casal de ótimo relacionamento, verdadeiros e que não escondemos nada. Sempre que alguém me canta ou a minha esposa, contamos um para o outro. Essa realidade não gera ciúmes e sim um sentimento de cobiça, que faz bem ao nosso ego. Foi assim que começou a história. Minha esposa me contou que no seu serviço, estava sendo cantada por um guarda, que chamava Roberto (nome fictício). Ele era um moreno, corpo atlético e com 30 anos de idade. No início ela não deu importância, não dando bola a Roberto. Entretanto, ela com o passar dos dias me falava, que Roberto não desistia e que a cada dia aumentava a intensidade das cantadas. Foi aí que perguntei o que ela achava dele. Respondeu-me que era uma pessoa simpática, educada e que esteticamente lhe agradava. Todo dia ao chegar em casa pergunta a Cris se tinha alguma novidade. Minha esposa sempre respondia que havia, e assim me contava as novas cantadas de Roberto. Um desses dias me falou que ao passar próximo a Roberto, ele colocou a mão na sua cintura e discretamente deslizou até sua bundinha. Desse momento em diante, passei a sentir um enorme tesão, e a ter imaginações diferentes ao modo que retratava meu casamento. Perguntei a Cris se ela sentiu tesão de tal situação. E timidamente respondeu que sim. Então começamos a criar fantasias em nossas transas, sempre colocando uma terceira pessoa, o qual fazia minha esposa delirar de tesão.
Minha esposa percebeu que eu não tinha ou pelo menos demonstrava ciúmes, então diminuiu a timidez no serviço, em especial com Roberto. Passou a cumprimentar Roberto com beijos no rosto, o que antes não fazia. Certa vez ao chegar em casa notei que ela estava contente, e logo me contou: o Roberto virou o rosto e acertou um selinho na minha boca. Perguntei a ela se gostou, respondendo ?de uma olhada na minha calcinha?. Estava molhadinha de tesão. Nessa noite, ao iniciar nossa transa, quando minha esposa fazia uma deliciosa chupetinha, perguntei se gostaria de transar com Roberto, e ela me respondeu nessas palavras ?estou morrendo de vontade de meter com ele?. Respondi a ela, se for discretamente tudo bem. Assim a Cris falou que esperaria a oportunidade certa, mais que iria provocar Roberto. Para o trabalho, Cris começou a ir com roupas marcantes em seu delicioso corpo, em especial com calçinhas minúsculas de fácil percepção em suas roupas coladas, chamando atenção de inúmeros funcionários, mais o alvo era o Roberto. Mais uma vez percebi minha esposa contente e perguntei o que foi dessa vez. Respondeu: não consegui segurar a vontade, e se beijar é cornear, então meu amor você hoje foi corninho, pois o Roberto me beijou com vontade e intensidade na boca, e ainda apertou minha bundinha me fazendoeu gozar todinha. Peguei a Cris, joguei na cama e comecei a penetrar aquela bucetinha molhadinha. E quando transavamos me contou o restante dos detalhes, falando que sentiu um volume enorme da pica de Roberto, mais que somente passou a mão por fora. Em uma sexta feira minha esposa estava demorando a chegar. Então liguei. Ela com uma voz cansada falou que estava trabalhando. Estranhei, pois nunca trabalhou até mais tarde. Ao chegar logo veio me dar um beijo, daqueles de língua, e afirmando que me amava. Notei um gosto estranho em sua boca. Percebi que estava com a face vermelha, e fui fazendo carinho. Levei á cama, tirei sua calça social e logo percebi o que tinha acontecido. Sua calçinha estava toda gozada, e com certeza era esperma de outro homem. Senti no momento ciúme, mais o meu tesão consumiu o ciúme. E a Cris me perguntou, vai querer lavar ou meter assim mesmo. Eu com pau duro peguei a Cris pelos cabelos, e falei; faz logo um chupeta. Ela respondeu, sem problemas, pois não vai ser a primeira do dia. Então começou a me contar: ?O Roberto me ofereceu uma carona e aceitei. No carro ele me beijou e passou a mão por todo meu corpo, até chegar a bucetinha que estava molhadinha de tesão. Então retribuí, tirei sua pica para fora, estava dura igual uma pedra. Olhei para ele e notei o que queria...chupei até ele dizer chega. Diante do ato, Roberto me levou para o motel. Ainda na garagem, tirou minha calça e assim subi a escadaria só de micro calçinha na sua frente. No quarto, ele me chupou todinha e fiz novamente outra chupetinha. Foi quando ele não agüentou mais e meteu sua pica grande e grossa na minha bucetinha, me arrombando e me chamando de putinha. Eu adorei. Logo me colocou de quatro, me fudendo como ninguém. Foi aí que você amor; ligou. O Roberto bem baixinho perguntou quem era, e eu mostrei a aliança para ele. Ele entendeu que era você. Em vez de parar, tirou a pica da minha bucetinha e colocou no meu cuzinho. Foi por isso que desliguei logo o telefone, notou. Senti uma sensação de dor e tesão, mais na realidade gostei. Voltei a chupar novamente a pica dele e ele me dava tapa na cara e me chamava de puta, vadia. Perguntou para mim: seu marido em casa e você aqui metendo sua vaca. Na seqüência ele voltou a enfiar sua pica na bucetinha. Ele amor nem perguntou para mim se poderia gozar dentro, só deu a entender que não estava agüentando mais e me gozou uma quantidade de porra incalculável. Para terminar a transa, chupei sua pica toda gozada. Por sinal ainda estou sentindo o gosta da porra do Roberto na minha boca. Bem amor, foi essa a aventura que fiz hoje, não fique com raiva, pois meti com ele por tesão e afinal o nosso casamento é firme e sólido.? Notei que minha esposa estava feliz, e comi sua bucetinha, cuzinho e gozei na sua cara. A Cris falou que nunca na sua vida havia transado com dois homens em um único dia. Falei a ela que iria melhorar, pois bolaria algo para ela fuder com dois homens ao mesmo tempo. Assim passei de um marido tradicional para um corninho alegre e com muito mais tesão. Minha esposa não imagina que escrevi esse relato, pois sou discreto. Bom, um abraço a todos que leram e gostaram de meu relato.
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A Surpresa

Meu nome? Renata, descrição? morena, razoavelmente alta: 1,74 bunda grande, seios? Médios vai, (enche a mão), cabelos claro até o ombro, e de charme olhos cor de mel esverdeados, lábios carnudos (até demais;) sem nenhuma modéstia Bem Bonita... E mesmo sendo nova, tenho curiosidades e vontades insaciáveis, sempre foi assim... dês do primeiro namoradinho, namoradinha... Sempre procurando um jeito de fazer o bom ficar ÓTIMO. O sexo trivial nunca me atraiu. Mas também não sou nada sado, não tenho fantasias absurdas nem nada do tipo, sou até carinhosa e romântica (quando me convém) O caso é que eu adoro escrever esses contos. Confesso! É quase uma terapia, lembrar dos detalhes, me tocar, e principalmente te fazer imaginar... Como hoje, são 03h20 da mad**gada e não consigo dormir. A imagem da melhor transa da minha vida fica voltando, e quando dou por mim to toda molhada, me masturbando, e sonhando com cena... Bom, preciso me expressar de alguma forma e só de imaginar que alguém esta lendo,vivendo um pouco que eu vivi já me excita. No ultimo conto que escrevi (Eu minha amiga pervertida e seu namorado) eu contei uma noite deliciosamente inesquecível que aconteceu há algum tempo, há uns 7,8 meses atrás, o começo de várias noites de três amigos, que simplesmente adoravam se dar prazer, se encontrar pra brincar de triangulo amoroso. E o que começou com um casal querendo realizar uma fantasia virou um relacionamento que durou uns dois meses mais ou menos... foram duas viagens, baladas, encontros, até chegamos a ir há uma casa de swing... Sinto falta, tanto sinto que decidi repetir de uma forma diferente. Há seis meses voltei com meu ex-namorado, quase noivo, o amor da minha vida, o Daniel, que sempre foi meu amigo e é meu ?namoradinho? dês dos meus 15 anos, a gente namorou por 3anos e meio, e ficamos um ano separados. O que é difícil de entender, nos damos bem em todos os sentidos, e nos amamos muito, mas tem coisas que não podemos evitar, tipo quando a relação cai na rotina... ele sempre foi ótimo no sexo, ele é muito atraente de fato, ele é aquela mistura de raças que deu certo, moreno, caboclo dos cabelos bem pretos e lisos, traços fortes, e um olhar marcante (Ahh os olhos são lindos, Deixa qualquer um sem graça, levemente puxados. Claros como os meus, mas bem mais bonitos com um tom de mel mas quando você olha bem se confunde entre verde e mel, são lindos) um sorriso gracioso com covinhas, ele é bem alto, tipo atlético nada exagerado, uma boca deliciosa, grande, bem desenhada, (sou suspeita pra dizer, mas ele é lindo, o homem mais lindo que conheço) e o melhor de tudo se ver na intimidade... resumindo É ENORME (tenho que me gabar um pouco né!?). o Dani faz o tipo que mete inveja, mas sempre foi um pouco certinho demais, até previsível certas vezes, o tipo que você tem certeza que nunca vai te trair, que você sempre sabe onde está, que conta cada passo que dá, te deixa falando sozinha mais não briga NUNCA, sempre me bajulando, muito carinhoso de fato, fazia tudo por mim, TUDO!... Mas muito serio, não se arriscava, não se entregava. Isso era o que mais me incomodava. Talvez fosse pela diferença de idade de 6anos, ele era o maduro e eu a infantil impulsiva. Todo mundo diz que sou louca por reclamar dessas coisas, e é o que toda mulher quer, mas não é bem assim, principalmente quando você é o contrário. Eu quero viver tudo ao máximo, quanto mais, melhor, entende? Mas a gente tinha lá nossos momentos, transamos na praia uma noite, no banheiro de um barzinho, no carro... eu sempre gostei de fazer as vontades dele, ele estar excitado me excita, [falando de modo bem sacana, adoro engolir a porra dele, me lambuzar deixando ele gozar nos meus peitos, tudo que ele quer eu faço], mas as vezes preciso ser insistente pra convencer ele de fazer certas ?loucuras?, de realizar minhas fantasias.Ao que parece ele acha desnecessário transar loucamente em cima da mesa do escritório dele, já que temos nossa aconchegante cama... Disso eu entendo, mas queria que ele entendesse que é normal querer sair da rotina. Eu sou uma pessoa que consegue tudo que quer, e ele é o único capaz de me conter, e por ele minha principal fantasia, não iria acontecer. Uma vez estávamos naquele clima gostoso de que se chegar perto pega fogo, ia fazer um ano que a gente já transava, e já tinha intimidade pra conversar sobre relações passadas e essas coisas, eu contei pra ele sobre a minha preferência por meninas. Ele quase caiu pra trás, reação totalmente contraria do que eu esperava. (Qual é? Se eu fosse homem ia adorar ver minha mulher com outra, tudo em dobro). Seios se tocando, pernas se enroscando, a pele e a boca macia roçando uma na outra. Se você sabe do que eu to falando da pra imaginar minha surpresa quando ele fez cara de nojo quando eu contei que no passado tinha ficado com uma ex peguete dele. A Letícia. Foi logo no começo, ela era minha amiga, (e ainda é ?muito amiga?, mora no apartamento de baixo) a gente se ?divertia? juntas, se pegava quando tava bêbada. Foi uma época que eu achei que ficaria só com meninas, e que o Dani era só meu amigo, depois ela começou a ficar com ele e eu dei o maior apoio. () Enfim eu contei, ele não gostou como eu esperava, eu passei meses insistindo em uma brincadeira a três. Desisti! Ele dizia que não era uma boa idéia que ia atrapalhar a nossa boa relação na cama. [JAMAIS! Só ia melhorar!] Mas tudo bem não quis contrariar, talvez tivesse medo de eu trocar ele por uma menina, talvez ele tivesse certo, mas eu sempre imaginava como seria... até que Andreza e o Douglas aquele casal de amigos do outro conto me incluíram na vida sexual deles como brinquedinho favorito. () Graças a essa experiência com eles, hoje posso dizer que sou mais madura, mais segura dos meus desejos, e decidi que ia convencê-lo. Nem que fosse uma surpresa. Com a Deza e o Douglas era ótimo eu gostava de transar com eles, e como gostava... mas o casal era eles. Com o Dani seria diferente um presente pra mim e pra ele... Só tinha que pensar em um jeito. () Minha relação com a Letícia é ótima, somos ótimas amigas, até já trabalhamos juntas. Nunca senti ciúmes dos dois, que também são amigos.() No sábado passado meu namorado ia trabalhar, e sem outras intenções chamei a Letícia pra uma ?tarde de meninas?, e pelo jeito foi na melhor hora ela tinha terminado com o ficante, tava naquela depre convencional, então passamos a tarde juntas assistindo filmes debaixo das cobertas, até começar a lembrar do nosso passado (hummm...) ela ali deitada no meu colo, abatida, carente fiquei acariciando seus cabelos seu rosto, ela passava a mão nas minhas costas, brincando com a alça do meu sutiã... bom, eu a conheço bem, e da pra perceber quando ta rolando um clima, quando me dei conta já estávamos nos beijando, pedi desculpa, foi um impulso meu [faço muito isso, as vezes confundo carência e saudade com desejo] mas ela nem deu atenção, retribuiu o beijo e mais... colocou a mão por dentro da minha blusa, alisando meus seios, quando ia abrir minha calça eu segurei seu braço e sussurrei no seu ouvido -Tem um jeito melhor de continuar isso (reuni a coragem com a vontade de anos de ter os dois na cama e propus) ?Eu sou louca por você Le, desde sempre... ?E eu por você [a gente se dava bem por ser tão impulsivas, antes que eu pudesse terminar de falar ela arrancou minha calça suspendeu minha blusa e começou a me beijar a barriga]... como um banho de água fria afastei ela de mim, ela num entendeu, mas meu namorado tava pra chegar não podia correr o risco dele nos pegar. (apesar de querer muito) deitei em cima dela e tive que falar de uma vez _Amor, se eu te chamasse pra ir no motel você iria? ?Claro Re, bom acho que sim, mas por que? A gente já ta aqui... ou é fantasia? rsrs ?É... mas a fantasia é mais complexa eu você...(quase não saia) e o Dani, o que me diz?.. (diz que sim, diz que sim) ela parou por um tempo, olhou pra mim sem graça... ? Depende... de quem é a ideia sua ou dele? ?Bom sou eu que quero, mas seria um presente pra ele... Ela me olhou deu um sorrisinho e balançou a cabeça, como um sim. Fiquei tão animada, comecei a pensar em infinitas maneiras... uns 10 minutos depois meu namorado chegou lá em casa, pegou a gente no maior clima, tava com uma cara de desconfiado ¬¬ ele não gostava muito de nos ver juntas, achava que a gente se juntava ou pra falar mal dele ou pra se pegar (homens... :/ mas dessa vez ele tava certo) da até pra entender, ele ficava muito sem graça por ela ser a ex eu a atual e nos darmos bem (muitoooooooo bem alias), não entendo essa cabeça masculina mas da pra imaginar a frustração... rsrs a relação deles foi bem curta no passado, coisa de semanas, pelo o que eles dizem nem chegaram a transar (tai mais um motivo pra tudo ser ótimo)... Eu e a Le nos divertíamos com a cara de bobo que ele fazia, ele aparentemente sem graça nem olhava pra cara dela direito. ?O que vocês estavam fazendo? ele olhou pra cama bagunçada e fez aquela carinha de mau que só ele sabe fazer. ?Ah amor a gente tava... tava... (tava o que mesmo? sou péssima para mentir) A Letícia interrompeu ?Eu tava comendo ela, claro...e você chegou bem na hora que ia começar a pegar fogo [Ela adorava provocar ele] lambeu os dedos insinuando ?algo? (o que será que ela quis dizer) apertou minha bunda me deu um selinho, beijou ele no rosto e foi embora -Tchau Re, agora eu to sobrando, te ligo amanha. [fiquei tão sem graça, mas a Letícia tem esse gênio terrível, bom e ruim, não leva nada a serio, levei ela na porta quase sem coragem pra voltar e encarar ele me olhando com aquela cara de bravo] ?Amor é brincadeira dela a gente só tava assistindo um filme. Ele parou um tempo me olhou dos pés a cabeça ?Tudo bem, esquece ta?! (Eu conheço meu homem, sei quando ele ta excitado e não era só saudade de mim, não tinha como negar que a palhaça da Letícia nos deixou numa situação constrangedora e excitante) Ele me abraçou me deitou na cama e arrancou minha roupa, como há tempos não fazia, ele tava animado não podia mais esconder que tinha ficado excitado, com a cena ?suspeita?... tava bom ali ele me pegava com força, pressionava seu corpo contra o meu, começou a bombar na minha buceta que facilmente fica molhada com a pegada daquele homem, pegava com mais força, violento, metia forte, muito forte nem a cama cedendo o fez parar, falava em um tom bravo, sacana como nunca ?O que você quer sua cachorra? Quer que eu te traia? Quer me ver comendo outra vadia, chupando outra fazer tudo o que eu faço com você? (eu adorei a idéia, logo eu, tão ciumenta, com ele falando assim descobri que tinha mais vontade do que imaginava...) eu adorei ver ele insinuando que ?comeria outra buceta?, que ia ceder minhas vontades, queria fazer ele imaginar, o desafiei, virei outra pessoa, revelei sem indiretas tudo que eu tava sentindo -Eu ia adorar amor, ia adorar te ver fudendo outra. Fazendo tudo que você faz comigo, vai confessa, você também quer, imagina minha xana molhadinha roçando com a dela, você fudendo duas ao mesmo tempo, você quer, todo homem quer, um dia você vai comer eu e outra, ou vou procurar outra pica, é o que não falta... (ele enlouqueceu) me colocou numa posição que eu não podia mexer os braços tapou minha boca e meteu com força, muita força... Acho que despertei o que ele tem de melhor. Me colocoucontra a parede, metia o dedo no meu cu e bombava na minha buceta que deslisava de tão molhada...[ Que deliciaaaaaaa ] e mesmo assim eu tava com a cabeça longe só conseguia imaginar nós três... só pensava na Letícia, ele enfiando a pica nela e olhando pra mim, tudo passava na minha cabeça... e como eu ia fazer pra surpreender ele. () Naquela noite eu não dormi tive tantas fantasias, passei a mad**gada assistindo o multishow rsrs. Não gosto muito de assistir pornô sozinha, mas tinha um programa de uma hora só de cenas lésbica que chamou minha atenção, no domingo o Dani ia jogar bola aproveitei pra ir na casa da Letícia, ela tava muito animada e em compensação eu já tava mais nervosa um pouco insegura, tinha medo da gente esta combinando muito e ficar uma coisa forçada, não tem nada pior e já não sabia se ia ter tanta coragem, mais era agora ou (talvez) nunca... e depois daquela transa espetacular da noite passada tinha certeza que ele ia mudar de idéia Ai eu lembrei que no próximo fim de semana 18 de junho era nosso aniversário de namoro, (da primeira vez que a gente tinha começado a namorar, uns 4 anos atrás) a gente nem comemorava mais, afinal já tinha ido e voltado tantas vezes... Era perfeito, eu ia fazer A SUPRESA pra ele. Eu e a Le começamos a nos planejar, quando me lembrei de uma coisa que ele me disse uma vez que a gente tava assistindo um filme, (um romance erótico que a mulher todo dia fazia uma surpresa pro marido, colocava umas fantasias, dessas com chicotes, cheio de laços, luvas e espartilho)... Ele me disse que eu nunca usei uma lingerie pra ele. (NOSSA!) Eu nunca usei uma lingerie pra ele? Primeiro achei um absurdo, já usei tantos conjuntinhos lindos, mas acho que ele queria dizer esses, igual as do filme. Bom eu me sinto sensual, sou segura com meu corpo, mas com ele eu meio que travo, to sempre achando que não fará tanto efeito com ele, sei lá praticamente foi ele que me tirou a virgindade, sem querer eu tinha certo receio. Mas afinal eu já tive um namorado de poucas semanas, que me soltei mais, já cheguei a dançar, fazer stripetease, fazer brincadeiras como de amarrar as mãos, passar chocolate, leite condensado no corpo, ele adorava essas coisas, e depois daquela época com a Deza e o Douglas, timidez não tinha que ser desculpa... Era um absurdo eu e o Dani nunca ter brincado assim, já usamos óleos com cheiros e sabores, fizemos amor em lugares meio inusitados, mas nada extremo. Eu tava decidida ia fazer a brincadeira em grande estilo, eu e a Le começamos a imaginar fantasias ela tinha uma gaveta de calcinhas de tamanhos duvidosos e sutiãs lindos.. mas ainda não era aquilo... Fomos até uma sex shop que tem aqui na rua, alias ótima, tem tanta coisa... vimos umas fantasias típicas de enfermeira, de salva vidas, faxineira, outras de couro, umas mais romântica (mais a minha cara) umas meio assustadoras com uns ferros, mordaças estilo Lady Gaga sabe?!, ficamos mais de uma hora lá, parecia criança em loja de doce, também tanta coisa pra ver, tanta novidade foi tipo uma descoberta... Até recebemos propostas indecentes de um casal, mas não podíamos sair do foco. (RSRS) Era tanta coisa, e a gente não chegava numa decisão entre fantasias cheia de detalhes ou algo só sexy, se a loja não fosse fechar a gente não levaria nada, no final levamos coisas que nem sabíamos pra que servia, foi divertido, tinha uma venda com cheiro de morango, algemas, infinitos óleos, camisinha e calcinha comestível, um vibrador enorme neon que a Letícia insistiu pra mim levar,( parecia uma espada do Star Wars) uma espécie de ?strap on? com duas pontas foi o que a vendedora explicou aquele pênis de borracha, com uma cinta que da pra vestir (sinceramente a ideia me deixou muito excitada, sempre quis usar, ter a sensação de fuder alguém) e duas lindas lingeries. Metade do meu salário foi embora, mas tudo bem, sempre quis comprar esses brinquedinhos pra usar com ele e também me divertir muito... Depois a duvida era onde seria...UM MOTEL! Seria ótimo! Um do lado do trabalho do Dani, eu ligaria pra ele me encontrar lá e quando ele chegasse nós estaríamos lá esperando ele. (ótima surpresa não acha?) Só de pensar me excitava, a Letícia então, tava incontrolável... Geralmente durmo na casa dele pelo menos uns três dias por semana, um dia sem sexo já deixa a gente mal, mas dessa vez não fui nem um dia, dei uma desculpa de que tinha provas na faculdade, queria deixar ele com saudade, mas o problema sou eu, não agüento muito tempo... liguei pra ele na mad**gada de quinta, subindo pelas paredes, louca de tesão, olhei pra sacola do sex shop debaixo da cama, (foi até engraçado o brinquedinho da Letícia lá brilhando, parecia até que tava me chamando..rsrs) comecei a me masturbar e narrar tudo pra ele, cada toque, liguei o vibrador que massageava de leve meu clitóris, gozei loucamente, enquanto ele do outro lado batia uma pra mim, gemi pelo telefone, ele adora me ouvir gemendo, pedindo a pica dele... Deixei ele louco, tanto que no dia seguinte ele foi me levar no trabalho... parou o carro no estacionamento e queria que fosse ali mesmo... nunca o vi daquele jeito, passou a mão por debaixo da minha saia, rasgou minha meia calça, tava incontrolável, os dedos brincando escorregadios de tão molhada que ficou minha buceta (parecia que ele também tinha mudado, e nem precisou muito) quando eu ia sentar no colo dele, sentir o que ele tem de melhor parou um carro no nosso lado. Que banho de água fria!... Aaaaaaaah passei o dia com o maior tesão, odeio começar e não terminar uma transa fico meio louca, mas sempre podia contar com minha ?vizinha gostosa? e insaciável (ah se ela ver isso rsrs) chamei a Le pra ?dormir? comigo... e quando contei que tinha brincado com o vibrador com ele no telefone ela ficou toda acesa, (aquilo tudo tava mexendo mesmo com a gente, até com ele que não sabia) faltava um dia e eu só pensava nisso, o tempo todo. Acabou que a gente só dormiu aquela noite, (bom, é mentira, mas nada comparado com que a gente ia fazer)... (O grande dia) No sábado mandei uma msg no horário que ele sai pra trabalhar, ?vou te esperar no motel que a gente adora, tenho uma surpresa, e hoje sou eu que mando? fiquei imaginando como ele reagiu. Mais tarde mandei outra com o numero do quarto... Eu e a Letícia fomos pro motel como combinado, lá tinhas uns quartos temas, escolhemos um simples, com uma cama redonda que girava, tudo vermelho, velas incensos, bem romântico com espelhos por todo lado, e uma banheira de hidro... deixei avisado que ele chegaria, e ainda tive que explicar pra moça não contar que era nós duas estava no quarto. Ficamos tão ansiosas que fui pra lá 4hrs e ele só saia do trabalho as 7... mas foi ótimo, melhor ainda. Começamos a explorar o quarto... tava começando a ficar divertido deitei ela na cama e comecei a tirar sua roupa, que não foi nada difícil tava de vestido e sem calcinha, com uma depilação de seta (é a cara dela) ela também arrancou a minha roupa, levamos tudo que compramos no sex shop e três garrafas de vinho, espalhamos tudo sobre a cama e abrimos uma garrafa pra ficar mais soltas ela tava meio tensa, a criatividade começou a aparecer fomos experimentar a banheira, essa hora foi um pouco estranho (um estranho gostoso) ela se endireitou atrás de mim, me abraçando e eu que sou toda ansiosa e meio macho quando to com alguma mulher fiquei nervosa, um pouco tremula... Ela pegou o sabonete e foi passando nas minhas costas com tanto carinho, as mãos frias me tocavam devagar e eu estremecia, começou a sussurrar no meu ouvido, fiquei com as pernas bambas, me provocava, descia com a mão até minha barriga, voltava, alisava entre minhas coxas entre meus peitos, me deixou sem reação, veio me beijando o pescoço as costas, parecia que tinha entrado na minha cabeça... (nunca uma mulher me arrancou tantos gemidos, com tão pouco... que delicia que tava ali) entrei no joguinho dela, virei colocando ela na beira da banheira abrindo suas pernas, e comecei a te chupar, mas que nem ela fez comigo, bem devagarzinho, [e pelo menos é como gosto] não tem nada melhor, quando você vai chupar uma buceta tão gostosa como a da Le, dedicar sua língua pra cada lugar, dar leves beijos, aquelas sugadinhas, (huuummmm...) depois fizemos um 69 ali mesmo do lado da banheira, cheguei à conclusão que mulheres são especialistas em sexo oral... é como uma conexão ela chupava e eu retribuía no mesmo lugar, chupando, lambendo, dando aqueles beijinhos estralados... Quando nos demos conta já ia dar 6hrs... o nervosismo voltou, a gente foi colocar as lingeries, começar o teatrinho. Eu sinceramente já tava bêbada depois de começar a segunda garrafa de vinho, mas ao menos tava mais segura do que queria fazer. A minha lingerie era preta com detalhes vermelhos, luvas, cinta liga com uma abertura na frente e um lindo sutiã transparente, coloquei um salto enorme e a maquiagem bem pesada. A dela era vermelha a calcinha fio dental um detalhe curioso, tava escrito ?me c***? em metal na bunda, e um sutiã que abria na frente, era mais simples que o meu (afinal eu já achava ela tão mais gostosa.) Eu até admito que acho a Letícia mais gostosa, Ela tem um cabelo lindo, comprido preto, seios enormes, bem desenhados, mamilos rosados uma cintura de pilão, e que bunda... Fala serio não é todo homem que a namorada tem a fantasia de vê-lo comer a amiga gostosa... Ele chegaria a qualquer momento, e ela ficaria no banheiro esperando a hora certa de aparecer, planejamos tudo. () Ouvi o barulho do cartão na porta, quando ele entrou tava com um ar de nervosismo, olhou bem pra mim, sem nenhuma reação, do jeito que eu queria.. eu estava parada em frente a cama, decidida que aquela noite seria outra pessoa... ou melhor, seria eu mesma fazendo tudo que sempre quis sem nenhuma inibição (no começo tive de me conter, fazer a durona, mas era difícil, que delicia que ele fica de terno e gravata) Deixei que ele olhasse bem pra mim, me aproximei devagar ?Hoje você só vai obedecer... (mostrei as algemas pra ele) ou eu vou ter que te amarrar? Rapidinho ele entrou no meu jogo, só balançou a cabeça e foi deitando na cama, subi em cima dele tirei devagar sua roupa, mas sem deixar ele tira a minha (ele chega tava tonto com a situação) gaguejava e repetia as mesmas coisas -Amor você ta tão linda... tão gostosa... que delicia, nunca te vi assim...(tudo que eu queria ouvir) comecei a beijar sua boca, descer pelo seu corpo, ele na cama agora nu, com um pal duro pronto pra meter, e eu tomando todo o cuidado pra não me render tanto, comecei sem deixar que ele me tocasse, depois conduzia sua mão devagar pelo meu corpo, a intenção era deixar ele com vontade, mas não precisava tanto, eu esfregava minha buceta molhada de tesão na cabeça daquela pica deliciosa, tava louca pra sentir ele por dentro. Ele me olhava de um jeito, querendo me devorar viva, já bravo com tanta provocação, mas adorando tudo. Decidi apelar, ele estava num estado que deixava tudo, tão curioso -To louco pra ver o que você vai fazer... (era tudo que eu precisava ouvir) o saco com os brinquedinhos tava do lado da cama, peguei a venda, tapei seus olhos (ele adorou a ideia) e já tinha entendido. Era tudo do meu jeito! fui buscar a Letícia, e pela a cara dela já tava louca pra se juntar a nós, foi a melhor parte a expectativa da reação dele, coloquei ela entre nos dois -Agora você pode me tocar amor.. [essa parte a gente já tinha combinado] peguei suas mãos e coloquei na cintura dela, ele foi percorrendo todo seu corpo eu tava esperando ele perceber a diferença, mais nada... tanto não percebeu que começou a esquentar, ela ficou roçando em cima dele beijando seu pescoço, eu mal podia esperar pra ele descobrir, se passaram uns 15min, quando ela começou a chupar sua pica, eu já tava explodindo de ansiedade, ele soltava uns gemidos, não parava quieto.. tava quase tirando a venda, quando eu vi a oportunidade perfeita de mostrar minha surpresa, ela tava ali chupando sua pica com tanto gosto, fiz sinal pra ela parar, eu cheguei perto dele, peguei as algemas (que nem sabia como usar e amarrei suas mãos na cabeceira da cama) -Ta gostando? Ele respondeu num suspiro -Adorando amor o que mais você tem pra mim?... (ele que pediu) eu mais do que nunca num clima de dominadora, segura de tudo que tava acontecendo pedi pra que a Letícia continuasse ?É agora que vai começar a brincadeira... ele não se continha de tanta curiosidade... tava tão vulnerável,?indefeso? descobri que era minha maior fantasia, poder fazer tudo com ele, que nem um brinquedinho, por um tempo parei pra observar os dois, tava mesmo acontecendo?, (é estava) o meu homem ali com a pica toda lambuzada pela boca de outra. Em cada momento naquela cama, sentindo o calor dos corpos nus, descobria minha capacidade de seduzir, de dominar, foi quando eu o beijei, (pra mim não tinha forma melhor dele descobrir) até porque a reação dele foi tudo que eu queria... Dava até uma dó de ver ele tão desorientado. De fato a diversão só tava começando, devagar tirei a venda e as algemas dele, cheguei a Letícia pra perto de mim... -Presente pra você meu amor, hoje você não escapa... ele parou um tempo, balançava a cabeça sem acreditar.. Coloquei a Letícia de novo entre nos dois, tirei devagar a venda (não trocaria isso por nada) a cara de surpreso dele, como quem não acredita no que vê, ele só repetia -Você não fez isso, não acredito... ele não olhava pra ela, mas deu aquele sorrisinho típico dele -Ótimo presente não acha (coloquei suas mãos nos peitos dela, ele parecia que ainda tava amarrado mal se mexia) A Letícia já estava à vontade há um tempo, e o Dani me olhava esperando que eu sentisse ciúmes, ela se aproximou, toda sensual (toda sensual e bêbada pra variar) -Hummm Dani que saudade dessa boca... Olhei eles se beijando, a Le me puxou (eu mal lembrava quando dei um beijo triplo a ultima vez, digam o que quiserem mais eu adoro)... Além da sacanagem que já é ótimo, línguas se enroscando, corpos se tocando, aquela cama era puro desejo, enquanto bocas e línguas se confundiam, mãos exploravam corpos, um momento senti minha mão e a do Dani alisando entre as pernas da Letícia, ele mesmo forçava minhas mãos um pouco tremulas, finalmente estava gostando como eu queria que gostasse.. Virei pra ela e começamos a nos tocar -Ta gostando amor (ele só balançava a cabeça, mas não tinha mais vergonha) -O que você quer que a gente faça?... (ele falou só pra mim, no meu ouvido) -Faz o que vocês fazem quando eu não to olhando.. (Hmmmm..) Deitei ela tirei sua calcinha com a boca enquanto olhava pra ele, lambi de leve sua buceta, começamos a nos empolgar, peguei o vibrador que massageava seu clitóris, minha vontade era pegar o strap on mas não queria assustar ele, depois de tantos carinhos (não gosto de assumir meu lado lésbica, mas adoro aquela posição que da pra roçar minha buceta na dela, senti o calor das suas pernas) gozei tão gostoso. Logo ele se juntou a nós duas... sentei na pica do meu amor (que não troco por nada) ela sentou com a buceta pertinho da boca dele, ele chupava ela enquanto metia em mim, foi assim a noite inteira, rolou o maior clima, e a criatividade aflorou entre nós, experimentamos posições que não sei se vou conseguir repetir. Tive tantos orgasmos... Mas o auge da noite foi um momento que ela sussurrou no ouvido dele e depois ficou de quatro olhando pra mim, ele começou bombar no cu dela, foi a única vez que senti um pouco de ciúmes, foi mais uma invejinha, eu dei meu cu pra ele umas duas vezes e depois não consegui mais ela parecia gostar tanto, parecia ser tão fácil, ele metia com força e não tirava os olhos de mim... Ela pediu pra que eu pegasse o strap on, eu já tava louca pra usar, de primeira o Dani se espantou quando vesti aquele enorme pênis de borracha (imagino que não é uma cena muito agradável) mas logo ele começou a gostar, devagar coloquei na sua buceta enquanto meu namorado comia seu cu, a sensação é ótima, e ela queria aproveitar ao Maximo... Estávamos enroscados de tal maneira que até dava pra confundir, nunca pensei que um dia faria nada parecido, literalmente comer alguém, o Dani segurava ela pela cintura bombando no seu cu agora mais forte, depois de um tempo ele soltou ela que caiu em cima de mim, pude ver seu pal todo lambuzado ele me olhou com um ar de satisfação e pediu pra que eu continuasse metendo que ele tava adorando ver, ela começou a pular no meu colo, gemia alto parecia esta adorando de repente ela ficou toda mole... fiz ela gozar, a sensação ficou melhor ainda... a noite se estendeu a conversas e o resto do vinho, confessei de como tinha planejado. E dava pra ver que tinha dado certo e ele adorado tudo.. Conversa vai, conversa vem a Le teve uma ótima ideia, a gente tinha comprado vários óleos de massagem, e pra fechar com chave de ouro nos lambuzamos com um óleo com sabor de morango, ele começou a passar em mim e nela aproveitando pra nos tocar, na nuca nos seios, na barriga entre as pernas, logo despertamos o clima do começo, e foi o tempo pro meu namorado ter outra ereção... Terminamos a noite que virara mad**gada na banheira e da pra imaginar que nós já íntimos terminamos bem a noite..
Adoreeeeeeeeeiii ter compartilhado essa curta parte da minha vida com vocês , espero que você tenha se excitado como eu quando escrevi e relembrei essa noite deliciosa...Obrigada por ler até aqui..Beijos em lugares inimagináveis, Re.


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Brincadeira de gente grande


Primeiro quero agradecer as pessoas que leram os contos anteriores e deixaram suas críticas e elogios por lá. Algumas dessas pessoas tornaram-se amigas de bate-papo pelo MSN e, espero, que este conto, como os outros, faça os leitores mergulharem, de verdade, nesta história verdadeira e dela sentirem-se parte. Quer saber como sou, do que gosto, do que admiro em uma mulher?? Os contos anteriores vão te dar uma ótima noção disso (1.RESISTENCIA TEM LIMITE, 2.SEM MEDO E SEM JUÍZO, 3, 4......). Leia-os, sugiro. Lá tem meu MSN também. (RS) Agora vamos ao que interessa, a HISTÓRIA. Como sempre verdadeira e cheia de detalhes.
Vou preservar os nomes das envolvidas, já antecipando a vocês que uma delas era uma antiga namorada e a outra, uma grande amiga dela e conhecida minha. Essa namorada e eu tínhamos uma vida sexual bastante, bastante ativa. Era uma bela mulher, de quadris largos, cabelos castanhos, lisos, bem volumosos. Chamava a atenção por onde passava não só pela beleza, mas também pelo charme. Gostava de assistir filmes de sacanagem quando estava junto comigo e, também, adorava ler contos eróticos. Curtia muito uma leitura em voz alta, ou lia eu ou lia ela. Sempre que lia ou ouvia as histórias, fazia algo que adoro ver uma mulher fazendo: MASTURBAVA-SE, várias e várias vezes. Aí não só a leitura era o combustível do tesão, mas também vê-la tocando aquela buceta linda que tinha, depiladinha, com lábios grossos e grandes, rosadinha. Curtia sexo anal e adorava fazer de tudo enquanto lia, ouvia ou assistia um filme pornô. Era uma mulher diferente, bem resolvida com a sexualidade dela e isso era bom demais.
Quando saíamos à noite, gostava de me provocar com roupas curtas e quando viajávamos, fazia questão de ir sem calcinha pra mostrar-me aquela buceta gostosa enquanto eu dirigia. Às vezes lia contos durante nossas viagens e quando não agüentava mais de tesão, me chupava e se masturbava até gozarmos. Enfim, era uma relação regada a sexo e sacanagem.
Depois de algum tempo, comecei a perceber que ela curtia mais os contos que envolviam duas mulheres e um homem, e a mesma coisa acontecia com os filmes que pegávamos pra assistir. No princípio, apesar do tesão que isso me despertava, ficava meio preocupado porque ela, afinal de contas, era minha namorada. Pintava uma certa babaquice de achar que NAMORADA não podia fazer isso nem participar desse tipo de sacanagem. Mas, sem perceber, as coisas foram mudando, paulatinamente. Certo dia, estávamos no motel e depois de uma noite deliciosa de sexo, ela me fez uma pergunta bastante direta: - Você gostaria de ter duas mulheres chupando você, ao mesmo tempo?? A pergunta me deixou confuso, mas ao mesmo tempo excitado. Disse a ela que: - Por que você quer saber? Vai me dar esse privilégio? Ela me olhou, com cara de safada, e falou: - Gostaria?? Quer??
Confesso que só de imaginar a possibilidade, fiquei de pau duro novamente e ela percebendo que isso havia mexido comigo, começou a dizer como seria. Era a primeira vez que a história tinha nós dois como personagens. A fantasia me agradou e enquanto ela fazia sua autodescrição de como seria, ora ela me chupava ora tocava uma punheta me olhando nos olhos. A sensação foi tão gostosa, tão real que acabei gozando naquela boca gostosa. Mas ela não parou, tinha mais fantasias pra externar. Continuou falando detalhes, das lingeries que ela e a amiga fictícia estariam usando, de como estariam prontas pra me receber, de quatro, lado a lado, pra que ora eu metesse em uma e ora em outra. A história que contava, apesar de fictícia, era muito real na cabeça dela e, conseqüentemente, se tornava real pra mim também. Naquela noite, sinceramente, a vi como uma puta e isso me agradou demais. Não fizemos amor, fizemos SEXO, FODEMOS e foi uma das melhores noites que já tive.
Depois disso, vez por outra ela brincava com as lembranças e sempre indicava que poderia ser uma realidade, quem sabe.... Foi assim durante algum tempo, até que um dia, com jeito pra não deixá-la insegura com a situação, perguntei se ela já tinha fantasiado isso com uma pessoa concreta, uma amiga, sei lá. Não demorou pra responder: - Sim, já imaginei a gente junto com uma amiga minha! E você, já imaginou isso com alguém? Respondi que até então não tinha ninguém objetivamente, mas que tinha um monte de gente ao mesmo tempo. Começamos a rir e ela quis saber com que eu já havia imaginado. Falei o nome de algumas amigas dela e ela aproveitou pra me perguntar se eu sentia vontade de fazer isso sozinho com elas. Respondi que fantasiava uma situação a três, já que a proposta era essa. Ficou enciumada com minha resposta e principalmente com alguns nomes que falei. Tentei explicar que era pura fantasia, nada concreto e que nunca havia sequer flertado com as mulheres que citei.
Emendei perguntando: - Posso saber com quem você fantasiou essa transa à três?? Foi com alguma dessas que falei?? Ela me respondeu que sim, era uma delas mas não quis me dizer qual. Falei uns cinco ou seis nomes, mas amiga amiga só umas três eram. O tempo foi passando e as brincadeiras não paravam, melhor, aumentavam. Até que um dia me confessou que já havia falado sobre isso com a amiga e a mesma, primeiro sem graça, entrou na brincadeira e ela acabou contando detalhes tão pequenos de nós dois..rssss Uma vez me pediu pra tirar umas fotos com o celular dela porque queria mostrar pra ?amiga oculta?. Isso começou a mexer muito, muito comigo. Sempre que saíamos, eu ficava tentando, de maneira discreta, descobrir quem poderia ser a mulher com quem ela compartilhava nossas transas, desejos e etc e, melhor, pra quem ela mostrava fotos nossas em ação. Restringi as possibilidades a duas amigas, ambas gatas e uma muito, muito sacana.
A curiosidade durou algum tempo e nesse ínterim, ela acabou trazendo umas fotos que a amiga tirava depois de ver as nossas, não exibia as mãos, porque se o fizesse eu descobriria de quem se tratava já que sou fã de pés e mãos. Eram fotos da buceta da amiga, uma loucura. Mostrava-me as fotos enquanto transávamos e me perguntava se queria chupá-la, se eu havia gostado da cor da pele, da depilação. A fantasia começava a se tornar realidade e eu estava gostando demais do que via.
A quantidade de fotos era sempre generosa, trocavam por Bluetooth, e uma vez, pela posição em que uma das fotos foi tirada, perguntei se era ela quem fotografava a amiga ou se a amiga tirava sozinha. Ficou puta comigo porque achou que eu estava insinuando que rolava um lesbianismo na história: - Não gosto de buceta amor, você já devia ter certeza disso!!! Ela pede pro namorado tirar e ele nem sabe que é pra mostrar pra você!!!
Fiquei mais excitado ainda e logo imaginei que era a amiga mais sacana dela quem estava naquele clima de sacanagem tão gostoso com a gente. Mais um tempo passou até que um dia fomos, em um grupo de amigos, pra uma boate badalada aqui do Rio. Das amigas que citei como imagináveis, só uma não estava e a outras, todas, acompanhadas pelos namorados. Éramos todos conhecidos, com maior ou menor proximidade, mas todo mundo sabia quem era todo mundo. A noite foi avançando e depois de algum teor etílico mais aparente em alguns, as danças dos casais começaram a ficar mais ousadas. Era um clima de puro tesão e provocação. Lá pelas tantas, excitado pela situação que se desenhava e pelas danças exibidas, falei pro pessoal que estávamos de partida. ? Vamos esticar!!. Ato contínuo uma das amigas dela iniciou um papo sobre motéis e logo me interessei pelo assunto. Resolvemos ficar mais um pouco.
As mulheres começaram a falar das vezes em que escutavam a transa do quarto do lado, da hidro suja, da sauna que precisa de toalhinha, do lençol cheio de cabelos e etc e os homens falando dos canais privê, do preço, da comida..... Mas, até então, nada de uma delas deixar escapar uma dica pra eu saber quem era a mulher das fotos que eu tanto gostava de ver. Num certo momento, minha namorada me perguntou baixinho: - Tá tentando descobrir qual delas??? e seguiu rindo... Falei pra ela que naquele exato momento estava mesmo era tentando imaginar o cheiro e o gosto da buceta dela bem suada, com vontade de sexo. Foi ela quem falou: - Agora é sério, estamos de partida. Quem quiser esticar, siga a gente e aí completou MAS CADA UM NO SEU QUARTO, CADA UM NO SEU QUADRADO.
Todos foram pro mesmo motel que a gente e era engraçado e ao mesmo tempo excitante saber que uma das mulheres do quarto ao lado deveria estar com vontade de estar no mesmo quarto que a gente. Mais um ingrediente pra noite ficar ainda mais gostosa.
No dia seguinte não saímos, ficamos na casa dela assistindo um filme, namorando e fazendo sexo, é claro. No finalzinho da tarde saí pra comprar umas coisas pra gente comer à noite e aproveitei pra conversar com uns amigos na volta. Quando cheguei, ela já estava de banho tomado, cheirosa como sempre mas arrumada demais pra ficar em casa. Estranhei e perguntei se iríamos sair. ? Não, vamos ficar por aqui mesmo. Tem um filme que quero assistir. A estréia é hoje num canal adulto. Aproveitou pra ver o que tinha comprado e falou que iria fazer um jantar afrodisíaco pra gente.
Fiz algumas coisas que nem me lembro direito e falei que ia tomar um banho pra depois ajudá-la. No banho, pensei: - Só falta ela ter trazido um vídeo da amiga!!!rsss Aí descubro quem é!!!!rsss
Durante o banho ouvi ela falando com alguém pelo telefone mas não dei importância. Quando saí, me perguntou: - Vinho, Martini ou cerveja??? Respondi: - Vinho é melhor pra acompanhar o jantar. Ela falou sem me olhar e continuou fazendo a comida: - Pra acompanhar e dar coragem também!!! Não entendi o que ela quis dizer e perguntei: - Coragem pra quem e pra que??? Deixa isso pra lá, respondeu ela e já foi me dizendo pra ir pra sala.
Estava assistindo uma reportagem quando a campainha tocou. Perguntei: - Tá esperando alguém?? O porteiro não avisou que tinha alguém subindo. Fui atender e aí foi quando tudo começou. Era uma das amigas dela que eu tinha citado o nome. Era uma das mais recatadas, mas também uma das mais bonitas e interessantes. Era mulher de poucas palavras e de muitos predicados. Morava com os pais no mesmo prédio que minha namorada e durante alguns anos, na época da puberdade, não era muito perceptível pra maioria dos caras porque era gordinha, tinha algumas espinhas no rosto e etc. Coisa de adolescente. Mas depois se tornou uma gata, até porque tinha que recuperar o tempo perdido e dar o troco naqueles que a colocaram pra escanteio.
Cabelos castanhos claros, volumosos, até a altura dos ombros, pele branquinha, com algumas sardas no rosto e no colo dos seios, mãozinhas delicadas e ainda gordinhas apesar do corpo agora ser esguio, cheio de curvas, gostoso, de encher os olhos. Tinha, melhor, ainda tem..rssss, uma boca linda, carnuda, rosadinha, olhos castanhos claros, arredondados e uns pezinhos que dava vontade de beijar. Estava vestida de uma sandália baixinha, daquelas em que os dedos dos pés ficam a mostra, vestidinho solto e sorriso: - Oi, a R está?? Tá sim, entra aí. Passou por mim exalando perfume, um cheiro delicioso. Foi pra cozinha e lá ficou. Conversaram um tempão enquanto me passou pela cabeça que poderia ser ela. Não tinha certeza, mas bem que podia ser.
Algum tempinho depois veio até a sala e falou que estava de saída. Veio até mim, meu deu dois beijinhos e foi em direção a porta. Levantei, abri a porta pra ela e nos despedimos. PUTZ, PERCEPÇÃO EQUIVOCADA!!!! Lamentei e voltei pro meu lugar. Minha namorada veio com algumas coisas e falou pra eu arrumar um espacinho no chão da sala pra gente fazer um piquenique. Arrumei o tal espacinho e começamos a mordiscar umas coisas que ela tinha feito. Vinho aberto, alguns joguinhos sensuais (dados, cartas e etc), começamos a assistir o filme do canal privê. Eu queria ficar nu, fazer um 69 bem gostoso, vê-la me chupar e se tocar ao mesmo tempo, mas ela não me deixou tirar a roupa. O tema escolhido pelos internautas era ménage feminino. Já estávamos fazendo algumas sacanagens quando a campainha tocou. Confesso que fiquei puto da vida. ? PQP, só pode ser engano. Vou ligar lá pra baixo e falar com o porteiro pra prestar atenção antes de deixar alguém subir para os apartamentos!!!! Mas estava de pau duro e não podia, ou melhor, não devia ir até a porta. Pegaria mal abrir a porta de pau duro.rssss - Vou pra cozinha, abre a porta você, falei pra ela. Fui pra cozinha chateado e ouvi a porta abrir. Não ouvi ninguém dizer nada e aí a porta fechou. ? PQP, além de ser engano a pessoa nem esperou a porta abrir, viu que fez merda e foi embora!!! Voltei pra sala e quando ia falar, lá estava a amiga dela que tinha ido embora, exatamente como foi, voltou.
Fiquei sem graça porque estava de pau duro e logo virei de lado e voltei pra cozinha. ? Oi B, voltou?? Ela não respondeu nada e eu fiquei na cozinha esperando o tesão acalmar. Mas achei estranho o filme continuar rolando na TV e minha namorada não ter vindo falar comigo. Acho que é o que estou pensando. ? É ela!!!
Voltei pra sala e ao ver as duas sentadas, sem dar uma palavra, assistindo ao filme tive absoluta certeza. Mas o que fazer pra que um grande constrangimento não fosse criado??? Sentei do lado da minha namorada, peguei minha taça de vinho e também comecei a assistir ao filme. Nós dois no chão encostados e B no sofá ao lado da minha namorada. O clima ficou um pouco tenso porque ninguém sabia como começar e aí perguntei: - Tá sem vinho por que B??? Porque ninguém ainda me serviu ué!!!!! Toma a minha taça que vou pegar outra. Quando levantei, minha namorada falou: - Tá animado amor!! Adoro quando você fica assim, referindo-se ao volume óbvio por dentro da bermuda. Ri e fui até a cozinha. É ela, é hoje!!!
Voltei pra sala, servi vinho pra mim e completei a taça delas. Começamos a assistir o filme juntos, mas separados. O tesão nos denunciava e eu estava com o braço por trás das costas da minha namorada quando senti a perna de B encostada em mim. Pêlos dourados, perna linda!!!! Acariciava o braço de minha namorada quando uma cena inesquecível pintou na tela, foi ela quem deu o start pra nossa transa. Na tela, duas mulheres beijavam um cara. Tinha uma filmadora ligada pra gravar a transa dos três. Minha namorada rompeu o silêncio: - Que cena gostosa, to ficando cheia de tesão!! Perguntei: - Tá ficando!!!???? Eu já estou!!!! B continuava quieta, olhando pra tela da TV.
Comecei a acariciar os seios da minha namorada enquanto B achou melhor deitar-se no sofá atrás de nós. Primeiro ficou com as pernas viradas pra mim, de lado, olhando a televisão. Do jeito que estava, meu braço fazia pressão nas coxas dela e senti que ela começava a se mexer bem devagar. Os carinhos na minha namorada evoluíam. Já estava com as mãos dentro de sua blusa, beijando seu pescoço e ainda assistindo o filme. De repente minha namorada nos fez uma proposta: - Que tal a gente brincar um pouco??? Topei e B, sem falar nada, apenas concordou sorrindo. R saiu da sala e voltou com uma echarpe, sentou do meu lado, me vendou e disse, você vai ter que adivinhar quem é quem. Senti B saindo do sofá e ouvi o barulho do vinho enchendo as taças. B, é melhor você desligar seu celular, disse R. Era ela quem comandava a situação e foi melhor assim pra não causar nenhum trauma, e eu e B estávamos embarcando numa experiência deliciosa. Senti um beijo na minha orelha e logo depois uma mão apertou minhas pernas. Fingi não saber quem era pra deixar a brincadeira mais interessante. E assim foi.
Outro beijo, uma mordida no queixo, de repente um beijo nos olhos e um outro nas pernas. Beijos na boca, mordidas, beijo a três, beijo, beijo, beijos..... Ouvi R dizendo: - Tá gostando amor??? Respondi com outra pergunta: - Vocês estão gostando??? Sim, estamos respondeu B. Que tesão, que situação deliciosa. De repente R falou: - Amor, vou fazer uma coisa que você sabe que adoro. Se B quiser fazer, eu vou deixar mas só se você concordar. Acenei que tudo bem. Abriu o botão da minha bermuda e logo após baixou o zíper. ? Vou fazer como gosto, sem tirar sua roupa toda!!! Começou a me chupar. Nessa hora B começou a beijar minha boca e aproveitei pra liberar minhas mãos no corpo das duas. Apertei a bunda de B por baixo do vestidinho que usava enquanto segurava os cabelos de R. Logo senti R me beijando o ouvido e senti B segurando meu pau. R disse a ela, se você quiser, pode. Foi aí que B me disse: - Agora não mais por fotos, mais ao vivo!! E me chupou. Primeiro da cabeça até a base do pau, bem devagar. Aumentou a freqüência enquanto apertava meu saco. Que delícia!!!!! Tiraram minha roupa toda, menos a echarpe nos olhos. De repente senti aquele cheiro delicioso que as mulheres exalam quando estão com tesão. Pertinho da boca, do nariz, senti os pêlos molhados roçarem no meu rosto. Era a buceta de B, mais peluda que a de R mas igualmente deliciosa. Chupei com vontade, sentado no chão enquanto sentia R chupando meu pau. Que gostoso, queria gozar mas queria continuar. Segurei o gozo e continuei chupando B. Senti as mãos de R segurando meu pau e meu saco e ouvi uns estalos, uns sons de beijo. Imaginei: - Estão se beijando!!! Quero ver!!!Ameacei tirar a venda mas não deixaram.
Foi aí que senti duas bocas me chupando, uma no saco outra na cabeça e alternavam entre si. Tive certeza que se beijava enquanto me chupavam e isso me deixou ainda mais excitado. Gozei, gozei gostoso e sinceramente não sei quem mais quis beber meu gozo. Quando comecei a gozar, estavam gemendo baixinho e quando puxei as calcinhas para os lados e meti os dedos nas bucetas delas, estavam encharcadas de tesão. Continuaram chupando, sem parar. Tirei a venda dos olhos, dei uma outra golada no vinho e assumi o comando da transa.
Quero as duas de quatro e quero agora. Comecei a chupá-las e mandei que se beijassem. Obedeceram. Ora chupava uma, ora a outra, bunda, clitóris, lábios, mordiscava a bunda, passava a língua no cú de cada uma, sentia o cheiro e o gosto agridoce de cada uma das duas. Me posicionei atrás de R, pra que não ficasse enciumada e tivesse certeza de que aquilo tudo só era possível por causa dela, enfiei na buceta dela enquanto observava B beijando-a. Meti com vontade, chamei-a de puta, de vagabunda e falei um monte de sacanagens pra elas ouvirem. GOZEI, de novo. Mas o tesão era tanto que não dava vontade de parar. Pedi pra B permanecer de 4 e meti nela. Confesso que nenhum de nós pensou em preservativo na hora. Enquanto metia na buceta dela e beijava-lhe a boca, senti R chupando meu saco. Depois de muitas sacanagens ao pé do ouvido, palavrões e etc, GOZEI de novo, sem qualquer preocupação. Ficamos ali, eu no meio das duas, pelados e com vontade de mais e mais. Essa brincadeira rolou pela mad**gada inteira, até que B disse que tinha que ir pra casa já que não tinha avisado nada aos pais.
Fui acompanhá-la até a porta já que R disse que estava em relaxamento total.rssss Antes de ir, nos beijamos na porta, um beijo gostoso, carinhoso e cúmplice. Religou o celular e me perguntou se ela poderia almoçar com a gente. Respondi que só se R concordasse e foi aí que ela me disse que já tinham combinado tudo... Saímos juntos por mais de um ano e ninguém nunca soube, nem o namorado dela. Depois de um tempo eu e R terminamos e o contato com B ficou esquecido. Outro dia eu conto quando R e eu nos reencontramos e também das vezes que, após o término do namoro, encontrei B na noitada e como terminou.



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Café com leite, pão e manteiga

Sábado a noite, sai do trabalho ás 22:30 com a certeza de que o que me restava era banho e cama, pois não tinha armado nada com ninguém.
Gosto muito de café com leite pão e manteiga, não querendo jantar parei em uma padaria em meu caminho, uma a qual nunca havia parado. Entrei e pedi ?Um pingado e uma canoa na graxa? ao pedir percebi que duas garotas acharão graça do meu pedido. Elas também estavam no balcão tomando cerveja, pois o horário estava pra isso e não café com leite, pão e manteiga.
Elas deram mole sorrindo eu me aproximei e perguntei qual era a graça? Elas falaram exatamente que eu estava atrasado ou adiantado para o café da manhã. Se eu não preferiria acompanhá-las com cerveja, eu disse que após meu pingado tudo era possível.
Três horas após muitas cervejas eu estava com as duas Beti e Sandra em um club swing, pois elas eram muito curiosas a respeito, pois escutarão muitas estórias em seu trabalho de cabeleireiras no salão o qual acabavam de deixar tal qual eu sem pensar em balada para aquela noite.
Começamos andando pelos corredores do labirinto sentindo o cheiro de sexo no ar que estava por toda parte, quem já foi sabe, mãos acariciando tudo de todos, dentro das cabines os gritinhos e sussurros, tudo isto foi deixando as duas com muito mais tesão, pois so o fato do desconhecido do novo do proibido somado as varias cervejas que tomáramos antes desinibiram bem elas para uma primeira vez no swing.
Eu também agarrava com muita liberdade, com as duas mãos por baixo das blusas dentro das calcas, beijos de língua, ate que entramos em uma cabine, foi quando já a muito com a rola a mostra elas revezavam na chupeta sendo que por vezes escapava um beijo com minha pica no meio das bocas molhadas, babadas de saliva e aquele oleozinho que sai da pica tesa.
Enquanto me chupavam eu arrancava-lhes as blusas, abria as calcas, todos tiravam seus calcados, méis, cueca e calcinhas voando furiosamente, ficamos todos nus, eu dava dedada em todos os buraquinhos, nos secos e nos molhadinhos, quatro tetas para chupar, morder, beliscar.
Nem lembro que fodi com a rola primeiro, se foi a Beti ou a Sandra, porque a esta altura do tesão enquanto enfiava o pinto em uma eram os dedos na outra, pura putaria.
Pouco tempo depois, que pareceu uma eternidade, saímos do reservado para o bar beber, pois estávamos secos por dentro, porque por fora estávamos melados de saliva, suor, porra, sêmen das vaginas que babavam o tempo todo.
Após saciar a sede com mais cerveja fomos para as duchas e nos trocar colocar roupões, a partir deste momento as duas já pareciam freqüentadoras habitue da sacanagem, dando tapa na bunda uma da outra, pegando nas tetas e me sacaneando a todo o momento com punhetas, beijos, lambidas, e chupadas, mantendo minha rola ate dolorida por permanecer tanto tempo duríssima.
Já estávamos a beira de chapar, extasiados e relaxados pela trepada e depois banho e mais cerveja, foi quando pensamos em só assistir no quarto da grande suruba, com uma cama enorme onde três ou quatro casais se devoravam e outros tantos como nos malhavam, se chupavam, fodiam participando e assistindo a sacanagem.
As duas daí começaram a entrar no clima totalmente loucas e liberadas eu nen sei a ordem das coisas mas todo mundo já era de todo mundo. Comecei a fuder pela primeira vez na noite um cuzinho, que este eu lembro era o da Sandra que dava como uma puta veterana isto enquanto chupava um não sei quem que sua companheira seduzia a Beti com beijo, chupadas e acariciando com tesão a buceta das duas e falava para seu parceiro que eu estava comendo o cu de quem o chupava, isto aos meus ouvidos era mais que Viagra.
Em determinado momento vi a Beti deitada na cama com as pernas encolhidas e bem abertas, com os braços para cima da cabeça e deixando um atrás do outro irem fudendo, eu contei quatro quando achei que ela já havia perdido o controle e falei ao seu ouvido para descemos para o bar tomar uma água e achei que já era hora de parar, pois a iniciação das meninas fora demasiadamente bem aproveitada.
Gente isto aconteceu de verdade por isso nem sei todos os detalhes, sei que nesta noite comi dois cuzinhos, três bucetas, chupei oito tetas e fui chupado mais ou menos por duas horas e gastei R$ 280,00, mas feliz, para quem ia só tomar um café com leite, pão e manteiga a noite de sábado fora melhor do que se eu planejasse.
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INICIEI MINHA AMIGA NO SWING PARA TRANSAR COM O ESPOSO DELA

Sou a Brenda esposa do Francis, quem j? leu meus relatos j? mim conhece, este que estou iniciando aconteceu em 2012 tendo inicio no carnaval. Franck ? um amigo do meu marido os dois trabalham na mesma empresa, Josilene(J?), esposa de Franck era estagiaria na mesma empresa hoje, funcionaria. Conheci o casal numa balada no final de semana, mas Francis j? comentava sobre eles inclusive sobre J?, uma mulher muito bonita, branca, sensual, meiga, seios volumoso, e que aparentemente deveria ser muito gostosa na cama, pois quando vestia coton o volume de sua xoxota deixava os homens de boca aberta, e pude conferi ao conhec?-la. Franck ? uma tora de homem, fiquei babando de tes?o por ele. A partir deste dia comecei a fantasiar uma transa com ele. Passei a alimentar no Francis meu marido a possibilidade dele pegar a J?, ent?o ele passou a ter interesse tamb?m na moleca, ent?o uniu o ?til ao agrad?vel eu querendo transar com Franck e o safado do meu marido com a J?, e j? passamos a nos fantasiar quando est?vamos transando. Depois de nos conhecermos melhor, todo final de semana saiamos para as baladas mas ningu?m falava do assunto. No carnaval de 2012, juntamente com o casal amigo nosso Flavio e Flavia, decidimos que na ultima noite ir?amos sair os tr?s para curti??o. Juntamente com a Flavia combinamos que ir?amos ao comercio comprar nossas fantasias, e convidamos a J?,e que seria a mais sacana, e que para isso ter?amos que comprar mascara para n?o sermos conhecidas. Conforme combinados compramos a mais sacana poss?vel, e por baixo da fantasia ir?amos vestir a calcinha mais sexy, como fizemos eu e a Flavia, nossas calcinhas alem de fio dental, n?o cobria nossos pelos, e sem suti?, apenas com apoio de silicone, mas J? n?o cumpriu vestiu um coton , na hora percebemos, mas tudo bem, durante o baile a parte de cima soltou e a de baixo tamb?m, ficamos somente de calcinha e mascara ? claro, toda vez que me aproximava de Franck suas m?os bobas pegavam na minha bunda e quando eu ficava em sua frente fazia quest?o de aproximar minha bunda da altura do seu pau e esfregar somente para provoca-lo, percebi que seu pau ficava duro, ele passava a m?o na minha buceta eu fingia n?o perceber, terminando a festa doida para transar ele foi embora com a J? e eu Francis Flavio e Flavia fomos para o motel ficamos somente com tes?o, mas n?o desisti, fiquei o tempo todo imaginando aquele cacete comendo minha buceta. Ap?s algumas semanas no final de s?bado Franck nos telefona convidando para uma balada, a inaugura??o de uma nova boite, aceitamos o convite, na hora marcada o casal chega na minha casa j? prontos, J? vestia uma minissaia, coladinha nos quadris, pensei ? hoje..., fui me vestir, vesti outra minissaia, menor que a dela, vesti uma mini-calcinha bem provocante,e sa?mos ao chegar na boite, ela tinha dois ambiente um para musica rom?ntica e outra danceteria, ficamos reversando, hora numa hora na outra, ao perceber que J? estava can?ada de dan?ar convidei para irmos a danceteria, ela n?o aceitou convidei Francis ele tamb?m n?o quis(t?nhamos combinado), foi a? que Franck disse - eu aceito queres ir comigo, respondi ? claro e fomos a danceteria era muito escuto, talvez apenas uns 10% de luz favoreceu minha insinua?es, comecei a dan?ar pr?xima dele minha saia subiu, ningu?m percebia nada, Franck pegou na minha bunda, eu suspirei e n?o liguei, me aproximei mais dele ainda, ent?o ele passou a pegar com as duas m?os, j? n?o mais nas minhas nadegas mais por entre minhas pernas, chegando a pegar na minha buceta que j? estava molhadinha, foi a? que ele pegou-me pelos quadris e pressionou minha bunda na altura de seu pau, pude perceber o quanto estava duro, passei minha m?o para traz e apalpei, estava para furar a cal?a de t?o duro, enquanto isso com uma m?o massageava minha buceta e a outra meus seios, n?o resisti virei-me de frente, tirei aquele cacete de dentro da cal?a, abaixei um pouco e puz na boca rapidinho dando uma bela chupada, quase o cara goza na minha boca, em seguida virei-me de costa para ele, puz aquele pau entre minhas pernas esfregando entre os l?bios de minha buceta, confesso que estava para gozar, quando ele pressionou com a Mao e senti aquela cabe?ola penetrar dentro de mim, no meio de toda aquelas multid?o que pelo obscuridade do ambiente n?o percebia, vendo que tanto eu como ele est?vamos para gozar me afastei, ele tentou me segurar, n?o conseguiu, e pergunto ? porque tirou, respondi agora se queres me comer de verdade s? no motel e n?s quatro juntos, a mesa amos para a mesa, ao chegarmos na mesa ele chamou a J? e foram para Dance l? segundo ela fez o mesmo com ela , pois n?o sabia porque ele estava agindo pau daquela maneira com ela, pois estava duro querendo transar no meio do sal?o, perguntei aceitou no come?o n?o mas ele me deixou t?o excitada que findou metendo e gozando dentro de mim, e agora quem t? com tes?o sou eu, Olhei para ela e disse voc? deve est? toda molhadinha n?o ?? Ela sorriu e disse ? Eu acho, respondi me deixa ver e j? fui passando a m?o na buceta dela realmente lhe disse est? toda molhadinha e comecei a brincar com o clit?ris dela com meus dedos, ela suspirou, e disse, o que voc?s querem fazer comigo? Aproximei meus l?bios dos dela e dei-lhe um belo beijos que fui imediatamente retribu?da, quase fiz gozar, neste momento entrou outras pessoas no banheiro e paramos.Terminamos a festa fomos para casa somente com o tes?o e falei para Francis , se prepara que voc? vai comer a J?. Passou ? semana, ningu?m comentou nada, no s?bado o telefone toca era Franck convidando para um jantar na casa dele ,fomos, mas antes passei no SexShop, comprei o que chamam tes?o da vaca. Mas uma vez vesti a menor saia e a menor calcinha, somente para provoc?-lo e levei comigo o tes?o da vaca,l quando chegamos na casa do Franck o casal j? nos esperava e nos convidaram para tomar um vinho, aceitamos, na verdade o jantar era o aniversario de casamento dos dois, e eles somente nos convidaram, entre um salgado e outros tomamos cerveja, tomamos vinho, e na hora o Franck e Francis sa?ram um pouquinho, J? foi ao banheiro, neste momento puz toda a substancia dentro da ta?a da J?, sem que ningu?m percebesse. Foi quando veio a ideia de jogarmos poker para passar o tempo, e quem perdesse pagava uma prenda, a primeira prenda foi quem perdesse virava o copo de vinho, e quem perdeu ? a J?, ela n?o perdeu tempo, virou, assim por diante. Ap?s uns tr?s litros de vinho, Franck, j? n?o suportando minhas provoca?es, prop?s que quer perdesse tirava uma pe?a de roupa, topei imediatamente, J? fez uma cara de n?o muito satisfeita mas aceitou. Pedi que ela me levasse at? o banheiro, l? ela me confessou que tava morrendo de vontade de transar passei a m?o na xoxota estava toda molhadinha, brinquei no clit?ris, e dei-lhe um beijo ela me retribuiu, beijei seus seios n?o suportei o tes?o levei meus l?bios at? sua buceta e dei-lhe boas chupada, ela se retorcia toda, parei e voltamos para sala. Come?amos o jogo, logo est?vamos os quatros completamente nus e Franck estavam com o pau mais duro do que uma pedra. Franck olhou e disse quem ganhar agora vai beijar e fazer sexo oral com a J?, para minha felicidade foi eu, fui para perto dela, come?amos nos beijar, beijos de l?ngua, chupei seus seios ela o meu findamos fazendo um 69 para os dois que n?o aguentaram e come?aram a se masturbar.Paramos com a brincadeira, e fomos jogar novamente, ai Franck prop?s que quem ganhasse agora iria fazer de que quisesse com a ultima perdedora, e os outros dois ficariam a vontade para fazer o que quisesse tamb?m, e para minha felicidade Franck ganhou e fui a ultima perder, ele se aproximou de mim, e Francis da J?, nos beijamos, meu corpo tremeu quando senti seu corpo nu colado ao meu, enquanto me beijava fui com a Mao n o seu cacete perdi tempo, virei-me enquanto ele chupava minha buceta, eu fazia uma bela chupeta no seu pau, e nas sua bolas, o fiz gemer como nunca gemeu. Fiz o sentar no sof? fiquei de frente para os dois que se deliciavam um com o outro e sentei no seu cacete, senti cent?metro por cent?metro entrando em mim, J? parecia experiente fez o mesmo com o Francis, gozamos quase as duas juntas, n?o satisfeita, virei-me de lado e disse-lhe mete no meu rabo, ele olhou e disse o que? Sim mete no meu rabo, quero que c*** minha bunda, ainda duro como uma pedra aquele cacete de uns 23 cm de comprimento entrou lentamente dentro de mim arrancando de mim berros, ai, ui, quero mais, goza dentro do meu rabo, enche ele de porra, at? ele jorrar seu liquido no fundo de minhas estranhas, foi maravilhoso, Francis vendo Franck comer meu rabo n?o perdeu tempo insistiu at? penetrar seu cacete no rabo de minha amiga, que gritava de tanto prazer. Terminamos nossa farra de mad**gada, todos exaustos, Franck feliz da vida por ter me comigo, Francis me agradeceu, varias vezes por ter proporcionado o maior momento de felicidade, pois seu sonho era transar com a J? e eu voc?s j? sabem sem coment?rio, o pau do Franck ? muito gostoso n?o ? grosso, ? o ideal para comer qualquer rabo sem machuc?-lo adorei, amo trepar naquele cacete,acreditem ap?s aquele dia minha buceta, a buceta de J? e o pau de nossos maridos n?o tiveram alivio, todo final de semana l? est?vamos nos novamente e podem aguardar que outros relatos publicarei a seguir, o casal que quiser entrar em contato conosco nosso e-mail- francis_brenda21@yahoo.com.br

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Na Boate

Estamos casados já há dois anos e, graças a Deus, ainda temos um pique sexual maravilhoso, graças ao tesão que sentimos um pelo outro, cada dia mais crescente e, também, claro, não há como negar, às fantasias e loucuras que empreendemos de vez em quando.
Com isso estamos sempre vivendo um momentos de intenso prazer. Nós temos o hábito de freqüentar as salas de cinemas da cidade, onde sempre namoramos um pouquinho, numa sessão nostálgica dos tempos de namoro.
Um dia resolvemos ousar. Sugeri a Vívian que a gente fosse a uma boate e, lá, caso surgisse alguma oportunidade legal, a gente poderia ousar e zoar um pouco, claro com parazer. Ela foi com um look caprichado, um vestidinho leve, bem básico, mas muito sensual e com uma mini calcinha, aliás quase todas as calcinhas dela são mini...rs... pois ela sabe o quanto eu adoro vê-la vestida com elas.
E lá fomos nós para a boate. Ela estava exuberante (como sempre), bem sensual, e animadinha. Sentamos em uma mesa com quatro cadeiras do lado esquerdo, bem no canto, em local bem discreto e escuro. Eu fiquei no canto esquerdo. A boate estava cheia. Pedimos duas caipirinhas de vodka e Começamos a bolinar um ao outro sob a mesa.
Depois de um bom papo e alguns amassos, começamos a bolinar um ao outro por debaixo da mesa e resolvemos ir dançar. Depois de umas três músicas, eu a mandei ir ao banheiro e voltar com a calcinha na mão e me entregar.
Depois que ela fez isso, meio assustada e sorrindo nervosa, demonstrando que estava surpresa mas que estava gostando, ela voltou com a calcinha na mão fechada e me entregou ao mesmo tempo que me sapecava um beijo de língua daqueles. Dançamos mais uma música e voltamos para a mesa, onde continuamos com a pegação.
Logo eu fui soltando meu cinto e abrindo o zíper. Ela foi logo segurando meu pau que latejava muito. Em seguida, levei a mão ao meio das pernas dela e toquei a bucetinha que estava molhadinha.
Estávamos no meio desse sarro gostoso sem perceber que se sentou numa mesa próxima um rapaz, de boa aparência, aparentando uns trinta e cinco anos, que estava a nos observar. Fingimos que não notamos que ele nos olhava, e o rapaz passou a massagear o pau por cima da calça. E vez por outra nos olhava. Continuamos fingindo não ver e continuamos com nosso sarro. De repente ele se levantou de onde estava e sentou-se na nossa mesa, ao lado da Vívian.
Eu continuava a acariciar a bucetinha dela por baixo do vestido. O rapaz, vendo que a gente não se incomodava com a sua presença, não se conteve e colocou o pau pra fora e começou a se masturbar. Era um pau bem grosso, e estava duríssimo. Aquela situação nos excitou ainda mais. Continuei acariciando a bucetinha da Vivian por baixo do vestido, e percebi que o rapaz sorrateiramente colocou a mão esquerda na coxa da Vivian, disputando com a minha um espaço para enfiar o dedo na bucetinha dela também.
Retirei minha mão e imediatamente o rapaz a substituiu, passando a tocar na buceta da Vivian com a mão esquerda, ao mesmo tempo em que se masturbava com a mão direita. Eu passei a acariciar e beijar os seios dela. Enquanto isso o rapaz se deleitava com a mão no meio das pernas da Vivian.
Observei que a Vivian arfava e dava gemidos baixinhos. Perguntei se ela estava gostando de sentir os dedos do cara na bucetinha e ela, num murmúrio, disse que sim. Com a mão esquerda ela passou a me masturbar enquanto eu chupava seus peitos e o rapaz enfiava o dedo na bucetinha dela, que agora estava com as pernas entreabertas.
Num dado momento Vivian me perguntou, em voz baixa e trêmula, se poderia segurar o cacete do cara. Eu disse que sim. E aos poucos ela levou sua mão direita até o pau do rapaz e passou a punhetá-lo também.
Pronto, o quadro estava completo. Ela masturbando o cara e eu ao mesmo tempo, ele acariciando a bucetinha dela agora totalmente a amostra já que a saia estava levantada, e eu a beijando e chupando seus peitinhos.
Em um determinado momento, já muito excitada e com os olhos brilhando, ela me perguntou baixinho se podia continuar masturbando o pau do cara até ele gozar. Respondi que sim. Depois de alguns minutos, vendo que o rapaz estava prestes a gozar, ela passou a masturbá-lo mais rapidamente e, não demorou muito, e o cara gozou abundantemente, molhando a mão dela com uma porra bem densa e em bastante quantidade.
Ela voltou a se sentar na posição normal e o rapaz voltou a masturbá-la. Ela rebolava na cadeira como uma putinha no cio. Neste momento eu também já estava me masturbando. E tão logo ela soltou um gemido mais alto, mostrando que tinha gozado, eu também gozei em abundância.
A minha Vivian então pegou uns guardanapos da mesa para limpar suas mãos me dando um para que eu me limpasse e ofereceu outro ao rapaz. Em seguida nos levantamos e fomos ao banheiro e de lá fomos dançar, sem mesmo olhar pra trás.
Dançamos um pouco e quando voltamos para a mesa o rapaz tinha ido embora e deixado um bilhetinho com seu nome e telefone. Fomos pra casa e logo a gente estava na cama dando uma bela foda, imaginando tudo que aconteceu na boate.


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Uma semana no Rio de Janeiro

No ano passado ,eu e mais 3 amigas fomos passar uma semana no rio .primeiro deixem -me apresentar: sou Melissa, sou loirinha ,cabelos na cintura, seios medios para grandes, coxas grossas bundinha arrebitada e xaninha grande, tão grande que eu tenho vergonha de me trocar na frente das meninas , a ponto de pensar que eu era aleijada.
A Amanda morena, cabelos pelo ombros, seios grandes, coxas grossas, bundinha durinha e xaninha depilada.
Erika ruivinha, cabelos curtos, seios medios, coxas media, bundinha bem redonda, xaninha com pouco pelos.
Beatriz, a bia, cabelos negros, seios grandes, coxas bem torneadas, bundinha arrebitada e tambem xaninha depilada e dona do apartamento onde iriamos ficar ,conhece o rio como poucos.
Quando chegamos no aeroporto,seguimos para o apartamento e deixamos as malas. fomos a praia tomar uma agua de coco , conversamos bastante, diversos assunte e e´claro que falamos de sexo tambem . queriamos ver se o menino, do rio era tudo isso que falavam e a bia sempre nos encantou sobre eles .
Saimos da praia ja quase escurecendo e a bia falou que tinha ensaio na escola de samba que ela costuma sair .todas topamos em ir pra escola .
Nos arrumamos e fomos, chegando la, a bia nos apresentou como a melhor comida de São Paulo , brincadeira que nos deixou sem graça.
A noite ia passando e tomamos muita cerveja e sambamos e tarde da noite ,ja meio alta de cerveja eu sentia as mãos dos meninos me alisando e notei que com minhas amigas não era diferente e todas estavam deixando , eu continuei com a brincadeira e depois de algum tempo ,o rapaz que estava comigo ,me chamou pra dar uma volta e concordei .
Olhei em volta e não vi nenhuma das meninas , pensei rapidamente que elas tambem tinham saido . caminhamos em direção do estacionamento e no caminho encontrei a Amanda que disse ao passar por mim : bom apetite, rimos .o rapaz abriu o carro na parte de traz e sentei no banco com ele em pé.ele desceu o ziper de sua calça e tirou o pinto e deu para que eu chupasse ,olhei em volta e vi Erika entrar em outro carro.chupei aquela pica como se estivesse com fome e massageava suas bolas e batia com ela na minha cara , coisa que me deixa doida é tomar lapada na cara.
Ele gozou no meus seios e pediu pra me comer eu concordei porque queria gozar tambem , tirei uma camisinha da bolsa e coloquei nele,me levantei e tirei minha calcinha e entrei de novo no carro. como estavamos na parte de traz ,foi facil deitar e abrir bem as perna e coloquei uma no banco da frente e a outra no encosto de banco de traz .ele entrou e fechou a porta do carro e se posicionou entre minhas pernas , apontou sua pica na entrada da minha xaninha e soltou seu peso em cima de mim .não encontrou dificuldade para entrar ,pois como eu falei ,tenho uma xana grande e ele ficou ali ,bombando até que gozasse e ficou me beijando o pescoço ate eu gozar .quando eu gozei ,soltei um grito e ele tampou minha boca com suas mãos .
nos arrumamos e voltamos pra quadra e eu dei uma olhada em volta e notei que erika ainda estava dentro do carro.
quando entramos na quadra, eu vi a amanda com o rapaz que ela tinha saido e ele estava roçando o pau na bunda dela e tinha as mãos dentro da blusa dela massageando os seios dela.cheguei perto dela e ele não tirou as mãos e ela tambem não fez nenhum movimento pra tirar ,eu perguntei pela bia e ela me apontou banheiro.falei pra eles que ia ao banheiro me refrescar um pouco e o rapaz que estava comigo era filho do presidente da escola , disse que eu podia usar o banheiro da diretoria.eu subi uma escada e quando eu passei por uma sala que estava entre aberta , eu vi a bia que estava com dois rapazes . ela estava cavalgando um e tinha outro em sua boca .não sei se ela me viu e eu continuei meu caminho para o banheiro .
quando voltei , encontrei a erika junto com a amanda que estava conversando com treiz rapazes. me perguntaram se eu tinha visto a bia e eu respondi que não . a conversa continuou e os rapazes sairam pra comprar mais cerveja e a erika me perguntou pela bia e eu respondi que ela estava bem, a amanda perguntou : bem, como ? eu respondi : bem fudida por dois meninos. rimos e os rapazes chegaram com as latinhas de cervejas e ficamos tomando ate´ a bia chegar com a cara mais lavada do mundo .a bia colocou a mão na cintura e disse : o que que as putinhas estão rindo? voces não fizeram o mesmo? a amanda respondeu : fizemos sim ,mais foi com um de cada vez , eu ri e disse com de cada vez ,não, eu só fiz uma vez . a erika deu uma gargalhada e disse que tinha feito treis vezes e que estava com dor no quadril de tanto ficar de perna aberta .todas rimos nos abraçamos .
no domingo de manhã .acordamos cedo e fomos pra praia e chegando la ,a bia nos apresentou para os amigos dela e entre eles tinha um moreno alto que fiquei paquerando ,e sempre que eu ia na agua ele me acompanhava e ficavamos malhando dentro da agua , ele tirava a pica pra fora da sunga e colocava entre minhas coxas e ficamos que se que dançando ,eu ja não aguentava mais aquela situação e ele notou me desespero , pediu que tirasse a calcinha do bikini,eu disse que não, pois não estavamos com camisinha e eu não trepava sem camisinha .ele me disse que se eu quizesse, tirava minha calcinha e eu ficava roçando no seu pau até gozar, a ideia não me pareceu absurda e concordei, quando ele mergulhou pra tirar minha calcinha, ele viu minha xana e quando subiu me perguntou se era assim mesmo. grande ,pronto ,estava quebrado o encanto e pedi minha calcinha de volta que eu ia voltar pra areia. ele pacientemente me perguntou porque e eu respondi que tinha vergonha da minha xana .
ele respondeu que eu não tinha que ter vergonha,foi conversando comigo e me devolvendo minha confiança ,ficamos ,um tempo ali e depois ele tirou minha calcinha novamente e colocou a pica entre minhas coxas.ficamos assim até que numa explosão eu gozei,quando eu ia saindo eu vi as outras meninas tambem estavam na agua e eu imaginei que estavam fazendo o mesmo .a tarde ia transcorrendo nesta brincadeira ,quando um dos meninos que estava com a gente, toca numa bandinha ,ia se apresentar num barzinho e estava nos convidando para ver eles tocar.
a bia pegou o endereço com ele e fomos pra casa ,descansamos um pouco e as 10 horas saimos pra o barzinho,era um lugar legal e todos que estava na praia, estava la e eu avistei o menino que tinha ficado na praia comigo , ele veio em minha direção e me beijou. dançamos a noite inteira e quando saimos, ele me chamou pra outro barzinho e as meninas tambem ja estavam saindo com os meninos que estavam com elas .a bia chamou nós treiz e disse que ia para o motel com amigo dela. rimos e saimos todas em carros diferentes.
o rapaz que estava comigo perguntou aonde poderia me levar e eu disse que não conhecia nada ali, que ele me levasse aonde quizesse., ele riu e continuou a dirigir, ele entrou num motel e disse que ia acabar o que tinha começado na praia .eu ri e deitei no ombro dele.dois carro na frente eu vi uma menina que parecia a amanda. não dei importancia e entrei na garagem da suite.
quando entramos na suite , ele tirou sua roupa e foi tomar banho,pediu que eu enchesse a hidro,eu fiquei no quarto e quando ele saiu enrolado numa toalha , pude finalmente perceber como ele era um rapaz bonito.e caminhou em minha direção e tirou minha roupa deixado-me só de calcinha e sutiã. me beijou e pegou no colo e me levou para hidro.
tirei o sutiã e minha calcinha e fiquei em pé na banheira pra que ele me observasse, ele olhou meu corpo inteiro e disse que não tinha nada pra que eu me preocupasse, eu era linda assim me tomou em seus braços e foi me beijando inteira e parou na altura da minha xaninha e chupou.chupava como um garoto chupa um sorvete e eu gozei como a muito tempo eu não gozava.
ele continuava de pica dura e sentou na borda da banheira,eu tomei sua pica nas mãos e chupei muito até que gozasse em minha boca.foi tanta porra que saiu que quase me sufoquei e como uma boa menina, engoli tudo.tomamos nosso banho e fomos pra cama.
ele me deitou de costas e abriu minhas pernas e chupou novamente e foi se posicionando para um 69 e eu fui aceitando com muito gosto e ele foi ficando por cima de mim ,depois de algum tempo e inverteu a posição e fiquei por cima dele,continuamos assim até que novamente eu gozei num grito.ele continuava a me chupar e eu quase que desmaiada,continuava deitada.ele saiu de cima de mim e abriu minhas pernas e vi quando ele colocou a camisinha e eu esperei aflita a sua entrada, entrou devegar,e foi entrando como se conhecesse o caminho.ele,todo carinhoso ia me falando palavras em meu ouvido e ia me deixando louca e gozo veio numa explosão de luzes e sons que eu não entendia direito.depois de gozar ,ele ainda ficou em cima de mim ,me beijando ,me acariciando ,ficamos assim por um tempo, até nos recuperarmos as forças e eu chupei ele novamente ate o pinto dele tomar vida, peguei uma camisinha e coloquei com a boca,truque que aprendi na faculdade,depois de colocada, eu fiquei de quatro pra ele e ele me penetrou, forçou minha cabeça em direção da cama e eu fiquei com a bunda bem no alto e ele bombando .novamente eu gozei gritando. ele tambem gozou.dormimos um pouco e quando acordamos tomamos um banho e novamente nos chupamos no chuveiro.enquanto me arrumava, eu vi que no meu celular ,tinha varias chamadas das meninas.eu olhei para as horas e vi que era 2 horas da tarde, rimos , e ele levou pra casa.quando cheguei em casa vi um bilhete dizendo que as meninas ja estavam na praia.
me troquei e fui ,quando cheguei, as meninas riram de mim e disseram que ja iam mandar a policia atras de mim,que eu tinha desaparecido,eu só queria dormir mais um pouco,deitei na minha toalha e fiquei descansando um pouco e notei que as meninas continuava a brincar com os meninos.a amanda veio até mim e disse que a noite, as meninas estavam combinando de irem ao baile funk,eu ri e disse que eu não ia aguentar. saimos da praia e nos arrumamos todas e a bia disse que era malhor ir de saia, que ficava mais facil pra brincar, eu ja estava de calça comprida ,voltei e troquei pela saia . no elevador a bia e a amanda levanta as saias e mostra que as duas estavam sem calcinhas,eu e erika rimos muito e eu disse : mais são duas vacas.dançamos muito e beijamos muito tambem, era um passa mão aqui e levanta a saia dali e eu me exitando de uma maneira que nunca tinha estado daquele jeito.meus liquidos descia pernas abaixo.quando voltamos pra casa, iamos comentando as brincadeiras e riamos de tudo.
a nossa semana se resumia assim : de dia ,praia e a noite em programa diferente, até que na quarta feira a bia nos disse na praia que ia fazer uma festa no sabado de despedida,ja que iamos voltar no domingo.o resto da semana foi passando e ninguem disse mais nada da festa.
no sabado de manhã a bia disse que ia resolver um problema e que fossemos a praia e ela ia nos encontrar mais tarde . concordamos e fomos a praia.forramos nossas toalhas de frente e deitamos para ficarmos conversando. os meninos chegaram e as brincadeiras da agua continuava. mais tarde a bia chegou e disse que iamos numa festa.eu olhei para as meninas e disse que minha xaninha não ia aguentar mais,todas riram e a bia disse que quem não desse a xana, podia dar o cuzinho.eu disse que nunca tinha dado o cuzinho e a amanda e a erika tambem disse. a bia deu uma gargalhada e falou que não acreditava pois conhecia bem as amigas que tem,a conversa ternimou com a chegada dos meninos.
saimos da praia e descançamos um pouco, nos arrumamos e sentamos no sofá e ficamos conversando para passar a hora. estavamos todas com roupinhas de verão. eu estava com uma blusinha leve e folgada e uma sainha um pouco curta ,coisa que não me atrevia usar em são paulo. a bia me olhou e me perguntou se eu ia pra zona e eu rindo respondi que ja estava, erika disse que o que fizemos esta semana poe qualquer profissional no chinelo,as quatro riram, pois elas não estava diferente de mim.estavamos sentadas no sofá ,quanto o interfone tocou e bia que tinha atendido, pediu pra subir.era um lanche que ela tinha encomendado.a festa ia ser la mesmo, eu fiquei imaginando que ia ser só a gente.nós estavamos arrumando a mesa quando o interfone toca novamente e a erika atende e diz pra bia que tem 3 rapazes la embaixo e a bia pede pra eles subirem.quando entraram na sala ,a bia cumprimenta eles com beijo na boca e nos apresentou e nós cumprimentamos tambem com beijos na boca.a bia foi pra cozinha preparar caipirinha pra nós e ficamos conversando com os rapazes na sala,ficamos bebendo quando a campainha toca e entra mais dois rapazes. eu olhei pras meninas sem entender nada e ficamos na nossa. eu fui na cozinha pegar mais caiprinha e erika foi comigo e ela disse que não estava entendendo nada,que tinha cinco rapazes e nós eramos quatro meninas, eu disse que a bia ia ficar com o que sobrasse pois ela tinha experiencia em ficar com dois ao mesmo tempo.rimos e erika disse que bia era mesmo uma safada,eu disse que não era só ela não ,eramos todas umas safadas .quando voltamos pra sala, o restante dos convidados ja tinham chagado e agora tinha 10 rapazes na sala.deixei a bandeja na mesinha de centro e erika me chama no quarto,ela disse: mel, o que ta havendo? sera que ela marcou aqui pra saimos todos juntos ? eu respondi que não sabia de nada e ficamos la por pouco tempo .
quando voltamos pra sala, vimos a bia chupando dois meninos,ela estava de joelhos e chupava os meninos ,olhei pra a amanda e vi que ela estava com a saia na cintura e estava sendo chupada por um menino e tinha outro na boca. eu e erika nos olhamos e sem entender nada, ficamos em pé ,olhando a cena ,erika foi ficando vermelha.ele sempre fica quando esta exitada,eu ri e notei que ela não ia aguentar por muito tempo.fui buscar mais caipirinha e quando voltei vi erika roçando a sua xana no encosto do sofá.ela quase que hipnotizada caminhou para o centro da sala e parou, um dos rapazes que estava sentado ,foi de encontro dela e se ajoelhou,ele foi subindo suas mãos pelas coxas dela ,até chegar na calcinha e tirou, vi quando ela se apoiou nos ombros do rapaz e passou a calcinha pelos calcanhares, o rapaz abriu o ziper da calça e tirou a pica pra fora e com as mãos na cintura dela ,forçou ela a sentar em seu colo e ela laçou as costas do rapaz com suas pernas. eu olhei em volta e vi os meninos que estava com a bia, colocando preservativos e ela continuava a chupar o outro menino. a amanda ja estava sendo penetrada e erika estava deitada no chão da sala num papai e mamãe.eu continuava em pé, mais sabia que não seria por muito tempo.
eu caminhei em direção da mesinha de centro e sentei olhando tudo aquilo sem acredidar, não e´por puritanismo .e´que pensava que não tinha coragem de participar de algo assim, senti que dois braços fortes me deitou e eu fechei os olhos , senti que estavam me alizando os seios e passavam as mãos em meu corpo . eu continuava sentada e um deles forçou minhas perna e levou as mãos em direção da minha calcinha. eu levantei um pouco pra que ele tirasse. outro abriu a minha blusa ,liberando meus seios que logo foi tomado em duas bocas sedentas,eu continuava com os olhos fechados e pensava: meu deus ,tem quatro homens comigo. eu não vou aguentar. e eles foram se revesando entre meus seios e minha xaninha, eu era chupada de todas as formas, foi quando um deles me levantou e em pé ,eu vi que ja tinha um meninos deitado de costa no chão com o preservativo colocado e me levaram até ele e eu sentei naquela pica com vontade de ser fodida,com fome ,com tamanha exitação que meus sucos pingava no rapaz.
eu cavalguei aquele menino com vontade, eu pulava em sua pica e outro veio e colocou a sua pica em minha boca e eu não sabia mais se me concentrava na cavalgada ou na chupada. a minha exitação era tanta que perdia a noção. eu só escutava os gemidos das meninas. eu gozei ,um gozo violento,sem culpa , cheio de tesão.fiquei mole e o rapaz que tinha a pica na minha boca ,gozou e eu engoli tudo.
quando eu consegui me levantar,fui ao banheiro tomar um banho,olhei para as meninas e elas ainda não tinham terminado , eu notei que os meninos estavam colocando os preservativos.
um deles me segurou e me levou até a mesa de centro e me colocou de quatro e penetrou e novamente eu gozava. eu ja estava de pernas moles de tanto gozar , foi quando a amanda acabou e foi tomar banho. ficando na sala eu a erika e a bia. e a maneira que iamos acabando ,íamos tomar banho. eu sai do chuveiro e fui no quarto buscar uma toalha e me enrrolei nela e fui pra sala, estava todos conversando e eu fiquei quieta por estar em topor sexual.me foi servida outra dose de caipirinha,um dos rapazes veio me minha direção e abriu a minha toalha e disse: quero ver se e´grande mesmo, eu deixei ele abrir a toalha e coloquei meus pés no sofa e fiquei ali exposta aos olhares de todos e ele pegou em minha xana ,acariciou e me pegou no colo e me deitou no outro sofa e ficou me chupando, eu olhei em volta e vi que só eu estava dando naquele momento.abri bem minhas pernas e deixei ele me chupar bem. quando ele cansou ,deu lugar a outro, que continuou a chupar minha xana e quando eu olhei, as meninas tambem ja estavam com seus pares e novamente começou tudo. havia um rodizio deles com a gente.eu continuava deitada e chupada por um e veio outro e colocou seu pau em minha boca, eu gozava como louca. quando todos acabaram fomos tomar outro banho. quando voltamos, um dos rapazes estava com a amanda em pé e beijava a bunda dela, ele abria a bunda dela e passava a lingua dentro do rego e ela se arrepiava ,eu pensei : isso não vai prestar , e ri,a bia falou alguma coisa no ouvido dela e ela balançou a cabeça afirmando . a bia foi no quarto e trouxe uma pomada anestésica e um lubrificante.
ela pediu que amanda deitasse no chão e que ficasse na posição de frango assado e passou os cremes pro rapaz, ele colocou um pouco de anestesico na ponta dos dedos e penetrou o cuzinho dela, a bia ficou falando pra ela relaxar e fazer força pra fora, todo mundo parou e ficamos olhando aquele menino desvirginar o cuzinho dela. agora ele ja colocava dois dedos e ela de vez enquando fazia uma careta que não sei se era de dor ou o que .depois de alguns minutos a bia pede pro rapaz colocar o preservativo e colocou mais um pouco de gel na entrada do cuzinho dela. ele penetrou minha amiga com delicadeza e foi avançando centimetro por centimetro e quando ela fazia careta, ele parava . vi que ela ja estava gostando da situação e a bia virou pra gente e perguntou se queriamos tambem perder o cabacinho do cu, eu não sei da erika , eu balancei a cabeça dizendo que eu queria e peguei na mão de um dos meninos que estava ao meu lado e fui ao centro da sala e deitei de costas e a bia conversando comigo e me explicando que que na posição de frango assado era melhor e mais facil a penetração. senti que colocaram o anestesico no meu rabinho e enfiaram um dedo e depois outro, reparei que o rapaz que eu tinha escolhido, ja colocava a camisinha e se preparava,a cada estocada que o menino dava com os dedos ,eu senti um encomodo, não era dor, mais incomodava um pouco e eu fazia uma careta.
quando eu estava bem relaxada eu senti a ponta da pica no meu cuzinho e me tranquei toda, a bia me falava que tinha que relaxar e fazer força pra fora , foi o que fiz, senti que ia entrando aos poucos de vez enquando ele parava. sentia meu cuzinho queimar. a amanda estava deitada de uma forma que a cabeça dela ficava bem junto a minha e cada estocada que ela ou eu levava ,nossas cabeças se encostava . ela estendeu a mão e ficou alizando minha cabeça, o tornou mais facil a minha penetração.
ouvi a bia perguntando pra erika se ela tambem queria e ela respondeu que não porque não ia aguentar.
o rapaz que estava com a amanda,gozou e ficou bombando, ouvia ela gemendo,pouco depois o meu, tambem gozou e eu sentia a contração dele despejando seu liquido. ele saiu e quando tirou tudo de dentro de mim , parecia que tinha saido um caminhão. meu corpo estava lavado de suor. os outros meninos se aproximaram e de joelhos, se masturbaram em cima de nós duas que permaneciamos deitas ,sem forças pra levantar. bia e erika comandava a sessão, apontando as picas em direção e medida que eles iam gozando,iam jogando em nossos rostos,seios e pernas .
depois de algum tempo, eu consegui me levantar e fui ao banheiro tomar um banho,pouco depois ,chegou a amanda cambaleando de cansaço.tomamos um banho quente e fomos para o quarto buscar uma roupa. quando saimos eu ainda vi que bia e erika ainda estavam trepando e a maioria dos rapazes tinham ido embora.
olhei pela janela e vi que o sol ja estava alto e me despedi dos demais e voltei para o quarto e fui dormir .
acordei quase na hora do nosso embarque e na chegada do aeroporto a amanda e falou que não queria sexo por um bom tempo, eu respondi que eu tambem não queria.tomamos a avião e voltamos pra são paulo e sem duvida foi uma semana e tanto. bia e erika tambem concordava sobre não querer mais sexo por um bom tempo.


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Fodendo a gordinha safada no foró

Olá Sras e Srs. Tudo bem com vocês? Estou aqui para escrever esse conto real que aconteceu no último dia 18/05, mas antes gostaria de falar um pouco de mim. Me chamo Victor (nome fictício), 1,87 de altura, 95 Kg, pardo, olhos castanhos escuros e cabelos pretos, casado, mas adoro putaria fora do casamento. Toco contrabaixo em uma igreja e foi esse o ponto inicial desse meu conto. Tenho um colega chamado Charles, que toca forró em alguns bares na zona leste de São Paulo. Certo dia, ele me ligou e perguntou se eu não queria ir tocar com ele em um bar em São Mateus, pois ele estava sozinho nesse dia e ganhar uma grana. Como minha situação não está das melhores, aceitei, mesmo não sendo meu estilo de música preferido..rsrs Chegamos lá por volta das 23:00 e seriamos os ultimos a tocar. Era um bar bem simples e devia ter umas 100 pessoas, o forró já estava comendo solto e já se via uma galera bem solta na pista. Subimos no ?palco? (entende-se como uma plataforma de madeira de 1m de altura) as 2 da manhã e tocamos por mais de 1 hora e voltamos para uma salinha, onde ficam as pessoas que irão se apresentar, afinando os instrumentos ou comendo alguma coisa. Só o Charles e eu estávamos la dentro. Um certo momento, a porta abre e entra uma mulher com um vestidinho preto, tomara que caia bem apertado, gordinha, negra, com as coxas bem grossas e um par de seios deliciosos, suada e chapada. Não era muito bonita, mas era uma delicia. Ela foi pra cima do Charles e ao virar de costas, vi que o vestido dela estava no meio daquela bunda deliciosa, deixando a poupa a mostra. Ela deu um beijo nele e depois foi me beijar também, mas já sabiamos o que ela queria. Charles trancou a porta e puxou ela pelo braço e deu um beijo na boca dela, e eu sem perder tempo, já cheguei por trás e comecei a encoxar e esfregar meu pau naquele rabo gostoso. Enquanto ela o beijava, já foi abrindo o ziper da calca dele e tirando o pau dele pra fora. Fiquei ao lado dele e ela começou a fazer o mesmo comigo. Ao tirar meu pau pra fora ela ajoelhou e começou e me chupar, e que chupada. Engolia, tirava da boca e cuspia e voltava a engolir enquanto punhetava meu amigo, depois alternava, chupando o pau dele e me punhetando. Algumas vezes tentava enfiar os 2 na boca, mas não conseguia, meu pau não pe grande, mas é bem grosso (18x8). Quase gozei com aquele boquete!!! Sentei em uma mesa que tinha por lá e ela continuou me chupando enquanto Charles se colocava atrás dela pra fode-la. Ele começou a estocar forte, tanto que sua cabeça batia na minha barriga e ela gemia com meu pau enfiado em sua boca, o que me deixava com mais tesao ainda. Passei a foder sua boca também, enfiando meu pau com força e batendo na cara dela com meu pau duro. Ela pedia mais, nos chamava de machos e dizia que queria ser fodida a noite toda!!! Que putona!!! Trocamos as posições, agora era a minha vez de foder aquela buceta, mas ao ver aquela bunda grande, deliciosa na minha frente, tive vontade de foder aquele cuzinho dela, mas ao colocar a cabecinha ela disse que me daria outro dia, então, me conteitei com a buceta mesmo. Fodia horas com força e horas tirando tudo e enfiando devagar. Senti ela se contraindo varias vezes, gozando com nossas picas duras. Vi Charles segurando ela pelos cabelos e forçando seu pau dentro de sua boca e gritando, gozando gostoso na garganta dela. Passei a acelerar as estocadas e coloquei ela de joelhos a minha frente e fazer uma espanhola. Comecei a bombar nos peitoes dela (grandes e durinhos...hmmmm, como eu adoro gordinhas!!!) e gozei neles, os jatos lambuzaram o rosto e o pescoço, que depois ela passou os dedos e os limpou com a língua. Em seguida chupou nosso pau para limpar toda a porra neles. Depois que gozamos ela simplesmente se levantou, se limpou com uma toalha que estava lá, ajeitou a roupa, mandou um beijo para nós, destrancou a porta e foi embora. O bar já estava vazio e estavam arrumando as mesas. O dono do bar pagou nosso cachê e perguntou se a noite foi boa, sorrindo (Tenho certeza que ele sabia o que estávamos fazendo no ?camarim?). Só sorrimos de volta e fomos para casa, bem contentes...kkkkkk Bom, é isso galera. Espero que tenham gostado desse conto. Quem quiser me contatar para trocarmos contos, bater um papo ou simplesmente falar putaria. Kkk Me mande um e-mail ou add no MSN. VICTOR.LIONHEART@HOTMAIL.COM Um forte abraço e até a próxima!!!!

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Conversas

Aconteceu depois de uma noitada com os amigos. Tínhamos ficado num bar perto da facul até tarde. O pessoal começou a ir embora, ficamos só eu e um amigo de um amigo. Já o tinha visto algumas vezes, cara boa gente. Não sou muito forte pra bebida, acabei passando um pouco do ponto, já tava pensando em como voltar pra casa. Ele disse que eu não precisava me preocupar, a casa dele era pertinho, eu poderia dormir por lá. Boa idéia, pensei, eu poderia deixar o carro por lá mesmo, dia seguinte voltava pra pegar. Pedimos a saideira, uma rápida caminhada, fazia muito calor aquele dia, seu apartamento era a duas quadras do bar. Chegamos lá, conversamos mais um pouco, relaxei um pouco enquanto ele foi tomar um banho. Quando saiu, pedi pra tomar também, com o calor que fazia era uma ótima idéia. Tomei um banho rápido, mais pra refrescar mesmo, sai, ele tava arrumando a cama. Ele morava nim kit, percebi que ele só tinha uma cama, e não tinha sofá. Ele disse tranquilo, a cama era de casal, dava pra caber os dois. Dei risada, ele riu também, só falou pra eu não chegar muito perto. Não tinha outro jeito, e já um pouco tonto da bebida, fui pro meu lado e deitei. Ele tirou a roupa, ficou só de cueca e se deitou. Achei um pouco estranho, mas tava muito quente, fazia sentido. Falou que eu poderia ficar à vontade também, nao tinha problema. Não curti muito a idéia, mas o calor acabou me convencendo, tirei a calça, acabei ficando de cueca também. Percebi que ele tava tentando dormir com as pernas meio abertas, o que achei estranho é que dava pra se notar um certo volume. Achei que eu devia estar viajando. Acabei olhando de novo. Dava pra notar mesmo. Achei uma situação meio estranha, ele não estaria curtindo a situação, não é? Sei lá, devia ser imaginação, pensei até em esquecer do sono e ir até meu carro. Mas podia ser só besteira minha. Ele estava de olhos fechados, parecia dormir. Tentei relaxar, era besteira minha. Só que dava pra notar o volume mesmo. Achei graça. Situação estranha. E parecia ser grande. Achei graça, se ele me visse encucado assim sei lá o que ia pensar. Relaxei. Acabei olhando de novo. O estranho é que o volume não parecia estar descansando. Chamava a atenção, sei lá. Ele deu uma acariciadinha. Percebi que não estava dormindo, desviei logo o olhar. Sem abrir os olhos ele disse que estava difícil de dormir. Acariciou um pouco mais. Dei uma olhada rápida. Pareceu ficar ainda maior. Desviei o olhar. Sem perceber acabei olhando de novo. Deu pra ver que ficou duro com as acariciadinhas. Era grande mesmo. Chamava a atenção. E pior que dava pra ver a cabecinha delineada na cueca. Ele acariciou um pouco mais, depois pôs as mãos atrás da cabeça e ficou com as pernas meio abertas. O volume ficava claro na cueca. Era grande. A cabecinha bem delineada. Parecia estar olhando pra mim. Ele se desculpou. Disse que pelo visto seu "amigo" tinha acordado. Eu não queria olhar, mas chamava muito a atenção. Ele pediu desculpas de novo sorrindo, disse que fazia tempo que seu "amigo" nao brincava, por isso às vezes ele ficava assim. Sorri meio sem jeito, tentei disfarçar, disse que pelo visto ele adorava quando podia fazer novas amizades. Meu amigo riu e disse que sim, que seu amigo ficava todo contente toda vez que conhecia alguem. Não sei se foi impressão, mas ao dizer isso o volume pareceu aumentar. Ele continuou dizendo que seu amigo adorava carinho. Daí lançou uma piscadela e disse que mais que carinho, ele adorava uma boa conversa. Sorri sem graça, era um papo estranho. O volume parecia aumentar ainda mais, eu devia estar imaginando, mas dava pra ver que era grande, e ele não fazia nenhuma questão de esconder. Disse que quando fazia uma nova amizade, ele poderia conversar por horas. Sorri sem graça, a cueca parecia estar quase rasgando. Ele alisou um pouco seu amigo, deixou o contorno bem delineado. Dava pra ver que era grosso tambem. Sei la, chamava a atenção. Ele se aproximou um pouco, perguntou, vocês ainda não se conheceram, né? Ri sem graça, disse que claro que não. A situação toda era muito estranha, disfarcei o olhar, acabei olhando de novo, parecia estar enorme. Ele sorriu, disse "acho que depois de se conhecer vocês vão acabar se tornando bons amigos". Fiquei muito sem graça, disse que não, claro, não era o que ele estava pensando. Ele me disse pra não me preocupar, disse "olha como ele ficou contente com a idéia de ter um novo amigo". Olhei involuntariamente, estava enorme, grosso. Ele disse "viu como ele ficou feliz? vou apresentar vocês". Vi aquele volume se aproximando um pouco mais, fiz que não com a cabeça um pouco assustado. Ele sorriu, acariciou minha mão, disse "não se preocupa, vocês só vão se conhecer". Estava pra dizer alguma coisa, "mas..." quando senti minha mão sendo conduzida, ele dizia "ninguém vai saber que vocês se conheceram", e senti seu volume duro em minha mão. Automaticamente tentei retrair a mão, ele segurou um pouco, parecia ser tão grosso, acho que não percebi que ele passou a acariciar a minha mão. Disse com um sussurro "seja educado, cumprimenta ele". Fiz não com a cabeça. Senti o calor de seu volume. "Ninguém vai saber". Era grande. Dei uma apertadinha. Ele sorriu, "isso, agora vocês são amigos." Senti ficando mais duro ainda, queria afastar a mão, acabei dando outra apertadinha. Senti uma pulsada. Ouvi meu amigo sussurrando de novo "ele adora carinho". Queria afastar a mão, isso estava indo longe demais. Ninguem ia saber. Dei uma acariciadinha de leve. Ouvi um gemido. Parecia ficar cada vez mais duro. Maior. Outra acariciadinha. Deslizando a mão lentamente. Era enorme. Meu amigo estava com a respiração pesada, "ele adorou te conhecer". Acariciava sem pensar, sem entender direito a situação. Era grosso. Vi que ele ia deslizar a cueca pra baixo, fiz não com a cabeça, logo senti seu mastro duro, quente na minha mão. Uma apertadinha. Uma acariciadinha. Subindo lentamente a mão, descendo. Subindo, descendo. Duro como pedra, quente, enorme. Não tinha como negar, era bonito. Rosado, liso. Meu amigo gemia, acariciava minha mão. Se aproximou do meu ouvido, sussurrou "ele tá louquinho pra conversar com você". Arregalei os olhos, sussurrei que não. Tudo estava indo longe demais. "Ninguem vai saber. Olha bem pra ele". Olhei. Enorme. "Ele é bom de conversa". Era bonito mesmo. "Olha mais de perto, olha". Era bonito. Lindo. Vi ele se aproximando. Grosso, enorme. Queria dizer algo. Aquilo não tava certo. Era lindo. Olhando pra mim. Se aproximando. Tocando meus lábios. Quente. smack. Só um beijinho. Ninguém vai saber. Só mais um. smack. Senti uma caricia em meus cabelos. Senti meu novo amigo ficando ainda mais duro. Gostava de beijinho tambem. smack. Lindo. O sabor dele. Ouvi a respiração pesada e um susurro. "Conversa com ele". Hummm... Toquei os labios. Senti meu novo amigo deslizando pra dentro. Duro. Quente. Enorme. Não deu pra resistir ao sabor. Comecei a conversar. Subindo e descendo os labios. Conversando. Dialogando. Mamando, chupando. Senti suas maos suavemente segurando minha cabeça. Meu novo amigo saindo. So a cabecinha na boca. Mamando a cabecinha. Senti saindo um pouco mais, até sair completamente. Tentei beijar. Suas mãos me seguraram. Estiquei a língua. Toquei por baixo da cabecinha com a ponta da língua. Afastou um pouco mais, estiquei mais a língua. Não alcançava. Era lindo, grosso, enorme, nenhum pelo. Tentava esticar a língua. Sentir o sabor. Via meu novo amigo a dois centímetros de mim. Suas mãos me soltaram. Caí de boca, mamando, chupando, sorvendo, saboreando. Apertava os lábios, descia com força, sentia o mastro na garganta, subia, apertava os lábios na cabecinha, descia. Meu amigo gemia forte de tesão. Acariciava meu rosto, meus cabelos, minha nuca. Comecei a punhetar enquanto mamava. Sentia seu corpo tremendo a cada mamada. Tirei da boca. Dei um longo beijo de língua na cabecinha. Meu amigo se levantou um pouco, ficou de joelhos. Segurou bem minha cabeça, apontou a vara. Disse que hoje eu ia aprender a conversar como um profissional. Senti a vara pressionando, invadindo minha boca, tocando minha garganta. Arregalei os olhos, ele só fez "shhh" e sinal pra eu ficar quietinho. Senti a vara entrando mais. Assustei. Ele me olhava com tesão, segurou firme, entrou um pouco mais. Senti a vara fundo na minha garganta. Difícil respirar. Seu olhar me disse que ele não ia parar, tentei me preparar. Forçou mais. Senti minha boquinha sendo impalada. Era grande demais, grosso demais. Engasguei. Ele tirou lentamente, esperou, quando viu minha respiração voltando ao normal, segurou firme e começou a bombar. Tirava até ficar so a cabecinha, enfiava até a metade. Comia minha boquinha como se fosse uma bucetinha. Eu tentava respirar, acostumar, era grosso, entrava e saia, era lindo, delicioso. Apertei os lábios. Sentia a vara entrando e saindo. Até que ele tirou, colou a vara no meu rosto, acariciando meus cabelos. Disse que ainda faltava uma conversa muito importante. Não entendi o que ele quis dizer. Ainda dei um beijinho na lateral da vara. Ele afastou, deitou ao meu lado, beijou meu rosto e disse que ele estava louco pra conhecer meu amigo. Perguntei o que, ele me abraçou, rolou por cima de mim, senti seu peso. Arregalei os olhos de novo. Comecei a entender sua intenção. Ele se ajeitou entre minhas pernas. Disse que não, tentei fechar. Ele beijou meu rosto. Se ajeitou melhor. Tentei dizer de novo que não. Beijou meu pescoço. Isso não podia estar acontecendo. Beijou, lambeu meu pescoço. Arrepiei. Tentei disfarçar. Disse que não. Mordiscou minha orelha. Ui. Disse não, por favor. Se ajeitou mais. Senti o mastro procurando. Caçando. Fechei os olhos. Disse não baixinho. Caçando. Encontrando. Senti um calafrio. Disse não não não não não... Beijinhos no pescoço, um beijo molhado no rosto. Senti meu novo amigo forçando minha cueca. Queria dizer algo, fugir. As palavras não saiam. Ele sussurrou. "Eles vão adorar se conhecer". Uma lambidinha no meu rosto. Uma pressionadinha. Fiz não com a cabeça. Senti minhas pernas amolecendo. Ele se ajeitou melhor. Mordiscou minha orelha. Sussurrou. "Shh, eles tem muito o que conversar, vamos deixar os dois sozinhos". Senti minha cueca sendo afastada. Gelei. O mastro procurando. Encostando. Meu anelzinho se retraindo. Beijinhos no rosto. Pescoço. Uma piscadinha. Uma pressionadinha. Apavorado. Beijinho nos lábios. Pressionadinha. Ui. Não tinha mais volta. Me preparei para o abate. Beijinho na boca. Sua língua entrando em minha boca. Hummm... Uma pressionadinha mais forte. Ai. Entrando. Dor. Língua na minha. Abraço apertado. Meu anelzinho dilatando. A cabecinha passando. Dor. Enorme. Grosso demais. Entrando centímetro a centímetro. Muita dor. Cravando as unhas em suas costas. Sentindo cada preguinha rasgando. Lacrimejando de dor. Enorme. Entrando mais. Cada vez mais fundo. Gemendo de dor baixinho. Envergonhado. Entrando mais. Suas bolas tocando minha bundinha. Sussurro. "O pior já passou, relaxa, agora você vai gostar". Beijinhos. Ele parado, pulsando, meu cuzinho ardendo. Grande demais. Grosso demais. Beijinhos, um longo beijo de língua e sinto meu novo amigo começando a se mexer dentro de mim. Gigantesco. Saindo um pouquinho. Entrando um pouquinho. Dominador. Saindo. Entrando. Beijo de língua. Saindo. Entrando. Dor. Dor deliciosa. Tentando não gemer. Com vergonha de gemer. Saíndo. Entrando. Hummmmmm... Ouvindo um sussurro. "Isso, solta seu lado mocinha, se transforma na minha menina". Fiquei vermelho de vergonha. Saindo. Entrando. Uuuu... Não consegui conter um gemido. Ele amou. "Vira menina, vira". Saindo. Entrando. Saindo. Entrando. Comendo meu cuzinho com maestria. Gemendo. Uivando. Gemendo na vara. Vara deliciosa. Gigantesca. Linda. Abraçando. Meu amigo acelerando as estocadas. Me comendo com gosto. Uivando. Gemendo sem medo. Dominado, submisso, gemendo na vara, sendo enrabado, adorando. Dizendo baixinho para ele me comer. Me enrabar, acabar com meu cuzinho. A vara entrando e saíndo com força, sem parar. Meu amigo urrando de prazer, amando desvirginar meu cuzinho. "Fazia tempo que eu queria te transformar, menina deliciosa". Puto. Puto delicioso. Empinei, abri mais as pernas, comecei a rebolar. Pedia vara. Meu amigo amava e me comia com mais vontade. Comecei a tremer. Tremer e uivar. Não conseguia me controlar. Uivando forte de tesão. Tremendo. Meu amigo bombando e me olhando nos olhos. Tremendo mais. Meu cuzinho contraindo. Meu amigo bombando mais forte, me olhando com satisfação. Meu cuzinho contraindo. Uivando. Gemendo. Gritando. Rebolando. ... AAAAAAAAAAhhhhhhhhhhhhhh... Relaxando, gozando, gozando com o cuzinho, sem nem tocar no pau. AAAAAAaaaaaaaaahhhhhhhhh... Quase desmaiando. Desfalecido. Sentindo a vara entrando e saíndo sem parar. Meu amigo, meu macho urrando cada vez mais. Seu mastro ficando mais grosso dentro de mim, entrando mais forte, mais rápido, um grito... Sentindo a porra inundando meu cuzinho. Meu macho parado, olhos fechados, urrando e gozando forte no meu rabinho. Maluquice. Situação maluca. Sem acreditar no que estava acontecendo. As respirações acalmando aos poucos, ele saíndo, deitando ao meu lado. Beijando suavemente meu rosto. "Você é uma menina deliciosa". Sorri. Me senti uma femea realizada. Capaz de fazer gozar seu macho. Me aninhei em seus braços, recebendo beijinhos no rosto, e acabei pegando no sono. mar.fontan@hotmail.com


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Corno numa suruba

Eu e meu marido tinhamos viajem programada quando 2 amigos souberam e perguntaram se poderiam ir juntos, concordamos, afinal t?nhamos alugado um apt? de 2 dormitorios e eles iriam dividir as despesas, no dia marcado viajamos juntos para Natal/RN, cidade linda, fomos para um quarto e eles para o outro, brincamos que eles teriam que dividir uma cama de solteiro, riram muito e falaram que n?o haveria problema, deitamos e na mad**gada me acordei ouvindo gemidos vindo do outro quarto, chamei meu marido que prestou aten??o e falou, devem estar se comendo, falei que eram 2 homens, qual o problema? Dormimos, pela manh? meu marido ia sair para comprar alimentos para o caf? e um deles, Rodrigo se disp?s a ir junto, foram os 2 e fiquei em casa arrumando a cozinha, nisto Rafael apareceu e conversamos, meu marido e Rodrigo chegaram, n?s 4 tomamos caf? e sa?mos para a praia, Meu marido foi caminhar e Rodrigo foi junto, eu e Rafael ficamos aproveitando o s?l e l? pelas tantas, Rafael , falou que eu n?o deveria deixar meu marido saindo sozinho pois ele era muito charmoso, achei estranho o coment?rio e puxei assunto, tira o olho dele, Rafael sorriu, perguntei se um deles tinha ficado mal a noite pois eu tinha escutado gemidos, Rafael ent?o falou, olha s?, n?s somos um casal e Rodrigo ? mega dotado, por isso os gemidos, levei um choque e me interessei pelo assunto, como assim perguntei, o que ? mega dotado, Rafael n?o titubeou e respondeu, ele tem um pau de 24 cm e muito grosso, na hora, senti minha xexequinha molhar todinha, pensei, preciso conhecer isto, eu e meu marido temos um casamento aberto, mas pensei, como fazer isto. 2 dias se passaram, cada vez mais Rafael me contava os detalhes e percebeu que o assunto me agradava pois sempre eu dava um jeito de ficar a s?s com ele, neste dia Rafael me perguntou na cara dura, tu tens vontade de ficar com ele numa noite qualquer antes de irmos embora? Instintivamente respondi, sim, tentei remendar falando que n?o era bem isto que eu queria dizer, ele sorriu e disse, queres sim, experimentar o pauz?o dele, eu relaxei e falei, olha, s? tem um problema, eu sou bem pequeninha, minha xequinha parece de crian?a e se ? como tu dizes, vai me arrebentar todinha, Rafael falou que Rodrigo ? bem carinhoso e que n?o iria me machucar, ent?o perguntou se meu marido toparia ficar com ele e se iria se importar em fazer uma suruba, n?s 4. Falei, vou perguntar, amanh? te digo como foi a conversa, naquela noite fui tarada pra cama, agarrei meu marido e subi pra cima dele, cai de boca no pau dele pensando no do Rodrigo, se iria conseguir chupar, se era mesmo grand?o, s? de pensar nisso, dei uma gozada gostosa demais chupando o pau do meu marido que falou, o que houve durante o dia que tu gozou desta forma, s?o os papos teu com o Rafael? Ele ta te dando tes?o?, respondi que n?o mas que eu tinha visto o Rodrigo de sunga e tinha reparado no volume, t? e ai tu gozou pensando em chupar o pau dele? Fiquei quieta, meu marido ent?o veio por cima, eu desviei o olhar dele, pegou no meu rosto e me fez olhar para ele, ta querendo transar com ele? Ele e o Rafael s?o gays, falei, eu sei, ent?o ta afim? Como eu e o Rafael vamos ficar? U?, tu come ele, puxa, esta eu n?o esperava, meu marido falou, e se ele quiser me comer, u?, ai tu experimenta dar o cuzinho, perder a virgindade anal, sorri, meu marido me comeu violentamente, parecia querer arrombar minha bucetinha, me doeu, gemi muito e dei uma gozada como a muito tempo n?o gozava, meu marido falou, gozou pensando no pau dele? N?o respondi pois era verdade. Tinha pensado sim e imaginado se iria aguentar tudo dentro de mim, s? de pensar, dei outra gozada, meu marido gozou loucamente com todo o pau dentro, ap?s um descanso, ele falou, como vamos fazer isto? Neste momento me animei e mesmo temendo a rea??o dele falei, vou arranjar tudo com o Rafael, vamos fazer, perguntei, vamos meu marido comentou. Antes de dormir pedi pro meu marido me comer de 4, adoro assim, ele n?o se fez de rogado e entrou com tudo, tava doendo mas eu pensava no mega pau que iria experimentar e deixei ele enterrar tudo, meu marido perguntou, ta imaginando ele assim em ti? Balancei a cabe?a e gozamos os 2. Estava exausta, dormimos. No outro dia, no caf? da manh?, n?s 4 na mesa, Rafael perguntou, nossa, que noite vcs tiveram, vcs gemeram pra caramba, at? pareciam n?s 2, meu marido num repente falou, ? que est?vamos imaginando uma suruba pra hoje a noite, s? n?o temos com quem fazer. Ficou um sil?ncio s?. Fomos pra praia, meu marido foi caminhar prum lado, Rodrigo, pro outro, eu e o Rafael ficamos conversando que me perguntou, teu marido topou fazer a suruba? Com n?s 2? Respondi que sim, mas tinha que ser no mesmo ambiente, queria que meu marido visse eu levando um pauz?o pois ele tem esta fantasia de me ver assim, Rafael ent?o falou, vou organizar uma janta e depois colocar um v?deo porn? pra gente ver, falei pra ele, pega um filme que tenha um strip e ai deixa comigo. Eu estava todinha encharcada de tes?o. A noite chegou, me preparei com esmero, coloquei uma calcinha min?scula, um vestidinho leve e curto deixando minhas coxas a mostra e meus peitos querendo sair pra fora, notei que Rodrigo me olhou de cima a baixo, acredito que pensando o que ele iria pegar naquela noite, Rafael revelou o lado chef dele, uma janta incrivel, um vinho genial, tomamos 4 garrafas e ap?s limpar tudo, Rafael perguntou se quer?amos assistir um v?deo, respondi rapidamente que sim, ele colocou o DVD e come?amos a ver, logo apareceu uma mulher muito gostosa fazendo um strip, Rafael muito do safado comentou, pra que a gente ficar vendo este strip no v?deo se podemos ver um ao vivo? Quem quer ver ao vivo, levanta a m?o, os 3 levantaram as m?os, Rafael colocou uma musica, as luzes estavam na penumbra, levantei e comecei a dan?ar, o vinho j? estava fazendo efeito, j? estava bem altinha, tirei os sapatos, comecei a rebolar na frente deles, levantei um pouco o vestido at? come?ar a aparecer a calcinha, rebolei na frente do meu marido que enfiou a m?o nas minhas coxas, fui at? a frente do Rafael que me alisou as pernas, ent?o fui at? o Rodrigo que levantou do sof?, me agarrou por traz, passou as m?os nos meus peitos, desceu at? minhas ancas, puxou meu vestido para cima, deixando a mostra minha calcinha, me agarrou com for?a e falou para o meu marido, esta tua mulher ? muito gostosa, passou a m?o por cima da minha calcinha e notou que eu estava totalmente molhadinha, nossa, ela esta no ponto para ser degustada, me apertou de novo e senti um volume duro na minha bunda, bem no rego, senti uma tes?o enorme, ent?o ele come?ou a abrir o fecho do meu vestido que caiu me deixando somente de calcinha, meu marido j? estava com o pau pra fora, dur?o, me puxou para ele, Rodrigo sentou e num ato r?pido, sacou seu pau pra fora, n?o pude desviar o olhar, nossa, era gigante, nunca tinha visto um assim, Rafael que a tudo assistia falou, tu vais ter que amansar es cobra, respondi, com o maior prazer, dan?ando, tirei minha calcinha deixando minha min?scula bucetinha, bem branquinha e totalmente depiladinha, eu estava toda melada, Rafael falou, enquanto tu amansa o Ro, eu amanso teu marido, pulou para o sof? onde estava meu marido e come?ou um boquete, meu marido n?o tirava os olhos de mim, Rodrigo se levantou, tirou a regata mostrando um t?rax definido, tirou a bermuda mostrando as coxas musculosas e roli?as, veio para perto do meu marido e pediu para ele tirar sua sunga, meu marido agarrou a sunga e come?ou a baixar, o mega pau apareceu todo, estava empinado, meu marido ficou olhando e Rodrigo falou, pede para eu comer tua mulher, meu marido falou, come ela? S? n?o machuca, fa?a o que vc quiser, nisto Rodrigo se virou, me chamou e pediu para eu caprichar numa lambida, tentei enfiar na boca, n?o entrou, comecei a lamber feito uma cadela no cio, Rafael que chupava meu marido, passou a m?o na minha bucetinha, enfiou um dedo, n?o resisti e gozei, Rodrigo se levantou, me agarrou e me colocou no bra?o do sof?, abriu bem minhas coxas, agarrei o pau dele, ele come?ou a chupar e mordiscar meus peitos, eu gemia, pedi para ele me comer logo, calma ele falou, n?o ta na hora ainda, me deu um beijo de l?ngua que parecia de t?o grande, que estava na minha garganta, retribui o beij?o, Rafael saiu da sala, logo voltou com varias camisinhas e gel lubrificante, se colocou de bru?o no outro bra?o do sof? e chamou meu marido, vem querido, vem me comer, meu marido levantou, chegou perto e come?ou a passar o pau no rego dele, Rodrigo desceu at? minha bucetinha, come?ou a chupar, uma chupada com for?a, colocou toda a buceta na boca dele, come?ou a enfiar aquela l?ngua enorme dentro de mim, gozei, gozei 2 vezes rapidinho, uma atr?s da outra, olhei meu marido que estava colocando uma camisinha no pau, Rodrigo tamb?m come?ou a colocar nele, os 2 passaram gel, meu marido come?ou a fuder o Rafa, devagar, Rodrigo abriu bem minhas coxas, fiquei bem na altura do pau dele, peguei e comecei a guiar para dentro de mim, me apavorei com a grossura quando a cabe?a come?ou a tentar entrar, pedi, vai devagar, ele me puxou mais um pouquinho, pegou uma almofada, colo ou embaixo da minha bunda, e botou, devagar mas firme, gemi e ele nem ligou, continuou enfiando devagar, pedi, para um pouco, deixa eu me acostumar, ele parou, quando estiver pronta me avisa, t? pronta, vem, ele veio com tudo, dei um berro ele nem ligou, meu marido falou, ? meu, vai devagar, Rodrigo parou pois n?o entrava mais nada, tinha chegado no meu fundo, mexeu no meu grelo, pediu, bate uma punhetinha, quero ver tu fazendo isto, comecei a alisar e logo falei vou gozar, mexe um pouco que quero gozar sentindo teu pau dentro de mim, ele caprichou e logo gozei, meu marido s? olhava, falei pra ele, ta satisfeito agora vendo tua mulher levando um pau de respeito? Rodrigo ria e falou, mas ele ta comendo a minha mulher tamb?m, Rafael riu e meu marido come?ou a gemer, falou, vou gozar, ele estremeceu todo, que gozada boa, fiquei com ci?mes, Rodrigo pediu para eu ficar de 4 e n?o me fiz de boba, virei logo e pedi, vem meu pauzudo, vem me fuder na frente do meu corninho, ele respondeu, ent?o estamos quites pois eu tamb?m estou sendo corno, enterrou o que deu na minha buceta, meu marido sentou no sof? ao meu lado, me deu um beijo na boca e gozei muito gostoso, Rodrigo ficou enciumado e enterrou o que podia, gemi muito, Rafael falou, viu porque eu tenho gemido tanto?, ele ent?o come?ou a alisar o saco do Rodrigo que pediu, para com isso sen?o vou gozar, Rafael continuou e falou, vai gozar logo que eu tamb?m quero comer ela, Rodrigo n?o resistiu e come?ou a bombar r?pido, fez um sinal para Rafael que logo trouxe uma ta?a, Rodrigo ent?o tirou o pau, tirou a camisinha e gozou na ta?a, nossa uma quantidade enorme de porra saltou, Rafael logo colocou uma camisinha e eu ainda de 4 ele come?ou a enfiar o pau dele, n?o sentia nada pois o outro era bem grosso, sentou no sof? e pediu para mim ir por cima de costa pra ele, obedeci e sentei no colo dele, ou outros dois s? olhando Rafael pediu, para bater uma punhetinha para eles verem eu gozando, comecei a bater, meu marido ficou de pau duro, Rodrigo tamb?m, que tes?o me deu vendo os 2 de paus bem duro e eu sentindo um dentro de mim, n?o resisti e gozei muito, Rafael logo falou que iria gozar, meu marido e o Rodrigo tamb?m j? iriam gozar, Sai de cima do Rafael, ele tirou a camisinha e come?ou a gozar tamb?m na ta?a, meu marido falou que iria gozar e Rodrigo disse pra ele, goza na ta?a tamb?m, meu marido gozou e Rodrigo tamb?m logo gozou, desta vez, pouca porra, olhei para aquela ta?a e num gesto louco, peguei a ta?a, cheirei e me deu vontade de experimentar aquilo tudo, nunca tinha provado esta iguaria, fiz um sinal de positivo para meu marido como a perguntar se podia, ele fez que sim com a cabe?a, peguei e comecei a tomar aquele monte de porra, bem morna que estava me esperando provar, Rodrigo continuava com o pau duro, pedi para ele sentar no bra?o do sof?, sentei por cima dele, entrou o pau quase todo, chamei o Rafael, pedi pra ele, come meu cuzinho? Ele n?o pensou duas vezes e entrou com tudo, mexemos bastante, logo me subiu um calor?o vindo do meu ?tero, subiu pelo meu cuzinho e explodi num gozo jamais experimentado, desmaiei.Acordei na cama com meu marido e meus dois novos comedores todo mundo dormindo junto.Amei.Outro dia conto o resto das f?rias.Bj?o a todos.

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Experiência com meu ex-namorado

Namorei durante 6 anos , um relacionamento com amor , com sexo fervente de tesão transávamos quase todos os dias e por muitas vezes do dia....sempre encontrei no meu namorado o maior tesão de toda minha vida,gozava gostoso e ele sempre me deixou livre para gozar quantas vezes quisesse e sabia me fazer delirar naquele pau gostoso... então quando encontrei um ex namorado.... um ex que namorei na época de escola ,quando não sabia dos prazeres do sexo em uma loja quando nos encontramos lembramos do passado e do meu atual namorado e ele da atual namorada ,senti que ele só faltou me comer com os olhos mas não dei muita importância , fui embora e ele resolveu entrar em contanto comigo e começou a me rodear , nesta época o meu namorado de contos de fadas começou meio que se afastar e brigarmos muito foi ai que começou o meu ex mexer comigo que ao contrário de amor, era um relacionamento de puro sexo , atração física , soltávamos faísca quando estávamos juntos .... Fico excitada só de lembrar de todas nossas aventuras .. e com o fim do namoro era disso que eu precisava, muito desejo e pegada !!! uma experiencia que não tinha tido ainda com ninguém.Ele me Ligou pcomo quem não queria nada depois de 8 anos sem sequer ouvir a voz dele.. eu estava com um frio na barriga , pois nem imaginava como seria a sua reação, apesar de termos terminado numa boa ... Para minha surpresa ele ficou muito feliz em ouvir minha voz .. Conversamos animadamente e adorei quando ele me disse que estava solteiro ... foi minha deixa para dizer que havia me separado e que estava ?carente?.. rs.. obviamente ele já sabia o que eu queria e disse que precisávamos nos encontrar ... Marcamos de nos encontrar no dia seguinte, um sábado. Acordei animada , sabia que ele gostava de calcinhas pequenas então assim me vesti , sou bem branquinha então a cor preferida dele no meu corpo era o Rosa , Me vesti como a muito tempo não fazia, parecia uma adolescente com seu primeiro namorado. O local combinado era um jantar ... no caminho ele me ligava e já me deixava molhadinha, falava tudo que faria comigo quando me visse e aquilo me deixava mais eufórica , não continha a minha ansiedade em rever aquele homem que já havia me beijado mas nunca me tocado fiquei imaginando mil coisas.. enfim , cheguei até o local combinado e ele me comeu com os olhos , mal desci do carro e ele me lascou um beijo de tirar o fôlego, já tive vontade de tirar a roupa ali mesmo .. rs e ele me provocava, sabia o quanto eu adorava o jeito que ele me pegava, aquele sorriso de safado me deixava com as pernas bambas.. entramos e na mesa já estavam duas taças de vinho , ele me beijava e me alisava, passando a mão pelo meu corpo todo e a minha bucetinha já enxarcada de tanto tesão, nossa aquilo me enlouquecia.. Eu com toda essa vontade,voltamos para o carro e me fiz de dificil pra ele foi ai que esquentava mais ainda foi quando ele me pegou e me beijou a força e me apertou .... eu fiquei enxarcada e meteu o pé no carro e entramos no motel estava meio nervosa e ao mesmo louca de tesão ele ficou sem camisa, ele tem um corpo magro. Ele por sua vez começou a beijar meu pescoço, me virava de costas pra ele e me abraçava com aquele pau duro roçando na minha bunda, foi tirando toda minha roupa me deixando apenas de calcinha, ficou me girando pra ver aquela calcinha pequena enfiada no meu rabo, me sentou na cama , me deu varios beijos ardentes, eu me contorcia de tesão , ele foi me lambendo , seios, barriga , virilha ,até chegar na minha bucetinha, tirou a minha calcinha e me chupou , gozei naquela boca maravilhosa, com aquela língua subindo e descendo pela minha bucetinha, ele em pé na minha frente, tirei a cueca dele deixando aquele pau maravilhoso a mostra , duro como uma pedra e cai de boca , ele elogiou minha boca no pau dele , enquanto o chupava eu o olhava com a minha cara de safada, adorava ver a sua expressão de prazer vendo minha boca engolir aquele cacete duro... ele me puxa e me faz ficar em pé ... encostada na parede ...com os seios durinhos na parede, ele dizia que a menininha tinha crescido e virado uma mulher gostosa ;levanta minha perna ... e vai enfiando seu pau gostoso na minha bucetinha .... me dando estocadas bem forte e me fazendo gemer de tesão .... depois me vira de frente .. coloca minhas pernas na sua cintura ... e eu começo a cavalgar gostoso naquele pau duro ... ele queria me comer todinha .. puxava meu cabelo .. enquanto chupava meus seios... sento ele em uma cadeira ... fico de costas ... vou me agachando devagar até sentir a cabecinha do seu pau na minha bucetinha molhadinha ... começo a rebolar .. e ele vendo meu traseiro se mexer .. fica muito excitado .. louco pra comer meu cuzinho, não deixei pois não me senti bem naquele momento para isso acontecer ele ficou meio decepcionado mais continuou a me comer gostoso Fiquei de 4 .. tronco baixo ...bumbum empinadinho .. ele dava tapinhas nele e enfiava todo aquele pau e duro na minha bucetinha ... me empurrando contra seu corpo .. enquanto eu passava meu dedinho no grelinho ...e me masturbava gostoso , até não agüentar e gozar com o seu pau dentro de mim, ele me vira e começa a chupar meus seios .. passando pela minha barriga .. e chegando na minha bucetinha ... que já está mais do que molhadinha e louca pra ser chupada ... passava a lingua por ela todinha e dava mordidinhas ... me deixando louca de prazer ... me fazendo gozar novamente na sua boca... ai que tesão que aquele homem me causava!!! Enquanto ele me chupava.. eu ia alisando meu corpo e olhando com aquela cara de safada .. querendo sentir aquele pau dentro de mim de novo.... comecei a chupa-lo passo a língua pela cabecinha .. e por ele todo .. chupo seu saco e subo enfiando ele novamente todinho na minha boca .. ele já não agüentando mais goza em meus seios , só que quando tudo acabou senti falta de algo....um abraço , um eu te amo foi ai que senti a vontade de estar nos braços do meu ex que sempre estava ali me amando e dando carinho e muito tesão embora me contorci agora só de pensar como trepávamos gostoso... percebi que não passou de uma experiência que faltou química entre eu e o Binho ...Voltei para meu namorado e foi como tivéssemos trepado pela primeira vez,,,,ui transamos na rua mesmo num escurinho ,,,,nossa minha buceta escorria de tento tesão , foi ai que notei que já tinha o pau da minha vida a muito tempo ...acabo de gozar neste momento só de pensar naquele dia......

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vizina casada dos meus sonhos

Andr?ia uma coroa de aproximadamente 40 anos, linda, branquinha, olhos verdes, cabelos pretos e curtos, com aquele corpo de dar inveja a muita garotinha de 20 anos, bumbum grandes e arrebitados, cintura fina, e seios siliconados maravilhosos. Eu, 29anos, branco, olhos verdes, um pouco acima do peso, cheiroso e carinhoso como sempre. Um certo dia nos encontramos na pracinha do bairro, numa das poucas portunidades, essa foi a que mais durou, confesso que n?o acreditava que ia acontecer tudo. Conversavamos sobre nossos relacionamentos, naturalmente abri o jogo dizendo que n?o era feliz no casamento, onde minha esposa n?o era dedicada, al?m disso ja havia um grande desgaste da rela??o, no sexo eu sempre direcionava, estava cansado disso, ela de cara entrou no assunto, perguntando o que eu gostava, nossa! meu pau latejou na hora, disse que eu gostava de tudo, mas principalmente sentir a mulher gozar na lingua n?o tem pre?o, ? o maximo, nesse momento fomos interrompido pela prima dela, a qual perguntou algumas coisas pessoais delas. Nesse momento tambem caiu a ficha dela, que toda vizinhan?a olhava para nois dois. Vamos sair daqui e um para em um lugar mais tranquilo? perguntou ela. ? claro, respondi sem pestanejar, sugerir ir em uma praia pequena em nossa cidade. Marcamos em uma das ruas desertas do bairro, foi ent?o que peguei o carro na garagem e fui ao encontro dela, at? ent?o apenas passava um filme em minha mente, mas com aquela certeza de n?o ter chance, quando cheguei no local combinado, l? estava ela, vestido branco at? os joelhos, baton vermelho, linda...Entrou no carro e foi logo me beijando no rosto, chagando na praia, resolvemos caminhar em frente ao mar, percebi sua apreens?o, e perguntei se ela tinha algo que queria compartilhar, nesse momento ela come?ou a chorar, se sentou ali na areia abaixou a cabe?a entra as lindas pernas e chorava feito uma crian?a, apenas abracei e deixei-a chorar, foi ent?o que ela se virou e me beijou, nossa, que maravilha, estava nas nuvens, n?o acreditei, mas alegria de pobre dura pouco, se levantou, pediu desculpas e saiu feito uma louca, fui atr?s, pedi pra ela esperar, quando ela parou olhou pra mim e me pediu mil desculpas, eu sem falar nenhuma palavra puxei-a pelos bra?os e dei outro longo, molhado e viajante beijo, ficamos ali se beijando por um bom tempo, at? ela disse que queria falar comigo, perguntou se eu achava bonita? l?gico, eu respondi sem pestanejar, ent?o L?o, meu marido tem outra familia, com outros dois filhos aproximadamente da idade do meu filho, e n?o sei o que fazer, estou muito abalada, te pe?o desculpas pela carencia, viajando nas curvas, boca, e cada detalhes do seu corpo apenas dizia que tudo bem, aquele clima estava excitando ambos, minha roupa exalava cheiro de porra, foi ent?o que sem dizer nada puxei ela para dentro do carro e come?amos a nos beijar, acariciar, beijei os p?s e fui subindo pelas pernas, do joelho at? a calcinha dei aquela lambida, a qual fez Andr?ia se arrepiar e gemer dizendo que eu poderia fazer o que quiser com ela, naquele momento s? existia os dois, fiz quest?o de tirar aquele vestido bem devagar, ela estava sem suti?, com a lingua rodeava os seios, mordia o pesco?o, chupava ela por toda parte, at? que ela olhou s?rio nos meus olhos e disse, me come por favor, n?o aguento mais, apenas desci at? a calcinha e pus de lado, nossa que cheiro maravilhoso daquela bucetinha inundada, rasguei a calcinha e fui chupando, ela viajando murmurando, gemendo, se entregando, enfiava a lingua la dentro e saia rodando o grelinho, coloquei ela de quatro e chupei todo aquele liquido e linguando a porta do cuzinho, foi ai que ela se jogou na poltrona, gozou muito forte, que suas pernas tremia, dizendo ai L?o, me come L?o, preciso da sua pica, sem pestanejar tirei ela pra fora e enfiei de uma vez, nossa...que delicia, fui estocando fundo e estapiando aquele rabo monumental, e ela naquele ai L?oooo, que delicia, derrepente senti novamente suas pernas tremerem, ela gozava e j? estava em transe, ap?s deitei no banco do carro e ela deitou no meu peitou, sem dizer nenhuma palavra ficamos ali por um tempo, at? ela vendo meu pau latejando tirou toda minha roupa e come?ou a chupar, nossa que delicia, que chupada maravilhosa, olhava pra minha cara e lambia em circulo a cabe?a do meu pau, passou meu pau em seus peito e come?ou novamente a chupar, olhando pra minha cara ela segurou meu pau, punhetando e gemeu, goza bebe, goza na minha cara vai, sem pena, me maltrata, enfiei a m?o na cara dela, falando ? isso que vc quer safada, ela vai, n?o aguentei e enchi a cara dela de porra, j? sem for?a ela continuou chupando meu pau, sem pensar duas vezes subiu no meu pau e come?ou a cavalgar, virou de quatro, de lado, at? que ficamos na papai-mam?e, me abra?ou toda encharcada de porra e disse, mete mais, que vou te dar um filho, vai mete, vai...eu sem pensar nas consequencias comecei a estocar forte, foi ent?o que ela soltou, vo gozzaarrr, aiiiii, e gemeu t?o gostoso que enchi a bucetinha dela de porra, que gostoso meter assim...depoois deitamos no carro ficamos ali pelado por horas, viajando e nos acarinhando, num determinado momento o marido dela ligou, ela atendeu dizendo que estava indo para casa, e disse, agora vc ? meu, quero te d? sempre...e assim deixei pr?ximo da casa dela e de vez em quando nos encontramos. Filho, n?o vai nascer, ela ? ligada, apenas para saber se eu era macho de verdade.
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Uma noite com um desconhecido

Meu nome é Eduarda,tenho 24 anos,não sou o que os homem chamam de uma gostosa pois sou bem gordinha mas adoro sexo e acho que isso compensa.Bom, namoro com Ricardo ha mais de 2 anos a cama sempre foi maravilhosa com ele mas sempre tive uma imensa vontade de fazer uma dupla penetração(DP),ele disse que tudo bem mas nunca tentamos com ninguem.Até que um dia,eu e ele fomos ao cinema mas como ainda faltavam mais de 3 horas para a o filme resolvemos comer algo na praça de alimentação. Fizemos os nossos pedidos e com os lanches nas mãos fomos tentar encontrar um lugar para sentar,estava frio eu como sabia que iamos acabar em um motel fui bem provocante com um vestido no joelho com meia fina,minhas coxas sao muito grossas e por isso chamam atenção e deixa meu namorado louco de tesão.Quando sentamos logo notei um coroa muito bem apessoado que me deu uma secada que até meu namorado percebeu e porisso sentou-se bem na minha frente de modo que o coroa nao poderia me ver. Comemos e ficamos conversando pois ainda faltava muito para o filme,eu sempre que podia dava uma olhada no coroa,entao resolvemos sair dali e dar uma volta no shopping,andamos um pouco e meu namorado entrou em uma loja para ver um bone,eu como nao queria fiquei apenas olhando a vitrine,quando quase morri de tanto susto,o coroa estava do meu lado então ele disse; -Oi,a gente pode conversar delicia? Eu fiquei paralisada e so consegui dizer que sim,mas o delicia dele me deixou molhada(adoro caras mais velhos),entao ele falou: -Queria saber se o seu namoradinho pode emprestar você um pouquinho pra mim? -Pergunta pra ele. Ricardo vendo tudo isso dispensou o vendedor e veio ver o que estava acontecendo.Ai eu falei: -Amor o sr aqui quer falar com vc. Eu estava adorando tudo aquilo ate apetava as minhas pernas porque minha bucetinha ja estava inchada de tesao.Ricardo pergutou a ele o que queria,ele falou e meu namorado quase foi pra cima dele,entao o coroa fala uma coisa que me deixou completamente cheia de tesao: -Calma não quero ela pra sempre,é só um vez.Porque a gente nao divide ela é gostosa e acho que consegue dar pra nos dois. Meu namorado me puxou de canto e perguntou se por mim tudo bem porque ele sabia que eu tinha essa fantasia de dar pra dois homens.Eu nao estava acreditando e so fiz com a cabeça que sim. O coroa ficou super feliz tambem: -Então ta certo eu vou levar vocês para a minha casa assima gente fica a vontade. No carro meu namorado foi dirigindo e eu e o coroa atras,ele me pegava tão gostoso,subiu meu vestido,apertava minha buceta com a mao enorme dele eu gemia igual uma cadela cio.Ricardo na frente ja estava de pau duro,quando eu colocou o pau dele pra fora,noooossa que pau lindo grande e grosso,estava com tanto tesão que mamei no pau do coroa,so ouvia ele gemendo e fudendo minha boca. Ja na casa dele,Ricardo sentou no sofa ja sem as calças e com o pau muito duro,eu cai de boca e chupava,babava,naquele cacete delicioso,o coroa sem perder tempo abaixou a meia calça com a minha calçinha e chupou meu grelhinho,eu não sabia se gemia ou chupava o pau do Ricardo.Não estava mais aguentando de tanto tesão e gozei na boca do coroa. Entao ele trocaram agora eu chupava o coroa e meu namorado comia meu cuzinho que eu amooo dar pra ele,quando me dei conta do que estava acontecendo, levantei e sentei na rola gostosa do coroa e mandei Ricardo comer meu cu. Nossa que tesão,eu gritava de tesão e isso deixava os dois com mais tesao,eu so falava; -Vai seus roludos come essa puta....vem que hoje eu so quero rola na minha bucetinha,vai arregaça meu cu seu cachorro roludo,mete nessa vadia arreganhada pra vc...chupa a tetinha da vaca que ta trepando na sua rola seu velho safado. Foi muito bom os dois me batia na bunda na cara....depois de ser arregaçada gozei gostoso na rola dos dois e nao demorou muito um gozou e depois o outro tambem....caimos no tapete da sala e ali ficamos os dois fazendo sanduiche de mim que tesão......Ricardo acabou dormindo mas o coroa nao me comeu a noite inteira com direito a outra DP. Depois da fodição toda,tomamos banho e fomos embora,meu namorado nao sabe mas tive muitas outras com o coroa que naquela noite nem sabiamos o nome.


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A gordinha que adorava ser chupada

Conheci Marcela por acaso, num sábado à tarde , no litoral
O dia não estava ensolarado, mas estava agradável para caminhar.
A praia estava vazia, parei num quiosque ,
Uma gordinha parou também no quiosque.Logo trocamos olhares , ela tinha um olhar atrevido e alegre. Era uma mulher baixinha, de seios grandes e pernas grossas, morena, de cabelos curtos, simpática.
Ela começou a conversar com o dono do quiosque, e logo eu estava no meio da conversa e sem perceber, saimos caminhando e conversando.
Marcela era muito simpática e falante .Era casada, mas naquele fim de semana estava sozinha. O seu marido,seu filho e genro estavam pescando . A sua filha estava com os netos, na casa da mãe dela e Marcela não se dava bem com ela. Ficou um tempo falando sobre a sogra da filha, sobre os filhos, netos, etc.
Caminhavamos à beira da praia quando começou a chuviscar e depois a chover.
Tão rapido quanto veio o primeiro pingo , desabou uma aguaceira que nos deixou molhados. Mal tivemos tempo de procurar um abrigo.
Estavamos com a roupa colada no corpo, deu pra ver o contorno do delicioso e exuberante corpão dela, debaixo do vestidinho florido, que ia até os joelhos. Percebi que Marcela trazia um maiô por baixo.
- Que pena, ela disse, o papo tava tão bom . Estou molhada, agora tenho que ir pra casa.
Eu lhe respondi que o papo não teria que acabar. Convidei-a para continuarmos a conversa no meu hotel, já que estava hospedado ali perto. Me comprometi a pedir pra a camareira secar a sua roupa;
Ela disse que não seria bom, que ela era casada, que não estava certo.
Eu ri e argumentei : - o que você vai fazer agora ? aposto que vai pra sua casa, vai ficar sozinha vendo televisão.. E prossegui, vendo que ela hesitava : vem comigo, a gente pode tomar um lanche no hotel , beber um vinho e conversar mais um pouco.
Ela argumentou , mas sem muita convicção. Peguei-a pela mão e fomos para o hotel, Lá, arrumei uma roupa pra ela tomar um banho. A única coisa que consegui arranjar foi um roupão com o logotipo do hotel. Ela entrou no banho, peguei a sua roupa e pedi pra camareira lavar e secar..
Quando ela saiu do banho, estava muito sem graça por estar vestida com aquele roupão e eu sabia, sem nada por baixo. Estava se achando horrorosa, eu lhe disse que ela estava bonita . Tomei meu banho, já excitado com o que poderia acontecer e vesti um roupão também, pra ela não se sentir tão mal, eu disse. Só que eu vesti uma cueca.
Pedi um lanche leve, vinho e champagne. Ela riu, achou muito "chique" estar num sábado à tarde, tomando champagne ,
Eu ri também , bebemos e conversamos.Ela me falou sobre a cidade, seu olhar tinha um brilho delicioso, Peguei na sua mão e disse que era muito bom ter lhe encontrado. Ela me disse novamente que estava se achando ridicula vestindo aquela roupa , que a estava deixando mais gordinha..
- Você está deliciosamente provocante. , eu respondi.
Ela sorriu e disse, que mentira, Gabriel..
- Não é mentira não, você está muito atraente.
- Deixa pra lá, ela disse, me serve mais champagne..
E continou conversando amenidades, como se eu não tivesse falado nada.
Durante o lanche e após algumas taças da bebida, ela me olhava e ria, já bem mais desinibida.
Lanchamos e nos levantamos , no meu quarto tinha uma pequena varanda, e ficamos vendo a chuva batendo na praia, agora bem forte..
Tinhamos acabado uma garrafa e abri a segunda.. Servi-a e ficamos conversando, olhando a chuva. Coloquei a mão no seu ombro, sob o pretexto de lhe mostrar alguma coisa. Ela não disse nada, mas colocou a sua mão sobre a minha. Bebemos nos olhando , então tirei a taça da mão dela, sempre fixando meu olhar no dela.
A principio foi só um roçar de lábios,nossos lábios se buscaram lentamente e ao sentir aquela língua na minha boca, meu corpo inteiro estremeceu...Sua boca era gostosa demais, ela passou os braços ao redor do meu pescoço e correspondia, loucamente.
Aprofundei mais o beijo, e puxei-a pela cintura, colando meu corpo no dela. Apertei-a . Abracei-a mais forte ,puxando-a mais para mim..
Voltei a beijá-la com mais ímpeto dessa vez, como se quisesse devora-la. Fui empurrando Marcela até encostá-la na parede. Enfiei a mão por dentro do roupão e acariciei suas costas e cintura, afundando a boca no seu pescoço, mordendo-a de leve, ao mesmo tempo em que ia lhe apertando mais contra a parede, falando que ela era gostosa, que eu estava louco por ela, etc. Pouco tempo depois, ela agarrou a minha cabeça, puxando, obrigando-me a aprofundar mais o beijo. Meu pau latejava de tesão por dentro da cueca.
As carícias e os amassos já haviam aberto um pouco seu roupão. Comecei a tocar seus seios bem devagar, fazendo-a gemer contra minha boca, passei minhas mãos pela sua barriga e fui descendo mais até seus quadris, colocando minha coxa bem no meio das suas pernas.
- Não consigo mais me controlar, eu disse, quero transar com você.
Em resposta, ela me beijou. Suguei sua língua enquanto sentia que ela se esfregava lentamente, na minha coxa. Senti sua xaninha quente e macia se esfregando na minha coxa.
- Que tesão, eu dizia, entre beijos e beijos.
De repente, ouvimos um telefone tocar. Era o celular de Marcela.
-
Ela teve que usar de toda a força para se livrar do meu abraço.
- Gabriel, tenho que atender. Desculpa.
Sua voz saiu fraca, ofegante, e eu não queria que ela saisse dos meus braços. Ela entrou no quarto e foi atender o telefone, sem desviar o olhar de mim..Era o marido. Instintivamente,Marcela fechou o roupão.
Enquanto conversava com o marido, ela se afastou de mim .
Quando desligou o telefone, ela me pediu desculpas, disse que eu era muito legal, mas que tinha que ir embora, que não estava certo.
- Será que já lavaram a minha roupa ?, ela me perguntou, levando a mão até o interfone.
Peguei na sua mão,com força. - Não vai, eu disse. Fica comigo.
E sem dar tempo dela pensar, abri o seu roupão. Os seios saltaram, volumosos e exuberantes. Fui empurrando-a para a cama, tentando beijá-la. Ela reclamava : para, Gabriel, é sério, pára. E afastava a boca sempre que eu ia beijá-la.
Mas consegui subjugá-la e comecei a dar curtos beijos no seu pescoço, começando pela orelha e com o tempo, comecei a passar a minha lingua tesuda no seu pescoço.
- Para, Gabriel ela disse.. Tentou me afastar , mas eu não dei atenção., chupando, lambendo e beijando o seu pescoço, enquanto tocava seus seios com as mãos.
- Me beija, eu pedia, e ela negava, tentando se desvencilhar.
Coloquei seus braços para trás, para seus peitos ficassem empinados e comecei a sugar seus mamilos duros e grandes, ora um , ora outro, ia alternando com chupadas, mordidelas e mais chupadas fortes e firmes, chupei com vontade, com tesão,com sede,sem pressa até sentir seus biquinhos duros como pedra e ela não conseguir conter um gemido.
Voltei à sua boca e dessa vez ela correspondeu novamente aos meus beijos, como antes, enfiando a lingua dentro da minha boca . Isso me arrepiava e me dava um enorme tesão. Soltei os seus braços e mãos e deslizei a mão pela sua barrigona, de pele macia, acariciando virilha e coxas, voltando a sugar seus seios.
Finalmente ela disse :
- Não resisto ... faz tempo que não tenho um carinho assim.
Encarei aquilo como se fosse uma ordem. Imediatamente, voltei a beijá-la com mais paixão, com mais furor, chupando sua lingua, enlouquecido.
Agora enquanto eu a beijava, enfiava a mão por dentro das suas pernas, massageava o grelinho, ouvindo-a gemer baixinho.
Desci a lingua pela sua barriga, beijando e lambendo. Podia ver toda a sua xaninha, deliciosamente gordinha. Eu lambia a parte interna das suas coxas, depois olhava bem nos olhos dela. Fui descendo e começando a chupar a sua coxa, depois a virilha, lambia a marca de seu biquíni até chegar então lá. Passei a língua por toda a buceta e um dedo brincava com o seu clitóris. Desci a lingua até o cuzinho e voltava para os grandes lábios , enfiei um dedinho na buceta, enquanto chupava o grelinho, que agora já estava durinho e inchadinho. Ela gemeu mais forte, segurou a minha cabeça entre as coxonas e com a minha boca colada no seu grelinho, ficou gemendo com minhas chupadas.
Suas pernas tremiam, ela gemia deliciosamente.
De repente, afastou minha cabeça da sua buceta , e me disse , ofegante: - vem me comer
Foi quando ela enfiou a mão por dentro da cueca, e colocou o meu pausão pra fora.
Pegou nele e o masturbava mexendo na cabecinha enquanto continuava a me beijar.
Toquei seus seios, sentindo que estavam durinhos .
- Me come, ela disse.
Tirei a roupa ,segurei meu pauzão, duro que nem pedra e comecei a passá-lo pela sua entradinha. Esfregava-o no grelinho depois ele brincava com o pau na
portinha da buceta agora mais encharcada do que nunca .
Passei pra cima e pra baixo, sentindo sua bucetona melada.
- Te quero dentro de mim, vem, ela sussurrava.
Eu mordisquei os biquinhos do seio,ora um ora outro, beijava a sua boca , so encostando o pau na sua buceta, sem enfiar.
Chegava a começar a enfiar e tirava. Tava muito gostoso, sentir a maciez da bucetona
- Enfia logo, amor . Quase sendo uma ordem
Entao comecei a enfiar bem devagar. primeiro a cabecinha e depois o resto aos poucos, entre beijos na boca..
- Delicia, ela dizia. eu gemia de tesão e a chamava de gostosa..
Logo nossos corpos estavam colados e eu sentia a sua buceta contrair o meu caralho que tinha duplicado de tamanho. Meu pau latejava e eu urrava de tesão
- Mais forte, ela pediu.
O pau entrou todo e comecei a me movimentar dentro dela, devagar, saia e entrava.
Ela gemendo de prazer, começou a masturbar o grelinho.
eu entrava e saia dentro dela sem parar;;
- Ahhh... Delicia...
Sua respiração ofegante. Ela contraia a buceta para me apertar dentro dela .
Eu urrei de prazer e aumentei a velocidade, e cada vez mais forte entrando e saindo.
Os seios volumosos dela se esfregavam no meu peito com os biquinhos durinhos.
- Quero gozar, amor, ela disse.
Trocamos de posição e ela ficou em cima de mim. Meu pau desapareceu rapidamente engolido por sua buceta quente e úmida. Começaram as contrações
Comecei a estocar a buceta dela de baixo pra cima, martelando
Ela começou a me cavalgar muito gostoso, nem rápido nem devagar, sempre olhando profundamente em meus olhos e eu admirando aquele rostinho gordinho e vermelho.
Ela apoiou uma das maos no meu peito e com a outra se masturbava gemendo muito......
Até que ela disse que ia gozar, e senti sua buceta contrair o meu cacete . Ela judiava o grelinho, com o meu pau todo dentro dela..Espasmos, tremedeira ,ela começou a gemer :
- vou gozar, ai que delicia , ahhhhh tesão... Gostoso... Hummmm... toooo gooozanndooo - ela gemia ,se requebrando sobre meu pau. Eu não resisti aqueles espasmos, aquela bucetinha macia apertando o meu pau e gozei loucamente,urrando..
Esporrei gostosamente dentro dela e ela pediu pra ficar dentro dela até amolecer.
Abraçamos-nos fortemente, nos apertamos ainda com aquela sensação em nossos corpos. Depois nos beijamos.
Ficamos por uns instantes abraçados, relaxados sentindo aquela sensação de alívio e de prazer.
Depois ela saiu de cima de mim e ficamos deitados de barriga pra cima, tentando respirar.
Ficamos um tempo mudos curtindo o restinho do prazer
Ouvindo a chuva acabamos dormindo.
Acordei, tomei banho , pedi um lanche. Ela acordou sorridente, tomou banho,ligou para a filha, conversou com os netos, tentou ligar de novo para o marido e não conseguiu. Depois comemos e ficamos conversando um pouco, ela deitada e eu sentado ao seu lado.
Ela tinha colocado o roupão de novo, mas tinha ficado meio aberto, mostrando um pouco dos seus seios.
Enquanto conversávamos ,eu comecei a massagear seus ombros, abaixei um pouco o roupão deixando os ombros à mostra. Marcela tinha ombros deliciosos, costas largas, ombros gordinhos, que dava vontade de morder. Massageei seus ombros, deitei-a de bruços,
tirei o roupão e desci massageando as costas, as coxas, as nádegas, as pernas, seus pezinhos de dedos gordinhos. Comecei a lamber seus dedos, chupando um por um e olhando para a deliciosa gordinha ali deitada. Subi então a boca pelas pernas, pelas coxas grossas que se abria para as minhas carícias.
Enquanto chupava e beijava e lambia a parte interna das suas coxas, pude sentir o cheiro e o gosto da sua buceta . Marcela rebolava bem gostoso enquanto eu chupava aquela buceta suculenta, enfiava minha língua nela e sentia que aos poucos ia ficando mais e mais molhada.
Marcela não conseguiu pronunciar uma só palavra. Ela gemia loucamente e isso me deixava ainda mais louco . Queria ver aquela gostosa gritando de prazer com a minha boca atracada na buceta. Enfiei a minha língua o mais fundo que pude e fiquei metendo e tirando. Fazia o que ela me pedia.....chupava, lambia, já estava quase sem fôlego de tanto que ela rebolava com a buceta na minha cara. Abri totalmente os labios da sua buceta e enfiei dois dedos dentro dela, enquanto chupava o seu grelinho. Ela se contorcia e gemia.
Quando sentiu os dedos dentro dela, ela começou a fazer um vai e vem bem gostoso e eu continuei chupando e lambendo o seu grelo.
A cada lambida que eu dava ela jogava o corpo para trás e soltava gemidos excitantes... foi quando senti o corpo dela estremecendo e pude sentir a primeira gozada dela na minha boca. Ela gemeu alto ... Depois ficou parada me olhando, com um sorriso de moleca, como se estivesse agradecendo o prazer que tinha sentido. Puxou meu corpo para cima do seu , acariciou meu rosto e me pediu um beijo .
Dessa vez foram beijos lentos, mas com muito tesão. Ela murmurava com a língua dentro da minha boca: - Me chupa mais, me chupa mais... vou gozar de novo! Mergulhei no seu pescoço , chupando muito , beijando os seios, a barrigona , lambi a parte internas das coxas, ela ficou arrepiada, abri ainda mais as pernas dela, passei minha língua na buceta e comecei a mordiscar seu grelinho. Ela se contorcia de prazer.
Passei a ponta da língua no seu clitóris, e fiquei fazendo movimentos muito curtos, passando a língua levemente, de cima para baixo. Depois comecei a chupar toda a buceta , muito molhada , e fui aumentando a intensidade, como se quisesse colocá-la toda na sua boca. Ela gemia, cada vez mais excitada, e ficava levantando as ancas, fazendo seu clitóris encontrar minha boca. Enfiei a língua na buceta e ela gemeu ,delirando de prazer. Depois vim com um dedo e meti na sua buceta , enquanto a língua continuava a acariciar o clitóris. Logo a seguir meti outro dedo. Marcela dançava desornedamente com aqueles dois dedos dela dentro dela, seguindo movimentos cada vez mais velozes,
Continuei chupando e lambendo o grelo cada vez com mais intensidade, até o momento que Marcela disse : ?Gabriel , vou gozar na sua boca!?,
Eu não conseguia responder, porque estava me deliciando com aquela xana, Ela começou a fazer movimentos de vai e vem na minha boca e gozou bem gostoso , gemendo muito, deixando a minha boca toda melada, que ela beijou, sentindo o seu gosto.
?Ai, Marcela, que bucetinha gostosa?;, eu disse.
- Delicia, nunca fui chupada assim.. ..to mole, to mole...
Marcela estava com as maçãs do rostinho gordo avermelhadas e estava ofegante.
Esticou-se na cama, me olhando. Fiquei um tempo apenas olhando-a, feliz pelo prazer que ela estava tendo.
Um tempo depois, ela ficou de joelhos na cama , aproximou o rosto do meu e disse:
- Voce me fez gozar muito gostoso, vou te dar um presente..
Ficou de quatro,arrebitando a bundona exuberante , e disse :
- Come meu cú..
Eu estava com muito tesão, abri bem as nadegas e lambi o cuzinho dela.
" Enfia o dedo, enfia?;ela pediu ..
" Enfia, tesão", ela dizia enquanto eu mordiscava sua bundona e meu dedo entrava e saía do seu cuzinho. Coloquei a cabeça do pau na porta da bunda e fiquei esfregando, Marcela suspendeu mais a bunda, ficando toda arrebitada.
?Vai, meu cavalo, come ! come a bundinha ,que ela é sua ?
Eu tentei, seu cú era deliciosamente apertadinho. Enfiei a cabeça.
Primeiro Marcela falou que era a minha putinha, pra eu a comer como uma égua, pra enfiar tudo. Quando eu empurrei um pouco mais fundo ela começou a gemer de dor, disse que estava sentindo muita dor, pediu desculpas, tava quase chorando e pediu pra eu tirar.
" Tira, Gabriel, não to aguentando " . Tirei , o pau pulsava de duro, grosso.
Ela estava ofegante. segurou o pau duro e disse, me olhando docemente :
"Goza na minha boca, amor,goza ", ela disse,
Fiquei de barriga pra cima, ela ajoelhou entre minhas pernas. Chupava bem gostoso, passando a linguinha pela extensão dele. Marcela segurou meu pau, me olhou e começou a chupar a cabecinha. Continou me olhando e enfiou o pau todo na boca.
Começou a me masturbar rapidamente, senti o gozo percorrendo todo o meu corpo, ela não tirava os olhos de mim enquanto me chupava. Eu tava arrepiado, pronto pra gozar..
Vou gozar, quase gritei.
Ela acelerou a punheta e ficou sugando . Eu dei um tranco pra trás, quase quebrando a cama. O primeiro jato bateu na sua boca, ela cuspiu e continou me masturbando, a porra lambuzou a sua mão que segurava o pau. Mas a ejaculação não parou, continuei lançando, jato após jato. Ela me punhetava com força, apertando o meu pau, eu grunhia e esperneava pela cama. Ela ordenhou as ultimas gotas que pularam do pau e escorriam pelos seus dedos. Era uma doce tortura, nunca tinha gozado tão gostoso assim. Tive que pedir pra ela parar .
" Delicia ver voce gozar assim, amor, ela disse ", alisando meu pau, que pulsava ainda.
" É voce, Marcela, voce é deliciosa, desde que te vi na praia que fiquei com vontade de te comer "
Me deu uma sensação de torpor, e fiquei totalmente mole, não queria pensar em nada, puxei-a para mim e fiquei beijando-a. Ela ficou segurando meu cacete até amolecer.

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Rebolando na benga do Paulo César

Hoje vou contar para voc?s uma transa deliciosa que tive com meu colega de sala Paulo C?sar. Sa?mos mais cedo da faculdade para fazer uma pesquisa em uma empresa no centro da cidade. Depois de visitar a empresa e concluir a pesquisa, Paulo C?sar me convidou para ir a casa dele, que n?o era muito longe dali, para conhecer seus CDs e DVDs que era a minha paix?o. Fomos andando a p? mesmo e chegamos l? bem suadinhos. Estava um sol muito quente e quando entramos, Paulo C?sar disse que n?o tinha ningu?m em casa, seus pais trabalhavam fora e seus irm?os estavam na faculdade naquela hora.
Fiquei bem ? vontade, enquanto ele foi pegar um suco geladinho para tomarmos. Fomos para o quarto dele e sentei na cama olhando os CDs na prateleira. Quanto mais eu baixava para ver a prateleira de baixo, minha bundinha ia ficando cada vez mais arrebitada e meu reguinho come?ava a ser visto. Paulo C?sar que, al?m de ser um tes?o, era muito safado, come?ou a brincar de enfiar o dedo na minha bundinha acariciando meu reguinho.
Comecei a ficar excitada e virei de frente para ele e perguntei o que ele pretendia passando a m?o na minha bundinha. Ele respondeu que faria o que eu quisesse. Ele seria meu escravo naquela manh?. Todas as minhas ordens seriam acatadas. Pedi ent?o que ele tirasse bem devagarzinho minha roupa e me deixasse peladinha em cima da cama. Ele come?ou tirando minha blusa, depois meu suti?, passando as m?os nos meus seios durinhos e pontudinhos de tes?o, mordeu meus mamilos me fazendo gemer gostoso com aquela sensa??o de ser possu?da pelo meu escravo, tirou minha cal?a jeans, lambeu minhas coxas bronzeadas e muito bem torneadas. Tirou meu t?nis, passou a l?ngua nos meus pezinhos cobertos de tes?o, desceu lentamente minha calcinha com os olhos fixos na minha bucetinha piscando como uma lanterna, virou-me de costas e mordeu minha bundinha arrebitadinha e carnuda, me deitou na cama e me deu o maior banho de l?ngua no meu corpo todo.
Depois deitou de costas, pediu que eu fizesse um boquete at? ele n?o aguentar mais de tes?o. Coloquei aquele cacete duro na minha boca e comecei a jogar de um lado para o outro fazendo ele gozar gostoso na minha cara. Tomei aquele leitinho quentinho e depois de colocar um creminho na minha bucetinha, sentei em cima do p?nis enorme e ereto do Paulo C?sar, meu escravo, e fui fazendo movimentos de sobe e desce deixando ele completamente louco. Paulo C?sar cuspiu no dedo e enfiou no meu cuzinho e come?ou a me penetrar, senti uma dorzinha de leve subindo pela espinha, mas foi t?o calmo e tranquilo que n?o queria que ele tirasse mais. Pediu para eu rebolar em cima do cacete dele, fui rebolando devagarzinho, ele dando estocadas fortes na minha bucetinha e gozamos gostoso juntos.
Como um bom escravo, pediu com delicadeza para que eu ficasse de quatro que ele queria comer meu cuzinho. Ajoelhei naquele colch?o macio e j? cheia de tes?o, arrebitei a bundinha para tr?s e mandei que ele penetrasse meu rabinho at? o talo. No in?cio doeu um pouquinho, mas depois eu j? rebolava gostoso, enquanto ele gemia de prazer com o cacete atolado na minha bundinha. Ordenei que ele me batesse na bunda, ele me deu v?rios tapas com for?a que minha bundinha ficou vermelha e ardendo e n?o aguentando mais, gozou gostoso despejando um jato de porra dentro do meu rabinho.
Depois que ele tirou o cacete de dentro do meu cuzinho, ainda ficou olhando o esperma escorrendo pelas minhas coxas e mandou tomar o restinho que ficou no seu pau melado e cheirando cu. Adorei aquela visita na casa do Paulo C?sar e vou voltar sempre que puder. Ele ? o tes?o da minha vida. Lindo e muito fofinho. Depois quero contar outras est?rias das minhas safadezas, viu garotada tarada?

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Nem toda a vingança é fria!!


Ola! Me chamo Ana, tenho 29 anos e este fato ocorreu comigo há 4 meses. Sou morena 1,70 60kg cabelo preto lisinho pouco abaixo do ombro, olhos castanhos e lábios carnudos, seios médios bicudos e pontudinhos para o alto, bumbum relativamente grande durinho, apesar de não malhar, uma xaninha pequena sempre bem aparadinha com um clitóris bem estufadinho. Bom sou casada há 5 anos, sempre amei meu marido, apesar de nosso relacionamento ter começado de forma conturbada, porque traí meu ex namorado, Carlos, com meu atual marido, e desde então, eles se tornaram piores inimigos. Nos primeiros anos tudo era maravilhoso, flores, bombons, jantares e mil declarações de amor. Porém, os anos sem passaram e nosso relacionamento esfriou drasticamente, mas, mesmo assim, nunca nos traímos, sempre nos respeitamos - ou pelo menos era o que eu pensava. Um dia, após um dia estressante e de ter brigado com ele na noite anterior, saí com uns amigos pra relaxar um pouco, estávamos num barzinho perto do meu trabalho apenas conversando, quando ele apareceu gritando e nitidamente bêbado, exigindo que eu fosse embora, me puxando pelo braço, eu me recusei, ele dizendo que eu era uma vadia, que estava rodeada de machos, embora houvessem mulheres também, até que eu puxei meu braço com força, ele se enfureceu e deu um tapa em meu rosto. Depois disso saí correndo chorando pela rua humilhada, envergonhada e muito triste, tomei um táxi e fui para a casa de minha mãe. No outro dia, depois do trabalho, ele me procurou pedindo desculpas, chorando arrependido pondo a culpa na bebida, resolvi voltar para minha casa com ele, porém aquela humilhação teria volta. Após pensar horas sobre minha vingança me lembrei de Carlos, que morava a 25 min de carro da minha casa, peguei o número dele com minha melhor amiga, que sabia de minha vingança, e liguei para ele contando cada detalhe do ocorrido e do que eu gostaria de fazer, ele aceitou sem hesitar. Então no sábado a noite que meu marido estava de plantão no trabalho (ele é médico), escutei a alguém bater à porta, era Carlos, ele estava muito bonito e cheiroso, e eu vestida de enfermeira, que por sinal era minha vingança, meu marido sempre quis realizar esta fantasia comigo de enfermeira, mas eu nunca quis fazer. Carlos colocou o roupão de hospital que eu entreguei a ele (meu corninho comprou pra brincar comigo) e fomos brincar sem demoras... Ele deitou na cama e eu comecei o exame, em seus pés, dizendo : "Ta sentindo alguma dor senhor?" e ele: "Não enfermeirinha", subindo pelas pernas, chegando nas coxas, massageando gostoso enquanto ele dizia: "Isso, agora to começando a sentir alguma coisa", pulei a região genital e fui para o umbigo, mas ele disse que a dor era embaixo do umbigo, então tirei seu roupão e reparei que seu pau estava meia bomba, eu disse: "Preciso examinar seu pênis", ele concordou, então comecei uma leve massagem, fazendo movimentos para cima e para baixo, apalpando seu saco depilado e puxando devagar. Com movimentos circulares na cabeça do pau, aquela piroca foi endurecendo, fui descendo minha cabeça até tocar meus lábios molhados na glande avermelhada e babada, comecei a chupar e lamber aquele caralho que endurecia loucamente, ele apenas gemia, engolia o mais profundo que podia, babando, gemendo e sugando forte. Então percebi que meu paciente precisa ser alimentado, então, pus minha tetinha para fora e coloquei na boquinha do meu putinho, que mamou e gemia gostoso, dizendo : "Isso minha putinha dá peitinho pro teu macho, alimenta teu paciente safado", tirei minha blusinha sentada no colo dele, com a vara esfregando no meu grelinho durinho, depois ele me colocou de 4 e chupou baixou o resto da fantasia, e beijou minha xaninha loucamente, sugou, lambeu, cheirou, ela escorria um melzinho gostoso até que não me contive e implorei por caralho na buceta, ele colocou a camisinha e eu sentei depressa, cavalguei gostoso àquele cacetão, minhas tetas balançando e meu amante safado fodendo forte meu grelo. Durante uns 25 minutos fiz posições que nem sabia que existiam, deu meu cuzinho gostoso, coisa que nunca fiz com meu marido, senti muita dor, mas o tesão falou mais alto, a cada preguinha que aquele piruzão arrebentava, até que, em um 69 muito safado, ele me levou a um gozo que nunca havia experimentado, meu corpo tremia, minha xana sem comprimia, e eu gemia com o caralho dele enchendo minha boca. Só depois de gozar, reparei a boca dele repleta do meu melzinho, então, ele pediu : "Bate puta uma punheta gostosa pro teu paciente, me faz gozar gostoso, como o corninho nunca gozou pra você", e eu obedeci, punhetei forte lambendo a glande inchada, até um gemido anunciou os jatos de porra quente, grossa e viscosa e jorrou em meu rosto e em minha boca, ele gozou fartamente, mesmo com a boca cheia de porra, nos beijamos, trocando líquidos genitais, ele disse que adorou nossa putaria e que adoraria comer a esposinha do pior inimigo dele de novo e que, enfim, pôde se vingar de ter me perdido. Ele foi embora, em tomei banho me sentindo vingada e relembrando os momentos inesquecíveis que meu ex namorado e atual amante me fez viver...

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As duas Jéssicas

Somos um casal de namorados do interior gaúcho, Sandro e Jéssica, sou tipo normal, com 35 anos, bem em forma pois pratico alguns esportes radicais. Minha namorada é uma deusa, tem 25 anos, falsa magra, tem 1,70, loura, cabelos louros lisos até o meio das costas, relativamente peituda, com cintura fina e a bundinha bem empinada, quando está de 4 forma aquele coração invertido com a bunda, um tesão.
Acontece que acabamos conhecendo uma outra Jéssica através do nosso trabalho, consultoria empresarial, um tesão também, com os dotes parecidos com minha namorada. Acabamos criando uma certa amizade, seguido ela vem nós visitar pois nossas cidade são próximas e na nossa tem algumas baladas legais, acontece que ela nunca ficou com ninguém em nossa cidade, sempre volta para casa com a gente.
Vamos aos fatos, chegando perto das férias 2012/2013, resolvemos ir para o sul de SC, numa praia calma para desestressar mesmo, foi quando minha namorada começou a perguntar se a nossa amiga Jéssica poderia ir junto, no começo disse que não, que era para gente aproveitar, se curtir, mesmo assim ela continuou insistindo, até que deixei, pois queria ver aquela louraça deitada na areia de bunda para cima. Acontece que alugamos um apto de 2 quartos, onde as camas ficavam encostadas na mesma parede, a nossa amiga podia acompanhar todo nosso desempenho sexual, inclusive os gritos e urros que minha Jéssica dá quando fazemos sexo.
Já na primeira noite, após sairmos para jantar, minha mulher bebeu umas cervejinhas e estava bem doidinha, a amiga também estava bem alegre quando voltamos para casa para dormir. Eu estava louco para comer ela, quando deitamos já fomos nos agarrando, depois de alguns beijos e carinhos, dei um banho de língua na minha namorada, ela adora, ficou toda arrepiada, estava tão excitada que um melzinho escorria da bucetinha, não agüentei e dei um lambida sentindo seu gostinho de mulher, ela foi pedindo para eu meter logo. Comecei a meter, ela correspondeu gemendo alto e perguntou se nossa amiga poderia estar ouvindo, eu disse que sim, ela continuou gemendo alto e pediu para eu comer com força, aumentei o ritmo e a cama começou a fazer um barulho danado e a bater na parede. Comi com força até ela gozar aos gritos me chamando de macho gostoso, depois continuei bombeando num ritmo mais lento e minha esposa quis de quatro, a visão dela de quatro é o paraíso, meti na bucetinha e logo ela já pediu para meter com força, aumentei as bombadas e comecei dar tapas na bunda, minha mulher se descontrolou e começou a urrar, nem o travesseiro abafava seu escândalo, gozou umas 2 vezes assim, eu também estava super excitado com a situação, a nossa amiga devia estar super excitada no outro quarto, coloquei um travesseiro embaixo da barriga da Jéssica e ela se acomodou empinando bem a bundinha, coloquei um pouquinho de KY no dedo e introduzi até fundo arrancando gritos da minha namorada, fiz isso 3 vezes, Jéssica começou a pedir para eu comer seu cuzinho: _ Come meu cu, come meu cu, meu macho pauzudo. Encostei a cabeça do pau e comecei a empurrar, Jéssica soltou um grito quando entrou e não parou mais de gritar, quando estava bombeando com força, gritava: _ Isso amor, rasga o cu da tua mulher, sou tua puta mesmo, arregaça bem, quero ir para praia de rabo aberto. Era demais, dei umas palmadas na bundinha e soquei com um bom tempo com força, ela pedia: - To toda aberta, goza no meu cu, goza no meu cu. Não aguentei comecei a gozar dentro do cuzinho apertado da Jéssica, que perdeu de vez o controle gritava e tremia as pernas tal a intensidade do orgasmo, foi das melhores fodas da minha vida.
No outro dia, Jéssica cumprimentou bem debochada a amiga, perguntando se fizemos muito barulho, a outra Jéssica disse que estava muita cansada e dormiu logo, minha mulher então falou para a amiga uma frase que me surpreendeu: - Nunca tinha dado a bundinha com tanto tesão, sei que gritei muito mas não consegui me controlar, nossa estou indo para a praia com o cuzinho aberto, nossa amiga apenas deu risadinha discreta. As duas colocaram os biquínis bem pequenos, bem enfiado, e Jéssica disse que estava com o cuzinho bem sensível, mas mesmo assim ia enterrar bem o biquíni para ficar com a marquinha bem pequena.
Fomos para a praia, eu com as duas beldades, chamava a atenção até de outras mulheres, assim que chegamos fui passar bronzeador na minha namorada e ela sem nenhum pudor disse para eu para também na outra Jéssica, passando bronzeador naquele corpão, minha namorada disse para passar bastante nas coxas e bunda da amiga, eu estava surpreso com as atitudes da minha Jéssica, ela simplesmente estava me empurrando para cima da amiga. Lógico que passei e aproveitei bem, a safada empinou a bunda quando eu aplicava o bronzeador, deu para sentir o calor da bucetinha da nossa amiga.
Depois de muito sol, demos uma caminhada e fomos para casa já eram 2 da tarde, almoçamos e ficamos de bobeira tomando cerveja, as duas de biquíni minúsculo dentro de casa era a visão do paraíso, Jéssica sentou na nossa frente e a minha Jéssica sentou no meu colo e me abraçou, começaram as brincadeiras, as histórias de namoro, os amassos, minha namorada falou abertamente de sexo anal para a amiga, que eu tinha inaugurado o seu cuzinho mesmo com um pau de 19x5,5cm, que no começo parecia um ferro em brasa entrando no rabinho, mas depois de acustumar com o tamanho deu muito tesão embora não tenha gozado nas primeiras vezes, que depois que aprendeu a relaxar e que um pouco de dor é que dá o tesão, que o orgasmo vem forte quando apanha na bunda por causa da submissão, que hoje quando caminhávamos pela areia e todos aquele homens olhando a bunda das duas, deu uma sensação maravilhosa do tipo ?olha como sou gostosa? ainda mais quando caminhava e sentia o cuzinho aberto e frouxo da enrabada da noite, comentou ainda das posições, disse que a sua bunda só era maior que a da amiga pois já fazia mais de ano que dava para meu pau de 19x5,5cm, e terminou dizendo que a Jéssica só teve parceiro incompetente, pois não tinham inaugurado um rabo gostoso daqueles ainda.
Nossa amiga estava extasiada, seus olhos brilhavam, ficou sem jeito das gozações da Jéssica sobre anal, foi que certa altura minha namorada perguntou se ela queria assistir uma enrabada nota 10, se ela quisesse poderia olhar pois íamos para o quarto e ela ia deixar a porta aberta, eu também estava transtornado com a idéias de minha namorada, mas fiquei excitadíssimo, com o pau duro com ferro, ela ainda disse, olha só Jéssica o que eu vou levar no rabo, vou ficar ainda mais rabuda, vem amor que eu to pegando fogo, meu cuzinho tá latejando.
Fomos para o quarto, já chegamos nos agarrando, deitamos e minha namorada safada já colocou u travesseiro embaixo da barriga. E pedindo lubrifica meu cuzinho e mete, não agüento mais o tesão. Coloquei KY no anelzinho e comecei a enterrar o dedo, fiz algumas vezes e só depois olhei para a porta, Jéssica estava lá, chamei ela para que visse bem de perto, ela veio e ficou ajoelhada junto da cama, a meio metro da gente, encostei a cabeça e empurrei, minha namorada deu grito, avisou a amiga que era só instinto pois já estava bem alargada, eu fui enterrando e minha mulher gemendo, enterrei até o final e comecei o vai-vem, Jéssica falou: _ Amiga tu não sabe o que ta perdendo, é um tesão, uma delícia ser puta de um pauzão desses. Comi minha namorada com muita competência, ela gozou umas 3 vezes, dizia: _ Rasga meu cu, arregaça tua puta, me manda para praia de rabo aberto, vai abre bem meu cu. Por fim perguntou se a amiga estava gostando, Jéssica disse que sim, e lascou: _ Quer dar o rabo para um macho super competente, Jéssica disse que queria, que estav doida de tesão. Quase morri do coração, ia inaugurar o cuzinho daquele mulherão, lentamente fui tirando de dentro da minha namorada e a amiga já foi tirando o biquíni, tão logo minha namorada rolou para o lado a a outra Jéssica já deitou de bunda para cima e colocou o travesseiro embaixo, dei uma boa lambida nas coxas, bundinha, na buceta e depois no cuzinho que piscava, passei KY e enterrei o dedo, Jéssica gemia e minha namorada ia dando as dicas para a amiga, Agora relaxa, agora empina a bunda de encontro a mão do Sandro, empina mais, isso, ta sentido o dedo lá no fundo, Jéssica só disse aham, ele vai fazer o vai-vem com o dedo e masturbar o clitóris, Jéssica de novo aham, foi o que eu fiz, até nossa amiga gozar com 2 dedos bem fundo no cu, minha namorada parabenizou a amiga, disse que ela com certeza ia amar anal.
Depois lubrifiquei de novo o cuzinho, fizl mais um pouco de vai-vem, nossa amiga já dava uns gemidos bem alto, então me posicionei para enrabar, encostei a cabeça e empurrei, uma, duas três vezes, minha namorada resolveu ajudar a amiga abrindo a linda bunda, encostei a cabeça e fiquei brincando na entrada, Jéssica disse para amiga fazer força como se fosse evacuar, a amiga fez, ela mandou fazer mais força ainda, empurrei e a cabeça entrou, Jéssica gritou, deixei parado um pouquinho, e depois fui enterrando aos poucos, cada empurrada Jéssica gritava, minha namorada falava para a amiga que o pior já tinha passado, que era para ela relaxar e aproveitar, aos poucos fui enterrrando, eu consegui sentir as carnes do intestino sendo separadas pelo meu pau, Jéssica disse que sim, que estava doendo, mas dando muito tesão.
Fui bombeando devagar e depois comecei a meter mesmo, com força, estava louco de tesão, comi por um bom tempo, o cuzinho de Jéssica sangrava, e minha namorada dizia para a amiga que o pior já tinha passado pois ela já estava com o bundinha rasgada, que estava sangrando. Jéssica deu um urro, e meti com força e não aliviei mais até eu gozar, quando falei que ia gozar, minha namorada falou: - Goza Jéssica, agora tu já é uma puta mesmo, goza com vontade que o Sandro vai te encher o cu de porra quente, agora tu já está com o cu bem aberto, ela gozou na hora, urrando e se contorcendo, que visão do paraíso, gozei logo após ela. Tinha inaugurado um rabão daqueles, fiquei em cima por um tempo e depois rolei para o lado sem forças, nossa amiga ficou de bunda para cima expondo o cuzinho com as preguinhas inchadas e saindo para fora, o cuzinho estava sujo de sangue, porra e fezes, minha Jéssica limpou com uma toalha molhada, depois dormimos os 3 até o início da noite.
Depois do banho, fizemos uma janta em casa pois nossa amiga não consegui nem andar. Passei o resto das férias enrabando a Jéssica, depois do almoço, todas as tardes tinha uma sessão de enrabada do seu cuzinho que voltou para casa bem arregaçado e as preguinhas já tinham começado a sair para fora, um tesão de rabo.
Nossa amiga saiu com diploma de sexo anal, pegou gosto mesmo pela coisa, pois todo final de semana vem para nossa casa dar o rabão, ela disse que ficou viciada, até tentou com outros, mas não adianta, ela adora o meu pau rasgando o rabo até encher o cuzinho de leite. Minha namorada adora ver a amiga se contorcendo de dor e tesão embaixo de mim, e eu muito mais.

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Comendo a avó de uma amigo


Seguido era convidado para ir pescar com um amigo de infância, tanto foram as vezes que não havia mais como escapar do convite, comentei que seria apenas o cozinheiro pois não tenho o habito da pesca, o mesmo comentou que seria nas terras da sua família e que sua avó estava morando no local e que tinha uma casa grande onde poderíamos ficar a noite. Chegando no local fomos recepcionados pelo sua avó uma senhora de uns 60 anos de idade muito disposta e agradável, foi logo orientando onde iriamos ficar e que ela ia fazer para a janta enquanto colocássemos as linhas. Ela é uma senhora com estrutura pequena tipo mignon, mas com uma ótima bunda para se olhar, na residência que era um sobrado de dois pisos, tinha uma escada em caracol, e quando a mesma foi ao piso superior sem me perceber segui sua subida com os olhos cravadas na bunda dela e no meio da escada ela olha para mim e percebe que eu estava olhando, retorna e vai para a cozinha e junto com o amigo e o capataz da fazenda fomos ao rio, pois esperávamos por mais alguns amigos e já íamos adiantando o serviço. Retornamos cansados e com fome, meu amigo foi guardar um material no galpão e quando entrei na casa la estava ela com uma calça preta bem justa, estas de academia, e uma camiseta solta, perguntou pelo neto, falei que voltava logo e que ia aproveitar para tomar um banho, ela indicou o lugar, a porta do banheiro não tinha chave, pois ela morava sozinha quando estava embaixo do chuveiro ouvi ela na porta dizendo que o neto tinha falado que eu queria comer algo como não entendi direito falei para repetir e ela abriu a porta. Minha reação foi instintiva me virando, mas ela querendo contornar a situação comentou fica tranquilo, sou viúva de um casamento de mais de 40 anos e tive 3 filhos, não te preocupa, como a situação já estava, comecei a tomar o banho de forma natural, ela na porta perguntou se eu queria algo de especial na janta, comida caseira, comentei que gostava muito, e, percebendo que era olhado peguei o sabonete e lavei bem meu pau, esfregando ele para cima e para baixo, ela ficou ali olhando, nisso ela falou, acho que meu neto esta chegando e não vai ficar bem ele me pegar aqui no banheiro, este é o nosso segredo, combinado? Como aquela situação era totalmente nova, terminei meu banho e fui para a sala esperar o jantar, o meu amigo foi para o banho e a dona da casa, novamente subiu a escada e aquela visão daquela bunda era realmente de tirar o folego, era bem desenhada e naquela calça destacava mais o contorno, no meio da escada ela olhou para conferir se eu estava olhando e senti que ela gostou muito de saber.
Jantamos, conversamos sobre a infância, e depois fomos dormir, no quarto, comecei a lembrar daquela bunda e meu pau fico duro, duríssimo, demorei para dormir, pensando naquela bunda.
Pela manha, chegou nossos amigos, e a casa se tomou de conversa, e parei de pensar, organizamos nossa ida para o local da pescaria, comentei que seria o cozinheiro, e por recomendação do pessoal o melhor era que fossemos pescar e retornássemos para a comida, então fiquei para fazer o almoço e iria com o grupo na tarde. O pessoal foi e fiquei com a avó do meu amigo, ela fez questão de subir a escada para eu admirar aquela bunda, voltou e como eu estava sentando no sofá da sala, ela perguntou como eu tinha dormido, falei que tinha tido dificuldades, pois não conseguira dormir, ela comentou novamente sobre a cena do banheiro, disse que fazia tempo que não via um homem pelado e que aquilo não deixou ela dormir, e como o assunto estava a respeito disso, falei que eu tinha ficado a noite toda lembrando da bunda dela subindo a escada, ela sorriu e falou, lembrou assim, e subiu novamente e no meio parou e olhou, gostando de ser desejada. Levantei e cheguei no pe da escada ao subir o primeiro degrau, a mao já estava naquela bunda ela subiu mais um degrau e ficou no final da escada e eu junto a ela apalpando bem, ela falou, o que é isso? É o nosso segredo. Meu pau duro já estava quase saltando para fora do abrigo, ela empinou a bunda e meu pau encaixou por traz, ela rebolou bem devagarinho e peguei sua cintura, com o pau duro esfregando naquela bunda e buceta, ela ficou bem quieta, quando coloquei a mao por dentro da calça, toquei na perna ela tremia e estava toda arrepiada, resolvi ir baixando aos poucos para esfregar meu pau, devarinho deixei aquela bunda a vista, era melhor que eu pensava, bem firme e grande como eu gosto, como ela estava um degrau acima apenas baixei minha calça e com o pau bem duro, comecei a esfregar naquela bunda, ela começou a mexer mais forte, empinando mais a bunda, peguei com as duas mãos aquela bunda e levantei e por tras busquei a buceta, quando encostei na entrada, senti que ela estava pronta, foi entrando devagarinho, ela começou a sussurrar e tudo foi para dentro, comecei a fazer um entra tudo e tira até a metade bem vigoroso, ela dizia que tinha pensando nisso a noite toda, ela estava com a bunda bem empinada e o pau dentro cravado, rebolava e pedia que comesse mais e mais forte, era o que queria ouvir, coloquei as mãos nos ombros e comecei a cravar gostoso naquela buceta, ela começou a falar que estava quase, eu entrando forte, com uma batida seca, bem funda, ela começou a falar, come eu come eu, enfia na minha buceta, come minha buceta, isso crava nela, eu to quase gozando, come, come, aquela conversa me deixou mais excitado, e aquela buceta ótima me deixando loco, senti que ela começou a contrair a buceta, e eu comecei a gozar, cravando ainda mais, e gozando dentro dela. Que maravilha, fui gozando bem dentro daquela buceta.
Tirei o pau ela olhou e disse que queria mais, mas isso é outra estória.


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A 3 é sempre melhor

Brício e Patrícia formam um casal bem legal, sempre se deram bem e adoram sexo! Num sábado à noite, Brício levou Patrícia ao motel, para o que ela supunha ser mais uma noite de sexo bem quente e safado que só os dois sabiam fazer... Patrícia adora provocar Brício ainda no caminho para o motel, então começa a beijá-lo no pescoço, arranhar de leve sua nuca e sussurrar no ouvido dele: "você é tão gostoso... Adoro provocar você... Seu cheiro me deixa louca..." e nisso vai descendo sua mão, até chegar ao pau dele, que ela simplesmente ama! Ao senti-lo meio mole, meio duro, ela dá uma apertadinha e fala baixinho: "hoje eu vou mamá-lo muito, bem gostoso...". Brício adora as investidas dela, mas ela nem imagina que hoje à noite o que ele quer vai muito além de seu boquete delicioso. Ao chegarem ao motel, o preferido de Patrícia, eles descem do carro, Brício abre a porta e não polpa cerimônias e fala: "minha cachorrinha, quero que você tire toda sua roupa e se ajoelhe ali, naquela almofada e me espere, vou buscar algo para você no carro". Patrícia não entende bem, pois não viu nada demais no carro de Brício, mas diante da particularidade do relacionamento deles: Patrícia é totalmente submissa aos desejos e às vontades dele... Porque simplesmente ela super se excita ao realizar seus prazeres mais safados. Eles realmente formam uma dupla safada, gostosa e loucos por sexo! Então o obedece, com sua boceta já precipitando algo e ficando levemente molhada pela expectativa do que seu dono teria preparado. Brício tem ótimas fantasias e ela deseja realizar todas! Poucos instantes depois, Brício entra acompanhado de um homem que ela nunca havia visto... E, um pouco assustada, pergunta: "meu amor... O que está acontecendo?" e se retesa um pouco por estar completamente nua na frente de um estranho. Ela faz menção de se levantar, mas Brício caminha até ela e ordena: "fique exatamente onde está." E ao alcançá-la, acaricia seu rosto e fala: "este é meu convidado... Conheça o Alexandre. Hoje eu reservei este quarto para você realizar minha fantasia de tê-la com outro homem, enquanto eu administro toda a cena... Vocês dois farão somente o que eu mandar e você, como sempre, irá se comportar direitinho, não é minha cachorrinha?", Patrícia apenas balança a cabeça em concordância, extasiada com a ideia de ter dois homens a dominando... Após as breves apresentações, Brício diz a Alexandre: "quero que seja duro com ela, mas respeite minhas ordens... Minha cachorrinha adora ser fodida por um macho, mas sou eu o dono dela. Não esqueça. Agora, sem mais, Patrícia, chupe-o, continue ajoelhada... Dê a ele o seu delicioso boquete... Mas lembre-se, guarde o seu melhor para mim. No final, só seremos apenas nós dois. Sempre." Patrícia olha para o pau de Alexandre, que já está em sua frente, vindo em direção aos seus lábios... Ela o sente meio mole e meio duro, do jeito que ela adora... E chupa bem devagar, sempre olhando para Brício, esperando e desejando sua aprovação... Ele está sentado, confortavelmente, igual a um rei, observando tudo... Ela se excita ainda mais com sua expressão de seu único dono. Ela ama o seu poder sobre ela. Brício então fala: "vamos, chupe pra valer! Mostre que você sabe fazer. Não me decepcione, minha cachorrinha." Patrícia engole o pau de Alexandre, babando-o todo. "Hummm..." - ela pensa - "O pau dele é uma delícia..." Então começa a chupar igual uma cadela no cio. Engolindo grandes porções daquele pau de macho. Alisa as bolas de Alexandre e o escuta gemer. Brício também percebe a excitação do homem e manda Patrícia chupar mais duro. "Vamos, minha cachorrinha!" - ele ordena novamente. E ela chupa, chupa, chupa... Até Alexandre dizer "não aguento mais... Preciso gozar". Brício diz: "Patrícia, nosso convidado precisa gozar... Esteja preparada... Pois ele vai te marcar exatamente como você gosta... Depois eu vou gozar no mesmo lugar, para você nunca esquecer quem é seu dono aqui. Entendido?" e ela ainda com o pau na boca, balança a cabeça em concordância. Alexandre goza divinamente por toda a língua dela... Patrícia, consciente que Brício a assiste muito excitado, propositalmente deixa algumas gotas da gala quente de Alexandre escorrerem por seus lábios... Então tira o pau dele da boca, vira-se para Brício, lambe as gotas de seus lábios e comunica: "já acabei, meu Dom". Brício com seu pau na mão já enfia-o na boca deliciosa de Patrícia, ainda quente e melada da gala do outro macho... "Ahh..." - ele pensa - "como está gostoso! A boca dela se encaixa perfeitamente na minha pica!" e Patrícia aperta seus lábios em volta do pau dele... Patrícia capricha no boquete para seu dono, pois ele merece apenas o melhor dela! Brício então goza divinamente em sua boca, enquanto segura seus cabelos com uma mão e a outra faz carícias em seu rosto. Quando termina de gozar, pega com o polegar uma gota que escapou da boca dela e a dá para chupá-la... É assim que sua cachorra tem que ser: obediente! Mas é claro que ele ainda não está satisfeito. Ela também precisa gozar e ele sabe, como ninguém, o jeito que ela mais adora. Então ordena: "levante-se, minha cachorra", manda Alexandre dar-lhe a mão e volta a se sentar. Então fala: "Alexandre, como ela nos chupou como uma boa menina, vamos dar a ela o que ela gosta... Coloque-a apoiada na parede e foda-a duro por trás. Ela adora receber pica na boceta em pé. Foda-a duro. É uma ordem." Então Alexandre a coloca na parede, segura as mãos dela nas suas, acima da cabeça, para firmar suas mãos na parede e então enfia seu pau... Desce suas mãos demoradamente, sem pressa, por todo o corpo de Patrícia, Brício fala: "pegue nos peitos dela. Dê alguma atenção aos bicos, ela gosta!" e então ele massageia-os e brinca com os bicos já duros e inchados. Patrícia geme... Ela pensa: "meu Deus! Como tudo é tão gostoso! Quanto prazer em ser observada pelo meu homem!" e vira-se para ele e suplica gemendo: "mais! Mais duro, Brício!" e então Brício ordena: "foda-a, Alexandre. Mais duro, aumente a velocidade, minha cachorrinha pede...", porém alerta Patrícia: "não goze ainda, minha cachorrinha. Seu gozo será apenas meu, no pau do seu dono. Ouviu?". Patrícia compreende, porém ainda deseja mais e pede: "mais! Mais!", então Brício decide que é hora de dar-lhe mais, caminha até ela, diz para Alexandre sair dela, pega sua mão e a coloca de quatro na cama, então diz: "Alexandre, coloque sua pica novamente na boca dela... Vou mostrar a você como se fode uma cachorrinha de verdade, observe" e enfia seu pau, sem cerimônias, na boceta melada de Patrícia... Ela geme alto! "Nossa! Como amo o pau de Brício" - ela pensa. Então ela fica loucamente excitada sendo duplamente fodida... Concentra-se na sensação maravilhosa de duas picas enchendo seu corpo simultaneamente... Na boca e na boceta... Ela se sente cheia, completa, extremamente excitada e desejada pelos dois homens... Sua boceta se encharca mais e mais, Brício fica louco com o seu mel, ele sabe que só ele consegue deixá-la tão encharcada assim. Brício aumenta na velocidade das estocadas e dá tapas deliciosos na bunda de Patrícia. Ela é sua. Sua cadela. Sua propriedade. Sua mulher. Sua puta deliciosa. Cheio de tesão, Brício resolve que quem irá marcar sua boceta é apenas ele, pois ele quer mostrar ao outro homem que Patrícia é apenas sua. Quer mostrar sua superioridade. Seu poder. Sua supremacia sobre o corpo desta mulher... Mas pensa: "Patrícia se comportou como uma cadela hoje, minha cadela obediente, vou dar o que ela merece", então fala para Alexandre: "quero que você goze ao mesmo tempo que eu, vamos enchê-la de gala... Ela merece, se comportou direitinho hoje!" Então ambos os homens se concentram no tesão que Patrícia está lhe proporcionando... Alexandre pensa na boca e mãos delicadas, porém muito gostosas de Patrícia... E Brício se concentra na boceta completamente encharcada dela e no seu cu, brincando com o polegar, estimulando-a ainda mais! Ambos gozam e a enchem de gala... Ela vai à loucura! E também goza com os homens. Nunca se sentiu tão cheia assim. Tão mulher. Tão poderosa. Tão cadela. Os homens a lambuzaram toda e ela se sentiu maravilhosa por isso. Após o êxtase, Brício pede pra que ela se levante, sirva uma dose de whisky a Alexandre e após pede para ele se retirar... Patrícia está exausta. Foi uma das melhores transas de sua vida! Brício a abraça e diz: "você foi perfeita! Merece todo meu carinho e respeito... Agora vamos nos deitar, vou cuidar de você." Conto por P.

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Amiga, Vizinho e Empregada! Delicias....

Sou uma mulher de 27 anos, sou uma empresária bem sucedida, solteira, solteirérrima, moro sozinha em uma bela casa em um condominio de classe média a maioria das casas são de famílias constituídas segundo a moral e os bons costumes, bom aparentemente né, ao que percebo nesse condominio só eu moro só e como moro aqui a pouco tempo não conheço muitos vizinhos e os q conheço são só de comprimentos secos ( bom dia, boa tarde, boa noite) a alguns ainda nem respondem meus comprimentos e outros não me olham com bons olhos, acho q é pq sou bonita, corpo escultural me cuido muito, solteira e vivo fazendo pequenas reuniõeszinhas onde recebo amigos, são encontros de trabalhoa, as vezes pessoal simples amigos para matar a saudade e outras, bom preciso me divertir também né pessoal, outras vezes de divesão, orgias, sexo e o q + suas mentes imaginarem, sou fascinada por sexo acho q não posso viver sem, porém faço tudo com a maior descrição pois longe de mim ofender alguém, até a moça q trabalha aqui em casa cuidando da minha casa eu dispenso quando vou receber amigos intimos. Bom vamos ao fato agora q vcs já conhecem um pouco de mim. Como eu já disse gosto muito de sexo e estou sempre fazendo certas loucuras mais essa foi tão grande e gostosa q eu tenho q dividir com vcs já q muito me deliciei com outras histórias. Como ja contei sou uma empresária e trabalho de terça a sabado e o domingo durante o dia dedico a minha familia sempre almoço e passo o dia na casa dos meus pais, geralmente curto minhas baladas nos sabados e domingos a noite mais se tiver em outros dias to dentro, nas minhas noites aleatorias tambem faço as tais reuniõeszinhas lá em casa e a segunda tiro para descansar ou passar o dia com alguem especial, não tenho nenhum tipo de relacionamento sério com ninguem mais tenho alguem especial na minha vida, E era uma segunda- feira, geralmente pela manha gosto de acordar bem cedo no mesmo horário q costumo ir trabalhar, quando acordo minha empregada já está aqui em casa com meu café preparado e já fazendo o almoço pois tenho um combinado com ela, ela chega bem cedo na segunda faz o cafe e o almoço e vai embora o quanto antes pois gosto de privacidade quando estou em casa caso eu queira convidar alguem ou fazer algo e não acho q tenho q submete-la as minha atitudes infames essa é uma forma de me privar e de priva-la ao q talvez ela não queira presenciar. Bom voltando ao assunto Era segunda acordei na mesma hora de sempre e fiz o que sempre faço: levantei, como durmo nua vesti meu roupão de seda rosa meio transparente e desci para tomar café dei bom dia a minha empregada a agreci por estar me servindo mais um dia e sentei a mesa tomei meu café enquanto conversavamos e ela fazia meu almoço, geralmente eu deixo um bilhetinho dizendo o q quero só q dessa vez eu esqueci d faze-lo ai lembrei-me e perguntei para ela amor o q vc fez para o almoço eu sempre a trato com muito carinho e é reciproco então ela me respondeu bom ainda estou fazendo mais hj vc vai comer (strogonoffe de camarão, arroz com brocolis e uma salada de alface, agriao, tomate, cebola, pepino, queijo branco, azeitona e nozes raladas com bastante azeite) a e de sobremesa eu fiz delicia de abacaxi ela complementou a e nem quero saber de dieta um dia só não faz mal vc já é muito "boa" oou bonita eu quis dizer kkkkkkkkkkkk acho q ela se atrapalhou bom resumindo ela fez tudo q eu amo comer ela queria me agradar. Acabei meu cafe a agradeci + uma vez e disse vou subir para continuar meu ritual da segunda, (meu ritual é depois do cafe tomar um banho colocar um biquini e ficar na minha piscina) então subi tomei meu banho e enquanto passava oleo no corpo ainda nua percebi uma respiração e me virei para tras la estava ela me olhando fiquei sem graça ela nunca tinha feito isso ou pelomenos eu nunca vi então eu disse q susto nem vi vc chegar menina chamo qualquer mulher assim e ela tambem não é velha para chama-la de senhora ele toda sem graça gaguejou gaguejou e disse a eu achei q vc ia demorar a descer então vim avisar q já acabei e estou indo tá até amanha eu sem reação disse a até amanha se deus quiser e ela foi não entendi nada kkkkkk... Coloquei meu bikini e desci para piscina ele relmente já tinha ido embora mergulhei e deitei a beira da piscina e mandei uma mensagem para aquela pessoa especial q eu já falei antes dizendo assim " estou com saudades vem me ver " enquanto aguardave respostas lembrava da noite passada estive em uma balada com algumas amigas e foi muito divertido + eu pensava em especial em uma das minhas amigas de muito tempo, nos conheciamos a um tempao + amuito tempo tbm nao nos encontrava-mos e nos esbarramos na balada ela era casada e me disse q estava separada a 6 meses e q voutou a curtir a vida achei muito legal pois sou contra a se casar casamento é prisão e a vida é muito gostosa para passar por ela transando com um só homem kkkkkkkk ela estava feliz bem muito bonita como eu nunca havia visto, nesse momento eu estava pensando como eu tinha gostado de reencontra-la eu estava muito feliz, feliz mesmo q nem eu estava entendendo eu pensava nela e não conseguia tira-la da cabeça e pensei eu heim nada a ver e liguei o som para me destrair então quando eu menos espero me deparo me lembrando dela lá na boate dançando com aquela saia curta de onça aquela blusa branca quase transparente ela sem sutiã dançando se esfregando em mim me agarrando o tempo todo ai volto a realidade com o som de mensagem em meu celular é a resposta q eu esperava e sacudo minha cabeça e me pergunto o q ta acontecendo com vc, vc ta maluca ( eu nunca tinha me interessado por outra mulher nunca tinha me envolvido com nenhuma outra mulher e derrepente me deparo pensando em uma e essa uma é minha amiguissima aff não é loucura eu já até fiz orgias com outras mulheres no meio + eram homens com mulheres algumas ate se tocavam + eu nunca tive essa vontade e olha q já insistiram muito comigo heim) bom vou voltar a minha realidade e ler minha mensagem ele respondeu " desculpe linda + hj não dá" não fiquei chateada eu entendo ele não é meu e nem eu quero isso ele só é meu quando esta em minha cama mais logo toca a campainha eu dou um imenso sorriso e penso danado me enganou vou abrir toda feliz e tenho uma surpresa não era ele era minha amiga a q eu estava pensando. É ela estava em frente a mim em meu portão com um vestido longo porem muito sexy com um belo decote ela estava linda perdi tanto tempo a admirando q ela perguntou "ei não vai me convidar para entrar ou estou atrapalhando algo?" ela me conhecia muito bem para imaginar isso eu disse não não que isso imagina entra so nao vou te abraçar pq estou molhada ela responde amiga isso entre nos a fala serio né nem cá me abraça e seus seios enormes e lindos se comprimian quase na minha boca já q ela é alta e eu baixinha kkkkkk ai quase babei mais ainda muito confusa com o sentimento entramos e conversavamos enquanto eu não parava de olhar para seus seios e imaginar seu corpo por debaixo daquele vestido então resolvi aceitar meu novo sentimento e comecei a arquitetar em como chegar ao ponto G da questão ou do tesão kkkkk e tive uma idéia a convidei para tomar banho de piscina ela disse q até aceitaria mas não de vestido e nem nua eu ofereci um bikini ela aceitou dei o menor q eu tinha e ela ficou linda eu nem sabia o q e como faria com ela mais uma certeza eu ja tinha eu tenho q te-la em minha cama eu tenho q me deliciar naqueles seios q eu nao paro de olhar. Então fomos para piscina e conversa vai conversa vem tive a idéia de apreciar mais os seus seios e tireo a parte de cima de meu bikine ela me perguntou o q vc ta fazendo sua louca? eu repondi a é eu nao gosto da marca q ees bikini deixa ela riu me chamando de pirada ai eu disse a ela e vc o meu bikini não vai atrapalhar a marca dou seu??? kkkkk só na arte de enrolar e ela disse nossa eu nao tinha pesnsado nisso e melhor eu sair da piscina eu + q dipressa disse nao nao precisa é só vc tirar igual a mim ué ela exitou dizendo + alguem pode ver e eu disse nao q nada ninguem consegue ver aqui dentro ela perguntou nem dessa casa ai da frente e eu disse nao nao com certeza nao, é claro q eu nao sabia e nem tinha pensado nisso eu so pensava naqueles seios na minha boca e ela resolveu tirar ai eu me segurei para não cair de boca neles e derrepente lembre de olhar para a casa da frente e tive uma surpresa nao é q o visinho estava de la da janela nos olhando nossa fiquei louca aquele é um tesão ele é personal treiner imaginem todo gostoso ai eu resolvi brincar com ele e comecei a me exibir discretamente para ela tbm nao saber q ele estava lá ele saia e voltava a essa altura já era hr de almoço. Comecei a puxar brincadeiras com ela corriamos em vota da piscina pulavamos abraçadas na piscina até q eu afundei e quando subi ela estava sentada a beira da piscina e eu saí de cara na chana dela e dei uma mordidinha na calcinha ela se afastou e disse mais usada do que nunca e riu eu a puchei para dentro da agua e minha brincadeira era so agarra-la assim eu a tocava por inteira e ela nem se quer percebia e o visinho la saia e voltava + ele vui q a coisa tava esquentando e ficou um bom tempo sem sair de lá kkkk derrepente eu me predestinei e parti com tudo é agora ou nunca começamos a rolar na grama e eu parei por cima dela de cara nos seus seios ela me olhava como quem sabia o q eu queria eu estava com muito medo de fazer algo q acabasse com nossa amizade e então ela me olhou e disse " eu já te falei q vc é minha melhor amiga e q nada nesse mundo vai acabar com isso?" eu nao sabia se isso era um PARE ou um PROSSIGA + nesse momento eu ja estava com minha chama molhada so de imaginar o q eu poderia fazer com ela e eu dei uma lambidinha nos seios dela e brinquei e eles tbm estão sem bastante usados e sabe o q ela disse eles q nada os homens so querem socar é por isso q ela esta sendo bem usada agora chupar meus seios e minha buceta com vontade ainda to pra encontrar alguem q faça isso bem feito se eu encontrar essa pessoa eu nunca mais a largo assim como nao largo nossa amizade por nada q aconteça nada mesmo ela resaltou ai meus amigos isso pra mim foi um VAI Q EU SOU TUA antes d qualquer coisa eu olhei para a janela e la estava o vizinho parado como uma estatua vidrado em nós e eu cai de boca naqueles seios chupei tanto q parecia q ia sair leite deles beijei sua boca acreditem é melhor q o beijo de qualquer homem eu a beijava toda a chupava e ela com um semblante lindo gemia ela gemia pra mim eu estava dando prazer a ela e o vizinho lá olhando ele se mechia um pouco acho q estava se masturbando dei um jeito de vira-la e enquanto eu a acariciava eu tbm via o vizinho e quando finalmente abri aquelas pernas e cai de boca na quela buceta delicosa derrepente olhei para o vizinho e ele estava de olhos fechados e boca aberta com quem acabara de ter gozado ao se masturbar e eu gozei com aquela situação eu praticamente estava transando com duas pessoas ao mesmo tempo q delicia e ela gemia rebolava e falava delicia nao para amiga e eu de boca na buceta dela então enfiei minha lingua e fiquei tira e bota tira e bota e ela falou nossa se eu soubesse q vc era boa assim eu teria te visitado a mais tempo aquilo pra mim era tudo nunca imaginei q eu pudesse satisfazer uma mulher mais q um homem e q pudesse uma mulher tbm me satisfazer mais q um homem então voltei aos seios dela e enquanto eu os chupava enfiava meus dedos em sua buceta ai lembre q uma amiga q é lesbica tinha umas coisa guardadas aqui em casa pq ela nao podia deixar na casa dela ela nao era assumida então pedi um minutinho e fui ate la ver o q tinha e adivinhem o q eu encontrei ? ................ Encontrei um cinto de penetração tripla noooossa levei esse brinquedinho na hora la pra fora e apresentei a ela e ela me perguntou como é isso eu disse q imaginava q seria assim pelo q eu vi eu o coloco e o lado e tem um penis fica vira para mim dentro de mim e o q tem dois eu enfio em vc no seu cu e na sua vagina ao mesmo tempo ela adorou falou q nenhum homem havia comido ela nos 2 buracos de uma so vez e disse anda vamos logo se deitou levantou o bumbum e abriu as pernas e disse estou pronta para ser fudida por vc eu coloquei o cinto e enfiei o dedo na sua buceta para pegar gozo para lubrificar passei em seu cu em seguida cuspi e comecei a entroduzir lentamente e o vinho? olhei e ele nao estava + la achei uma pena e quando vi la estava o safado de novo e eu enfiando na minha puta era nossa primeira vez com uma mulher tanto minha quanto dela e ela gemia como nunca antes vi alguem gemer e quando eu socava nela a outra vara de borracha entrava em mim nossa q experiencia foi muito boa. Quando acabamos entramos tomamos um banho e almoçamos vimos filmes e dormimos um pouco estavamos exautas e tudo ficou como sempre foi achei q ia ficar sem graça depois mais q nada ficamos + intimas. Quando acordamos já era noite era cedo + estava escurecendo saí na sacada do quarto de vestidinho e olhei para rua la estava o vizinho saindo com sua mulher ela da aulas a noite em uma faculdade ele a leva todos os dias eu sempre vejo pois é a hora q estou chegando em casa ele deu uma olhadinha e me comia com o olhos eu mordi meus labios e passei a lingua ele balançou a cabeça e entrou no carro o q eu não podia imaginar é q ele fosse bater no meu portão ao voltar deixou a mulher no trabalho e veio correndo abri o portão e me surpriendo vendo q era ele ele me olhava como que precisase de mim como quem precisa de ar eu nao sabia o q fazer pois era meu vizinho e parecia um homem muito serio ate aquela tarde ele sem ser convidado entrou e disse desculpe por tudo e qualquer coisa + eu preciso ver de perto aquela cena q eu vi pela tarde e dessa vez quando eu for gozar quero gozar dentro de vc, vc sempre me deixou louco + essa tarde eu nao consegui + me segurar eu rindo repondi por mim vai ser literalmente um prazer + tenho q ver com minha amiga e ele veio atras de mim falando eu senpre te vejo te observo vejo o q vc faz mais hj vc se superou moça eu o disse me chama de minha vadia q eu prefiro e no meio do caminho ele me pegou por tras agarrando em minha cintura e colocando seu penis ereto em contato com minhas nadegas eu senti as pontadas daquele membro e dava pra sentir q era grande e grosso ele puchou meus cabelos me mordeo o pescoço e susurrou em meu ouvido eu achei q nunca te teria em meus braços eu disse eu sou sua vadia e vc vai me ter quando quiser então ele nem esperou chegar ao quarto para compartilharmos com minha amiga me jogou na escada e ali mesmo me possuiu por enteira nossa q homem ele fez de tudo até meu cu comeu + nao gozou dentro de mim gozou na minha boca e me chamou vamos dar um mergulho? eu disse ta + e a ele me enterrompeu dizendo vamos logo e de la va a chama adoro homens q me mandam adoro ser submissa nessas horas é claro kkkk então fomos caimos na aguam gelada estavamos nus e então eu a gritei e ela veio nossa ta frio agora vc é louca? e el saiu da agua eu os apresentei e a fiz a proposta de repetirmos nosso prazer para ele e ela disse tudo bem mais ele vai gozar so em vc ele disse ok q o tessa dele era em mim mesmo ai começamos tudo de novo igualzinho e ele la olhando + dessa vez bem de perto e quem o masturbava agora eramos nos duas cada uma um pouco e então ele disse é agora fica de quatro e eu obedeci enquanto ele puchava meus cabelos e me fudia de 4 minha amiga chupava meu clitoris e eu enfiava o dedo nela gozamos juntos os 3 e não fatisfeito ele pediu penetra em mim eu nao entendi ele disse poe o sinto e enfia no meu cu eu fiz obedeci e ele disse q nunca foi tao feliz na vida dele entao acabamos de nos dar prazer poi era hora dele ir busca a mulher no trabalho e ele se foi dizendo qualquer dia quaquer ora eu volto eu e minha amiga fomos jantar fora e ela voltou comigo e dormiu na minha cama dormimos nos acariciando e quando acordo percebo q perdi a hora q minha amiga nao esta na cama e minha empregada parada na porta do meu quarto me olhando eu nua toda aberta na cama sem nenhum cobertor e eu pergunto cade a e ela me interrompe dizendo a sua amiga simpatica disse q tinha q ir e depois te liga deixou um beijo eu disse ok vou tomar um banho e ela me diz vc sabe q horas são? eu respondo nao quero nem saber hj nao vou trabalhar e ela muito triste diz a serio q eu vou ter q ir embora hj tbm? sorrindo eu a disse nao tola hj vc fica hj eu deixo ela super feliz diz eeeba kkkk e se retrata q bom adoro conversar com vc kkkkkkk avisei a minha secretaria e ficamos o dia todo juntas cozinhamos juntas conversamos e etc.... e então ela toda sem jeito começa a falar esse sua amiga ela ela eu agora q a interronpo ela oq ela e eu ela toda sem graça diz é eu respondi sim pq vc tem preconceito e ele me surpreeende respondendo nao é q eu nunca te vi com mulheres + confesso q sempre tive o dessejo de ver eu indignada perguntei + porque? ela então me responde pq eu sepre quis ter certeze q eu poderia fazer isso ( bom nos estavamos na sala vendo tv e eu estava so de camiseta e calcinha) o isso dela foi assim ela vei me beijando e com a mao na minha calcinha e depois se afastou e pediu desculpas eu fui atras dela e disse q estava tudo bem e que ela poderia fazer o q ela queria sem problemas q eu ia gostar ou ela ia gostar do eu iria fazer kkkkkk..... Então vc já podem imaginar o q aconteceu só para vcs saberem ela é uma mulher de 40 anos + faz direitinho é uma delicia. Então amigos foi assim meu dia de folga isso aconteceu em janeiro de 2013 e depois desse dia ganhei + 3 amantes para a vida toda sempre q dá repito essa loucura com cada um deles agora eu quero juntar os 3 de uma so vez o q acham. Espero q tenham gostado ou gozado com meus relatos. Beijinhos......

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Após a festa de medecina

Interior 2007, Faculdade de Medicina do Interior (fictício). Como em todas as festas de faculdade "No interior" não costuma ser diferente, são todas regadas a sexo, drogas e Rock'n roll (mentira só sertanejo mesmo). Era quinta-feira os dias que rolavam as festas da Med e essa seria mais uma delas a acontecer numa república "ONDBECKSTÃO". Tínhamos acabado de sair do período de trote e iríamos para a festa com a intenção de ficarmos todos chapados, andávamos num grupo de mais ou menos 15 pessoas, 8 homens 7 mulheres morávamos todos no mesmo prédio e sempre curtíamos juntos.
A festa começava cedo mas terminava tarde sempre ficávamos até o fim o que tornava propício voltar pra casa sempre acompanhado de uma das meninas ou mesmo de outras que também ficavam na quebradeira do final. Nesse dia voltei pra casa com a Carol uma moreninha com sotaque de minas bem gostoso. Ela era bem safada já havia ficado com a maioria de nós e curtia transar bêbada, naquela noite voltamos juntos e ela perguntou se eu gostaria de ir queimar um baseado com ela disse que sim e fomos direto pro seu apê ela deu a caixinha que tinha as paradas e disse que já voltava, foi no quarto e voltou de pijaminha sem soutien, sentou se ao meu lado e começamos a fumar e conversar sobre a festa logo eu já estava com a mão na coxa dela e ela sem o menor cerimonia me permitia larguei o baseado e beijei-a continuei com a mão na coxa e fui subindo até chegar na sua chaninha, a propósito ela também estava sem calcinha, segurou minha mão e disse que queria me chupar e depois de ser chupada como todo bom cavalheiro não fui contra.
Ela ajoelhou se no tapete abriu minha bermuda e começou a chupar a cabeça depois foi engolindo o pau inteiro colocando muita pressão em sua boca parecia uma puta daquelas q vai babando pra poder bater uma punheta ao mesmo tempo ficou nisso por uns 10 minutos, só não gozei porque tinha bebido muito na noite. Então ela disse agora é a minha vez sentou se no sofá na posição frango assado e me pediu que a fizesse gozar olhei sua bucetinha com os pelos bem baixinhos( gramado baixo ) e comecei a lamber seu clítoris abri com uma das mãos seus lábios e enfiei a língua em sua vagina ela estremeceu de tesão e falava sussurrando não para continua eu voltei para o seu grelinho e chupei ele até que ficasse bem avermelhado coloquei então um dedo na sua grutinha que tava completamente molhada e ela me pediu mais então coloquei outro e outro até o quarto dedo eu nunca havia feito qualquer coisa semelhante a aquela situação parei de chupar e fiquei enfiando os dedos nela comecei então a forçar o buraco ela me olhou nos olhos e perguntou se eu tinha coragem de enfiar a mão inteira eu prontamente disse que sim e ela falou que ia tentar aguentar a dor pegou minha mão tirou ela e foi buscar um óleo de bronzear no seu quarto olhou nos meus olhos e me fez prometer que eu não ia contar pra ninguém o que staria por acontecer ali prometi e ela me deu um beijo de língua e disse que fazia aquilo porque confiava em mim e que sempre gostara de mim. Pegou minha mão e borrifou uns 5 jatos do óleo e depois umas duas na sua xoxota e disse começa do inicio dom dois dedos e vai aumentando confio no seu bom senso, uns 5 minutos depois lá estava eu com meus 4 dedos de novo na sua grutinha ela segurava as pernas e eu forçava para passar a parte das articulações ela então deu um ajeitadinha no corpo porque deve ter doido um pouco e então falou põe o dedão agora, eu tirei m pouco a e coloquei o quinto dedo fui forçando a entrada e ela fazendo cara de dor dizendo que estava tudo bem que ela iria aguentar f***ei mais um pouco e ela ela começou a esfregar seu clítoris sem parar eu imaginei que estivesse doendo muito e parei um pouco ela sentiu se aliviada e disse que sabia que eu iria parar agradeceu por eu ter parado e disse que me compensaria.Nessa hora meu pau já estava explodindo de tesão ela se levantou e ficou de quatro disse que a xoxota tava ardendo um pouco mas que eu escolhesse qual buraco eu deveria meter sem nem pensar comecei a lamber o cú dela e enfiar um dedos quando comecei a por o segundo ela virou e disse dois com cara de assustada eu disse que ia devagar e ela aceitou, fui empurrando bem devagar e ela reclamando até que entrou tudo e eu deixei ele lá pra que ela acostumasse tirei os dedos e fui colocando o pau ela me pedia pra ir com carinho que doía muito só tinha dado o cú duas vezes enfiei metade e fui fazendo movimento de vai e vem ela siriricava a buceta então pedi que ela abrisse a bunda que eu ia por o pau inteiro ela fez e eu numa só leva coloquei o que restava ela de dor colocou o corpo pra frente por instinto eu gozei e fomos pra o banheiro tomar banho juntos. Terminamos e fomos para o quarto dela acabar de queimar o baseado ela acabou dormindo encostada no meu peito e eu fiquei pensando como que uma moça jovem como ela de 19 anos aguentava levar 5 dedos na xoxota. Na manhã seguinte acordei pra ir pra aula com ela me pagando um boquete. perguntei se estava tudo bem e ela disse que estava um pouco dolorida em ambos os buracos mas que ainda iria me deixar colocar a mão inteira nela. Sua insegurança era evidente quanto ao que havia ocorrido na noite anterior e por um bom tempo me pedia para que jamais contasse a qualquer pessoa o que ocorrera naquele dia Tempos se passaram e eu sempre que tinha vontade ia fazer uma putarias no fim ela se tornou praticamente minha putinha. Com o dias adiante eu me informei na net sobre a pratica do fisting e hoje fisto até o cú dela mais isso fica pra outro dia.
abraços galera .


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Em meio a bananas, levei um banana

Era mais um domingo, estávamos na chácara de nossa família, eu, meu irmão e mais quatros primos nossos(3 mulheres e 1 homem), fomos passar o final de semana como sempre fazíamos, só que dessa vez fomos só nós, os primos, nossos pais não foram devido a uma festa religiosa na cidade que iam participar.
Já passava de meio dia, até a hora do almoço eu e minhas primas ficamos nos bronzeando na piscina, enquanto os meninos foram ao futebol organizado pelos garotos moradores dos sítios circunvizinhos. No almoço todos se reuniram, e depois bateu aquele sono em todo mundo, cada um foi tentar tirar aquele cochilinho que é de lei nas redes da varanda ou até nas próprias camas. Pra nossa surpresa o tempo começou a fechar, nuvens carregadas se formaram, dando sinal que logo viria uma baita chuva. Como era folga do caseiro, meu irmão ficou responsável pra desligar todo o sistema de abastecimento de água das plantações de banana da nossa propriedade que ficava a uns 4 Km da casa, e tinha que ir antes de irmos embora pra cidade, ele percebendo que viria chuva e que já eram 2:30 da tarde e nos disse que ia lá fechar e voltar antes da chuva começar, foi quando lembrei que tinha que pegar uns doses e compotas que a senhora da propriedade vizinha nos presenteou para que levássemos aos nossos pais, falei que iria com meu irmão, entramos na pick-up e fomos, enquanto nossos primos ficaram de arrumar toda bagunça e as malas.
Ao chegarmos lá já tinha começado a cair os primeiros pingos da chuva, a casa de máquinas onde estava a caixa de comandos do sistema de irrigação era pequena (uns 20 m²) e deu muito bem pra gente se abrigar enquanto a chuva caia, ainda não tinha ido lá depois que tudo passou a ser digital, meu irmão me explicou como funcionava e pediu que desligasse enquanto ele ia buscar umas peças no carro que deveriam ficar na casa de máquinas, enquanto isso fiquei a desligar e observar atentamente cada parte dos painéis eletrônicos enquanto a chuva caia lá fora.
Meu irmão foi e entrou sem que eu notasse e me encouxou por trás, senti aquele volume duro roçando em minha bunda, enquanto ele disse: ESTAMOS SÓS, DÁ TEMPO UMAZINHA PATRICIA, VEM! NOSSAAAA! Aquilo me excitou em fração de segundos, mas falei: NÃO RUBENS! TEMOS QUE VOLTAR, ESTÃO NOS ESPERANDO! Ele me respondeu enquanto me enrabava: COM ESSA CHUVA E VC GOSTOSA DESSE JEITO? NÃO VAMOS A LUGAR NENHUM! Estava excitada, foi quando ele me puxou de frente e me beijou ardentemente, nossas línguas se entrelaçavam entre beijos e amassos, me deixou completamente nua enquanto me dizia coisas obscenas, foi quando ele viu folhas verdes de bananeiras espalhadas no canto da casinha no chão, me deitou nelas, abriu minhas pernas e começou a pincelar sua língua quente e áspera na minha bucetinha, NOSSAAA! Aquilo era o máximo, a chuva caia, sentia o prazer dentro de mim, do umbigo até minha bucetinha Rubens lambia tudo, dava tapinhas, me deixando louca. Foi quando ele puxou um pacote de camisinhas do bolso, ao sair pra buscar as tais peças que disse que iam ficar na casinha, na verdade ele foi buscar camisinhas que ele sempre guardava no carro, QUE SAFADOO!
Ele pediu que colocasse a camisinha nele, e assim fiz, comecei a bater uma punheta nele peguei uma camisinha(tipo uva) e fui encapando seu pau duro como o piso daquele chão, ele já gemia de tesão dizendo: VEM MANINHA, VEM METER COMIGO! VEM!
Me colocou de quatro naquele chão coberto por folhas de bananeira e começou a roçar a cabeça do seu cacete em minha xaninha, já tava bem molhadinha, foi quando aos poucos ele começou a me invadir com aquele picão duro e grosso dentro de mim, não agüentei e gritei muito: AINHH! AINHH! DELICIA! ISSO! METE! Ele me segurava pelas ancas enquanto metia num ritmo gostoso, podia sentir cada cm daquele mastro deslizando minha buceta a dentro, curtia a sensação, NOOSSA!! Aquele cheiro de uva da camisinha, aquele cheiro de chuva, meu irmão gemendo de tesão, me sentia a mais satisfeitas das mulheres.
Rubens depois de alguns minutos me colocou pra cavalgar em seu cacete, continuava a gemer de tanto tesão, eu gemia e gritava de tesão, enquanto me espetava naquele pau duro, senti meu corpo formigar de tanto desejo e comecei a gozar: AAAAINNNHHH! QUE GOSTÔOOOSO! AINHH! Subia e descia naquela pica deliciosa, quando descia começava a rebolar com o pau todo dentro de mim, naquilo meu irmão não agüentou muito e gozou gritando: OOHHH CARALHÔOO! QUE SAFADA EM VC! Senti ele gozando dentro enquanto me segurava todo enrijecido de tanto prazer.
A chuva não parava de cair, aumentava cada vez mais, enquanto ali sobre as folhas nos beijávamos, trocávamos caricias ainda nus esperando a chuva passar, foi quando depois de alguns minutos fui na janelinha da casa ver mais de perto a chuva cair e ver se estava diminuindo, que nada! Estava era aumentando cada vez mais, falei pra Nelson que tão cedo a chuva não pararia e me sentei junto dele nas palhas, foi quando ele falou: JÁ QUE NÃO DÁ PRA IRMOS NESSA CHUVA POR ESSAS ESTRADAS RUINS, VAMOS NOS ENTRETENDO POR AQUI! E foi me beijando novamente, passando a mão por minha bucetinha e começamos os amassos novamente, foi quando aos poucos ele foi começando a lamber minha xaninha de novo e começou a lamber também, outra coisa, MEU CUZINHO!!!
Senti aquela língua áspera roçar meu cuzinho e ele começou a enfiar um dedo dentro, foi quando me levantei assustada dizendo: AI NÃO RUBENS! POR TRÁS NÃO! Ele me perguntou porque não, eu falei que não porque doía muito,ele perguntou se já tinha tomado no cuzinho, eu falei que uma vez meu primeiro namorado ainda chegou a tentar colocar a cabeçinha, mas não agüentei e não dei, e falei: SE A DELE ERA PEQUENA E COLOCOU SÓ UM POUQUINHO DOEU? IMAGINA A SUA? O safado riu, me beijou, começou a me acariciar e me tranqüilizou de que se doesse e eu pedisse pra parar ele parava, concordei (na verdade queria saber a sensação tão conhecida ?de tomar no cu? mesmo), ele foi acariciando, colocou 1,2 dedos, cuspia no reguinho, voltava a acariciar, mesmo sendo incomodo aqueles dedos dentro do meu reguinho, comecei a ficar excitada, foi quando ele falou: VOU METER PRINCESINHA! Ele novamente me colocou de quatro, colocou a camisinha, e senti ele pincelar novamente com seu caralho, abriu minhas nádegas e começou a forçar a entradinha, senti aquele volume bem pouquinho dentro de mim, ele perguntou: TÁ DOENDO? TÁ VENDO? NÃO DOE! VOU COLOCAR SÓ MAIS UM POUQUINHO! Até hoje eu me lembro dessa ultima palavra que disse ?pouquinho? e depois ao segurar minhas ancas cravou seu cacete grosso e avantanjado no meu cuzinho de uma vez só, no mesmo instante gritei: AIIIIIINNN! RUBENS TIRA! TIRA! ME RASGOU, ME RASGOU!!! Confesso que ali fiquei zonza, a chuva caia e eu não escutava, a dor era tamanha que após gritar, parecia que meu fôlego tinha ido embora, não tinha mais força pra gritar, tremia suada sentindo aquele cacete grosso estocado dentro de mim, tinha a sensação que seria partida em duas, ele só gemia e dizia: CALMA MINHA DELICIA, CALMA! AHHHH!!! Aos poucos foi tirava (o que me aliviava) e depois colocava tudo de novo (o que me doía até na alma), e assim ficou, bombando devagar por alguns minutos, eu só gemia baixinho, mas aos poucos, aquele gemido de dor foi sendo trocado por gemidos de tesão!
Aos poucos o ritmo das estocadas dele aumentava, metia gostoso seu cacete duro até o tronco, onde pude sentir o roçar dos seus pentelhos nas paredes de minha bunda. Logo em seguida me colocou pra cavalgar nele novamente, só que dessa vez metendo no meu cu. Me estrepava toda naquela cacete latejante, até embaixo, aos poucos fui aumentando a velocidade, aumentando, até quando dei por mim já estava gemendo e dizendo obscenidades: METE MANO, METE NA TUA IRMÃ VADIA! METE! AIIIHNN! Ali me senti verdadeiramente uma puta, uma vadia, foi quando meu irmão disse que ia gozar de novo, ele grunhiu igual um selvagem e gozou no meu cuzinho, só ai percebemos que a camisinha tinha rasgado e de fato meu cuzinho estava cheio da porra dele, QUE DELICIA!!! Ficamos ali deitados, entregues ao gozo e esperando a chuva passar.
Nisso, saímos da casa de máquinas perto das 5 horas da tarde, a chuva não passara completamente, mais estava o suficiente para irmos com a pick-up sem nenhum risco. Ao chegarmos na casa nossas primas perguntaram por os doces e compotas que iríamos buscar, até pra nosso espanto, tínhamos esquecidos, foi quando falei e menti dizendo que a chuva tinha nos impedido de ir buscar, mas mal sabe elas que não levei doces ou compotas, mas em compensação ganhei BANANAAAAA!!!


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Nua na porta do carro


Era domigo depois de passar o dia inteiro na praia,tomei um banho e observei as marquinhas do meu biquini bem acentuada e fiquei toda excitada pois o meu biquini n?o ? fio dental mas ? bem min?sculo que mau tapa a minha xaninha e entra quase todo no meu reguinho.Nossa como eu fiquei morena .L? pelas 23hs Convidei o meu marido para sairmos e tirarmos umas fotos e ele adora me fotografar e eu fico toda excitada na frente dos flashes.Fui no quarto tirei o meu sortinho e a blusinha e coloquei uma camiseta de f?sica branca do meu marido como tenho 1:50mt de altura ficou um micro vestido em mim e me maquiei coloquei uma sand?lia vemelha bem alta e saimos.Quando passamos pelo porteiro que ? um homem sessent?o dei boa noite e ele ficou me olhando estarrecido notou que estava sem calcinha e com a bundinha quase a amostra,com os bicos dos seios bem durinhos.Comecei a rebolar gostoso em cima daqueles salt?o. Coloquei a m?o no ombro do meu marido,a camiseta subiu e a bochechinha da bunda ficou aparecendo eu e meu marido sorrimos.Passamos num quiosque compramos uma cervejinha para aquecer o clima e os bebuns ficaram me tarando eu bem que estava gostando.Chegamos numa pracinha num bairro afastado meia escura e n?o tinha ningu?m aparentemente pois passamos devagar e observando bem e sendo quase meia noite dificilmente teria algu?m por ali.Comecei a fazer umas poses bem sexy s? de camiseta e comecei a esquentar devido a cerveja e a ficar toda molhadinha ent?o resolvi tirar a camiseta e o meu marido me achou linda bronzeada e nua.Botei as m?os no encosto do banco da pra?a e empinei o bumbum para tr?s e deixei a minha bucetinha toda exposta.Nossa que tes?o. De repente veio um carro de farol apagado e eu fiz como sempre o marid?o ensinou fui andando tranquilamente para a porta do carro me inclinei e enfiei a cabe?a para dentro e o meu marido entrou no carro para simular uma garota de programa.S? que desta vez n?o deu certo, o carro encostou na nossa frente bem embaixo do poste e eu gelei .O cora??o disparou e veio parar na boca.Eu fiquei ali paralisada sem saber o que fazer ,mas interessante ? que fiquei toda arrepiada e excitada com medo mas gostando do que estava acontecendo e nem me mexi.Quando desceu um jovem moreno de uns 26anos e 1,70mt de altura e veio em dire??o do meu marido e eu ali todinha peladinha parada,porque se eu entrasse no carro ele me veria nua por inteiro exposta aos olhos de um homem estranho.Ele inclinou-se na janela do meu marido e falou que estava com o colega na outra rua de cima tomando uma cervejinha no carro depois do jogo de volei e viram quando n?s chegamos e ficaram curiosos pois quando o meu marido batia as fotos eles me viam mas n?o tinham certeza de que eu estava realmente nua porque estava muito longe e curiosos se aproximaram .Pediram desculpas e disseram que pod?amos continuar a tirar fotos que eles n?o iriam de jeito nenhum apelar. Cada vez que ele olhava pra mim com os bra?os na frente dos seios eu ficava toda arrepiada.Disse que se nos quis?ssemos eles iam embora.Meu marido olhou pra mim e acho ate que j? estava excitado tamb?m.Perguntou se eu queria continuar e eu j? cheia de tes?o e melada falei que ele ? quem sabia .O meu marido desceu e os dois vieram pro meu lado e eu ali nuazinha n?o sabia nem o que fazer.Ele me apresentou e se apresentou como Carlos e o rapaz se apresentou como Roberto e outro tamb?m desceu e veio e se apresentou com o nome de Ricardinho mas s? o nome era pequeno, pois era um galego alto de mais de 1,80 mas muito lindo e eu de lado apertei a m?os dos dois ainda receosa .Conversamos e eles disseram onde moravam e me elogiaram e disseram que adoram mulheres loucas e corajosas.Ofereceram um gole de cerveja eu aceitei e quando fui pegar a latinha fui me expondo devagarinho os meus seios e quase mostrei meio de lado a minha xaninha bem raspadinha e lisinha.Nos deixaram a vontade e sentaram no encosto do banco com a latinha m?o .O marid?o mandou eu ficar na janela com o bumbum pra tr?s.Ele come?ou a me fotografar e eu virei de frente e eles quase ca?ram do banco ao ver as minhas marquinhas e a? me soltei mais diante daqueles olhos me tarando e quase me devorando.Meu marido pediu para ir ate a janela do carro deles onde era um pouco mais iluminado e me inclinei na janela como uma garota de programa e bem tarada e toda molhadinha arrebitei a bundinha pra tr?s e abri um pouco as pernas.Eles puderam ver a minha xaninha raspadinha e lisinha por tr?s toda arreganhadinha.Suspiraram e come?aram a me elogiar e chamar de gostosa e o meu grelinho ficou durinho de tes?o.Depois fizemos varias poses na frente do carro deles com as pernas abertas e bem fresca.Fui ficando mais segura e excitada e cheguei perto deles e tomei mais um gole da cerveja colocando os meus seios bem pertinho s? pra provocar os dois jovens cheios de tes?o,pois j? estava toda meladinha e bem sem vergonha .Eles estavam de pau duros naqueles shorts de nylon que parecia at? uma barraca.rs.A? o marid?o pediu pra eles se afastarem do poste e simular que vinha em sentido contr?rio a mim na cal?ada.Assim eu fui caminhando e rebolando peladinha em dire??o a eles e eles em minha dire??o.Quando fui me aproximando deles ficaram olhando pra minha bucetinha sem piscar e eu fui ficando molhadinha sendo secada pelos dois e quando cheguei perto os dois abriram e eu passei no meio louca que eles me desse uma m?osada na minha bunda.Eles pararam debaixo do poste eu voltei e passei por eles e rebolando como uma putinha bem fresca.Eles vieram atr?s me chamando de gostosa ,que bundinha deliciosa e eu fiquei doidinha de tes?o.O marid?o conversou com eles e fomos para o centro da pracinha onde era mais escurinho se sentaram no banco e mandou eu sentar no meio deles e apoiasse a m?o nas pernas deles e assim foi fotografando. Ent?o o Ricardinho puxou a minha m?o para cima do pau dele eu gostei de sentir aquele pau que nem pedra quando o Roberto viu tamb?m fez o mesmo.Tiramos varias fotos e eu j? estava a mil louca que eles tomassem uma iniciativa.O fotografo mandou me levantar e ficar de p? na frente do Roberto e colocar a m?o nos joelhos e o meu cuzinho ficou todo arreganhadinho e xaninha toda abertinha.Senti um frio na espinha quando o Roberto n?o aguentou e enfiou aquela linguinha gostosa toda na minha xaninha melada e chupou t?o gostoso que gozei de tanta tes?o que j? n?o aguentava mais.Meu marido pra me acabar mandou sentar no banco e fiz uma pose de vagabunda encostada no banco com as os p?s em cima e as pernas aberta com a xaninha toda a disposi??o.N?o deu outra o Ricardinho se ajoelhou e me enfiou a l?ngua dentro minha xaninha e come?ou a mordiscar o meu grelinho e chupou a mina xaninha bem devagarzinho e eu n?o aguentei puxei a cabe?a dele com for?a contra a minha bucetinha e gozei feito louca com as pernas esga?adas e ent?o o Roberto me puxou para o lado e desceu o short e eu quase caindo sentei no colo dele sem resistir.Foi entrando aquela vara inteira na minha xaninha gemi de prazer e me pegou pela cintura e me ergueu pra frente eu quase de quatro com as pernas aberta,comecei a rebolar gostosa com as m?os no joelho fui comida ali diante da c?mera e ele colocou o dedinho no meu clitoris e mexia gostoso.Gozei sem parar e ele tamb?m gozou e quando me soltou e sentou tirando aquele talo gostoso, a porra pingava pelas minhas coxas e ent?o o Ricardinho me puxou e sentou na ponta do banco com o shorts l? embaixo e eu de frente pra ele fui me agachando bem tarada.Sentei em cima daquela tora e engoli tudo dentro da minha bucetinha .Que delicia , cavalguei alucinada com aquele loir?o dentro de mim rebolando e gemendo de tanto fogo e ele se inclinou um pouquinho pra tr?s e eu cai com os meus peitos dentro da boca dele que chupava com for?a e me deixando de cuzinho arreganhado a amostra .Quando lembrei do Carlos e olhei pra ele estava guardando a c?mera e pegou uma camisinha colocou naquela vara enorme que ele tem e veio e me acariciou a minha bundinha e disse que estava linda e gostosa se agachou e come?ou a esfregar aquela vara lubricada no meu cuzinho.Eu gemia prazer e gozava com cada toque que ele dava no meu cuzinho.E eu estava louca pra que ele enterrasse tudo mas a posi??o n?o era boa mexi com for?a e rebolei como uma vadia e o Ricardinho tamb?m gozou.Sai de cima dele e coloquei as m?os no banco empinei a bundinha bem pra tr?s e abri as pernas,arreganhei o cuzinho com as duas m?os e ele foi enfiando aquele paus?o no meu rabinho e gemi e pedi pra botar tudo e ele encostou as bolas na minha bundinha.Rebolei como uma putinha para o marid?o na frente dos dois estranhos minhas pernas ficaram bambas e eu pedi que ele gozasse porque eu n?o aguentava mais ele tirou o pau do meu cuzinho e jogou a camisinha fora e me deitou no banco passou as m?os de fora pra dentro nas minhas coxas me ergueu e deixou a minha bunda fora do assento do banco e cravou aquela tora gostosa na minha xana e come?ou a movimentar e a rebolar com muita for?a eu gozei que nem uma vadia louca.Naquele entra e sai gemendo e rebolando,o meu marido tamb?m gozou.Quando ele saiu de cima de mim a porra escorria nas minhas pernas e eu fiquei toda babada e sorri.Ent?o o Roberto entrou no carro e trouxe uma caixa de len?os descart?veis e me entregou.Me limpei e devolvi a caixa e ele foi no carro e pegou um cart?o e me deu caso eu quisesse repetir a dose era s? ligar.Eu agradeci eles me beijaram no rosto e passaram a m?o na minha bundinha e disseram que era linda e que adoraram tudo.Eu agradeci e eles sa?ram.Fui rebolando toda satisfeita e poderosa para o carro.Coloquei a camiseta e sem calcinha,sentei no carro e o maridao pegou o cart?o e rasgou e disse que cada loucura s? ? gostosa se fizermos uma s? vez e com pessoas diferentes.Concordei e fomos para casa.Beijos a todos
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Virei mulher de um cachorro

Meu nome é Karla e hoje tenho 24 anos, sou casada, adoro sexo, na verdade não vivo sem ele. Sou uma mulher sarada, malho muito pra estar sempre gostosa e uso isso pra atrair os machos na hora que to no cio,rssss. Meu relacionamento com meu marido é liberal, ele sabe a algum tempinho das minhas escapulidas e eu sei as dele e assim vivemos na paz e estamos sempre nos entendendo. Ninguém coba nada de ninguém Gosto de experimentar novas aventuras e quando estou com sede de sexo não penso muito e ajo conforme meu corpo manda, e o que vou relatar a qui aconteceu quando tinha meus 16 aninhos. Eu já nessa idade tinha meu corpo bem definido, estava praticamente começando a adolescência e os namoricos eram constantes. Sempre tinha uns amaços e toques mas nada além disso. Eu ficava furiosa as vezes eu era quem dava encima dos meninos mas eles nada, quando começava a ficar bom davam sempre um jeito de escapulir e eu como não era nenhuma santinha não aguentava e quando chegava em casa me acabava na masturbação. Até que uma amiga me convidou pra passar um fim de semana em seu sítio. Iríamos eu ela o namorado e o seu pai que era divorciado. A princípio disse que não queria pois não gostaria de empatar o seu namoro, mas no dia seguinte ela disse que tinha pedido ao namorado que levasse um amigo para ficarmos juntos. Acabei sendo convencida e como estava no cio era uma boa oportunidade de dar minha xaninha que já estava inchada de tanta vontade de ser comida. Chegamos no sítio, mas quase desisti, acabou que o namorado e minha amiga não trouxe nenhum amigo e eu só fui convencida a ir por que minha amiga insistiu muito e como não faria nada no fim de semana pelo menos ficaria fora por uns dias. O sítio era lindo, o pai de minha amiga estava sempre por lá e cuidava muito bem. O lugar ficava num vale cercado por uma mata e ao lado corria um córrego que o pai de minha amiga acabou fazendo uma piscina com água natural. Havia m estábulo em que ficava um cavalo lindo chamado zeus, era um manga Larga que era o xodó do pai dela. E na casa tinha um labrador, Laco, era seu nome, um manto negro lindo que fiquei apaixonada na hora. Além da casa dos caseiros um casal muito simpático que fazia tudo para nos agradar. Saímos de casa bem cedo e assim que chegamos ainda não era a hora do almoço e resolvemos cair na piscina e aí que começou o meu problema. Havia esquecido meu biquíni em casa e minha amiga acabou tendo que me emprestar um dela, até aí tudo bem só que eu sempre tive a bundinha grandinha e as pernas grossas e minha amiga era bem magrinha então viu no que deu. aém d aparte de cima que só tapava praticamnte a ponta de meu seio. Fiquei com o biquíni cravado na bundinha que parecia mais um fio dental. achei que não teria coragem de me expor mas mais uma vez minha amiga me convenceu que eu tinha ficado toda gostosa e acabei indo. Chegamos na piscina e lá estava seu pai sentado na borda com os pés na água sem coragem pra entrar dizendo que estava fria demais. E assim que eu tirei a toalha e fui me sentar o coroa nem disfarçou e parecia me comer com os olhos. Minha amiga ainda estava na casa com o namorado e não presenciou a sena mas eu percebi logo e na hora fiquei um pouco constrangida mas logo depois o fogo acendeu dentro de mim e comecei a ficar meladinha. Aquilo era mal sinal, afial era um coroa e pai de minha amiga. Mas o velho era safado e foi logo se levantando e ido em minha direção e perguntando se eu queria beber alguma coisa. pensei, eu heim , essa cara não sabe que sou de menor como vem me oferecendo bebida. Aquilo me atinou mais ainda e comecei a pensar besteiras. O pai dela até que era um coroa inteiraço, tinha 50 anos, era um homem alto quase 1,90 tipo coroa de praia fortão bem bronzeado, mas nunca havia me passado na cabeça seduzir um homem mais velho, aliais bem mais velho do que eu. Pensei um pouco antes de responder e antes de aceitar eu queria ver até onde iria aquilo e perguntei a ele se ele deixava a sua filha consumir bebida alcoólica? Ele disse que a filha não gostava de bebida alcoólica, isso era verdade, pois sempre quando saíamos ela nunca bebia, ficava sempre no suco ou refrigerante, mas ele completou e disse que se fosse só um pouquinho não haveria problema. Hum, pensei, esse cara tá afim de me deixar ligadinha. Nossa isso foi me deixando mais excitada e comecei a pensar bobagens, já me vendo comida por ele. Acabei aceitando e perguntei o que ele tinha pra bebermos. Percebi a felicidade em seu sorriso quando aceitei e ele foi logo dizendo que poderia ser uma cerveja ou uma caipirinha, eu escolheria. Quando ia responder minha amiga chegou com seu namorado e com cara de chateada dizendo que teria que voltar, pois o tio de seu namorado havia falecido. Olhei pro pai dela que também franziu o rosto dando pra perceber que havia ficado contrariado também, mas logo saiu com essa e disse que não poderia leva-los mas que o namorado poderia descer com o carro dele e depois do enterro poderiam subir pro sítio novamente. Eu já ia me levantando pra trocar de roupa quando minha amiga falou que eu não precisaria ir, que logo que o enterro terminasse eles voltariam Eu fiquei meia indecisa mas diante do que estava rolando ali com o coroa ficar sozinha com ele seria uma oportunidade e tanto de ser devorada pelo pai dela,rs. olhei pra ele e com a cara mais sínica perguntei se não riria atrapalhar. Ele, lógico que não menina, será bom que me fará companhia. Então tá fico, mas nos de notícias quando estiver lá e quando estiver voltando. tá bom e nos despedimos e se foram. Continuei na piscina e logo o pai dela veio com uma garrafa de vinho e me pergunto se eu gostava. Estranhei pois ele havia me oferecido caipirinha e cerveja, mas acabei achando ótima a idéia, pois mesmo não sendo muito ã de vinho a um tempinho atrás numa festa de amigos de escola acabei tomando um vinho e a sensação tinha cido ótima fiquei soltinha e olha que só bebi uma tacinha. Pronto começamos a beber o vinho e a conversar. Acabei contando minha curta vida pra ele e cada vez que bebia mais mais eu ficava solta, e ele percebendo ia me oferecendo cada vez mais. Ele me contou por que seu casamento não havia dado certo e fiquei surpresa pois ele acabara de me confessar que a sua esposa era péssima na cama, só queria fazer o tradicional. Eu não acreditei quando me falou isso mas estava gostando do rumo da conversa e estava toda melada e a quenturinha na barriga sempre foi o meu sinal que o tesão estava a 1000. E aproveitei o papo e perguntei o que era pra ele o sexo tradicional? Ele disse que era o papai e mamãe, e que ele era um cara que apesar da idade era totalmente liberal e estava sempre aberto a novas experiências. E nesse instantante ele tira o short que usava e ficou só de sunga. Notei logo que seu pau era bem grande e parecia que pularia da sunga. Aquela visão me deixou louca e nem pensei no que poderia rolar e perguntei a ele se poderia passar o protetor em minhas costas e fui virando e de quatro com a bunda toda pra ele com o biquíni cravando no meu rego abaixei o encosto da cadeira e fui descendo bem devagar deixado minha bundinha empinadinha. Sem olhar pra ele pedi que pegasse o protetor e pra ficar melhor desabotoei a parte e cima deixando minhas costas toda nua. Eu estava ali como um jantar na mesa doida pra ser devorada e logo senti suas mãos grandes alisando minhas costas. Ele começou apelos ombros e foi descendo até perto de minha bunda parando logo assim que tocou no biquíni eu quase que gemendo pedi que já que estava ali que passasse no resto e levemente empinei mais um pouquinho minha bundinha. Não vi seu rosto mas imagino como estaria ele com a cara de surpresa com minha reação. Começou a esfregar em meu calcanhar e foi subindo sempre com as duas mãos por minhas coxas até minha bunda. ele esfregava e apertava levemente e foi deixando seus dedos deslizarem pra dentro de minhas pernas até a virilha. Não aguentei e abri um pouco mais levantando minha bunda. Nessa hora ele falou sussurrando em meu ouvido se poeria ir mais do que estava fazendo. Sem responde-lo e já totalmente embriagada pelo vinho e tesão pedi que tirasse meu biquini e poderia fazer tudo comigo. Ele arrancou meu biquine e abrindo minhas perna começou a a alisar minha xaninha que já estava toda melada e tentando enfiar seu dedo parou quando gemi um pouquinho de dor. Ele para e me pergunta se eu era virgem e fiz que sim só com a cabeça e ele recuou um pouco mas eu estava decidida, teria que ser ali com aquele homem e pedi quase que implorando que ele me fizesse mulher. Ele me pegou e me levantando fiquei ali toda nua em sua frente e vi que ele já estava totalmente nu. Seu pau era lindo, devia ter uns 18 cm mas era grossinho e tinha muita s veias. Não via a hora de te-lo. Ele então me faz chegar perto pergunta se é aquilo que eu realmente queria? Eu respondo que sim e ele me diz se é aquilo mesmo terá que ser como ele quizer. Eu já doida pra ser comida e sem pensar em nada digo que farei tudo, mas tudo que ele mandar. Nessa hora levo logo um tapa na cara e sou xingada de putinha safada e sem dar tempo ele manda logo eu abocanhar seu pau. Me ajoelho em começo a lamber aquele pau maravilhoso. Tudo de bom, aquele cheiro de macho em minha cara, ele falando que eu nunca mais esqueceria aquele dia e que eu faria tudo que ele mandasse. eu mamava aquela pica como uma bizerrinha ele então me levanta e me leva pro balcão do bar eme faz debruçar. Fico com a bunda toda pra ele que me faz abri-la com as mãos deixando meu cuzinho todo arreganhado. ele pega um pano de prato e venda meus olhos. Aquilo tudo me excitava cada vez mais e logo sinto sua língua em meu cuzinho que começa a piscar. Sua língua começa a variar entre meu cu e minha xaninha. Isso foi me deixando alucinada, eu rebolava cada vez mais e pedia que ele me fodesse logo. Vem meu macho come logo sua cachorrinha. Vem gostoso faz a sua putinha de mulher. Levei um tapa na bunda que ardeu muito mas nem liguei. Cala a sua boca, puta, vagabunda, cachorra, antes de te fazer mulher sua putinha vou fazer você experimentar de tudo. E logo comecei a sentir seu pau no meu cu e imaginei logo que seria enrabada. Vem seu velho safado, come meu rabo. Mal terminei de falar e dei um gritinho ao sentir seu pau entrando em meu cuzinho. Aiiiiiiiiii, seu safado, e comecei a rebolar e a engolir se pau. Isso você já tinha feito né sua cachorra? Só uma vez com um namoradinho seu tarado. Meu cu ardia mas a vontade era tanta que eu rebolava cada vez mais até que minha bunda engoliu aquele caralho todinho.Ele começou a socar. Eu sentia dor e praxer, cada vez que socava eu sentia suas bolas baterm em minha xana, aquilo dava uma arrepio em meu corpo que fazia com que eu rebolasse cada vez mais. Ele mepegava pela cintura e me puxava pra ele. Eu sentia seu pausão arregaçar meu cu a cada estocada. Ele me xingava e dizia que eu era muito vagabunda, Eu concordava, dizia que era muito mesmo e que seria dele sempre que ele pedisse. Logo comecei a sentir sua porra quente inundar meu cuzinho. Ele urrava, aquilo me dava muito prazer, eu uma menina satisfazendo um coroa. Ficamos grudados um pouco até que comecei a sentir seu pau amolecer e a escorregar pra fora de minha bunda. Fiquei surpresa com a quantidade de porra que não parava de sair. Fiquei um pouco frustrada pois achava que ele ma faria mulher, mas foi aí que o bicho pegou literalmente. Eu já estava pra tirar a venda de meus olhos quando fui impedida por ele e pra logo ele falar que ao meu dia só estava começando. Pedir pra me limpar mas fui impedida por ele que foi logo dizendo que vagabunda como eu não tinha direto de pedir nada. Como meu fogo ainda não havia queimado aceitei e fui levada por ele pra dentro de casa. Entramos e fui colocada de joelhos debruçada numa poltrona de duas pessoa. Pensei que seria enrabada novamente e logo fui algemada. Fiquei com os braços abertos algemada aos encostos de braços da poltrona, olhos vendados e toda a merce do coroa. Se não fosse o tesão que sentia eu temeria pelo que poderia acontecer, mas nem pensei nisso na hora só queria gozar e me tornar mulher. Ele abre minha bunda e me diz que ainda tem porra escorrendo e pergunta se quer que limpe. Eu respondo que ele faz o que quiser comigo. Nisso ele se levanta e some por alguns minutos. eu começo atentar imaginar o que ele poderia estar fazendo e logo escuto ele entrando e percebo que não está só. Fiquei um pouco temerosa pois até então nem imaginava o que poeria rolar dali em diante mas logo percebo que é o Laco e nem me dando tempo de imaginar o que aconteceria sinto seu focinho e língua em meu cuzinho. Fiquei apavorada mas sem ter como sair pedi que me soltasse mas logo levei um tapa tão forte que a venda caiu de meus olhos e dei de cara com o pau do coroa na minha cara. Laco lambia com tanta vontade que fui me deixando levar e passei a curtir suas lambida. Sua língua áspera parecia que entraria em meu cuzinho, Comecei a ficar melada e logo que ele sentiu começou a lamber minha xana fazendo eu ficar arrepiada. Sem falar nada o coroa foi colocando o pau na minha boca. Ele ainda estava meio mole e foi ficando duro e crescendo em minha boca. Hum que delicia eu estava sendo lambida e tinha um caralho na boca ao mesmo tempo. Ele olhava pra mim e perguntava se estava gostando? Eu sem falar e com o pau na boca só fazia que sim com a cabeça. ele me olhava e dizia que eu era muto gostosa e que eu seria sempre dle, que eu nunca mais esqueceria aquele dia, e me xingava de suja, cadela puta safada, piranha. Aquilo ia me deixando mais alucinada até que de repente Laco sobe em minhas costas e começa a bombar seu pau na direção de minha boceta encharcada do mel mel e da baba dele. Olhei pro coroa e ele me manda deixar o Laco me fazer mulher. E diz que quer me ver ser comida pelo cachorro e quer gozar na minha boca. Eu dou uma relaxada e começo a sentir a ponta de seu pau forçar minha boceta. Sinto logo uma ardencia pra logo em seguida sentir o pau do Laco invadir minha xaninha. Pronto virei mulher de um cachorro. Seu pau entrava e saia com muita velocidade minhas mãos fechavam tentando aguentar aquilo tudo dentro, doía tanto que acabei mordendo de leve o pau do coroa que me deu outro tapa me fazendo ficar quieta. Obedeci e logo comecei a sentir o pau inchar dentro de mim. Nossa que pau gostoso do Laco, ele socava muito rápido até que senti uma bola travar o pau dele dentro de mim pra logo em seguida me fazer gozar feito uma loca, eu larguei o pau da boca e gritava e pedia mais e olhando pro coroa que assim que larguei seu pau ele continuava com uma punheta pedi porra, vem me dá leitinho seu tarado filho da puta. Logo senti sua porra em minha boca abri o que pudi e levei na cara e na língua seu leite quente. Engole sua vagabunda. Engoli tudinho só deixando um pouco que escorria pelo queixo. Eu estava ali toda gozada na cara e presa pelo pau do Laco exausta. depois de uns 15 minutos consegui me descolar do Laco. Sua porra misturada com sangue escorria por minhas pernas sendo logo lambida por ele. O coroa tirou minhas algemas e eu exausta não conseguia me levantar. Fui pega no colo e levada pra banheira onde fiquei por mais de uma hora até consegui me levantar e ir direto pra cama, toda ardida mas completamente satisfeita. Dormir até o dia seguinte, não tive forças nem pra comer, acordei nua na cama só com um lençol sobre o corpo e com um beijo delicioso do coroa pra em seguida perguntar se eu estava inteira pra mais um dia de surpresa. Olhei e disse que até queria mas a sua filha e namorado voltariam naquele dia e ficaria difícil. Você que pensa, choveu muito a noite e uma barreia fechou a estrada e que só iria ser liberada no dia seguinte. Hum adorei! Karla. ( cachorra.devassa@gmail.com)



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Bela Adormecida

Após alguns meses de convivência, confiei as chaves do meu apartamento à empregada que arrumava semanalmente a minha casa ela era uma morena bonita e muito safada, com seus quarenta e poucos anos esbanjava muita sensualidade, vivia me provocando e quando eu partia para cima que nem um cachorrinho no cio ela corria e vinha com aquele papo de que eu tinha idade para ser seu filho. Essa brincadeira de gato e rato com a empregada durou algum tempo até que o tão sonhado dia de consumar o fato chegou. Entrei em casa e não a encontrei, fui para o meu quarto e quando abri a porta a ela estava lá, a empregadinha mais gostosa do mundo adormecida na minha cama, com as pernas entre abertas e o seu vestido meio que levantado eu podia ver o fundo branco da sua calcinha sem precisar me abaixar, tranquei a porta suavemente e me sentei na beirada da cama, fiquei a admira - lá por alguns minutos, eu já estava de pau duro tomado de desejo quando comecei a alisar suas pernas, ela não fez nenhuma reação então minhas mãos foram subindo e quando toquei o fundo da sua calcinha pude sentir que ela estava úmida, puxei vagarosamente a sua calcinha para o lado e contemplei aquela bocetinha raspada. Ela se mexeu bruscamente virando de costa, a calcinha era apenas um fio que descia da sua cintura e sumia entre as suas nádegas. Não, ela não poderia estar dormindo tão profundamente ao ponto de não sentir meus toques na sua pele sedosa, era nítido que ela estava arrepiada e olhando melhor, o zíper do vestido era nas costas, sim ela estava me conduzindo, abaixei o zíper e ela tornou a se virar na cama, fui puxando o seu vestido e os braços passaram fácil pelas alças revelando seus peitos, eram grandes, com bicos enormes e pontudos, comecei a mamar ora um ora o outro enquanto minha mão alisava a sua bocetinha, terminei de puxar seu vestido e é claro que eu tive uma ajudinha para transpor seus largos quadris. Despi-me rapidamente e quando tentei penetrar, ela tornou a se virar, abri suas pernas e vi que o fio da calcinha passava por cima, mas não tapava o seu cuzinho, puxei o fio para o lado e pincelei meu caralho no cuzinho dela, ela tornou a se virar na cama. Fiquei na duvida o que será que ela quer? Ela ainda fingia estar dormindo, retirei sua calcinha ela agora estava peladinha na minha cama, voltei alisar suas pernas mais ela não se abriu, me deitei sobre ela e beijei-lhe os lábios sem resposta, beijei seu pescoço e senti sua contração de arrepio, voltei a mamar seus peitos e suas pernas se abriram, fui descendo com beijinhos pelo seu ventre ate chegar na sua bocetinha minha língua tocou no seu grelinho e após algumas lambidas ela tornou a se virar, continuei chupando a empregadinha, ela se arqueava um pouquinho para que eu a penetrasse com a minha língua que ora entrava na bocetinha ora entrava no cuzinho. Eu estava em um estado em que não me agüentava mais de vontade de meter, subi pelas costa dela enfiado meu caralho duro entre as suas pernas, sua bocetinha molhada parecia um imã atraindo meu caralho, a invadi numa única estocada, quente e úmida eu nem cheguei a meter e já sentia meu caralho jorrando dentro daquela bocetinha, assim que ele parou de pulsar eu comecei a socar ela arqueou seu quadril e o meu caralho enterrava todo naquele bundão que tremulava com as minhas estocadas, entre uma e outra escapulida tentei empurrar no cuzinho da empregada, mas ela tornou a se virar, estava entrando na vara e ainda fingia que estava dormindo, peguei ela no franguinho assado e soquei naquela bocetinha, ela gozou, estava toda babada e toda vez que eu empurrava sua bocetinha fazia barulho isso foi me deixando mais excitado e eu socava cada vez mas forte, não estava dando mais para ela fingir que estava dormindo, ela mordia os lábios e contraia o rosto de tesão enquanto eu socava, aproveitando que ela estava de olhos fechados decidi fazer igual nos filmes e terminar gozando no rosto dela, não agüentei de tesão e já tirei da bocetinha dela cuspindo sobre seu ventre e conforme eu fui subindo fui deixando meu rastro de prazer sobre seus peitos, rosto e cabelos eu ainda espremia as ultimas gotinha de leite quando ela caiu de boca no meu caralho, ela chupou com tanta vontade que me deixou de pernas bambas, tive a sensação de estar gozado novamente dentro da sua boca. Depois dormimos abraçadinhos e quando eu acordei, ela já estava terminando seus afazeres domésticos e negava tudo o que tinha acontecido e dizia que eu chequei cansado do serviço e tinha sonhado que era tudo coisa da minha cabeça, mas depois de insisti e dar detalhes de toda a nossa transa ela disse com aquela cara de safada que quando o sonho é bom ele parece tão real que agente acaba acreditando que é verdade e finalizou a frase dizendo quem sabe seu sonho não pode se tornar realidade algum dia, só depende de você.



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A mãe do amigo

A primeira vez em que a vi, fiquei sem palavras. Ela era linda, seus olhos verdes pareciam me hipnotizar e por alguns segundos realmente parecia que eu tinha saído de orbita, só admirando a sua beleza e tentando imaginar como seria seu corpo nu. Na segunda, tive a impressão de que o desejo era recíproco, mas ela era a mãe do amigo e eu estava sem jeito chegar nela. Saímos do serviço e começamos a beber, Glauco excedeu um pouco e eu o acompanhei ate a sua casa. Ele voltou à mora com a sua mãe depois do divorcio. Apertei a campainha e Dª Fátima veio atender, olhou para o filho balançando a cabeça em negativa e me pediu ajuda para levá-lo para o quarto, sugeri um café forte e ela disse que seria melhor um banho frio. Fomos para o chuveiro, despir o Glauco não foi uma tarefa fácil e tanto eu como a Dª Fátima ficamos molhados. A água modelou os peitos da Dª Fátima na blusa molhada e ela tinha peitinhos lindos para uma coroa de quase sessenta anos. Em determinado momento ela me apanhou olhando fixamente para os seus peitos, olhou para si mesma e perguntou o que é que eu estava vendo e meio sem jeito eu disse que não estava vendo nada. Então ela retirou a blusa e perguntou se agora dava para ver melhor e eu ainda sem jeito disse que sim e que ela ainda era uma mulher muito bonita. Ela me chamou para levar o Glauco para o quarto, o colocamos na cama, ela procurou uma roupa no guarda-roupa dele e falou para ir com ela. Fomos na direção do quarto dela e ela trancou a porta depois que eu passei, me deu as roupas na mão e mandou que troca-se antes que eu pega-se um resfriado. Estava um pouco indeciso quanto a me despir diante da mãe do amigo, mas ela novamente tomou a iniciativa, baixou a calcinha sem tirar a saia e se curvou sobre uma cômoda a procura de outra calcinha eu me controlava para não tentar espiar por baixo daquela saia e ela com outra calcinha na mão me perguntava se essa estava boa, foi difícil de acreditar que uma mulher de certa idade ainda usa-se peças minúsculas como aquelas, mas logo em seguida ela puxou outra perguntando se eu preferia esta. Entrando no clima respondi que seria melhor ver no corpo do que na mão e ela concordou. Vestiu a calcinha e depois tirou a saia, já não dava para esconder a minha excitação ao olhar para aquela parte transparente e ver o seu triangulo de pelos, seminua, ela desfilou como uma modelo e depois de ir e vir ela perguntou se eu só ia ficar olhando. Instantaneamente minhas roupas caíram sobre o chão enquanto a tomava em meus braços, nos beijamos ardentemente e depois ficamos ofegantes nos olhando e então ela disse, eu não quero um gatinho, eu quero um leão. A principio, vaguei mas, quando demos o segundo beijo eu logo entendi que ela gostava de uma pegada mais forte. Ela mordeu o meu lábio e na dor o primeiro movimento foi de repulsa mas, ela estava com os dentes atados e eu não tive outra alternativa a não ser agredi-la também. Seus olhos brilhavam a dor parecia lhe excitar ainda mais eu passava os dedos nos meus lábios e podia sentir o corte dos seus dentes junto com o gosto de sangue. Chamei-a de louca e a empurrei para cama, pretendia sair do quarto quando ela me chamou perguntando se eu a iria deixar assim, ao me virar, vi que ela tinha jogado a calcinha para o lado e se masturbava com dois dedos na xaninha. Voltei e cai de língua naquele grelo, ela me asfixiava com suas pernas e me puxando pelos cabelos de encontro a sua xaninha, só depois que eu comecei a morder a sua xaninha foi que ela suavizou e então pude respirar melhor enquanto a lambia, em seguida comecei a pincelar meu cacete na sua xaninha ouvindo as suas suplicas para que eu a fode-se, ela foi ficando desvairada, se debatia na cama, xingava e pedia para lhe bater, dei uns tapinhas e logo ela reclamou mandando que mete-se com força e bate-se que nem homem. Fiquei um pouco impaciente, levantei suas pernas e dei umas estocadas vigorosas balançando toda a cama, ela parecia se deliciar, me batia na cara e me chamava de cachorro. Aquilo era diferente de tudo o que eu já tinha vivido, meu cacete estava avermelhado pelo atrito, pulsante mas eu não conseguia gozar e continuava em cima dela como uma britadeira perfurando ferozmente ate ouvir ela anunciar seu gozo e depois me agarrar para conter minhas estocadas, curtimos um pouco aquele momento e eu ainda continuava pulsando dentro dela quando ela falou no meu ouvido, para que eu a pega-se por trás, a coloquei de quatro, segurei na sua cintura e continuei empurrando sem pena enquanto ela tentava fugir de mim, encaixei uma, duas e na terceira vez em que saiu da sua xaninha ela mandou que eu deita-se e veio por cima, segurou meu cacete e montou, foi forçando gradativamente ate ter ele todo enterrado no seu rabo e então começou a cavalgar enquanto me batia na face e me perguntava se eu estava gostando do cuzinho dela. Dessa vez não deu para segurar, gozei dentro e enquanto meu cacete golfava no rabo dela, ela se alisava freneticamente numa siririca, gozando logo em seguida depois deitou sobre o meu peito e ficou contraindo o seu cuzinho ate conseguir me expulsar. Adormecemos abraçados e pela manhã fui acordado com uma gulosa chupada que eu nem entendi direito o que estava acontecendo mas, já estava enchendo a sua boca de leite enquanto Fátima se deliciava. Acabei perdendo a amizade do Glauco que não quis entender o nosso relacionamento mas, continuo esfolando o meu cacete na sua mamãe as escondidas, que coroa gostosa!



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Marcinha Pimenta

Sou caminhoneiro, muito tempo longe de casa, da uma saudade e às vezes acabamos recorrendo às primas que ficam ao longo da rodovia para aliviar um pouquinho a tensão. Depois de um desses encontros casuais vamos para as paradas no trecho onde podemos tomar um bom banho e descansar para prosseguir com a dura jornada e é nessas paradas que encontramos alguns amigos para jogar conversa fora e rir com alguns dos contos da rodovia. Eu já havia escutado a historia da Marcinha Pimenta e pela maneira que contavam parecia mais uma das muitas lendas que circulam pelas estradas. Meu caminhão acendeu a luz da temperatura e eu fui para o acostamento, eu já ia saindo após completar o nível de água quando a avistei solitária na beira da rodovia. Ela veio na direção do caminhão, tratei de observar bem todo o entorno para me certificar de que não se tratava de um assalto, ela era linda, alta, blusinha decotada e saia curta. Parou ao lado da janela e sussurrou com uma voz macia um pedido de carona, sentou-se de forma provocante, suas roupas curtas instigavam ao desejo, iniciamos uma conversa amistosa que foi se tornando mais picante com o passar dos quilômetros e nessa conversa mole Márcia disse que era especialista no sexo oral, capaz de fazer um homem gemer ate ele gozar na sua boca. A essa altura, eu já estava de barraca armada, olhando para aqueles lábios carnudos imaginando a chupeta que ela faria, joguei rapidamente para o acostamento e mandei que ela me mostra-se o que sabia fazer, trocamos alguns beijos na cabine e ela insinuou para que fossemos para trás na boleia. Tranquei o caminhão, fechei a cortininha e começamos a nos despir, Márcia veio por cima e esfregava seus peitos na minha cara depois começou a beijar meu pescoço, foi descendo e sugou meus mamilos, continuou descendo e começou a beijar minhas coxas, ora dava uma lambida no meu saco ora enfiava meu cacete todinho dentro da boca e assim continuou ate que eu começa-se a me contorcer de excitação. Vendo que eu já estava bastante excitado, Marcinha decidiu dar uma lambida no meu cu, fiquei todo arrepiado, não era de frio e nem de excitação, era diferente porque eu nunca havia recebido uma linguada no cu, tentei fugir, mas ela me segurou e mandou que eu relaxa-se e continuou a explorar o meu cu com a sua língua, meu cacete ficou meia bomba e ela lambia meu cu enquanto me masturbava isso foi me dando tesão e eu acabei relaxando as pregas e sentia cada vez mas funda aquela língua me invadindo, Marcinha voltou a abocanhar o meu cacete que latejava pronto para explodir, mas ficou alisando um dedinhos no meu cu, dedinho esse que forçou passagem e acabou entrando, segurei a mão dela o mais que de pressa mas isso só conteve momentaneamente o seu movimento longitudinal, Marcinha começou a forçar sua cabeça num sobe e desce voraz e eu acabei gozando na sua garganta, cada golfada que o meu cacete dava eu ia perdendo as forças e o seu dedinho começava o entre sai do meu cuzinho, quando o meu cacete parou de latejar, Marcinha abriu a boca e o meu esperma escorreu pelo meu rego a essa altura ela já iniciava a entrada de mais um dedinho que escorregava fácil num cu que estava todo melado de porra, ela dava palmadas na minha bunda mandando que eu relaxa-se enquanto agitava dois dedinhos no meu cu e para quem nunca havia dado o cu aqueles dedinhos estavam deslizando freneticamente. Meu cacete começou a endurecer novamente, eu me masturbava enquanto ela me socava os dedos e quando ele ficou bem duro ela me perguntava se eu a queria e na minha inocência eu confirmei que sim e mandei que ela viesse logo. Foi muito rápido, eu estava que nem um franguinho assado sendo enrabado pelos dedinho dela a boleia é apertada e nas primeiras fugas dos dedos dela eu havia ficado espremido contra a cabine o ambiente era de penumbra mais a pouca luz que tinha ainda me permitiu ver quando Marcinha jogou a calcinha para o lado deixando aparecer a sua Pimenta, não deu tempo para nada a não ser sucumbir a dor, Marcinha Pimenta tinha uma tora gigantesca, com a chapeleta rombuda e vermelha que justificava o seu nome de guerra porque a onde aquela pimenta entra-se com certeza deixaria tudo ardendo. Eu não tinha o que fazer com o peso dela sobre o meu corpo, ela era mais alta e me dominava completamente, começou a se movimentar devagar e foi aumentando as estocadas gradualmente, cada vez mais fundo e mais rápido, quando ela começou a gemer de prazer, falar palavrões e dizer que eu era muito gostoso parecia que eu já era um veadinho a muito tempo porque comecei a desejar que ela goza-se logo para poder sair de dentro do meu cu, a sensação de sentir um cacete jorrando no seu cu é única, a cabeçorra pulsando e os jatos de porra refrescando o caminho esfolado pela Pimenta e o pior é que arde tanto para entrar quanto para sair, queria tanto expulsar a Marcinha e quando ela saiu, quase desejei que ela continua-se lá dentro. Ela parecia ser tão feminina, seios médios, cintura fina, voz macia, rostinho de bebe, pernas grandes e lisinhas, usando roupas decotas sem transparecer o seu verdadeiro sexo, só depois de enrabado é que começou a cair à ficha, o nome dela era Márcia, alta e bonita, fiquei sego, envolvido pelo papo de sacanagem que não liguei o nome a pessoa e só então fui acreditar na lenda da Macinha Pimenta que circula pelas rodovias transformando adão em Eva

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Um Swing inerperado

Fazia algum tempo que Charles vinha me propondo apimentar a nossa relação e eu sempre recusava a idéia de pormos alguém entre a gente, mesmo porque eu sabia do seu desejo de ter duas mulheres na sua cama. Um dia para provocá-lo perguntei sem maldade porque tinha que ser duas mulheres e não poderia ser dois homens e para minha surpresa que não imaginava que ele fosse concordar com a idéia de me dividir com outro homem, ele disse que sim, tudo bem. Apelei na hora para homossexualidade, pois como eu não sou lésbica e não aceitava tocar em outra mulher e nem imaginava deixar que uma me toca-se, perguntei para ele. E se quando estivermos lá na hora o outro cara quiser lhe tocar, você aceita ou você tocaria no outro cara sem problemas. Novamente fiquei pasma quando ele veio com aquele papo de que entre quatro paredes valia tudo pelo amor e o prazer. Como de costume Charles sempre me ligava no dia do pagamento para nos encontrarmos em algum lugar, era dia de irmos ao mercado, pagar as contas, um jantarzinho e as vezes acabávamos dando uma esticadinha ate um motel. Nesse dia ele conduziu o carro calado, fomos parar numa rua de pouca iluminação mas dava para ver que deveria ser um ponto de prostituição porque tinha varias mulheres semi nuas naquela rua e de repente ele vira para mim e manda eu escolher uma. Na mesma hora eu questionei dizendo que de forma alguma eu iria escolher uma mulher e ele me respondeu que as aparências enganavam. Na minha inocência eu me perguntava olhando para elas, como assim. Charles piscou o farol e ela veio rebolando em cima do seu salto alto ajeitando o seu vestidinho super curto e quando debruçou-se na janela apesar da sua aparência feminina, com uma voz inconfundível foi logo falando, boquete é 30 completo é 50 meu amor. Charles perguntou se a travesti era ativa e a travesti respondeu perguntando, pra ela, em contra proposta ele disse tem diferença no preço e a travesti respondeu, não meu amor, só que para atender o casal e 100 duas horas, 50 de cada um. Então Charles disse que eu era iniciante e que poderia travar um pouquinho para me soltar e perguntou quanto seria para passar a noite e a travesti respondeu 250 adiantados meu amor. Charles disse para ele, só mas uma perguntinha insinuando-se para ele, é grande. E a travesti deu uma risadinha de deboche respondendo que deveria ser maior que o dele. Entrei em choque, esse tempo todo eu estava ali do lado calada assistindo a toda essa negociação, completamente sem palavras. Charles mandou a travesti entrar e seguiu para um motel, pediu uma suíte, já no quarto ele mandou que eu fosse tomar um banho enquanto ele terminava os detalhes com a travesti, trancada no banheiro eu me admirava no espelho pasma e me assustei com o toc, toc de alguém batendo na porta, a travesti entrou, levantou a tampa da privada pós seu enorme pênis para fora e urinou sem a menor cerimônia, quando terminou ficou balançando ate parar de pingar e saiu do banheiro sem se vestir. Corri para porta do banheiro para ver o que os dois estavam fazendo, Charles estava deitado na cama enquanto a travesti terminava de se despir diante do espelho. A travesti era linda de corpo e realmente ele seria uma bela mulher se não tivesse aquele enorme pênis pendurado. Não me casei virgem e não nego que as vezes eu desejava ser preenchida novamente por um pênis maior do que o do Charles, mas não conseguia deixar de associar aquele outro pênis que eu estava vendo a uma mulher e isso não me dava o mínimo tesão. Charles me chamou e eu ainda estava absorta a tudo o que estava acontecendo, olhava para ele vagueando quando senti um arrepio em minha nuca, me virei rapidamente e fui envolvida pela travesti que me arrancava um beijo enquanto seu pênis duro pressionava a minha vagina, Charles veio por trás me abraçando enquanto beijava o meu pescoço ele sussurrava em meu ouvido, você não queria ser preenchida por dois de uma vez, hoje é seu dia de sorte. As coisas aconteciam rápido demais, num segundo eu estava ali em pé entre os dois e no outro eu já estava nua naquela imensa cama tendo a boca preenchida com o pênis do Charles enquanto a travesti lambia a minha vagina na seqüência, Charles começou a me penetrar enquanto agora eu chupava a travesti. Sim, eu já havia me soltado e agora estava vivendo os devaneios dessa nova relação, me livrei do Charles e fui engatinhando para cima da travesti, posicionei seu pênis na entrada da minha vagina e sentei com vontade sentindo aquela tora rasgar minhas entranhas. Como eu precisava disso, a anos que eu não sentia algo que me completa-se, cavalguei livre por alguns instantes e logo depois veio o momento sublime que eu tanto ansiava, os dois ao mesmo tempo, Charles pressionou minhas costa e eu me curvei sobre a travesti que aproveitou para mamar meus peitos, Charles posicionou e me introduziu no anus, só faltava mais um em minha boca para que eu estivesse toda preenchida, nos três rolamos na cama, Charles ficou por baixo ainda me penetrando o anus e a travesti estava por cima socando impiedosamente a minha vagina, ela as vezes tirava um pouquinho e ficava batendo com aquela tora na minha vagina para logo em seguida me empurrar ate o seu saco encostar, eu comecei a gemer de prazer e a travesti me deu uns tapinhas na rosto me chamando de cachorra e disse que era pra mim segurar e só gozar quando ela manda-se, minutos depois era ela quem começava a gemer e no meio daquela histeria ela gritava para mim, goza cachorra, goza. E como eu gozei, para logo em seguida ganhar um banho de esperma sobre meu ventre e mais algumas golfadas no meu anus. Todo meu corpo tremia, eu estava deitada no meio deles, sensível ao toque pois havia gozado como a muito tempo eu não gozava e os dois não paravam de me tocar então, parti para o ataque decidida a inverter aquela situação, rolei para cima do Charles e comecei a lhe beijar, fui descendo ate abocanhar seu pênis e de repente a travesti também veio dividir aquela chupada comigo, nós duas nos beijávamos enquanto alternávamos o pênis do Charles em nossas bocas, a travesti beijava bem, era de tirar o fôlego e o pênis do Charles acabou ficando temporariamente esquecido enquanto nos beijávamos em seguida ela voltou a me possuir, durante o vai e vem ela deu uma paradinha e quando eu abri meus olhos para ver porque ela tinha parado de meter, era porque ela estava recebendo o Charles por trás, ele metia na travesti e ela no balanço pressionava todo seu pênis dentro da minha vagina, a essa altura eu já havia perdido as minhas contas mas, eu acabava de gozar novamente naquele trenzinho. Essa sacanagem rolou ate o dia amanhecer depois deixamos a travesti próxima a um ponto de taxi, antes ela nos deu um cartão com seu número de telefone e nos dois seguimos para casa com a única certeza de que o nosso casamento nunca vai cair na monotonia.


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Apendendo a fazer Anal

Foi difícil sucumbir à dor e passar a sentir prazer de uma maneira não convencional. Minha historia começa a 8 anos atrás quando iniciei meu namoro com o Celso, depois de 5 meses de namoro, tivemos nossa primeira relação sexual, corria tudo muito bem, ate ele tentar me introduzir por trás. Fechou o tempo e a relação acabou, levou algum tempo para tentarmos novamente. O tempo passou e ficamos noivos, diversas vezes ele tentou me possuir por trás mas sem sucesso. 4 anos haviam se passado entre namoro e noivado e por fim veio o casamento, o amor e a convivência nos levou para cama diariamente nos 2 primeiros anos que se seguiram. Celso era um amante maravilhoso e sabia me envolver com suas caricias, sempre me deixando muito excitada mas, acabava estragando toda magia do momento com a sua obsessão em querer me penetrar por trás. No ano seguinte nossa relação foi esfriando mas, era ele que não me procurava e eu me sentia oferecida, com as suas recusas. Confessando-me com uma amiga, fui detalhando toda a nossa relação e ela me aconselhou a dar o meu cuzinho para ele antes que ele encontra-se uma vagabunda na rua que desse a ele, o que ele tanto queria. Questionei que o Celso, era bem dotado e que deveria doer muito porque eu era virgem por trás e ela disse para que eu me prepara-se antes de dar para ele. Fiquei na duvida e ela explicou que a preparação nada mas era do que, me masturba, eu introduziria um vibrador um pouco antes de me deitar com ele e quando fosse ter a relação, retiraria o vibrador e meu cuzinho ainda estaria delatado e assim eu não teria dificuldades para deixá-lo entrar. Sai da casa desta amiga e fui direto para um sex shop, fiquei me omitindo entre as prateleiras observando o tamanho de cada vibro e sem saber qual seria o mais indicado quando o atendente me ofereceu ajuda. Sai correndo da loja morta de vergonha, depois liguei para minha amiga e disse o que havia acontecido. Ela veio encontrar comigo e juntas retornamos ao sex shop, mostrei para ela um vibrador que se parecia com o volume do Celso, então ela pediu ao atendente 2 modelos diferentes, um era fininho e comprido na espessura de um dedo talvez, o outro era um plug anal pequeno e cônico, a ponta era fininha e a base era rombudo, eu diria ate que um pouco mais grosso que o cacete do Celso e me orientou para que primeiro usa-se o fininho na maior rotação e depois que os músculos do meu cuzinho estivessem bem relaxados eu tenta-se por o rombudo ate a onde eu agüenta-se e gradativamente o meu cuzinho iria cedendo a pressão, pois seria deste maneira que o vibrador manteria o caminho aberto para o Celso. Levei umas duas semanas para criar coragem e tentar por aquele fininho no meu rabo, não era tão incomodo como eu imaginei que seria mesmo, porque o Celso sempre lambia meu cuzinho, o que eu gostava e quando eu relaxava ele acabava introduzindo um de seus dedos que eu logo tratava de tirar. Aos pouco comecei a gostar porque podia sentir na parede do meu útero a vibração do motorzinho devido a proximidade com canal do reto, não cheguei a gozar mais fiquei muito mas relaxada para continuar na tentativa de por o rombudo que não tinha o motorzinho do vibro. Eu devo ter introduzido um pouco mas da metade quando começou a doer e então parei, recolhi tudo, limpei e fui tomar um banho, durante o banho verifiquei a sensibilidade do meu cuzinho que ainda ardia, ao me tocar, introduzi um dedo sem sentir dor, não quis forçar mas acho que talvez coubessem dois, fiquei feliz por ver que já sortia algum resultado. Continuei o processo nos dias que se seguiram e definitivamente eu não teria passagem para receber o Celso pois eu não conseguia introduzir o rombudo ate o final e o meu progresso se limitava a apenas dois dedinhos de dilatação e isso era inferior ao volume do Celso . Novamente liguei para minha amiga contando o fato e ela me indicou uma pomada anestésica e que eu deveria usar o fininho em cima do meu grelinho para relaxar e gozar com o outro enterrado no meu cuzinho. A dica foi simplesmente maravilhosa, eu acabava de dar uma gozada com aquele motorzinho pressionado no meu grelinho que nem havia percebido que o rombudo já estava enterrado ate o talo e graças a ajuda da pomada, sem dor, que só apareceu quando o efeito do anestésico começou a passar. Deixei meu cuzinho de repouso por alguns dias mas um desejo incontrolável me fez retomar a rotina, primeiro sem o anestésico e o rombudo avançava gradualmente a cada dia, mas só entrava tudo com a ajuda do anestésico. Na nossa ultima relação eu não me livrei do dedinho do Celso e pude ver como ele ficou louco de desejo igual quando namorávamos mas ainda não me sentia pronta para ele. O fato de consentir que o seu dedo entra-se no meu cuzinho reacendeu o desejo dele na nossa relação eu amava quando ele linguava meu cuzinho e já ficava ansiosa a espera de um de seus dedos. Eu ainda não havia conseguido introduzir o rombudo sem anestésico, mas o que eu não me lembrava era que a base do vibro era maior que o cacete do Celso. Essa noite quando ele chegou do serviço, perguntei se ele lembrava qual era a data, ele franziu a testa na duvida me deixando furiosa, logo em seguida veio correndo atrás de mim na cozinha onde eu preparava um jantarzinho para comemorar nosso oitavo ano juntos, dizendo que foi o dia em que ele viu a mulher mais linda do mundo, se apaixonou perdidamente e se casou com ela. Amenizou, mas não colou muito, não parecia ser sincero, parecia algo forçado. Eu havia passado quase o dia todo com o vibro no rabo e por mais que eu estive-se chateada por ele não ter lembrado quando perguntei, eu estava morrendo de vontade de dar meu cuzinho para ele, eu já tinha me preparado toda e quando ele chegou sentia meu grelinho pisca e para quem sempre fugiu e evitou o coito anal, eu me sentia estranha por estar desejosa e querendo que ele me possui-se. Eu estava muito excitada e não tinha como reprimir esse tesão, então disse para ele vou lhe dar um motivo para você nunca mas esquecer da gente. Comecei a abrir seu zíper e pus seu cacete ainda mole para fora ali mesmo na cozinha me abaixei e comecei a chupá-lo, quando ficou rígido ele me levantou no colo e me colocou sentada sobre a mesa empurrando para o lado toda a preparação que eu vinha fazendo para o nosso jantar, levantou minha saia e rasgou o fundo da minha calcinha deixando meu grelinho exposto, sua língua feroz chicoteava meu grelinho de um lado para o outro, nem um copo que caiu ficando em pedaços fez com que ele parasse de me chupar, a posição não era favorável e na ponta dos pés ele se esticava para tentar me penetrar meu grelinho estava muito encharcado e o cacete dele escorregava gostoso mas sempre escapulia com o vai e vem, nessas escapulidas a ponta do seu cacete riscava no meu cuzinho que a essa altura já piscava de tesão e quando novamente ele saiu eu segurei rapidamente seu cacete antes que ele recoloca-se no meu grelinho e o conduzi para o meu cuzinho, a posição melhorou porque o desnível quase sumiu mas ainda estava incomodo para a penetração. Pulei da mesa e o coloquei sentado em uma cadeira e montei em cima dele que com as mãos abria minha bunda enquanto eu o guiava novamente para o meu cuzinho. Dava para ver no seu rosto o êxtase enquanto seu cacete pulsava no meu cuzinho, após algumas socadas ele me levantou no colo sem deixar sair e fomos engatados para a sala ele me repousou sobre o sofá, levantou minhas pernas entre os seus braços e começou a fazer o vai e vem. Meu grelinho começou a esguichar de prazer e ele acelerou as estocadas, logo também estava urrando, gozando e deixando meu cuzinho aberto e pingado o seu leite. A partir desta data meu casamento voltou a revigorar, com o Celso me procurando e me desejando todos os dias igualzinho quando nós, nos casamos, graças a masturbação, eu me sinto uma nova mulher porque aprendi a ter o prazer anal e descobri como é gostoso dar o cuzinho e hoje, me pergunto como pude demorar tanto para dar o cuzinho porque eu não sei mas transar sem dar e se eu transo sem dar parece que esta faltando algo


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Minha vizinha novinha

olá amigos, eu vou contar um fato que aconteceu comigo e achei muito interessante. Eu sou solteiro , professor de matemática e dou aula de reforço particular em casa, a vida não ta fácil pra ninguém né!. Pois então, e eu tenho uma aluna a Mari que mora no meu prédio, ela é branquinha, deve ter uns 1,60 metros, coxas grossas, peitos médio bem empinadinho, cabelo grande. ela sempre vem proximo a época de prova, é novinha, uma bunda grande. chama muita atenção dos homens, ela sempre vem com roupas justas de malhação, e eu fico sempre brincando com ela falado que " assim não consigo me concentrar , que " OS PEITOS VÃO SAIR DA BLUSA" e tal. Ela sempre rindo e dizendo " TÁ CALOR PROFESSOR" . Assim agente foi ficando mais íntimos. Um dia ela me confidenciou que o namorado dela é muito devagar (borracha fraca) que ele é fresco não gostava de chupar a buceta dela, ela se raspava toda e mesmo assim ele não gostava, que quando eles estavam juntos ela colocava calcinha sensual, quando a comia ela de 4, ele gozava logo e ela quase nunca curtia. Eu já com o pau duro, falei pra ela ter mais paciência que ele também é novo, e ela concordou. Passou 2 semanas, Num domingo, eu chegando do mercado de tarde, tinha faltado luz no prédio, eu subi pela escada, estava bem escuro o corredor, mesmo com luz de emergência quando eu estou subindo eu ouvi uns barulhos gemidos, eu parei de subir e fiquei observando de onde vinha, percebo que era no andar acima que eu estava, fui com cuidado pra não ser percebido que era Mari e o meu vizinho do andar. Ela estava de joelho chupando ele. Eu na hora fiquei com muito tesão. queria muito ficar pra ver, mas preferi subir. Na segunda ela veio na hora que sempre vem, comecei explicar a ela os exercício e ela me surpreende falando que me viu observando ela com o vizinho e eu sem saber o que falar, só ouvi. Ela falou que fez isso pra chamar minha atenção que a culpa era minha, que ela sempre me quiz e eu a tratava como criança, na hora fiquei de pau duro, nem deixei ela terminar que o falava, fui pra cima dela dando um beijo na boca, ela retribuiu me beijando e arranhando minhas costas e com outra mão apertando meu braço, achei estranho, mas acho que era o frisson. Ai pensei essa novinha quer safadeza, ela vai ter. Levei ela pro sofá eu sentei e deixei ela em pé, ela ficou com a bucetinha na minha cara eu aproximei meu rosto e pude sentir o calor e cheiro de mulher naquela menina. Desci a calça até os joelhos coloquei a calcinha pro lado e dei um beijinho na bucetinha dela, percebi que estava muito molhada, tirei a calça e a calcinha deixando ela de blusa e coloquei uma perna dela no sofá , deixando a buceta aberta pra mim, percebi que ela queria muito que eu a chupasse, ela puxou minha cabeça ao encontro dela, como quisesse dominar, eu deixei, mas antes de chupar aquela linda buceta com pelos bem aparado eu beijei a parte interior da coxa revesando entre coxa esquerda buceta e coxa direita, nessa hora percebi que ela deve ter gozado horrores, ela se contraiu e puxou com força minha cabeça, fazendo que eu abocanhasse totalmente sua buceta. Chupei muito, com uma mão eu enfiava nela e a outra apertava sua bunda. Ela empinava e contraria o quadril fazendo que eu esfregasse minha cara na buceta dela. Nesses movimento ficamos bastante tempo, até que certo momento ela ficou a unha no meu ombro. Ela falou no meu ouvido " ADOREI PROFESSOR" isso me deixou mais excitado ainda. Levante do sofá levante ela pela bunda e ela me cinturou com as pernas, ai sentei denovo no sofá. demos um ardente beijo de língua. Depois levantei a sua blusa até a metade e beijei sua barriga, percebi que ela ficou com vergonha (por ser gordinha). Ai eu olhei pro rosto dela e levei meu dedo na boca dela e pedi com cara de safado, ' DEIXA AMOR' ela chupou me dedo e ela mesmo tirou a blusa perdendo toda a timidez de menina nova e insegura, segurei com a duas mãos e coloquei aqueles lindos pares de peitos fartos que eu sempre desejei na minha cara, mamei que nem bezerro faminto, ela começou a levanta a sua cabeça pra cima, eu agarrei sua nuca e pedi pra ela empinar e rebolar. Ela rebolou gostoso e eu lambendo os manilos, eu posicionei deu uma pincelada e sem dificuldade enfiei meu pau todo, na hora senti ela retendo a respiração e mordendo os labios. Achei que estivesse sentido dor, mas ela novamente ela foi ao meu ouvido e disse GOZEI DE NOVO PROFESSOR. Isso pra mim foi um sinal verde pra eu meter com força, eu segurei forte sua bunda, fazendo movimento pra cima e pra baixo. logo veio a vontade de gozar, reduzi o ritmo e coloquei o dedo na sua buceta pra deixar molhado e comecei fazer carinho envolta do cuzinho, nessa hora ela olhou assutada pra mim e rindo com cara de safada disse PROFESSOR, NESSE BURAQUINHO VC VAI TER QUE ME DA AULA DE REFORÇO. falei pra ela DEIXA COMIGO, ALUNA SAFADA. Saimos da posição que estavamos, coloquei ela de joelhos no sofa, segurei seu cabelo pela nuca e dei uma leva mordida no pescoço, passando os dentes nas costas e descendo até o cocxi, ela se contorceu e abriu as pernas, ficando de 4 pra mim. Eu me ajoelhei e abri sua bunda e dei uma bela lambida no seu cuzinho rosadinho, acho que ela jamais esperava essa atitude, ela se assustou se jogando pra frente.ela olhou pra tras e disse BOM perguntei QUER MAIS ela me disse QUERO PAU NO BURAQUINHO, nunca imaginei que uma menina me pedice pra cumer o cú (buraquinho, rsrsrs). molhei o pau com cuspe e posicionei e fui empurrando com carinho, ela reclamou um pouco de dor, eu recuei um pouco e enviava devagar, com as maos abria bem a bunda dela, cena maravilhosa, vendo meu pau entrando naquele cuzão rosadinho e quente. E aos poucos entrou tudo, ja podia começar a bombar. ela gritava PARA, PARA, NÃO , NÃO PARA, BOMMMM. deu vontade de rir, mas era novidade pra ela. Chegou um certo ponto que ela urrou segurando com força a manta do sofá. Nesse momento não conseguia mais conter o gozo, falei pra ela VOU GOZAR ela disse TUDO DENTRO DO MEU CU. gozei horrores. foi muito bom, nunca imaginei que iria me envolver com uma aluna. Depois desse dia, sempre quando não tinha mais aluno rolava uma sacanagem.


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Casada, não resisti ao negro


É um pouco longa,mas vale a pena,pois foi real.Me chamo Bianca,ssou do RJ,sou casada há 10 anos,tenho 38 anos,me acho uma mulher normalíssima,branca,loirinha,pernas grossas,tenho filhos,mas me cuido, dou uma caminhadas,gosto de pedalar,enfim.Amo meu marido,ele tem 43 anos é bom de cama,nos damos mto bem neste requisito,porem não posso deixar essa loucura/aventura passar em branco.Ele sempre viaja a trabalho e numa destas eu fui incluída,assim como algumas outras pessoas (parentes) de seus chefes,enfim,no total viajaram 10 pessoas,sendo que de casal só ele e outro amigo,o resto eram parentes de outros funcionários.Enfim,eu tirei uns dias de férias e o acompanhei.No meio desta turminha tinha uma mulher (Marcia) ,que depois fui saber era sobrinha de um funcionário e acabei ficando mais intima com ela.Era uma mulher como eu,38/39 anos,mas tinha um corpo mais malhado do que o meu,mas nossas conversas foram bem legais e me simpatizei com ela.Não era a 1ª vez dela na Africa,e o fato que ela me contou é que mudou esta viagem pra mim.Ela me contou que tinha que fazer algo enquanto seu primo trabalhava e no hotel que ficou (o mesmo que iriamos ficar),arrumou um passeio turístico.Num destes passeios ela visitou um pequeno lugar,tipo,segundo ela Itaipava aqui no RJ,ou seja,uma rua com varias casas e comércio,porém com uma diferença,lá existia uma pessoa que mandava neste lugar,tipo um prefeito,xerife,sei lá.Aí que começa esta história,pois ela me contou que o tal xerife era um negro de quase 2 mestros de altura, mas muito bonito e simpático,e muito culto,mas que tinha simplesmente vários filhos naquela comunidade e que a lenda contava que tinha um pênis enorme e que simplesmente as mulheres faziam fila pra dar pra ele,mesmo as casadas iam na sua casa pra lhes oferecer tudo.Marcia então me conta que ela fez a visita ao tal lugar e que o negro tinha se engraçado pra ela,e que ela adorava estrangeiras...perguntei na hora se ela tinha feito sexo com o cara....ela disse que no 1º dia não,mas depois sim e que o cara era simplesmente uma maquina de sexo,e seu pau era lindo,devia ter uns 25 cm,mas o que impressionou ela foi o tamanho da cabeça do pau,parecia,segundo ela uma bola de bilhar, e a grossura tb era algo surreal....ela disse que ficou com dores no corpo por uns dois dias....ri muito desta história,achei fantasiosa demais,sei la,não dei bola alguma a ela,mas me diverti bastante.Enfim,chegamos ao nosso destino e meu marido foi trabalhar...no primeiro dia ficamos por ali,mas no 2º Marcia estava enlouquecida e conseguiu o tal passeio.Fiquei meio receosa,não achei nada demais na historia e de principio recusei,mas ela insistiu ate para não ir quase sozinha.Saimos bem cedo e uma hora depois estávamos no tal lugar,fomos tomar café,conhecer o comercio local e o tal negro apareceu para nos dar boas vindas.Confesso que esperava outro cara,mas a surpresa foi boa,pois ele era muito alto,mas tb forte e bonito, um belo sorriso,bem vestido,com um inglês bem legal,enfim fiquei muito surpresa com ele,e de cara ele me olhou de cima abaixo,inclusive Marcia comentou que ele estava me comendo com os olhos....apenas ri e deixei pra la...almoçamos e Marcia queria sumir com ele dali,mas não dava....ele não parava de me olhar e ela me pedia pra tb olhar ,mas eu não fazia sempre,nunca trai meu marido,então pra mim,era so um olhar.Almoçamos e ele nos ofereceu um passeio pela sua mini fazenda.Mal sabia eu que este passeio era uma tentativa de cantada dele.Como Marcia já sabia o esquema,ela me pediu pra ir na frente com ele e mais algumas pessoas do grupo e depois ela iria.Chegando a fazenda,o grupo saiu e ele me chamou pra ver outras coisas dentro da casa,fiquei muito receosa,mas fui.Entramos e ele simplesmente me disse que eu era linda,que estava com muita vontade de fazer uma loucura....dei um sorriso meio amarelo....mas ele tinha um que de não sei o que (rsrs) seu cheiro,sua lábia...ele me chamou então pra ver uma coleção de plantas exóticas na parte de tras da casa, que a esta altura já estava sem ninguém,so eu e ele.Fiquei surpresa pois eram lindas...ele foi me explicando cada uma e numa destas ele passou por tras de mim,me esbarrando se corpo no meu...eu estava de camiseta e uma calça jeans, e meus peitinhos na hora ficaram duros,tentei disfarçar ao máximo,mas ele fitou eles na hora e deu um sorriso.Me perguntou se era casada há mto tempo,se tinha achado ele bonito,etc...eu disse que sim,mas era mto bem casada e tentei disfarçar e sair dali,mas seu jeito educado me desconcertou,ele ficava cada vez mais próximo e me pediu um beijo,na hora disse que ia gritar,que ele era louco,ele então sempre educado me perguntou se poderia ser só um beijo e depois iriamos embora.Disse que não de novo,mas ele insistiu,pensei,vou beijar e tchau....puro engano...ele encostou seus lábios carnudos na minha boquinha...nossa sua língua me invadiu como nunca antes ninguém fez...parecia uma cobra dentro da minha boca....mas tudo por incrível que pareça com carinho....ele tinha quase o dobro do meu tamanho e o beijei por um tempo,sei la 10 minutos....derrepente ele parou e ficou apenas me olhando...bem fundo....eu não sabia o que fazer....a esta altura meus peitinhos estavam pulando e duros que ate doíam.Não sabia o que fazer e minha reação foi pedir mais um beijo...desta vez ele me beijou com vontade...nossas línguas se entrelaçavam....sentia o volume na minha barriga...rs...e que volume....por um instante parei e disse que estava errada....ele chegou perto de mim e me beijou de novo....disse a mim mesma que não dava pra parar....ele me levou então pra um quarto,tinha uma cama de casal,uma tv...e um armário....fechou a porta e me colocou em pe na parede,encostada....me virou e veio por tras me beijando o pescoço...segurou meus seios...levantou meus cabelos e me mordiscava ...meus seios estavam duros,doíam muito e ele me virou me tascou um beijo e desceu sua boca neles....tive o primeiro orgasmo ali....aquele cara de 2m,me sugando os seios....nao da ne....ele então começou a tentar tirar minha calça....e qdo viu minha bunda,com uma calcinha bem pequena ele endoidou...sempre de frente pra ele,me deu um beijo e foi me levantando como se levanta uma pena...me encostando na parede e me levantando....até a altura de sua boca...é serio...eu estava no alto e sua boca começou a sugar minha buceta....não acreditava naquilo...e olha gozei pela 2ª vez na boca dele...minha buceta estava encharcada...via no seu rosto o meu liquido escorrendo....eu so gemia e comecei então a gritar....ele metia sua linguona....quase desfaleci...ele veio me beijou e me deitou na cama.Por mim já bastava,já podia ir embora....rs....mas ele foi tirando sua roupa e eu naquela altura qria mais....ele tirou tudo e minha reação foi tentar não ligar pro tamanho..sei la...era tentar mamar e ele acabar logo com isso....pura ilusão...ele me fez mamar aquela pau muitoooooo....realmente era lindo..uns 25 cm,mas com uma cabeça enorme,cheio de veias....e duro feito rocha.....ai a menininha aqui caiu de boca ,tentei ne....nossa,lambia ele todo....comecei a babar nele,pois era mto grande.....mamei ,mamei e mamei.....ja tava ate me acostumando com ele.....na boca....ele então cuidadosamente ????deitou e apontou aquele mastro pro alto....tenho uma coisa que eh o seguinte...demoro a fazer ,mas qdo quero faço bem feito...olhei pra aquilo e imaginei minha amiga com ele,então,comecei e encostei sua cabeçona....ele me beijou....segurou meus seios e comecei a sentir ele entrando...bem lentamente...muiito lentamente....fui sendo rasgada ao meio.....mas minha buceta estava encharcada....foi mais fácil,mas bem dolorido....qdo vi ele estava todo dentro....ele não ficou bombando,nada,apenas me beijou longamente e eu mesma fui cavalgando....sentia meu corpo sair sei la de que.....e gozei intensamente novamente....me lembrei de uma fantasia que sempre tive,mas que meu marido não realizou.....qria ser comida daquela maneira,sentando na pica,mas em pe....ele me levantou,ficou em pe e eu apenas segurava em seu pescoço e descia no seu mastro,nossa.....foi indescritível....acho ate que cheguei a desmaiar um tempinho,depois ele me abriu na cama, e pude sentir a força de um cara como ele....el me comeu por mais de uma hora so nessa posição.....e o mais incrível eu continuava ensopada....me colocou de 4 e tivemos que parar pois o pau dele parecia me rachar....chegou um certo momento que eu parecia casada com ele a mtos anos....eu me posicionava e ele vinha.....de 4,cavalgando....em pe...e ele não gozava....me comeu por umas 3 horas....eh serio...ate mais acho.Eu mamava e ele vinha e metia....metia e metia.....eu gozei inúmeras vezes....gozo farto e impressionantemente farto......parecia uma outra mulher ali....eu ali casadissima e tomando pau de um negro descomunal......e o mais incrível eu pedia mais....ate que ele anunciou o gozo e foi algo tb descomunal.......os jatos vieram fortes...parecia um biy,sem exageros....gozou mtooooooooooooooooo..eu consegui pegar apenas p final e assim mesmo ainda engoli alguma porra dele....nao falava nada ,nem ele....el me deu uma toalha fui me lavar e estava toda melada,encharcada de porra,mas estava ralizada tb...nao senti remorso,nada...ele se vestiu,me deu um longo beijo e me levou de volta pros meus amigos....fiquei uma semana la...fui outra vez ao seu encontro....tão a****l qto o primeiro.....e depois voltei ao Brasil....

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Meu irmão tocou fundo em Mim, muito fundo

Sexta a noite estava eu em casa, mais precisamente no meu quarto, enquanto aparece meu irmão Rubens à porta, dizendo que queria falar algo muito importante pra mim, autorizei sua entrada no meu quarto e ele meio que timidamente entrou no meu quarto. Pensei de se tratar de um assunto sério já que ele estava sério e pálido, e aproveitando que estávamos sós em casa. Ele entrou e sentou na minha cama, bem ao meu lado olhou pra mim e falou que antes de mais nada essa conversa teria que ficar em segredo e que caso alguém além de nós soubesse ele estaria perdido. Na hora, em meus pensamentos pensei que ele iria assumir ser gay ou algo do tipo, embora nada lembrasse ou parecesse, cogitei. Mas pra meu engano, ele olhou nervoso nos meus olhos me segurando minha mão disse: PATRICIA, EU TE DESEJO!!! Fiquei chocada com aquilo, perplexa, surpresa, enquanto ele olhava meu corpo cabisbaixo e com as mãos no bolso. Foi então que pra minha maior surpresa tirou 3 camisinhas do bolso e tentou acariciar minha barriga falando: TE DESEJO E QUERO TRANSAR COM VOCÊ! Achei aquilo de uma petulância sem tamanho, ao me levantar e se esquivar dele falei: RUBENS VOCÊ ESTÁ LOUCO, SOMOS IRMÃOS! Mas ele convicto foi logo respondendo que mesmo assim me desejava, que era mais forte que ele e que não via mal algum em transarmos, que via que me sentia sozinha por conta de meu namorado morar em outro estado e raramente nos vermos, enfim, que eu teria que ser dele! Aquilo só me deixou confusa e surpresa, ela não falou nenhuma mentira, me sentia só, carente, e nunca trai meu namorado, sequer pensava em transar com outros caras pra satisfazer meu desejo. Foi quando ainda dentro do quarto ele veio ao meu encontro, do outro lado da cama, sentou ao meu lado e tentou acariciar minha barriga novamente dizendo que se agente transasse ali e ficasse em segredo não teria problema, tinha camisinhas e estávamos a sós, o que mais nos comprometeria naquele instante? Foi quando no auge do meu espanto falei: FORA DO MEU QUARTO SAFADO! FORA! Ele me olhou nos olhos, senti uma tristeza se abater nele e saiu. Fechei a porta e fiquei ali no meu quarto chorando, não podia acreditar no que acontecera, meu irmão me aliciando descaradamente, ainda mais estando apenas eu ele morando sós, e se ele tentasse me pegar a força? Fiquei pensando preocupada a chorar até pela mad**gada. No outro dia não tomamos café da manhã juntos, ela já tinha saído, foi então que por loucura entrei no quarto dele e sem pensar direito comecei a mexer nas coisas dele sem ao menos saber o que procurava, foi quando pra minha surpresa encontrei dentro do seu guarda roupa revistas masculinas com mulheres conhecidas e também alguns DVDs pornôs, fui até meu quarto levando esse material, foliei as revistas e comecei a assistir os filmes, aquilo foi me envolvendo de uma forma que, em questão de 15 a 20 minutos estava excitada, molhada, e ao assistir as cenas de sexo, ao ver os homens possuindo as mulheres, me via sendo pegada por meu irmão, numa transa surreal. Foi quando sem pensar nos meus atos direito, peguei meu celular e imediatamente passei um SMS pro Rubens que dizia o seguinte: NÃO FALE PRA NINGUÉM, HOJE AS 22:00 NO MEU QUARTO. SÓ SERÁ ESSA VEZ! Durante o dia me depilei igualzinho as garotas do vídeos, aparei minha bucetinha deixando ralinha e bem desenhada como as delas, ajeitei meu cabelo, enfim fiz de tudo pra ficar mais bonita, e aquele desejo e tesão cada vez mais me consumia. A noite chegou e lá pelas 8:30 fui tomar banho escutando música eletrônica como sempre fazia, ao sair pro meu quarto ao acender a luz com quem me deparo? RUBENS! Ele estava sentado na cabeceira da cama de cueca Box, com um copo de whisky na mão, e ao me ver pegou a garrafa colocou um pouco mais e me ofereceu: TOMA! VAI TE RELAXAR TAMBÉM! Ao me aproximar enrolada na toalha peguei a taça e bebi 3 goles de uma vez só, enquanto percebi o Rubens me comer com os olhos, foi quando ao entregar-lhe a taça ele desenrolou minha toalha, me deixando apenas de langerie na sua frente, nos olhamos como se os dois afirmassem que um desejava o outro agora, foi quando ele me pegou pelo braço, me jogou na cama, abriu minhas pernas e começou a passar os dedos na minha bucetinha, afastando a langerie de lado e massageando minha bucetinha, ali já estava excitada, ele também foi pegando e chupando meus seios, com os biquinhos duros de tanto tesão, já começava a gemer: UHHH! NOSSA RUBINHO! QUE TESÃO! Minha buceta já estava molhada, foi quando ele tirou a calcinha e foi tirando a cueca Box dele. Não acreditei no que estava vendo, aquilo era demais pra mim, nunca tinha visto um cacete tão grande e grosso como o dele, aquilo devia ter uns 18 cm, bastante grosso, me deu medo na hora, foi quando falei: NOSSA ISSO TUDO!NÃO VOU AGUENTAR! Ele pegou minha mão e levou até seu cacete e pediu pra que começasse a bater uma nela, foi quando comecei, minha mão ficou pequena ao apalpar um pau daquele tamanho, confesso que suei frio, quando comecei a sentir o pau latejando em minha mão e que aquilo seria colocando dentro de mim. Depois de longo tempo punhetando ele, me colocou de 4 na cama e falou que ia começar a meter, ali novamente me vi com enorme tesão, embora soubesse que vinha chumbo grosso por trás, senti ele lambendo minha buceta, aquilo quase me fez gozar loucamente, foi quando começou a roçar a cabeça do cacete em minha entradinha, ali em meio ao tesão e ao nervosismo falei pra ele usar a camisinha, ele tentou até dizer que não precisava, mais joguei duro com ele, ou encapava o brinquedão ou nada de colocar, como um bom menino ele obedeceu e de novo estava roçando minha portinha, foi quando aos poucos senti aquelas mãos pegarem na minha cintura e aquela cabeça grossa e roliça ganhar os grandes lábios da minha bucetinha na hora não agüentei e gritei: AIII, AIIII, TIRA! TIRA! TÁ DOENDO MUITO! Meu irmão falou ofegante: FOI SÓ A CABEÇINHA, JÁ JÁ ACOSTUMA! Sentia o suor frio percorrer meu corpo enquanto meu irmão forçava mais e mais o seu cacete, foi quando de uma estocada só ele meteu tudo dentro de mim me segurando pelas ancas fazendo eu me espetar naquele mastro, gritei muito alto chorando: AIIIIII TÁ BOM, TÁ BOM, AGUENTO MAIS NÃO, TÁ QUEIMANDO POR DENTRO, TIRA, TIRA! OUHMMM!!! Senti as bolas dele batendo no meu corpo por trás, minha xaninha tinha abocanhado aquele cacete todo pra dentro de mim e eu estava sentindo aquele vai e vem frenético fundo dentro de mim, nunca tinha sentido aquela sensação de prazer e dor ao mesmo tempo, já havia trepado várias vezes na vida, mais nunca tinha enfrentado um cacete tão grande e grosso daquele jeito, literalmente estava fudida, meu irmão gemia igual um selvagem dando tapas na minha bunda e dizia:HOOO! TOMA SUA VADIA, SE FINGINDO DE CERTINHA, TÁ SE SAINDO UMA VERDADEIRA VAGABA!! UHHOOO!! Aquilo só me deixava com mais tesão, ao ponto que até mijei um pouco ele de tão descontrolada que estava, fraca, de pernas bambas, foi então que ele tirou o pau dentro de mim, me senti oca por dentro, do estrago que ele fez em mim. Estava de pernas abertas, foi quando ele pegou a outra camisinha e falou: COLOCA ESSA OUTRA NO MEU CACETE SUA PUTA, QUEM MANDOU VOCÊ ME MELAR? TEM MAIS PRA VOCÊ! Falei que não agüentava mais, pois minha xaninha não agüentava mais, ele zombou de mim: VOCÊ NUNCA CAVALGOU NUM PAU DE UM HOMEM DE VERDADE, AGORA QUE PEGOU, DÊ DE CONTA DE AGUENTAR! Ele sentou e me colocou pra cavalgar, aquilo me doeu até na alma, sentia ao descer em seu cacete minha buceta se alargar que pensei estar sendo penetrada por uma estaca, aquele pau grosso agora sumia dentro de mim, eu só chorava e gritava de tesão, mais chorava, mais no fundo (e bem lá no fundo mesmo) tava achando bom. E ele me colocou de ladinho, e tome a meter nessa pobre irmãzinha mais uma vez, e me colocou de frente pra meter, e de 4 mais uma vez, foi quando senti meu corpo formigar, gritei alto: VOU GOZAR, AHHHHHHH!!! Meu corpo se tremia todo, enquanto ele anunciou seu gozo também, senti ele empurrar tudo e gozar lá dentro, só não colocou as bolas, porque enfim não cabia. E ficamos ali, com ele todo enfiado dentro de mim, até que pedi a ele ajuda pra ir tomar banho, porque estava fraca e ele me levou e me deu banho. Enfim ele conseguiu o que queria matar o desejo de me fuder. Depois dessa achava que mais nunca voltaria a trepar com ele, errei feio, muita coisa rolou...o desfecho dessa noite em outra oportunidade conto a vocês. Contatos: twitter.com/PatyAbrants


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As melhores ferias da minha vida

Oi, meu nome Fernando tenho 21 nos sou loiro tenho os olhos castanho, 1,80 de altura e um corpo atlético , o conto que eu vou contar para vocês aconteceu em uma viagem que eu fiz no final de ano 2011 para casa de minha tia Andreia que mora em uma fazenda, eu não queria ir, mas por meus pais insistiram tanto que acabei concordando com eles. Quando eu cheguei à fazenda minha tia mim recebeu e foi providenciar um quarto para eu ficar o meu tio Paulo não estava na casa, pois tinha ido busca a sua filha do seu primeiro casamento para passar as férias na fazenda eu ainda não conhecia ela, tinha também uma empregada morena bem gostosinha que trabalhava para minha tia, eu fui para o meu quarto para poder tomar um banho e espera o meu tio que iria chegar com a sua filha do primeiro casamento eu já estava um pouco incitado e resolve bater uma punheta ( se masturba) pensando na empregada gostosa eu nem mim lembrei de fechar a porta do quarto tinha deixado a porta um pouco aberta a empregado entrou e mim viu batendo punheta eu para tentar disfarçar puxei a toalha e cobri minha pica mas só que a empregada já tinha mim visto eu fique com muita vergonha e ela riu da minha cara ela sai do quarto rindo muito de mim. E tomei o meu banho e já e sair do quarto e fui falar com o meu tio Paulo que já tinha chegado com a sua filha já era 21h00min horas, quando eu vi ela pela primeira vez eu fiquei logo de pau duro era uma loira olhos azuis e tinha um corpo de deixar qualquer homem louco o meu tio mim apresentou a ela; - Fernando essa e a minha filha Amanda do meu primeiro casamento. Fomos todos jantar e eu não conseguia para de olhar para ela o meu pau pulsava dentro da minha causa eu estava louco para ir pro quarto bater uma punheta na intenção de Amanda. Quando acabamos de jantar eu falei que iria para o quarto, pois estava cansado e com sono e iria dormi, chegando ao quaro deitei na cama e comecei a acariciar minha pica pensando na Amanda tinha deixado à janela aberta porque estava calor e na fazenda não tinha ar condicionado eu já estava com o meu pau bem duro quando eu olho para o lado da janela e vejo a empregada se insinuando para mim ela entrou no meu quarto e começou a chupa meu pau eu fique loco de tesão depois que ela mim fez um bom boquete coloquei ela de quatro e comecei a meter minha pica na bucetinha dela meu pau tem 22 centímetros e comecei a foder, ela começou a falar uma monte de putaria e gemer ai que pau grande, aiaiai minha buceta que caralho grande, eu falei que queria comer o cu dela e ela mim falou que nunca tinha dado o cu. Eu falei que iria divagar e colocaria só a metade e ela acabou concordando eu passei um pouco de cuspe na minha pica e nu cu dela e comecei a forçar aquele lindo cusinho e ela começou a falar ai para, para ta doendo, para por favor não quero mas dar o cu ta doendo muito mais eu estava louco para colocar todo o meu pau naquele cu virgem e eu falei calma ta doendo porque você nunca deu o cu quando o meu pau entra você acostuma e não vai doer tanto, passei mais um pouco de cuspi na minha pica e no cu dela posicionei o meu pau no cu dela e empurrei meus 22 centímetros de uma só vez ela deu um grito eu tampei a boca dela com a minha mão mas eu achei que os meu tios tinha ouvido o grito dela, ela ficou falando ta doendo muito ai meu cu, que dor, e pediu que eu não mexesse meu pau dentro dela que era para que a dor passar de pois de alguns minuto com o meu pau dentro do cu dela comecei a fazer um movimento leve de vai e vem ela falando. - Ai meu cu aiaiaia, ta doendo ai meu cu aiaiai chega eu não quero dar mas o meu cu para aiaiai eu já estava com tanto tesão que acabei gozando dentro do cu dela. Ficamos dentro do quarto por algumas horas e depois ela saiu e falou que tinha que acorda cedo para trabalhar e queria me dar o rabo outra vezes eu falei que iria espera ela de pau duro, o dia amanheceu eu fui para o banheiro tomei um banho e fui toma café antes de chegar na cozinha encontrei ele na sala aproveitei que só estava nos dois e dei uma encoxada nela, um chupão na boca dela e passei a mão na buceta dela e ela falou que o meu pau tinha acabado com o cu dela e que ainda estava doendo um pouco eu falei para ela que a dor iria passar porque foi a sua primeira vez que deu o cu. Fui tomar café lá na cozinha só tava a Amanda a filha do primeiro casamento do meu tio perguntei para ela; - Onde estão meu tio e minha tia? E ela respondeu. - Meu pai foi para o curau vacina os gados e minha madrasta foi para a cidade fazer o cabelo e a unha. Ela mim perguntou quem deu aquele grito a noite no meu quarto, pois estava passando na porta do meu quarto quando ouviu um grito, eu quase sem graça respondo. -Fui eu e me assustei com um vulto pensando na janela. Ela falou. - O grito parecia de mulher. Para não ficar com ela na cozinha e ela ficar tendo certeza do que já desconfiava eu sair e fui para o curau conversar com o meu tio, chegando lá ele começou a conversar comigo falando que era doido para foder a empregada mais só que a Andreia não deixava ficar só com a Kátia a empregada dele, e que já tinha batido varias punheta pensando no rabo da Kátia, e que faria de tudo para por seu pau no cu dela e ver ela gemer de tesão no pau dele, ele falando isso eu já estava ficando de pau duro e falei para ele que iria para a casa pois parecia que ia chover ele falou que iria demora mas um pouco e que tinha que bater uma punhete pensando na Kátia. Eu chegando a casa logo pensei que a enteada do meu tio a Amanda fosse me fazer perguntas sobre o grito que ela ouviu, quando eu cheguei a casa encontrei primeiro a Kátia e perguntei. -Cadê a Amanda! E ela mim respondeu. -Ta lá no quarto dela. Resolve entra no quarto dela para ver o que ela tava fazendo pois a porta não estava trancada, quando eu abri a porta Amanda estava começando a colocar um dildo na sua buceta meu pau logo endureceu eu comecei a me masturba na porta do quarto dela e vendo aquela cena eu não aguentei entrei no quarto dela e quando ele mim viu tentou esconder o dildo e disfarçar, eu abaixei minha causa perto da cama dela estava usando uma cueca Box branca e ela viu mordendo de leve meu pau por cima da cueca Box tirou minha cueca e começou a chupar meu pau com muita vontade tentou botar todo o meu pau dentro da sua boca mas ela chegou ate a engasga com meu pau também meu pau e de 22 centímetros fizemos um 69 eu chupando a buceta dela e ela chupando o meu pau falei para ela vou comer sua buceta e seu cu coloquei ela de lado e comecei a força a buceta dela ela falou vai divagar seu pau e muito grande e eu imporei todo o meu pau naquela buceta comecei a fuder ela de lado e ela gemendo muito e falando que delicia que tesão peguei ela e coloque para cavalgar na minha pica a Amanda tem uma bunda grande e gostosa fudi a buceta daquela puta como um louco, falei que queria ia comer o cu dela, ela falou que só tinha dado o cu duas vezes e foi para namorado dela, passei um pouco de lubrificante no meu pau e nu cu e empurrei meu pau grande e groso no cu dela de uma só vez, ela deu um gemido forte e dizendo ai meu cu porra caralho aiaiaia ai meu cu, eu tinha feito com ela igual eu fiz com a Kátia empurrei de uma só vês coloquei ela de quatro e comecei a meter meu pau com mas forca e velocidade no cu dela peguei o dildo que ela tinha e enfiei na buceta dela ela começou a gemer mas auto com o dildo enfiado na buceta e o meu pau entrando e saindo do seu cu percebendo que eu ia gozar tirei meu pau de sua bunda e gozei na sua boca ela engoliu minha gala toda sem derramar nem um pouco. Foi isto que aconteceu nas minhas férias fode a empregada e a enteada da minha tia, eu sempre to vultando na fazendo nas minhas férias mais a empregada não esta mas lá minha tia Andreia flagrou meu tio Paulo com o pau dele dentro do cu da Kátia e ela demitiu a Kátia, a minha tia Andreia quase se separou do meu tio Paulo estou fodendo com a Amanda até hoje mesmo ela tendo um namorado espero que tenhão gostado .


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Tesão de Mulher

Sempre tive fantasias secretas, em especial com mulheres, e nunca contadas a ningu?m . Preferia ficar pensando em segredo, pois me dava mais tes?o. Essas fantasias s?o muito mais frequentes quando eu me masturbo, devagar e gostoso na cama com as pernas abertas, tocando no meu grelinho. Com a outra m?o fico acariciando lentamente o meu seio e quando viajo nas minhas imagina?es secretas, fico imaginando uma mulher me chupando e eu gozando ao som de um gemido baixinho... Nunca havia pensado em realizar tais fantasias. Achava que uma experi?ncia com outra mulher seria algo ?ntimo, s? meu, apenas no imagin?rio, utilizado para quando quisesse dar uma boa gozada. J? fui cantada por algumas mulheres, mas nenhuma delas me agradou. Descobri que, apesar de n?o ser muito exigente em rela??o aos homens, com as mulheres acontecia completamente ao contr?rio: ela devia ser gostosa, e sedutora. Foi ent?o que conheci a Denise, uma mulher mais velha que sabia seduzir com aquele olhar safado e gostoso, seios grande e firmes, coxas grossas e bronzeadas; Contei-lhe que tinha fantasias com outras mulheres, mas que n?o sabia se j? estava preparada. Trocamos n?meros de telefone e um dia marcamos de sair. Ela levou-me num bar e eu senti que naquele bar tranquilo, a gente at? podia se beijar, se quisessemos . Mas eu bloqueei e n?o consegui. Pedi desculpas e nunca mais nos encontramos. Quando nem imaginava mais encontra-la novamente, ela me ligou... Com mais calma ela foi lentamente me seduzindo, com palavras doces e convincentes, me deixando mais confiante e cheia de tesao tb, pois ali estava uma nova oportunidade de poder sentir tudo que imaginava com outra mulher... Ela ? completamente feminina, tem o cabelo escuro,, bumbum empinado, uma mulher que sabia o que queria e isso me excitava. Na verdade eu queria era ser dominda por outra mulher, linda, gostosa e cheia de vontade de me pegar, lamber meu corpo... Um dia ela simplesmente me avisou que me queria naquela tarde e marcamos ?s 19h, pois era tempo suficiente para nos vermos... Quando nos encontramos, conversamos animadamente e fomos ao motel. Ao entrarmos na suite e sem qualquer tipo de pudor,ela se despiu,mas sempre me ohando com sedu??o,com um leve sorriso. Ent?o, deixei que simplesmente acontecesse, nem fiquei pensando muito. Ela foi tomar um banho, esperando que eu entrasse tbm junto naquela banheira que cabia nossos corpos nus, nossos desejos...eu me despi e fui ao seu encontro, seu corpo bem feito ficou ali, nu, na minha frente. Ela ensaboava-se toda, e ficava esparramando espuma por toda a banheira, acariciou as suas m?os molhadas nas minhas costas, Ficou me olhando de forma insinuadora, mas ao mesmo tempo muito natural. Estava um dia escuro e frio e nos ali naquela banheira, quentinhas e molhadas, e foi so um momento de inicia??o para nos aproximarmos, nada de beijos, como eu havia pensado ,ou toques sedutores na minha vagina ansiosa por aquela boca linda, macia e t?o feminina, ela encaminhou-me at? o quarto,onde ainda nossas roupas esparramadas no chao davam uma sensa??o de desorganiza??o perfeita pra aquele momento. Ja na cama,ela me beijava suavemente me preparando pelo que veria...uma boa sacanagem..., Com sua lingua ela podia sentir cada peda?o da minha boca, eu j? estava quente, ate chegar a meus seios sugando delicadamente, mas com uma vontade que estava me deixando louca,ela ent?o me falou baixinho quase que susurrando, quero te fuder gostoso..., eu disse, tudo bem, quase n?o conseguia falar de vontade de ser chupada por ela,entendi, porque estava meio rouca, acho que a emo??o de estarmos ali fazendo o que est?vamos segurando ha tantos dias... Ent?o, ela beijou meu pesco?o e apertava delicadamente minha nuca com uma das m?os, ela foi descendo ate eu sentir seus seios contra meu corpo, suguei-os, aquilo me deixou ainda mais louca, quando senti que ela queria era devorar minha buceta quentinha , Abri minhas pernas permitindo aquela boca gostosa me invadir... ela penetrou-me com sua lingua , foi me chupando , ela tocava na sua buceta tbm, enquanto a sua lingua fazia-me deliciar-me de tes?o, ela me disse que eu tinha um grelinho bastante avantajado, e precisava de massagens com a sua lingua quentinha ...deixei ela abusar n?; rss... Nessa hora denise me lambia com for?a e vontade de me ver gemer de prazer... quase nem percebi onde estava de tantas sensa?es que eu sentia,ai ela foi alisando minhas pernas, foi quando quase que bruscamente ela enfiou deu dedo no meu cuzinho, entrava e saia tantas vezes.. ela dava tapinhas suaves na minha buceta toda molhada ja nessa hora cheia de vontade de ser penetrada, ela parou foi ate sua bolsa e pegou um consolo grande,quando vi eu cheguei a ter um orgasmo so de pensar nele me invadindo e me comendo toda, quando ela foi devagar alisando ele na minha buceta toda molhada,ela enfiou varias vezes me fazendo gemer, me virou e beijando meu cuzinho, ela massageava minha bundinha quase que me preparando pro que veria e o que veria seria forte, gostoso... ela abriu meu cuzinho com sua mao para ficar bem claro onde seria enfiado aquele consolo quando senti ele entrando ali naquele buraquinho t?o apertadinho....segurava com for?a a beira do colchao ate gozar e ela fazendo o movimento de vai e vem sem paarar, ate que introduziu de so uma vez...foi ai que me virei,e disse, agora ? mha vez de fazer aquela mulher gemer,de tesao, coloquei denise de costas, e aos poucos fui massageando aquele corpo,sua respira??o ofegante era um sinal de queria ser invadida por minha lingua que desceu ate sua bundinha e por tras eu me posicionei ate aquele cuzinho lindo e fui lambendo todo seu espa?o delicioso, enquanto minhas maos seguravam aquelas pernas macias ,ela gemia querendo mais foi ai que usei seu consolo enorme de uma cor rosada , aos poucos deixei que ele entrasse naquele buraquinho apertadinho, entrando devagar, eu fazia o movimento de vai e vem naquela bundinha grande mas com um buraquinho lindo cheio de tes?o.. foi assim que ela gozou , eu a virei novamente na cama,e beijei sua boca quente,deslizando minha lingua entre seu pesco?o e boca apertava seus seio grandes e durinhos, nossos corpos suados e juntinhos se esfragavam como duas cadelas no cio,coloquei-me sobre ela deixando minha buceta encaixada sobre aquela boca ainda suspirando de tesao, e fizemos um 69 bem encaixadinho...n?o dei tempo pra que ela se recuperasse, queria continuar fudendo com ela gostoso,ali fiquei chupando e fazendo movimentos com minha lingua como se fosse uma pica que invadia aquela bucetinha lisinha, toda molhadinha...eu queria gozar naquela boca ofegante, ainda por cima ,preferi enfiar meu dedo na sua buceta sem tirar meu corpo de cima dela, dando uns tapinhas leves ,fazia com que seus gemidos de tesao fossem aos poucos parando, ali sabia que denise tinha gozado gostoso... assim que gozou eu fiquei do seu lado, so acariciando aquele seios com os bicos ainda durinhos....sabia que seu tesao ainda continuava ali entre nos.... quando penso que acabou, ainda sinto ela me chupando e me penetrando, n?o resisto, gozei ainda abra?ada naquela mulher cheirosa de tes?o! Vindo me beijar para me fazer sentir meu sabor, deitei por cima de seu corpo nu, em meu ouvido ela diz baixinho"quero sempre assim", fato que me deixou confusa e sem rea??o... apenas deitei em seu peito e fechei os olhos... pensando como eu lidar com esse fato inesperado aquela hora... E agora? Que bom que vc gostou...

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Virada de 2013 como pé direito


Sobre mim, tenho, 1,58m e 52 kg, cabelos negros, olhos azuis, muito feminina, turbinada..
Eu nunca havia ficado com uma mulher, claro, sempre tive minhas curiosidades...
Eu havia terminado com meu noivo no dia 29 desse mes (meu aniversario) e decidi sair no Reveillon pra uma cidade vizinha, onde ia ter um show. Fui com meus pais e um casal amigo meu..
Depois da virada do ano eu fui pra uma boate que ficava na pra?a onde a gente tava e meus pais e meus amigos ficaram sentados na pra?a pra descansar os pes. eu nao queria saber de fossa, ja tava um pouco zuada, mas nao tinha bebido muito e fui sozinha dan?ar.
Dentro da boate achei umas conhecidas e comecei a dan?ar o funk com elas. e chegou sozinha uma mulher masculinha, daquelas que se percebe q ? lesbica e come?ou a dan?ar comigo e eu dan?ava cada vez mais sensual pra ela e ela perguntou se tinha alguma chance de ficar comigo eu falei no ouvido dela que eu nunca havia ficado com uma mulher e ela se afastou de mim entendendo aquilo como uma nao e eu queria nuito provar o mel dela, ja fiquei louquinha de tesao. Chamei ela pra gente ir pra rua pra cvs melhor e ela topou, minhas colegas ficaram olhando atonitas comigo enquanto eu saia..
La fora cvs e ela nao me for?ou a nada eu a puxei e lhe beijei a boca, foi a sensa?ao mais gostosa da minha vida, ela era cheirosa e toda macia, boca, bra?os, rosto, toda, completamente macia..e o cabelo liso curto.. Enquanto a beijava eu me atrevi a toc?-la, ali msm na frente de todo mundo, fui subindo as maos e toquei os seios dela e ela soltou uma gemidinha m deixando louca, e perguntou o que eu queria, eu disse que nao queria romance, mas queria prazer e dali levei-a pra um motel, quando entrei tomei um banho e ela ficou me olhando pelo box tranparente.. eu nao estava com nenhuma vergonha.. como geralmente tinha com meu ex noivo.
ela estava deitada no p? da cama e me olhava com uma cara de tesao que me deixava louca, ela arrancou minha toalha e disse "deixa que eu te seco, linda", nao resisti, eu comecei beijar ela e puxar de leve seu cabelo e beijava seu pesco?o e ela gemia no meu ouvido, eu ficava louca ao ouvir aquele gemido feminino, doce e tesudo, eu comecei a massagear os seios dela e fui descendo com a boca e mamei como menina naqueles seios medios rosados e durinhos, ela colocou a mao na minha bucetinha e viu que estava pingando de tao molhada e come?ou a acariciar meu grelinho falando no meu ouvido "hum... que bctinha mais gostosa, grelinho durinho, ta molhada pra mim amor?" eu nao conseguia responder, so sabia gemer e ela enfiava o dedo na minha buceta q ja tava latejando de tesa
Fiz ela deitar e fiquei por cima dela e desci minha boca ate a bucetinha dela, bct desenhadinha, delicada e toda molhada eu comecei a mamar o grelinho dela e ela colocou a mao na minha cabe?a e come?ou a rebolar na minha lingua, eu dava lambidinhas na pontinha dps mamava com vontad e ela ficava louca, eu soquei meus dedos na bcta dela e ela gritava "soca no meu cuzinho amor", obedeci e enfiei um na bct o outro naquele cuzinho lisinho e fui socando os 2 e chupando ela e a outra mao nos seios dela, queria dar o maximo de prazer pra'quela deusa e ela gritava "para, para, para gata, eu vou gozar, para!" nao obedeci e continuei "goza no meu dedo minha deusa, goza pra mim" e continuei chupando ela e en questao de 3 chupadas ela se contorceu toda na minha mao e gemia como louca, e eu continhuei socando os dedos nela fazendo movimentos circulares la dentro e lambendo o grelinho dela.. ela me puxou e me detou iainda bamba come?ou mamar meus seios, juntou os dois e mamou como uma crian?a esfomeada e eu gemendo como louca e sentinho minha buceta latejando de prazer ela come?ou a massagear meu grelinho, que mao gostosa, eu arranhava aquela pele macia e ela foi descendo e e me chupando ate chegar na minha grutinha toda molhada, ela foi com muita vontade me chupando e eu tremendo naquela boca gostosa, separou os labios da minha buceta e come?ou a me chupar, mamava meu grelinha pedinda pra eu gozar na boca dela "goza na minha boca delicia, sou sua mulher agora" e eu pirava nas palavras dela e eu pedi pra fazermos um 69 ela veio e arreganhou aquelas pernas com a bctiha molhada na minha boca e nos duas nos chupamos ao msm tempo, ela me chupava e eu abri a bunda dela e chupei o cuzinho dela, eu enfiava o dedo e a lingua nele, ela gemia e na hora em que ela socou o dedo no meu cu e eu no dela gememos as duas como loucas e coloquei os dedos nos 2 buraquinhos dela e ela nos meus, nossas bcts escorrendo de tao molhadas gozamos uma na boaca da outra aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah que delicia, nunca gozei tao gostoso na minha vida.
depois disso tomamos um banho com algumas chupadinhas.. eu nao conseguia largar aquela deusa, musa, rainha e dormimos, ela deitada em meu peito com aquela essencia feminina maravilhosa..
de manha rolou mais coisas, mas isso ? pra outro conto.
espero que tenham gostado, pois nunca havia escrito um conto e esse ? todo real.
espero q vc tenha gozado muito.

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Rose, uma mulher muito gostosa.




Bem pessoal, espero que quando voc?s estiverem lendo esse conto, o tes?o de voc?s esteja no mais alto n?vel, assim como fico ao ler essas experi?ncias aqui postadas. Meu nome ? Rodrigues, moro no interior paranaense, tenho 48 anos, 1,80m, negr?o. Estou separado h? algum tempo e nesse per?odo tive pouco relacionamento envolvendo sexo, porque sou um tanto reservado e acredito ser o sexo uma coisa maravilhosa na vida do ser humano, mas, precisa ter boa afinidade como tamb?m muita responsabilidade. Eu gosto muito de sexo! Por gostar de sexo visito diariamente os sites relacionados ? Contos Er?ticos e o site que mais gosto ? esse: Acervo de Contos Er?ticos, pois na minha modesta opini?o, s?o mais apimentados e logicamente bem estruturados. Bem, o que vou narrar agora foi uma de minhas experi?ncias com a Rose, uma mulher muito gostosa e surpreendente. Rose ? baixinha, no m?ximo 1,65, morena, cabelos compridos encaracolados, um corpo bonito com uma umas curvas bem trabalhadas, 52 anos e vi?va. N?s trabalhamos na mesma empresa por v?rios anos e sempre nos encontr?vamos, convers?mos, mas nunca tivemos nenhum envolvimento, pois ?ramos somente amigos, at? que um dia... Bem, certo dia percebi um olhar diferente da Rose em minha dire??o e perceb? uma dose de mal?cia naquele olhar, mas, disfarcei, ou pelo menos tentei disfar?ar, trocamos algumas palavras e voltei para minha sess?o de trabalho. Como Rose trabalhava como secret?ria, eu sempre ia at? sua sala pra poder pegar alguma correspond?ncia ou at? mesmo solicitar alguma liga??o telef?nica, e, certo dia quando cheguei at? a sua sala, a encontrei debru?ada sobre o balc?o de atendimento fazendo anota?es. Ela j? sabia que eu estava ali mas continuou inclinada e escrevendo. Ela estava com uma blusa tipo frente ?nica, com as costas ? mostra e pude percebe tamb?m que estava sem suti? deixando uma vis?o maravilhosa dos seis seios que s?o de tamanho pequeno para m?dios e por incr?vel que pare?a durinhos. Fiquei por alguns segundos contemplando aquela maravilha e depois a chamei por precisava protocolar um documento para ser enviado urgente. Rose ent?o, levantou os olhos e sem disfar?ar mexeu no decote tentando colocar os seios no lugar (rs), mas foi inevit?vel e os mesmos ficaram mais a mostra ainda. Ela deu um sorrisinho safado e disse: Eles querem fugir. Instantaneamente e sinceramente com toda simplicidade eu disse a ela que se eles fugissem eu os encontraria e os guardaria muito bem pois s?o muito bonitos! Maliciosamente, Rose, disse que eles estavam precisando mesmo de algu?m que cuidasse bem deles, pois havia tempo que eles estavam precisando de cuidados. Nossa, isso era que eu precisavam ouvir naquele momento, ent?o disse ? ela que estava pronto para dar um trato especial, n?o somente nos seios mas em todo o corpo, a come?ar por aquela boca apetitosa e convidativa. Sorrimos um pro outro, Rose protocolou o documento e eu fui pra minha sala. Depois daquela conversa, meus pensamentos e imagina??o davam voltar e eu comecei a imaginar como seria uma foda bem dada com a Rose. Umas duas ou tr?s horas ap?s essa conversa o ramal da sala tocou e adivinha quem era? Isso mesmo, Rose. E, para minha surpresa ela me pergunta o seguinte: Voc? disse a verdade quando falou que estava pronto para dar um trato especial? Nossa, naquele momento chegou a dar um gelo na espinha (rs), mas respondi que sim e que tinha um tes?o enorme por ela. A? Rose me disse, ent?o vou te esperar em minha casa hoje, topas? Claro que aceitei na hora. Na combinada, cheguei na casa da Rose, e ela veio me receber de uma maneira simplesmente encantadora! Ela vestia um micro vestido, preto, com alcinhas, revelando aqueles belos seios que naquela altura j? estavam com os bicos durinhos, revelando o tes?o que sentia. Quando cheguei, Rose foi logo me dando um beijo, do qual n?o me esque?o at? hoje, um beijo, molhado, ardente, malicioso. Correspondi, e aproveitei para abra?a-la bem forte trazendo-a de encontro ao meu corpo apertando e sentindo o perfume suave e gostoso daquela mulher. Entramos, Rose me serviu uma lata de cerveja e come?amos a beber e a falar sobre o dia, at? que Rose, que estava sentada na cadeira ao lado, aproximou-se, sentou-se em meu colo, dando-me um beijo gostoso e disse que havia tempo que ela queria estar comigo a s?s e estava louca para sentir o meu pau entrando na xoxotinha dela. Meu pau que j? havia dado sinal de vida, nessa hora enlouqueceu de vez e se eu n?o o controlasse, acho entraria instantaneamente naquela buceta. Para minha surpresa, quando minhas m?os come?aram a deslizar pelo corpo da Rose, notei que a mesma n?o estava usando calcinha, uauuuu, que gostoso! Rose me fazia alguns afagos e dizia palavras gostosas, tipo, meu gostoso, meu tes?o, eu quero todinha dentro de mim. Aproveitei e fui passeando a m?o no seu corpo e rapidamente cheguei at? aquela bucetinha que j? estava molhada e quentinha. N?o esperei mais nada; como est?vamos pr?ximos ao sof?, rapidamente joguei Rose no sof? e comecei a beijar aquele corpo todinho, a come?ar por aqueles pezinhos, pequeninos, delicados. Depois fui subindo pelas pernas, coxas, hum que coxas bem feitas, que pernas lindas! Cheguei at? o bumbum e beijei gostoso...Beijei aquele bumbum todinho, aproveitando cada curva, e, n?o perdendo tempo cheguei at? a bucetinha dela e chupei, chupei, sentindo todo aquele melzinho derramando em minha boca. Que delicia! Enquanto chupava, Rose gemia baixinho, rebolava, e soltava gritinhos de tes?o. Rose ent?o, cheia de tes?o que tb estava sentindo, segurou forte o meu pau e iniciou movimentos fren?ticos com muita for?a. Rose me chamou para gente ir pro quarto dela, porque queria ficar na cama dela! Entramos e continuamos a nos beijar se tocar como se f?ssemos dois adolescentes sedentos por sexo. E de fato, est?vamos sedentos. Iniciamos um 69 maravilhoso, e Rose foi ?s nuvens e gozou gostoso na minha l?ngua enquanto mamava minha pica de 18 cm, dizendo que nunca havia chupado com um pau daquele tamanho, j? que sua boca ? pequenininha! Ela chupava, abocanhava gostoso e pediu pra que eu gozasse dentro do sua boca que ela iria beber todo leite que sa?sse. Foi ent?o, que gozei, gozei bem gostoso naquela boquinha enchendo-a de porra quentinha e Rose ia bebendo tudo, n?o deixando perder nem uma gotinha! Depois dessa gozada incr?vel, ficamos deitados naquela cama confort?vel recuperando nossas energias. Rose foi at? a geladeira e trouxe mais uma cerveja, come?amos a beber e a conversar sobre aquele momento t?o gostoso, e Rose com toda sua habilidade come?o a tocar no meu pau que n?o demorou e reagiu outra vez. Ficamos brincando, ele segurando meu pau, e eu tocando a xoxotinha dela, ali?s, ? uma xoxotinha pequenininha que, sinceramente n?o sei como aguentou meu pau inteirinho dentro dela. Naquelas brincadeiras, Rose sussurrou no meu ouvido que queria que eu enfiasse meu pau no cuzinho dela, mas, estava com medo por causa do tamanho e da grossura. Ent?o disse a ela que com jeitinho daria tudo certo. Est?vamos deitados, e como pau j? estava pronto outra vez trouxe Rose pra cima de mim que iniciou uma cavalgada bem cadenciada e gostosa, onde ele subia e descia como aquelas peoas que fazem prova do tambor em eventos de rodeio, nossa, que tes?o, que coisa mais gostosa. De repente, Rose aumentou o ritmo dos movimentos, disse que estava com muito tes?o e queria gozar de novo, e, subindo e descendo, gemendo, gritava como uma cadelinha no cio, gozando como nunca eu havia visto uma mulher gozar. Ent?o, coloquei Rose de quatro e pedi pra ela abrir bem o cuzinho porque eu iria saciar o desejo daquele cuzinho especial, mas, antes de colocar meu pau l? dentro, passei a l?ngua, lubrificando aquele anelzinho, rosadinho e gostoso, Rose foi se enchendo de tes?o outra vez e rebolava freneticamente, e eu enfiei minha l?ngua naquela grutinha apertadinha levando Rose ? loucura de tanto tes?o. Ela gritava, suplicava pra enfiar meu pau logo, que ela n?o aguentava de tanto tes?o. Pra judiar um pouquinho, eu chupava mais, enfiava a l?ngua, depois o dedo e ficava brincando com aquela mulher maravilhosa. De vez em quando, Rose me chamava toda dengosa, e suplicava pra que enfiasse o pau logo no seu cuzinho. Como adoro uma mulher dengosa, atendi seu pedido e fui colocando meu pau bem lentamente. Quando a cabe?a ia entrando, Rose trancou o cuzinho de medo, dizendo que n?o ia aguentar que ia doer muito, ent?o foi a? que usei toda experi?ncia, fui conversando, massageando o grelinho dela, colocando o dedo na bucetinha, que estava quentinha e toda melada, e esfregava o pau na portinha daquele cuzinho que piscava, ora de vontade, ora de medo de recebeu meu pau. Fiquei com a cabe?a do pau encostadinha, esfregando, at? que entrou um pouquinho. Rose, gemia, trancava a portinha e eu pacientemente, brincava com a cabe?a do meu pau, esfregando naquela bunda gostosa. Quando Rose j? estava preparada, dei uma estocada mais firme e a cabe?a do meu pau entrou, e, Rose gritou, dizendo que estava doendo, que era pra parar. Como j? tinha entrado a cabe?a, aproveitei e f***ei mais um pouco e com um golpe certeiro coloquei meu pau todinho naquele cuzinho. A? Rose tentou escapar, gritava de dor, dizia que n?o aguentava mais, s? que esses gritinhos de tes?o transformaram-se em sussurros, gemidos e gritinhos de tes?o e prazer, e, Rose movimentava seu corpo freneticamente, jogando-se pra frente e pra traz, pedindo mais, queria mais e meu pau entrava e saia bem gostoso daquela grutinha apertada. Ficamos engatados feitos um c?o e uma cadelinha vadia e eu j? estava a ponto de gozar quando Rose, iniciou um gozo, fant?stico, fenomenal! Eu nunca havia visto uma gozada daquelas! Rose gozou tanto que chegou a espirrou longe, e eu presenciando aquilo tudo n?o aguentei e gozei muito, mas muito mesmo enchendo aquele cuzinho de porra, que escorria pelas pernas e bunda de Rose. Depois disso, ficamos deitados, descansando, e acabamos adormecendo. Quando acordei j? eram quase duas horas da manh?, ent?o, levantei, vesti minhas roupas, deixei um beijinho em Rose e fui embora, deixando ela descansar. Eu e Rose nos encontramos outras vezes e com certeza irei narrar pra voc?s. Se voc?s gostarem, podem enviar um e-mail. p_eyder@hotmail.com
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Seguro-a pelo quadril, e mando bala

Vontade de sentir seu cheirinho de fêmea... Experimentar seu suor... Seus beijos molhados de prazer... Sentir seus gemidos de tesão... Saborear seu sexo! Ti beijar de língua... Morder carinhosamente seus lábios enquanto minhas mãos percorrem seu corpo de mulher! Lamber seu pescoço, orelhas e voltar a saborear seus beijos de língua. Unir nossas salivas enquanto lábios esfregam-se. Escutar gemidos ainda tímidos. Sentir seu corpo se contorcendo sob o meu. Tirar suas roupas. O sutiã! Abocanhar seus seios de bicos duros. Ver você mordendo os lábios e olhos fechados. Deslizar a língua pelos seus seios, barriga e quadril... Deixando rastros de salivas sobre a pele macia e lisa! Aconchegar-me entre coxas macias. Inspirar sobre a calcinha umedecida! Inspirar novamente enquanto sinto meu sexo latejar sob lingerie! Esfregar meu corpo quente sobre o seu. Apertar meu desejo na sua calcinha ainda mais umedecida! Ti beijar loucamente enquanto sinto suas pernas me apertarem nas costas. Libertar-me dos seus braços e deslizar sobre a pele suada. Aconchegar-me novamente no seu quadril. Cheiro de desejo... Odor de sexo! Deslizar dedos sob sua tanguinha e puxá-la para o lado. Huuum... Cheiro de vagina... Desejos de mulher! Balançar a língua sobre seu botãozinho duro... Sentir crescer frente meus carinhos de homem! Meus dedos polegares abrem seu clitóris deixando-o exposto... Uaaau! Nem eu e nem você resistimos aos encantos do sexo. Balanço-o com a ponta da língua para lá e para cá... Muitas vezes! Logo, seu corpo é tomado por ondas de calor. O rosto queima. Coração acelera. Pele arrepia. Contrações incessantes nas suas entranhas denunciam orgasmos na minha boca sedenta do gozo de mulher. Delícia saborear seus líquidos quentes enquanto a respiração é ofegante... Olhos que abrem e fecham... Logo, sorrisos tomam conta das faces! Entre beijos de língua voltamos a nos esfregar. Lingerie quase permite a passagem do meu sexo para dentro das entranhas. Mas eu quero mais! Ainda deitada de barriga para cima sobre a cama macia e grande abaixo carinhosamente sua calcinha molhada. Abro suas pernas e as seguro. Inspiro-a novamente no sexo! Deslizo a língua entre seus lábios enrijecidos e a introduzo. Diversas vezes saboreando o suco! Geme manhosamente enquanto acaricia-me pela nuca. Abre ainda mais as pernas e deixa-me fartar no seu desejo. Não demora a sentir contrações cada vez mais fortes enquanto pressiona o sexo na minha boca macia! Ondas de calor e dores gostosas de sentir no canal vaginal até liberar gozo para meu deleite! Gostosa... Gostosa... Você é a minha Nininha meiga, sorridente e sexy! Num ímpeto de tesão levanta-se sobre a cama e me derruba sob seu corpo. Arranca minha cueca e vê meu prazer apontando para o alto. Apóia-se sobre meu tórax e nos beijamos de língua. Cabelos pinicam-me no rosto. Ajeita-os olhando-me com vontade de gemer ainda mais! Desliza a língua sobre meu corpo provocando-me arrepios gostosos. Passa a língua em torno do meu sexo. Chupa-me nas bolas. Sente o cheiro. Observa líquido! Aperta-me para cima e para baixo no membro... Abocanha-o sem dó! Enfia quase todo na boca... E suga... Chupa... Chupa... Chupa preparando-o para ser aconchegado! Saboreia-me no sexo. Olha para mim. Sorri. Sorrimos. Seios balançam enquanto a vagina lateja! Beija-me de língua enquanto sentimos o cheiro e sabor dos sexos impressos nas línguas curiosas. Suas pernas passam sobre meu corpo. Aaah engole o membro duro e viril... Que delícia! Deslizar pelo seu canal vaginal... Super molhado de prazer! Dores gostosas para sentir a dois. Enterrar o pau nas entranhas sentindo o sexo molhado. Poça de água! O clitóris deslizar sobre o corpo do membro e nos alucinar de tesão. Mexer para lá e para cá sentada sobre o pinto duro cutucando quase o útero! Gostosa! Unhas arranham minha pele e sorrisos são observados por nós! Beijos de língua, carinhos, carícias trocadas no leito de prazer. Mãos percorrem as bandas do seu bumbum abrindo-o ainda mais o caminho do prazer! Seios pressionam-me no peito. Bicos duros chegam a me espetar entre uma cutucada e outra na sua buceta. As paredes da vagina apertam-me no pau querendo até tirar sumo! Você geme fortemente e goza bem gostoso no meu pau. Gostosa demais ocê, Nininha! Respiração ofegante... Descansa sobre meu peito enquanto a acaricio nos cabelos macios e cheirosos. Não demora... Peço que de quatro fique na beirada do ninho. Sobre o piso frio do quarto agacho-me entre suas pernas. Saboreio-a no sexo molhado! Sente a língua entrar o mais fundo possível na racha! Aperta-se nos seios enquanto afunda o rostinho meigo no travesseiro. Logo, meu membro invade sua xana provocando arrepios e gemidos de prazer. Entra e sai bem gostoso na minha bonequinha encantada. Seguro-a pelo quadril e mando bala! Abro bem as bandas do bumbum estocando sem parar e olhando cada vez mais seu buraquinho de fazer cocô todo indefeso! Delícia... Ki mulher gostosa ocê, Amor! Sinto seu corpo desmanchando-se em gozo enquanto a penetro profundamente. Gritos de prazer enquanto aperta o travesseiro úmido pelo suor que lhe escorre da face macia. Retiro o membro melado e o levo na sua boca para saborear desejos misturados. Engole... E chupa bem gostoso! Suga-me na cabeça do pau e manda-me estocar na xana novamente... Até o final! Imediatamente atrás de ti o introduzo. Sem parar de me deliciar no seu sexo explodo em gozo dentro de ti. Jatos de espermas quentes invadem sua vagina. O calor toma conta do meio das suas pernas! Entranhas inundadas... Ficamos imóveis grudadinhos! Contrações fortes... Respiração ofegante... Caímos sobre o ninho de amor! Corpos quentes, suados. Lençol amassado e cabelos caídos denunciam momentos de êxtase! Pessoal, por hoje é só! Fique em paz e obrigado pela leitura. Beijos.

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Fui devorada pelo vigai da Obra

Meu nome é Karla e volto hoje pra relatar o que rolou comigo a uma semana. Sou casada tenho 24 anos. Meu marido não liga muito pra sexo e quando me falta eu não penso 2 vezes antes de me satisfazer. Me acho muito nova e me cuido muito malhando 3 vezes por semana pra ficar bem sarada. Me orgulho de ter um corpo bem feito, pernas grossas e bundinha redondinha. Moro em Niterói no bairro de camboinhas região oceânica da cidade. Lugar lindo ! Eu amo o fim do dia na praia, quando começa a escurecer e quando dá eu mergulho completamente nua na esperança de aparecer algum tarado que me c*** muito. E foi num desses dias que me realizei. Eram já umas 18:30 quando caminhava em direção a praia, estava com muito tesão. A praia estava vazia era uma terça feira e começava a escurece quando desci do calçadão e fui em direção ao mar. Parei não havia ninguém tirei minha canga e meu biquini minusculo e fui mergulhar. Nossa que delícia já estava noite, via as luzes das casas acesas e eu ali me deliciando alisando meu corpo dentro d'água. Comecei a me masturbar imaginando um macho ali comigo me pegando por trás com seu pau duro pressionando minha bundinha enquanto suas mãos percorriam meu corpo e tocava minha xaninha já toda melada. Gozei ali mesmo dentro do mar, meu corpo estremecia sem parar, meu corpo todo arrepiado e um frio que veio derrepente que me fez tremer toda. Me recompus e dei uma olhada em volta pra saber se havia alguém por perto e fui saindo. Coloquei só a canga ois não queria perder tempo colocando meu biquini e fui saindo em direção a calçada quando olhando pra uma casa em construção logo a frente dei de caras com um senhor, que logo vi que era algum pião da obra. Ele me comia com os olhos e apertava o pau. Aquilo me deixou louquinha novamente e passou-me pela cabeça se ele havia me visto nua me banhando no mar. Resolvi encurtar meu caminho e ao invés de seguir pelo calçadão até a rua principal fui em direção a casa em construção por um caminho ao lado da casa que sairia na rua de trás. Lógico que a minha intenção não era chegar rápido em casa, era ver até onde o atrevimento do coroa iria chegar. Passando exatamente na frente da casa no portão principal onde ele estava fui em sua direção e como se fosse pedir uma informação cheguei mas perto e vi que ele não tirava a mão de sua calça. Fingi que não havia percebido e já com aquele calor na barriga que era o sinal que o tesão vinha a mil e dei boa noite e perguntei se na obra não haveria uma mangueira pra eu lavar meus pés que estavam cheios de areia. Ele com a cara mais safada foi logo dizendo que claro que tinha era só eu segui-lo. Não sei aonde estava com a cabeça que nem exitei fui a sua frente e de propósito fui rebolando suavemente e olhando pra ele perguntei se era por ali mesmo pra onde eu estava indo. Ele disse que sim mas tinha que ser dentro da obra pois do lado de fora não tinha ainda água encanada. Fui entrando e naquele local , tudo que havia em volta foi me dando mais tesão. O cheiro da obra, o local sujo e aquele desconhecido que mas parecia um leão pronto pra devorar a sua presa. Eu já estava toda, mas toda melada. Só com a canga, o que ele ainda não havia percebido. Chegamos na área da casa onde tinha um banheiro que era usado pelos piões e parei, virei pra ele e vi que o volume de sua calça era enorme. Fiquei tremula só de imaginar o que ele poderia fazer comigo com tudo aquilo e perguntei se poderia me lavar ali. Ele disse que quando eu quisesse. Então lentamente tirei o nó da minha canga que ficava na direção do meu peito e deixe que caísse no chão. O coroa não acreditou no que via. Peguei a mangueira e comecei a jogar água na minha cabeça, pescoço e fui descendo pelo meu corpo. Ele ficou parado só apertando seu pau por cima da calça. Não aguentei e fui em sua direção e abaixando na sua frente abri sua calça e levei um susto. Pulou um pau enorme e grosso cheio de veias pulsando como jamais havia visto. Sem pensar muito abocanhei e comecei a sugar feito uma bizerrinha mamando. Nossa eu estava realmente louca pra fazer o que estava fazendo mas não pensava em mais nada só em me satisfazer. Seu pau cheirava a urina, mas ao invés de nojo me deu mais tesão. Eu tentava engoli-lo todo mas era impossível, enquanto o coroa segurava em minha cabeça puxando-a em direção ao seu pausão tentando coloca-lo todo em minha garganta mas era impossível. Ele gemia e começava a me chamar de menina gostosa, safada, linda, deliciosa Eu olhava pra cima e via seus olhos serrados e gemendo de tesão.Larguei do seu pau e me levantei, ele logo pegou nos meus seios e começou a suga-los com muita força, suas mãos ao mesmo tempo apertava minha bunda e abria levando seu dedo por trás em minha xaninha toda melada. Eu rebolava e pedia pra enfiar mais e ele foi colocando seu dedo mais fundo. Nossa estava bom demais e eu queria mais. seu pau encostava em minha barriga e pulsava de tão duro. mas parecia um braço encostando em mim. Ele para de repente ele me pega pela mão e me leva pra dentro da casa. Fomos para um cômodo que parecia a sala, pouco iluminada só com uma lâmpada bem fraquinha que nos deixava quase na penumbra. Lá só tinha uma mesa e um colchão que ficava ao chão Tudo aquilo me deixava mais excitada e doida pra ser comida. Assim que entramos ele parou em minha frente e tirou sua roupa. Era um coroa admirável devia ter seus quase 50 anos mas com um vigor físico de dar inveja a muito cara mais novo. Era alto, pernas grossas e um peitoral que quando me abraçou me engoliu todinha. Ele parecia não acreditar que eu estava ali com ele e só dizia que eu era um sonho que iria me comer toda mas todinha mesmo Assim que escutei aquilo me arrepiei só de pensar o que ele queria dizer com aquilo, sei que minha bundinha é toda sarada que atrai logo a atenção dos homens e sinceramente não sei se aguentaria aquela tora de pau nela. Desviei meus pensamentos e olhei pra ele e disse: O que é que está esperando pra me devorar? O cara endoidou foi me agarrando e logo de cara me fez ficar de bruços na mesa ficando com minha bunda toda pra ele. Ele se abaixou e abrindo minha bundinha começou a enfiar a lingua na minha xaninha e cuzinho me fazendo delirar. Eu rebolava em sua língua forçando-a pra trás. Comecei a falar as besteiras quando perco a razão, chiangando o de puto, safado, tarado. Isso seu tarado mete essa lingua na sua vagabunda, dizia. Ele me apertava pela cintura tentando enfiar sua lingua em meu cuzinho e xaninha. Eu já não estava mais aguentando aquilo, estava prestes a gozar e me virei pra ele perguntando pela camisinha. Ele me deixou por uns segundos e logo voltou com uma cartela que continha 3. Eu só imaginei que não chegaria em casa tão cedo. Pedi que ele fosse abrindo uma e me abaixei e coloquei aquela tora novamente na boca e me deliciei, deixando-o cada vez mais tarado. Ele me levantou novamente e me pos de bruços na mesa , colocou a camisinha e começou a pincelar em minha xana já toda melada. Não aguentando mais pedi que ele colocasse logo tudo dentro de mim. Pedi que deixasse comigo e segurando no seu pau fui colocando na minha xana. Nossa era grosso demias parecia que eu iria partir no meio. Assim que minha xana começou a engolir aquele cabeção segurei um pouco e pedi que ele esperasse. Foi a mesma coisa que pedisse ao contrário, ele deu uma estocada que minha boceta engoliu aquele pau enorme de uma vez. Dei um gritinho me sentindo toda arrombada. Pedi que ele parace um pouco mas não adiantava ele socava cada vez mais. Acostumei logo e então comecei a delirar de tanto tesão. Pedia que ele fodesse muito a minha boceta, que seria dele quando ele quisesse, que eu era a putinha dele. O cara era um a****l, e rápido como um cão estocando cada vez mais até que não aguentando mais gozei muito feito uma cachorrinha. Minhas pernas tremia tanto que ele teve que me segurar. Eu gemia e chorava perdi completamente o controle de meu corpo. Ele sentindo que eu estava acabada me pegou no colo e me colocou no colchão ao chão. Fiquei ali uns 30 minutos com ele me olhando com o pau duro. Assim que me recompus olhei pra ele e disse que queria mais e tentei levantar mas ele não deixou e me virou novamente de bruços. Na hora sabia o que ele queria tentei me virar novamente mas ele mais forte me segurou subindo encima de mim me prendendo com sua pernas. Eu olhava pra trás e ficava imaginando como poderia aguentar aquilo tudo na minha bunda. Ele começou a me bolinar novamente forçando seus dedos em minha xaninha me fazendo relaxar. Acabei sedendo e sem fazer mais força comecei a ficar melada novamente ele sentindo meu estado abaixou e começou a lamber meu cuzinho e enfiando um dedinho na minha boceta. Hum o cara era bom sabia como me deixar tarada novamente. Passou então a enfiar um dedo na minha bunda, depois dois e vendo que eu estava gostando saiu de cima de mim e abriu minhas pernas e começou a enfiar com mais força os dedos na minha bundinha. Eu comecei a rebolar e a empinar minha bunda . Eu gemia de tesão e comecei a olhar pra trás e já toda embriagada de vontade pedi a ele que comece meu cuzinho devagar. O cara endoidou me ouvindo aquilo e levantando foi com o pau na minha boca e mandou que eu chupasse e babasse bem o pau. Fiz com muito gosto, era tudo bom demais . Logo ele pegou outra camisinha e me fez pedir que eu queria o seu pau no meu cuzinho. Hum, bom demais, fiz o que ele mandou e assim que pedi que ele colocasse aquele pausão no meu rabinho levei um tapa na cara e fui xingada de puta, vagabunda, vadia, piranha safada. Olhei pra ele e disse novamente: Põe esse caralho grosso no meu cu seu filho da puta! Levei outro tapa e fui obrigada a cuspir no seu pau. Ele foi por cima e me fez abrir minha bunda. Com as duas mãos abri o que pude e senti uma cusparada no meu cuzinho e piscava de vontade de ser enrabada Mas uma vez ele colocou seus dois dedinhos e começou a enfiar e tirar. Eu gemia e pedia que me comesse logo mas ele ainda me torturava enfiando seu dedo e lambuzando muito meu cuzinho com sua saliva e lingua. Eu já não estava mais aguentando e falei que queria logo ele no meu rabo e abri bem minha bunda deixando-a toda aberta pro pausão dele. Ele vei por ciam e encostou o cabeção e começou a empurrar. Meus olhos arregalaram assim que comecei a sentir ele entrar em mim. Nem tentei pedir que parasse pois poderia fazer o mesmo e enfiar tudo de uma vez. Virei pra ele e pedi quase chorando quequeria senti-lo todo em mim. Ele foi enfiando cada vez mais, parecia que que um ferro quente rasgava meu cuzinho. A dor foi quase que insuportável mas o tesão era muito grande e fui relaxando até senti-lo todo dentro de minha bunda. Pronto eu o olhava pra trás e ele começava a socar seu pau deslizava forte pra dentro de minha bunda. Eu contraia meu cuzinho tentando segurar um pouco mas era o mesmo que nada. Seu corpo suado encima do meu foi me deixando maluca , minha boceta escorria de tanto tesão me fazendo impenar bem a bunda e levar uma de minhas mãos a toca-la ao mesmo tempo que sentia as socadas do coroa tarado. El começou a me xingar de putona, que iria me arrombar toda. Eu novamente embriagada comecei a falar que queria meso ser arrombada pra meu marido poder comer o meu cuzinho mas a vontade. O véio endoidou e começou a dizer que o corninho iria me ter de volta bem usada e toda lambuzada. Ele estocava cada vez mais rápido e falando em meu ouvido que queria gozar em minha boca não aguentei e novamente gozei com um pau na minha bunda e meu dedinho enfiado todo na minha boceta. Mal tive tempo de relaxar ele saiu rápido de minha bunda e tirando a camisinha mais rápido ainda colocou seu pau na minha boca e gozando feito um a****l me fez engolir toda a sua porra. Nossa era muito leite que começava a escorrer pelos cantos da boca. Ele ainda me fez abrir a boca para ver se tinha engolido e como estava pensando em cuspir aquela porra assim que viu minha boca cheia me fez engolir tudo. Não tendo jeito engoli tudinho, ainda chupando aquele pau delicioso até limpa-lo também. Depois de algum tempo deitados um ao lado do outro ele adormeceu. Aproveitei e me levantei devagarinho e toda ardida mas satisfeita demais coloquei minha canga e partir pra casa sem ser percebida por ele Já eram quase 22hrs, ainda bem que meu maridinho ainda estava viajando e só chegaria em alguns dias, assim não teria que dar explicações por estar na praia até a essa hora. Hum tive um fim de dia maravilhoso. beijos Karla ( sonho.sex@gmail.com)

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Uma mulher pra l? de gostosa!



Ol? pessoal! Sou leitor ass?duo de contos er?ticos e costumo navegar por quase todos os sites do g?nero, mas o Acervo de Contos ? o meu predileto, o qual escolhi para postar essa experi?ncia maravilhosa que vivi com Marilza, uma mulher pra l? de gostosa. Tudo come?ou h? mais ou menos 03 anos atr?s por meio de uma sala de bate papo, quando de repente iniciamos uma conversa amistosa por causa de uma m?sica. A sala estava cheio de pessoas, umas conversando e outras simplesmente ouvindo m?sicas. Bem era a minha vez de colar e como sou f? de Wando colei aquela m?sica por t?tulo Deixa eu Te Amar. Marilza me chamou, deu parab?ns pela escolha da m?sica e disse que tamb?m era f? de Wando e dessa forma iniciamos uma conversa gostosa, que depois se transformou em amizade e mais tarde num relacionamento especial. Atrav?s das conversas fomos nos conhecendo, tipo, quantos anos, estado civil, mora onde, at? que um dia trocamos msn. Tudo isso foi ficando muito legal e gostoso e o mais interessante ? que havia um respeito m?tuo e ficamos mais de ano assim, sem nunca um pedir pra outro pra abrir a cam, at? que um dia, ap?s ver umas fotos de Marilza, bateu uma curiosidade danada e disse a ela que gostaria muito de v?-la na cam e perguntei se ela toparia. Marilza disse que iria pensar mas que n?o gostava da id?ia e eu disse que tudo bem, era s? uma curiosidade e respeitaria qualquer decis?o que ela tomasse. Na verdade eu tinha receio de que ela n?o aceitasse, mas... ap?s ficarmos ouvindo m?sica juntos por mais de uma hora Marilza que tinha uma surpresa para mim e instantaneamente mandou um pedido para abrir a cam. Uauuu, que maravilha! Fiquei encantado quando vi de outro lado aquela mulher que era tudo de bom. Olhos, castanhos escuros, cabelos compridos, uma boca tentadora, enfim, uma linda mulher! Marilza correspondeu ? altura dizendo que tamb?m havia gostado muito de mim. Hummmmm, fiquei feliz pra caramba. Bem, eu tinha 46 anos, 1,80, 85 kg bem distribu?dos, e sou negr?o. A partir dali nosso relacionamento foi ficando cada vez melhor e comprometedor, pois fomos gostando cada vez mais um do outro e come?ou, de ambas as partes um desejo enorme de termos um encontro. Isso durou mais ou menos mais uns dois anos e nesse per?odo fomos ficando mais ?ntimos e assanhados. Certa vez, disse para Marilza que ela era muito gostosa e que gostaria de v?-la nua, e, para minha surpresa ela respondeu: Agora? Nossa, meu cora??o disparou e acho que congelei por uns instantes, pois, minha inten??o era realmente v?-la nua, mas ao vivo, na minha frente. Recuperei-me rapidamente e disse que na verdade queria v?-la ao vivo, mas que na cam tamb?m seria maravilhoso. Ela deu um sorrisinho safado e sem cerim?nia tirou a blusa e mostrou os seios. Nossa que maravilha! Eu sou apaixonado por um belo par de seios e quando vi aqueles seios bonitos, empinadinhos e durinhos quase enlouqueci de tes?o. Fiquei por v?rios minutos observando e Marilza, com seu poder de sedu??o, mexia os seios com as m?os, massageando os mamilos. Nossa que del?cia, que tes?o. Foi a? que Marilza me disse: Agora quero retribui??o. A? eu perguntei de que forma e ela respondeu: Quero ver seu pau na cam agora! Confesso que fiquei sem jeito no momento, mas, n?o poderia decepcion?-la depois daquela exibi??o fant?stica. Meio acanhado, abaixei a cam do pc e mostrei o quanto estava excitado, o quanto o tes?o estava aflorado, e a? Marilza foi ? loucura quando viu meu pau de 18 cm e bem grosso. Ela fazia gestos com a boca como se quisesse abocanh?-lo por inteiro, engolir todinho. Ficamos brincando muito at? que em certo momento acabamos por gozar juntos. Por incr?vel que pare?a eu n?o gozava gostoso daquele jeito h? muito tempo. Ficamos num namoro virtual por muito tempo at? que certo dia pintou uma viagem para Santos e a? deu tudo certo! Marilza mora na capital paulista e dessa maneira poder?amos nos encontrar ao vivo pela primeira vez. Liguei pra ela e contei a novidade e perguntei se ela poderia descer pra Santos pois dessa maneira poder?amos nos ver pela primeira vez e nos amar intensa e verdadeiramente. Ela disse que faria de tudo pra isso acontecer, pois apesar do trabalho a vontade de estar junto comigo era bem mais forte. Nossa, depois de tudo combinado, parecia que os minutos, as horas e os dias n?o passavam e ansiedade foi tomando conta de n?s e a cada momento fic?vamos ligando um para o outro at? que chegou o grande e maravilhoso dia. Cheguei em Santos num domingo de manh? e j? liguei para minha pekenina, era assim que a chamava e ela gostava, disse a ela que estava hospedado em determinado lugar e que a esperava ansiosamente. Marilza me disse que s? poder?amos nos encontrar na quarta-feira como hav?amos combinado, e assim foram passando os dias, demoradamente.... Quarta-feira de manh?, me preparei, fiz tudo que precisava fazer e foi para praia que combinamos, e quando deu 10:30 horas eis que chega Marilza. Uauuu, que mulher linda, encantadora. Quando nos aproximamos ficamos fitando um ao outro meio que paralisados, n?o acreditando que aquilo era verdade, e, de repente nos abra?amos, e nos beijamos ardente e apaixonadamente. Caminhamos pela areia da praia e fomos para a barraca onde eu estava e l? tomamos uma cerveja, conversamos at? que decidimos entrar no mar. Fomos juntinhos, de m?os dadas, olhando um para o outro, ainda meio acanhados. Dentro do mar brincamos com a ?gua, nos abra?amos e num gesto instant?neo abracei Marilza e a trouxe junto a meu corpo. Foi eletrizante, nossos corpos colados um ao outro, adrenalina a milh?o e tes?o acima do limite, que gostoso, que maravilha. Aproveitei e toquei os seios de Marilza que estavam excitad?ssimos e tamb?m massageei aquela bunda gostosa, hummm, que bunda gostosa minha pekenina tem! Marilza n?o se fez de rogada e apertou forte meu pau, tirou pra fora do cal??o e fez movimentos fren?ticos com as m?os me levando ? loucura. Abracei Marilza por traz e com jeitinho fui tocando teus seios, seu bumbum a cheguei at? aquela xoxotinha. Hummmm que tes?o, que gostoso estarmos ali, dentro do mar, brincando, nos deliciando. Para evitar fazer amor ali mesmo dentro do mar, sa?mos da ?gua, retornamos para a barraca e decidimos ir para o hotel onde eu estava hospedado. O tes?o, o desejo, a vontade de possuir aquela mulher era enorme e eu n?o queria perder um s? minuto. Como o hotel era bem pr?ximo da praia, chegamos rapidamente e assim que entramos no quarto fui logo tirando toda roupa de Marilza e beijando aquela boca gostosa, aqueles seios deliciosos, depois fui descendo e passeando com a l?ngua em cada cent?metro daquele corpo at? chegar naquela bucetinha que estava lubrificada, molhadinha, quentinha. Fiquei um bom tempo, chupando, enfiando a l?ngua bem no fundo da xoxotinha de Marilza at? que ela n?o se conteve e gozou abundantemente a minha boca. Marilza, gemia, rebolava, se torcia toda e dava gritinhos de tes?o, e isso me enlouquecia ainda mais. Ainda beijando aquele corpo, virei Marilza de bru?os e explorei aquele cuzinho com a minha l?ngua, enfiando, chupando, dando mordidinhas naquela bunda gostosa, e, Marilza aproveitou se virou e veio de encontro ao meu pau, chupando, abocanhando e colocando todinha em sua boca. Passava a l?ngua na cabe?a, no corpo do meu pau, fazendo movimentos que aumentavam cada vez mais meu tes?o. Ficamos por v?rios minutos nos beijando, nos explorando at? Marilza veio por cima de mim e cavalgou gostoso no meu pau, subindo e descendo freneticamente enquanto eu dava tapinhas em sua bunda, que a deixavam ainda mais cheia de tes?o. Marilza adora levara tapinhas no bumbum e na cara e de ser chamada de safada, de putinha e de bis**tinha e eu fiz tudo isso deixando-a enlouquecida, at? que, juntos gozamos, gozamos, gozamos. Ap?s gozarmos bem gostoso, tomamos um belo banho juntinhos e reiniciamos tudo outra vez, com beijinhos, carinhos, e tudo mais. Em certo momento, Marilza se levantou e andou pelo apartamento, ent?o fiquei observando aqueles movimentos gostosos daquele corpo maravilhoso, aquela bunda, aqueles seios. Ahh, que tes?o. Marilza disse que, apesar do meu pau ser grande e grosso queria sentir ele entrando em seu cuzinho, mas que era pra que eu colocasse bem devagar. Antes de penetrar aquele cuzinho, Marilza o lambuzou com uma pomadinha anest?sica e fui enfiando, enfiando, at? que entrou tudinho e Marilza, gemia, chorava, soltava gritinhos e tes?o e pedia pra socar mais forte, que estava gostoso e eu, n?o deixei por menos, socava tudo e com for?a pra satisfazer aquela mulher gostosa, que estava me proporcionando aqueles momentos t?o especiais. Ficamos coladinhos mexendo por um bom tempo at? que explodimos juntos num tes?o maravilhoso e gozamos abundantemente, satisfazendo nossos desejos e tes?o. Foi algo simplesmente maravilhoso, poder amar aquela mulher de uma forma diferente de tudo que havia feito antes em mat?ria de sexo. Marilza, ? uma mulher realmente maravilhosa e encantora. Ficamos aquela tarde nos amando at? que Marilza precisou retornar pra S?o Paulo, deixando-me com muita, mas muita saudade mesmo e ainda mais apaixonado por aquela pekenina que fisgou de vez meu cora??o. Da pr?xima vez contarei outros momentos especiais que tivemos. Abra?os a todos os leitores desse conto.

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OS VIZINHOS SAFADOS


De casa nova, muita coisa pr? arrumar, Bruno e D?bora estavam exaustos, quase n?o se viam ou quando isso acontecia, era uma frieza s?. Do mesmo lado que se deitavam, acordavam e mal se tocavam durante a noite. Bruno estava uma pilha de nervos tendo em vista os preparativos de final de ano na empresa de publicidade que trabalhava, mas o seu chefe era o seu maior problema devido ?s cobran?as di?rias. D?bora de trabalho novo em um hospital, no setor financeiro, arrancava suspiros de todos, principalmente dos m?dicos, que ficavam loucos quando ela desfilava pelos corredores com aquela cal?a justa que resalta aquela maravilhosa bunda de 105 cm, coxas grossas, cintura fina e uns peitos de botar inveja a qualquer menininha mais nova. A vida parece que foi muito gentil com aquela mulher, pois aos 41 anos, D?bora aparentava 10 anos menos, de t?o bonita que ?. Mas com o tamanho estress do marido, j? faziam 15 dias que ela n?o gozava gostoso, chegava a sentir fisgadas na vagina com tanta vontade de dar. Era um desperd?cio uma mulher t?o linda e gostosa jogada daquele jeito. Logo que se mudaram para a nova casa dois vizinhos morenos de cerca de 30 anos ajudaram na mudan?a e n?o tiraram os olhos de D?bora que se comportou ao m?ximo, mas de vez em quando se abaixava bem safada para que eles pudessem ver seus seios ou a calcinha fio dental que sempre usa. Mas s? isso era suficiente pr? que um enorme volume se formasse em seus jeans apertados. Passado todo o trabalho de mudan?a, as coisas no lugar, em um s?bado, Bruno chegou por volta do meio dia, almo?ou e foi dormir um pouco. D?bora resolveu ent?o ir para a piscina se bronzear, para deixar aquela marca de biqu?ni fio dental que ele tanto gosta, na tentativa de seduzir Bruno mais tarde. Ela jogou uma toalha pr?ximo da piscina, passou o bronzeador, ajeitou o biqu?ni naquela bunda redondinha e maravilhosa e deitou-se, alguns minutos depois adormeceu. Meio que tonta pelo sono, D?bora acordou sentindo uma m?o, que no in?cio pensara ser de seu marido. Ficou quietinha e aquela m?o percorreu todo seu corpo, dos p?s ? cabe?a. Passou pelas costas e rumou para o reguinho, voltou e foi tirando a calcinha para o lado e introduzindo lentamente os dedos naquela grutinha que naquele momento estava encharcada de tanto tes?o. Depois sentiu uma ?mida l?ngua invadir seu ?nus e sua vagina com duas m?os abrindo sua linda bunda. D?bora arrepiava de prazer e at? empinava a bunda, para facilitar as coisas. Mas algo n?o estava certo pois mais duas m?os agora passavam a m?o por suas costas e pelos seus cabelos. Ela abriu os olhos e viu os dois vizinhos com cara de safados com o dedo indicador em sinal de sil?ncio. D?bora pensou em gritar, mas eles tamparam sua boca com uma das m?os e a seguraram. Estava muito preocupada com o marido que dormia ali, no quarto bem pertinho deles. Mas o tes?o j? era grande, e toda aquela situa??o a excitaram mais ainda. Um dos caras pegou seu pau e ofereceu para ela chupar, o que no princ?pio, D?bora ficou meio at?nita, maravilhada com aquela piroca de 20 cm com aquelas veias saltando e aquela cabe?ona vermelha pedindo para ser engolida. Ela foi engolindo devagar e aos poucos tocou sua garganta e como que chupasse um sorvete, degustou cada cent?metro daquela rola maravilhosa. O outro enfiava a l?ngua no seu cuzinho e descia para a bucetinha que n?o parava de derramar seu n?ctar. Ele a p?s de quatro e come?ou a meter naquela grutinha molhadinha de tanto tes?o, enquanto ela chupava o cacete do amigo. Ele n?o podiam gemer alto, pois Bruno estava dormindo no quarto bem ao lado e ap?s alguns minutos naquela posi??o, D?bora pediu pr? sentar naquele cacete que estava chupando. Ele se deitou, segurou aquele pauz?o em dire??o ? sua grutinha e lentamente foi agasalhando aquele monumento. Pr? n?o deixar o amigo sozinho, pegou sua piroca e com maestria, deliciou-se chupando um e e sentando em outro. Era muito tes?o abafado por grunhidos e gemidos sufocados. D?bora ent?o olhou para o amigo que estava sendo chupado e falou: ?Enfia esse pau gostoso no meu c?, come minha bundinha.? Ent?o o vizinho que estava por baixo, arreganhou aquela bunda maravilhosa e o amigo come?ou a penetrar devagarinho. Empurrava cada cent?metro enquanto D?bora gemia e pedia mais. Quando o amigo enfiou tudo, D?bora viu estrelas e come?ou a jogar os quadris para tr?s na ?nsia de engolir os dois cacetes ao mesmo tempo. O cara que estava por baixo chupava seus seios e acariciava sua bunda abrindo para que o amigo enfiasse mais. D?bora j? n?o aquentava mais e os tr?s gozaram alucinadamente, enchendo aquela gostosa com muita porra quentinha. Os vizinhos foram embora e Ali mesmo D?bora adormeceu, toda melada e fodida. Novamente D?bora acordou com algu?m acariciando seus cabelos, dessa vez era seu marido que havia acordado e n?o resistira ver sua esposa ali na beira da piscina tomando sol toda nua. Bruno estava com muito tes?o e come?ou a beij?-la apaixonadamente. Chupou seu seios e foi descendo. D?bora tentou segurar seus cabelos pr? que ele n?o descesse, mas ele foi direto pr? sua grutinha e sem receio nenhum chupou seu grelinho e cada gota que saia de sua buceta encharcada. D?bora estranhou que ele n?o desconfiasse de nada e gozou muito gostoso com aquela situa??o. Da? Bruno colocou ela de quatro e fodia olhando a marca de biqu?ni fio dental que contornava aquela bunda maravilhosa. Era tanto tes?o entre os dois e agora D?bora podia gritar e gemer ? vontade. Depois de muita fude??o de quatro, D?bora virou-se de frente e pediu pr? que Bruno enfiasse bem fundo. Ele obedeceu, mas antes deu uma linguada gostosa naquela grutinha que j? havia sido fodida por outros dois caras e por ele. Bruno encaixou a cabe?a de seu pau e enfiou de uma vez s?, beijou D?bora, abra?ou suas n?degas e enfiou um, depois dois dedos em seu cuzinho dizendo: ?Sei que voc? adora dupla penetra??o, n?o ? mesmo?? Naquele momento, Bruno disse em seu ouvido que tinha assistido a tudo e que ficou louco de tes?o. D?bora ficou mais doida ainda e juntos come?aram a gozar contorcendo-se e gritando como loucos. Ao final de tudo, D?bora disse que ele parecia um man?aco, um louco, safado, sem vergonha., corno assumido, corno manso, mas que o amava demais e gostaria de repetir tudo novamente. Com certeza eles fizeram muitas e muitas vezes e gozaram maravilhosamente
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CARONA DE CORNO.

Eu e meu marido ?amos para Florianopolis em f?rias e um amigo de meu marido perguntou se tinha carona para um conhecido dele, rapaz discreto, estudante, de confian?a e t?mido, at? aceitava rachar a despesa de gasolina, com estas referencias, meu marido aceitou e logo passamos na casa deste jovem chamado lucca, loiro, notei que tinha cabelos crespos e boca carnuda, iniciamos a viagem por volta de 23 horas, bom papo, volta e meia ele alisava meu cabelo com a m?o direita, passado algum tempo de viagem ele comentou que iria deitar no banco traseiro, deitou com a cabe?a para o meu lado, logo eu tamb?m comecei a ficar com sono, reclinei meu banco quase encostando no banco de traz, senti que lucca se agitou e logo senti uma m?o passar ao lado do meu banco e come?ar a alisar meu bra?o, tentei tirar a m?o e um aperto com for?a me fez sentir que n?o seria f?cil, logo senti que lucca come?ou a avan?ar em dire??o ao meu seio empurrando meu bra?o para cima e enfiando a m?o procurando levantar a blusa que eu vestia, tentei sair e ele me segurou, num gesto r?pido alcan?ou meu seio que alisou com maestria, delicadamente, neste momento me deu uma tes?o e virei um pouco de lado para facilitar a invas?o daquela m?o que estava me alisando, ent?o lucca agarrou com vontade, passou os dedos em volta do bico que estava todo eri?ado e durinho, es j? estava sentindo minha calcinha ficar toda molhadinha, de repente meu marido acendeu a luz interna e falou, porra, voc?s est?o se arretando, garanto que este cara j? esta de pau duro, ele esta alisando teu seio, que sacanagem ? esta? Lucca ent?o pediu desculpas e falou que tinha passado dos limites pois achara minha mulher uma tes?o e ficara enlouquecido com ela, meu marido perguntou como ele sabia que ela era uma tes?o se n?o se conheciam? s? de olhar? Ent?o meu marido me surpreendeu e falou para mim, passa la para o banco de traz e da um trato neste guri, lucca n?o se fez de rogado e logo come?ou a me puxar entre os bancos, relutei um pouco, meu marido falou que eu estava cheia de tes?o e estava esperando o que, para ir para o outro banco? Neste momento relaxei e passei para perto de lucca, o garoto logo come?ou a me agarrar e beijar, o safado beijava bem pra caramba, com aquela bocona carnuda, come?ou a me dar uma tez?o s? de imaginar meu marido olhando pelo retrovisor e vendo eu ser engolida pelo garoto, neste momento senti que lucca agarrava minha m?o e levava em dire??o a seu pau, ele abriu a bermuda e tirou, para tirar a cueca foi muito r?pido e logo vi um pau muito grande e grosso, mas o que mais me impressionou era o tamanho da cabe?a, gigantesca, o pau n?o podia estar mais dur?o, agarrei e comecei a bater uma punhetinha para ele, s? que o garoto agarrou minha cabe?a e come?ou a levar em dire??o ao pau dele, dei uma lambida e botei aquele cabe??o na boca, nossa, que coisa de louco, a cabe?a era bem macia, deu at? vontade de morder, lucca come?ou a estuprar minha boca, enfiava e tirava, virei minha bunda na dire??o dele, logo abaixei minha leg e ele rapidamente come?ou a enfiar um dedo na minha bucetinha por baixo da minha calcinha, ele puxou e tirou a calcinha, eu chupando aquela cabe?a maciazinha e dura por dentro, lucca come?ou a me puxar para cima dele, pediu para eu deitar no banco, deitei, ele levantou uma perna minha, alisou minha buceta e comentou que estava encharcada, neste momento meu marido falou, come logo esta vadia para ela depois vir chupar meu pau que eu tamb?m quero gozar, lucca n?o pensou e logo come?ou a enfiar aquele pauz?o, enterrou de uma s? vez, urrei de dor e tamb?m porque com a dor e com a tes?o que eu estava logo comecei a gozar, senti que meu gozo escorreu pela minha bunda abaixo, parecia que tinha feito xixi, pedi para meu marido alcan?ar um papel para eu me secar um pouco, lucca n?o deixou pois queria aproveitar aquela mela??o e enfiar cada vez mais, nossa, o garoto dava cada enterrada que parecia que iria me furar, pedi para ir devagar, ele me mandou virar e ficar de quatro, senti que n?o iria terminar bem, n?o gosto de anal, principalmente com um pau grande, mas ele enfiou tudo de uma vez na minha buceta, sentia aquela cabe?ona entrar todinha dentro de mim, cada vez sentia mais tes?o, afinal, meu marido ficava olhando pelo espelho e se masturbando, falei para ele, logo logo eu vou ai te fazer gozar, nisto lucca come?ou a enfiar um dedo no meu cuzinho, falei que n?o, ele nem ligou e logo come?ou a enfiar dois dedos, senti que o pau dele inchou todinho, com certeza pensando em fuder meu c?, s? de pensar me deu uma tremedeira e gozei, um gozo intenso, lucca parou um pouco, pediu para eu virar de frente, pegou minhas pernas, colocou uma em cima do encosto do banco da frente e o outro no encosto do banco de traz, fiquei toda arreganhada, ele sorriu e falou, vais ter uma gozada que iras te lembra sempre de mim, nisto come?ou a enfiar a cabe?ona bem devagar, botava e tirava, passava no meu grelo, juntou minhas pernas, passou no meio das minhas coxas alisando meu grelo e falou, abre bem as pernas que vais ter que engolir meus 22 cm de pau todinho dentro desta buceta que eu quero gozar bem dentro do teu fundo, falei, vem devagar, vem, ele veio e entrou tudo, n?o sei como, mas entrou tudo ele ent?o acelerou e enterrou tudo de uma vez, urrei de dor e ele come?ou a gozar dentro de mim, coloquei minhas pernas em volta da cintura dele, dei um tapa na cara dele, estava me doendo muito, ele enterrou de novo, bati de novo na cara, ele enterrou de novo e eu comecei a gozar, ele me pediu, bate mais sua puta e goza tudo o que tu tens direito, acho que foi uma das maiores gozadas que dei, n?o parava de gozar, pela primeira vez, eu ejaculei, ficamos entalados por bem uns 10 minutos, eu com as coxas em volta da cintura bem apertada, quando o pau come?ou a murchar um pouco, comecei a rebolar no pau dele e comecei a gozar de novo, pedi papel para o meu marido, tirei o pau e coloquei o papel na minha buceta, rapidamente pedi para lucca colocar o pau meio mole no meu c?, ele colocou, foi um pouco dif?cil mas entrou, pedi para ele mexer um pouco, ele obedeceu, senti meu c? todo cheio, que bom sentir um pau grande no c?, gostei, mesmo j? estando um pouco mole. Meu marido mandou eu vir para o banco da frente pois ele j? estava pronto para gozar, obedeci, coloquei na boca e o safado n?o demorou e come?ou a gozar, mordi a cabe?a do pau dele e senti que ela tamb?m ? macia por fora e dura por dentro. A viagem durou 8 horas, no m?ximo dura 6 horas. Chegamos em Florianopolis e marcamos para mais tarde um encontro para novamente repetir tudo novamente, s? que agora numa cama. Isto, entretanto, ? para uma pr?xima historia.
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Bons vizinhos

Bem, tudo começou em um belo final de semana q resolvi ir tomar uma cerveja na piscina do meu condomínio, quando chego tinha um casal meia idade, o Pedro e a Claudia, ambos gaúchos q adoram um belo churrasco e que na ocasião estavam fazendo um assado... Quando os vi, cumprimentei-os e fui para a piscina q fica do lado da churrasqueira, e nisso fiquei lá sozinho curtindo uma cervejinha e um sol legal... Pouco tempo depois o casal entrou na piscina e passamos a conversar sobre tudo, era um casal muito interessante... Todos estavam bebendo e em certo momento a Claudia saiu, foi pegar um sol e nisso chamou o Pedro para poder passar bronzeador nela. A Claudia era uma mulher madura, com seus 45 anos, pele branca, cabelos no ombro, preto e bem cuidado, um belo rosto, pela descendência alemã, tinha feições afiladas com olhos claros, seu corpo era normal para uma mulher de sua idade, sem excesso de gordura, mas com um belo diferencial, um par de seios bem volumosos, mas sem exageros, De modo que criava uma bela sintonia entre seu corpo branco normal e um par de tetas volumosas branquinhas perfeitas... Continuando, ela deitou de costas na borda da piscina e o Pedro começou a passar um óleo no seu corpo, mas continuávamos conversando, eu dentro da piscina e eles na borda, a essa altura já estávamos animados com várias cervejas, e inconscientemente passo a olhar bastante quando o Pedro passa o óleo no peitoral de sua mulher, que mais parecia duas bolas macias, branquinhas, deliciosas... Que ele passava a mão de um para o outro espalhando aquele óleo, de modo que os bicos da Claudia ficam rijos, marcando no biquíni... Uma delícia! Com isso o Pedro percebendo meus olhares descarados, mas sem maldade, ele brinca: - "marcos aqui só eu posso chupar entendeu, então tira esse olhão p lá cara... Kkkk", vendo seu tom de brincadeira tbm brinco para disfarçar meu constrangimento: - "me perdoe Pedro, mas com uma maravilha dessas na minha frente vc vai ter q me segurar cara. kkk?. com isso caímos todos na risada e a Claudia olha p o marido e diz com um tom de brincadeira: - "então trata de chupar bem esses peitões, Pedro, pq tem muita gente de olho, não é mesmo marcos?...kkk". Rimos juntos e tratei-me de se desculpar pela inconveniência da brincadeira e da olhada... E o Pedro diz: - "relaxa cara, com dois peitões desses na minha frente tbm olharia numa boa...", ele disse isso e balançou os seios da Claudia p um lado e p o outro, e eu não resisti, dei uma olhada descarada, e disse: - " nooossa Pedro, maltrata comigo não cara!" todos rimos e continuamos a beber... 40 minutos depois o Pedro falou q subiria p o seu ap. Pra pegar mais cerveja e q eu poderia ficar na piscina, pois seria rápido. Ele subiu e fiquei na piscina com a Claudia, ainda pegando um bronze... Logo após a saída de Pedro, Claudia sai do sol e entra na piscina e diz: - "já peguei bastante sol, fiquei até com uma marquinha do biquíni olha" nisso ela afasta a alça do biquíni, quase mostrando seu bico, ainda rijo...Fiz, uma cara de espanto misturada com desejo e disse: - ?faz isso não que eu não me seguro e vou querer chupar tbm...", ela com uma cara de safada, olha p os lados e diz: - "vem, eu deixo vc mamar rapidinho." Já disse isso tirando seus peitões lindos, estufados em minha direção, e eu não perdi tempo, cai de boca naquela maravilha, chupei td quanto pude, mas como td q é bom dura pouco, essa brincadeira não durou mais que um minuto, ela se afastou e disse: - "ta bom, o pedro pode chegar a qlq momento.", nisso guardou seus lindos monumentos e pouco depois o Pedro chegou e td transcorreu na maior harmonia, bebemos, brincamos e quando deu umas 19hrs, nos despedimos e o casal me fez um convite para eu ir jantar no seu ap. Na noite seguinte, confirmei minha presença e fomos p casa...
No dia seguinte, eu ansioso, pensando na maravilhosa sensação de chupar e massagear os peitões da Claudia, não me contive me masturbei feito louco, tive altas doses de imaginação e prazer... Chegando a noite, o Pedro me interfona e diz q posso aparecer qlq hr, pois o jantar já estava pronto... Peguei uma garrafa de um bom whisky e desci p o apartamento do casal... Fui recebido pelos dois, Pedro vestido socialmente e Claudia com um vestido um pouco colado e com um generoso decote, cumprimentei-os, e elogiei a Claudia: - "vc estar simplesmente linda", ela me agradeceu e fomos jantar, depois de comer, conversar, brincar... Fomos jogar baralhos e beber um pouco. Sentamos na sala de estar e começamos a jogar, propus que quem perdesse tomaria uma dose pura de whisky, oq foi aceito imediatamente, durante o jogo todos quase q perderam as mesmas quantidades de partidas, e todos já estávamos bem animados... Então o Pedro diz: - ? marcos vamos mudar isso, não quero mais beber, já bebi muito... proponho, quem perder, conta um segredo, certo?" todos aceitamos e começamos a jogar, na primeira rodada, quem perdeu foi o Pedro, e ele já bem embriagado diz: - "meu segredo é, confesso q ontem na piscina fiquei louco p chupar os peitos da Claudia feito louco... E você também não é marcos, seu safado... Kkk", todos rimos muito com a situação e eu não respondi, só me diverti e recordei a mamada q dei na Claudia. Na próxima partida, fui eu quem perdeu, já levando um pouco no embalo da bebida, tive q contar o segredo: - " meu segredo é que eu fiquei sim Pedro, louco p chupar muito seus seios Claudia... Kkk." todos riram e levaram na brincadeira, mas com um clima bem gostoso, onde todos se olhavam, com olhares curiosos... A Claudia rindo disse: - ?marcos seu safado, querendo chupar meus preciosos... Kkk." e nisso continuamos jogando, até q chegou a clássica ideia de tirar uma peça de roupa quem perder... O Pedro disse: - " tudo bem p vc marcos? por nos dois não tem problema.." concordei e começamos uma brincadeira gostosa... Para minha felicidade quem perdeu primeiro foi a Claudia, e o Pedro ordenou q ela a parte de cima do vestido, se não ela já ficaria nua de primeira... Ela assim o fez, baixou a parte de cima do vestido até a barriga, revelando um presente dos deuses, aquele par de tetas incrivelmente gostosas, branquinhas com aureolas rosadas e biquinho rijo... Uma maravilha! não me contive, fiquei embelezado olhando aqueles melões... A Claudia e o Pedro rindo vendo minha cara, ai Pedro disse: - ?são mesmo uma maravilha esses peitões em marcos?... Kkk" concordei e continuamos, por entre partidas, olhadas, brincadeiras e ereções, chegou o momento de eu tirar minha calça, o Pedro estava só de calça e a Claudia só de calcinha... Estava com medo da reação do casal diante minha ereção, p falar a verdade, a reação do Pedro... Sou um cara com o corpo normal nada d super, frequento academia mas nada incrível, tenho 25 anos, 1,80m, 70kg, sou branco, porte atlético, mas abençoado com um belo presente, um pênis de 20 cm, grosso, com cabeção... Continuando, tinha q tirar a calça, mas estava com uma tremenda ereção, fiquei d pé e baixei as calças ficando só de cueca, meu pau estava virado p esquerda, parecia q ia explodir... Prestei atenção na reação da Claudia q fez uma cara de espanto com safada, q nunca esqueço. O Pedro disse: - "nossa Claudia, vc animou bem o cara ai... Olha só o tamanho dessa coisa...Kkk" Claudia sorriu e disse: - " é imensa, toda mulher gosta de coisas grandes. Kkk", eu peguei na base, perto dos ovos e sacudi, dizendo: - "vc gostou do meu amiguinho, Claudinha, pode pegar se quiser... Kkk" Pedro e Claudia trocaram olhares maliciosos e continuamos jogando... Com toda a atmosfera erótica no ar, o clima estava incrível... A poucos instantes do prazer... Continuando com o jogo, Claudia teve q tirar a calcinha, eu e Pedro só estávamos de cueca com claras ereções... Ela levantou-se, ficou de costas p nós e tirou a calcinha com os joelhos fixos, só baixando o tronco, revelando uma vagina suculenta, Sem pelo algum, mas com destaque para seu anelzinho, clarinho, pequeno e convidativo... Claudia olhou e disse: - ?gostaram?", eu: - " pqp Pedro, vc come muito bem em casa meu amigo..kk", Pedro: - " Claudia, vc ta nos convidando p o prazer?? Claudia responde: - ?temos que recepcionar bem nossa visita, com muito prazer, em todos os lugares e em todas as posições..." disse isso olhando p mim... não resisti, fui de boca no anelzinho da Claudia, lambi tudo naquela área do prazer escutando os gemidos daquela deusa... Então ela me manda sentar em uma poltrona e vem em minha direção, balançando aqueles peitos maravilhosos e se ajoelha na minha frente e diz: - ?me deixa ver esse cacetão..." ela puxa minha cueca e meu pau bate diretamente em sua boca, ela pega na base e dar uma lambida do saco a cabeça, fui às alturas... Ela então batendo com meu pau em sua língua olha p o Pedro e diz: - " ta gostando amor???, Pedro acena positivamente e continua a se masturbar... Claudia chupa com a maestria da melhor boqueteira, suga só a cabeçona q me leva ao delírio... Mas o alge do boquete foi quando ela com o pau todo molhado enfia na garganta quente e pulsante, não me contive e gozei litros... Ela tirando rapidamente, mas recebendo todo meu liquido em sua boca, bebendo tudo. Depois do boquete extremo ela sobe me beija e olha sorrindo p o marido q estava com a satisfação estampada no rosto. Ela então sobe na poltrona de frente cmg, e conforta meu pênis em sua vagina quente e molhada, eu senti entrar cada centímetro, com uma sensação d algo massageando, aquecendo e pulsando ao mesmo tempo, foi incrível... Ela ficou cavalgando com suas enormes tetas batendo no meu rosto, uma delícia! Depois de muito vai e vem, a coloco d quatro em cima da poltrona e fico em pé atrás dela, e digo: - ?posso provar esse anelzinho..?", ela: - ?se o Pedro liberar, é todo seu.", Pedro em seguida diz: - "c*** tudo como e por onde quiser..." eu não perdi tempo, Posicionei meu pau todo molhado com liquido vaginal, na entrada daquele portal e para minha surpresa ela jogou seu corpo p traz, fazendo 20cm entrarem de uma vez só, ela soltou um gemido delirante, urrava de prazer... Comecei um ritmo alucinante, minhas bolas batendo na sua bunda, socando o mais fundo q podia... Ela urrando, com aqueles peitões magníficos balançando num ritmo hipnótico... Parecia q a própria Vênus estava presente, uma inundação de prazer naquela sala... Fiquei deitado no tapete e ela veio de costas p mim e encaixou seu cusinho como uma luva, engolindo cada centimento a cada penetração... Ela de frente p o Pedro, olhando p ele q se levanta e vem em direção a ela e fica em pé na sua frente recebendo um belo boquete enquanto eu comia seu cusinho... Ele urrando gozou sobre os peitões deliciosos de sua mulher q ficou massageando suas tetas enquanto cavalgava loucamente, eu finalmente cheguei ao êxtase, segurei ela pela cintura e soquei o mais profundo possível e descarreguei litros no fundo do seu cusinho, fazendo ela se debruçar sobre meu corpo, ainda com meu pau enterrado no seu ânus, ela se vira e me beija... E logo após vai de encontro do seu marido e o beija forte... E então diz: - "vamos todos para o banho?" fomos todos para o banho, chegando lá a Claudia quem nos ensaboou, explorando cada parte do meu corpo, e reversando um boquete entre duas picas vermelhas, a mulher parecia não se saciar... então o pedro disse: - ? marcos, se quiser pode ensaboar ela.? Eu mais que depressa comecei a ensaboar aquele corpo maravilhoso, aqueles peitos ensaboados eram verdadeiros colírios. Todos se vestiram e eu já me despedindo disse: - ? A próxima vez vai ser la em casa, combinado?? o casal confirmou e foi me deixar na porta, a claudia na frente, eu e pedro atrás de mim, quando íamos chegando na porta dou aquela última encochada naquela bunda gostosa e um beijo no pescoço de despedida, ela olha para mim e rir, nos despedimos e finalmente fui embora. Em breve novos relatos com os mesmos vizinhos... que sorte a minha!

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Pegada á força pelos amigos

Oi,me chamo Anna e hoje vou contar uma história que aconteceu a um ano comigo e meu amigo Marcello. Marcello é musculoso branco,com olhos e cabelos castanhos,muito bonito e atraente.Nos conhecemos a 2 anos.Um dia destes tinha terminado com o meu namorado a 3 meses e estava precisando sair me divertir um pouco. Por isso chamei Marcello para ir a uma boate,ele veio me buscar em casa.Chegando lá não sei meio o porque mais comecei a me insinuar e provocar o Marcello,passava amão pelo seu corpo e ia até o chão,cemecei a percebe o quanto ele estava ficando excitado.Toda vez que me esfregava nele senti seu pênis duro feito pedra. Mas de repente voltei a raciocinar ,o que eu estava fazendo?Marcello era meu amigo,além de tudo tinha um ficante,que pelo que tudo indicava iria transforma-se em sua namorada.Então pedi para irmos embora,porque não estava me sentindo muito bem.Mas acho que já tinha ido longe de mais. Dentro do carro,sem mais nem menos ele veio para cima de mim,chorei pedi e implorei para que ele parasse,ele só falava entre os beijos que me dava por todo o pescoço e ombro que eu ia gostar,que conhecia vadias como eu muito bem,e que era exatamente isso que eu queria,que ia me dar exatamente aquilo que o viado do meu namorado não me dava. Marcello me puxou para o banco de trás,abriu as minha pernas com muita força ,subiu meu vestido até a altura da cintura.Não sei porque mas nesta hora comecei a sentir um tesão surpreendente ,minha pele estava arrepiada,entre beijos ele rasgou minha calcinha ,com ela por sua vez usou para amarra meus pulsos nas costas. Eu estava de quatro no banco com as mãos amarradas e com um tesão tão grande que poderia gozar só com os lábios dele pelo meu copo e suas mãos firmes que desciam e subiam por toda a minha pele, estava certa que estava pegando fogo de dentro pora fora.Marcello pergunto no meu ouvido sussurrando. -você quer que isso seja fácil ou difícil? -sem hesitar eu disse: -Difícil-senti que ele sorria contra minha orelha. -se você escolher difícil, confesso que vai doer,você vai implorar para que eu pare,mas eu não vou parar,e quando eu terminar de te foder, vou gozar nessa sua cara de puritana safada.-eu fique em silencio por um momento mas estava com muito tesão nem pensei só queria ele me fodendo . -Por favor me fode duro,com dor,difícil. -Ah coisa linda você vai se arrepende por isso. Dizendo isso ele se posicionou bem atrás de mim,abriu as minhas pernas ao máximo .Ouvi ele abrindo a calça.Então de uma vez só,sem aviso ele enfiou aquela pica em mim,eu não conseguir respirar,era muito maior do que qualquer um que já tinha entrado na minha boceta. Eu senti que ele tinha me rasgado por dentro,comecei a sentir uma dor misturada com um prazer.Marcello falou: -Calminha minha gostosa você vai se acostumar com o tamanho já,já. Mas ele não esperou muito e começo a mover-se,seu pênis entrava e saia de mim,com muita força,minha cabça parecia que ia estourar ,mas eu não conseguia deixar de gemer. Eu me surpreendi quando percebi que já estava gritando de tanto tesão. -Era isso que você queria não é sua puta?Agora toma essa pica dura nesta buceta linda.Minha nossa como você está molhada!Fala sério ninguém havia comido essa bucetinha molhada tão bem assim ,não é? -Não, por favor me fode mais duro ,me rasga Maarcello eu preciso gozar. Ele desamarrou meu pulso ,então me colocou montada em cima dele.Quando aquele pênis duro entro de novo em mim as mesma reações de dor e prazer voltaram .Ele então enfiou um dedo no meu cú,depois outro. -Vai vadia,fode essa sua boceta com o meu pau,enquando fodo seu rabo com a minha mão. Comecei a montar nele rápido ,cada vez mais duro ,nisso ele já estava com 3 dedos no meu cú,não aguentei mais e gozei,gozei e gozei por um momento achei que ia desmaiar .Não estava mais aguentando mais mesmo assim ele me colocou de novo de quatro e meteu mais e mais... -Para, por favor Marcello não aguento mais,você vai me rasgar no meio-ele riu -Eu vou parar, porque quero essa sua boquinha cheia da minha porra vagaba.Ele então saiu de mim,se sentou no banco e me colocou de joelhos na sua frente. -Você vai chupar meu pau,e não quero ver uma gota da minha porra em outro lugar que não seja na sua boca. Eu estava muito cansada por causa dos vários orgasmos ,mas mesmo assim chupei ele.Era difícil colocar toda a sua enorme pica na boca,mas deixei que ela entrasse toda dentro da boca,ele comandava tudo com a mão no meu cabalo puxando. Derrepente eu senti seu corpo começa a tremer ,então os chatos de porra encheram minha boca ,com muita dificuldade engoli tudo sem derramar uma gota. ele ergueu minha cabaça e me beijou brutalmente,depois disso se sentou no banco do motorista e deu partida no carro.40 minutos ele tinha me deixado em casa.Nunca mais conseguir olhar na cara dele,nem ele na minha.Nossa amizade chegou ao fim,hoje ele mora na argentina.


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Minha médica viciou em dar o cuzinho

Nomes fictícios, mas o conto é verdadeiro. A mais ou menos um ano e meio, eu Ricardo recém separado fui a uma festa de família onde foram reunidas nossos familiares de várias gerações, pessoas que eu nunca havia visto e outras que já conhecia. a festa fui muito legal e animada, mas havia uma menina de mais ou menos 30 anos que chamava atenção, não só pela sua beleza, mas também pela simpatia e sorrizo lindo com duas covinhas maravilhosas. Depois de alguns wisks e mais corajoso pedi uma prima que fizesse o papel de culpido e tentasse nos aproximar sem deixar transparecer que eu estava muito a fim. Só não sabia que ela também já tinha de longe observado e perguntado quem eu era. Pouco tempo depois já estávamos sendo apresentados e descobri que a mãe dela era prima da minha e eu nem sequer a conhecia. Ficamos ali conversando e o grau da bebida subindo cada vez mais e a gente se soltando. Quando a festa estava por encerrar a convidei para irmos para outro lugar. Ela aceitou e fomos em meu carro, porque a mãe dela havia ido embora mais cedo e ela ficou de pegar uma carona com alguém. Adivinha quem foi esse alguém, prontamente a lhe oferecer uma carona?!? Então fomos embora e no meio do caminho parei o carro e nem expliquei muito, já com uma confiança enorme lhe dei um beijo e olha esse beijo foi daqueles que desperta qualquer sentimento daqueles mais profundos e mais sacanas, na verdade um beijo acima de tudo sexual. Ficamos mais um pouco com o pessoal em um barzinho e comecei a falar sobre um produto que represento em Minas Gerais que hidrata o cabelo através de laser, sem precisar molhar o mesmo. Como sabem, tocou nesse assunto (cabelos) com uma mulher, é assunto que rende e instiga, ainda mais quando se tem algum conhecimento técnico. Falei que queria fazer aquela hidratação nela naquela noite, pois, não sabíamos quando iríamos nos encontrar novamente, já que eu trabalhava em uma região e Carol era médica em uma cidade distante, melhor dizendo eu precisava transar com ela naquela noite ou poderia nunca mais vê-la. Passei em minha loja as 01:00hs da mad**gada e peguei o kit com o tal laser e disse que precisávamos de um lugar para ligarmos e que tivesse água e lugar para lavarmos o cabelo antes da aplicação ( conversinha mole para chegarmos a uma conclusão que o único lugar onde poderíamos encontrar estas condições naquele horário era um motel rsrs), bingo!!! Naquele dia depois de tanto insistir consegui ter uma transa legal mas que digamos nota 8,5!. Depois disso nos encontramos várias vezes e fomos melhorando nossa performace a cada dia, só que uma coisa que gosto demais ela nem dava chance, dizia que iria guardar para o seu marido que era o seu cuzinho e que por sinal era O CUZINHO, rosado, depiladinho e bonito, mas muito bonitoooo! Eu ficava louco, tentando mais com muita cautela para não assustar e acabar com tudo. Depois de algum tempo começamos a namorar e ficamos gostando cada dia mais um do outro. Quando o assunto era sexo sempre falava que anal era o que eu mais gostava, mas dizia que não me preocupava se não acontecesse (mentira, estava louco para acontecer) e cada vez evoluindo mais e mais, com muitas fantasias e descobertas. Ah, não falei mas eu sou moreno, 39 anos, 1,84mts e magro, enquanto ela é morena clara, mais ou menos 1,60mts, linda, corpinho maravilhoso e um bumbum branquinho e gostoso, verdadeiramente um tesão. Como o passar do tempo fui investindo nele, descobrindo posições confortáveis pela internet, massagens para estimular e relaxar a musculatura, etc... Virei um estudioso no assunto e descobri que a paciencia era o ponto chave para que acontecesse com prazer, sem traumas para a Carol porque poderia ser a primeira e única vez. Coloquei em minha cabeça que podia demorar mas eu iria fazer ela ter prazer em anal, li que quando a mulher chega a esse ponto de prazer e gozo anal, a sensação para elas é um prazer iniqualável, não comparável a nenhum outro tipo de orgasmo e nunca mais precisaria lutar para ter aquele lindo, gostoso e suculento cuzinho com todas as preguinhas intactas. Na semana em que completei 38 anos, Carol havia sedo convidada para ser madrinha de casamento na cidade de João Pinheiro norte de minas e como namorado seria o seu par, como estava a algum tempo sem nos encontrarmos devido a vida corrida de ambos e cidades distantes, pensei que seria uma oportunidade muito boa para transarmos bastante e colocar nossa vida sexual em dia, mas não pensava que rolaria o anal naquela viagem. As mulheres nos surpreendem a cada dia e muito, vocês acreditam que ela havia programado que iria me dar ELE como presente de aniversário naquela viagem e de maneiras que eu nunca imaginaria, ou pelo menos nos próximos meses?!?. Fomos no carro dela e ela me pediu para dirigir. Ao andarmos uns 100km ela disse que queria fazer xixi e que não aguentaria esperar até o próximo posto, pediu para parar o carro na beira da estrada para fazer. Eu tenho uma tara muito grande em vê-la agachada com aquele bumbum gostoso e branquinho todo abertinho e aquele barulhinho gostoso xiiiiiiiiiiiiii do xixi saindo, muitas vezes chegava por trás colocava meu dedo no cuzinho dela sem entroduzir só para sentir ele pulsando enquanto o xixi saía, que delícia!!!! Acontece que dessi do carro, dei a volta como sempre para assistir mais uma vez aquele tesão fazendo xixi ao ar livre, foi quando ela me surpreendeu e pediu para que eu ficasse assentado na beirada do carro ( quando abrimos a porta, naquela parte onde muitos colocam o pé para entrar, mais baixo que o banco e mais ou menos 30cm do chão. Ela viu e sabia que eu ficava excitado naquelas condições e pediu que eu decesse as calças e assentasse ali,como gosto de fantasias logo tirei em pleno o dia, mas nunca imaginava o que iria acontecer. Ela com um movimento que eu diria planejado, abaixou e colocou todo meu pau dentro de sua boca deixando-o bem molhado de saliva e com uma viradinha bem provocante abriu bastante aquele bumbum lindo e assentou em cima de mim enfiando ele todo atrás bem devagar e continuamente. Estava naquele momento com o pau tão duro que só senti aquele cuzinho quentinho e apertado descendo até o fim. Depois ela disse, para eu ficar naquela posição que ela iria fazer xixi (aconselho a todos) e cada vez que ela fazia força para o xixi sair o seu cuzinho apertava meu pau causando uma sensação de prazer e vontade de bombar forte dentro dele. Depois disso fui inventando coisas novas e aperfeiçoando sem pressa novas técnicas até chegar ao dia de hoje onde ela não consegue ficar satisfeita totalmente se não rolar um delicioso e demorado sexo anal, um verdadeiro vício da minha médica linda de bumbm gostoso e branquinho... Mas as outras experiencias e fantasias extremamente picantes e inusitadas contarei em outros contos (verídicos) isso se vocês gostarem. A partir do próximo serei muito mais explícito e detalhista sobre como chegamos até a dupla penetração anal (eu e um vibrador) onde ao invés de dor elas só sentiu prazer e prazer um prazer que eu garanto, bem mais forte que qualquer outro... Até o próximo!

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Uma noite com minha cunhada

Olá pessoal, vou evitar nomes, pois acho que eles não vão agregar em nada.
Tenho 31 anos e sou casado há 10. Minha esposa e eu temos uma vida sexual bem ativa, mas sou homem e como grande parte dos homens casados, já tive aventuras extraconjugais. Minha esposa é enfermeira e trabalha a noite.
Tenho uma cunhada um pouco mais velha que eu, ela é uma mulher que cuida muito de sua saúde, freqüenta academia, modera na alimentação, tudo pra se manter jovem. É claro que com 37 anos e mãe de 3 filhos já não tem o corpo de uma garota de 20. Eu não sou nenhum Deus Grego de corpo escultural, até porque pouco pratico esporte, fumo e não cuido nada de minha alimentação.
O que vou relatar agora aconteceu há poucos meses.
Sempre tive muitas fantasias com minha cunhada, ela é uma mulher normal, mas sempre me despertou a libido. Ela freqüenta muito minha casa e quase sempre usa roupas bem justas e acredito que algumas vezes deixei transparecer o meu desejo por ela, pois ficava quase babando em seus decotes e curvas.
Voltando ao que interessa de verdade, certo dia minha esposa me ligou do trabalho e relatou que sua irmã e seu cunhado haviam brigado e ela iria para nossa casa dormir com as crianças. Pra mim tudo bem. Quando minha cunhada chegou com as crianças já havia passado das nove da noite, cedi meu quarto e ela colocou as crianças pra dormir. Ela não me contou todo o ocorrido, e não fiquei chocado, pois sabia que no dia seguinte ela e o marido já fariam as pazes. Ela estava muito brava com ele, isso era notável.
Após comermos algo e conversarmos bastante decide tomar um banho, pois teria que trabalhar ainda em alguns relatórios. Tomei meu banho e ela foi logo após. Antes de terminar seu banho me chamou pedindo uma toalha. Como o Box é em vidros escuros não havia muito problema de entrar no banheiro, pois praticamente não veria nada além da sombra. Quando entrei notei a porta do Box com uma pequena fresta e de relance a vi lavando o corpo. Não sabia se ficava espiando ou largava de uma vez aquela toalha ali. Então larguei a toalha, a avisei, mas acredito que permaneci dentro do banheiro uns 30 segundos.
Quando ela se vestiu eu já estava trabalhando em meu note na sala. Ela foi verificar se estava tudo tranqüilo com as crianças e veio até a sala. Ligou a TV da sala e deitou no sofá de frente ao meu. Ela havia vestido um pequeno pijama (shortinho e blusa regata pequenos) de minha esposa nada insinuante, mas bem curto e colado ao corpo. Sua barriga e suas pernas estavam à mostra. Eu já não sabia se olhava a tela do computador ou admirava minha cunhada que mesmo mãe de três crianças, ainda meu causava furor.
Com o avançar da hora minha cunhada dormiu no sofá e na posição que ficou eu tinha uma visão extraordinária de sua bunda, ela com o shortinho aparecendo as poupas. Eu já havia largado o note e apenas me deliciava com aquela visão. Hoje tenho certeza que ela percebia meus desejos.
Não havia como resistir àquela tentação e então criei coragem e me dirigi até ela, me sentei ao chão e passei a acariciar delicadamente suas coxas, meu medo e maior desejo era que ela acordasse. Desejava aquela mulher e agora tinha a chance nas mãos, não pensei nas conseqüências, não havia como resistir. Passei a acariciar sua bunda e coloquei meus dedos lentamente, sobre o short, em sua vulva, meu coração estava disparado. Ela se mexeu, senti que iria acordar e tentei retirar a mão, mas baixinho ela me pediu que continuasse. Fiquei pasmo, estático, ela estava acordada!!! Não sabia se me desculpava ou continuava... então ela se virou e pediu novamente ?continua?.
Nesse momento ela virou e me envolveu com suas pernas. Beijei suas coxas e apenas levantei suas pernas para que pudesse retirar o short e a calcinha, então novamente envolvido por suas pernas passei a lamber sua vulva, sentia que suas pernas e mãos me pressionavam como se ela quisesse que eu adentrasse. Enfiava minha língua e chupava sua boceta, ela gemia e se contorcia enquanto eu me esbaldava naquela saborosa boceta. Não sei quanto tempo ficamos nisso, mas parecia uma eternidade, uma ótima eternidade. Por fim ela gozou se retorcendo deliciosamente, enquanto me apertava com as coxas. Era maravilhoso ver o corpo de minha cunhada tendo espasmos enquanto mordia os lábios segurando um gemido mais alto ou até mesmo um grito de satisfação.
Depois que se corpo desabou, me deixei cair no tapete satisfeito por ter dado prazer aquela mulher. Ela então se deitou ao meu lado com a cabeça em meu peito. Nos acariciávamos sem qualquer palavra. Puxei seu rosto e nos beijamos prolongadamente, nossas línguas se envolviam desesperadas. Ela passou a beijar meu corpo, pescoço, tórax, desceu até as coxas e com um sorriso maroto passou a masturbar lentamente meu pênis passando a língua na cabeça, aquilo era muito bom... Beijando novamente meu corpo ela veio até meu ouvido e sussurrou: ?quero te sentir dentro de mim.?
Aprumou-se em cima de mim e nos encaixamos perfeitamente, ela apoiava suas mãos sobre meu peito enquanto movimentava seu corpo sobre o meu. Eu alternava minhas mãos entre seus seios e bunda. Depois de um longo tempo nessa posição a coloquei de quatro apoiando-se no sofá e a penetrava e retirava devagar, mas fui aumentando a velocidade e a força das estocadas. Quando estava quase gozando a avisei e ela pediu que eu comesse sua bunda, pois adorava sexo anal. Aquelas palavras me deixaram louco. Lubrifiquei com minha saliva mesmo aquele cuzinho maravilhoso e comecei e penetrar bem devagar, ela não ofereceu muita resistência, gemíamos os dois, baixinho, e após alguns movimentos de vai-e-vem não agüentei mais e gozei, gozei muito... Deixei meu corpo cair sobre o dela enquanto beijava e mordia seu dorso. Descansamos alguns minutos e fomos nos banhar.
Essa foi a única vez que aconteceu e como num pacto, não tocamos no assunto nem quando estamos a sós, mas quando nossos olhares se cruzam... oxeferian@hotmail.com

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Noite de calor, suor e gemidos em um apartamento.


Chamo-me Kellynha e dessa vez venho relatar como conheci Guga e como fui parar em seu apartamento. Avistei-o pela primeira vez em um barzinho da cidade e de imediato meus olhos se sobrepuseram em sua imagem e mal me desgrudei dele. Eram impactantes e me sugou de forma voraz, mesmo sem ele perceber o que se passava ao redor, eu o secava de forma frenética. Admirava seus olhos de menino, sua boca carnuda e voluptuosa, e seu corpo ao dançar com outra em minha presença. E assim foram as vezes que por ventura o encontrava aos de redores da cidade. Meus amigos riam de mim e de minha pouca coragem ao me pronunciar, cabia a mim apenas admirar, no entanto me pregaram uma peça. Certa vez um amigo, cansado de ver toda aquela babação, falou com uma parenta dele sobre meu interesse e ela fez questão de ir logo lhe comunicar. Eu fui pega totalmente de surpresa, confesso que não esperava. Daí então ficou eu, de coração na mão, envergonhada e desejosa que realmente eu fizesse gosto também naqueles olhos castanhos de menino danado. E num é que deu certo, agradeci ofegante ao amigo, me despedi dele e fui conduzida a mesa da qual entre outros ele se encontrava. De forma envolvente me pediu pra sentar-me ao seu lado, puxou assunto. E eu? Tremula, meio que sem acreditar. Mas confesso: estava louca pra beijá-lo de uma vez. Demoramos pouco e logo fomos levar um pessoal em casa e pedi a ele que me levasse também e assim o fez. Entregamos todos a seu devido destino e eu permaneci por último, antes de chegar a minha residência, paramos numa rua para conversar, bela desculpa pra envolver olhares e instigar desejos. Poucos minutos e estava então me realizando. Senti aqueles lábios e o beijo era perfeito, não menos do que eu esperava que fosse. O dilema agora era: parar de beijar e ir para casa. Até porque estava incendiando de desejos, mas não podia ser assim, não tão rápido, sem sabor, sem calor. Seria um feito mínimo pra tamanha conquista. Relutei, sim... Relutei aqueles olhos, mãos e boca... Que boca! Eram ardentes seus beijos, mãos hábeis e um cheiro de homem, do jeito que gosto, me consumindo por inteira. Quão ruim foi conseguir resistir. E quase sem forças sai bamba de dentro do carro. Assim que fechei a porta bateu então o arrependimento e a vontade de gritar: volta aqui! Dentro de meu quarto, tirei a roupa e fui ao banho, quente e com pensamentos recheados de excitação. Mal sentia a água me tocar, só pensava nas mãos e corpo que eu estava ansiosa em degustar. Como pude perder esta oportunidade? Mas algo me mostrava que muito ainda estava por vir, eu só não sabia o que. Por várias vezes marcamos de nos encontrar, mensagens quentes eram trocadas via celular, uma expectativa enorme se formava. A frustração era grande a cada encontro perdido. Nisso o que era vontade tornou-se um desejo forte e avassalador. Então era ele meu objetivo, era pra ele meu corpo e todo o desejo que estava sentindo. Por alguns meses me guardei e esperei, até que a oportunidade certa chegou. Parecia loucura ou sabe-se lá o que. Bem, o que eu sabia é que não poderia deixar de negar um convite tão especial de passar alguns dias ao seu lado, sozinha com ele em seu apartamento. Convite aceito, malas prontas,... Pé na estrada! A ansiedade era digna do momento e o receio de muita coisa dar errado também. Mas me vesti de pensamentos positivos e fui pra o que ?se deus quiser?. E deu! Ao chegar ao prédio e o ver vindo ao meu encontro, já foi satisfatório e algo ali despontou em mim dizendo: vai dar certo! Fui ao banho e ele disse: vá lá, fique bem cheirosinha pra mim. Tomei um banho de muita coisa naquele momento, principalmente de coragem. Era um novo corpo, nova pessoa, eu pouco estava acostumada. Mas já estava louca pra sentir seu calor novamente. Então meio sem jeito saí do banheiro e fui ao seu quarto, bem cheirosa sentei na cama e depois de uma conversa inicial indaguei: você num disse que me queria bem cheirosa pra você? Então, não vai me cheirar não? Assim foi dada à largada e daí em diante foram beijos, abraços e carinhos... Os mais esperados e deliciosos possíveis. Embriaguei-me em seu cheiro, deixei-me envolver e perder em prazer. Como era excitante sentir aquele corpo grande me alucinar em toques desejosos de mim. Só de mim! Tanto tempo a esperar, era tanto o que pensar, tanto a sentir. Eu estava louca e quase que anestesiada de tantos sentidos e sentimentos. Guga me apertava e beijava de forma a realmente degustar, sentia o seu sabor e ele ao meu. Foi calor, suor e gemidos naquele quarto quente. Seus beijos eram alucinantes, por segundos me perdi em mim, no prazer que estava sentindo, de como estava sendo bom aquele momento. Breve as roupas se desfizeram dos corpos e então nus consumimos o ato tão esperado. Explodia por dentro de tanto que sentia, por cada respiração forte em meu ouvido e por beijos, boca e língua. Ele me prendia forte em seu corpo, num papai e mamãe deliciosamente carinhoso, mas não menos frenético... Não mesmo! Dormimos poucos nesses dois dias, não dava pra resistir sendo que a tentação estava dividindo a cama, eu não tinha nem pra que resistir. Não me cansava de sentir-me invadida e penetrada, era inexplicavelmente delicioso. Senti-me bem com ele, foram bons tratos, verdadeira lua de mel. Eu apenas comia, bebia, fazia amor e dormia... Apenas! Ficou consagrada tal viajem e distante as sombras de arrependimentos. Nada de cansaço e arrependimentos, não mesmo! A cama de Guga ainda deve estar com meu cheiro, com meu suor marcado nela. Ele ainda deve estar com meu gosto na boca, com meu cheiro em suas narinas e minhas unhas marcadas em suas costas. Ao dormir ele ainda deve ouvir meus gemidos de tesão, ainda deve sentir meu calor e pensar que estou ali, ao lado! Pelo menos, assim espero! Gozei muito... E muito gostoso por cada vez dos dois dias que estivemos juntos. Confesso que há tempos não recebia um convite do qual eu gostasse tanto. Quero tê-lo novamente, mas só quando a saudade não estiver cabendo mais em mim, pra justamente ser tão bom como foi da primeira vez naquele apartamento. Aos leitores um beijo, espero que gostem. A você guga: espero sentir logo tua falta de maneira ensandecida para que possamos repetir nosso feito. E que 2013 venha assim, cheio de boas novas.

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Santinha ou putinha?

Tenho uma turma de amigos, e a cada seis meses organizamos uma festa em algum local bem
grande,daqueles que têm alojamentos, para podermos receber mais pessoas.O intuito é realmente aumentar o ciclo de
amizades.Sou uma mulher gostosa,peitão,bundão, mas não deixo nenhum dos amigos aproximarem-se de mim, sou tida na
turma como uma mulher digna e a qual todos me respeitam muito, não ousam tentar algo comigo.
Em uma dessas festas conheci o Karlos que estava entrando na turma,discretamente eu o engoli com os olhos desde o
momento que o vi (sou maluca por sexo).Antes de irmos, conversamos muito pouco, pois logo percebi que era casado e
muito cobiçado.Fomos para nossa festa sem demonstrarmos nenhum interesse um pelo outro(só demonstrando óbvio).A
certa hora da noite Karlos me sugeriu que fossemos dar uma volta para conhecer o lugar.Havia muitas pessoas
circulando por ali, pessoas de outros Estados que estavam pela primeira vez ali.Fomos conversando como amigos...eu
já estava muito excitada só de estar ao lado dele e ele com certeza também.Tentamos nos conter, vinhamos por uma
"rua" do local quando não conseguimos mais disfarçar.Karlos me agarrou, me deu um beijo excitante e começou a
passar as mãos em meus seios.Eu estava maluca,fomos para trás de um carro, abri o zíper da calça dele e comecei
chupar seu pau loucamente.ele puxou me pelos cabelos,levantou me e começou a devorar meus peitos,mordia meus bicos
duros enquanto eu batia uma pra ele (eu queria gritar de tesão,mas tinha muita gente por perto apesar de estarmos
no escurinho atras do carro).Karlos tirou minha calça e começou a lamber meu grelhinho, enfiava a lingua dentro da
minha bucetinha, me encostou de costas no carro e meteu seu pau duro em mim,ficamos um bom tempo metendo, no
cuzinho, na buceta....minha buceta escorria de tesão, Karlos socava o pau em mim e eu pedia para ele socar
mais,não queriamos parar.Por fim, demos aquela gozada, Karlos pegou seu pau gozando e colocou dentro da minha
blusa, fiquei maluca com aquela porra toda escorrendo por dentro da blusa.Tem um detalhe nisso tudo, tenho um
amante entre os amigos (ninguem sabe) e ele estava a me procurar, não parava de ligar no meu celular,por vezes
quase gemi ao celular dizendo que estava voltando.Meus amigos me acham uma santa, mal sabem o quanto sou louca por
uma trepada, e que por trás deles faço loucuras.Sou maluca,totalmente maluca por uma trepada (ou muitas).Enfim,
voltamos onde todos estavam.Pelo fato do Karlos ser um homem que não fica cantando as mulheres e eu por ser tida
como a santinha da turma, ninguém desconfiou.Mas, aguardem...minhas putarias com o Karlos não pararam por aí,
continuaram em outras e outras festas.
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A primeira vez que dei para o meu cunhado


Sou a Mel, sou morena pele bronzeada (adoro sol), tenho 1,65 altura e 70 kilos bem distribuídos, olhos castanhos claros e puxadinhos, tenho descendência oriental, cabelos pretos, longos super cacheados, sou do tipo cheinha sarada, tenho os atributos que os homens adoram, peitos fartos e durinhos, barriguinha sarada, quadris largos, bunda grande e coxas bem grossas, alem das pernas torneadas, a natureza foi bem generosa comigo e além do mais, desde nova pratico esporte regularmente, atualmente faço dança, pillates e judô´além de nadar em casa ao menos três vezes na semana (adoro nadar nua). Não sou vaidosa, detesto maquiagem e odeio salão de beleza, tenho sim cuidados especiais com a hidratação da minha pele e cabelo, e no mais adoro um batom ou um bom brilho e estou prontinha para qualquer situação. Nunca gostei de ser assediada publicamente, (adoro a dois quanto mais safado e pervertido o macho for mais gostoso fica a trepada!!! ) e já na adolescência tinha a sensualidade latente, nada intencional, mais chamava atenção por ser uma menina com corpo de mulher, e por isso já comecei ter os devidos cuidados com relação a maneira de me vestir (sempre orientada e acompanhada pelos meus pais) embora apenas um jeans apertado e uma camisetinha já bastava para chamar atenção.
Pertenço a uma Família de classe média , super estruturada, somos em três irmãs, e tivemos a melhor educação que os nossos pais sempre fizeram questão de nos proporcionar. Moramos em uma grande cidade e sempre tivemos acesso ao que há de melhor na cidade, e por isso tivemos uma formação de base que nos dar o privilégio de ocuparmos posições de destaque nas nossas relações sociais. Quanto as nossas vidas sexuais meus pais nunca interferiram, sempre nos orientaram a fazer nossas escolhas e o mais importante é que estivéssemos prontas e com maturidade suficiente para encararmos as consequências dos nossos atos.
Minha irmã mais velha tem 34 anos é casada, mora no Canadá e vive super bem, a do meio meu xodó e confidente tem 28 anos está casada há 04 anos com um médico de 39 anos super conceituado (2º casamento dele) sabe aquele tipo de ?MACHO? feito o Rei do Cangaço de Cordel Encantado é Ele, tira o fôlego só de pensar de ira para cama com Ele. Moram na mesma cidade que meus pais.
Eu sou a caçulinha a ?PRINCEZINHA? da família é assim que todos me tratam, namoro há 01 ano o Vinícius de 30 anos, executivo em ascensão em uma grande multinacional e, somos loucamente apaixonados um pelo outro temos muitas coisas em comum, o gosto pela natureza, esportes radicais, baladas em fim, nos casaremos em um ano, uma mega festa está sendo planejada cuidadosamente para ocasião. Quero deixar claro que Ele come minha bucetinha desde a segunda semana que nos conhecemos, Ele comeu meu cabaço, por opção dei no dia que completei 18 anos, tudo planejado foi o meu melhor presente daquele aniversário, adoro dar para Ele, Ele tem um cacete super gostoso, bem grosso e médio eu diria que tamanho padrão, o que falta nele é ser mais selvagem e realizar minhas fantasias de me fazer além de sua mulher sua putinha enquanto me devora com selvageria, mais não tenho nenhuma dúvida do nosso amor e exatamente por isso que nos casaremos em breve.
A Jú, minha irmã confidente, a quem sou muito ligada e falamos abertamente sobre nossas relações com os nossos amores, sempre soube que sou tarada por sexo selvagem que é o que falta no Vini, para nossa relação se tornar completa, no mais nos completamos em tudo, enquanto Ela me deixa babando quando me conta detalhes de suas trepadas com seu maridão, fala que Ele sempre a come com selvageria, em todas as posições imagináveis e só para quando deixa sua buceta completamente esfolada e o que é melhor que Ele tem um cacete bem grosso e enorme, acima do padrão normal (Ufffa me dar água na boca só de ouvir ela falando).
Vamos ao que interessa o dia que dei bem gostoso para meu cunhado, minha irmã foi a principal responsável ao me instigar a desejar o maridão dela, que por sua vez apesar de muito sério, me come com os olhos quando tem oportunidade. Finalmente chegou o momento de minha irmã fazer uma viagem de 40 dias para Toronto onde faria um curso de imersão para aperfeiçoar seu inglês e de quebra visitaria minha irmã mais velha, enquanto seu maridão ficaria sozinho e freqüentando nossa casa ainda mais, por está sozinho.
Ah a casa dos meus pais é imensa e Eles sempre fizeram questão de manter os quartos de minhas irmãs prontos para recebê-las com seus maridos sempre que quiserem vir para casa. Os finais de semana sempre festivos entre família e amigos. E no segundo final de semana que minha irmã viajou estava tudo planejado para comemoramos o aniversário de 60 anos do meu Pai, com um megga churrasco entre família, meu amado cunhadão chega logo cedo trazendo sua Filha do seu primeiro casamento ( minha amiga, um mulherão, também com minha idade), vou recebêlo, quando me cumprimenta com um beijo carinhoso e me pergunta se o Vini vai aparecer, sorridente respondo que não, pois Ele viajou a trabalho e ficará duas semanas fora, vi a malícia no sorriso dele e a certeza que aquele dia seria nosso. Ele veio bem despojado de bermudão e camiseta regata nossa que braços e pernas fortes e o peito então!!!! (Que MACHO Delicioso) e como sempre meu pai o leva logo para piscina informando-o que o seu velho uisque já os aguarda.
Não demorei e me arrumar especialmente para aquele momento, ao invés de colocar um biquíni como sempre Ele me via nos finais de semana, decidi colocar uma sainha colegial bem curta e uma mini camisetinha regata bem fininha, (em casa sempre me vesti a vontade, ao contrário de quando saio em público) deixando a mostra o formato de minhas tetas bem durinhas e meu belo par de coxas a mostra e sem calcinha propositadamente, pois estava decidida provocá-lo o máximo, não perdi tempo fui direto me juntar a Eles, foram chegando meus tios, primas e alguns casais de amigos de meus pais, além de uma amiga minha que sabia da minha tara pelo meu cunhado.
Ao me ver de sainha me perguntou se não ia mergulhar falei que não estava a fim, tinha tomado sol durante toda a semana e como estava muito quente ia me poupar, ficamos ali conversa vai conversa vem e como detesto uísque pedi para minha amiga ir até a cozinha buscar um vinho para gente e logo fui sentar no lugar dela, bem de frente para meu cunhado, e como só Ele estava me olhando abri imediatamente as pernas para que Ele visse minha bucetinha quase totalmente raspadinha como a mantenho uma listinha de pelos bem aparadinhos na testa dela para que se destaque a marquinha do biquíni, Ele me devorava com os olhos, para deixá-lo ainda mais com desejo levantei e passei roçando nas pernas dele, a esta altura já tava ficando molhadinha, fiz um sinal como se fosse entrar para dentro do casa, dei meia volta por trás da área de jogos onde estava meus primos e a filha dele, fazendo a maior bagunça, nem me perceberam e fui direto para o banheiro do outro lado da piscina, e para minha grata surpresa Ele chegou imediatamente, foi fechando a porta do banheiro já estava só de sunga, e me agarrou por trás beijando meu pescoço com aquela respiração deliciosa esfregando o cacete na minha bunda (que delícia já dava para sentir o tamanho) e me falava bem baixinho vc tá louca garota, bem dengosa respondia claro que tou louca para te dar... huuuuummm como eu quero fuder essa bucetinha deliciosa que você ta me oferecendo, e hoje eu vou fudela bem gostoso!!!! me virava e Ele me dava um beijo ardente e me falava como vc é safada ta aproveitando a ausência de sua irmã e seu noivo para me dar não é verdade, não vou negar que faz tempo que sou louco para meter na sua bucetinha, mais nunca vc me deu abertura, agora tou vendo que só faltava uma oportunidade, bem dengosa falei no ouvido dele, ah é pervertido eu te dou minha xotinha e o Vínicius? Ele me respondeu imediatamente você dar para Ele sempre, dar para mim hoje deliciosa, voce não vai se arrepender, dorme comigo hoje, vou te comer a noite inteira, sei que você é louca para ser devorada com selvageria, vou fazer de você minha putinha como faço com sua irmã... veio a minha cabeça tudo que minha irmão falava e foi me subindo um fogo o agarrei o beijei ardentemente Ele me empurrou em cima do balcão da pia (que macho viril) abre as pernas princesa quero ver essa bucetinha de perto, atendi prontamente, a luz do baheiro forte reluzia na minha bucetinha bronzeada com a marquinha de biquini bem vivo e os pelinhos aparados, (Sabia que Ele era tarado por marquinha de biquini)e minha irmâ era branquinha e não gostava de sol, ele ficou alguns minutos a contemplando perplexo e falou meu Deus que bucetinha pequena e deliciosa, você ainda é uma menina com a mesma idade da minha FILHA, mais é muito gostosa e uma tentação... Aproveitei que Ele estava dentro das minhas pernas ainda de sunga mais com o cacete bem duro, levantei rapidamente e o abracei com minhas pernas puxando-o para dentro de mim o ataquei com o beijo delicioso e bem dengosa falei no ouvido dele que queria ver o tamanho de seu cacete delicioso que seria meu logo mais a noite, falei que queria sentilo sem sunga na minha buceta já e fui tirando a sunga dele.. UFFA é realmente imenso... Que delicia de Rola cheia de veias que a deixava ainda mais grossa... Ele foi pincelando minha bucetinha e falando sente e veja o que você vai ter que aguentar hoje a noite inteira deliciosa... isso meu tesão eu quero... enfia a cabeça vai quero senti-la... calma princezinha sua buceta é bem apertadinha e se eu meter agora vc vai gritar... hum que delicia...você é mesmo uma vadiazinha não respeita nem o seus pais, chega so vou te fuder a noite, agora sai daqui e volta para piscina com tua carinha de muleca sapeca, que vou dar um mergulho para relaxar e se prepara para noite que não vou te poupar, vou arrombar essa xotinha com vontade... que raiva cheia de tesão teria que esperar a noite, chamei minha amiga e fui para meu quarto tentar relaxar um pouco e depois voltei para piscina já com tudo arquitetado e já fui avisando aos meus pais que iria dormir na casa da Talita pois iríamos estudar para um seminário na faculdade no dia seguinte.
E lá se foi o nosso dia, no finalzinho da tarde tomei um banho de espuma com óleos perfumados bem relaxante para ficar toda cheirosa com a pele bem macia para Ele, e me preparei para aquela noite pela qual estava completamente anciosa, coloquei um vestidinho de seda bem soltinho que deixava o bico dos meus seios bem durinhos a mostra e uma calcinha de renda bem pequena, o meu cunhadão também tomou um banho trocou de roupa e avisou para os meus pais que nos dexaria na casa de minha amiga, não precisaria eu ir no meu carro, meus pais adoraram a idéia, assim não ficariam preocupados eu sair dirigindo depois de ter tomado bastante vinho. Primeiro Ele deixaria a filha no Aptº da mãe dela, em seguida deixaria a minha amiga e seguiríamos para nossa deliciosa noite, quando chegamos ao aptº da Isabela (filha dele) toda dengosa (era tão mimada o quanto eu) Ela falou que ia dormir com o pai, gelei de raiva, Ele imediatamente falou Filha hoje não dar, o Papai tem um trabalho minuncioso para fazer e preciso de muita concentração e depois vou ficar exausto e preciso descansar, amanhã te busco para dormir comigo tá princesa, Ela não gostou muito não, mais não teve escolha, meu garanhão já tinha decidido e me encheu ainda mais de tesão quando falou do trabalho que teria e precisaria de concentração.... o seu trabalho minuncioso seria sem dúvida meter gostoso na minha buceta a noite inteira, certamente ficaría mesmo bem exausto....
Bem passamos na casa de minha amiga a deixamos (tava tudo combinado) e seguimos para casa dele, ainda no carro comecei provocá-lo abrindo bem minhas pernas e colocando a mão dele na minha bucetinha para Ele sentir o quanto Ela já estava molhadinha, Ele parou o carro acendeu a lâmpada e falou abre as pernas minha princesa e levanta o vestido agora estamos a sós, quero ver de pertinho novamente, essa bucetinha deliciosa que vou fudê-la a noite inteira, obedeci imediatamente e disse vê de perto meu tesão o que tenho para você, e estou louca para te dar Ele falou nossa que buceta deliciosa e pequenininha, não se desenvolveu como seu corpo, esse mulherão gostoso com uma xotinha de adolescente na puberdade, isso meu tesão tou precisando de um personal para trabalhar nela, vc quer? com esse instrumento delicioso que você tem pode desenvolvê-la, ah Ele é bem grande e já foi descendo a bermuda, veja logo o que voce vai ter que aguentar nessa xotinha pequena a noite inteira... Hummmmmmmmmmmmm que delícia!!!! é claro que eu quero todo dentro de minha buceta machucando Ela bem gostoso... e nos agarramos ali mesmo num beijo delicioso enquanto ele enfiava os dedos na ninha xota falando que Ela era realmente apertadinha...
Vamos lá meu amor a noite é toda nossa, chegamos em casa e Ele me levou direto para cozinha sabia que adorava vinho (já havia tomado várias taças durante o dia) Abriu um bom vinho e colocou duas taças para que bríndassemos a nossa noite... me encostou na Pia me beijando, já foi descendo as alças do meu vestidinho e me falando minha princezinha quero vc toda nua, a noite inteira peladinha para seu cunhado, vou te fazer minha mulher... minha putinha como vc sempre quis... isso pervertido vc já tem minha irmã agora possui também sua cunhadinha vou adorar... Ele deramou um pouquinho de vinho em meus peitos escorrendo para minha buceta e foi lambendo... chupando e mordendo o bico do meus peitinhos, lambendo meu umbiguinho até chegar na minha xotinha e xupou feito um louco falando que BUCETINHA DELICIOSA vou meter nela bem gostoso... a essa altura ele já tinha tirado também toda roupa... meu Deus que Homem delicioso que PICA descumunal, minha maninha tinha toda razão quando falava dela. não aguentei me agaxei e fui lambendo e xupando bem gostoso aquela rola deliciosa era realmente grande e não cabia na minha boca, Ele me levantou e falou calma princesa primeiro quero fuder sua buceta e depois quando vc tiver acustumada com o tamanho do meu cacete vou fuder com força essa boquinha deliciosa, mais só quando vc engolir tudo...
Ele me empurou em cima do balcão da pia e falou que ia começar me fuder ali mesmo... abriu minhas pernas... o balcão ficava exatamente na altura do cacete dele... Ele o segurou com a mão e falou que primeiro ia bater muito na minha xota, ia dar uma surra de cacete até deixá-la vermelhinha e inchada, e começou bater na testa entre os lábios... pincelando a cabeçona daquela coisa gostosa na entradinha de minha xota, e falava tá sentindo minha princesa, como vc é apertadinha e deliciosa, Hummmmmmmmm tá gostoso meu tesão, então enfia essa rola gostosa de uma vez na minha bucetinha vai!!!! mete logo gostoso vai!!! atola essa PICA deliciosa dentro da minha xotinha.... alarga Ela com seu cacete gostoso... calma cunhadinha vou te fuder todinha... como vc é puta só tem a carinha e a buceta de menina sapeca, mais gosta mesmo é de um caralho bem duro nela né vadiazinha... vem cá vamos subir quero te comer na escada e fomos subindo para o lindo quarto da minha irmã... nos agarrando completamente enlouquecidos de tesão, nossos corpos pegavam fogo, na escada Ele me pegou por trás e mandou eu abrir a perna posição meio de quatro com uma das pernas em cima da escada, bem impinada para ele segurando na escada, foi pincelando enfiando a cabeça do cacete bem gostoso... segurou meus cabelos forte e empurrou com selvageria... AAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII meu Deus que dor senti como se tivesse rasgado minha buceta, mais Ele não parou e continuou bombando com selvageria e eu gemendo muito de dor e prazer ao mesmo tempo... Ele continuou metendo forte e foi ficando gostoso eu me impinava cada vez mais para que Ele entrasse com vontade e fui gemendo gostoso Aiiiiiiiiiiiii, UIiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii que delícia Hummmmmmmmmmmm como você é gostoso meu tesão que cacete enorme e delicioso... isso meu tesão mete essa rola deliciosa na sua cunhadinha, METE!!! ERA ISSO QUE VC QUERIA FUDER MINHA XOXOTINHA.... não para vai!!!! minha xotinha é toda sua meu amor fode ela bem gostoso fode... isso cunhadinha era assim que vc queria não era... me dar essa bucetinha gostosa, me dar princesa... sente minha pica entrando nela, deliciosa sente... sua VAGABUNDA SUA BUCETINHA AGORA É TODINA MINHA como eu sempre quis eu vou arrebentá-la todinha... isso gostosa geme em cima dela vai... vou fazer vc gozar muito nela... isso meu tesão não para vou gozar no seu cacete ai que delícia de pau... isso cadelinha morde meu pau vai!!! goza gostoso goza putinha......... aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii que rola gostosa MY GOD, VOU GOZAR E LAMBUZAR SEU CARALHO COM MEU MELZINHO!!!!gozei feito uma cadela naquela PICA deliciosa....
Subimos pro quarto e Ele não me deu trégua continuava com o cacete duro do mesmo jeito, perguntei se tinha tomado viagra? Ele me respondeu que passou o dia tomando doses de viagra que eram as minhas provocações e o seu maior viagra era minha bucetinha de menina toda apertadinha e gostosa que Ele ia fazer questão de deixá-la alargadinha... no Closed cantinho preferido da minha irmã dar para Ele por conta do espelho até o chão... tinha uma poltrona inclinável, Ele deitou com o cacete bem duro para cima e me chamou agora vem cá princesa senta e rebola gostoso na rola do seu macho, vamos ver no espelho sua cara de puta descendo no meu cacete igualzinha a sua irmã vem, não demorei fui me ajeitando em cima dele direcionei o cacete para entrada da minha xotinha e desci com força... Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, entrou tudo até o talo ainda doia muito parecia tá perfurando meu útero o cacete era realmente grande, comecei rebolar e ver aquela imagem deliciosa entrando e saindo da minha buceta... parecia inacreditável caber tudo aquilo na minha xotinha... mas tava gosotoso de mais Ele gemia e falava isso minha putinha fode o cacetão do teu cunhado fode gostosa... aiiii que puta que você é mordendo o meu pau... olha que carinha de safada... em cima do meu cacete... eu rebolava cada vez mais forte e aquela estaca sumia toda dentro de mim.. isso gostoso era assim que você queria então enche minha buceta com teu leitinho enche... faz como faz na minha irmã pervertido... ah é sua puta então vem cá, sem tirar de dentro me ordenava ficar de quatro que queria me fazer cadela e gozar muito dentro de minha buceta.... ok meu tesão adoro dar de quatro... Ele começou estocar com força e em pouco tempo começou esporrar jatos de porra na minha buceta e foi tirando lentamente de dentro até escorrer toda sua porra na minha xana e minhas pernas... que gozada deliciosa, quanto prazer estavámos compartilhando.... deitei extasiada ao lado dele ele me abraçou forte e me falou abre as pernas princesa e veja o estrago que fiz na nossa bucetinha... estava muito inchada e com um rombo enorme... meu Deus não parecia minha xotinha... Ele me acalmava dizendo calma princeza daqui a três dias Ela volta ao normal é elástica ainda vou ter que meter muito para Ela ficar toda arrombadinha como está agora, me abraçou bem gostoso e ficamos alí por algum tempo aproveitando todo o prazer que tínhamos proporncionado um ao outro.
Fomos tomar banho em seguida Ele desceu e foi preparar uma saladinha deliciosa para nós, ah outra coisa que admiro nele, tem um gosto requuintadíssimo por culinária, e como hobe faz esporadicamente cusrsos com especialistas da área, segundo Ele para agradar a mulher da sua vida, ou melhor as, pq agora também sou uma das mulheres de sua vida, (que minha irmã nunca descubra) voltamos para cama estávamos realmente extasiados, dormimos agarradinhos DE CONCHINHAparecíamos marido e mulher, NOSSA COMO eLE ERA CARINHOSO, ficou me fazendo carinhos deliciosos por todo o meu corpo até eu adormecer nos braços dele, dormi pro fundamente pois mais do que exausta de tanto levar rola eu estava completamente relaxada e fui acordando com Ele enfiando a rola na minha buceta que já estava bem molhadinha e beijando meu pescoço murmurando no meu ouvido acorda princezinha para metermos bem gostoso... não posso perder esta oportunidade de te fuder assim sonolenta mais com a xoxotinha pegando fogo e bem molhadinha.. adoro fuder de manhanzinha é meu exercício matinal predileto e como sua irmã tá viajando e você resolveu me dar... eu quero agora... bem dengosa fui falando isso meu tesão é claro que vou te dar ... você não já tá metendo na minha bucetinha então continua metendo bem gostoso vai... fui me impinando e abrindo a perna para Ele continuar atolando aquela tora gostosa dentro de mim... Ele levantou minha perna e foi socando gostoso de ladinho e me dizendo como vc é vadia e gostosa, vou querer te fuder sempre minha menina de foda... e ficamos metendo gostoso por quns 40 minutos, até gozarmos juntos, Ele metia mais devagar e me falava que não ia me machucar como fez a noite, minha buceta já tava toda inchada e arregaçada, mais não podia deixar de me comer naquela manhã e eu prometer que íamos aproveitar o tempo que minha irmã permanecesse fora para fudermos mais algumas vezes, pois com o retorno dele ficaria mais complicado e precesaríamos ter muito cuidado.
Bem antes do retorno da minha irmã trepamos mais quatro vezes e foi delicioso depois conto para vocês.... Deixem comentários se gostaram....


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Dando a esposa para outra Pica

Olá para todos que estão começando a ler este conto, na verdade, antes de começar a narrar para vocês o que eu e minha esposa realizamos quero desabafar algo que me perturba em relação a contos eróticos. Na maioria das vezes as pessoas estão confundindo a questão dos contos eróticos, na maioria das vezes o que estão postando é tudo mentira, estão criando historias, onde na verdade queremos ler experiências reais e não bobagens fruto da mente perturbada pela pornografia, estou cansado de começar a ler um conto e antes de chegar no segundo paragrafo perceber que é tudo mentira o que a pessoa está escrevendo, acho isso ridículo. Vamos usar este meio para contar realmente as nossas experiências sexuais para que as pessoas que nunca fizeram isso venha tirar suas duvidas, chega de postar bobagens. Agora que desabafei posso começar a narrar meu conto erótico, então, sou casado há 05 anos, amo minha esposa, ela também me ama muito, confesso que ela foi minha primeira parceira sexual e com isso logo casamos, confesso também que ela nunca foi pra cama com outro homem, somente eu. Tudo começou por mim, antes de me casar eu sempre fui muito viciado em filmes pornográficos gostava muito de ver aquelas mulheres saradas dando gostoso, e isso ficou em minha mente, resumindo me casei e todos os casados sabem a rotina do dia ?dia o trabalho as contas as crianças, acabam sendo o que é mais importante, digo, agente acaba dando uma atenção maior para isso e as vezes o sexo com nossas esposas vai ficando meio de lado, resumindo surgiu em mim uma vontade de ver minha esposa transando com outro homem na minha frente, teve um dia que estava comendo minha esposa e comecei a chama-la de cachorra de safadinha de minha putinha e ela começou a gemer dizendo: sou sim sua putinha meu amor sou sim .. Faço tudo que você quiser.. Nesse momento eu falei baixinho no ouvidinho dela: faz tudo mesmo gostosa? Tudo? Ela com uma voz de safada disse: Sim tudinho.. Ai eu disse pra ela você treparia com outro homem na minha frente!! Nesse momento a bucetinha dela ficou bem mais molhada do que já estava e meu pau começou a ser apertado dentro da buceta dela.. e Ela respondeu: se eu iria aguentar ver ela dando gostoso para outro macho.. eu disse que sim que aguentaria já que fui eu quem deu a ideia. Ok. O tempo entre esse dia e o dia em que tomamos a decisão foi nada mais nada menos que 01 ano e 06 meses, isso porque agente sempre ficava em duvida sempre não dava certo sempre encontrava pessoas erradas homens sem noção de perigo, homens que se diziam uma coisa no msn e quando encontra a pessoa em um lugar combinado era uma pessoa totalmente diferente daquela que tinha-mos conversado em fim, chegou o grande dia, pelo site sexlog eu e minha esposa conhecemos uma pessoa um homem bem simpático, inteligente, um profissional bancário, e eu tinha um pensamento justo sobre isso, eu disse pra minha esposa que se eu fosse fazer isso, digo, se fosse ao contrario, se minha esposa tivesse vontade de me ver comendo outra, eu queria comer uma gata gostosa uma mulher linda, então nada mais justo que, no caso da minha esposa fosse do mesmo jeito, ela quem escolheu a pessoa ela quem conversou, ela que ditou as regras em fim. Marcamos de encontrar essa pessoa em uma praça de nossa cidade, marcamos o dia a hora, de preferencia um pouco tarde da noite para que não acontecesse de encontrar-mos alguém conhecido por lá e ficar-mos sem graça, aconteceu que chegou a hora e a pessoa ligou pra gente dizendo que já se encontrava no local e perguntou onde ele encontraria a gente, falamos o local e o tipo de roupa que estaríamos usando, nesse dia pedi para minha esposa usar uma roupa bem safada bem atraente mesmo, no dia-dia ela não gosta de usar esse tipo de roupa mas nesse dia ela aceitou usar, ficou linda bem safada, bem excitante e usou lingerie uma bem sexi uma preta. A pessoa então veio ao nosso encontro, confesso que foi um pouco constrangedor , ficamos muito tímidos principalmente eu e minha esposa, conversa vai conversa vem, eu perguntei muita coisa para eu ter certeza que depois do ocorrido eu não encontraria ele pela cidade, deu tudo certo, e outra ele tinha pouco tempo que estava morando na nossa cidade, moramos em Porto Velho, RO, se alguém de PVH estiver lendo este conto por favor entre em contato ok, voltando ao fato, conversamos muito e ficou tarde acho que era por volta de 01:30 da am, eu pedi a ele licença e levei minha esposa para um canto a sós e perguntei a ela o que ela achou e o que ela decidisse ali eu aceitaria.. ela disse que gostou da pessoa e ele parecia falar a verdade em tudo que pergutava-mos para ele e ela confessou que já estava com a bucetinha molhadinha so pelo fato de estar perto dele, ok, decidimos que realizaria-mos a minha fantasia naquela noite, voltamos para o encontro dele e depois de meia hora eu perguntei para ele se ele topava ir para um motel com a gente, ele prontamente respondeu so se for agora, seguimos então para um motel perto dali, ele foi no carro dele e eu e minha esposa fomos no nosso carro, no caminho minha esposa ficou um pouco nervosa, até pensou em desistir mas, como já estava-mos em frente do motel resolvermos ir adiante. Pegamos a chave e comunicamos que uma pessoa iria entrar conosco no quarto, eu e ela entramos e logo depois ele bateu na porta, minha esposa que abriu, só que antes do rapaz entrar eu e minha esposa combinamos de não ficar tímidos, agente combinou que depois que o outro homem estivesse dentro do quarto ela poderia se soltar e fazer oque ela tiver vontade, ela me perguntou se eu não iria ficar com raiva de alguma atitude dela, eu disse a ela que não ficaria, então depois que agente tomou essa decisão, o rapaz bateu na porta e entrou no quarto, aqui começa a realização da minha fantasia. De inicio, o quarto não era muito grande, era um pouco apertado, e como eu e ela tinha planejado não teve jeito, em um determinado momento o rapaz e minha esposa e eu ficamos meio que sem graça então nesse momento eu tive a idéia de diminuir as luzes do quarto, deixei o clima com meia luz e fui para perto da parede, deixando minha esposa na cama e disse para o outro homem ficar a vontade pois so iria observar, ele então foi pra cama com minha esposa, ele perguntou para ela se ela poderia ajuda-lo a tirar a calça dele, e ela educadamente respondeu que sim e desabotoou a calça dele e abriu o zíper e desceu a calça até o chão, nisso ele já tinha tirado a blusa, e de repente ele estava só de cueca, minha esposa foi tirando a roupa também, ele meio sem jeito tentou ajudar ela a tirar, e quando os dois estavam só de peça intima ele começou a alisar ela passando a mão nas coxas dela ela também começou a passar a mão nele a colaram o corpo um no outro e ele começou a beijar os ombros dela enquanto as mãos um do outro passeavam pelos seus corpos e minha esposa já muito excitada passou a mão no pau dele que estava duro, nesse momento eu disse para os dois vocês podem ficar a vontade, quando terminei de falar isso, minha esposa se ajoelhou na frente dele e baixou a cueca dele, e o pau dele ela bem grande como ele havia mostrado na foto, e minha esposa já foi logo colocando o na boca, nesse hora confesso que me deu ciúmes, mas ao mesmo tempo fiquei de pau duro também, minha esposa começou a chupar o pau dele e ele acariciando os cabelos dela e ela chupava que fazia barulho da chupada forte, nisso ela se levantou e ele baixou a calcinha da minha esposa e tirou o sutiã dela e deitou ela na cama e começou a chupar a buceta dela, ela gosta muito de antes de começar uma foda dar uma gozada na minha boca, imaginei se ela faria isso com ele, e acertei, quando ele parou de chupar a buceta dela ela pediu pra ele continuar a chupar pois estava uma delicia, ele continuou a chupar e foi dito e feito, ela gozou na boca dele, ai ela, já não estava nem ai pra mim, estava muito excitada, pediu pra ele colocar a camisinha, e colocar aquela pica na buceta dela, ele meio sem jeito colocou a camisinha e subiu em cima dela e começou a bombear ela, bem forte, e ela começou a gemer, agora pronto era so eu observar o que eu queria, ele comeu ela de todo jeito, ela que pedia as posições, a preferida dela é de quatro, o cara comeu ela com muita vontade, tem um detalhe que eu não disse no inicio, minha esposa é uma mulher linda, uma morena, com um rabão, seios grandes e coxas fortes, uma delicia, e voltando a minha fantasia, o cara fez ela gozar 03 vezes.. deixou ela uma puata na cama, ela ficou tão excitada, que ela dizia para o cara; come gostoso essa buceta, como, pois aquele corno ali quer ver, como gostoso come, nisso o cara fica muito excitado e comia mesmo, ela dizia bem alto, fode fode que é só hoje, fode gostoso, vai, finalizando, foi muito excitante ver minha esposa fodendo com outro, no final ele gozou comendo ela de ladinho, e os dois ficaram uns 20 minutos se alisando, relaxando, depois ele se vestiu, minha espoa também, perguntei a ele o que ele tinha achado, e ele respondeu que se eu quisesse ver ele comendo ele de novo era ligar pra ele, eu agradeci ele se despediu da minha esposa dizendo que ela era uma delicia na cama, e depois eu e minha esposa fomos para casa, não brigamos nenhuma vez pelo que fizemos, eu respeito ela, pois ela só fez o que eu pedi, e estamos vivendo felizes, quem sabe realizamos mais uma vez, pessoal muito obrigado por ter lido meu conto, peço perdão pelos muitos erros na digitação, e qualquer coisa, enviem e-mail para o e-mail

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Esposa na cama com outro

Olá para todos que estão começando a ler este conto, na verdade, antes de começar a narrar para vocês o que eu e minha esposa realizamos quero desabafar algo que me perturba em relação a contos eróticos. Na maioria das vezes as pessoas estão confundindo a questão dos contos eróticos, na maioria das vezes o que estão postando é tudo mentira, estão criando historias, onde na verdade queremos ler experiências reais e não bobagens fruto da mente perturbada pela pornografia, estou cansado de começar a ler um conto e antes de chegar no segundo paragrafo perceber que é tudo mentira o que a pessoa está escrevendo, acho isso ridículo. Vamos usar este meio para contar realmente as nossas experiências sexuais para que as pessoas que nunca fizeram isso venha tirar suas duvidas, chega de postar bobagens. Agora que desabafei posso começar a narrar meu conto erótico, então, sou casado há 05 anos, amo minha esposa, ela também me ama muito, confesso que ela foi minha primeira parceira sexual e com isso logo casamos, confesso também que ela nunca foi pra cama com outro homem, somente eu. Tudo começou por mim, antes de me casar eu sempre fui muito viciado em filmes pornográficos gostava muito de ver aquelas mulheres saradas dando gostoso, e isso ficou em minha mente, resumindo me casei e todos os casados sabem a rotina do dia ?dia o trabalho as contas as crianças, acabam sendo o que é mais importante, digo, agente acaba dando uma atenção maior para isso e as vezes o sexo com nossas esposas vai ficando meio de lado, resumindo surgiu em mim uma vontade de ver minha esposa transando com outro homem na minha frente, teve um dia que estava comendo minha esposa e comecei a chama-la de cachorra de safadinha de minha putinha e ela começou a gemer dizendo: sou sim sua putinha meu amor sou sim .. Faço tudo que você quiser.. Nesse momento eu falei baixinho no ouvidinho dela: faz tudo mesmo gostosa? Tudo? Ela com uma voz de safada disse: Sim tudinho.. Ai eu disse pra ela você treparia com outro homem na minha frente!! Nesse momento a bucetinha dela ficou bem mais molhada do que já estava e meu pau começou a ser apertado dentro da buceta dela.. e Ela respondeu: se eu iria aguentar ver ela dando gostoso para outro macho.. eu disse que sim que aguentaria já que fui eu quem deu a ideia. Ok. O tempo entre esse dia e o dia em que tomamos a decisão foi nada mais nada menos que 01 ano e 06 meses, isso porque agente sempre ficava em duvida sempre não dava certo sempre encontrava pessoas erradas homens sem noção de perigo, homens que se diziam uma coisa no msn e quando encontra a pessoa em um lugar combinado era uma pessoa totalmente diferente daquela que tinha-mos conversado em fim, chegou o grande dia, pelo site sexlog eu e minha esposa conhecemos uma pessoa um homem bem simpático, inteligente, um profissional bancário, e eu tinha um pensamento justo sobre isso, eu disse pra minha esposa que se eu fosse fazer isso, digo, se fosse ao contrario, se minha esposa tivesse vontade de me ver comendo outra, eu queria comer uma gata gostosa uma mulher linda, então nada mais justo que, no caso da minha esposa fosse do mesmo jeito, ela quem escolheu a pessoa ela quem conversou, ela que ditou as regras em fim. Marcamos de encontrar essa pessoa em uma praça de nossa cidade, marcamos o dia a hora, de preferencia um pouco tarde da noite para que não acontecesse de encontrar-mos alguém conhecido por lá e ficar-mos sem graça, aconteceu que chegou a hora e a pessoa ligou pra gente dizendo que já se encontrava no local e perguntou onde ele encontraria a gente, falamos o local e o tipo de roupa que estaríamos usando, nesse dia pedi para minha esposa usar uma roupa bem safada bem atraente mesmo, no dia-dia ela não gosta de usar esse tipo de roupa mas nesse dia ela aceitou usar, ficou linda bem safada, bem excitante e usou lingerie uma bem sexi uma preta. A pessoa então veio ao nosso encontro, confesso que foi um pouco constrangedor , ficamos muito tímidos principalmente eu e minha esposa, conversa vai conversa vem, eu perguntei muita coisa para eu ter certeza que depois do ocorrido eu não encontraria ele pela cidade, deu tudo certo, e outra ele tinha pouco tempo que estava morando na nossa cidade, moramos em Porto Velho, RO, se alguém de PVH estiver lendo este conto por favor entre em contato ok, voltando ao fato, conversamos muito e ficou tarde acho que era por volta de 01:30 da am, eu pedi a ele licença e levei minha esposa para um canto a sós e perguntei a ela o que ela achou e o que ela decidisse ali eu aceitaria.. ela disse que gostou da pessoa e ele parecia falar a verdade em tudo que pergutava-mos para ele e ela confessou que já estava com a bucetinha molhadinha so pelo fato de estar perto dele, ok, decidimos que realizaria-mos a minha fantasia naquela noite, voltamos para o encontro dele e depois de meia hora eu perguntei para ele se ele topava ir para um motel com a gente, ele prontamente respondeu so se for agora, seguimos então para um motel perto dali, ele foi no carro dele e eu e minha esposa fomos no nosso carro, no caminho minha esposa ficou um pouco nervosa, até pensou em desistir mas, como já estava-mos em frente do motel resolvermos ir adiante. Pegamos a chave e comunicamos que uma pessoa iria entrar conosco no quarto, eu e ela entramos e logo depois ele bateu na porta, minha esposa que abriu, só que antes do rapaz entrar eu e minha esposa combinamos de não ficar tímidos, agente combinou que depois que o outro homem estivesse dentro do quarto ela poderia se soltar e fazer oque ela tiver vontade, ela me perguntou se eu não iria ficar com raiva de alguma atitude dela, eu disse a ela que não ficaria, então depois que agente tomou essa decisão, o rapaz bateu na porta e entrou no quarto, aqui começa a realização da minha fantasia. De inicio, o quarto não era muito grande, era um pouco apertado, e como eu e ela tinha planejado não teve jeito, em um determinado momento o rapaz e minha esposa e eu ficamos meio que sem graça então nesse momento eu tive a idéia de diminuir as luzes do quarto, deixei o clima com meia luz e fui para perto da parede, deixando minha esposa na cama e disse para o outro homem ficar a vontade pois so iria observar, ele então foi pra cama com minha esposa, ele perguntou para ela se ela poderia ajuda-lo a tirar a calça dele, e ela educadamente respondeu que sim e desabotoou a calça dele e abriu o zíper e desceu a calça até o chão, nisso ele já tinha tirado a blusa, e de repente ele estava só de cueca, minha esposa foi tirando a roupa também, ele meio sem jeito tentou ajudar ela a tirar, e quando os dois estavam só de peça intima ele começou a alisar ela passando a mão nas coxas dela ela também começou a passar a mão nele a colaram o corpo um no outro e ele começou a beijar os ombros dela enquanto as mãos um do outro passeavam pelos seus corpos e minha esposa já muito excitada passou a mão no pau dele que estava duro, nesse momento eu disse para os dois vocês podem ficar a vontade, quando terminei de falar isso, minha esposa se ajoelhou na frente dele e baixou a cueca dele, e o pau dele ela bem grande como ele havia mostrado na foto, e minha esposa já foi logo colocando o na boca, nesse hora confesso que me deu ciúmes, mas ao mesmo tempo fiquei de pau duro também, minha esposa começou a chupar o pau dele e ele acariciando os cabelos dela e ela chupava que fazia barulho da chupada forte, nisso ela se levantou e ele baixou a calcinha da minha esposa e tirou o sutiã dela e deitou ela na cama e começou a chupar a buceta dela, ela gosta muito de antes de começar uma foda dar uma gozada na minha boca, imaginei se ela faria isso com ele, e acertei, quando ele parou de chupar a buceta dela ela pediu pra ele continuar a chupar pois estava uma delicia, ele continuou a chupar e foi dito e feito, ela gozou na boca dele, ai ela, já não estava nem ai pra mim, estava muito excitada, pediu pra ele colocar a camisinha, e colocar aquela pica na buceta dela, ele meio sem jeito colocou a camisinha e subiu em cima dela e começou a bombear ela, bem forte, e ela começou a gemer, agora pronto era so eu observar o que eu queria, ele comeu ela de todo jeito, ela que pedia as posições, a preferida dela é de quatro, o cara comeu ela com muita vontade, tem um detalhe que eu não disse no inicio, minha esposa é uma mulher linda, uma morena, com um rabão, seios grandes e coxas fortes, uma delicia, e voltando a minha fantasia, o cara fez ela gozar 03 vezes.. deixou ela uma puata na cama, ela ficou tão excitada, que ela dizia para o cara; come gostoso essa buceta, como, pois aquele corno ali quer ver, como gostoso come, nisso o cara fica muito excitado e comia mesmo, ela dizia bem alto, fode fode que é só hoje, fode gostoso, vai, finalizando, foi muito excitante ver minha esposa fodendo com outro, no final ele gozou comendo ela de ladinho, e os dois ficaram uns 20 minutos se alisando, relaxando, depois ele se vestiu, minha espoa também, perguntei a ele o que ele tinha achado, e ele respondeu que se eu quisesse ver ele comendo ele de novo era ligar pra ele, eu agradeci ele se despediu da minha esposa dizendo que ela era uma delicia na cama, e depois eu e minha esposa fomos para casa, não brigamos nenhuma vez pelo que fizemos, eu respeito ela, pois ela só fez o que eu pedi, e estamos vivendo felizes, quem sabe realizamos mais uma vez, pessoal muito obrigado por ter lido meu conto, peço perdão pelos muitos erros na digitação, e qualquer coisa, enviem e-mail para o e-mail


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Tarada por esprema

Ol?. Me chamo Daniel, tenho 30 e o que vou relatar agora aconteceu comigo h? uns 2 anos atr?s, quando namorava Camila. Camila tinha 25 anos e era do tipo menina certinha que, apesar de ter um corp?o e ser muito gostosa, usava roupas pouco atraentes, que n?o real?avam em nada seus dotes. Quem a olhava logo pensava: ?Esta garota deve ser sem gra?a na cama!!? Pura impress?o. Era magrinha, 1,62m, 50kg, pele macia e branquinha, cabelos louros e toda raspadinha. E melhor de tudo, um vulc?o entre quatro paredes... uma verdadeira puta. Adorava uma sacanagem! Fazia anal com bastante freq??ncia e, em se tratando de oral... sempre pedia para gozar em sua boca pra depois engolir tudinho. Era taradona em esperma. Chegava ?s vezes a incomodar, pois n?o me deixava gozar em outro buraco a n?o ser em sua boca. Muitas vezes depois de me fazer gozar ainda me provocava querendo mais, sendo que ela j? havia gozado algumas vezes. Claro que na maioria das vezes n?o conseguia, pois precisava de uma meia hora pra me recompor. Mesmo assim ela voava pra cima de mim me beijando ardentemente. Em uma destas vezes, tamb?m ap?s eu ter gozado em sua boca, continuou a me provocar. Voou pra cima de mim, passando as unhas nas minhas costas e em seguida, agarrando meus cabelos acima da nuca e me tascando um beijo de l?ngua voraz... e surpreendente, pois ao mesmo tempo em que fiquei com tes?o pela maneira como me pegou, achei estranho a sensa??o e a intensidade do beijo. N?s j? hav?amos nos beijado algumas vezes ap?s eu ter gozado em sua boca e ela ter engolido tudo, mas desta vez ela quis ir mais al?m... e sem me consultar!! Ela havia guardado toda minha porra em sua boca e, ao me beijar, me fez provar e, de certo modo engolir parte do meu esperma. Como j? havia gozado e grande parte do meu tes?o j? havia se extinguido, confesso que n?o gostei e acabamos discutindo. Passados alguns dias, depois de uma transa louca nossa, deitamos exaustos e ela come?ou a falar sobre algumas fantasias dela. Depois de uns 20 minutos de papo, meu pau j? estava dando sinais de ?quero mais?, latejando e bem duro (claro que isso ia ocorrer, j? que estava ouvindo um monte de sacanagens que ela falava). Ela, percebendo que estava ficando excitado com tudo aquilo aproveitou para falar sobre o dia em que me beijou com sua boca cheia do meu esperma. Voltei a dizer que n?o havia gostado e ela me questionou. - Por qu?? Disse que estava sem tes?o, pois havia gozado h? pouco e ent?o, para minha surpresa perguntou em seguida: - E se tivesse com tes?o? Respondi-lhe que provavelmente n?o me importaria e daria continuidade na sua fantasia. Ent?o ela me disse que gostaria de repetir ?quele beijo com esperma onde retruquei: - Mas quando eu gozo na sua boca ? porque explodi em um orgasmo e, conseq?entemente em quest?es de segundos perco o tes?o. Foi quando ela respondeu rapidamente que havia lido em alguns sites na internet que era poss?vel estimular a ejacula??o de um homem involuntariamente, ou seja, sem que ele tenha um orgasmo. Para tal era preciso pressionar a pr?stata dele para que o esperma sa?sse. Ela j? havia me penetrado algumas vezes com os dedos e em outras ocasi?es at? usado um consolo na minha bunda, mas nada disso me fez gozar involuntariamente. Sempre que me introduzia algo, s? gozava com um oral ou uma punheta junto e, em ambos os casos, com orgasmo. Resolvemos tentar e, depois de quase meia hora em que fiquei de quatro, com a m?o dela quase toda na minha bunda, me apertando l? dentro, conseguimos coletar s? um pouquinho de esperma. Confesso que ficamos ambos frustrados, pois ela n?o conseguiu o volume desejado e eu n?o tive prazer algum com toda essa apalpa??o. Passados uns dias ela me comunicou que havia descoberto um jeito de realizar essa fantasia e que seria ainda mais excitante. Perguntei como quando para minha surpresa veio ? resposta: ?Durante um ou dois meses voc? vai gozar em um copinho para que eu possa despejar seu esperma em um saquinho desses de gelinho (tipo sacol? no RJ) e ir guardando na geladeira. Quando conseguirmos enche-lo saber?s o que fantasiei.? Disse-lhe que transando 2 vezes por semana como costum?vamos fazer isso iria levar bem mais de 2 meses. Da? ela me disse que at? enchermos o saquinho que eu devia bater punheta 2 vezes ao dia para coletar esperma. Disse ainda que iria me ajudar com as punhetas. Claro que gostei da id?ia, pois ganhava um boquete pela manh? e outro ? noite com o ?nico intuito de gozar!! Que homem n?o gostaria de uma rapidinha at? gozar!? Resumindo, conseguimos encher o saquinho em pouco mais de um m?s. Saquinho cheio, ela o fechou com um nozinho na extremidade e colocou no freezer. No dia seguinte transamos como dois animais e, depois de uma hora do t?rmino, ela aparece novamente, s? que agora toda produzida. Estava usando calcinha e soutien de rendas pretos, meia cal?a e sinta liga, al?m de um sapato de salto alto. Eu ainda estava deitado, me recompondo da nossa transa quando ela voa para cima de mim com aquele apetite voraz como da vez do beijo. Imaginei comigo: Vai ser hoje!! Depois de me deixar com o pau dur?ssimo e de falar um monte de sacanagem no meu ouvido, disse que iria me comer a bundinha com um consolo novo. Imaginei que ela havia comprado outro consolo... mero engano. Pra minha surpresa ela me mostrou o consolo caseiro de esperma congelado, j? dur?ssimo tamb?m e sem saquinho. Aquilo devia ter uns 20 cm de comprimento por uns 2 cm de di?metro. Nada t?o grande quando comparado aos consolos convencionais, mas se pensar que trata-se de um tubo congelado de porra... a? ? diferente. Foi quando ela me disse: - Quero enfiar esse tubo de esperma todinho no seu cuzinho e, enquanto ele derreter l? dentro da sua bundinha, quero que voc? meta seu pau no meu c?, mas sem gozar, pois ap?s toda a porra se derreter, quero que sente sobre minha boca e despeje todo esse esperma dentro dela. E n?o pense que s? eu irei engoli-la, pois como voc? mesmo disse, se n?o tiver gozado ainda, ter? tes?o suficiente para dividi-la comigo. Confesso que tudo aquilo me parecia muito estranho,mas ao mesmo tempo me deixou muito excitado. Tratei de ficar de quatro e em instantes recebi uma linguada no cu deixando-o todo babado e em seguido estava sendo penetrado por um consolo de esperma. A sensa??o ? muito boa, pois ? super gelado e d? para senti-lo todinho dentro de si. Consolo enfiado, era minha vez de preparar o cuzinho da Camila pra receber minha pica. Lambido e babado, foi f?cil deslizar meu pau pra dentro daquele cuzinho delicioso. Logo comecei com as estocadas fortes e profundas, por?m em quest?o de pouco mais de 5 minutos comecei a sentir um l?quido quente escorrer pelas minhas pernas. Aquilo indicava que o consolo j? havia derretido e dizendo isso para Camila ela logo interrompeu nossa foda e se posicionou deitada na cama com a boca aberta dizendo: - Vem c? e traga esse cuzinho pra pertinho da minha boquinha. Quero que despeje o conte?do dele todinho dentro dela. Fiz o que me pediu e comecei a derramar aquela porra toda em sua boquinha. Percebi que ela dava uns golinhos pra n?o deixar encher completamente e derramar. Quando parou sair esperma (e olhe que foi muito) a boquinha dela estava cheinha e ela ent?o parou de engolir. Com gestos disse que agora era a minha vez e, com um beijo onde puxou minha cabe?a sobre a dela que estava sobre a cama, iniciou a transfer?ncia daquele l?quido todo. Aquela porra escorria pelos cantos da minha boca e pingava sobre o rosto dela. Percebi que ela estava em ?xtase e iniciei uma siririca nela. Gozou em um ou dois minutos. Como recompensa, disse que estava saciada de esperma e que deixaria eu gozar onde eu quisesse. Claro que escolhi aquele cuzinho que j? havia come?ado a comer e pela primeira vez enchi o rabo dela de porra fresquinha. Depois desta experi?ncia, ela ainda inventou outras que descrevo em um pr?ximo conto. Hoje n?o estamos mais juntos, por?m me recordo com carinho das suas fantasias e das experi?ncias que vivi com Camila. Quem quiser entrar em contato, meu e-mail ?: dani30sp@hotmail.com

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Uma fantasia realizada

Somos casados e temos tr?s filhos. Eu 51 anos e ela 42. Sempre tive fantasias. A maior delas sempre foi ver minha amada sendo admirada, desejada, insinuante, se mostrando, aceitando car?cias e, mesmo, transando com outro. Como ela ? muito recatada me daria por satisfeito se ela se mostrasse ou permitisse ser bolinada, mas o ideal mesmo era que chegasse aos finalmente. Assim comecei a comentar com ela nos nossos momentos ?ntimos. Isto me excitava. Ela, percebendo isto, alimentava minhas fantasias. Mas n?o ia al?m disso. Com o passar do tempo come?amos a avan?ar. Iniciamos com ela ficando sem calcinha com a saia ou vestido levantados e expondo os seios enquanto viaj?vamos. A inten??o era a possibilidade de ela ser vista quando pass?ssemos por algum caminhoneiro, a cabine deles ? alta e t?m uma vis?o interna dos carros de passeio. Mas sempre, na hora ?H? ela se recompunha, n?o tinha coragem. Tentamos os an?ncios de scort, contratar e ir a um motel. Tamb?m n?o funcionou. Ela incentivava a fantasia quando est?vamos na cama, ajudava a encontrar nomes e telefones nos classificados, queria satisfazer a minha fantasia, mas n?o tinha coragem. Vimos numa revista (a PRIVATE) propaganda das casas noturnas para casais liberais. Resolvemos conhecer. Fomos ao Marrakesh em SP. Liguei pedindo maiores informa?es e quem atendeu garantiu que l? nada acontecia sem o consentimento dos envolvidos e que quem determinava os limites era o casal. Passaram-nos as regras da casa e a seguran?a que ofereciam. Fomos pr? conhecer. Chegando l? nos apresentaram a casa, os ambientes: sala de casais, saletas com gradio para observa??o, saletas fechadas e sal?o onde o acesso era livre, podia ser freq?entado por homens e mulheres desacompanhados. Bem como, fomos informados que permitiam a entrada de homens sozinhos numa propor??o determinada de casais presentes. Na ocasi?o ela vestia saia jeans, blusa, soutien e calcinha, tudo normal, nada extravagante. Ficamos em uma mesa observando o pessoal dan?ando. Dan?avam de forma er?tica, livre. Havia brincadeiras comandadas pelo DJ que incentivava, sobretudo, as meninas a se mostrarem. A? teve o show de Streep feminino e masculino. Ent?o resolvemos ir para os fundos, onde ficavam as salas. Fomos porque eu insisti para que pud?ssemos ver como agiam os casais e para que ao menos ela deixasse verem a sua calcinha. Se mostrasse um pouco. Fomos. Havia casais transando, tanto nas saletas com treli?a quanto na de casais, bem como na sala coletiva. Casais observando. Mulheres sendo bolinadas, em p?, no centro da sala coletiva e no acento que circunda a sala, acompanhadas de seus companheiros. Um ambiente que despertava tes?o. Sentamos em um espa?o do acento almofadado que circundava toda a sala coletiva para observarmos. Nisto ela me beijou freneticamente e eu, beijando-a, comecei a acarici?-la. Vendo a possibilidade de realizar minha fantasia, coloquei a m?o por baixo de sua blusa e a levantei descobrindo o soutien. Ainda beijando levantei a saia deixando ? mostra sua calcinha enquanto acariciava, por sobre ela, sua bocetinha. Deixando a saia jeans levantada, voltei aos seios e expus primeiro o direito, estava sentado ? esquerda dela, acariciei, dei uma mamadinha e fui ao esquerdo. ?ramos observados por alguns homens em p? ? nossa frente. Quatro exatamente. Um deles, enquanto eu baixava o soutien para expor a mama esquerda, se aproximou e com o dorso do indicador esquerdo acariciou o seu cabelo, n?o encontrando obje??o, deslizou-o at? seu mamilo direito que estava ? mostra. Sempre com o dorso do dedo. Enquanto isto com o indicador direito tocou o el?stico do cinto de sua calcinha levantando-o levemente. Nisto, j? tendo terminado de retirar do bojo do soutien o seu seio esquerdo, eu pequei na m?o dele, a que com o dedo mexia no cinto de sua calcinha, e espalmei-a por entre as pernas dela por sobre sua calcinha para que ele acariciasse a boceta e me coloquei a mam?-la no seio esquerdo. Ele, com a m?o sobre sua calcinha, sentindo-se aceito, sentou-se ao lado dela e come?ou a mamar no seio direito. Eu estava deveras excitado com a situa??o. Ela apertou meu pau por sobre as cal?as e eu gozei. Tive urg?ncia em me recompor. Falei isto ao ouvido dela, me levantei, pequei-a pela m?o e disse ao cidad?o que ?amos voltar ao sal?o. Nesta noite voltamos mais uma vez ?quela sala. Acariciei-a por sob a saia, levantando-a, mamei. Mas a? apenas ficaram nos observando. Voltando ao hotel foi que ela me disse que ele n?o ficara massageando-a por sobre a calcinha, apenas. Mas que com o dedo m?nimo puxara a sua calcinha para o lado e, enquanto mamava, havia acariciado sua boceta, inclusive introduzindo de leve a ponta do dedo m?dio. Isto me deixou muito excitado, rendeu-nos muitas trepadas fren?ticas e minha revolta comigo mesmo de ter interrompido o que poderia ter sido a realiza??o de uma t?o acalentada fantasia. Fomos mais duas vezes ao Marrakesh, mas ela n?o deu trela a mais ningu?m. S? observamos os outros casais e transamos nas saletas sem acesso ? observa??o. Descobrimos, pela internet, em Campinas, uma casa do g?nero, o Madness. Fomos v?rias vezes. O m?ximo que consegui foi acarici?-la na sala de casais e transar em saletas fechadas. Na ?ltima vez que estivemos em Campinas fomos ao Madness e, j? mais ? vontade no ambiente, ela resolveu provocar um cidad?o que estava na mesa ao lado. Pediu para que eu fosse buscar uma cerveja e uma garrafa d??gua, depois ela me explicaria, afinal poder?amos pedir ao gar?om. Entendi a mensagem e fui. Ela, contou-me depois, ajeitou o decote do vestido, cruzou as pernas sentou-se meio de lado de modo a deixar ? mostra boa parte de seus seios e at? o alto da coxa. O cara entendeu a mensagem. Voltando ? mesa com a ?gua e a cerveja, tomamos um pouco e descemos para o labirinto. O cara acompanhou. Numa saleta, ao final do corredor, que d? vis?o para a sala de casais por uma porta de vidro, demos uma breve parada para observar o que acontecia na ala dos casais. Como s? est?vamos n?s de casal, s? ela de mulher no recinto, havia mais uns quatro ou cinco homens, entre eles o que ela havia provocado, ela puxou-me para sairmos. Peguei em sua m?o e fomos nos retirando. Na entrada do corredor, no retorno, o cara que nos acompanhou veio por tr?s e passou a m?o em sua bunda por sobre o vestido. Andando, ela pegou a m?o dele e segurou-a pressionada contra sua bundinha por algum tempo, soltando-a depois de poucos passos e se colocando ? minha frente. Sa?mos dali, fomos para a ala de casais, nos acariciamos e voltamos para a mesa. Logo o cara se foi, isto aconteceu por voltas das 04h. Em seguida fomos embora tamb?m. S? o fato de ela ter provocado e aceitado a passada de m?o j? havia sido bom demais pr? mim. No dia seguinte resolvemos voltar. Antes fomos a um motel. L? transamos lembrando os fatos vistos e acontecidos do dia anterior. Nossa transa ficou com gosto de quero mais. Tomamos um banho, ela colocou um vestido discreto, mas que dispensava soutien e uma calcinha min?scula, muito sexy. Chegamos na casa, ocupamos uma mesa. Demos v?rias idas ? ala de casais onde observamos os casais se acariciando e transando, l? nos acariciamos tamb?m, e ? ala comum (onde ? permitida a entrada de desacompanhados), mas ela sempre ? minha frente n?o permitindo a aproxima??o de quem quer que fosse. Achei que mais uma vez voltar?amos pr? casa adiando a realiza??o de minhas fantasias, o m?nimo que fosse, de ela se permitir ser acariciada por algu?m. Foi quando menos esperava, at? porque os casais estavam mais comedidos que no dia anterior, que tudo aconteceu. Resolvemos dar mais uma passeada pela ala dos casais, onde nos acariciamos, n?o havia quase ningu?m no local, uns dois ou tr?s casais brincando e uns poucos que transitavam, chegavam e saiam. A? sa?mos da ala de casais e entramos na ala comum, ela sempre ? minha frente, pr? que eu protegesse a ?retaguarda?, isto ?, evitando que passassem a m?o no corredor semi-iluminado, embora eu quisesse, mas ela preferia diferente. Chegamos ao final do corredor onde tem a tal sala que d? vis?o por uma porta de vidro a uma das salas da ala dos casais. Nesta sala tamb?m h? dois sof?s. Num deles uma mulher estava ajoelhada sobre o acento com as m?os apoiadas no encosto, tinha sua cabe?a acariciada pelo marido/companheiro. Aparentemente o chupava, seus gemidos de prazer eram abafados. Estava com a saia levantada, sem calcinha e rodeada por uns quatro ou cinco homens que se revezavam por tr?s dela e mais alguns que s? observavam, como n?s. Ficamos observando um pouco e minha mulher fez men??o de sair temendo que algu?m viesse tentar alguma coisa com ela, j? que era, naquela altura, a ?nica outra mulher no recinto. Nisto entra outro casal. Com a presen?a de mais algu?m do sexo feminino consegui cont?-la para observarmos mais. Logo, um que estava penetrando aquela mulher deu lugar a outro. Neste momento um homem se aproxima, leva a m?o ? lateral da coxa de minha esposa, por sobre o vestido, acariciando at? a altura do cinto da calcinha. Ela estava ? minha frente, eu abra?ado a ela encostada em mim. Percebendo sua presen?a, olhei para ele e, continuando atr?s de minha mulher, dei um passinho para o lado para que ele tivesse acesso e pudesse acariciar tamb?m sua bundinha. Ele entendeu como sinal verde e n?o deixou por menos. Na hora a rea??o de minha esposa foi de tentar deixar o local, mas ao virar-se ficou frente a frente com ele que, havendo tido meu consentimento segundos antes, entendeu tamb?m como uma aceita??o dela. De imediato beijou-a na boca, que no susto n?o esbo?ou rea??o. Isto soou pr? ele como aceita??o. Ent?o ele passou a m?o em torno de sua cintura e puxou-a, delicadamente, em dire??o ? porta de uma saleta que estava vazia, logo atr?s de n?s. Com dois passos est?vamos dentro da saleta, eles na minha frente e eu ainda com os bra?os sobre os ombros de minha mulher logo atr?s. Ele passou pela porta, m?o em torno da cintura dela, logo que ultrapassamos os umbrais da porta minha esposa a empurrou para que eu a fechasse atr?s de n?s. Soltei as m?os de seus ombros e ela o acompanhou para o interior da saleta. Fechei a porta e ao voltar-me vi-a sendo beijada, ele com o pau duro fora das cal?as e ela acariciando-o da base para a ponta com uma das m?os. Ele levou uma das m?os em dire??o ao bojo do vestido para descobrir seus seios. O vestido tinha a al?a com la?o por tr?s do pesco?o, sob os cabelos. Ela deixou o pau dele e com as duas m?os soltou la?o liberando o vestido facilitando o trabalho dele de baixar o bojo e liberar os seios. Ele os liberou, acariciou, mamou. Nisto eu j? tinha me aproximado e, levantando a barra de seu vestido, comecei a acariciar sua bundinha. Logo ele veio com as duas m?os, ainda mamando, tamb?m por baixo de seu vestido, tirei a minha m?o para dar acesso a suas car?cias. Ele, acariciando, baixou sua calcinha at? pr?ximo aos joelhos. Acariciou a bundinha e a boceta, introduzindo por algumas vezes o dedo m?dio, at? o fim (contou-me depois). Parou de mamar e pediu: ?deixa eu meter em voc?!?!! Ao que ela retrucou: ?voc? tem camisinha?!!? Ele respondeu afirmativamente, enfiando a m?o no bolso da camisa tirando uma, abrindo-a com o auxilio dos dentes e vestindo-a em seu pau. Ent?o ele disse a ela para sentar-se na banqueta (? uma banqueta estofada na extens?o da parede da saleta, altura de uma mesa). Afastou-se um pouco livrando-se dos sapatos e das cal?as. Neste ?nterim passei a m?o sob o vestido dela, foi a? que vi que sua calcinha estava na altura dos joelhos e a bocetinha encharcada, at? as laterais das coxas estavam molhadas. Voltei-me para cuidar da porta, insistia em se abrir, a taramela n?o parava no lugar. Ela acabou de livrar-se da calcinha, sentou-se e ele em seguida se aproximou com o pau em riste. Disse-lhe: ?mesmo usando camisinha n?o goze dentro dela, ta!?? (j? hav?amos conversado isto, eu e ela, em nossas fantasias pr? evitar algo indesej?vel de que pud?ssemos vir a nos lamentar mais tarde). Ela estava sentada recostada na parede, a parte de cima do vestido abaixo dos seios e a debaixo acima da Linha da cintura, pernas entreabertas, seios e bocetinha ? mostra. Ele ent?o foi para ela, entre suas pernas, e beijando-a, introduziu de uma vez, arrancando um gemido de prazer. Introduziu e come?ou o vai e vem r?pido e profundo e, a cada estocada, ela dava o gemidinho de prazer. Enquanto estocava deixou os l?bios dela trocando-os pelos mamilos. Como estava sempre sobre ela s? me restou a lateral da coxa e da bundinha para acariciar, enquanto ele a penetrava num ritmado e fren?tico vai e vem. Ent?o ele pede a ela que tire seu vestido para sentir todo seu corpo. Ela o faz. Ele n?o sai de dentro dela, ajuda-a a se livrar do vestido. Volta ao vai vem com a mesma const?ncia enquanto mama seus seios. Ent?o ele se ergue, como que querendo observ?-la por inteiro e ver seu pr?prio pau entrando e saindo, isto me d? a oportunidade de acariciar os seios de minha esposa e deslizar minha m?o at? sua boceta. Est? encharcada, e sinto na ponta de meu dedo aquele pau entrando e saindo, entrava fundo, prensava meu dedo contra o corpo dela. Ao seu ouvido, pe?o-lhe se est? gostoso. Entre os gemidos das estocadas ela me diz ?t?h?h?!!?.. Mas parece que ele queria exclusividade. Voltou a colocar seu corpo contra o dela beijando-a e pediu para que ela se deitasse. Acompanhando o seu movimento, ele, sem sair de dentro dela, foi acomodando-se sobre a banqueta e sobre ela, come?ando um delicioso papai-mam?e. Nesta altura n?o tive mais participa??o. Fiquei s? olhando e cuidando da porta, se mais algu?m entrasse certamente estragaria tudo. Ele deu uma paradinha no vai e vem, permanecendo todo dentro dela, falando alguma coisa ao seu ouvido. Ela me disse que neste momento ele pediu para comer o seu cuzinho, ao que ela respondeu que n?o. Ele quis saber o porqu? e ela lhe disse que ele era s? do seu maridinho. Ent?o ele voltou a estoc?-la com vol?pia. Ela, a esta altura estava com as m?os por sobre suas costas esfregando no ritmo das estocadas e dos gemidos. Depois de um tempo ele saiu de cima dela. Pediu se ela havia gozado (estava preocupado em t?-la agradado). Ela respondeu com a mesma pergunta. Nenhum respondeu ao outro. Ele voltou a se vestir. Ela levantou-se. Abracei-a. Beijei-a. Perguntei se havia gostado, a resposta foi positiva. Colocou o vestido. Mas n?o ach?vamos a calcinha. Havia ca?do e estava junto aos sapatos dele que, neste momento, os pegou para cal?ar e encontrando-a nos entregou. Com os dois recompostos pedi o seu nome. S? ent?o nos falamos. Ele disse. Em seguida beijou-a e disse ?obrigado pela noite?. Foram as ?nicas palavras que trocamos. N?o houve nada mais que tes?o, car?cias, carinho e respeito. O nome dele relembramos sempre em nossos momentos ?ntimos. D?-nos muito tes?o, em especial a mim. Sa?mos e voltamos ao sal?o. Ela estava com as pernas bambas. ?foi no susto? me disse. ?N?o acredito que fiz isto?. Beijei-a agradecido, fui pegar uma cerveja para que relaxasse. Enquanto beb?amos eu a acariciava agradecido. Ela me pediu, em seguida, um refrigerante que fui pegar com o maior prazer. Identificamos o nosso homem em uma mesa do outro lado do sal?o sentado com sua companheira. J? passava das quatro horas da manh?. Tudo foi mesmo no finalzinho da noite. Os casais j? se retiravam. Tomamos o refrigerante e resolvemos ir embora. Ao sair passamos pela mesa onde ele estava. Voltamos ao hotel. Na manh? seguinte pegamos a estrada de volta, moramos numa cidade do interior a uns 300 KM de Campinas. Na viagem ela continuava n?o acreditando que tinha feito o que fez, dado para um desconhecido. Estava assustada com o fato e tamb?m por n?o ter sentido repulsa por ele e ter sido gostoso. Estava at? com certo peso de consci?ncia sentindo-se como se tivesse me tra?do. Eu a tranq?ilizava dizendo que havia gostado; que lhe era grato; que havia sido bom para n?s dois; que n?o havia trai??o, pois eu estava l?. A viagem transcorreu at? mais r?pida. Relembrando o que vimos e fizemos. O caminho pareceu-nos mais curto. Chegando em casa ela continuava assustada e muito excitada, ficou molhada por uns tr?s dias, num fogo incessante. Transamos in?meras vezes, por fim passamos uma tarde, at? o come?o da noite, em um motel, transamos ardorosa e apaixonadamente. Deste dia em diante nos tornamos mais c?mplices e nossa rela??o mais quente. Agora planejamos outras sa?das, por?m, mais experientes, nada dever? ser no susto. S? esperamos que o escolhido seja t?o gentil e carinhoso quanto o que conhecemos nesta noite.

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Louco anal com maninha

Me chamo Leo, tenho 23 anos, e vou relatar a foda mais gostosa da minha vida, que foi com a minha irmãzinha Bruna de 19 aninhos. A muito tempo que eu tenho um tesão muito grande pela minha maninha, ela é muito gostosa, rostinho de anjo, cabelo loiro e lisinho, bunda grande e seios deliciosos, 1,65 de altura +/-. Sempre que eu podia eu me mostrava pra ela, um dia eu tinha acabado de voltar do futebol, estava sem camisa e suado, como tinha perdido minha chave, tive que chamar, ela veio me atender e disse: "Leo eu deixei o almoço pronto pra vc, e a Patrícia (minha namorada) ligou umas 3 vezes, agora eu tenho que ir buscar o Prince (o cão São Bernardo dela) no pet, não demoro", eu disse apenas: "Tá bom", e passei meu braço em volta da cintura dela e a apertei contra meu peito, ela reclamou: "Ah Leo, tá todo suado, me solta caramba", ela se debateu um pouco em vão, eu ri dela e a soltei, então ela saiu. Eu tomei banho, almocei e liguei pra Patrícia, que também era muito gostosa, ela queria me ver, eu queria tirar a semana pra investir na minha irmã, mas como meus pais tinham ido visitar a parentela no estado vizinho, achei uma boa comer minha namorada no meu quarto, então mandei ela vir pra minha casa às 16h. Bruna finalmente chegou em casa, soltou o Prince no quintal e entrou, me viu de cueca box largadão no sofá, percebi que ficou um tempinho olhando pra minha pica, depois ela olhou pra minha cara e eu ri pra ela, ela pediu pra sentar no sofá, eu levantei e quando ela sentou eu deitei de novo com os pés em cima do colo dela. Minha irmãzinha adorava cuidar de mim, e começou a acariciar meus pés, então eu sentei e comecei a acariciar seu pescoço, me aproximei beijando seu rosto, então ela me falou: "Leo, eu sei que é loucura, mas eu morro de tesão em vc", era oq eu precisava ouvir, deitei ela no sofá e a beijei, sempre esfregando minha pica na barriguinha dela, minha pica endureceu rápido, eu subi um pouco e fiquei esfregando minha pica nos seios dela, ela puxou minha cueca e começou a bater uma pra mim, que delícia, eu a coloquei de joelhos no chão na minha frente, segurei a cabeça dela forçando o encontro de seus lábios com a minha pica, oq ela entendeu direitinho, eu estava louco de tesão, com a boquinha da minha irmã me pagando um boquete delicioso, de repente olhei pro relógio e eram 10min pras 16h, pensei: "Acho que dá tempo de dar uma esporrada na boca da minha maninha", deixei ela continuar me chupando, eu acariciava sua nuca e seu pescoço, e ela me chupava com gosto, aquela boquinha quente deslizava na minha pica, senti que ia gozar, puxei a cabeça dela, fazendo minha pica entrar toda na boca dela e soltei um jato quente de porra, fiz ela engolir tudo. A campainha tocou, vesti rápido minha cueca e um short que estava em cima do sofá, ela correu pro banheiro, eu fui abrir a porta, era a Patrícia, ela me beijou e eu a levei pro meu quarto. Já fui beijando ela e arrancando as nossas roupas, Patrícia gostava de sexo brutal, então sentei na cama e disse: "Vem delícia, senta na minha pica", ela se posicionou e foi descendo devagarzinho, eu a puxava com força pra baixo a deixando espetada na minha pica, ela subia e eu a puxava pra baixo, que delícia, senti Patrícia gozar na minha pica, quando olhei pra porta, que estava entreaberta, vi minha maninha me espiando, resolvi me mostrar, coloquei a Patrícia em pé, encostada na parede de costas pra mim e meti na bunda dela, ela adorava, comecei a meter o mais forte que pude, Patrícia urrava de tesão, ela dizia: "Vai Leo, ah ah ah ah, me fode gostoso", e eu apenas obedecia, fodendo ela todinha, minha irmã, que nos espiava mordeu o lábio, isso me deu mais tesão, meti fundo na bunda da Patrícia e gozei gostoso. Bruna foi embora, eu coloquei a Patrícia na cama desfalecida e fui tomar banho, depois Patrícia também tomou banho e foi embora. Tudo que eu queria agora era comer minha maninha, pensei que daquela noite ela não me escapava, ela estava na sala vendo televisão, sentei do lado dela e a abracei, não demorou muito e uma amiga dela chegou aqui em casa, puta que o pariu, assim tava difícil, a porra da garota foi embora muito tarde e não deu tempo de prepará-la. No dia seguinte assim que acordei vi minha irmã nuazinha na minha cama, do meu lado, ela disse: "Dormiu bem Leo?", ri pra ela e disse: "A noite foi boa, mas nada se compara ao que será esta manhã", logo tirei minha roupa e parti pra cima dela, a beijando, fiz ela me chupar, adoro o boquete daquela safada, eu ficava em êxtase com a minha pica na boca dela, que delícia de boquete, quando minha pica estava bem dura, eu a deitei na cama e a penetrei, metendo bem gostoso, num ritmo lento, acelerando gradativamente, ela gemia alto de tesão e pedia mais, que gostosa aquela buceta da minha irmã, senti ela gozar, então a coloquei de 4 e f***ei a entradinha do seu cuzinho, ela disse: "Aí não Leo, sua pica é muito grande e eu nunca fiz, mas sei que doi", saber que o cuzinho da minha irmã era virgem me deu mais tesão, e minha pica latejava, eu menti: "Eu vou fazer com carinho, se doer eu paro, confia em mim", ela então respondeu: "Quando eu pedir vc para?", menti de novo: "Paro, eu prometo", e voltei a forçar, que cuzinho apertado, com muito esforço enfiei a cabecinha, ela reclamou: "AIN AIN, TÁ DOENDO, TIRA", antes que ela pudesse sair eu segurei ela pela cintura e dei uma metida com toda a força, e ela disse: "AIN AIN, PARA, TÁ QUEIMANDO", eu falei: "Toma que essa rola é tua", e comecei a fuder a minha maninha, um tesão muito grande tomou conta de mim, e eu não conseguia parar, ela dizia: "DEVAGAR, TÁ ME RASGANDO, AIN AIN, PARA LEO", e eu dizia: "Toma vadia, num queria rola, toma rola", eu metia muito forte, vi um fiozinho de sangue escorrer pelo meu pau, eu metia muito forte e fundo num delicioso brutal, ela estava caindo pro lado, então a peguei e a coloquei contra a parede, dando tapas fortes na sua bunda, minha pica saiu da bunda dela, eu a segurei com força e meti de novo tudo de uma vez, a prendi entre meu corpo e a parede, comendo aquele rabinho delicioso, senti meu gozo vindo, mas não queria gozar agora, eu queria alargar bem o cuzinho dela pra não doer tanto da próxima vez, então tirei um pouco, mas a mantive presa comigo, esperei um minuto e meti de novo, minha pica continuava dura como pedra, eu metendo muito forte, ela gemia de dor, eu dava tapas nela e a comia brutalmente, cravava a pica na bunda dela com toda a força, ela tentava suportar o máximo que podia, que delícia, então gozei, joguei ela na cama e disse: "Foi uma delícia maninha, vou te procurar de novo", e ela disse: "Vc foi mal comigo, eu to toda ardida e dolorida", eu ri pra ela e disse: "Não vai ser a única vez que te deixo assim", e fui tomar banho, depois ela tomou banho. E durante a semana percebi que ela tinha dificuldade pra sentar, mas depois a comi de novo várias vezes, se gostarem eu conto como foi.

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Eu aprontei e fui punida

Meu nome é Lia, tenho 18 anos, e eu vou relatar a vcs como me tornei o brinquedo favorito do meu cunhado e da minha irmã. Eu morava com os meus pais em Sorocaba, no interior de São Paulo, mas andei dando trabalho pra eles, rsrs, e eles já são de idade, então em uma reunião de família, estávamos: eu, meus pais, minha irmã e meu cunhado, e minha mãe começou a reclamar de mim, foi aí que minha irmã saiu com uma grande ideia: "Pq a senhora não deixa a Lia morar comigo e com o Miguel por uns meses?", eu quase pirei, eu sabia que com a minha irmã o buraco seria mais embaixo, eu já tinha 18, ela ia querer que eu fosse pra faculdade. Implorei pra minha mãe não deixar ela me levar, mas não teve jeito, fui quase que arrastada pra Ipanema, zona sul do Rio de Janeiro. Minha irmã tem 29 anos e meu cunhado tem 30, ele é filho de um dono de uma empresa aí, então os dois trabalham na empresa. Assim que chegamos ao apartamento deles, minha irmã me pediu minha mala, ela abriu a mala e pegou meu cigarro e outras coisas, eu não entendi nada, e perguntei: - Oq é que vc tá fazendo? - Não pode usar essas coisas aqui Lia. Fiquei muito puta, mas não disse nada. Os dias foram passando, e eu até que estava me acostumando. Eu sempre visitava pelo meu notebook sites de vídeos pornô enquanto eles estavam trabalhando. Eu estava vendo um vídeo de uma mulher dando pra 2 caras, eles batiam nela e metiam aquelas picas gigantes na bunda e na bct dela, ela gemia alto, comecei a me tocar nuazinha, minha pele branquinha arrepiada, meus olhos azuis se contorcendo de tesão, com meu cabelo loiro e liso caído sobre meus seios nus, com meus delicados dedos tocando minha pequena bct. Quando caí em mim, vi minha irmã e meu cunhado parados na porta do quarto em que eu estava, um certo desespero tomou conta de mim, meu coração batia forte, Miguel disse: "Nossa Anallu, vc tem uma irmã no mínimo safadinha", isso me deixou envergonhada, eu corei e abaixei a cabeça, a Anallu riu e falou: "Oq eu vou fazer com vc hein maninha? Vc dá um belo trabalho", eles chegaram perto de mim e ela continuou: "Então vc gosta de brincar né? A gente vai brincar com vc", Miguel trancou a porta e eles começaram a tirar a roupa, eu não conseguia falar nada, a voz não saía, Anallu continuava: "Fica calma, a gente vai cuidar bem de vc", e Miguel completava: "Vc só tem que fazer tudo que a gente mandar", eu fiz que sim com a cabeça, eles sorriram, Miguel veio por cima de mim, colocando a pica na minha boca, eu estava com um pouco de nojo e medo, mas comecei a chupar a pica dele, enquanto minha irmã se tocava olhando pra gente, ele segurava a minha cabeça e puxava com força contra a pica dele, eu sentia ela crescer na minha boca, então ele tirou da minha boca e disse: "Fica de 4", obedeci de imediato, ele meteu tudo sem dó na minha bct, soltei um gemido alto, minha irmã se deitou na minha frente deixando sua bct no meu rosto, não esperei ela mandar, caí de boca, estava molhadinha, Miguel me dava tapas na bunda, eu comecei a rebolar, Anallu se contorcia na cama com minha língua na sua bct, ela me dizia: "Chupa a minha bct, sua vadiazinha, chupa gostoso", eu chupava com tesão, agr estava adorando ser a vadiazinha deles, Miguel tirou a pica da minha bct e começou a enfiar devagarzinho na minha bunda, senti um desconforto, minha irmã puxou minhas mãos e as colocou nos seus seios, me deixando sem apoio, Miguel metia forte e estava doendo um pouco, minha irmã gemia alto e gozou na minha boca, lamber ela todinha me encheu de tesão, gozei tbm, rebolando na pica do meu cunhado, ele tirou a pica da minha bunda, me puxou e disse: "Quero gozar na tua boca", então forçou minha cabeça pra baixo, abocanquei aquela pica que agr estava enorme, engolindo tudo, senti ele estremecer e encher minha boca de porra. Deitamos todos na cama e nos recompomos, minha irmã então começou a chupá-lo, e Miguel me puxou pelos calcanhares e começou a me chupar, que tesão, minha irmã subiu em cima dele, cavalgando na sua pica, e ele me chupava, não aguentei muito e gozei, logo depois Miguel e minha irmã gozaram juntos. Depois desse dia nós transamos sempre, sou o brinquedinho deles, e acho isso muito sexy, fazem comigo oq querem, e eu adoro agradar meus donos.


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Fudida á força e gostei!!!

O fato que relato ocorreu à 1 anos atras, e creio que devo relatar pela excitação e pelo fato de ter mudado meu modo de vida. Sou Fátima, 33 anos, casada, 2 filhos; sou uma mulher bonita e bem cuidada, cabelos longos com reflexo, sempre bonzeada, silicone nos seios que os deixam grandes e firmes, corpo malhado em acadêmica... tudo que uma vida boa pode proporcionar a uma mulher. Meu marido (Vagner) é executivo de uma grande empresa e forma um belo patrimonio; por ocasião do ocorrido estavamos em plena construção de nossa casa de campo no interior de São Paulo num luxuoso condomínio fechado. Sem tempo para nada, Vagner havia autorizado o empreiteiro na condução dos ítens de acabamento da obra e como sou muito exigente, fui acompanhar a colocação do marmore no rol de entrada. Em virtude de um acidente na estrata, quando cheguei na casa de campo o empreiteiro já havia ido embora, estando somente tres pedreiros que fariam a colocação do piso, eles eram jovens (uns 20 anos mais ou menos), fortes, jeito rude e trabalhavam somente de short devido o forte calor. Comecei a palpitar na forma de trabalho, na colocação das placas de mármore, quando um deles se aproximou de mim e falou... A madame interfere demais.... me pegou pela mão, me puxou até uma das salas, onde estavam usando como dormitório improvisado e disse vou acalmar seus animos madame. Nesse momento, gritei com ele, dizendo que estava despedido, que iria registrar uma ocorrencia da polícia pela sua conduta, que meu marido saberia de seu comportamento... fui silenciada com um beijo e segura pelos fortes braços do pedreiro. Em minutos os tres estavam me cercando, apalpando meu corpo, beijando minha nuca, face e orelha... não exerci mais resistências e pelo contrário, estava altamente excitada... cheia de tesão, baixei o short de um deles e liberei sua pica (não era grande, uns 16 cm, dura e com um cheiro de suor, cheiro de macho), colocando na boca e dando aquele homem um prazer impar em sua vida. Os demais já estavam nus e tiravam as peças de minha roupa com maestria... deitaram-me num dos colchões no chão e me vi preenchida, com uma rola na boca, uma na buceta (enfiada sem dó, mas facilitada pela minha alta lubrificação) e outra colocada em minha mão para que o punhetasse. O cheiro de suor, misturado com o de sexo no ar, embriagava o ambiente, enquanto aqueles três machos se revesavam em meter em minha xaninha. Um deles não resistiu e gozou em meus seios, enquanto o outro depositou toda sua porra no interior de minha buceta. O único que ainda não havia gozado e o que detinha a maior pica (uns 22cm, longa, não muito grossa , com um saco bem peludo), me virou de bruços e anunciou que iria meter no meu cú... fiquei em desespero pois sempre tradicional nos sexo, só havia dado para meu marido (ele foi meu primeiro e único homem) e meu cuzinho era virgem... percebendo que eu tentaria reagir, dois me seguranram enquanto o outro lubrificou meu cuzinho com sua saliva e enterrou a rola no meu buraquinho... em vez de dor senti um tesão incontrolavel e essa foda anal demorou uns 15 minutos até sentir o liquido viscoso e quente escorrendo de meu cuzinho para minhas pernas. Eles me largaram ali e voltaram ao trabalho, como se nada houvesse ocorrido... me limpei, vesti minhas roupas e sai sem olhar para eles nem falar nada.
Desde o ocorrido, venho mantido relações sexuais com garotos de programa e por vezes desconhecidos que me cantam no shoping, sempre em busca de sexo anal.

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comendo a vizinha de meu tio

Meu nome é Matheus, não sou nenhum galã, mas sou um cara bonito, tenho um pênis de uns 18cm e sempre fui fã da vizinha do meu tio. O nome dela é núbia, não era muito bonita, mas muito rabuda e peituda, além de muito safada!!!! Toda vez que ia dormir na casa do meu tio, pois ele viajava muito, ficava escutando ela fudendo com vários caras, pois ela era casada, mas o marido viajava muito por conta do trabalho e sempre dizia(quando bebia demais) pra meu tio que já tinha escolhido a núbia pra se juntar pois como sabia que ela era muito safada não iria se apaixonar e ficar decepcionado depois, já que ele achava por conta do trabalho dele não permitir que ele ficasse em casa o tempo todo, as mulheres ião sempre lhe cornear.
Um certo dia estava eu na casa do meu tio e escuto um barulho vindo do apartamento dele que ficava ao lado do meu tio (as 2 casas ficavam no 2° andar em prédios vizinhos), dava pra escutar tudo que se passava na casa dela pois as casxas eram tão coladas que dava pra passar de uma casa pra outra pela varanda. Fiquei na espreita pra ver se escutava algum gemido, naquele dia estava afim de bater uma punheta. Quando passou uns 15 minutos, eu escutei um gemido e vozes, fui pra varanda e num acesso de loucura pulei na varanda da casa dela, pra ficar bem colado na janela do quarto dela e escutar tudo. Tomei um susto muito grande quando cheguei na janela e percebi que estava só encostada, me aproximei bem e quando consegui olhar pra dentro do quarto, tive uma visão maravilhosa. A TV estava ligada passando um filme pornô,com um negão aterrando um tora dentro do cú de uma loirinha, quando olho pra o sofá lá estã a Núbia de quatro, com o belo rabão empinado e o cara caindo de língua naquela bunda fenomenal. O cara tava louco lambia tudo e ela soltava uns gemidos safados chamando ele de gostoso e mandando ele chupar e meter nela. Passaram pra um meia nove e em seguida o cara pôs ela de quatro enfiou tudo nela, o cara era bem dotado e ela gemia muito. Dizia : " Meti vagabundo... Comi tua cachorra... enfia esse pauzão todo na minha bunda vai". O cara parecia estar em êxtasi, só metia e dava uns tapinhas naquela bunda maravilhosa. A todo momento Núbia dizia que queria dar o cú, e que queria fuder muito, pois ela já tinha alguns dias que não dava a buceta. Passado uns 10 minutos, por incrível que pareça o cara foi intensificando e ela gemendo e gritando, e ele gozou. Ela não gostou, mas disfarçou, deve ter pensado que ele iria se recompor e partir pra outra.
Mas não foi o que aconteceu, o cara ficou acabado tentou justificar, mas ela ficou irada e resolveu dar uma ajudinha, levou ele para uma poltrona no outro lado do quarto, colocou ele sentado. Fiquei um pouco sem visão e resolvi abri mais a janela. Quando a janela se abriu um pouco mais, fez um pequeno barulho, que assustou a Núbia, que deu uma olhada, mas claro eu me escondi, só que ela ficou desconfiada, mas resolveu deixar pra lá e voltou pra sua missão. Quando tomei coragem e resolvi olhar, tive uma visão maravilhosa. O cara estava sentado e ela esfregando seu mega rabo no cara. Ora no pau, ora subia até o rosto dele, foi variando e usando todo o seu repertório, mas o cara não ragia. Era um meia bomba, todo bombadinho , mas sem resistência no sexo. Eu já tinha batido uma punheta e estava a ponto de bala vendo aquela cena.
Quando voltei a olhar a janela a Núbia tinha sumido do quarto e o cara estava vestindo a roupa. Tava me preparando pra voltar a casa do meu tio, quando a núbia apareceu na varanda e pegou no flagra com o pau na mão. Olhou meu pau adimirada e disse: "Tá aí me olhando não é safado, gosta de ver eu fudê não é?... Pois é, espere aí que eu volto pra resolver seu caso..." Fiquei petrificado, pensei em ir embora, mas algo fez eu ficar e esperar. O cara foi em bora envergonhado e ela voltou pra varanda, já vestida numa calcinha fio dental com um roupão transparente. Tava com medo, mas também muito excitado o ver aquele rabão sedento por sexo em minha frente.
Quando chegamos a sala ela foi logo falando que iria ter que comunicar aquele fato ao meu tio e logo depois soltou uma risada e disse: "não quis tanto ver eu fudê agora vai ter que agir... quero ver se você dá conta do recado de comer minha bundona..." ao falar isso ela foi logo soltando o roupão e eu pude ver de perto aquela bunda espetacular. Fui logo tirando a roupa, meu pau continuava duro parecendo uma pedra. Fui logo dando lhe um beijo e um tapinha na bunda. Ela soltou um gemidinho safado e logo baixou me fazendo um delicioso boquete; nooooossa como aquela mulher chupava bem, uma verdadeira profissional. Não pudia fazer feio, tinha que fazer direito pra poder comer sempre. Partir logo pra um meia nove, e me concentrei no pinguelo, que por sinal era grandinho. Ela gemia muito e quando comecei a penetrar, ela parece que enlouqueceu: "vai gostosoooo... enfia essa piroca na minha buceta vaaaaii..." depois de uns 10 minutos, coloquei ela de quatro e enfiei tudo de vez, numa estocadas só; ela arquejou mas foi ao delírio e me confessou que adorava gozar de quatro. Não perdi tempo aumentei as estocadas, dando tapinhas na bunda e enfiando um dedo no seu cuzinho.
Ela parecia que iria explodir, quando começou a gozar, gozava muito e eu metia cada vez mais forte, até que ela pediu desesperadamente pra eu fudê seu cuzinho. A Núbia parecia gostar muito de dar o cú, até pelo rombo que era seu cú. Dei uma lubrificada e não foi muito difícil enfiar tudo naquele rabo delicioso. Ela parecia uma louca: " esfola meu cuzinho meu macho vaaaai... come o cuzinho dessa vagabundaaaaaa... mostra que tu é macho e arromba esse cuzão vaaaaaiiiii..." depois de fazermos várias posições e de ela ter cavalgado feito uma louca ela explodiu num gozo que parecia não ter fim. Logo após, levantei e ela pediu pra beber leitinho; comecei a bater uma punheta e logo atolei a boca dela com muita pôrra, que ela lógico não desperdiçava nada. Ficamos alguns minutos nos elogiando. depois tomamos um banho e namoramos um pouco mais, com ela fzendo o melhor boquete da minha vida; acabei por gozar de novo na boca dela e ela bebia tudinho. Acabei voltando pra casa de meu tio e dormindo, sonhando adivinha com quem? Sempre que temos chance repetimos a dose, viramos grandes amigos. Que rabo maravilhoso.

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Trepada nota 10.

Olá ! sou Luciana, 25 anos, casada, branquinha de cabelos escuros e olhos castanhos, tenho 1,60m e 62Kg, chamo a atenção dos homens pelos meus seios fartos, jeitinho de menina e uso roupas bem provocantes. O ocorrido se deu quando eu estava fazendo compras num shopping na zona norte de São Paulo, ao observar uma vitrine de lingerie, um moreno alto de olhos claros, tipo garotão, musculoso, barba por fazer, sorriso malandro, se aproximou e falou: - Você ficaria linda nesse corpete (se referindo a uma lingerie, justa de em preto, tecido transparente, tanguinha, meias e cinta liga; num manequim na vitrine)... confesso que achei abusado de sua parte, mas fiquei envaidecida e me deu um certo tesão. Disfarcei e comecei a andar...ele me seguiu e completou....- Acho que não! ficaria melhor sem ele... parei olhei bem em seus olhos e ele...- Guilherme! um admirador das belezas do mundo, e vc é uma delas. Não tive como resistir ....abri um sorriso e foi a deixa para ele se aproximar, me deu dois beijinhos na face, e se ofereceu para pagar um suco... fomos até uma mesa na praça de alimentação e começamos a conversar.... Ele era muito culto e envolvente, foi especulando minha vida e me convidou para irmos a um motel. Topei e em questão de minutos estávamos somente de roupas intimas nos abraçando e beijando numa suíte confortável. Guilherme tirou meu sutien em se deliciou com meus seios enormes, revezando ora mamando no direito ora no esquerdo.... me ajoelhei e tirei sua cueca, de onde saltou uma pica enorme (uns 20 cm, dura como pedra, envergada para cima, grossa com uma cabeçona brilhante) timidamente coloquei a ponta na boca lambendo-a no mesmo tempo que acariciava aquele saco peludo com duas grande bolas.... ele gemendo de tesão empurrou a rola para dentro de minha boca, até onde coube, fazendo movimentos com se estivesse fudendo minha boca..... me revezei em chupar e punhetar aquela pica, até que Guilherme não resistindo jorrou sua porra em minha boca, sendo que parte eu engoli e parte escorreu pelo canto da boca caindo sobre minhas tetas. Estava acostuma a pagar boquete para meu marido mas nunca havia experimentado uma pica tão grande e com tanto esperma ejaculado. Fui ao banheiro me recompor e ao retornar encontrei Guilherme deitado de barriga para cima com sua rola apontando para o teto, já dura e pronta para mais uma etapa. Tirei minha calcinha já meladinha de tesão, apresentando aquele macho minha bucetinha peludinha e revelando minha tatuagem de um escorpião na virilha.... como um lobo sobre sua caça Guilherme avançou em minha xana lambendo meu clitóris e mordiscando meu grelo... por vezes introduzindo seu dedo na minha buceta... me fez gozar intensamente, lambuzando sua boca a qual beijei sugando sua língua, totalmente satisfeita. A entrada foi ótima mas Guilherme se preparou para o prato principal.... me colocou sobre seu cacete e puxou meu corpo para baixo introduzindo de uma única vez sua rola na minha buceta.... dei inicio a uma cavalgada furiosa subindo e descendo em sua pica.... gemendo e gritando de alegria.... percebendo que eu iria gozar, Guilherme intensificou a penetração para juntos chegarmos ao êxtase....pela primeira vez tive orgasmos múltiplos, perdendo totalmente o controle sobre meu corpo, inclusive ejaculando meu xixi sobre Guilherme, que por sua vez inundou minha xoxota com sua porra. Fomos para a banheira relaxar, sendo que sentei sobre o macho, enquanto ele me ensaboava, passando espuma nos meu seios, demoradamente brincando com meu bicos duros... com a mão ente minhas pernas, busquei sua rola e acariciei sue membro mole e seu saco.... tal masturbação gerou uma nova ereção e Guilherme anunciou em meu ouvido que iria comer meu cu.... já havia praticado sexo anal mas não com uma ferramenta tão avantajada.... nos secamos, peguei um creme em minha bolsa, fincando de quatro e lambuzando a entradinha de meu rabo de creme, pedindo para Guilherme por só a cabecinha.... ele introduziu a ponta de sua pica no meu cu....dei uma choramingada e uma gemidinha....sem dó ele enterrou com força sua rola até seu saco bater em minha bunda e começou um vai-de-vem cadenceado... fiquei fora de mim e pedia: - mete fundo....fode meu rabo seu pauzudo gostoso....arromba meu cuzinho enche ele de porra. Pelas vezes que Guilherme já havia gozado....ele demorou muito metendo em meu rabo até ejacular (fiquei dias com dificuldade para sentar e cagar de tão dolorido ficou meu rabo....ele acabou com minhas pregas). Guilherme ainda me deu um banho de língua pelo corpo todo, dedilhando meu clitóris até eu gozar mais uma vez. Exaustos... retornamos ao shopping para eu buscar meu veículo e nos despedimos trocando telefones. Aguardo ansiosa uma ligação para mais uma maratona de sexo. Sendo que naquela noite meu marido veio todo animado para me fuder e tive que inventar uma dorzinha de cabeça....mas recompensei ele logo pela manhã com uma cavalgada sobre seu cacetinho pensando em Guilherme.

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Comendo a funcionaria de papai!

Meu nome é Valter, tenho 28 anos, loiro, corpo sarado e safado por natureza. Meu pai é dono de um comércio de eletrônicos com 4 lojas espelhadas na capital de MG. Como não tenho uma ocupação ajudo na administração das lojas e circulo entre as Unidades, liberando pedidos de compras, efetuando serviços em bancos e procedendo fechamento de caixa.
Em uma das Unidades temos uma funcionária, Rita, que trabalha como Caixa; é uma moreninha de 35 anos, casada, 2 filhas, de uns 1,65m, uns 50Kg, bunda bem arrebitada, peitos fartos, carinha de safada.... ela me dá a maior bola... e foi ai que resolvi dar uma investida. Liguei para a loja e pedi para Rita me esperar após o fechamento da loja pois estava atrasado e iria conferir o caixa. Chegando lá umas 19:30h somente eu, Rita e o vigia da noite no local, pedi para ela subir comigo no escritório... depois de conferir os valore e colocar dinheiro e cheques no cofre, me ofereci para dar uma carona até sua casa; e ela aceitou.
No caminho comecei a passar a mão em sua perna, falei algumas besteiras no ouvido dela, elogiei sua beleza; ela resistiu dizendo que era casada e mãe, que aquilo não era certo...Convidei Rita para ir a um Motel e ela disse nunca ter ido num lugar desses... deixei ela curiosa e disse que não aconteceria nada que ela não quisesse... segui com ela para um motel. Ao entrarmos ela ficou deslumbrada com o luxo a beleza de muitos espelhos... fui acariciando seu corpo e pronto... tiramos as roupas e pude apreciar uma beleza impar de Rita, peitos firmes de mamilos grandes e escuros, um piercing no umbiguinho muito sexy e uma xoxota peludinha e bem aparada.... não resisti e cai de boca, dando um banho de língua naquela gata ao som de muitos gemidos ela dizia não, não, não mas em meio as negativas ela se posicionou sob meu corpo me oferecendo sua xana enquando mamava minha rola completamente dura, num 69 maravilhoso. Senti quando seu gozo escorreu em minha boca e com a xana sensível ela se afastava de minhas lambidas mas não parava de sugar a cabeça de minha pica e punhetar com vontade, até que enchi sua boquinha de porra... Rita engoliu meu esperma e lambeu minha pica até deixá-la limpinha.
Refeito e com a pica dura novamente comi Rita de 4 na cama, enfiando e tirando o pau de sua bucetinha apertada (nem parecia que já havia dado a luz a duas meninas)... ela gemia e pedia: - enfia essa rola gostosa na minha xoxota... me fode....me fode.... come sua puntinha... quanto mais eu metia mais ela gritava até que gozou.
Como eu ainda estava de pau duro, puxei o corpo de Rita com as pernas fora da cama, deixando sua bunda bem empinada, me posicionei de pé apreciando aquela bunda, abri seu cuzinho cheio de pregas, dei umas boas lambidas naquele buraquinho e meti minha rola pra dentro... entre gemidos, gritinhos e choramingadas, ela dizia: - No cuzinho é muito bom, mete....mete...; fui enfiando até meu saco bater em suas coxas e num vai-e-vem firme comi aquele cú com vontade até jorrar minha porra dentro de Rita.
Fomos para um banho e ela mal conseguia andar de dor no cuzinho.... passei bastante sabonete no seu rabinho enquanto beijava sua nuca e apertava suas tetas.... a água quente, a esfregação de nossos corpos, os beijos de língua de tirar o fôlego, foram gerando excitação e ficamos prontos para mais um coito. Ainda molhados nos jogamos na cama e começamos uma deliciosa sacanagem... mordidinhas nas orelhas, nos mamilos, dedo no cú, na xana, apertos no meu saco e chupões na cabeça do meu pau.... quando vi Rita estava montada em mim com minha pica atolada na xoxota, cavalgava enquando com uma mão para trás alisava meu saco... eu me segurava naquela tetas e apertava os bicos... nos prolongamos muito nessa trepara até que mais uma vez gozei e desta vez chegamos lá juntos. Exaustos adormecemos lado-a-lado. Ao acordarmos já era quase meia-noite e Rita desesperada pois seu marido já estava em casa e iria matá-la... Inventamos uma história de roubo na loja e que tínhamos ido até a delegacia para encobrir nossa aventura... pelo jeito colou, pois o fato já ocorreu há 3 meses e eu e Rita estamos dando nossas trepadas furtivas.


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Com o pai da amiguinha dos meus filhos


Sou Ana Maria, 30 anos, casada, 2 filhos, 1,62m, 58Kg, branquinha de cabelos escuros lisos e curtinhos, olhos claros, meus atrativos são os seios firmes e as coxas bem torneadas. Nunca pensei em escrever num site de contos, apesar de adorar ler os mesmos, mas nunca me vi em uma situação que fosse diferente e excitante para relatar... até o ocorrido na semana passada.
Acordei bem cedo cheia de tesão, meu marido já havia ido para o trabalho, sem falar que ele não me come há 5 meses (alegando stress do trabalho), fui para a Internet e li contos eróticos fantásticos, sempre me masturbando. Meus filhos acordaram e se preparam para ir ao colégio, peguei o carro como sempre e ao deixá-los na porta do colégio fui abordada por um pai de uma amiguinha de um de meus filhos. Rubens (o pai, moreno alto, cabelos pretos, tipo conquistador, alinhado em terno escuro), já nos conhecíamos de reuniões escolares e eventos do colégio... se aproximou e disse: seu carro está fervendo, foi quando notei uma leve fumaça de vapor sob o capô e olhando o marcado estava no vermelho... ele falou: não há problema, estacione mais à frente e desligue o carro para esfriar... iniciamos uma animada conversa, comigo relatando que só coloco combustível e rodo com o carro sem atenção alguma aos outros itens de segurança.... ele disse que sua ex-mulher era igual, nossa conversa mudou de rumo, soube que era separado, só tinha uma filha era advogado com escritório próprio... pois bem completada a água do reservatório meu carro estava pronto para rodar... foi quando Rubens me convidou para tomarmos uma café... fomos à pé até uma lanchonete próxima e demos continuidade ao papo....foi quando percebi que estava sendo paquerada... sem contra tempos, perguntei: - Você está me dando uma cantada?...ele sem jeito, me elogiou e disse: - Sim.
Pegamos seu carro e fomos direto para um motel, eu só de calcinha e ele de cuecas, nos abraçamos, nos beijamos e eu ajoelhei baixando sua cueca e liberando um cacete já duro, não grande mas grosso e com a cabeça coberta por um prepúcio saliente.... arregacei a pele e enfiei aquele pau na boca, chupando com vontade, Rubens em pé gemia de tesão, ora eu metia a rola inteira na boca, ora lambia só a cabecinha e lambia seu saco engolindo as bolas... não resistindo tanta masturbação ele anunciou que iria gozar, enfiei a rola na boca e senti os jatos de esperma na minha garganta... quase engasguei mas sorvi toda a porra deixando sua pica limpinha.
Ele me deitou na cama, tirou minha calcinha e se deparou com uma xoxota peludinha ainda com cheiro de meu gozo pelas siriricas que toquei pela manhã....sem se encomodar com o odor forte ele lambeu minha gruta desde meu cuzinho até o clitóris, as vezes mordiscando meu grelinho.... entre dedadas no cu e na buceta ao aumentar as lambidas no meu sininho me fez gozar deliciosamente.
Juntos no banho, ensaboei sua rola até que ela ficasse dura como pedra... encostei minha bunda em na sua vara e fiquei rebolando... até que ele pediu para que eu curvasse meu corpo para frente e em dó meteu a rola no meu rabo....(adoro dar o cu) e embaixo d?água com o vapor tomando conta do box, a dinâmica na metida forte que Rubens estocava meu cu ....fui ao delírio e entre gritos e gemidos, senti a porra sendo despejada em meu rabo.
Concluímos o banho e fomos para cama.... trocamos carícias, beijos ...falei do corno do meu marido....e quando vi o pau de Rubens estava pronto para mais uma.... deixei ele deitado de costas e subi em sua rola direcionando-a para dentro da minha buceta, recebi aquela grossura toda dentro de mim e comecei a cavalgar....ele segurava meus seios e apertava meu mamilos..... demoramos muito nessa foda até que gozamos juntos.
Mais um banho e dessa vez foi Rubens que debaixo d?água me proporcionou um sexo oral sem precedentes.... me lambeu até sentir meu gozo escorrer pelas pernas... as quais tremulas de fraqueza quase me fazem cair do relaxamente pelo qual passei.
Nos aprontamos e fomos de volta para o colégio, pegar meu carro e as crianças pois já era hora da saída deles.
Agora nas férias escolares estamos marcando encontros em horários variados....não fico mais na vontade...Rubens não quer casar comigo, nem namorar...só quer me fuder...tem coisa melhor??

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O marido estava assistindo a tudo

Sou Danilo, 28 anos, moreno claro, 1,82m, 75Kg, corpo atlético, sou professor de educação física e trabalho em uma academia junto ao centro financeiro de São Paulo, nas imediações da Av. Paulista. Recebo cantadas direto de alunas mas busco ser discreto para manter meu emprego. Contudo no mês passado, uma aluna de condicionamento físico, Luana (loirinha, 33 anos, +/- 1,60m, 68Kg, seios volumosos, coxas e bunda bem moldadas) buscava perder alguns quilinhos e entrar em forma... solicitou acompanhamento individual com personal para sessões 3 vezes por semana... nosso primeiro contato já foi bem descontraído, ela falando sobre melhorar a aparência, ficar mais sexy, entre outras coisas. Programei um circuito de exercícios com as repetições necessárias e demos inicio as aulas... a cada exercício Luana pedia ajuda meio que posicionando minhas mão nas partes de seu corpo, dizendo: - Aqui dói no movimento!,... Está certo desse jeito?, ... Me ajuda a forçar mais!!... O que sei é que nosso constante contato foi me dando um tesão por aquela mulher e um dia não agüentei e lhe tasquei um beijo molhado de tirar o fôlego... ela correspondeu e disse: - Estava muito precisando disso. Terminei minhas aulas, tomei um banho e quando sai da academia, lá estava Luana me esperando... entrei em seu carro e fomos direto para seu apartamento. Chegando lá fiquei surpreso com o tamanha e beleza do imóvel, saquei que ela tinha muita grana e só então descobri que ela era casada.... ela disse que o marido, muito mais velho que ela (51 anos) já não transava muito (ela estava há 1 mês sem uma foda)... perguntei por ele e Luana disse que o mesmo estava no trabalho e só volta à noite, que teríamos umas 4 horas para uma boa transa. Fomos para o quarto do casal e tiramos as roupas... ela tinha um belo corpo, curvas definidas, suas tetas apresentavam bicos rijidos e rosados, sua xoxota peludinha e bem aparada, uma tatuagem nas costas na altura do ombro direito representava Vênus a deusa do amor... nos beijamos e quando a deitei de costas para um sexo oral me deparei com piercing na xoxota... lambi com vontade enquanto enfiava um dedo ora na buceta ora em seu cuzinho.... insiste até fazer Luana gozar na minha boca a qual toda lambuzada, direcionei para um beijo de língua dando a ela o saber de seu gozo. A coloquei deitada de lado na cama, levantei uma de suas pernas e de joelhos (um de cada lado de sua outra perna), enfiei minha pica naquela buça encharcada.... revezei movimento rápidos e lentos prorrogando ao máximo a foda, até que não resistindo e percebendo que ela iria gozar, despejei minha porra dentro daquela xoxota. Tomamos banho juntos e ela me fez uma chupeta deliciosa, engolia pinha rola inteira (tenho 17cm de cacete bem grosso) enquanto massageava minha bolas, até eu gozar em sua boca. Refeitos voltamos para cama, Luana ficou de 4 na beira da cama e eu de pé enfiando minha vara naquela buceta, ela gemia, choramingava e me chamava de pauzudo gostoso.... quando vi que ela estava bem excitada, tirei a pica de sua buça e como estava bem lubrificada meti de uma única vez em seu cú.... ela deu um grito e me chamou de cachorro... quando ameacei tirar ela fortaleceu sua rosquinha e segurou meu pau dentro de seu cú.... pedindo: - Mete...mete forte... arregassa meu cuzinho.... enche ele de porra. Como já havia gozado.... a ereção demorou bastante tempo e fudi aquela bunda deliciosa.... quanto direi o cacete daquele buraco, veio todo babado num misto de porra e sangue, de tanto que esfolei o rabo de Luana. Naquele momento ouvi um barulho e me assustei... ela me tranqüilizou e me levou a um quarto de hospedes onde estava seu marido pelado, tocando uma punheta e assistindo num sistema de circuito fechado de TV a nossa foda, na cama, no banheiro.... ele se virou para mim e disse... venha quando quiser.... c*** minha ?Lú? com vontade, pois é uma gata selvagem bem gostosa e puta!!!
Tenho mantido relações constantes com Luana, mas em motéis pois não gosta dessa história de ter um marido me espionando enquanto fodo sua mulherzinha.

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Secretária gostosa

Como já relatei em outros contos eu sou deficiente físico ando de cadeira de rodas e presido um grupo de PCDs, por volta do mês de maio desse ano (2010) após alguns congressos e outros tipos de reuniões estafantes resolvi tirar um tempo só pra mim, como sou libriano necessito desse tempo já que também eu não sou empregado: bem fiquei fora do grupo dois meses. Onde mandei desligar o telefone, e vendi o celular. Mas no inicio do mês de agosto numa tarde que estou sem nada pra fazer em casa vejo chegar o carro da secretaria de assistência social. Era o Pedro motorista e uma jovem, quando digo jovem quero dizer que Sonia (vamos chamar assim), baixinha cabelos pelos ombros, pele mista nem branca nem negra o que a faz ser muito bonita rosto angelical.
Eles foram pedir que eu retornasse, pois ela tinha que fazer uns projetos e como eu tenho acesso a uns contatos em Brasília, ela dependia de mim então. Eu disse que voltaria prontamente, ela riu e disse ?bem que me falaram que você era legal? eu respondi que como que eu ia negar um pedido de uma moça tão meiga. Ela disse ?também me falaram que você era galanteador? eu pedi desculpas se o que eu tinha dito tinha parecido um galanteio, mas Sonia riu e disse ?afinal qual mulher não gosta de um galanteio??. Bem combinamos que então era para mandar o Pedro me pegar no outro dia cedo que eu achava que uma manhã inteira daria pra fazer o serviço, no dia seguinte eu já estava esperando o Pedro, mas pra minha surpresa quem veio foi só a Sonia dizendo que o motorista teve que viajar e que pra não perder tempo ela mesma resolveu me buscar, eu perguntei, mas você tem pratica com cadeirante, ela disse ?e muita tenho um primo que não caminha, por isso que resolvi fazer faculdade de assistência social? perguntei se ela estava com presa ou podíamos tomar um café e ela ia me adiantando o serviço ela falou que como tinha vindo com o carro dela não teria problemas fomos para cozinha coloquei o pó na cafeteira e disse agora só esperar uns cinco minutos ai ela disse já volto foi no carro pegou um notebook, sentou em frente a mesa do meu PC e começou me mostrar o que ela tinha em mente, eu achei bem interessante e disse que a tempos eu vinha brigando pra que aqueles projetos vingassem, tomamos o tal café e ela disse acho que temos que ir pra secretaria ou vão pensar que fugi eu ri e fomos no caminho ela me perguntou com quem eu morava. Respondi que fazia cinco anos que eu morava sozinho como da minha casa até a secretaria dava uns 5 minutos Sonia pegou o caminho mais longo fomos conversando sobre minha vida eu contei que tinha sido casado por duas vezes que tenho dois meninos, enfim falamos de varias trivialidades quando chegamos um amigo que trabalha na secretaria ainda zombou dizendo achei que o L... Tinha te raptado não te falaram que ele é um conquistador barato, Sonia riu e disse não te preocupe ele se comportou muito bem, ficamos por ali jogando conversa fora ai Sonia disse ?bem viemos aqui pra trabalhar? Jonas o amigo ficou sem jeito. Sonia e eu fomos pra sala que era minha ela disse ?você não se incomoda de eu estar usando tua sala?? respondi que não e não era minha sala e sim da secretaria e que bom que ela estava sendo ocupada por alguém com os mesmos objetivos que os meus: bem acabamos ficando bem amigos como Sonia não é de minha cidade e mora numa dessas casas que divide com alunos da faculdade mesmo ela sendo formada disse que foi o único lugar mais barato que encontrou. Depois de uma semana trabalhando no projeto que eu acreditei que seria por algumas horas numa sexta à tarde quando ela me trouxe pra casa perguntei se ela não queria jantar comigo já que morava sozinha eu achava que não teria problemas ela disse que até que não era uma má idéia, mas que teria que ir em casa tomar banho e trocar de roupas. Eu concordei e disse que ia esperar ela me deixou em casa eu também me banhei coloquei uma bermuda e fiquei sem camiseta. Dali uma hora e pouco Sonia voltou bem diferente do que eu estava acostumado vê-la, ela vestia um camisetão, uma Maria João e chinelos, fomos pra cozinha fizemos a janta, eu abri um vinho e depois do jantar ficamos de bobeira. Ai ela disse ?sabe qual é tua fama lá na secretaria?? eu perguntei ?qual??. Ela disse ?dizem que você tem a fama de pegar só garotinhas que as tuas ex eram bem novinhas? eu respondi ?de fato minha ultima tinha 18 anos, fazer o que se atraio elas, acho que é esse meu jeito de estar sempre brincando? ai eu perguntei e você tem alguém você sabe quase tudo de mim e eu não sei quase nada de você, ela falou que desde que tinha vindo trabalhar na minha cidade estava sozinha e mesmo antes não tinha muito tempo pra namoros e que afinal nos tempos de faculdade não namorava muito porque era só moleques e que ela gostava de homens mais velhos ainda ressaltou, não gosto de velhos, mas sim de um cara mais experiente tipo até os 30, 35 eu ri e disse opa to na media tenho 34, ela não disse nada. Eu disse bem vamos mudar de assunto me fale do teu primo que te fez ser assistente social, ela riu meio sem jeito e disse (acho que já embalada pelo vinho). ?sabe o Sandrinho é mais velho do que eu desde que me lembro ele mora com meus pais ele é um homem bonito de rosto inteligente eu era apaixonada por ele, você sabe essas paixões de primos como ficávamos muito tempo juntos foi inevitável essa paixonite?. Eu perguntei, ?mas você chegou a falar pra ele dessa paixão ou amor que você sentia por ele?? ela respondeu ?claro foi com ele que perdi minha virgindade? depois que me disse aquilo ficou calada eu pedi desculpas, pois vi que ela tinha ficado vermelha em falar em virgindade, pra espairecer eu disse sabe que eu também perdi a minha com uma prima minha. Nesse momento vi que ela ficou mais a vontade perguntei se ela queria mais vinho ela disse que não que afinal ia ter que dirigir e que afinal ela morava no outro lado da cidade. Ai ela disse ?você me conta como foi tua primeira vez? eu disse eu conto mais depois você tem que me contar da tua ela falou combinado, comecei a falar, quanto mais eu dava os detalhes eu notava que ela se mexia mais no sofá quando terminei ela disse espera que vou no banheiro quando ela saiu do banheiro olhou pro relógio e disse nossa já ta tarde tenho que ir eu disse é cedo amanhã é sábado e você me deve algo, ela se fez de inocente perguntando devo o que eu disse você tem que me contar da tua primeira vez ela disse ?há deixa pra outro dia? eu falei nada disso eu contei agora você conta. Ela disse ?ta bom eu vou contar: como eu te disse me criei com meu primo ai minhas amigas do colégio me perguntava se o Sandrinho endurecia o pau eu falava que não sabia eu tava com 14 anos, você sabe sempre tem uma safadinha na turma Camila tinha 17 anos e já tinha dado pra quase todos os meninos da turma ela começou a dizer pra mim ver como era o pau do Sandrinho e se eu não fizesse ela ia fazer, eu disse então faça você, mas como eu gostava dele também não queria ver ele com ela, aquele dia fui pra casa pensando no que Camila tinha dito, quando cheguei fui direto pro quarto pensando se era isso mesmo que eu queria ou ia deixar aquela putinha ver, eu já tinha ficado com uns moleques, mas nada serio teve uma vez que eu cheguei a pegar no pau de um deles, mas não passou de umas pegadas mesmo ele nem tentou me comer, me lembrei daquele pau e tirei a bermuda e fiquei só de calcinha eu nunca tinha me tocado, mas naquele dia eu percebi que minha calcinha estava toda melada passei a mão confesso que senti nojo no começo, mas como Camila me contava de suas putarias passei o dedo na entradinha e levei na boca apesar do nojo achei gostoso, nisso Sandrinho entrou no quarto como estava acostumado a me ver trocar de roupa nem me olhou direito me disse que os meus pais não iam voltar naquele dia e que eu ia ter que fazer a janta eu concordei e perguntei Sandro me diz uma coisa, ele perguntou o que, eu falei o que você acha do meu corpo se eu não fosse tua prima você ficaria comigo Sandro riu e disse você ta louca você é linda qualquer cara faria qualquer coisa pra ficar com você até eu que sou teu primo ficaria, eu virei de costas tirei a calcinha e coloquei outra vesti um vestidinho e fomos pra cozinha nem me lembro o que comemos depois disso Sandro foi pro quarto dele depois de uns vinte minutos eu fui ver o que ele estava fazendo quando cheguei perto da porta ouvi uns gemidos abri a porta bem devagar o quarto estava escuro e só a luz da TV Sandro estava vendo um filme Pornô. Bati na porta quando ele me viu tentou esconder o pau, mas mesmo embaixo do lençol eu podia ver que estava duro, ele perguntou o que eu queria eu disse que nada que só não tava com sono e queria conversar, mas se ele tivesse com sono eu ia pra sala assistir TV. Ele disse que não tava com sono que eu podia ficar perguntei se eu podia deitar do lado dele ele disse que sim eu perguntei o que você tava assistindo ele disse um filme bobo eu disse eu também quero ver, ele disse que não eu disse ta você quem sabe levantei e tirei o vestido ele disse você ta louca menina eu disse por que vai dizer que você não esta acostumado me ver de calcinha, Sandro disse você não é mais tão criança, se eu pudesse eu ia te agarrar e te comer agora, eu disse se você colocar aquele filme eu faço uma surpresa pra você na hora ele pegou o controle do vídeo cassete e ligou o filme eu estava de pé tirei a calcinha e joguei na cara dele ele mandou eu parar subi na cama e puxei o lençol e vi que alem do meu primo poder ficar de pau duro ele tinha um pau bem grandinho, hoje eu sei que ele tem 19 cm só que bem fininho, eu disse nossa que comprido posso fazer igual a mulher do filme ele disse olha faça o que você quiser eu comecei a passar a mão em todo aquele pau até que ele me pegou e me colocou sentada na cara dele e enfiou a língua na minha bucetinha quase desmaiei, depois disso você sabe??notei que Sonia estava mais inquieta, me aproximei e disse por que você não coloca o carro pra dentro do pátio, ela disse ?melhor não? eu falei tudo bem você quem sabe cheguei mais perto do sofá e disse olha como estou me inclinei pra trás pra ela ver que eu estava exitado? ela disse acho melhor eu ir? eu falei pow só me deixou exitado, mas tudo bem até segunda ela levantou e saiu de repente ao invés de eu ouvir o barulho do carro se afastar ouvi que ela estava manobrando e colocando dentro do pátio veio e disse ?bem olha como eu fiquei eu ia pra casa, mas pensei já que ta que vá, tirou a camiseta e eu pude ver os peitos dela médio pra grande pro tamanho do corpo dela aquela mulher de tão recatada se transformou numa vadia de elite sem delongas ela tirou a Maria João ficando só de calcinha uma calcinha verdinha minúscula veio e me beijou e disse eu to acostumada a dar uma na cadeira de rodas realmente ela era perita no assunto tirou as laterais da cadeira sentou ainda de calcinha abriu minha bermuda e botou a calcinha de lado como ela estava muito molhada a penetração foi fácil depois de umas mexidas ela levantou e terminou de tirar a minha roupa, e fomos para o quarto com pericia me tirou da cadeira e me colocou na cama se colocou em 69 chupei aquela buceta toda melada enquanto ela chupava rebolava em meu rosto depois deitou de barriga pra cima e pediu pra mim come-la com aquela ordem deitei sobre ela e iniciamos um vai e vem lento e cadenciado, quando eu baixava ela levantava a buceta ela pediu pra mim não gozar dentro dela eu disse que era bem controlado e tínhamos rateado em não pegar camisinha ela disse que só não pediu camisinha porque não gostava e que tinha uma que lhe davam alergia e ela não queria arriscar fodemos por um longo tempo de papai mamãe, depois ela veio por cima cavalgou quando anunciei que ia gozar ela parou tirou meu pau lentamente e passou a punheta-lo passando nos peitos até que gozei. Ela perguntou se eu queria chupar os peitos dela eu disse por que não. Ela deitou e eu chupei os peitos mordia lambia minha própria porra quando eu ia aonde tinha mais eu sugava e levava até a boca dela quando eu colocava na boca ela engolia deixei ela limpinha, pedi pra ela virar de bruços ela virou e eu comecei a beijar as costas dela até chegar na bunda eu beijava lambia pedi pra que ela abrisse com as mãos ela assim o fez. Eu comecei a lamber o cuzinho que dava pra ver que se não era virgem era pouco usado. Perguntei se ela gostava de anal ela respondeu que não gostava muito que só tinha dado pro primo e que como ela já tinha me dito o pau dele era bem fininho. Eu perguntei se ela queria tentar comigo ela respondeu se doer você tira. Respondi que sim, pedi pra ela empinar à bunda que eu ia deixar ela bem à vontade eu chupava a buceta dela e levava a saliva até o cuzinho, fiquei nessa por uns dez minutos até que quando achei que estava bem molhadinho e ela louca pela penetração fui por cima apontei meu pau na portinha e comecei a botar bem devagar ela gemia, mas não pedia pra que eu tirasse depois de uns 2 minutos consegui colocar tudo esperei ela acostumar e comecei lentamente da mesma forma de antes quando eu enfiava ela erguia a bunda dando assim um clima de prazer e cumplicidade coisa que há tempos eu não fazia, pois sempre era eu quem tinha que meter Sonia se mostrava muito gostosa e quente como os movimentos eram lentos e cadenciados demorei a gozar perguntei se no cuzinho eu podia gozar ela respondeu que ali sim foi então que dei uma acelerada o que fez com que Sonia reclamasse, mas como nesse momento eu estava em êxtase não parei e gozei mais do que tinha gozado antes cai ao lado dela e ela me disse por isso que você sempre come as novinhas você é muito carinhoso prometo que sempre que eu puder quero ser tua. Eu disse você que é fantástica quem ia dizer que você é tão safadinha heim? Ela disse ninguém pode saber não que eu tenha vergonha, mas por enquanto é melhor assim o que vão pensar de mim na secretaria? Eu disse não te preocupe, eu não sou nenhum moleque. Ela levantou e foi ao banheiro tomou banho eu perguntei se ela ia pra casa ela disse que já era tarde e se eu me importava dela dormir na minha casa. Eu disse que de forma alguma levantei tomei banho e voltamos pra cama ficamos bem abraçadinhos e assim dormimos. O sol já estava alto no céu quando acordamos ela disse ?minha nossa já é tarde o que vão dizer vendo meu carro aqui? eu disse não vão dizer nada abracei ela e começamos tudo de novo enfim Sonia passou o fim de semana na minha casa. Hoje ainda nos encontramos sei que na secretaria já desconfiam de algo, pois Sonia me pega em casa todos os dias o serviço que era de Pedro, mas achamos por bem não assumir nada ao menos ainda não.
Espero que tenham gostado:



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Sacanagem no ônibus!!


Olá,..este é mais um dos contos que estarei relatanto aqui neste site..já contei como aprontei no trem...,mas este aconteceu em um ônibus interurbano..podem até pensar que vivo viajando,mas não é de fato,.. e também contarei posteriormente outros que aconteceram em locais distintos...sou moreno claro;1,75;81 Kg;cab e olh cast;34 anos...ela é morena clara;1,65; falsa magra; cab cast encaracolados;23 anos...Bom, a viagem seria de aprox. 400 Km...como de costume,sento-me sempre no final do ônibus, pois tenho uma visão geral de tudo...só que neste dia a última poltrona da esquerda estava ocupada e a da direita também...sentei-me na penúltima da direita,pois na última estava ela...e a umas três poltronas da última da esquerda, tinha um rapaz que vez por outra falava com ela...imaginei ser o seu marido...tudo bem...comecei a tirar um cochilo...e minhas mãos estavam por cima de minha cabeça e cruzadas sobre a poltrona...quando estava em um belo cochilo,sinto um toque em minhas mãos...apenas acordei e pensei que seria apenas um pequeno esbarrão da pessoa atrás...mas o toque se repetiu...fiquei na expectativa e acenei com a mão...senti uma mão pegar meu dedo...abri a minha e apertei a mão de trás...era ela me provocando...como já tinham descido as pessoas que estavam na última da esquerda, me mudei pra lá...ela deitou-se na dela com os pés no corredor e apoiou-os na poltrona logo a minha frente...eu estiquei minha perna e toquei na dela...ela sentou-se, me olhou e sorriu...perguntei se poderia sentar-se comigo...ela apontou pro rapaz e fez que não...perguntei se era seu marido...disse que era seu irmão...pronto!...agora invisto mesmo...insisti e como ela viu que ele tava dormindo, veio e sentou-se comigo...nos apresentamos...e ela falou que iria ver o noivo em certa cidade...ela usava mine saia jeans, sandália e uma blusa branca de alça...mas com jaqueta,devido ao frio do ar...papo vai, papo vem...resumindo...começamos a nos beijar...bjs ardentes e gostosos...ela beijava muito gostoso...falei a ela que alguém que bj gostoso fazia tudo gostoso..ela disse é?...e me beijou de novo e bem safadinho....minha mão já começava a se mover para seus seios...quando os toquei, ela deu um suspiro bem gostozinho...senti que eles eram médios e bem durinhos...apertei e amacie-os ainda por cima da blusa...uma delícia...ela adorava e gemia baixinho enquanto me beijava...como ajeitei meu cassete na calça,pois cresceu e tava doendo, ela viu e perguntou se já tava assim...durinho...disse que ela o fez ficar assim e teria que fazê-lo voltar ao normal...ela sorriu,pegou e apertou por cima da calça...falei pra tirar...ela levantou a cabeça pra ver se seu irmão tava acordado...constatou que sim, e viu que ela havia mudado de poltrona...ficou com medo...mas falei que ele tava a umas três poltronas da nossa...ela acenou pra ele,sorriu e falou:Oi mano,tô aqui..não fugi!...e sorriu...ele também sorriu e voltou a cochilar...nisso ela teve coragem e foi logo abrindo minha calça,pois tava doida pra ver ele durinho..só que neste ínterim, ele amoleceu...ela olhou e disse que faria já com que ele ficasse durinho de novo...tirou pra fora e começou a punhetá-lo...frações de segundos já crescia em sua mão...ela sabia pegar!...e como sabia...nos beijamos...mas com os olhos abertos,pois a sacanagem já tava à solta...eu fui logo pegando seus seios por baixo da blusa....como eram macios!...uma delícia..amaciáva e apertava bem gostozinho...seus biquinhos estavam durinhos devido a excitação...eu apertava-os e ela gemia...tava muito gostoso...pedi a ela que me chupasse...ela relutou um pouco,pois não me conhecia...a tranquilizei e disse que meus exames estavam em dias...ela sorriu...disse que estava louca de vontade pra me chupar,mas tava com medo...mas depois disso..pronto!...caiu de boca...ela sabia chupar...chupava,lambia,mordia....passeava com a língua em toda a extremidade...era muito gostoso...voltava a me beijar...eu já enfiava a mão em sua saia...puxava a calcinha de lado....bolinava bem gostoso seu clitóris...ela gemia e me chamava de gostoso...sua xota tava molhadinha...meti dois dedos e fazia um vai e vem bem rápido...alternava entre a vagina e o clitóris...ela tava doida...pegava meu cassete e punhetava com força...anunciou que iria gozar....disse em seu ouvido...goza minha gostosa safadinha...goza pra mim,vai....ela gozou bem baixinho enquanto me beijava...depois que se acalmou, eu falei que era minha vez...ela sorriu e disse que eu merecia...abaixou um pouco minha calça pra expor mais meu pau..pois queria ele todinho na boca...abaixou e começou a chupar...ah,como ela chupava!...e eu adoro uma chupada...ela chupava às vezes forte que parecia que iria tirar algo de lá...realmente tirou....falei que não era pra parar que iria gozar....ela punhetava e chupava ao mesmo tempo...comecei a gozar em sua boca...ela sugou até a última gota....como tava perto do banheiro...foi lá e depositou no vaso meu néctar do amor..foi uma delícia de chupada...mas continuamos a viagem...depois de um certo tempo nos recompomos e continuamos com os amassos...falei que era pra ela tirar a calcinha e ficar só de saia,pra facilitar as bolinações..ela sorriu e fez...aí sim, pude ver sua xotinha...carnudinha e raspadinha...com um pequenos clitória a salientar...fiquei mais doido...nossa masturbação era múltua...dedo lá,mão aqui....estávamos excitadíssimos de novo...falei que queria meter nela...ela perguntou como...falei que todos tavam dormindo...só de vez em quando é que alguém se levantava pra ir ao banheiro...mas era raro,visto que dormiam muito...ela encorajou-se...coloquei o preservativo....ela ficou de ladinho pra mim...comecei a pincelar hora em sua bucetinha,hora em seu cuzinho...ela ficava louca...mandava colocar logo...coloquei na entrada de sua xotinha...só a cabecinha....e ficava fazendo um faz que bota e tira...queria deixar ela mais excitada ainda...e a fiz...ela deu um tranco pr trás que meu cassete entrou a metade...empurrei e foi todo...fazia uma vai e vem bem gostoso...percebi alguém se levanntando...paramos...essa era a vantagem de estar bem atrás...dava tempo....a pessoa foi ao banheiro...passou de volta e nem desconfiou...pois apenas conversávamos...mas voltamos de ladinho...meti,meti e meti...um vai e vem bem gostoso...bem safado...ela quis sentar...eu não queria,pois assim ela ficaria mais alta e consequentemente exposta...mas ela quis e assim fizemos...que loucura!..ela subiu...se apoiou na poltrona da frente....que não tinha ninguém...fez um sobe e desce pertando a buceta em meu cassete....mas foi muito rápido...pois a puxei logo...sorrimos e falávamos que éramos doidos...ficamos só no ladinho mesmo...enquanto metia nela por trás, a bolinava na frente....a excitação era tamanha que ela falou que iria gozar.....a incentivei e falei que queria gozar junto com ela...perguntava se ela era minha putinha,minha safada....ela respondia numa voz bem dengosa:...sou sua putinha...come a sua putinha,vai meu gostoso,meu safado...vai come sua safadinha.....disse:...isso minha safadinha...vou gozar bem dentro de sua xotinha gostosa...posso?....vai goza,vai..ela falava...eu acelerei e como tava muito excitado, gozei antes dela...mas ainda bem que ela já tava no alge,pois começou a gozar também...foram uns gemidos abafados...nossa vontade era de gritar...mas não dava...mas gozamos bem gostoso....uma delícia....o vai e vem começou a diminuir...tirei o cassete...amarrei o preservativo...pedi a ela que me chupasse até meu pau amolecer...ela fez...adoro isso...uma sensação muito gostosa...quando se goza e depois é chupado...hummm...uma delícia...seguimos viagem normal...iríamos para a mesma cidade...mas lá ela era noiva de novo....não poderia me contactar...acabou ali.....que pena!!!!!!.....Posteriormente contarei outras em outros ambiente...aguardem!...casablanca.x@hotmail.com.


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Uma noite de Aventuras


Ola sou o Felipe e venho lhes contar mais uma de minhas aventuras. Era uma sexta feira e já estava me preparando para sair, era por volta das 21:00 horas. Quando meu celular tocou, rea uma menina que já tinha ficado algumas vezes. Perguntando se eu iria sair e tals, disse que sim, mas ainda demoraria um pouco, ela então perguntou se não teria como dar uma carona. Ela iria a uma festa de aniversário, mas as amigas dela já tinham ido e a deixado para trás.
Eu como um bom cavalheiro é claro que disse que sim, mas também com um bom safadinho que sou, disse que não sairia barato essa carona, hehehe. Como já tínhamos saído algumas vezes e também já sabia como ela era safada falei aquilo porque sabia qual seria a resposta. Arrumei-me rapidinho e fui até a casa dela, pensei comigo passo rapidão, pego ela e a caminho da festa levo ela para motel e depois levo até a festa.
Mas para minha sorte quando passei em sua casa, ela disse estar sozinha, seus pais haviam acabado de sair e demorariam um pouco para voltar. Então já fui entrando em sua casa. Uma moreninha 1,65 de alturas, magra corpinho de modelo mesmo, olhos castanhos, cabelos bem pretinhos, peitinhos médios, coisa de louco. Ela veio abrir a porta, estava com um vestidinho preto curtíssimo, aquilo já me deixou muito louco.
Ainda brinquei, mas porque você já se arrumou, agora vou ter que estragar. Ela deu uma risadinha, mas não disse nada. Ela pediu para que eu entrasse e foi virando de costas, já a peguei pelo braço e comecei a beijá-la. Eu já estava um pouco excitado a caminho da casa dela vinha pensando e com isso meu pau já estava um pouco duro. Acochei-a contra meu corpo para que sentisse bem como estava meu pau ai ela então começou a me beijar mais forte.
Com as mãos já fui apertando sua bundinha trazendo ela para mais perto do meu corpo. Coloquei as mãos por baixa do vestido e comecei a apertar sua bundinha novamente por cima da calcinha. Ela já começou então a passar as mãos por cima da minha calça sentindo meu pau que nesse momento já estava muito duro, ficamos ali nos beijando por alguns minutos, a encostei na parede e continuava beijando, segurava a perna dela para cima deixando meu pau bem encaixado em sua bucetinha.
Subimos para o quarto dela, para não amarrotar o vestido ela quando chegou já foi tirando. Pediu-me para ter cuidado com os cabelos, pois já tinha arrumado. Eu pensei cuidado posso até ter, mas não garanto que não vai desarrumar. Ela então se ajoelhou e foi desabotoando minha calça abaixando o zíper e desceu minha calça, fiquei apenas de cueca, ela com a boca já massageava meu pau, passar a boca entre aberta por ele por cima da cueca e com as mãos massageava minha bolas. Aquilo já foi me dando muito tesão.
Abaixo minha cueca e nem esperou tirar toda já foi colocando a boca no meu pau, enfiando ele todinho pra dentro, sabia que ela gostava de chupar então eu gemia de prazer deixando ela louquinha, ela chupava como uma gulosa o enfiava todinho na boca tirava depois chupava as bolas, uma loucura, chupava a cabeça e com a mão meu punhetava, falava que queria chupar ele todinho que adorava meu pau, já estava muito louco com aquelas chupadas.
Pedi então para que deitasse na cama e parti pra cima dela tratei logo de tirar seu sutiã e fui beijando seus peitos, dando umas mordidas nos biquinhos chupava também como um louco aqueles peitos deixando os biquinhos bem durinhos, enquanto isso com minha mão acariciava sua buceta por cima da calcinha, que já sentia estar toda molhada. Desci com minha língua então passando pelo umbiguinho chegando até a calcinha, com a mão tratei de tirá-la rápido e logo fui passando minha língua em volta de sua bucetinha.
Comecei a chupar com muita vontade, enfiava minha língua dentro o máximo que podia, fazia movimento de vai e vem com ela, tirava minha língua e colocava meus dedos para deixá-la ainda mais molhada voltava com minha boca sugava todo seu meu, ela gemia de tesão e pedia para chupar mais eu continuava como um cachorro obediente. Já não agüentando mais de tanto tesão ela disse que queria sentir meu cacete naquela bucetinha.
Naquela mesma posição fui enfiando meu pau dentro de sua bucetinha, ela muito molhada meu pau deslizava pra dentro sem precisar fazer nenhuma força. Eu o socava todinho dentro, fazia movimentos mais devagar, ela adorava aquilo, me chamava de cachorro, de puto. Falava que não era para judiar muito dela, ela pedia para colocar com força, mas eu não dava ouvidos, colocava bem devagarzinho e fazia movimentos leves, tirava ele e brincava com a cabecinha dele na sua bucetinha, ela delirava e u também.
Aquilo me dava muito tesão, brincava mais um pouco com a cabecinha e socava dentro, tirava fazia novamente e enfiava. Pedi então para que ficasse de quatro, ela se posiciono e disse, vem meu cachorro, come sua cachorrinha come, enfia seu pau todinho em mim. Mais uma vez como bom cachorrinho obediente o enfiei todo. Dessa vez com mais força, socava forte dentro, socava mais e mais, enfiava ele todinho ouvindo o barulho das bolas batendo em sua bunda.
Ela gemia, gritava de tesão e pedia mais e mais e eu enfiava. Já não estava agüentando de tanto tesão e pude perceber que ela também não. Pois seus gemidos ficavam mais fortes ela continuava a pedir meu pau dentro dela. Ela falava mais, mais, vou gozar e ai eu continuava com mais força ainda, enfiava com vontade mesmo ela rebolava no meu pau. Foi então que soltou um grito mais forte, sabia que àquela hora ela estava gozando. Podia sentir que sua buceta ficava mais molhada.
Já não agüentando também disse que ia gozar, ai para nossa sorte me dei conta que estava sem camisinha. Tirei meu pau de sua buceta então, ela veio e chupou mais um pouco, mas disse que não poderia gozar na sua cara, pois já tinha se maquiado. Chupou mais um pouco e ficava-me punhetando quando disse que ia gozar ela posicionou meu pau nos seus peitos e continuava punhetando. Comecei a derramar meu leite sobre seus peitos que ficaram bem lambuzados.
Fomos para o banheiro me limpei e ela fez o mesmo. Voltou se arrumou novamente e então levei até a festa. Cheguei a deixe dei um beijo e sai. Já era por volta da meia noite e estava ligando para meus amigos para saber onde estavam. Nem precisei ligar encontrei com eles no meio da rua passando de carro do meu lado. Encostamos o carro conversamos um pouco e combinado de ir para uma danceteria.
La chegamos entrando e começamos a nos divertir. A casa não estava muito lotada, mas como sempre muitas mulheres lindas e gostosas, estávamos em quatro amigos, ficávamos meio de boa no começo e depois partíamos para o ataque. Tomando uma coisinha daqui outra coisinha dali. Meus amigos já estavam partindo pra cima das meninas, levando alguns foras, outras horas conseguiam uma dança, mas nada mais, além disso.
Para minha sorte foi então que veio vi uma menina que já tinha ficado algumas vezes também, tinha conhecido ela em uma das festa que promovia e ela tinha aprontado uma vez comigo, ela entrou no bar que trabalhava e começou a me beijar ali mesmo na frente de todos na festa. Sabia então que ela não era nenhuma santinha. Quando ela me viu veio em minha direção. Fui cumprimentar com o beijinho no rosto e ela já me deu logo um beijo na boca. Ficamos ali um pouco se beijando e ela disse que já estava ali a algum tempinho e que estava muito chato.
Perguntou se não queria ir para outro lugar com ela. Eu imagina, acha que iria recusar ela é loira olhos verdes 1,70 de altura não é tão magra, tem um corpo muito bonito, seios maiores, uma delicia. Avisei meus amigos que estaria saindo, mas ela queria ir para outra danceteria, primeiro fiquei meio assim, mas ela falou ah! Vamos garanto que você não vai se arrepender. Aquilo já mexeu comigo e então fomos. Entramos na outra danceteria ficamos ali um pouco ela viu alguns amigos, tomamos algumas coisinhas.
Ai foi minha vez de falar que estava muito chato e realmente estava àquela danceteria estava mais vazia que a outra. Ela concordou então sugeriu, porque não vamos para um lugar onde possamos ficar a sós. Saímos e fomos para um motel. Já no caminho nos sinais fechado íamos se beijando, enquanto ia trocar de marcha aproveitava e passava a mão por sua perna e ela fazia o mesmo, passava a mão na minha coxa e apertava meu cacete que naquele momento já estava duro novamente.
Quando chegamos dessa vez foi eu que fui pra cima dela, já deitei sobre a cama e fui beijando seu pescoço mordendo sua orelha, tirei sua blusinha em seguida tirei seu sutiã. Estava novamente chupando aqueles dois seios maravilhosos, lambendo seus biquinhos, lambendo os seios em volta e já desabotoando sua calça. Tirei de uma vez a calça e a calcinha deixando ela totalmente peladinha. Percebi que sua xaninha já estava molhadinha também. Voltei a chupar seus peitos e com o meu dedo fui fazendo carinho na sua bucetinha, enfiava dois dedinhos dentro e fazia uns movimentos com eles.
Ela ficava louca e meus dedos cada vez mais molhados. Já estava sem camisa e ela me arranhava na costas toda a vez que colocava mais forte meus dedos e mordia os biquinhos dos seus peitos ela fazia isso. Minhas costas ficaram vermelhas. Desci para sua bucetinha e comecei a chupar. Já estava muito molhada, ela falava que não agüentava que já estava com muito tesão, não me deixou chupar por muito tempo. Disse que queria um pau dentro dela. Mas que antes queria sentir o gostinho dele.
Tirei minha calça e cueca e do jeito que ela estava deitada na cama, me posicionei em cima com o pau na sua boca, ela chupava gostoso, chupava e chupava num determinado momento colocou as mãos nas minhas bundas e me puxou de uma vez para baixo fazendo com meu pau entrasse todo na sua boca. Ela me mandava foder aquela boquinha, e eu obedecia. Enquanto eu enfiava meu pau na sua boca ela mesma se masturbava, enfiava seus dedos na sua xaninha e ficava gemendo de prazer.
Ela então pediu para que metesse nela, já não agüentava mais ficar brincando só com os dedos, queria sentir um cacete gostoso dentro da sua bucetinha. Daquele jeito mesmo apenas desci meu corpo e comecei a meter, fui metendo bem forte que era para ela já ir sentindo ele todo dentro da sua buceta. Ela delirava, gemia muito, parecia estar no cio. Ela adorava pedia para enfiar mais e eu continuava. Socava cada vez mais forte.
Naquele quatro tinha uma mesa, não pensei duas vezes, quando olhei para mesa olhei para ela. No ato ela entendeu, já foi se levantando e deitou sobre a mesa, ergui suas pernas segurei as bem juntinhas uma da outra e comecei a meter novamente. Com aquilo parecia que sua bucetinha tinha ficado mais apertadinha, e aquilo me deixava ainda mais louco. Fiquei ali metendo gostoso, enfiando todo meu pau dentro dela, fazia movimentos bem rápido de vai e vem que era para deixar ela muito louca.
Num determinado momento, comecei a passar a língua pelas suas pernas, ela pediu para lamber seu dedão do pé, fiquei meio sem jeito, mas o tesão falou mais forte, e não é que comecei a chupar ele e para minha surpresa ela ficou ainda mais louca. Gemia, remexia estava delirando de tesão, nunca tinha imaginado que aquilo daria tanto tesão às mulheres. Mas eu tinha adorado, afinal de contas adoro as verelas gemendo.
Saímos da mesa e fomos para o chuveiro, começamos a nos pegar novamente, a posicionei em pé de costas ergui uma de suas pernas e comecei a meter novamente, enfiava de baixo para cima naquela bucetinha deliciosa. Já não estávamos mais agüentando de tesão. Fazendo aquele sexo gostoso embaixo do chuveiro. Já depois de algumas metidas mais fortes começamos a gemer então falei que iria gozar. Ela disse que também iria gozar e que queria gozar junto comigo. Comecei a enfiar com mais força ainda e então gozamos loucamente.
A água batendo em nossos corpos nos deixavam mais loucos ainda, gozamos ficamos ali alguns minutos ainda acabamos de tomar um banho e deitamos um pouco na cama. Ela disse que precisava ir embora então ainda levei para a casa. No caminho percebi que meu celular tinha várias chamadas, era meus amigos que tinha ficado na festa. Já era por volta das três da manha. Liguei para um amigo e eles ainda estavam na balada.
Tava me zuando dizendo tava com algumas gatas e que era para eu ir. Falei para rapa ta doido, já entrei em duas danceterias hoje, não vou voltar ai não. Nesse momento ele falou pêra ai, tem alguém que quer falar com você. Foi então que uma voz disse e ai, vai vir aqui pra mim te conhecer ou não. Aquilo já mexeu comigo novamente. Homem é tudo igual mesmo, não pode ver um rabo de saia que fica louco. Mais que depressa deixei a outra menina em casa e parti para danceteria.
Tive que pagar novamente para entrar, mas para minha tristeza as meninas já tinham ido embora, levei pouco mais de 20 minutos para chegar depois que ela falou comigo e mesmo assim não quiseram me esperar, meu amigo disse que uma das meninas que estavam com elas tinha passado mal ai elas acabaram indo todas embora. Fiquei muito puto porque tinha acabado de pagar novamente para entrar na festa.
Meus amigos ainda estava muito animados e me disseram que enquanto eu estava fora, outro amigo tinha ligado e disse que estava rolando uma festinha na casa dele, mas que não tinham muitas meninas. Busquei logo nos meus contatos e lembrei-me de uma menina que é do fervo, conhecei essa menina numa noite e foi muito interessante, logo conto como foi a historia com ela. Ela ficou muito minha fã, era daquelas que podia ligar a qualquer hora que ela me recebia. Para vocês terem uma idéia uma vez liguei pra ela as cinco da manha, já estava dormindo e consegui tirar ela da cama para ficar comigo.
Mas então, liguei e para minha sorte também estava numa balada, mas já estavam se preparando para sair, estava ela e mais cinco amigas. Comentei sobre a festa com ela que perguntou para as amigas se estavam a fim de ir, toparam na hora. Saímos da danceteria passamos pegamos as meninas passamos em um posto compramos algumas cervejas e fomos pra casa do meu amigo.
Realmente, tinham quatro caboclos na festa e três meninas, um cara estava sobrando, hehehe. Mas não estava com cara de que estava tendo pegação nem orgia não. Chegamos ficamos na varanda um pouco. Conversa vai, conversa vem essa menina que lhes falei já estava em cima de mim, estava sentada no meu colo. Uma loirinha não muito bonita, mas com um corpão, tinha seios grandes uma delicia também. Estava com um fio dental vermelho. E conforme ela ficava deixa a mostra parte dela.
Já não estava tão empolgado com a festa, também a noite já tinha sido ótima. Mas beijo vai, beijo vem umas mordidas na orelha, umas lambidinhas no pescoço ela já foi me deixando louco novamente. Ela sentada no meu colo começou a sentir meu pau ficando duro e então falava. Hum já estou te deixando louquinho não é. Tudo que eu quero nesse momento é ver você louquinho. Não falava nada apenas ficava quieto e ela continuava. Então ela começou a rebolar no meu pau, aquilo foi à gota já estava louco novamente e meu pau duro novamente.
Mas não queria alarmar e nem promover uma orgia com aquele povo, fui então para a sala de TV da casa do meu amigo. Apagamos as luzes e ficamos a sós. Já estava rolando a maior pegação entre eu e ela, as mãos já tinham passado por todas as partes, ela já tinha desabotoado minha calça e já ia abaixando o zíper quando um infeliz acende a luz. Assustamos-nos no momento ele pediu desculpas e saiu. Disse que ali não daria pra fazer por que eles poderiam a voltar.
Perguntei para meu amigo onde poderia ir ele disse que poderia ir ao quarto da empregada. Ela não tinha viajado naquele final de semana. Fomos então para o quarto. Ela já foi tirando minha camisa e começava a beijar meu peito, pediu para que me deitasse na cama, foi tirando novamente minha calça, desbotou e desceu o zíper, ia abaixando aos poucos e conforme ela abaixava mais minha calça ela dava um beijinho. Também tirou a sua e pulou em cima de mim.
Voltou a beijar meu peito e começou a deslizar sua boca pela minha barriga, aquilo me deixava muito doido, meu pau já estava muito duro nesse momento. Continuou descendo e chegou até meu pau, começou a passar a língua por ele todo antes de enfiar em sua boca. Passava a língua pela cabeça fazendo movimentos circulares sobre ele. Tirava a boca batia um pouco de punheta e colocava novamente na sua boca, massageava as bolas com as mãos e em seguida começava a chupar elas também. Já estava bem louco.
Tirei de cima de mim e joguei a sobre a cama, comecei a chupar seus peitos mordia com mais força os bicos, tentava colocar eles todos na minha boca, mas não conseguia. Retribui também suas lambidas no meu corpo e fui descendo com a minha pela sua barriga. Fui até sua bucetinha e comecei a chupar aquele grelhinho molhado, ela também já estava bem louquinha, ela adorava chupar um pau e sempre ficava muito molhada quando fazia.
Posicionei-a sobre a cama de quatro e comecei a meter bem gostoso na sua bucetinha, ela me mandoueu ficar parado e ela mesmo começava a forçar a bunda pra traz enfiando meu pau todinho dentro dela, das três ela era a mais safada. Nos movimento com a bunda para traz ela rebolava o que me deixava louco. Pedia para dar umas tapas na sua bunda. Pedia para a chamarela de cachorra, de puta, de safada. Perguntava se eu não era homem, se já tinha esquecido-se do jeito como ela gostava de ser tratada.
Falava que não, dizia é pau que você quer não é sua puta, então toma, segurei seu quadril com força e comecei a meter com toda minha força, dava cada estocada nela que minhas bolas às vezes doía com o impacto da sua bunda. Ela gemia, gritava, dizia, isso é assim mesmo, agora você esta se lembrando, agora você esta me tratando como mereço.
Sentei sobre a cama e pedi para ela vir cavalgar no meu pau, ela sentou com tudo, e começou loucamente a subir e descer eu ajudava com as mãos ela subir quando ia descer puxava com força para ela sentir todo meu pau dentro dela. Pedi para ela ficar novamente de quatro e disse que agora ela iria sentir ele em outro buraco. Ela adorou, disse sim, vai meu cachorro mete no meu cuzinho, adoro seu pau dentro do meu buraquinho.
Comece a enfiar meu cacete dentro daquele rabinho, que delicia estava ficando muito louco, socava ele todinho dentro e ela se masturbava com seus dedos, falava que estava toda molhada e que queria gozar. Era pra eu meter com mais vontade para a fazerela gozar. Comecei a meter com mais força ainda, voltei a segurar seu quadril forte e meti com todas as minhas forças, ela não demorou estava gozando, gritando, gemendo. Pediu para tirar do seu cuzinho e meter na sua bucetinha.
Fiz sem pensar, tirei e coloquei na sua bucetinha, sentia toda molhada e enfiava com mais vontade ainda. Disse que também iria gozar ela me empurrou e se ajoelhou, disse que era pra gozar na boca dela, do jeito que eu sabia fazer, começou a chupar novamente meu pau e punhetar, não demorei nada estava gozando dentro da sua boca, enchendo ela de porra, quando já não estava saindo mais nada, ela tirou boca olhou para mim abriu a boca mostrando que a porra estava toda ali e em seguida engoliu. Voltou novamente chupar meu pau deixando ele bem limpinho. Nos limpamos e ficamos ali por alguns minutos.
Voltamos para varanda alguns já tinham ido embora, outros já estavam até dormindo sentados, outros na piscina ainda, meu amigo o dono da casa já estava no quarto dele com uma menina também. Pequei minhas coisas e fomos embora, levei ela e as amigas para a casa e fui embora.
Cheguei a casa já era 07:30 da manhã de sábado, tomei um belo de um banho e apaguei, aquela noite foi inesquecível pra mim, foi à noite que mais gastei dinheiro, entrei em balada três vezes. Mas também foi a minha melhor noite de transa. Meus amigos até hoje me chamam de ?garanhão?, mas não me considero, eram meninas que já tinha tido alguns encontros antes, a minha sorte foi que elas estavam no lugar certo na hora certa.


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Comendo a amiga da minha namorada


Olá primeiro vou falar a vocês que esse conto não é verídico. É apenas um conto que tenho desejo que se torne realidade. Algumas partes como meu nome e o curso são verdades o resto ( a hora H)infelizmente não. rs Me chamo Lucas , sou estudante de Educação Física de uma universidade federal na qual é longe de minha cidade natal. E namoro uma menina chamada Janaína ( nome fictício ). Namoramos há mais de 1 ano e antes de namora-lá conheci algumas amigas e até mesmo fiquei com algumas delas. Porém teve uma em especial que sempre me chamou atenção , olhos claros , peitinhos na metida certa bundinha bem gostosa , mas nunca tive muito contato , sou uma pessoa relativamente tímida ! Enfim, após algum tempo , comecei a me soltar mais com as amizades de minha namorada e fica mais amigo delas. Essa menina que citei Thais ( nome fictício) começou a malhar na mesma academia em que malho e por isso fizemos uma certa amizade e a comunicação ficou cadê vez maior , marcamos algumas vezes de ir na academia ao mesmo horário e de irmos tomar aquela cervejinha final de semana e eu sempre acompanhado de minha namorada. Porém essas férias de dezembro , começamos a nos comunicar via facebook e a despertar alguns " sentimentos " Então como por causa da greve ( de maio a setembro ) as férias acabaram mais cedo e voltamos para a universidade no começo janeiro. Eu voltei um pouco mais cedo para ajeitar algumas coisas antes do começo da aula e minha namorada ficou na cidade dela aproveitar mais a família ! E Thais também voltou mais cedo . Alguns dias depois que cheguei na cidade descobrir que ela também estava na cidade e resolvi chama-lá para beber ( unica coisa que se faz em uma cidade universitaria) Tentamos falar com alguns amigos em comum , porém em vão. Então fomos nós 2 , ficamos conversando e bebendo até algumas horas, ela com uma blusinha branca e uma sainha que mostrava suas pernas grossas me deixando com um tesão imenso e eu sempre tentando olha a cor da sua calcinha até que uma hora ela percebeu e já após alguns cervejas começamos a falar de academia e ela perguntou se estava em forma , eu falei que achava o corpo dela bonito , porém ela estava um pouco gordinha ( falei de forma sútil) E brinquei perguntando , e eu estou gostoso ? Ela falou "SIM , eu sempre achei você bem gostoso por sinal." Então ficamos nessa papo por algum tempo e vimos que o barzinho já estava quase fechando , e eu ainda não satisfeito de beber e com certa malícia convidei-a para tomar umas vodkas em minhas casa e para surpresa ela aceitou. Então fomos para minha casa conversando e quando chegamos fui a geladeira pegar a vodka que já estava no congelador e ela perguntou se poderia usar o banheiro , eu falei que sim ! Fui , peguei a vodka e levei ao meu quarto para bebermos , para minha surpresa , ela sai do banheiro , só de calcinha e sutiã , um conjunto de calcinha e sutiã roxos claro , ela saiu do banheiro falando que desde o dia que começamos a ter um contado maior , deve vontade de ficar comigo , mas tinha medo de jogar alguma indireta e eu falar para minha namorada , e eu já de pau duro , não falei nem nada agarrei-a e comecei a beija-lá com vontade , não demorou muito joguei ela na minha cama e comecei a chupar seu corpo todo , e tirando sua roupa e ela tirando a minha , deixando completamente nua comecei a beijar seu pés e fui passando a língua em sua virilha e chegando em sua bucetinha suculenta , chupei sua bucetinha depiladinha e passando a mão em seus peitinhos fiquei sugando aquele grilinho maravilhoso e ela já não aguentava mais de tesão , já tinha gozado em minha boca pediu para eu meter , mas antes disso pedi para que ela pagasse um boquete e ela pagou , com aquela boquinha de boqueteira , começou a chupar meu pai , passando a língua na cabeça , chupando minhas bola e não deu outra gozei na boquinha dela ... Meu pai ficou meia bomba e ela começou a bater uma punhetinha para que voltasse a fica duro não demorou e ficou , fizemos um papai e mamãe , eu metendo com força e ela gritando de tesão , me chamando de gostoso pedindo para que eu metesse mais e mais forte , saindo do papai e mamãe , ele montou em mim e começou a cavalgar , cavalgava igual uma puta , pulava , gemia e gritava de tesão. Após alguma cavalgadas ela gozou mais um vez e pediu para que eu comece de 4 , feito o pedido não esperei muito e já coloquei ela de 4 e comecei a meter na sua bucetinha dando uns tapas na sua bunda e a chamando de safada, de cachorra e outra palavras algumas bombadas depois ela pediu para eu meter em seu cuzinho que era virgem , prontamente atendi o pedido , primeiro chupei aquele cuzinho lisinho e gostoso e passei um lubrificante ( que guardo em meu quarto para usar com minha namorada ) Colocando um dedinho primeiro e fazendo uma massagem no ânus dela , para acostuma-la então fui colocando devagarzinho meu pau no cu dela e a vendo sentir um pouco de dor mas com MUITO tesão e então fui metendo até colocar tudo , quando terminei de colocar fui bombando com carinho para não machuca-lá e fui aumentando a velocidade , cada vez com mais intensidade até que tive a vontade de gozar , ela falou para eu gozar na boquinha dela , tirei o pau da bunda dela e ela virou e começou a chupa-lo e até que eu gozei e na sua boquinha e ela engoliu minha porra todinha ! Então cansados , tomamos um banho juntinhos e fomos dormir. Ai galera , esse foi meu primeiro conto ! Desculpe se não ficou muito bom , mas é a falta de experiencia ... espero que contando mais alguns eu consiga melhora ! Em breve vou posta mais alguns veridicos e outros ficticios ! e-mail para contados : contoseroticoslucas@gmail.com Abraços


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Carla, Minha filha e eu!!!


Outro dia, estava eu em minha pequena fazenda que adquiri nas proximidades de Macaé a espera Fernanda, de my baby, que após minha separação ficou vivendo no Rio de Janeiro comigo. Ela viria passar alguns dias comigo na fazenda; no entanto demorava bastante e já estava preocupado porque, como não poderia buscá-la ao aeroporto, ela viria de táxi e não conseguia compactá-la no celular. O vôo estava marcado para as 17:20 e já chegavam as 18:00 e nada ainda. Perto das 20:00 aproximou-se um carro e quando o avistei ao cume do monte era um táxi e só assim senti o alivio, ao aproximar vi que havia mais que uma pessoa no banco de trás o que me fez pensar até que seria a mãe dela (o que de princípio veio à idéia, era praticamente impossível de acontecer! Como nosso relacionamento acabou a mal, Fernanda se mudou para o Rio, comigo. A mãe só a via esporadicamente no dia do aniversário da menina, mas nunca ficava mais que dois dias juntos). Fernanda estava fazendo Veterinária na UFRRJ no 2° ano. Quando o carro chegou ela saiu disparada, deu um pulo no meu pescoço acompanhado de um grande beijo no rosto. Dei um abraço forte nela e simplesmente manifestei a minha preocupação e ela imediatamente levou a mão à cabeça e disse:
- porra pai, esqueci de ligar o celular quando cheguei e quis passar na casa da vovó antes de vir pra cá. só então ela sobressaltou: - pai trouxe uma Carla minha, a Carla. A casa é imensa e acho que ela pode ficar conosco. Eu simplesmente disse que era bobagem e que a casa era bastante para 3 pessoas. olhei rapidamente para a Carla que tinha aparentemente 1 ou 2 anos a mais de minha filha e cumprimentei-a com dois beijinhos dando as boas vindas e vi que também já era uma mulher formada, com peitinhos e bundinha empinadas, coxas grossa, e todas as tendências da adolescência de hoje (Fiquei encantado pela Carla). Tal e qual a minha Fernanda.
entramos, elas foram para o quarto que estava arrumado a espera e eu fiquei na sala terminando de ver o jornal da noite e lembrei-me de dizer que iríamos jantar em Macaé e fui em direção ao quarto, quando me aproximei notei que falavam muito e que estavam sorrindo o tempo todo, como todo o ser humano a minha velha perícia de Advogado falou mais alto e consegui ouvir algumas das frases que diziam: - menina, você não tinha me contado que ele tinha os cabelos grisalhos, seu pai é lindo! e minha filha sobressaltou: - eu não te disse que ele era um gato, aqueles cabelos grisalhos deixam qualquer uma babada, e o corpaço dele?.
Para os meus 44 anos estou bem conservado, tenho boa aparência e sou bastante viril.Sou Advogado. Morei na Espanha, na Embaixada do Brasil por oito anos e consegui erguer um pequeno patrimônio, o qual me ilibou do trabalho e hoje só faço o que quero e quando quero! A única preocupação que acumulo é se vai chover ou não para eu poder tomar um sol no final da tarde a beira do lago (lago artificial) e dar umas braçadas valentes na água enquanto espaireço. Cheguei ao quarto e bati na porta: - meninas, tomem um banho e aprontem-se porque vamos jantar na praia! Elas só responderam positivamente e rumaram as duas para o banheiro. Trajei-me o mais simples possível e rumamos para a cidade, fomos a um Restaurante muito conhecido na beira da praia e comemos Lagosta e bebemos uma garrafa de vinho branco. Perguntei se queriam sair e a Carla da minha filha simplesmente disse que podíamos dar uma volta na cidade só para ela conhecer Macaé a noite, porque estava muito curiosa pelas várias vezes que a minha filha já havia falado. Fomos circulando pelo anel viário, fomos até Búzios, onde pretendo comprar uma casa na marina. Vi que já se aproximava da meia noite. Perguntei se queriam dar um pulo no bar da praia para beber um choop antes de irmos para casa descansar, concordaram e lá fomos nós. Bebi 2, eu e a Carla, minha filha tomou três. entramos no carro e minha filha pediu para ir atrás porque a bebida não tinha caído bem. a amiguinha veio para o banco da frente e parecia elétrica, com não demonstrava sinal de que a bebida a afetasse tanto. Comecei a conversar para que o sono não me batesse também porque a fazenda ainda fica a 42 km de Macaé. lá chegando a minha filha estava dormindo, perguntei se ela se sentia bem e ela disse que estava tudo rodando (não é acostumada a beber), peguei-a ao colo e levei-a até o quarto, preparei um remedio caseiro e fui pra sala. lá chegando me sentei como de costume e então notei que a Carla estava do lado de fora da casa deitada na rede. Fui até lá e meti conversa:
- a viagem é muita chata do Rio pra cá né. Pegaram muita turbulência? Você não tem sono?
E ela:
- até que não, não tenho mesmo sono nenhum, estava vendo o quanto isso é bonito e com este calor, a lua brilha muito e dá pra ver tudo né? Adorei seus cães, são lindos! (tínhamos três dobermann e 2 rotweiler)
Sem malícia nenhuma e como era meu costume enquanto sozinho, perguntei se ela não queria tomar um banho de piscina e ela perguntou se não poderia ser no lago. Eu indaguei que poderia ser perigoso por causa dos pequenos insetos noturnos que circulavam por ali. Ela foi pra dentro e se trocou, trouxe um biquíni preto bem pequenininho e fomos tomar banho. começamos a falar e tocamos no assunto minha filha e ela começou a dizer coisas do tipo que ela sentia muito a minha falta e que sempre estava falando sobre mim e que se vangloriava por ter um pai bonito e ressaltou que quem não queria ter um homem maduro e seguro por perto. E eu entrei no meio.
- ela é meiga e muito amorosa, só por isso diz estas coisas mais também te achei igual a ela.
A menina mais que depressa me retrucou. ? mas você é mesmo um homem lindo!
Eu fiquei vermelho, é claro, mas sem manifestar-me de maneira diferente.
Começou a cair a mad**gada e eu comecei a sentir frio e sai da água, ela me acompanhou e viu que havia esquecido a toalha. Eu fui lá dentro e apanhei duas toalhas grandes. Passei pelo quarto e Fernanda dormia profundamente. Voltei à piscina e a Carla estava lá toda encolhidinha perto da piscina.
- tá frio agora né? Já começa a cair o sereno da mad**gada! Disse-lhe.
- nossa agora esfriou mesmo. Ela completou.
Continuei:
- vá vestir qualquer coisa e venha para a cozinha que tem uma lareira a lenha e você poderá se aquecer lá. Ela foi e voltou com uma camiseta branca e notei que havia tirado a parte de cima do biquíni.
Eu estava escorado ao lado do sofá e ela chegou e se sentou sem ver que tinha algo no sofá, uma bolsa grande dela mesmo! Deu um grito abafado pela dor e eu fiquei super preocupado, ela meio que com vergonha não quis mostrar ao princípio, mas eu insisti e pedi perdão por não a ter alertado, disse-lhe que se deitasse no sofá que buscaria uma pomada.
Quando voltei, ela estava deitada de bruços e passava a mão sobre onde machucou e que já começava a ficar vermelho; mesmo na dobrinha da coxa com a bunda. Cheguei e lhe estiquei o pote da pomada para dor e ela:
- seria pedir muito para você passar? Não consigo ver?
naquele instante me deu um certo receio, uma gata de 19 aninhos, toda gostosinha me pedindo para passar creme na bunda dela (meu ponto fraco). Não há ninguém que consiga resistir à pelo menos imaginar dar uma volta naquilo.
Tentei ser o mais natural possível, abri o pote e peguei com dois dedos uma boa quantidade de creme e conforme encostei nem sua pele, ela reclamou que doía muito. Mas eu ignorei e continuei a massagear para surtir o devido efeito. A pele dela ainda estava arrepiada e eu não contive o tesão. Meu pau começou a endurecer e eu ali de short, conforme levantasse a barraca estaria armada mesmo! Virei-me rapidamente e segui para o banheiro para guardar a pomada. Não notei na hora, mas ela veio atrás e conforme coloquei o pote no armário e me virei ela estava parada na porta e ficou meio que olhando sem graça e eu mais ainda e ela: - obrigada pelo remédio e pelo carinho, vou me deitar, boa noite! Veio em ponta de pés e me deu um beijo no rosto quase em cima da boca. Ai o meu pau saiu do short. Não consegui desviar o olhar do peitinho dela que estava ouriçado com o frio (ou até mesmo com tesão por tê-la massageado aquela zona do corpo) e só consegui dizer boa noite.
Fui pro quarto e bati uma bela punheta assistindo um filme pornô e pensando naquela ninfeta que me tinha despertado o tesão depois de muito tempo encarcerado em meu próprio mundo. Dormi e no dia seguinte acordei com um beijinho da Fernanda.
- dorminhoco, acorda, tomou banho ontem com minha Carla e nem me chamou né?
E eu indaguei prontamente com um certo tom de autoridade:
- que brincadeira é essa? Não tomei banho com ninguém, fomos à piscina, só isso.
Ela notou que eu tinha entendido mal, mas também ficou com um pé de desconfiança:
- credo eu não disse que vocês fizeram nada, só disse que tomaram banho e eu não disse que foi em outro lugar porque ela me disse que foi na piscina!
mas pelo pouco que minha filha convive comigo (fica mais na universidade) sabe que adoro acordar assim, estou sempre bem humorado pela manhã com minha gatinha.
Dei uma bela esticada na cama e ela puxou a minha colcha, eu estava de pijama e pra piorar, de pau duro! Não me preocupei mas notei que minha filha ficou olhando o volume que se formava ali naquela região que necessitava de despejar o xixi naquela hora da manhã. Estiquei-me mais um pouco e com os olhos cerrados pude ver que ela fixou mesmo os olhos no volume que se fazia ali. Pra quebrar aquele momento, dei um pulo da cama e gritei:
- então o que nos vamos fazer hoje para encher o dia?(Você nem notou na minha caminhonete Nissan nova...) Ela rapidamente: é Linda... Pai,
prefiro ficar aqui na fazenda, de preferência na piscina, nós três. Quero pegar uma corzinha, tomar banho, ficarmos deitados, depois sei que você vai assar carne, bebermos uma cervejinha gelada e aproveitar a sua companhia paizinho.
Depois de escovar os dentes e me aprontar. Fomos ao mercado fazer algumas compras e voltamos pra casa. fui pra dentro preparar as coisas enquanto minha filha e a Carla foram para a beira da piscina. Entrei pra preparar o almoço e quando fui lá fora, me espantei com o que vi, as duas em topless com os olhinhos fechados e biquínis minúsculos e as duas com a parte de baixo do biquíni branco, o que realçava ainda mais a cor que trabalhavam para os corpos maravilhosos e esguios delas. a ereção foi inevitável, voltei pra dentro e comecei a gritar por ela, para que se recompusesse, no entanto a minha filha entra pela porta a dentro com os peitinhos ao léu e eu tive que me impor:
- e então Fernanda? Como é que você entra aqui desta forma? E ela retrucou.
- ah pai, deixa de ser bobo, você é o meu pai e aqui não tem mais ninguém. Tem algum problema em você ver os meus seios?
eu bem que quis responder, ?não, só a inevitável ereção que se forma no meu short que por sorte está tapada pela longa camiseta que uso.
ela me pediu que preparasse alguma coisa para elas beberem e eu sugeri uma caipirinha. ela disse que era uma boa mas se fosse bem fraquinha porque ainda se sentia mal do estômago pela bebida da noite passada.
então perguntei se ela já tinha bebido Champagne. respondeu-me que não e eu disse que chegou a hora de provar.
aprendi a preparar uma bebida de champagne com Melancia no sul de Portugal que é uma delícia e apesar de muito fraquinha, bate logo.
arranjei um jarro grande, cortei a melancia em cubinhos e a bebida bem gelada e fui em direção a piscina, quando lá cheguei a Carla estava na piscina e minha filha ainda estava deitada com os peitinhos a queimar, cheios de óleo, deixando aquilo mesmo a degustar com os olhos. eu olhei para a apaixonante Carla que nadava e perguntei se queria que eu me virasse para que ela saísse, uma vez que também estava com os peitinhos a mostra. Ela disse que se eu não me importasse ela também não! só encolhi os ombros e ela saiu, tinha o peito um pouco maior que o da minha filha (lindo) e as aureolas com bicos pontudos. os peitinhos de minha filha eram pequenos como a ponta do limão e os biquinhos num tom rosa bem clarinhos. os da Carla já estavam mais rosados e mais bicudos. Não poderia negar q estava apaixonado pela Carla... Procurei me sentar logo. servi a bebida e começamos a falar, me deitei na espreguiçadeira e coloquei os óculos para tomar sol e as duas foram pra água. ouvi que estavam cochichando, abri os olhos por trás das lentes escuras e vi que elas estavam olhando para mim e minha filha dava tapas na Carla e sorria com ar espantado. minha filha perguntou se já havia algo para comer e eu disse que a carne estava temperada mas que ainda não havia colocado para grelhar e perguntei se já estavam com fome. a Carla gritou logo que sim e a Fernanda acompanhou-a. Fui até a cozinha e vi que as duas saíram da água logo a seguir, segui para a cozinha e minha filha passou direto para o quarto. A Carla veio em minha direção, chegou por trás enquanto estava na pia salgando a Picanha e se se encostou a mim perguntando se queria ajuda (nossa, que tesão). Senti aqueles peitinhos durinhos pelo frio da água encostar-se a minhas costas e fiquei logo de pau duro, olhei-a de lado, ela com um olhar muito sacana e doce, como quem quer tudo e mais um pouco e eu disse: - vou precisar de ajuda para o acompanhamento, só preparei a carne até agora, conforme me virei para me direcionar ao grelhado que estava do lado de fora da cozinha, ela ficou a minha frente parada e eu olhei dentro dos olhos dela e via seus olhos brilharem. A estatura dela não era muito mais baixa que a minha, coisa de cinco a dez cm e ela abaixou a cabeça e foi subindo, como quem tira as medidas ao corpo, e quando voltou a olhar nos meus olhos, se pendurou no meu pescoço e me deu um beijo. Não correspondi muito porque fiquei aterrorizado com a situação, mas gostei. Ela como percebeu que fiquei meio gélido, ela não me soltou, senti sua boca doce, ela se virou de costas e viu a Fernanda. eu fiquei pasmo ao ver o quão atrevida era aquela diabinha que estava enfiada dentro de minha casa e logo comecei a imaginar o que poderia acontecer, uma vez que ficariam em minha casa todas as férias e aquele era apenas o segundo dia?
elas voltaram após a ducha, Fernanda cochichava com ela, não dava pra escutar. Bem, eu já tinha tudo praticamente pronto (picanha, salada, molho gaúcho, bananinha frita e outras coisinhas), a Carla sempre me olhava nos olhos, entrou de cabeça alta e se sentou a mesa, enquanto a Fernanda veio e me deu um beijo no rosto e perguntou se sairíamos à noite. Eu disse que poderíamos uma vez que estava por conta delas. Almoçamos e ficamos assistindo filmes a tarde toda, no começo da noite, fomos ao lago dar umas braçadas e a noite caiu mansa e com muito calor! Fomos a uma boate na Rua das Pedras, em Búzios e ficamos lá até as tantas. Como há muito que não saía, quis tirar a desforra, bebi três copos grandes de cerveja e um Campari fiquei meio aluado. Saímos da boate as 04:00 porque era longe de Búzios para casa, elas estavam eufóricas e completamente altas com a bebida (só beberam ice vodka), acho que beberam umas 10 garrafas as duas, mas dançaram muito. Ligaram o som da camionete aos altos berros e eu só sorria das duas dançando dentro do carro e pulando nos bancos e sorriam por tudo e nada ao mesmo tempo. chegando em casa a minha filha disse que iria tomar um banho antes de dormir porque não queria passar mal de novo. Fui ao bar servir ice Gim e perguntei a Carla se queria beber alguma coisa comigo, ela veio em direção ao bar e ficou olhando pra as bebidas como quem procurava alguma que quisesse. E quando olhei pra ela, estava dando aquela mordidinha sacana nos lábios e sussurrou: - quero o que você está bebendo! Peguei uma ice Vodka e quando peguei na garrafa ela disse: - não quero Vodka, quero o que você está bebendo! Olhei pra ela e perdi a linha, voltei ao bar e beijei aquela menina-mulher deliciosa que estava se oferecendo a mim, envolvi-a num abraço forte e ergui-a do chão dando um longo e molhado beijo nela, quando separei a minha boca da dela, ela começou a beijar o meu pescoço e a correr os braços pelo meu corpo todo e aquilo me deixou maluco. Quando ela enfiou a língua na minha orelha disse baixinho: Te amo... Fiquei maluco. Atirei-a sobre o sofá, ela usava uma blusinha de alças e eu simplesmente abaixei a blusa e caí de boca naqueles peitinhos lindos. Ela gemeu baixinhos quase que chorando de tesão, eu toquei o interior das pernas delas que só estavam cobertas por um sainha de jeans. Passei a mão bem forte naquelas coxas bronzeadas e bem torneadas e ela deu um urro. Estava muito quente e então fui subindo a mão em direção a bucetinha dela, quando encostei, ela agarrou-se forte em mim, pegou a minha mão e apertou anunciando um gozo e se tem algo que me deixa louco é ver uma mulher gozar! Enquanto ela desfalecia no sofá, fui desapertando a minha calça e ela se recompôs e me viu com a calça aberta e procurou logo o meu pau, enfiou a mão por baixo da minha cueca e botou meu pau para fora. Ficou olhando pra ele bem duro e perto daquela mão pequenina, ela não imaginava ter aquele tamanho todo. Ela acariciou-o várias vezes e se agarrou em mim, arrastei a calcinha dela de lado, ela berrou, tira amor, tirei e assim encostei o meu pau naquela bucetinha toda melada, ela levantou o corpo oferecendo aqueles peitinhos a minha boca e foi lentamente deslizando e deixando o pau entrar, ela estava muito molhada q fui escorregando. E ao mesmo tempo ia tocando seu cu com a ponta do dedo. Quando se encostou mesmo embaixo, ela me beijou e começou a subir e descer. Aquilo era maravilhoso, uma menininha de 20 aninhos com tanto tesão que sentou no pinto com maestria e desejo! Beijei, mordi e lambi aquele corpo e quando anunciei que iria gozar, ela sentou forte e rebolou muito sobre o meu pau. Gozei como um doido e fiquei maluco com aquele rebolado. Deixei-me encostar no sofá e fiquei apreciando a textura daquela mulher, ela se levantou e foi em direção ao banheiro, me puxou e fui também, só então me lembrei que minha filha também estava em casa. Mesmo assim no banheiro, parecia q eu era um menino, louco de amor! Saímos do banho e fomos lentamente em direção ao quarto para ver se já estava dormindo, a porta estava entreaberta e a luz ligada, pensei logo que não tinha visto nada e que ainda estaria trocando de roupa para se deitar. Quando olhei pela greta da porta ela estava deitada de costas com as pernas curvadas e com os olhos fechados. Ainda estava meio atordoado com a bebida e com o êxtase da foda que acabava de ter. Apercebi-me que ela se movimentava, tinha os olhos fechados e cerrava os dentes nos lábios e de vez em quando o lençol que a cobria deixava os seus peitinhos a mostra. eu não acreditei que estava presenciando a minha filha se masturbando. Fiquei fudido, mas ao mesmo tempo estupefato com a imagem, era simplesmente lindo. Ela começou a se contorcer e a movimentar mais o corpo. Esticou as pernas, deixando os peitinhos todos a mostra com os bicos ouriçados e se virou para o lado da parede. O lençol acompanhou o corpo e deixou a bundinha dela a mostra e consegui ver que ela tinha os dedinhos cravados na buceta, mas daí veio o que me chocou, no meio dos gemidos do êxtase do orgasmo ouvi nitidamente a frase: - ai paizinho! Fiquei louco com aquilo. Não poderia estar acontecendo comigo. A idéia do i****to era uma coisa inimaginável e nunca aceitável pelos meus princípios. Conclui logo que ela teria presenciado o meu amor com a Carla na sala e só assim estaria dizendo aquelas palavras. Ela então se virou de bruços e empinou um pouco a bunda e dava para ver os seus dedinhos enterrados naquela buceta com poucos pelinhos, ficava empinando e baixando os quadris como se estivesse fudendo os dedos. a Carla veio por trás e abriu a porta sem saber o que acontecia, minha filha deu um pulo e se virou, ficamos os três com os olhos arregalados e a Carla estava olhando fixamente para o volume que nas minha calças. minha filha olhou pra mim espantada e perguntou o que eu tinha visto. Eu disse que não tinha visto muito mas que tinha ouvido o bastante para achar muito estranho uma vez que dito pela minha própria filha. a Carla ficou olhando consecutivamente para os dois sem ação porque não fazia idéia do que ela havia dito ou do que eu tinha ouvido mas minha filha se levantou e veio em minha direção completamente nua me tacou um beijo na boca e eu fiquei parado, em choque pelo tabu da relação i****tuosa e pelo choque de permitir que aquilo acontecesse tão naturalmente sem conseguir ter ação nenhuma. Ela parou o beijo, me olhou e voltou a me beijar de novo um linguado q fazia o meu pau pulsar. Parou novamente: - quero que você me dê o mesmo que deu a ela, apontando para a Carla que naquele momento sorriu e se sentou na cama dando continuidade ao assunto. ? se você me viu também quero te ver. Eu estava ali entre duas mulheres, uma delas Fernanda, assistindo-nos, fantasiou comigo coisas que nunca havia pensado. minha filha voltou a me beijar e então talvez pelo efeito do álcool e do tesão deixei que tudo rolasse, dei-lhe um beijo enfiando-lhe a língua como o de dois namorados extasiados de prazer, senti a Carla se aproximar, ficou por trás e começou a me abraçar por trás, fui andando em direção a cama e deitei a Fernanda que nesse momento ficou com os olhos fechados, não sei se para não ver o pecado que cometia ou para não querer desistir naquela altura. Carla me beijava a nuca e gemia, deixando o meu pau empinado no ar! Olhei para o corpo magnífico da Fernanda com as marquinhas do bronzeado da tarde e me lembrei da imagem dela se masturbando e então me coloquei entre as suas pernas para absorver aquele sulco que ainda estava escorrendo pelas coxas. Que cheiro, que sabor, Fernanda a minha mercê e eu simplesmente não estava nem aí para o que a sociedade diz sobre isso, até então, para dar asas ao prazer que por toda a minha vida não havia se manifestado tão intensamente como naquele dia, pela proibição, pelo pecado, pelos princípios, sei lá mas, aquilo estava gostoso demais e eu completamente disposto a aproveitar o máximo. Comecei a chupar lentamente em volta da buceta da Fernanda, ela gemia muito e tinha a respiração acelerada, a Carla ficou sentada na cama enquanto retirava a roupa só apreciando aquilo tudo. Passei a língua naquela bucetinha com pelinhos ainda lisinhos pela pouca idade e separei-lhe os lábios vaginais com a língua. Fernanda soltou berrava alto e gostoso Carla me falava: seja gentil com ela! Neste momento, comecei a chupá-la freneticamente com a intenção de proporcionar-lhe o máximo de prazer, a Carla me punhetava e se masturbava ao mesmo tempo. Eu não podia estar vivendo aquilo. uma filha maravilhosamente linda e um amor como a Carla, gostosa e tudo aquilo era meu, pelo menos naquela noite. minha filha ritmou as ancas com o movimento da minha língua e sussurrava: - ai paizinho, tá muito gostoso, tá muito bom, continua gostoso, continua? e eu vibrando com aquela reação, ela anunciou outro gozo e eu quis senti-lo, subi acelerado com a língua por todo o seu corpo, parei nos peitinhos, chupei forte e fui beijá-la na boca. Enquanto isso, meu pau ficou entre as pernas dela. A Carla veio, segurou no meu pau: - enfia o pau nela. Falou por entre gemidos. só nessa hora que minha filha abriu os olhos, me beijou demovo e pediu: - enfia paizinho. Segurei o meu pau e comecei a penetração. minha filha parecia sair de si, mexia muito e só gritava: - que gostoso paizinho, eu to gozando, que gostoso te sentir assim. para minha surpresa, minha filha não era virgem, posteriormente é que me disse que se masturbava com bananas e pepinos para justificar o cabacinho perdido?Nem estava ligando pra isso naquela hora, se tinha dado ou não! Quando chegou mais ou menos na metade da penetração ela abriu um pouco as pernas e empurrou meu corpo direcionando o seu olhar para baixo, queria ver meu pau entrar e a Carla deitou ao nosso lado. Eu também olhei para baixo e era uma imagem linda, aquele corpinho esguio, suado de tanto prazer, sendo consumido pelo mesmo homem que a concebeu. A Carla nos olhava com fome e se masturbava com um ritmo muito forte. apoiei-me no braço direito e beijei-a e para o meu espanto a minha filha veio ao encontro do nosso beijo e começou a introduzir a língua no meio das nossas bocas coladas. Como todo o homem, eu sonhava ter duas mulheres na cama só pra mim e estava consumando esta fantasia com minha própria filha, de 19anos e a Carla com 20. Seus os corpinhos perfeitos. Sou o homem mais sortudo do mundo.
Para concluir a minha excitação, me afastei das duas que continuaram começaram a cochichar e davam beijos com uma felicidade muito grande, via prazer nos olhos das duas, mais na Carla via Paixão! não podia ser mais humano que qualquer outro ser, dei uma forte respirada anunciando que iria gozar e nesta hora elas pararam de se beijar e minha filha me empurrou tirando o meu pau de dentro e começou a me punhetar, então parei, virei a Carla de bruços e comecei a beijar se cu cheirosinho, passava a língua até o ponto que me levantei e coloquei a cabeça do meu pau naquele cuzinho, ela dizia: ta doendo amor, coloca mais e eu não queria enfiar tudo na primeira vez, ela mexia a bunda, Fernanda mordia de leve, até q a Fernanda gritou, tira e goza em nós duas estava dentro daquele cuzinho estocando a cabeça e mais um tanto muito rápido e forte, tirei e comecei a gozar nas duas com tanta intensidade que os primeiros jatos vieram a altura do rosto dela, atingindo os seus cabelos Carla pegou meu pau e ela começou a punhetar o meu pau, eu não parava de esguichar porra de tanto tesão, lavei o corpo da minha menina com um banho de porra que nunca tinha visto igual. abri os olhos e a Carla estava passando a mão por cima da porra que estava sobre todo o seu abdômen e colo e lambendo. Deixei-me cair no meio das duas e não pude conter a frase: - o que foi que eu fiz? a minha filha me deu um selinho nos lábios e completou: - a coisa mais gostosa que poderia ter feito comigo e com a Carla. Sonho com isso há muito e sempre me masturbei pensando nisso. nunca pensei que fosse realmente se consumar mas quando fui lá em baixo e te vi comendo a Carla não agüentei e corri pra cima pensando em como seria bom estar no lugar dela! Eu não acreditava no que ouvia, porém gostava de o ouvir. Deitei-me e as duas deitaram no meu peito e assim nos deixamos adormecer. Acordei logo cedinho e fui me lavar, me compus e tentei perceber o que haveria acontecido, mas interiorizei que a merda já tinha acontecido, eu tinha tirado proveito e com certeza pelas palavras e a reação evidente das duas meninas tinha também proporcionado um bom momento as duas. Mas se tratava de Fernanda! fui para a varanda e fiquei lá com um copo de café lembrando de tudo o que tinha acontecido e como reagiria para enfrentar minha filha com autoridade, do pai que era, depois de fazer tudo o que tinha feito com ela! Sonhando, vi ela sair pela porta. Quando a vi, me subiu um calafrio pela espinha acima e não consegui lhe encarar, ela veio e me deu um beijinho no rosto: _ dormiu bem paizinho! E eu tentei manter a naturalidade: - maravilhosamente e você? ? eu nunca me senti tão bem na minha vida. sou uma mulher realizada e tenho o homem e pai perfeito! Eu tentei entrar no assunto do quanto errado era o que estávamos fazendo. Ela me interrompeu dizendo que sabia muito bem o que estava fazendo e que eu iria trazer a Carla pra conhecer o futuro marido dela, com essa condição. Não achei errado desde que ninguém soubesse, mas me surpreendi com ?minha futura mulher?. E que não quero te magoar, deixá-la maluca, com ciúmes dessa gostosa situação. Virou-se pra mim e perguntou diretamente: - você gostou? ? eu respondi ávido que sim! ? vamos fazer denovo? Eu baixei a minha cabeça com a intenção de responder não, mas ela se posicionou a minha frente e soltou a fita do roupão de noite que trazia, estava nua e veio logo se encaixando por cima de mim. Chegou junto ao meu ouvido e sussurrou: - ontem você comeu a Carla sozinha, foi nosso trato e depois me comeu com ela presente, foi nosso trato também ser só sua sozinha! Nisto levou a mão em cima do meu pau que já latejava de tesão, tirou-o para fora e ajeitou-o na porta de sua bucetinha que já estava melada. Grudei naquelas anquinhas bem formadas e puxei ela pra baixo e ela novamente só fechou os olhos e deixou o pau entrar. Comecei a comê-la, levantando e baixando lentamente, sentindo a textura daquela fêmea que até agora era uma desconhecida, só lhe tinha como meu bebê. Ela se levantou e me pegou pela mão e disse vem comigo, e pulou pra dentro da piscina. fui logo atrás, quando cheguei perto dela, ela se enganchou na minha cintura e meteu o meu pinto pra dentro denovo, soltou o corpo para trás e eu ficava fazendo o movimento de vai e vem e ela como se nada tivesse acontecendo, só abriu os braços e ficava movimentando-os por sobre a água, eu estava me apaixonando pela minha própria filha com aquele jogo de sedução que ela, intencionalmente ou não, estava me envolvendo. Vez ou outra eu a puxava para mim e a beijava com muito desejo. Estava num movimento ritmado e constante, mas me agüentava por muito mais, ela então se desprende de mim e vai para a parte mais rasa da piscina a qual tem uma escada, conforme chegamos num dos degraus mais largos e rasos, se põem de quatro, olha pra trás e diz mesmo com o ar mais safado do mundo: - quero sentir ele bater lá no fundo e empina a bunda pra cima encostando os peitos na água. Naquele instante quem caiu de quatro fui eu, cheguei por trás e lambi toda a extensão da sua rachinha e do seu cu, lambendo forte para enfiar a língua pra dentro dela e ela se contorcia toda. Encostei a ponta do meu pau, fui enfiando devagar, quando me coloquei todo dentro dela ela consertou a envergadura do corpo e começou a jogar o quadril contra o meu, fiquei louco e comecei a dar estocadas fortes, ela gemia: ta doendo, mas não para, tá muito gostoso. eu com minha condições humanas novamente no limite me deixei gozar mas desta vez tudo dentro dela, cada jato que saia eu estocava mais e ela olhava de lado com a cara mais safada que um pai pode notar em sua própria filha. Ela tirou o meu pau, sentou na piscina e eu fiquei em pé, ela segurou o meu pinto e começou um punheta leve e olhava fixamente para ele. eu só imaginava o que estaria a minha filha imaginando com aquela cena. Quando menos esperava enfiou meu pau quase todo na boca e começou a chupá-lo. Para os meus 44 anos não era de se esperar menos, o meu pau ficou duro denovo e ela chupava com muito gosto, porém notava-se que não tinha experiência em chupar pau. Neste instante sai a Carla de dentro de casa e pergunta como podíamos deixá-la dormir tanto e perder a seus amores! minha filha olhou e disse: vem, o seu noivo tem um picolé e acho que dá pra duas. Carla veio e eu não podia crer na naturalidade das duas, a Carla estava com um camisetão solto e me pareceu não ter nada por baixo! Chegou e antes de se sentar me deu um beijo e disse bom dia! Eu só sorri. ela se sentou e perguntou a minha Carla que gosto tem? a minha filha tirou o pinto da boca e disse é bom, você vai chupar muito ainda! e voltou a engolir o meu pinto e a Carla perguntou denovo ? mas tem gosto de quê?, minha filha tirou o pau da boca e tacho um beijão na boca da Carla, tirou a língua pra fora e disse chupa! A Carla ficou chupando a língua dela enquanto ela me segurava o cacete pelo pé! Gostou? Perguntou a Fernanda. E ela: - deixa-me provar o original. Veio e colocou a cabeça do meu pau na boca. Que coisa mais linda ver aquelas duas meninas a olharem para o meu pinto enquanto descobriam o sexo oral. Ora uma, ora outra me chupavam, e eu ali me perguntando o porque merecia tanto? Fernanda propôs irmos para dentro e fomos os três, minha filha foi andando a frente e a Carla pulou em meu colo e começou a lamber minha orelha, pescoço e as vezes e me beijava, entramos e minha filha estava deitada no tapete da copa e disse: - vem aqui!, eu soltei a Carla e minha filha voltou a falar: - você não papai, ela, agora você vai ver como nos costumamos brincar. Eu me sentei na cadeira que estava de frente e a Carla foi toda sorridente e deitou-se sobre a Fernanda. as duas se beijaram e se abraçaram e aquela deve ser a cena mais linda que um homem pode ver a frente, dois corpos lindo se tocarem e se beijarem e logo após um linguado de fazer inveja elas se soltaram e ficaram sentadas frente a frente, entrelaçaram as pernas e colaram os sexos e ficaram com os corpos bem próximos, as vezes se beijavam e chegavam tão perto que encostavam os biquinhos dos peitos durinhos enquanto se roçavam e se estimulavam, minha filha fazia questão de me olhar com a carinha mais lerda do mundo e perguntava: - você gosta papai? Muitas foram às vezes que gozamos juntas e eu sempre pensava em você. Aquilo deixa qualquer homem maluco e eu comecei a me masturbar assistindo aquela cena. minha filha me ordenou que não gozasse. E eu simplesmente abanei a cabeça positivamente. elas se contorciam e se tocavam, a Carla da minha filha deitou-se e ela encaixou bem as perninhas para que as bucetinhas se tocassem melhor e começou a dançar sobre o corpo da outra que gritava: - gostosa, gostosa, me faz gozar, me come gostosa. E eu nem me masturbava porque senão o gozo seria inevitável. - vem papai, coloca o pinto na boca dela, disse e Fernanda. Eu me ajoelhei perto da cabeça dela que se pôs apoiada no cotovelo e começou a mamar desenfreadamente no meu pau que já latejava de tesão. minha filha começou a falar repetidamente: - goza na boca dela que ela vai engolir tudo mas tira o pau que eu quero ver a porra sair. Aquela frase foi como um botão start que aciona o gozo automaticamente. tirei o pinto da boca dela anunciando que iria gozar e a Carla se deitou e a minha filha veio correndo para perto e comecei novamente a cas**ta de porra que esguichava no rosto e no peito das duas que começaram a se beijar e se acariciar com o gosto e a textura da minha porra. Este foi só o terceiro dia de férias inteiras pra Fernanda e anos com as minhas duas meninas. Quem quiser trocar experiências ou relatar fatos ou mesmo discutir este tabu que é imposto pela sociedade. Casei com a Carla, Falamos muito sobre o que houve naqueles dias, sem minha culpa mas, hoje já encaro de forma melhor e todas as vezes que eu e a Carla encontramos com a Fernanda periodicamente e temos longas jornadas de prazer ?sem culpas? na fazenda. Nos amamos muito os três e nada alterou entre nós, só a forma de carinho que se tornou especial e mais íntimo.

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Sogra mal educada

Era um domingo e eu fui a casa do meu namorado conhecer a mãe dele.
Após conhecer a sogrinha fiquei lá no churrasco e bebi muito, ele tinha comprado vinho só pra mim.
Já ia dar 2:00 da tarde quando eu sentei pra conversar com a mãe dele e a irmã e ele claro do meu lado. Enquanto eu convesava com elas, ele ja ia ficando assanhadinho como estava frio nós dois estavamos de jaketa ele me abraçava enfiando a mão na minha jaqueta e acariciava os meu peitos. No começo eu me afastava, pois a mãe dele estava na minha frente, mas depois eu relaxei e tava muito gostoso na frente de todos mesmo que eles não soubessem.
Meu peitos estavam durinhos e eu muito exitada, ele me chamou para conhecer o quarto dele eu resisti um pouco mas fui e pedi que ele deixasse a porta aberta.
Entrei no quarto e sentei na cama ele sentou de frente pra mim e começou a me beijar acariciando meus seios. Eu tava louquinha pra ter aquele homem dentro de mim quando o sobrinho dele entrou no quarto e ficou perturbando ate fecharmos a porta, mas não trancamos.
Ele voltou a me acariciar, coloquei minha mão no pênis dele massagendo enquanto ele chupava meu peitos vorazmente e tirou a minha blusa e logo depois a dele. Eu me pus em cima dele e tirei o seu short o deixando só de cueca e ele arrancou a minha calca num segundo.
Ele desceu me mordendo até chegar a minha bucetinha me secando todinha e me chupou como nunca fui chupada então com muito tesão pedi que ele colocasse tudo dentro de mim. Ele remexia como um louco dentro de mim me fazendo gozar, mudamos então de posição sem tirá-lo de dentro de mim e comecei a cavalga em cima dele e eu estaa quase gosando quando minha sogra empurrou a porta do quato e entrou. Eu dei um salto, sai de cima do pau dele que nem vi nada, Nossa que veronha fikei...Ela podia ter batido na porta.
Ela só falou que ia sai e agiu como se não tivesse visto nada, quando ela saiu ele fechou a porta do quarto e eu com vergonha sentei e coleguei o sutiã, ele pediu que não ligasse a mãe dele não falaria nada e começou a me beijar forazmente e voltamos ao que tinhamos começado. Ele me pediu pra comer meu cuzinho eu exitei mas deixei, nossa eu pedi q ele fosse devagar, e quando ele começou a empurrar aquele cacete grosso dentro de mim eu pedi que parasse mas ele mandou eu empinar bem o bumbum e relaxar. Assim eu fiz, nossa uma mistura de dor e prazer me tova ate que ele começou a bombar mais forte e eu fui a loucura com aquele homem maravilho dentro de mim.Ficamos nos amando o resto da tarde até que eu tive que voltar pra casa. Que pena.
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CHANTAGEANDO E COMENDO O CÚ DA SOGRA


Sou casado há 12 anos com uma bela gata, muito boa de cama e que me dá muito prazer. Mas o conto que vou narrar a seguir não é sobre a minha gata gostosa, mas sim sobre a mãe dela. A minha querida sogra. Que sempre demonstrou ser uma pessoa de muito respeito e recatada, além de ser metida a ?certinha?. Cheia de querer dar lição de moral nas pessoas e posar de mulher de respeito e comportada.
Nós moramos em uma cidade do interior e ela em outra, e de vez em quando leva minha mulher e as crianças para visitá-la. Sempre que vamos lá dou uma saidinha sozinho para ver a galera e tomar umas cervejinhas. E toda vez que isso acontece, minha sogra fala um monte, sempre me chama a atenção dizendo que tenho que ser mais responsável e dedicado à filha dela.
Há alguns meses atrás, fomos visitá-la. Chegamos no sábado pela manhã e lá estava ela, como sempre cuidando dos afazeres da casa. Minha sogra é uma mulher bonita,está separada há algum tempo, apesar da idade ela preserva sua beleza e tem um corpo bonita, demonstrando que deveria ter sido muito gostosa quando mais jovem. As pernas bem torneadas e uma bundinha empinada, realçada por um quadril muito fino. Ela nos recebeu com muita alegria distribuindo beijos pra todo mundo. Ficamos por ali, almoçamos e já no cair da tarde minha mulher decidiu ir fazer umas compras no supermercado e disse que depois iria visitar a sua irmã que também mora na mesma cidade. Levei ela e as crianças ao supermercado, fiquei um tempo acompanhando minha família até que resolvi dar uma volta enquanto eles faziam as compras. Peguei o carro e sai, decidi ligar para uns amigos e foi então que percebi que tinha esquecido o celular na casa da sogra. Voltei para buscar e ao chegar na casa não entrei com o carro no quintal, deixei ele do lado de fora, já que não iria demorar e entrei pelo portão pequeno. Entrei na casa e ao me dirigir ao quarto onde estavam as nossas coisas ouvi uns sussurros que vinha do quarto da minha sogra. Imediatamente fiquei curioso em saber o que estava acontecendo, sai de casa e dei a volta pelos fundos e me aproximei cuidadosamente da janela que estava aberta. Qual foi a minha surpresa ao ver a minha sogra mamando na pica de um garoto que morava vizinho da casa. O rapaz estava em pé e ela de joelhos sugava aquela pica enquanto acariciava a buceta com uma das mãos. Meu pau ficou duro na hora e eu pensei: Que safada. Dá uma de moralista e fica usando a molecada pra se satisfazer.
Corri no carro e busquei a câmera fotográfica e tirei muitas fotos da minha sogrinha se acabando na pica do moleque. Ela mamou até o rapaz gozar na sua boca que ao receber os jatos de porra foi se enchendo e vazando pelos cantos dos lábios, mas ela com maestria engolia o que tinha na boca e com os dedos recuperava o que caia e enfiava de volta bebendo toda a porra do rapaz. Depois que ele gozou ela ainda continuou chupando o pau até ele ficar mole. Depois disso ela levantou a cueca e o short do rapaz, deu um beijo nele e disse que não poderia terminar o serviço pois estava com visita em casa. O rapaz se despediu e foi embora.
Depois de alguns minutos fui para a frente da casa e como se estivesse chegando naquele momento, fiz alguns barulhos para ela perceber e entrei na casa. Peguei o celular e disse a ela que iria dar umas voltas e rever o pessoal. Ela, como sempre, falou que eu deveria respeitar mais a sua filha e que se um dia descobrisse que eu a traia iria fazer a gente se separar. Pra provocar uma situação, que eu estava planejando depois do que presenciei, falei que umas escapadinhas de vez em quando não faria mal, mas garanti a ela que isso não acontecia, que eu não era homem de fazer isso.
Naquele dia, voltei pra casa por volta das três horas da manhã. Eu queria que ela me chamasse a atenção, como costumava fazer sempre. No domingo pela manhã, minha cunhada chegou cedo pra levar minha esposa num evento que estava acontecendo na igreja que ela freqüenta. Elas e as crianças iriam participar e também almoçariam por lá. O que significa que só voltariam dali umas quatro ou cinco horas. E eu ficaria sozinho com a sogra todo esse tempo. Depois que elas saíram falei pra sogra que iria deitar mais um pouco, pois estava cansado e que tinha dormido pouco. Ela imediatamente retrucou: ?Quando tava na gandaia não lembrou disso?. Dei um sorriso e fui pro quarto. Fiquei deitado por mais ou menos uma meia hora e então me levantei, tomei um banho e apenas de short fui até a varanda onde estava a minha sogra arrumando uns documentos. Lá tinha uma mesa e ela estava na cadeira muito concentrada no que fazia. Cheguei e sentei ao lado dela e comecei a fazer perguntas banais. Ela respondia, aparentemente sem muito interesse e eu achei que ela não iria falar sobre a minha saída, na noite anterior. Ela se levantou, foi dentro de casa e voltou com uma jarra de sucos. Serviu um copo para mim e outro pra ela e calmamente me disse: ?Você não tem jeito mesmo, não é? Toda vez que vem aqui, sai e deve aprontar todas por aí. Deixando minha filha em casa cuidando das crianças e agindo como uma idiota. Deveria se envergonhar?. E foi falando, falando me sacaneando e tentando me humilhar. E eu ouvindo tudo atentamente. Aguardando a hora certa pra agir. Foi ai que ela disse o que eu esperava: ?Isso é falta de vergonha. Você deveria ter vergonha do que faz?. Quando ela acabou de falar isso eu disse que ela deveria ter razão sobre muitas coisas. Que de repente eu realmente poderia estar errado. Mas que muitas vezes a gente olha o erro dos outros e não reconhece os nossos. Falei isso e imediatamente disse que queria mostrar algo a ela. Fui no quarto e peguei a câmera, cheguei ao lado dela e mostrei a primeira foto dela chupando a pica do moleque. Ela quase caiu dura. Ficou pálida na hora. Eu maldosamente fui passando as fotos lentamente para ela ver. Ela olha assustada e não conseguia falar nada. Aproveitei e falei bem pertinho do ouvido dela: ?Quem é safado, agora? Não acha que é vergonhoso ficar usando os moleques pra satisfazer sua tara?? Ela não respondeu mas continua olhando as fotos, parei em uma onde dava pra ver nitidamente a porra do moleque escorrendo pelo canto da boca. Nesse momento senti que ela, poderia estar gostando de ver aquilo, pois começou a ficar inquieta. Me deliciei com aquele momento e disse: ?Você fica muito bem com um pau na boca. Veja só que cara de safada você ta nessa foto?. Ela me olhou rapidamente e voltou a olhar pra foto.
Foi então que resolvi agir. Tirei o pau pra fora, na maior cara de pau e encostei no braço dela. Ela estremeceu. E eu disse, calmamente: ?Chupa! Não é porra que você gosta? Vou ter dar leitinho pra beber?. Ela disse que não iria chupar, pra eu guardar minha pica. Então eu disse em tom ameçador: ?Você não tem escolha. Ou chupa ou vou mostrar pra todo mundo quem é você. Ai quero ver você dar lição de moral em mais alguém?. Ela olha nos meus olhos, no meu pau e na foto. Realmente não sabia o que fazer. Esfreguei meu pau no braço dela. Puxei a cadeira dela um pouco para longe da mesa e me sentei na sua frente. Com meu pau duro, apontando pra ela. Ela continuava imóvel. Peguei a pelos cabelos e comecei a puxar sua cabeça em direção ao meu pau. Ela resistiu e tentou se afastar, mas a resistência durou muito pouco. Voltei a falar que iria mostrar as fotos caso ela não chupasse meu pau e ela aos poucos foi deixando eu puxar sua cabeça, até que meu pau tocou no seu rosto. Segurei o pau e apontei para a boquinha da minha sogra. Esfreguei a cabeça da pica nos seus lábios que estava fechado e fui forçando a entrada. Aos poucos ela foi abrindo a boca e meu pau deslizou inteiro para dentro. Senti quando ela fez vários movimentos como se fosse engolir algo. Estava acomodando meu pau na sua boquinha. Eu ficava repetindo. ?Chupa, chupa minha pica sogra safada?. Ela começou a mamar no meu pau, lentamente, sua respiração estava ofegante. De repente começou a passar a língua por baixo do meu pau, com ele todo enfiado na boca. Ela já estava gostando e eu mais ainda. Sua mão tocou meu saco e ela começou a fazer carinhos, enquanto sua boca se movimentava buscando posicionar melhor o meu pau. Ela parou de chupar. Tirou o meu pau da boca, me olhou nos olhos e disse: ?Você quer que a sua sogrinha chupe sua pica? Vou chupar muito e te mostrar como se chupa uma rola. Mas fique sabendo que depois quero essa pica em outros lugares também?. Aquilo foi demais. Minha sogra agora queria me dar. Ela voltou a chupar meu pau, babando e esfregando ela na cara, nos dentes, na língua. Engolia tudo e tirava, esfregava na cara e engolia novamente. Meu pau desaparecia inteiro naquela boquinha gostosa. Ela pediu pra gente entrar e ir ao banheiro. Lá ela tirou meu short e chupou deliciosamente meu cacete. Anunciei que iria gozar e ela então aumento a pressão da boca massageando e sugando meu pau até que comecei a despejar meu gozo naquela boca gostosa. Ela engoliu tudo e ficou mamando mais um tempo e limpando o meu pau com a sua língua. Quando acabou ela se aproximou do meu ouvido e perguntou se eu tinha gostado. Eu disse que sim e ela falou que agora eu estava em dívida com ela e que iria pagar muito caro pela chantagem que estava fazendo. Me puxou para o chuveiro e tomamos um banho e em seguida fomos para o quarto dela. Ela me jogou na cama e começou a me beijar loucamente, dando mordidas e passando suas unhas por todo o meu corpo. Ela sentou-se sobre a minha barriga e ficou alisando meu peito, levou seus dedos na minha boca e falou que queria saber como eu chupava a buceta da filha dela. ?Seu safado, sem vergonha, vou descobrir se você sabe comer minha filha. Faz comigo o que faz com ela todos esses anos. Come sua sogrinha?. Enquanto falava veio com a buceta em direção a minha boca, imediatmente enfiei a língua naquela buceta e ela deu um suspiro forte. Comecei a chupar enfiando a língua e lambendo aquela buceta que parecia louca por pica. Encostei ela na cabeceira da cama e fui beijando a nuca, as costas e lambendo até chegar novamente na buceta onde chupei por mais de dez minutos. Ela estava enlouquecida. Xingava, gritava, pedia mais. A trouxe de volta para o meio da cama e comecei a esfregar meu caceta na entrada da buceta. Ela pedia pra eu enfiar a vara que ela estava louca de tesão por mim. Dizia que sempre quis trepar comigo. Eu continuei esfregando a pica na entrada da buceta. Ela estava ficando louca e tentava empurrar a buceta em direção a minha pica, mas eu me afastava e não deixava acontecer a penetração. Ela começou a me xingar de tudo quanto é nome. Eu perguntei: ?Minha sogrinha quer pica? Minha sogrinha quer gozar numa rola de homem? Minha sogrinha quer ser fudida de verdade?? ´Pra cada pergunta que eu fazia ela balançava a cabeça e fazia: ?Anhannn, quero?! com a maior cara de puta que já vi. Ela estava desesperada por rola. Senti que aquela mulher faria de tudo pra receber uma rola e gozar como uma vadia. Resolvi tirar mais proveito ainda da situação e falei pra ela: ?Quero que diga que a partir de hoje, vai ser minha putinha?. Ela demorou um pouquinho, tentou fazer meu pau entrar na buceta, como me afastei ela falou: ?Sou sua putinha, mas mete esse pau logo pois minha gruta ta querendo esse urso inteiro dentro dela. Se você meter gostosinho eu faço tudo o que você quiser?. Era o que eu queria ouvir. E começamos a dialogar:
- Vai mesmo ser minha putinha?
-Sim! ? ela respondeu.
- Gosto de puta bem safada.
- Eu sou safada.
- Tem que ser obediente.
- Eu sou.
- Quando eu mandar tem que se comportar como uma vadia.
- Sou sua puta obediente, safada e vadia.
Nesse momento comecei a enfiar meu pau naquela bucetinha que estava escorrendo de tão molhada. Ela suspirou mais forte e eu dei um tapinha no rosto dela pra em seguida fazer um carinho e enfiar um dedo na sua boca. Ela começou a chupar meu dedo, como se estivesse chupando uma pica. A cabeça do meu pau estava dentro dela, ela começou a rebolar e meu pau foi entrando até ficar todinho dentro daquela gruta fogosa. Ela mexia feito uma cobra e eu socava bem fundo aquela buceta gostosa. Enquanto metia dava tapinhas de leve na cara dela e enfiava meu dedo na sua boca que chupava maravilhosamente. Ela começou a estremecer e eu tirei o pau deixando ele roçando na entrada da buceta da minha sogra. E falei pra ela que ela era a mulher mais vadia que eu tinha conhecido, que eu não iria deixar ela gozar pois ela não merecia porque estava traindo a própria filha. Ela me xingou e implorou pra que eu metesse novamente. Sai de cima dela e a virei de bruços, tive uma visão maravilhosa da bunda da minha sogra. A levantei pelo quadril e coloquei dois travesseiros por baixo dela. Aquela bunda ficou ainda mais linda, empinada e imponente. A buceta estava babando e o cuzinho dela piscava de vez em quando. Aquela visão me deixou de boca aberta. Comecei a chupar a buceta dela e bolinava com um dedo o grelinho dela. Minha boca passeava por toda a buceta da minha sogra e com a outra mão comecei a massagear o cuzinho dela. Ela se encolheu eu afastei a mão mas logo em seguida tentei tocar aquele anelzinho de novo. Ela se mexeu desviando o rabo. Eu dei um tapa com muita força na bunda dela e mandei ela ficar quieta. Dessa vez ela foi aceitando o carinho, eu massageava lentamente, descia meu dedo até a minha boca que continuava chupando a buceta e lubrificava e voltava novamente para massagear aquele cú. Eu tinha decidido. Iria comer o cú da sogra, ali e naquele momento. Ela pareceu adivinhar meu pensamento e falou que nunca tinha dado o cú na vida. Eu disse que se era pra ela ser minha puta, teria que ser uma puta completa e puta que se preza tem que da o cú e chupar rola. Ela bem safada disse que rola ela chupa muito, mas que tinha medo de dar o cú. Quando ela disse isso, lubrifiquei novamente meu dedo com saliva e comecei a sugar o grelinho dela, ela gemeu no ato do gemido enfiei o dedo de uma vez só naquele cú gostoso. Ela deu um grito e eu comecei a mexer meu dedo lá dentro. Tirei o dedo do cú da minha sogra e me posicionei atrás dela que continuava deitava sobre os travesseiros com a bunda empinada. Pincelei meu pau na bucetinha e enfiei com força. Ela gemeu. Meu pau estava todinho dentro dela. Fui metendo a vara naquela buceta e comecei a massagear o cuzinho dela com o dedo cheio de saliva. Aos poucos fui enfiando o dedo no cuzinho da sogra que gemia muito e gemia alto, dizendo que estava precisando mesmo ser comida por um homem de verdade. Ela dizia que tava cansada de ficar dando pra molecada das vizinhas. Dizia que precisava de um homem e iria dividir seu genro com a filha dela. Meti meu dedo inteiro no cú da sogra e fiquei massagendo o meu pau que estava na buceta, por dentro do cú dela. Tirei o dedo do cuzinho e o pau da buceta, tinha chegado o momento. Falei pra sogra, se prepara pra levar rola no cú, sogrinha safada, piranha, vagabunda. Ela falou põe devagar. Quando acabou de pronunciar a última palavra, meu pau já estava na entrada do cuzinho e resolvi contrariar aquela vadia. Medi de uma vez e com muita força, puxando ela pelos quadris. Ela gritou e me xingou. Eu segurei mais firme e comecei a bombar com força. Ela gritava e eu enfiava meu pau bem no fundo do cú da minha sogra piranha. Quando mais ela gritava mais eu bobava, dizendo que a primeira vez o cú tem que ficar bem arregaçado pra se acostumar com pica. Fui metendo com força e meti a mão por baixo dela e alcancei a buceta onde comecei a brincar com o grelinho. Tirei o pau totalmente pra fora e meti mais uma vez até o talo, voltando a bombar forte. Ela começou a chorar. De início pensei que tivesse exagerado mas aos poucos percebi que minha sogra estava gozando, e o tensão era tanto que ela começou a chorar, gritava, gemia, chorava, xingava, com meu pau atolado no cú. Começou a tremer e amoleceu, dei mais umas estocadas no cú da sogra, ela tinha gozado, estava desfalecida. Tirei o meu pau do cuzinho dela e enfiei na boca e fiquei metendo como se tivesse fudendo uma buceta até gozar e derramar meu esperma naquela boquinha que foi sugando até engolir a última gota.
Agora vou pelo menos uma vez por mês visitar a sogra, muitas vezes vou sozinho, lá me esbaldo naquela safada. Ela faz tudo o que eu mando. Virou minha putinha e nunca mais me chamou a atenção por eu sair pra dar umas voltinhas. Ela sabe que gosto de comer mulheres safadas como ela.


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Como comi a minha sogra

Fui visitar um cliente em Navegantes, mais ou menos 70 Kms de onde moro, em Blumenau. Como minha sogra mora num balneareio de Navegantes liguei antes dizendo que iria filar um almoço com ela. Minha sogra mora a alguns anos em Navegantes, é viuva a mais de 10 anos, evangélica fervorosa mas muito cuidadosa com ela mesmo, faz exercícios, caminha na praia diariamemte, é muito vaidosa e sempre parece que vai a uma festa pois sempre bem vestida e perfuamda, cabelos arrumados etc. e como toda a mulher evangélica sempre usa de saias e camisas de seda, emfim sempre bonita. Éla alta, tem mais ou menos um metro e oitenta, seios pequenos e o que mais chama atenção é a bunda déla qua é muito grande. Tem 57 anos que não parece, e neste período de viuvêz teve alguns namorados mas nada de sério.
Cheguei em sua casa um pouco antes do meio dia, estava quente e chovia muito , logo que cheguei ela já estava na varanda com o controle na mão abrindo o portão.Sái do carro nos abraçamos, beijinhos etc., ela perguntou da minha esposa, das netas, tudo como de prache e entramos. Sempre fui respeitoso com minha sogra, jamais houve algo alem disso mesmo porque por morarmos perto de Navegantes valta e meia estamos em sua casa nos finais de semana, sem contar o período de Natal e ano novo que passamos sempre juntos. Logo que entramos ela pediu para eu esperar na sala dizendo que o almoço estava pronto e só ia fazer uma salada, sentei e fiquei vendo televisão. Derrepente ela gritou da cozinha dizendo que tinha acabado a agua da caixa e pediu para eu ligar o motor da s****rna para encher novamente a caixa. Apartair daí que tudo mudou entre nós para eu ligar o motor da s****rna eu tinha que passar na cosinha onde ela estava pois o motor ficava na garagem e em função da chuva não tinha outro caminho. A cosinha da casa é tipo um corredor, pois de um lado tinha a pia, onde ela estava fazendo a salada, o fogão e alguns armarios de louças e panelas, do outro lado a geladeira, uma mesinha e outros armarios.
Esta disposição dos móveis formava um corredor que para duas pessoas se movimentarem nela não tinha como não se esbarrar. Quando entrei na cosinha e vi ela no caminho parada ne frente da pia com aquele bundão no caminho senti que não tinha outra maneira de passar a não ser me encaixando por traz dela , e foi o que fiz. Peguei na cintura dela com todo o respeito, pedi licença e passei só que me esfregando naquele rabo, pois não tinha outro jeito. Meu pau mole mais com volume se encaixou certinho no meio da bunda dela e foi demais... Ela ficou quieta e não falou nada. só que aquela situação me acendeu, fiquei louco de tesão e o meu pau ficou duro na hora, foi incontrolável, jamais pensei que poderia ficar como fiquei, com um puta tesão. Fui, lguei o motor e demorei um pouco tentando me recompor mas não teve jeito, o pau não abaixou. Voltei e fiz o mesmo gesto, peguei na cintura dela, pedi licença e tentei passar, mas meu pau agora mais duro do que nunca se encaixou mais fundo aínda no meio do rabo dela, fiquei alguns segundos parado e depois sái. Foi uma eternidade estes poucos segundos que fiquei ali parado, meu sangue ferveu naquele momento, fiquei louco, e ela da mesma forma de antes, não disse uma só palavra. Bom!, almoçamos sem conversar nada, acho que, em funçao do constrangimento daquela situação, sequer nos olhamos, Terminei o almoço, agradeci, voltei para a sala para ver o jornal na TV, sem parar de pensar em tudo. Ela pegou os pratos e talheres e levou para a pia para lavar.
Não demorou muito ela gritou novamente me chamendo, agora para eu desligar o motor porque a caixa d agua estava cheia, já escorria agua pelo ladrão. Aquele chamado me ascendeu novamente, meu pau queria furar a calça de duro, passou mil coisas pela minha cabeça, o que fazer agora??. Sei que ela sentiu a mesma coisa que eu impossível não ter acontecido, meu pau duro na bunda dela, minha respiração na nuca, minhas mãos na sintura apertando tipo como que encoxando aquele rabo. Mas da mesma forma, peguei na sintura dela, agora com maís força, apertei, me encaixei no meio daquela bunda e empurrei o meu pau e puxei ela contra mim, quiz sentir a reação dela, saber se ela estava com tesão também, se desse errado eu simplesmente pediria desculpas e sairia como se nãi tevessa nada acontecido. Mas não, ela ficou inerte, não fez um gesto, não disse uma palavra, fiquei pirado.... Fui até a garagem desliguei o motor e voltei rapidinho, entrei atraz dela novamente, agora cheio de atitude, grudei na sintura e comecei a forçar meu pau bem no meio do rabo dela,agora sim, encoxando aquelae bundão, parecia um cachorrinho...,baixei as mãos e comecei a puxar a saia dela para cima e levantei até a cintura. Ela estava com uma calcinha branca, com rendas uma loucura naquele bundão, ao mesmo tempo abri meu cinto, baixei o ziper, minha cueca e tirei meu pau para fora. Baixei a calcinha dela e com as duas mãos abri aquele rabo e encaixei meu pau melado naquele cu. Eu sentia ele se comprimir como se ela não quisesse que eu penetrasse, mas ela mexia para sentir, a respeiração dela muito forte, e as mão se apoiando na pia , mostrava que o tesão façva mais alto. Quanto tempo será que ela não trepava??, não dava o rabo??, sei lá... Com a mão comecei a passar o meu pau no meio da bunda dela, forçava qando passava no cu e fiquei assim brincado um bom tempo deixando ela louca para ter mais prazer do qur na metida. Depois lambusei com saliva o meu pau e iniciei a penetração no cu dela..., meu pau que é um pouco grosso não entrava, a saliva não estava adiantando, quando eu forçava ela gemia de dor e eu recuava, eu fazia denovo, enchia mais de seliva e tentava novamente entrar naquele cu, mas ela não aguentava de dor, eu queria machuca-la, pensei até em em por na buceta mas o que eu queria mesmo era aquele cua. Olhei para os lados e vi um pote de margarina quase acabado em cima da mesinha atraz de nós, não tive dúvidas, peguei o pote, passei os dedos dentro do e lambusei de margarina a cabeça do meu pau, depois repeti o gesto mas passei na entrada do cu dela e enfiei com tudo, pois não estava mais aguentando. Meu pau deslisou pra dentro do cu dela com a maior facilidade, quando ela pensou em gritar já estava atolado, enfiei até o talo e comecei a bombar. Com a mão direita pra deixar ela mais excitada, enfiei os dedos na buceta dela e passei a siriricar ao mesmo tempo que metia no cu dela. Com a mão esquerda eu apertava os bicos do seios dela por debaixo da camisa e o sutiã... Ficamos um bom tempo desta forma até que derrepente eu senti a mão dela sobre a minha precionando mais contra a buceta, pela respeiração, os gemidos e os movimentos dela eu senti que ela ia gozar então aumentei o rítimo das bombadas, fou muito show!!! e gozamos quase juntos. Gozei tanto que escoriia porra pela pernas dela, parceia que fazia um ano que não trepava, foi mágico. Meu pau amoleceu, eu levantei a calcinha dela, baixei a saia e depois arrumei a minha roupa. Sem dizer nada ela saiu, foi no quarto pegou duas toalhas e foi pro banho. Demorou um bom tempo, tipo que absorvendo aquela emrabada que eu dei nela. Depois ao sair do banheiro me perguntou se eu iria tambem tomar banho, e fui. Tambem fiquei um bom tempo, deixando a agua escorrer pelo corpo e pensando naquela trepada com a sogra, eu não acreditava que tinha acontecido.
Não deu outra, de tanto pensar meu pau ficou duro denovo, parecia uma pedra mas mesmo assim me sequei, vesti a roupa e saí do banheiro. Ela estava na sala, sentada, me olhando, e disse que teríamos que conversar. Pedi desculpas, disse que foi mais forte não pude me conter e que não aconteceria mais. Só que eu estava com tesão novamente, era impossível ela não ver o meu pau duro na frente dela novamente, pois eu estava bem a sua frente, Ela meio que se jeito, desencostou do sofá e se aproximou de mim, pois a mão no maeu pau por cima da calça e comessou a apertar meu pau., abriu o cinto, baixou o ziper, minha cueca e pois o meu pau interio na boca e passou a chpar com força. Enchia ele de saliva e sugava, parecia que queriia extrair a porra a força de dentro, mordia a glande, passava a linga e engolia novamente, eu sentia a sua garganta na cabeça do pau, nunca fui chupado desta forma, que loucura!!.... Pedi para ela ficar de quatro no sofá, levantei a saia dela, baixei a calcinha, que agora era preta e tive a sena mais linda do mundo.aquele bundão arreganhado, aquele cu deflorado e piscando de tesão junto com aquela bucetona pedindo para ser penetrada, envadida. Enfiei com tudo, agarrei naquelas ancas e meti tudo o que dava, soquei meu pou pra dentro dela. Ela estava toda encharcada, toda melada e quase gosando., Eu queria antrar inteiro dentro dela e bombei, bombei, bombei e desta vez gozamos juntos, foi demais., acho que foi mais meio litro de porra... Depois nos recompomos e preferimos não falar mais nisto.
Hoje continuamos a nos ver regularmente, mas por enquanto ficou não pintou a oportunidade de refazer, mas acho que uma questão de temo, no proximo mes vou ter que visitar meu cliente novamente

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A sogra da minha filha

- Oooi, Silvinha... Entre!
- Oooi, Claudinha!
- Tudo bem?
- Tuuudo... E você?
- Estou bem também! Está agendada para as 18h, é isso Silvinha?
- Aaah, sim... Eu resolvi vir mais cedo para minha consulta! Estava no centro da cidade e já tinha acabado de fazer serviço de banco e supermercado. Preguiçazinha de ir para casa e, depois, voltar. Fiz mal de vir antes, Fofa?
- Claro que não... De maneira alguma... Um prazer ter você aqui! Aliás, somos amigas e, agora que meu filho casou com sua filha, ficamos ainda mais próximas, Querida. (risos)
- E Débora, sua secretária?
- Ela precisou sair mais cedo.
- É um amor de menina, não é?
- Sim... Débora é um doce de menina e super competente. Muito atenciosa com minhas clientes. Adoram-na!
- Tem mais mulheres para atender ainda esta tarde, Fofa?
- Não. Justamente hoje duas meninas desmarcaram a consulta. Agora são 16h 30m... Só tenho você.
- Uaaau... Então poderemos conversar mais à vontade! (risos)
- Sim, claro! Prefere que eu faça a consulta agora e depois ficamos livres?
- Melhor ainda!
Sou médica ginecologista. Meu marido é médico oncologista. Fizemos amor assim que minha secretária saiu. Foi tão gostoso! Ele dobrou a esquina e Silvinha chegou. Conclusão, nem havia tomado banho e nem feito higiene íntima. Apenas vesti a roupa de trabalho e o jaleco.
Silvinha é sogra do meu filho. Tenho casal de filhos. Adultos. Minha menina está morando e estudando em Taubaté, interior do estado de São Paulo. Meu menino é advogado. Iniciando carreira. Casado com a filha de Silvinha. Eles moram perto da minha casa, aqui em Mogi das Cruzes, grande São Paulo.
De tempos para cá, notei que Silvinha passou a me abordar de maneira diferente. Olhares curiosos sobre mim! Confesso que ela havia chamado minha atenção... Fiquei com vontade de experimentar a coisa! Deixei rolar para ver no que ia dar as investidas dela. (risos)
Silvinha havia agendado consulta comigo. Antes de atendê-la, fechei a clínica. Examinei-a. Solicitei exames ginecológicos, entre eles, papanicolau e mamografia. Conversamos bastante sobre saúde da mulher e sexualidade. Assim que terminamos, subimos para o andar de cima. Minha clínica fica num espaço formado pelo térreo, primeiro e segundo andares. Tenho salas para a realização de exames, cozinha e quartos para descanso.
Ficamos conversando na cozinha. Ofereci sorvete. Ela aceitou. Eu estava na pia preparando as taças quando ela levantou-se, sorrateiramente. Abraçou-me por trás. Levei baaaita susto... Gelei! Arrepiei-me toda enquanto escutava-a sussurrar-me na orelha esquerda e acarinhar-me nos cabelos:
- Você é muito linda, sabia Cacau?
- Meu Deus... Que susto você me deu, Sil!
- Eu não paro de pensar em você, Fofa... Imaginando-me contigo!
- Calma... Você está me arrepiando toda, Sil... Judiando-me!
- Eu sei... Quero sentir seu corpo! Passar as mãos em você! Saborear seu corpo de mulher, Fofa!
- Aaai, meu Deus... Estou confusa... Nem sei o que lhe dizer!
- Não precisa me dizer nada. Apenas sinta meu corpo junto ao seu. Meus beijos no seu pescoço. Meus toques sobre sua pele macia e lisa. Você me deixa loouca, Fofa!
- Aaaai, minhas pernas estão moles... Eu não estou aguentando!
- Eu adoro seu cheiro. Eu adoro seus gestos. Eu adoro o jeito que você me trata. Contigo, tenho sonhos eróticos. Penso em você quando estou fazendo amor com meu marido... No banho... Eu quero ser sua!
- Eu não podia imaginar que estivesse despertando isso em você, Sil!
- Eu sei... Eu sei! Procurei ser discreta. Tenho minha vida social e não posso me expor desta maneira. Desejo seu corpo de mulher. Tenho sentimentos por ti.
- Você nunca ficou com mulheres?
- Não. Você mexe comigo, Fofa!
- Aaai, meu Deus!
Silvinha foi beijando-me no pescoço. Passando-me as mãos na cintura, nas coxas, no bumbum, nas costas, nos cabelos e eu fui ficando cada vez mais excitada pelos toques femininos que recebia. Meu coração acelerou. Achei que fosse sair pulando! (risos) Meu corpo esquentou. Meu rosto queimava. Sentia contrações. Arrepios. Lábios da xaninha ficando durinhos na calcinha. Clitóris ainda mais! Os músculos da vagina apertavam-se e me provocavam dores... Gostosas de sentir! Eu gemia. Há tempos não me sentia garotinha fazendo artes!
Silvinha encaixou suas coxas na minha perna esquerda. Apertou-me. Esfregou-se na minha coxa. Delirei! Eu gemia. Ela também. Pegou-me pelas mãos e larguei as taças de sorvete. Frente a frente, acarinhou-me nos cabelos. Abraçou-me. Corpo quente. Macio. Cheirosa. Seios volumosos acarinhando os meus. Coxas e joelhos curiosos procurando me acalentar na vagina. Respiração acelerada. Olhares sensuais.
O beijo foi conseqüência do clima de sedução anunciado. Lábios macios encontrando-se no ato feminino e romântico. Línguas molhadas unindo-se. Lábios esfregando-se manhosamente. Salivas misturando-se e dando sabor de encantamento. Narizes se roçando. Faces também. Olhares penetrantes. Cheiro de mulher. Cheiro de perfumes. Cheiro de cremes. Cheiro de amor... Prazer! Ficamos nos beijando e nos dando mordidinhas nos lábios. Namorando entre sorrisos de almas amigas.
Silvinha me levou para a parede. Tirou meu jaleco. Minha blusinha e calça brancas. Depois, meu sutiã. Parede fria. Arrepiei-me. Ela beijava-me e deixava-me looouca de tesão. Boca macia deslizando pelo meu corpo. No pescoço, orelhas, seios e barriga. Soltei as alças do seu belo vestido decotado. Caiu sobre belos tamancos. Laranjas. Tirei o sutiã. Seios tão firmes e grandes quanto os meus. Apetitosos! Toquei-os. Silvinha fechou os olhos. Abocanhei-os. Suspiramos. Bicos durinhos e macios. Corpos pegando fogo. Lisos. Roçando-se e provocando gemidos e dores. Voltamos a nos beijar pressionando a parede fria da cozinha. Sussurrei-a:
- Querida, irei para o banho e continuamos no quarto. Espere-me lá?
- Não.
- Como não, meu Bem?
- Não.
- Sim. Quero tomar banho para tirar meu suor.
- Eu quero sentir seu suor... Eu quero sentir seu cheiro... Eu quero sentir seu sabor de fêmea!
- Não. (risos) Eu preciso do banho!
- Eu não deixo mais você fugir de mim. Vamos para o quarto, Fofa?
- Antes, irei para o banho. É rápido. Prometo.
Silvinha agarrou-me e deixou-me looouca. Beijando-me e chupando-me... Até no sexo! (eu não tinha tomado banho depois de fazer amor com meu marido) Silvinha ficou de joelhos. Sobre a calcinha, cheirou-me, lambeu-me na fenda da vagina e clitóris. Molhou minha calcinha com salivas. Por dentro, ensopei! Delicadamente, puxou lingerie para o lado e suspirou sentindo o cheiro do meu corpo. O nariz esfregou a ponta no grelinho e na entrada da xana. Depois, passou lábios da boca e a língua. Lambeu-me bem gostoso. Em todas as dobrinhas. Seus dedos, macios, brincaram nos lábios excitados. Dedilhou-me. Prendeu-me entre dedos e lambeu-me no grelo. Nos grandes e pequenos lábios. Eu abria as pernas e sentia energia, super gostosa, relaxando-me dos pés à cabeça. O gozo seria questão de tempo!
Acarinhei-a nos cabelos enquanto me comia com a boca. Apertei-a contra meu sexo. A língua curiosa entrava. Eu fiquei super excitada. Logo, relaxei o corpo sentindo contrações e líquidos escorrerem das minhas entranhas. Olhei para baixo. Silvinha olhava-me boquiaberta. Olhos entreabertos. Foi aí que notei espermas do meu marido dentro da boca dela. Meus líquidos misturados aos líquidos dele. Engoliu-os. Ela continuou a lamber-me e chupar-me. Sem parar. Fiquei excitadíssima! Balançava língua olhando-me. Levantou-se e murmurou-me:
- Uaaau... Que delícia sua xaninha... Cremosa!
Aaai, que vergonha! Eu não sabia onde enfiar a cara. Curti o momento e nos beijamos. Murmurei-a:
- Eu disse que queria tomar banho, Sil. Você não me deixou!
- Sem problemas. (risos) Acostumada a chupar meu marido!
- Aaai, que vergonha!
- Misturada ao seu sabor, ficou bem melhor!
- Pare com isso... Aaai, credo! (risos)
Beijamo-nos ao sabor dos meus líquidos. Silvinha foi muito carinhosa comigo. E eu com ela. Juntas, de mãos dadas, fomos para um dos quartos. Na cama que eu havia feito amor com meu marido, deitamos. Ficamos nos olhando e curtindo o momento, até então, inédito em nossas vidas. Carinhos. Carícias. Palavras picantes ao pé do ouvido. Som dance (eletrônico) tocando no rádio... E duas lobas fazendo amor bem gostoso!
Meu nome é Cláudia, 43 anos, pele branca, 1,67m, 73 kg. Tenho cabelos compridos, loiros e lisos. Seios grandes e quadril largo. Pernas macias. Casada. Silvia, minha amiga, 44 anos, pele branca. Casada. Três filhas. Acho que ela deve ter 1,58m, 63 Kg. Tem corpo mais bonito que o meu. Bandida! (risos) Eu preciso perder uns quilinhos. Os cabelos são cheirosos, compridos, negros e ondulados. Os seios eu queria para mim. Perinhas... Lindos! O bumbum é meu... Grande, redondo e maravilhoso! Pernas grossas... Tesão de menina mulher! Super feminina... Cocotinha!
Abraçadas e nos beijando, ajoelhadas, no centro da cama de casal. Eu me soltei... Chupeeei-a todinha. Matei minhas bichas! (risos) Cabelos sedosos e cheirosos. Pele quente... Macia. Eu lambi e dei mordidinhas no pescoço. Beijei-a nas costas... Até a fenda do bumbum. Ela se contorcia toda! Esfreguei seios nos dela. Rocei coxas nas dela. Dei de mamar. Mamei. Rolamos abraçadas no ninho de amor. Eu a sugava nos mamilos, duros, e ela arranhava-me nas costas. Apertava-me! Beijei-a na barriguinha. (invejei-a ? risos) Mordisquei-a na cintura. De bruços, beijei-a no bumbum. Passei a língua no reguinho. Tirei a caleçon. Cheirei-a. Abri as bandas e enfiei a língua. Chupei-a no ânus... Na vagina. Gostei... Fiz mais vezes! Lambendo-a nas coxas, as abri. Dei mordidinhas carinhosas. Acariciei-a nos pés. Silvinha sentiu cócegas. Virou-se de barriga para cima. Abriu os braços e nos agarramos. Trançamos as pernas. Esfregamos as xanas. Que gostoso!
Abraçadas enquanto grelos acarinhavam-se. Gememos e deliramos nos braços da outra. O calor da respiração, no meu pescoço, era tudo de bom. Sentimos orgasmos. Líquidos misturavam-se e escorriam nas coxas e lençol. Pernas cruzadas e lábios, excitados, colados. Penetraram-me. Sensação de estar sentada na água. Beijos de língua. Olhares entreabertos. Gozos femininos e românticos. Ameeei o encontro carnal.
Silvinha rolou comigo na cama. Ficou sobre meu corpo. Buscou aconchego no meio das minhas pernas. Lambeu-me... Chupou-me... Saboreou-me no sexo! Nos meus orifícios de prazer. Na frente e atrás. Enfiou-me dois dedos. Mexia e remexia manhosamente. Dedos pontiagudos e curiosos. Dedilhou-me, várias vezes, e a língua balançava meu sininho para lá e para cá. Mordiscou-me nos lábios. Puxou-me por eles. Gozei bem gostoso. Ofereceu-me o quadril. É claro que aceitei! (risos) Meia nove com Silvinha. Que bumbum tesudo sobre meu rosto! Grande. Branco. Liso. Macio. Ancas de mulher. Eu apalpei e fiquei encantada... Excitada! Alisei-a. Beijei-a nas coxas. Ela sentia cócegas! (risos) Apertei-a nas bandas do bumbum. Mordisquei-a. Beijei-a. Abri e revelei o ânus... A vagina... Lindos! Cheirei-os. Lambi calmamente. Cheiro de bumbum... Cheiro de xana... Fiquei looouca! Enfiei a língua na vagina enquanto cheirava o buraquinho. Mordisquei-a. Puxei-a pelos lábios duros da xoxota. Abri e senti o cheiro. Inspirei. Cheiro de boceta. Sabor picante... Salgadinha... Azedinha... Ácida! Enfiei dedos e a satisfiz. Gozou na minha língua e eu na dela. Os brincos cutucaram-me nas coxas. Dedos entraram-me no cuzinho apertado. Sentia dores. Gozar aliviava tuuudo. (risos) Chupei-a no cu. Puxei-a contra meu rosto. Sufoquei-me... Bão demais!
Silvinha erguia o corpo e esfregava-se sobre meu rosto. Agachada. Molhou-me de líquidos quentes. Ela gemia melosamente e manhosamente. Deixava-me, ainda mais, excitada por ela. Profunda e sensível no sentir. Mulher gostosa para acarinhar e ser acarinhada. Caía de boca na minha xana e me lambuzava toda no sexo. Sede de mulher! Então, eu voltava a sentir gostosos seios pressionando-me na barriga. Corpos quentes. Unidos. Suados. Avistei as ancas... Ora empinadas... Ora contraídas! Deixou-me cheirando gozo de mulher. Marcamos o lençol de líquidos, cabelos e batom. Amassado ficou! Curtimos juntas durante a tarde livre. Primavera. Outubro, 2011. Duas mulheres livres e atraídas pelo desejo de mulher. Amando-se!
Silvinha é minha amiga, amante e confidente. Eu também ti amo, Querida. Beijinhos meigos, Delícia Cremosa!
Pessoal, por hoje é só! Fique em paz e obrigado pela leitura. Beijos.

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No meu cuzinho só de vez em quando!!!


- Huuum... Aaaai... Aaaaai!
Estou nua e sentada ao lado da minha cama de casal Box. Pernas abertas e apoiadas nos braços da poltrona confortável. Olhos fechados. A língua molhada e sapeca dança entre os lábios inchados da minha xana. Eles balançam... Meu clitóris pulsa... A respiração quente deixa-me looouca! Lábios carnudos roçam-me no grelo e deslizam pela minha vagina:
- Aaaai... Eu não estou aguentando! Aaaaaai... Assiiiim... Laaambe!
Molhada... Marcada de batom! Mordo o lábio inferior da boca enquanto minha respiração acelera. Contorço-me gemendo e sentindo contrações. Meus olhos, agora, abrem e fecham... Meu rosto está quente! Acarinho-me nos bicos duros dos seios. Aperto-os. Sinto calor... Estou ficando mole! A namorada enfia dedos, macios e pontiagudos, na minha vagina. Entram fundo... Mexem dentro de mim... Exploram-me! A outra mão, na testa da minha boceta, dedilha o grelinho com o dedo polegar... Disputa os meus gemidos com a língua:
- Aaaai... Estou gozaaando! Aaaaaaaai. Huuuuuum... Delííícia!
Cintia é muito carinhosa... Rapidinho faz-me gozar! Aaaaaaaaaaai! Líquidos quentes escorrem entre contrações nas entranhas... Meu quadril treme... Ofegante e relaxada! Adoro vê-la de quatro entre minhas pernas. Seus cabelos, castanhos e compridos, pinicam-me nas coxas macias. Ela seduz-me enquanto chupa-me na boceta. Olhares penetrantes... Esverdeados... Hipnotizam-me! Mordisca-me a pele arrepiada e quente. Depois, repousa acarinhando-se na minha barriga.
Meu nome é Adriane, 32 anos, branca, 1,66m, 71Kg, cabelos loiros, lisos e abaixo dos ombros. Olhos castanhos escuros, seios médios, pernas grossas, bumbum redondo e macio. Sou apaixonada pela Cintia, 26 anos, branca, 1,56m, 59Kg, seios médios, pernas torneadas, bumbum redondo, macio e grande. Ela é generosa, manhosa, melindrosa, ciumenta... A mulher da minha vida! Namoramos há três anos. Ainda não moramos juntas! Vira e mexe, briga comigo por eu não querer dormir com ela durante a semana. É mole? (risos) Não posso negar que, no fundo, a minha vontade era de estar com ela de dia e de noite, mas prefiro ir devagar... Um dia de cada vez!
Cintia desliza a língua pelo meu umbigo, barriga, seios, pescoço e orelhas. Levanta-se e marca-me de batom vermelho! Contorço-me. Massageia-me na nuca, entre cabelos macios. Beija-me nos cantos da boca. Seios inchados roçam-me a pele arrepiada... Fico doooida! O cheiro do seu corpo invade-me as narinas e amoleço-me na poltrona. Cintia é tão sexy... Cheirosa! Eu a amo. Beijamo-nos de língua entre palavras de amor. Trocamos carícias... Lábios macios esfregando-se no encontro das línguas. O aroma e sabor, das salivas, excitam-me! Beijo-a no busto e aperto-a nas costas. Apodero-me do seu corpo! Aperto-a nas bochechas do rostinho angelical. Beijamo-nos e dedos entram entre nossos lábios molhados. Acarinho-a nos cabelos compridos e coloco-os atrás das orelhas. Roço-a no rosto... Face a face!
Cintia faz meu coração bater mais forte. Encontro-me nos seus encantos... Nas suas cóleras... Realizo-me como fêmea! Conhecemo-nos na casa de uma amiga. Fomos apresentadas após trocas de olhares durante o aniversário da Paulinha. Descobrimos coisas em comum e outras nem tanto! É assim mesmo. (risos) O primeiro beijo, na hora de irmos embora, deu início a nossa união. O perfume dela ficou na minha blusinha... O sabor do beijo? No meu coração! Combinamos de passear no shopping... Jantamos num restaurante aconchegante... Passamos a noite na minha cama!
Beijo-a no pescoço branquinho e ela contorce-se frente ondas de excitação. Acarinha-me nos cabelos ao chupá-la nos seios excitados. Mordisco-a nos mamilos e deslizo mãos no seu bumbum frio. Gememos! Reguinho suado... Cheiro-me nos dedos e fico ainda mais excitada! Lambo-os. Cintia também. Beija-me no pescoço e orelhas. Puxa-me, pelas mãos, e conduz-me para a cama macia e de colcha branca com detalhes rendados. Rolamos nos esfregando! Apaixonadas... Marcadas de salivas e batom.
Menstruamos, praticamente, nos mesmos dias. Gostamos de assistir filmes... Abraçadinhas, sob edredom! Mas nem tudo são flores... Têm dias, principalmente na Tensão Pré Menstrual (TPM), que nem nos falamos direito. Uma fúria toma conta do nosso ser. Ficamos depressivas e melancólicas... Ainda mais ciumentas! Depois, como um passe de mágica, tudo volta no lugar.
Aperto-a contra meu corpo. O joelho esfrega-me a vagina. Cabelos escorridos no meu rosto pinicam-me. Cheirosos e sedosos! Bocas e línguas unidas num momento de amor e prazer. Cintia chupa-me nos seios e abre minhas pernas. Suga-me nos mamilos e segue beijando-me na pele arrepiada. Busca-me no sexo. Minha vagina pulsa... Abre e fecha apertando-me as paredes da xaninha molhada... Doem! Ela acarinha-me ao redor dos lábios inchados. Contrações provocam-me gritinhos de tesão... Gemidos! Beija-me na xana. A língua invade-me o canal vaginal... Vejo estrelas! Minha boca fica seca. A respiração acelerada. Dedilha meu clitóris e gozo deliciosamente na boca macia da minha mulher:
- Aaaaaaai... Aaaaaaaaai... Isso... Huuum!
Aperto-a pela nuca contra meu sexo. Deliiiro de prazer! Sufoco-a. Logo, inclino-me na cama e beijo-a sem parar. Meu cheiro e sabor estão presentes! Acarinhamo-nos ajoelhadas. Corpos quentes esfregando-se nos seios excitados. Lábios macios. Dedilho sua vagina encharcada até o êxtase... A minha menina crava as unhas nas minhas costas, perto do meu bumbum:
- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai... Uaaau... Que dooor!
Arde-me... Queima-me! Unhas francesinhas e aparadas. Mesmo assim, judiam-me! (risos ? é gostosa a sensação!) Deitamos abraçadas. Deslizo-me sobre ela. Beijo-a na pele aveludada. Levanto-me e busco meu batom líquido. Passo nos lábios. Espalho-o. Cintia pede-me e faz o mesmo. Sorrindo, diz-me:
- Huuum... Adoro te beijar de batom vermelho! Você fica tão linda!
- Eu também... Venha... Beije-me, amor!
Olhares sensuais e penetrantes... Beijos ardentes de lábios pintados! Língua com língua. Chupo-a nos seios... Ao redor dos mamilos. Estico salivas olhando-a. Cintia expressa desejos. Beijo-a de língua. Roço meus seios nos seus mamilos. Gememos! As mãos macias apertam-me o bumbum. Acarinho-a deixando rastros de salivas em direção a xaninha lisa. Dedilho-a... Passo a ponta da língua no clitóris. Saboroso... Excitado e indefeso! Abocanho-a na xana. Cintia está hiper molhada! Levanto-me e pego lenço umedecido. Enxugo-a. Tadinha... Contrai-se! Geme. Volto a chupá-la nos lábios da xana. Enfio a língua. Xoxota quente e melada... Cheirosa! Lambo as paredes da vagina ao dedilhá-la no grelo. A minha princesa geme como uma gata manhosa! O quadril pula e líquidos branquinhos escorrem... Lambo-os sem parar! Saboreio-os e os engulo. Bão demais! Tenta fechar as pernas... Espeta-se nos meus brincos:
- Aaai... Nossa! Espetou-me, amor!
- Não posso fazer nada! (risos)
Adoro ficar com o cheiro e sabor da sua periquita na minha boca... No meu corpo! Cintia está ofegante... Quente e suada! Vejo seu grelinho pulsando! Beijo-a nas coxas. Passo as mãos. Mordo-as, carinhosamente. Beijo-a na cintura e subo pelo seu corpo suado. Sorrimos abraçadas e marcadas de batom. Acarinho-a nos cabelos e beijo-a nos lábios da boca. Aconchego-a no meu corpo. Escuto seu coração bater... Acelerado! Deito-me e digo-lhe:
- Cintia... Eu te amo!
- Eu também te amo, Dri.
- Muitas vezes surpreendo-me lembrando do dia em que nos conhecemos... De tudo o que já vivemos nestes três anos... Do amor que eu sinto por ti. Eu não sei mais viver sem você ao meu lado!
- Aaai... Que linda! Eu também penso sempre em ti, amor. Você é a melhor coisa que me aconteceu na vida. Eu te amo! Quero viver este amor contigo e poder estar sempre ao seu lado, Querida!
- Aaaaai... Que delícia ouvir isso! Você me mata deste jeito, princesa!
- Matar não. Só se for de amor! (risos)
- Quero meia nove.... Venha!
- Eeeita... É pra já! (risos)
Desde o primeiro momento íntimo, rolou química entre nós duas... Graças a Deus! De vez em quando, usamos pênis de silicone com cinta. Porém, preferimos brincar com pênis duplo! No xana com xana, o brinquedinho nos une e desliza entre nossas vaginas. Uma delícia! Beijamo-nos entre carícias e delírios de prazer intenso. Eu adoro penetrá-la no ânus... O cuzinho lindo mexe com minhas taras! (risos) Cintia deixa, uma vez ou outra, eu brincar no seu buraquinho de fazer cocô. Claro, sempre com carinho e bastante lubrificante a base de água. Camisinha, vestida no pênis de silicone, possibilita-o deslizar melhor. Tanto na vagina quanto no ânus. Cá entre nós, adoro quando ela come meu cuzinho. (risos) Eu fico de quatro e ela me penetra. Gememos e trocamos prazer. Cintia gruda na minha cintura... Suas coxas apertam as minhas e nossos seios balançam sem parar:
- Uaaau... Que bunda gostosa, amor! Macia e grande... Eu adoro enfiar no seu cuzinho apertado, Dri.
- Enfie... Enfie Cachorra! Iiisso... Mete na minha bunda, sua vadia! Fode meu cu! Aaaaaai. Aaaaaaaai, Cintia.
- Querida, deste jeito quero te possuir por trás sempre! (risos)
- No meu cuzinho só de vez em quando, princesa! É festa, agora? (risos)
Deitei-me de barriga para cima e ela posicionou seu quadril sobre meu rosto. Cabelos escorridos nas minhas coxas brancas. Dedos penetravam-me na boceta e língua brincava no meu grelo. Minha vagina inundou-se! Pulsava e apertava os dedos curiosos. Ergui e dobrei as pernas. Recebi lambidas no ânus. Forçou a língua para entrar... Um pouco, penetrou-me! Cheirava-me enquanto dedos lubrificados eram introduzidos na minha bunda. Entravam e saíam... Revezavam-se! Delícia. O bumbum da Cintia é maravilhoso... Show! Liso, macio, grande e carnudo. Aperto-o. Mordo-o. Beijo-o. Lambo-o. Adoro bumbum! Cheiro-a no cuzinho... Depois, na boceta. Passo a ponta e toda a superfície da língua. Introduzo-a nos orifícios quentes. Líquidos escorrem... Saboreio-os! Seguro-a nas coxas e aperto minha face contra a fenda do bumbum. Sufoco-me! Cintia geme... Eu também. Enfio os dedos indicadores e afasto, carinhosamente, as paredes da xaninha encharcada. Vejo-a nas entranhas. Linda... Pulsante! Saboreio-a. O cheiro e o calor que vem de dentro excitam-me... O sabor salgadinho atiça-me a lamber mais! Dedilho o grelinho ao lambê-la no buraquinho de fazer cocô. Adoro! Passo lubrificante e introduzo o dedo médio. Apertado... Quente! Cintia geme... Goza. Crava as unhas na região inferior das minhas coxas, abaixo do bumbum:
- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai... Que dooor, sua ordinária!
Quase chorei! Ardeu... Queimou sem parar! Cintia tem este costume... Adora me unhar. É gostoso, mas não vale machucar! (eu gosto da farra ? risos) Lambuzou o meu cu de lubrificante e meteu dedos. Língua na minha boceta... No meu grelo! Não deu outra, gozei como uma dooida. Minha barriga esquentou pelos seios que me pressionavam! Exaustas, deitamos e nos abraçamos. Beijamo-nos sentindo nossas entranhas pulsar. Nossos corpos quentes e suados. Descabeladas. Lençol úmido, amassado e com cabelos caídos. Minhas costas queimavam! Minha pele estava vermelha e pipocada... Unhada! (Cintia ria, bis**tinha - risos) Marcadas de batom, tomamos banho e eu troquei o lençol. Deitamos abraçadinhas e adormecemos juntinhas!
Pessoal, por hoje é só! Fique em paz e obrigado pela leitura. Beijos.


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A garota do prédio...

Olá a todos. Estou de férias e sem nada pra fazer. Resolvi contar uma aventura. Me chamo Neto. Sou da Grande SP. Sou Moreno claro. Olhos verdes. Cabelo meio arrepiado. Moro com a minha noiva. Faz um certo tempo, que por coincidência sempre encontro com uma garota no andar térreo, para pegar o elevador. Não sei a idade dela até hoje. Ela se chama Carol. Loira. Olhos hos verdes. Seios médios e um lindo par de cochas, decoradas com pelinhos dourados. Comecei a notar que o elevador chegava e ela esperava um pouco para entrar pra dar tempo de chegar e subir junto. Dentro do elevador, nunca abria a boca nem pra me cumprimentar, mas percebia que olhavam de rabo de olho. Eu também. Principalmente quando saia do elevador. Numa das vezes que a encontrei e nos cumprimentamos o elevador resolveu dar uma parada e foi a deixa pra iniciar o assunto. Bom, não vou enrolar contando toda a história até o fato que realmente interessa. Após uns 2 meses, já até conversando algumas coisas rapidamente, um dia a encontrei no metrô. Ela me cumprimentou e seguimos no mesmo vagão. Começamos a conversar mais e ela chegou a confessar que dava uns perdidos no namorado. Eu, mesmo sem nunca ter pulado a cerca, inventei que eu também fazia isso às vezes, que é bom de vez em quando. Percebi que ela começou a jogar uns verdes, dizendo que duvidava. Ela me perguntou: Vai pedir pizza hoje? (era uma sexta feira). Falei que provavelmente sim. Ela que já sabia meu andar, afinal descia antes e me via apertando o meu andar, falou: "quero ver então, hoje peça a pizza e por volta das 20:30h, desça de escada, quem sabe não estarei na escada, entre o 10 e o 9 andar." Olha, sei que passei o dia fantasiando dar uns apertos na loirinha. Cheguei de pau duro em casa. Estava difícil esconder. Só que ao invés de encomendar a pizza, falei pra minha noiva que iria buscar. Desci pelas escadas e chegando lá, quem estava? A Carol. Ela me olhou quando cheguei e falou: "pensei que era só papo furado. Hoje não posso demorar, meu namorado daqui a pouco vem pra minha casa". Não perdemos tempo. Demos uns bons amassos. Beijei gostoso ela. Enfiei a mão nos seios durinhos dela. Tava com o pau explodindo na bermuda. Ela sentiu roçar na bucetinha dela e enfiou a mão por dentro da minha bermuda. Nessa hora, juro, latejava, parecia que eu ia gozar só dela pegar. A adrenalina do lugar que estávamos só fazia piorar. Ela deu uma agachadinha e deu uma mísera chupada. Me deu um beijo longo novamente e falou: Vamos brincar mais um pouco todo dia, até calhar de não ter ninguém na sua casa ou na minha. Combinamos de não ter telefone, nada e nunca quebrarmos o sigilo e não criar vínculo algum. Enfim, no elevador e em qualquer lugar que nos víssemos, era somente "bom dia / boa tarde / boa noite" e nos horários que combinamos, os amassos cada vez mais angustiantes. Queria comer aquela loira. Pra me provocar ela começou a contar como transava com o namorado, como gostava de ser chupada, de engolir o gozo dele, de ser enrabada (nessa hora pirei). Quem se beneficiou disso foi minha noiva, que comecei a dar no coro todo dia sem falta. Um belo dia, chego em casa, minha sogra e minha noiva na cozinha. Pensei: "vou dar uns amassos e na volta, dormir, afinal a véia está aqui". Mas quando estava pra sair pro meu encontro diário, dizendo que ia no bar tomar uma cerveja, ela me fala: "vou com a mamãe no mercado e depois vou deixá-la em casa". Pensei "é hoje". Estava com tanta vontade de chupar aquela loira safada, de fazer ela gozar no meu pau, de deixar ela com as preguinhas ardendo e a boca cheia do meu gozo que iria subir com ela pro meu apto assim que minha noiva saisse. Cheguei no andar combinado do dia (cada dia era um) e ela não estava. Logo ouvi uns passos, ela desceu e falou: "vem sobe logo, minha mãe saiu com meu pai, é aniversário de casamento deles, vão demorar". Ela subiu na frente, subi logo depois pra ninguém reparar em nada. Entramos no apto, já nos amassos. Comecei a rancar a blusinha dela na sala mesmo, chupei seus peitinhos gostosos e já fui baixando o shotinho colocando a mão por dentro na parte de trás. Falei que tinha que ser uma horinha só, não podia demorar. Chegamos no quarto dela, ela trancou pra se prevenir, rancou ela mesma a roupa, eu também, queria liberar todo o tesão acumulado nos últimos meses. Sentei na cadeira do micro dela, ela veio com aquela boca doce e engoliu meu pau, eu só falei: "por favor, chupa, chupa e me faz gozar, senão não vou conseguir te comer como eu quero, tenho que gozar agora sua vadia". Ela me chupava sem sequer usar a mão pra segurar e ficava me olhando. Parava um pouco e dizia: "vai gozar é? goza na minha boca seu safado, goza que depois vc vai me pagar com a mesma moeda. Vai me comer igual fantasio toda vez que meu namorado me come. Vai me comer vai?" Eu comecei a falar e a gozar: "vou te comer sim sua putinha, vou chupar essa buceta gostosa, vou fazer você gozar, vou enfiar meu pau nessa buceta ... isso, chupa chupa que estou gozando ... vou comer sua bunda safada" eu falava como a comeria ... gozava ... tudo se misturando ... Ela quando comecei a gozar abocanhou de vez meu pau e sugava, só escutava ela ofegante, nem abria a boca com meus 20 cm atolados na boquinha deliciosa dela e gozando. Mal acabei de gozar, ela me olhou e começou a se acariciar. Meu pau continuava apontando pro céu. Fui pra cima dela e retribuiu a chupada. Ela estava tão excitada também, que gozou rápido e modéstia parte, sou bom chupando uma mulher, consigo fazer gozar bem rápido. Ela estava na cama com as pernas escancaradas, com o rosto virado, olhso fechados, com a boca semi aberta ... os braços jogados pra trás, aquele corpo bronzeado delicioso se contorcia na minha boca ... que gozo delicioso da loira .... Levantei ela na cama e já ia colocar meu pau, ela me virou e me jogou na cama sentado e montou no meu cacete, desceu de uma só vez, ela gemia, fazia cara de dor, mas não parava de mexer, ela nem ficava no entra e sai, só se movimentava pra frente e pra trás. Gozou duas vezes quase seguidas. Que tesão de mulher. Mulher mesmo. Porque tem muitas que não conhece o próprio corpo com muito mais idade que a Carol. Ela gozou na chupada, gozou duas vezes em 5 minutos no meu pau, um fôlego sem fim. A via tremer dentro de mim e gemer do gozo que teve, seu corpo estava todo suado. Eu só admirava aquele corpo usando as mãos e me mexendo meio sem espaço. Ela disse: "vamos ver se esse pauzão me faz gozar de outro jeito". Enfiou a mão embaixo do colchão e pegou um tubinho de KY. Meu ... meu coração disparado, meu corpo tremia de tesão. Essa foi uma das únicas que não ficou na promessa. Falava e cumpria tudo que dizia gostar e o que iria fazer comigo. Peguei o gelzinho, espalhei no meu pau e fiz ela ficar deitada pq de barriga pra cima pq doeria menos (faço assim com a minha noiva). Passei com o indicador o gel dentro do cuzinho lisinho dela enquando dava mais uma chupada. Ela começou a se masturbar e a me olhar enquanto eu espalhava um pouco mais do gel em mim. (não pensem que esqueci a camisinha, só não estou relatando no conto). Coloquei a cabeça inchada naquele momento na portinha e comecei a forçar. Ela abriu a boquinha de anjo dela e falou um ai baixinho. A cabeça passou, o ky esquentando meu pau e claro, o cuzinho dela, foi deslizando ... eu comendo aquele cu delicioso e a vendo se masturbar me olhando também. Fiquei em movimento compassados a pedido dela. Ficamos uns 4 ... 5 minutos nesse ritmo. Quando ela começou a chegar perto de gozar ela falou bem pausado: "JÁ-VO-U-GO-ZAAR-JÁ-JÁ,QUANNN-DO-EU-FALAAAR, MEEE-TE ESSE PAU COM VON-TA-DEEEEEEEEEEEE"" ... em seguida ela anuncia: "vem, mete, mete, mete, vai vai" ... Aquilo foi uma ordem, foi o momento que meu pau tanto queria ... Enfiei com força, com vontade, apoiando as mãos nos seios dela e mandando o pau sem piedade naquele cuzinho gostoso, fervendo no meu pau ... ela gozou se masturbando e levando no cuzinho, quando ela acabou por completo, ranquei o pau do cu dela, tirei a camisinha e coloquei na boca dela, falando: "engole minha putinha safada, engole, engole meu pau, chupa ele, chupa que vai tomar mais leitinho" ... eu falava e percebia ela se masturbando ainda mais com meu jeito de falar e o pau na boca prestes a explodir num gozo farto que escorreu pelo rosto dela. Ficamos uns 5 minutinhos assim, terminando de gozar. Nos trocamos, ela disse que iria tomar um banho, pra repertirmos mais vezes, mas que não poderíamos fazer muito mais porque ela tinha medo de acabarmos sendo pegos e a casa cairia pros dois lados. Transamos ainda uns 2 meses. Cada vez era melhor. Mas percebemos que era melhor acabar antes que perdesse a graça, o perigo e até nossos relacionamentos. Continuamos amigos, nos falamos por email, etc. Hoje em dia, meio que viciei em arrumar uns casos. Se alguma leitora ter gostado do meu relato e quiser algum contato, deixe o email que respondo do meu email real. Grande abraço a todos. Espero que meus momentos de tesão com a Carol, tenha deixado a todos bem excitados.


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A TIA DA MINHA AMIGA.

Olá me chamam de Nono, tenho trinta anos, 1,74 de altura, 87k, sou moreno claro, olhos castanhos e cabelos pretos, a história que vou contar aconteceu, sempre fui bastante putinho e tarado por mulheres mais experientes, mas como era muito novo não conseguia realizar essa minha fantasia.
Um dia uma amiga minha que se chamava Joyce, tinha brigado com o namorado e pra atazanar o coitado me chamou para passar um final de semana na casa da avó dela, pois lá na cidade que ela mora iria ter uma festa e sua mãe não queria que ela fosse sozinha, eu vendo a possibilidade de passar ?momentos agradáveis? com ela aceitei na hora e na sexta-feira partimos pra casa de sua avó.
Chegando lá ficamos sabendo que uma das suas tias tinha ido pra casa da sogra com os filhos e a casa tava liberada, então resolvi dormir lá, pois assim teria mais oportunidade de botar meu plano em pratica, após nos instalarmos, comprei umas bebidas, e uns tira gostos para passarmos a tarde foi quando sua outra tia Maria, uma mulher que tinha 45 anos, seios médios, bunda grande e firme com quadril largo, pernas grossas, ela tinha sido por varias vezes inspiração pra minhas punhetas no banheiro, chegou a casa pra ver sua sobrinha, quando viu que a gente tava bebendo umas cervejas pegou um copo e começou também, ela sentou do meu lado e eu fiquei só admirando e de pinto duro tudo aquilo, ela vestia uma calça jeans justa e uma blusa com um belo decote que me deixava doido, o tempo foi passando minha amiga foi pro banho e eu e Maria ficamos na sala conversando, foi quando ela se convidou pra ir no show com a gente, lógico que de imediato eu topei, assim ela foi embora ficando só eu e Joyce quando fui tomar banho Maria chegou chamando pra irmos mais cedo senão ficaria difícil achar lugar pra estacionar, a noite foi passando a Joyce arrumou outro rapaz e saiu de fininho, o show acabou, e Maria me chamou pra irmos embora, perguntei da Joyce pra ela e ela me respondeu que ela sabia o caminho, sendo assim fomos quando chegamos na casa ela me disse que ainda estava afim de beber algo, então entramos e vi eu e Maria do jeito que eu sempre quis, sozinhos, preparei duas cubas e ficamos lá conversando e escutando o rádio naqueles programas musica lenta de flesh back, chamei ela pra dançar ela rindo topou quando nossos corpos se encostaram senti seu perfume, seu calor não resisti e dei um beijo em seu pescoço, ela retribuiu ai eu não agüentei e começamos a nos beijar, Maria usava um vestido que ficava na altura do joelho e minha mão descia pelas suas costas e quando chegava na sua bunda eu apertava e trasia contra o meu pinto duro, e cada vez que repetia esta ação seu vestido subia mais, o nosso tesão aumentava cada vez mais e quando eu desci a mão pela ultima vez e toquei sua bunda e senti sua pele macia em minhas mãos perdi a cabeça, já não dava conta de pensar em mais nada a não ser em sentir ela, nisso Maria se afasta de mim e deixa a porta da casa só no trinco, se caso sua sobrinha chegasse ela não precisaria nos interromper, assim Maria veio e me segurando pelo pinto foi me puxando até o quarto, e foi quando o meu pinto levou a maior surra da sua breve vida, ela se ajoelhou na minha frente e começou um oral dos deuses, ela subia e descia nos meus 18 cm de pica e depois o engolia até eu sentir sua garganta na cabeça do meu pau e ia alternando movimentos rápidos e lentos até que não agüentei mais e gozei na sua boca nisso Maria olha pra mim, me mostra toda a minha porra dentro de sua boca, engole tudo, se levanta e me beija com cara de quem estava doida pra fazer isto a muito tempo, fomos nos despindo e beijando até ficarmos completamente nus, então peguei ela coloquei-a de 4 na cama e comecei a beijar e morder sua bunda até chegar na sua bucetinha toda depilada, comecei a chupar ela bem devagar, Maria de 4 rebolava na minha boca e gemia gostoso, seu cheiro ia entrando pelas minhas narinas e ia bater lá no cérebro e me deixava cada vez mais excitado, coloquei Maria deitada na cama e comecei a beijar su corpo inteiro dos pés a cabeça até voltar a sua vagina, fui sugando seu grelo e coloquei dois dedos na sua vagina e fui chupando e masturbando ela na mesma velocidade, até ela não agüentar mais e gozar gostoso na minha boca, ela me pegava pelos cabelos e apertava meu rosto contra sua buceta e ia rebolando, gemendo, esfregando que mal dava para mim respirar, fiquei admirando aquela visão do paraíso e masturbando Maria bem devagar enquanto ela descansava daquele orgasmo que parecia que estava preso a muito tempo, comecei a fazer caricias pro todo seu corpo, ia deslizando a mão sentindo cada centímetros do seu corpo ficamos assim por um tempo nos beijando e acariciando até que Maria me virou subiu em cima e foi engolindo meu pinto com sua buceta toda melada e quente bem devagar, fui sentindo cada centímetro de sua bucetinha até bater lá no fundo e Maria começar a cavalgar gostoso, enquanto ela subia e descia no meu pau, eu ia masturbando seu grelinho e ela ia aumentando cada vez mais o ritmo e rebolava gostoso no pau, ela gemia gostoso e eu sentia sua vagina cada vez mais molhada até que ela sentou de uma vez engolindo meu pau inteiro e começou a gozar sem parar, eu sentia sua menina contraindo e apertando meu pau dentro dela, ficamos um pouco assim até que as contrações parassem seu suco escorria no meu pau e ia molhado tudo, depois coloquei-a de quatro e fui penetrando naquela vagina gostosa bem devagar sentindo sua bunda na minha virilha e aquilo era o ápice pra mim, fui aumentando as bombadas Maria gemia e rebolava, comecei a massagear seu anus com o dedão e de vez em quanto tentava enfia-lo, quando consegui Maria começou a gemer cada vez mais alto vi que ela estava gostando então comecei a seguir o ritimo das minhas bombadas com o dedo no seu cuzinho, até que Maria olhou pra traz e disse:
_ Come minha bundinha, coloca tudo que sentir suas bolas na minha buceta.
Não pensei duas vezes, coloquei a cabeça do meu pinto untada pelo suco de Maria e fui empurrando e sentindo seu cuzinho se abrindo e engolindo meu pau inteiro até minhas bolas baterem na sua buceta, aquilo estava muito gostoso, Maria rebolava com meu pau enterrado em seu cuzinho, fui aumentando as bombadas e minhas bolas começaram a bater em sua buceta, Maria gemia cada vez mais e pedia que eu fosse cada vez mais rápido avisei pra ela que estava quase gozando e ela anuncia o seu também, e vira e pede pra eu enche ela ai eu não agüentei e gozei, gozei como nunca avia gozado na vida, minha porra foi inundando ela, deitamos exaustos na cama, Maria e eu ficamos deitados e nos beijando até que Maria se levantou e foi tomar um banho, nisto Joyce chega, fiquei meio sem jeito, pois ela viu que sua tia tinha passado a noite lá comigo, mas quando vi que ela não estava importando relaxei.
Quando Maria saiu do banheiro, avisei que sairia pra comprar algumas bebidas pra passar-mos o dia e deixei as duas lá conversando, quando voltei percebi que Joyce me olhava de forma diferente com um olhar curiosidade, fingi que não tinha percebido que as duas tinham comentado sobre suas noites, Maria nem voltou pra casa ficou lá com resto do fim de semana, e que fim de semana! mas depois eu conto o resto.



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Enfim consegui comer a minha cunhada!!!

Boa noite, esse conto aconteceu comigo há algumas semanas.meu nome é sandro e tenho 27 anos sou casado e tenho uma cunhadinha de q é uma delicia q se chama DANI
Faz alguns meses q venho tentando transar gostoso com ela.
Um dia ela brigou com minha sogra e veio passar uma semana em casa.
Quando chegou a noite na hora de dormir minha cunhada estava só de shortinho e uma blusinha (s/ sutiã) fiquei com a rola dura na hora.e fiz questão q ela percebe o volume do meu short, eu não parava de apertar meu cacete e conforme ela foi olhando seus seios foi ficando pontudo e me dando mais tesão por ela ainda.
Quando minha esposa foi tomar banho eu não agüentei e abracei ela por traz como meu short e fino esfreguei meu cacete bem gostoso naquela bundinha macia ai ela disse:
-se ta bem safado heim?
Eu respondi:
-nossa você está uma delicia se eu te pegar, vou te chupar todinha, até você gozar
Ela ficou quietinha e não reagiu.depois falei p/ ela que ia fazer a minha esposinha lamber meu cacete com a porta aberta e p/ ela olhar escondida
Bom minha esposa acabou o banho e fomos do dormir conforme eu falei tirei minha dura feita uma rocha e comecei a esfregar na bunda da minha esposa (q tem uma bunda muito gostosa)pedi a ela q chupasse minha rola e ela foi com a boca feito uma louca.
Olhei p/ porta q estava aberta...ate q de repente vi minha cunhada nos observando
Deixei minha esposa de 4 e fiz minha cunhada olhar todo o meu cacete sendo enterrado na boca de sua irmã.ela voltou p/ o quarto dela e logo depois transei com minha esposa e fiz ela gemer alto p/ minha cunhadinha ficar ouvindo.
No outro dia acordei cedo e fui até o quarto de minha cunhada acordar ela, quando entrei no quarto vi ela só de calcinha e de bruços não agüentei tirei minha rola e deitei por cima dela já dizendo
-nossa dani to com meu cacete louco p/ te fuder
E ela não respondeu e ficou quietinha fingindo q estava dormindo
E continuei falando q na hora do almoço iria vir em casa
Pois minha esposa iria trabalhar e ela iria ficar sozinha.
Não deu outra, na hora do almoço fui p/ casa com um puto tesão a cumprimentei e fui ao banheiro escovar os dentes, quando voltei peguei meu PC e comecei a ver uns vídeos pornôs
Ela entrou no meu quarto e logo viu e disse
-posso ver isso?
Respondi c
-claro! Já apertando minha rola p/ ela ver o volume
Quando sentou do meu lado já peguei a não dela e pus sobre a minha rola
Como ela nem reagiu já comecei a beija-la e apertar seus seios ela não tirava a mão da minha rola.
Deitei ela na cama puxei rapidamente seu short e vi aquela buceta peladinha Q DELICIA!!!
Lambi ela todinha ate o cuzinho (chupava, mordia sua bunda suas coxas)comecei a colocar os dedos em sua xaninha ai q ela ficou louca xupava e socava os dedinho, ate ela gozar.
Tirei a calça peguei sua mão e fiz ela alisar minha rola e fala p/ ela ficar olhando, ela não agüentou começou a me cupar q nen uma louca, segurei sua cabeça e fiz ela engolir tudo, fiz ela lamber meu saco ficar chupando só a cabecinha bater punheta ate q pus ela de quatro e comecei a esfregar a rola em sua buceta. Ate ficar bem molhadinha e fui colacando bem devagarzinho ate encostar todo.
Segurei seu quadril e comecei a meter cada vez mais rápido, ela gemia e falava
AI Q PINTO GOSTOSO!!!
Quando percebi q ia gozar troquei de posição e fiz ela cavalgar
Ela pula esfregava e eu apertava sua bunda e chupava seus seios abrai sua xaninha esfrega o saco ate q eu não agüentei e tirei a rola e gozei em na entrada de sua xaninha
Nos ficamos exaustos.
Durante a senama transamos mais uma vez e espero q continuamos metendo mais vezes pois ela tem um corpo muito gostoso
Bom espero q tenham gostado pois esse fato foi real, e foi meu primeiro conto
Obrigado!!!

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Dei o meu cu gostoso para o meu cunhadao!!!


Meu nome é Luciana, sou loira, olhos verdes, 1,70 de altura, cintura fina, seios fartos, bumbum arrebitado, coxas grossas, 57kg. Meu namorado, Jorge, tem 22 anos, moreno, 1,75 da altura, abdomem definido, bumbum grande e coxas e braços fortes. Domingo passado teve u churrasco na casa dos pais dele, nós fomos pra lá por volta das 10h da manhã, pra ajudar a mãe dele a arrumar as coisas, como tinha pouco refrigerante, meu namorado foi compra mais, como estava todo mundo muito atarefado meu namorado pediu pra eu ficar em casa olhando a sobrinha dele que tem 8 anos, e é uma peste, e só pára quieta com o Jorge ou comigo. O meu cunhado Francisco, 25 anos, moreno claro, olhos verdes, 1,95 da altura, abdomem definido, bumbum grande, braços fortes e coxa grossa, me chamou e me pediu um favor: - Luciana, vc sobe no meu ombro pra trocar a lâmpada por favor?, eu fiquei sem jeito de negar, porque todos sempre forão tão gentis comigo, então eu subi e troquei a lâmpada, na hora de descer, invés dele abaixar pra eu descer, ele puxou uma das minhas pernas, fazendo eu descer enroscando no corpo másculo dele, eu fiquei sem graça, ele olhou pra mim rindo, eu saí e fui para o quintal esperar meu namorado chegar, minha sogra me chamou ne cozinha e pediu pra eu lavar a louça, ela saiu da cozinha e foi arrumar as coisas no quintal, o Francisco chegou por trás de mim e ficou me alisando, alisando a minha bunda, eu me assustei e virei de frente pra ele e disse: - Oq vc está fazendo?, ele respondeu: - Deixa eu me diverir um pouquinho, continua lavando a louça de costas pra mim, não vai passar disso eu prometo. Eu estava adorando aquelas mãos me alisando toda, mas eu fiquei com medo de alguém nos ver e disse a ele: - Alguém pode ver a gente aqui. Ele me virou de costas pra ele e segurou meus seios, eu empurrei o bumbum pra trás pra encostar bem firme no pau dele, por cima da calça, ele sussurrou no meu ouvido: Te ligo de noite. Eu fiquei em êxtase, ansiosa pra chegar a noite, terminei de lavar a louça e fui pro quintal, e fiquei sentada numa cadeira esperado o meu namorado chegar e ouvindo a peste da sobrina dele falar asneira. Eu estava louca pra chegar a noite e o tempo parece que não passava, quando finalmente chegou 20h, quase todo mundo já tinha ido embora, eu e meu namorado nos despedimos de todo mundo, ele me deixou em casa e foi pra casa dele. Eu moro sozinha, tomei um banho, coloquei uma cinta liga preta e liguei pro Francisco, ele atendeu, eu disse: - Oi gostoso. Ele disse: Oi gostosa, vai ser no motel que tem ali no centro, encontra comigo na lanchonete que tem do lado ás 22h, thau. E desligou na minha cara, eu amei ele ter feito isso, adoro estar submissa, olhei pro relógio e era 21h e 30min, coloquei um vestido preto por cima e fui, chegando na lanchonete ele já estava lá, então saímos de lá direto pro motel, quando finalmente chegamos no quarto do motel, ele me deu um beijo de tirar o fôlego, tirou meu vestido e nem se importou com oq eu usava em baixo, tirou tudo, me empurrou com força na cama e tirou a roupa também, começou a chupar meus seios, me tirando gemidinhos, depois chupou minha buceta, chupando meu grelinho e enfiando a língua lá dentro ás vezes, gozei muito na boca dele, depois ele sentou na beira da cama e me botou de joelhos na frente dele, eu peguei a pica de 26cm de comprimento e 8cm de expessura e comecei a chupar, ele mandava eu fazer do jeito que ele gosta, mandando eu chupar só a cabecinha, engolir a pica dele, ou pelo menos tentar, e eu obedecia direitinho, ele gozou litros na minha boca, e eu engoli um pouco, ele me botou de quatro e começou a meter na minha buceta, ai que delícia, e eu pedia: - Me arromba... isso me come gostoso... mete essa pica gostosa no meu últero... me fode... eu quero ficar larga de tanto ser fodida por vc. Ele dizia: - Toma vagabunda... toma-lhe pica... eu vou te deixar se poder andar... que buceta gostosa de comer... eu vou te comer todo dia sua puta... rebola na minha vara. E eu rebolava, até que gozamos juntos, descansamos uns 5 minutos e fomos tomar banho, no banho ele mandou eu chupar ele, oq fiz com muito prazer, quando a pica dele estava dura novamente, ele me botou apoiada na parede enfiou só a cabecinha na minha buceta e disse: - Vc quer?. Eu respondi: - Quero e muito. Ele disse: - Então pede, agora é assim, se quiser pede. Eu pedi: - Mete gostoso nessa sua vadia arrombada vai, eu quero até o talo. E ele metia gostoso, ficamos assim uns 20min e fomos pra cama, na cama ele disse: - Pra terminar a noite com chave de ouro eu vou comer seu cuzinho. Eu disse que não, mas ele insistiu tanto, dise que ia ser carinhoso, e eu acabei sedendo meu cuzinho virgem pra ele, eu fiquei de quatro, ele passou vaselina o meu cú e na pica dele e foi enfiando devagar, estava doendo muito e eu disse que desisti, que não queria mais dar o cú pra ele, e tentei sair, mas ele me segurou pelo quadril e enfiou tudo de um vez só, eu quase desmaiei de dor, e parou com o pau dentro e eu me acostumei. Eu disse: - Poxinha vc foi mau comigo, doeu muito. E ele disse: - Vc vai ver o mau agora. E começou a meter com força e metia tudo e tirava tudo, enquanto isso eu me masturbava, ele gozou dentro do meu cuzinho me preenchendo de porra e eu gozei no meu dedo. Ele disse: - Fala com aquela vozinha de novo fala. Eu disse: - Me come com violência de novo que eu falo. Quando eu disse isso o piru dele endureceu na hora e ele me comeu como um selvagem, eu ainda de quatro, ele segurou meu cabelo e meteu firme e me deu tapas fortes na bunda que deixou marcado, e mais uma vez gozamos como loucos, e eu disse a ele: esse cú é só seu. Ele disse: fala comigo com aquela voz que só vc sabe fazer. E eu disse: Vc foi malvado comigo. Nós dormimos e de manhã fomos embora e marcamos outro dia para repetimos a dose.



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A amiga das minhas filhas


Assim que ela adentrou na minha casa, fechei a porta e fomos direto para meu quarto. Passavam das 11h daquele sábado que marcaria para sempre nossas vidas. Eu me deitei na cama e, logo em seguida, Pâmela.
Ela é amiga das minhas filhas. Estuda, com minha caçula, numa universidade aqui de Mogi das Cruzes, grande São Paulo. Sou mamãe de um menino (24 anos) e duas meninas (23 e 18 anos de idade). Meu nome é Silvana, 42 anos, pele branca, 1,59m, 66 Kg, olhos e cabelos pretos, compridos, lisos, seios médios, quadril largo, bumbum redondo, carnudo, pernas grossas, lisas e macias. Eu sou vaidosa. Sempre cuidei do meu corpo e da minha saúde. Estou casada há 25 anos. Iremos comemorar bodas de prata em maio de 2012. Sou uma mulher realizada como mãe, esposa e me sinto feliz.
Sempre tive a curiosidade de estar com uma mulher. Nunca senti coragem para revelar isso a alguém, nem mesmo meu marido que tanto dialogamos. Sou amiga da mamãe da Pâmela. Caso eu tivesse a coragem de matar minha curiosidade, imaginaria que fosse com uma mulher da minha idade ou um pouco mais nova ou até mesmo mais velha que eu. Mas com uma menina de 18 anos? Eu nem levava em conta esta opção. Praticamente, vi a Pâm nascer. Peguei-a no colo, ajudei trocar fraldas, levava e buscava na escola. Eu sou dona de casa e cuidei da Pâm por dois anos enquanto a mamãe dela estava numa situação financeira difícil. Sempre nos respeitamos.
De um ano para cá, comecei a notar que ela me olhava de uma maneira diferente. Parecia ler meus pensamentos! Uma sensação estranha e embaraçosa. Ela é muito novinha! Eu me perguntava: será que ela gosta de mulher? Minhas filhas nunca me comentaram e nem eu vi coisa alguma. A mamãe dela nunca falou sobre isso comigo. Fiquei na minha. Comecei a observar melhor os olhares dela.
Há dois meses, numa tarde, eu estava em casa sozinha. Tocou a campainha. Era a Pâmela. Assim que fechei a porta, ela me abraçou e me deu um selinho. Ficou agarrada a mim e olhando-me nos olhos. Eu não sabia onde enfiar a cara! Pegou-me de surpresa... Fiquei verde, roxa, vermelha de vergonha... Bandida! (risos) Segurou-me firmemente contra seu corpo e disse:
- Eu te acho tão linda, Sil! Você é a minha mulher maravilha, sabia?
- Menos, Pâm... Menos! Eu não sou tudo isso que você vive me dizendo... Eu poderia ser sua mãe, minina.
Pâm não perdoou... Olhou-me, com água na boca, e investiu balançando seu corpo todo:
- Mãe a gente não come! (risos)
Eu dei tapas no bumbum dela e falei:
- Minina, me solte. Tome tento... Hã! (risos)
Pâmela me soltou e ria sem parar. Eu não sabia o que fazer. Minhas pernas amoleceram. Tentei disfarçar e disse que precisava escovar os dentes. Entrei no banheiro, abaixei minha calcinha, sob meu vestido, e me sentei no vaso sanitário. Meu corpo pegava fogo! Eu me sentia tonta. Minha vagina inundada. Eu coloquei minhas mãos sobre meu rosto, fechei os olhos e pedi ao Senhor coragem para resistir àquela menina que praticamente ajudei a criar. Fiquei no banheiro por uns 20 minutos me acalmando. Saí do lavabo e fui direto pra cozinha. Ficamos conversando até o final da tarde. Colocamos as fofocas em dia e fizemos brigadeiro. Mas os olhares dela em mim eram constantes.
A partir deste dia, ela começou a me enviar sms (mensagem no celular) de mulher pra mulher. Eu lia e apagava as mensagens com receio de alguém descobrir. Envergonhada, nunca respondi. Também, sentia-me excitada. Uma das mensagens balançou-me - ?Aquele dia que te dei um selinho e te disse que você é linda, eu sei que você ficou toda molhada. Eu também fiquei. Quer saber? Minha calcinha está com o cheirinho que você gosta.? - Você acredita que eu me masturbei, algumas vezes, após ler esta bendita mensagem? Pois é... E foi bão demais! (risos) Sempre que podia, Pâm me atentava. Na frente das pessoas era super discreta e nem tocava no nosso assunto. Eu deixei o tempo passar e fui aprendendo a lidar com a situação.
Na sexta feira passada, fizemos jantar íntimo na minha casa. Pâmela estava presente entre os convidados. Após o jantar, resolvi ir ao banheiro. Assim que abri a porta e comecei a entrar, Pâmela surgiu atrás de mim e entrou comigo, fechando a porta. Eu gelei... Não acreditava no que estava acontecendo:
- Meu Deus, Pâm... Mas o que é isso?
- Eu quero você, Sil... Estou looouca por você!
Eu tremia e ao mesmo tempo me sentia excitada com a abordagem dela. Que menina corajosa, pensava comigo. A astúcia dela me fascinava! Tentei disfarçar e me acalmar. Levantei meu vestido e abaixei a calcinha até os joelhos. Sentei-me no vaso, coloquei os braços apoiados sobre minhas pernas fechadas e segurando o queixo. Pâm agachou-se na minha frente e também apoiou seus braços nas minhas pernas. Eu me arrepiei toda! Ficamos nos olhando. O beijo surgiu numa atmosfera de muitos delírios e carinhos. Beijo macio, calmo... Muito gostoso! Olhos fechados, faces se roçando, narizes se tocando, lábios macios se amassando e línguas se enfrentando naquele momento de pura magia. Uma delícia! Pâmela é tão carinhosa, meiga, carente, terna... Um doce de menina mulher! Eu sentada e ela agachada nos abraçamos excitadas. Sentia a respiração acelerada de nós duas. Os cheirinhos do perfume e das salivas dela ficaram na minha pele arrepiada. Cabelos macios e sedosos. Pâm passou as mãos no meu corpo. Tocou-me nos seios e tentou abocanhá-los. Eu resisti e lhe disse que não era chegada hora. Ela estava com muita sede... Eu também! Alisei seu rostinho de pele macia e falei:
- Pâm... Eu também te quero... Vamos ficar juntas!
Tadinha, os olhinhos dela se encheram d? água. Eu quase chorei! Ela me olhava maravilhada. Murmurou-me:
- Meeesmo? Faremos amor, Sil?
- Sim... Eu serei sua e você será minha! Mas agora não.
- Mas então? Quando?
- Amanhã, meu marido e nossos filhos irão almoçar e passar o dia com minha sogra. Teremos o dia todo para ficarmos. Que tal? Topas?
- Uaaau... Claro que eu topo. Muito obrigada... Esperei demais esta oportunidade! (risos)
Eu coloquei meu dedo indicador na boquinha dela e sussurrei:
- Docinho, amanhã... Amanhã! Saibas que você é a minha eterna minininha. Eu te quero bem demais pra negar um desejo seu. Agora vá... Outros poderão notar.
Pâmela me deu beijos de tirar o fôlego! Uaaau... Agora falo eu... Nunca fui beijada daquela maneira... Ameeei de paixão! Eu não acreditava que tinha dito sim para ela. Parecia um sonho! Ela se ajeitou, retocou a maquiagem e saiu calmamente do banheiro. Eu nem consegui fazer xixi. Estava super molhada! Fiz higiene íntima e retoquei, também, a maquiagem. Voltei à mesa como se nada tivesse acontecido no banheiro, entre nós duas.
No dia seguinte, após meu marido e filhos saírem para a casa da minha sogra, Pâmela chegou. Abri a porta e fomos para meu quarto de mãos dadas. Estávamos ansiosas e excitadas por nós duas.
Pâmela tem 18 anos, pele branca, 1,62m, 54 Kg, olhos azulados, cabelos pretos, compridos, ondulados, seios grandes, bumbum redondinho, carnudinho, pernas grossas, lisas e macias. Narizinho arrebitado e boca de lábios carnudos. Ela é linda... Uma bonequinha!
Na beira da cama, nos beijamos e nos amassamos tamanha excitação que nos envolvia. Um calor percorria meu corpo que me deixava molinha nos braços dela. Sentia o rosto queimar e meus seios se avolumarem sob a blusinha decotada. Minha calcinha logo foi revelada pelas mãos macias e curiosas da minha amada. Deixei meus tamancos e caímos juntas na cama. Rolamos nos beijando e nos alisando cada vez mais. Eu sentia contrações nas entranhas e minha vagina chegava doer. Meu clitóris estava super sensível. Os dedos me tocavam e eu me contorcia no corpo dela. Pâm beijava-me no pescoço. Lambia-me nas costas e ombros. Eu passava as mãos nela e arrepiava-me toda. Entreguei-me! Ela tirou minha blusinha e, depois, a calcinha. Observava-me com água na boca! Abracei-a sentindo o calor do seu corpo e sua respiração acelerada no meu pescoço. Nossas línguas se encontraram e deliramos juntas. Arranquei a blusinha cor de rosa dela e revelei os grandes e lindos seios de bicos duros. Não resisti e os apalpei. Durinhos! Manhosamente, ofereceu-me. Eu, meio sem jeito, abocanhei-o. Pâmela alisou-me nos cabelos, rosto e of